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  • Filme

    Monster Hunter: Nanda Costa faz estreia internacional em novo filme do diretor de Resident Evil

    5 de dezembro de 2018 /

    A atriz Nana Costa (“Entre Irmãs”) revelou em seu Instagram que está rodando “Monster Hunter”, superprodução baseada no videogame homônimo, que volta a reunir o diretor e a estrela de “Resident Evil”, respectivamente Paul W.s. Anderson e Milla Jovovich, casados na vida real. “Para quem ainda não sabia ou estava louco pra saber, esse é o novo job! Sim, estou no novo filme do Paul Anderson com a musa máxima Milla Jovovich e um elenco fodão”, ela escreveu, ao lado de uma foto nos camarins de sua estreia internacional. Ela também postou uma foto ao lado de um integrante famoso do elenco. “Me and my friend Ron. Eu falei Ron Perlman, car*lho! Quem aí já viu e também é fã de ‘Hellboy’ levanta a mão!” Com orçamento de US$ 60 milhões, o filme está sendo rodado na África do Sul há pelo menos um mês. Nanda desembarcou no país em 20 de novembro e desde então vinha mantendo em segredo o motivo de tantas fotos com pinguins e passeios turísticos na Cidade do Cabo. Não eram férias. Além da ucraniana Milla Jovovich e do novaiorquino Ron Pearlman, o elenco internacional inclui o rapper T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (série “Minority Report”), o mexicano Diego Boneta (“Scream Queens”), o australiano Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), o alemão Jannik Schümann (“Submersão”) e o tailandês Tony Jaa (“xXx: Reativado”). A sinopse oficial diz: “Por trás do nosso mundo, há outro: um mundo de monstros perigosos e poderosos que dominam sua terra com uma ferocidade mortal. Quando a tenente Artemis (Milla Jovovich) e seus fieis soldados são transportados do nosso mundo para o novo mundo, têm o choque da suas vidas. Em sua desesperada batalha de sobrevivência contra poderosos, enormes e imparáveis inimigos, eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra eles”. Ainda não há previsão para a estreia. Visualizar esta foto no Instagram. Manhêê, ó só com quem eu tô! ? Mais um dia de trabalho por aqui, e já que não podemos aparecer (ainda)caracterizados, aproveitei pra fazer aquela selfie do “antes” com as meninas que nos transformam todos os dias. Me and my friend Ron. Eu falei Ron Perlman, CARALHO! Quem aí já viu e também é fã de HELLBOY, levanta a ??! Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacostareal) em 4 de Dez, 2018 às 7:03 PST Visualizar esta foto no Instagram. Foto da foto só pra registrar a preparação de uma nova Monster Hunter❣️Para quem ainda não sabia ou estava louco pra saber, esse é o novo job! SIM, estou no novo filme do Paul Anderson com a musa máxima @millajovovich e um elenco PHODÃOOOO ? #MonsterHunterMovie #filmeinternacional ??? Picture of the picture showing the make up and hair of a new Monster Hunter! For those who did not know or were crazy to know, this is my newest work! YES, I am in Paul Anderson new movie with the top muse @millajovovich and AMAZING cast❣️ #MonsterHunter #game Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacostareal) em 5 de Dez, 2018 às 10:17 PST

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  • Música

    Nanda Costa lança música com a namorada Lan Lahn

    28 de junho de 2018 /

    A atriz Nanda Costa (“Entre Irmãs”) assumiu de vez sua carreira paralela na música pop. Ela e sua namorada, a percussionista Lan Lahn, lançaram a música “Não É Comum, Mas É Normal”. A composição foi divulgada na quinta-feira (28/6) para celebrar o Dia Internacional do Orgulho LGBT. Nanda divulgou um trecho da música em suas redes sociais, com o link para a faixa nas plataformas digitais. Na música, o casal questiona “Por que você não aceita e vai viver sua vida? Amor de igual é igual, normal. Não faz mal nenhum”. “A ideia não era gravarmos assim tão de repente. Mas como diz minha amiga Magali, “o amor foi feito pra dar e espalhar”, então estamos compartilhando nosso amor em formato de single”, disse a atriz e agora cantora no post. Na verdade, desde 2015, a atriz está envolvida com essa nova paixão, cantando na banda Batida Nacional, ao lado de Lan Lahn e do DJ DeepLick. Ela aproveitou ainda para se declarar para a namorada. “Um obrigada mais que especial para a pessoa que compartilha desse momento único comigo, Lan Lanh, a você todo meu amor”. Era um dia comum, estávamos brincando de fazer música, como sempre fazemos. E “Não é comum mas é normal” aconteceu. A ideia não era gravarmos assim tão de repente. Mas como diz minha amiga Magali, “o amor foi feito pra dar e espalhar” então estamos compartilhando nosso amor em formato de single. Obrigada @luizbrasil pela parceria, pela amizade e por esse violão que toca o coração da gente… Obrigada @raphabaggas pela Arte gráfica mais incrível que poderíamos ter (mais tarde eu posto aqui um pouco do que ele fez). Obrigada @cristinadoria por botar pilha pra gravarmos em tempo recorde. Obrigada @dubas_musica. Obrigada @menezescordas pelo registro. Um obrigada mais que especial para a pessoa que compartilha desse momento único comigo, @lanlanhoficial, a vc todo meu amor. Obrigada a cada um de vocês que curtiu a música e compartilhou com gente. A música não é de quem faz, é de quem precisa… Ame e compartilhe ❣, lembrando que ela ter entrado hoje nas plataformas digitais, foi lindo demais! Pra quem quiser curtir a música, o link tá na minha bio. #NãoéComumMaséNormal #diadoborgulhoLGBT ?️‍? Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacostareal) em 28 de Jun, 2018 às 7:21 PDT

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  • Filme

    Entre Irmãs beira o novelão, mas atrizes valorizam o melodrama

    21 de outubro de 2017 /

    Um dos méritos do cinema de Breno Silveira é a sua vontade desavergonhada de emocionar a audiência, não importando se isso resulte em um produto cafona. No entanto, nem sempre o cineasta consegue um bom equilíbrio, e às vezes pode acontecer de a história ter pouca substância ou de o roteiro não ser tão bem cuidado a ponto de prejudicar, como em “Entre Irmãs”, seu mais recente trabalho, que beira o novelão. O que acaba por contar pontos positivos no filme é justamente o fato de termos um bom diretor e um par de protagonistas ótimas, que garantem momentos de boa dramaturgia. Nanda Costa (de “Gonzaga: De Pai pra Filho”) e Marjorie Estiano (“Sob Pressão”), que interpretam as duas moças do sertão que são separadas de forma traumática e trilham caminhos bem distintos, são o que há de mais valioso em “Entre Irmãs”. Principalmente Marjorie, que tem se revelado cada vez mais uma atriz impressionante. Seu papel recente em uma série da Rede Globo, “Sob Pressão”, é admirável, e ela está extraordinária em “As Boas Maneiras”, o novo trabalho da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas, que venceu o Festival do Rio. “Entre Irmãs”, ainda que seja mais irregular do que os trabalhos mais incensados de Silveira, é produto de sua passagem pelas locações em que trabalhou. Seu filme anterior, “Gonzaga – De Pai pra Filho” (2012), o apresentou ao sertão nordestino, e sua vontade de contar uma história da época do cangaço em uma produção épica foi o que o levou a adaptar o livro “A Costureira e o Cangaceiro”, de Frances de Pontes Peebles. Apesar de o título do livro enfatizar a história de amor entre uma das irmãs e o cangaceiro que a captura de sua família, Silveira preferiu contar as duas histórias em paralelo. No fim das contas, a história da outra irmã, Emília (Marjorie), tem mais força e desperta mais interesse do que a história de Luzia (Nanda), uma versão “genérica” da história de Lampião e Maria Bonita. O paralelismo entre as duas histórias é bem costurado em uma edição que ainda tem o mérito de transformar o filme de quase três horas de duração em uma narrativa que parece ter uma hora e meia. Assim, quando vemos a infelicidade de Emilia no campo sentimental, ao descobrir que o marido (Rômulo Estrela, da novela “Novo Mundo”) casou com ela por conveniência, vemos também o início de uma maior aproximação de Luzia com o líder dos cangaceiros, o Carcará (Júlio Machado, de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”). Há outro momento particularmente bonito, quando as duas jovens leem no mesmo jornal notícias sobre a irmã distante: uma na caatinga, vivendo como nômade e fora-da-lei, e a outra na alta sociedade do Recife. A história na capital, inclusive, ainda conta com a presença muito bem-vinda de Letícia Colin (“Ponte Aérea”), vivendo uma amiga de Emilia. Assim, por mais que Silveira não tenha conseguido atingir o grau de arrebatamento emocional de “2 Filhos de Francisco” (2005) e de “À Beira do Caminho” (2012), duas obras que o elevaram à categoria de mestre do melodrama, “Entre Irmãs” tem sim as suas qualidades e merece ser visto, principalmente por quem não se incomoda diante de uma narrativa bem clássica e antiquada.

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  • Filme

    Nanda Costa vira rainha do cangaço no primeiro trailer e nas fotos de Duas Irmãs

    14 de setembro de 2017 /

    A Sony divulgou o trailer, o pôster e as fotos de “Duas Irmãs”, quarto filme do diretor Breno Silveira em parceria com a roteirista Patricia Andrade, após “2 Filhos de Francisco” (2005), “Gonzaga: De Pai para Filho” (2012) e “À Beira do Caminho” (2012). Drama de época, passado nos anos 1930, a produção destaca o relacionamento de Luzia (Nanda Costa, de “Gonzaga: De Pai pra Filho”), a irmã aventureira, e Emília (Marjorie Estiano, da série “Sob Pressão”), a romântica, filhas de uma costureira, criadas para seguir o ofício, mas que acabam tendo destinos muito diferentes. Emília sonha em se casar e se mudar para a capital, mas o “príncipe encantado” (Rômulo Estrela, da novela “Novo Mundo”) acaba não sendo o que esperava, levando-a se decepcionar com a sociedade arcaica do Recife, cheia de preconceitos. Já Luzia, para proteger a família, junta-se aos bandoleiros capitaneados por Carcará (Júlio Machado, de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e avança sertão adentro, virando uma guerreira cangaceira. A produção foi filmada entre setembro e novembro em Piranhas, no sertão de Alagoas, onde Lampião e Maria Bonita foram capturados e decapitados em 1938. Por sinal, o projeto surgiu em meio à vontade de Breno Silveira de fazer um filme sobre Maria Bonita, mas ao se deparar com a falta de material histórico sobre a rainha cangaceira, descobriu o livro “A Costureira e o Cangaceiro”, da recifense Frances de Pontes Peebles, que contava uma história fictícia sobre o mesmo tema. Lançado originalmente em inglês (a autora mora nos EUA desde criança), o livro saiu em 2008 pela Nova Fronteira e está esgotado. A estreia está marcada para 12 de outubro.

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  • Etc

    Nanda Costa se fantasia de Hera Venenosa e Carnaval vira Comic-Con

    25 de fevereiro de 2017 /

    Em meio a muitas fantasias genéricas, a atriz Nanda Costa (“Gonzaga: De Pai pra Filho”) surpreendeu pelo espírito geek, ao aparecer no baile do Sarongue, no Rio, como a vilã Hera Venenosa, dos quadrinhos, séries e filmes do Batman. Veja acima. Enfim, depois de tanto tempo ouvindo que a Comic-Con era um carnaval nerd, agora os nerds podem festejar que o carnaval começa a parecer uma Comic-Con com samba.

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  • Filme

    Nanda Costa é rainha do cangaço nas primeiras fotos de A Costureira e o Cangaceiro

    5 de janeiro de 2017 /

    Foram divulgadas as primeiras imagens de “A Costureira e o Cangaceiro”, que traz Nanda Costa (“Gonzaga: De Pai pra Filho”) como rainha do cangaço O filme é uma nova parceria entre o diretor Breno Silveira e a roteirista Patricia Andrade, com quem trabalhou em “2 Filhos de Francisco” (2005), “Gonzaga: De Pai para Filho” (2012) e “À Beira do Caminho” (2012). A produção foi filmada entre setembro e novembro em Piranhas, no sertão de Alagoas, onde Lampião e Maria Bonita foram capturados e decapitados em 1938. Por sinal, o projeto surgiu em meio à vontade da dupla de fazer um filme sobre Maria Bonita e se deparar com a falta de material histórico sobre a verdadeira rainha cangaceira. Uma alternativa surgiu com a descoberta do livro “A Costureira e o Cangaceiro”, da recifense Frances de Pontes Peebles, que contava uma história fictícia sobre o mesmo tema. Lançado originalmente em inglês (a autora mora nos EUA desde criança), o livro saiu em 2008 pela Nova Fronteira e está esgotado. A trama gira em torno de duas irmãs: Luzia (Nanda Costa), a irmã aventureira, e Emília (Marjorie Estiano, da minissérie “Ligações Perigosas”), a romântica, filhas de costureira, com quem aprendem o ofício e desejam mudar suas vidas. Emília sonha em se casar e se mudar para a capital, mas se decepciona com a sociedade arcaica do Recife, cheia de preconceitos. Já Luzia, para proteger a família, junta-se aos bandoleiros capitaneados por Carcará (Júlio Machado, de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”) e avança sertão adentro. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Apaixonados – O Filme é mais um exemplar de humor televisivo nos cinemas brasileiros

    11 de março de 2016 /

    É tanto lançamento de filme brasileiro com o subtítulo “O Filme” que já parece piada pronta. “Apaixonados – O Filme”, de Paulo Fontenelle (“Se Puder… Dirija!”), por exemplo, parece usar o termo para justificar sua ida ao cinema. Deve se ver cinematográfico por imitar a estrutura da comédia romântica hollywoodiana com tramas paralelas, mas acaba televisivo ao imprimir ao formato um “humor brasileiro”, saído de programas tipo “Zorra Total” – caso, principalmente, do gringo assediado por duas mulheres. A trama paralela que poderia render um filme centra-se numa porta-bandeira de escola de samba, vivida por Nanda Costa. Trata-se de uma atriz que costuma surpreender quando bem aproveitada, como demonstrou em “Febre do Rato”, de Cláudio Assis. E seu romance com um médico consegue despertar algum interesse, pelos desencontros que acontecem e pela ambientação carnavalesca. Assim como a história do rapaz rico e da moça pobre, que também produz algum interesse. Mas ambas acabam reduzidas a um fiapo narrativo, sem nenhum desenvolvimento, sobrepostas por histórias que não despertam a mesma simpatia. O filme é claramente uma perda de tempo. De fato, a produção poderia muito bem ser realizada como um especial da Rede Globo e não ocupar espaço precioso no circuito cinematográfico. Mas “Apaixonados – O Especial Televisivo” não soa tão bem como título.

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  • Filme

    Apaixonados: Comédia romântica de carnaval ganha primeiro trailer

    5 de fevereiro de 2016 /

    Em clima de carnaval, a H2O Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Apaixonados – O Filme”, comédia romântica brasileira, que tem como pano de fundo justamente a festa de Momo. A prévia é repleta dos encontros e desencontros característicos do gênero, com direito às histórias paralelas, dificuldades e coincidências que garantem o final feliz. O que a diferencia dos clichês de Hollywood é a locação carioca, que além de desfiles de escolas de samba inclui os contrastes sociais e raciais entre o asfalto e o morro. O elenco inclui Nanda Costa (“Gonzaga: De Pai pra Filho”), Raphael Vianna (“Divã a 2”), Roberta Rodrigues (“Sorria, Você Está Sendo Filmado”), João Baldasserini (“Linha de Passe”), Roberto Bomfim (“O Inventor de Sonhos”) e Luiz Guilherme (“Hotel Atlântico”), além de marcar a estreia no cinema do ator de teatro musical Danilo de Moura (“Tim Maia – Vale Tudo, O Musical”), como um turista americano que se apaixona pela feijoada e o carnaval. Com direção de Paulo Fontenelle (“Divã a 2”), “Apaixonados” estreia em 3 de março. Só não precisava recorrer ao expediente de incluir um “O Filme” no título, como outras dezenas de produções recentes. Será que a produção é tão televisiva, a ponto de precisar chamar atenção no título de que se trata de cinema?

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