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  • Filme,  Música

    Ator de “Uma Noite em Miami” viverá Bob Marley no cinema

    12 de fevereiro de 2022 /

    O ator Kingsley Ben-Adir vai viver a terceira personalidade histórica de sua carreira. Depois de interpretar o ativista Malcolm X no filme “Uma Noite em Miami” e o ex-presidente norte-americano Barack Obama na minissérie “The Comey Rule”, ele será Bob Marley na cinebiografia do ícone do reggae. O longa-metragem tem produção da Paramount Pictures, que levou quase um ano para definir o protagonista. A direção é de Reinaldo Marcus Green, que assinou outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”. O projeto também tem envolvimento da família do cantor. Os filhos Ziggy Marley e Cedella Marley e a viúva, Rita Marley, são coprodutores em nome da Tuff Gong, gravadora fundada por Bob Marley. O cantor teria completado 77 anos no último domingo (6/2). Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, o cantor jamaicano que eternizou clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved” morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer.

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  • Filme

    Framboesa de Ouro 2022 destaca decadência de Bruce Willis

    7 de fevereiro de 2022 /

    Um dos troféus mais aguardados da temporada de premiação, o Framboesa de Ouro, revelou seus indicados a piores filmes e artistas do ano, indicando a decadência de um antigo astro de ação e a saturação dos musicais. Para começar, a Netflix não deve ter ficado nada satisfeita de ver seu logotipo no título com o maior número de indicações. “Diana: O Musical”, gravação de um musical da Broadway exibida pela plataforma de streaming, foi a produção mais votada, aparecendo em nove categorias. O segundo mais citado foi o thriller “Karen”, inédito no Brasil, com cinco indicações, seguido pelo musical “Querido Evan Hansen”, com quatro nomeações, incluindo a de Pior Ator para Ben Platt. Entre os intérpretes, Jared Leto e o jogador de basquete LeBron James tiveram duas indicações, respectivamente por “Casa Gucci” e “Space Jam: Um Novo Legado”, enquanto Amy Adams se destacou em dois filmes diferentes, concorrendo a Pior Atriz por “A Mulher na Janela” e Pior Atriz Coadjuvante por “Querido Evan Hansen”. Nenhum deles, porém, superou Bruce Willis. Os organizadores dos Razzies, como o prêmio também é conhecido, consideraram que o ex-“Duro de Matar” virou duro de assistir e fez tantos filmes ruins no ano passado que mereceu uma categoria própria. Na disputa do troféu especial de Pior Filme de Bruce Willis há nada menos que oito filmes. O detalhe é que a categoria pode se tornar permanente, já que o ator filmou até agora 11 filmes diferentes com previsão de lançamento em 2022. Como já é tradição, a cerimônia do Framboesa de Ouro 2022 acontecerá em Los Angeles um dia antes do Oscar, em 26 de março. Confira abaixo a lista completa de indicados. Pior Filme “Diana: O Musical” “Infinite” “Karen” “Space Jam: Um Novo Legado” “A Mulher na Janela” Pior Ator Scott Eastwood, por “Dangerous” Roe Hartrampf, por “Diana: O Musical” LeBron James, por “Space Jam: Um Novo Legado” Ben Platt, por “Querido Evan Hansen” Mark Wahlberg, por “Infinite” Pior Atriz Amy Adams, por “A Mulher na Janela” Jeanna de Waal, por “Diana: O Musical” Megan Fox, por Meia-Noite no “Switchgrass” Taryn Manning, por “Karen” Ruby Rose, por “Conquista” Pior Atriz Coadjuvante Amy Adams, por “Querido Evan Hansen” Sophie Cookson, por “Infinite” Erin Davi, por “Diana: O Musical” Judy Kaye, por “Diana: O Musical” Taryn Manning, por “Every Last One of Them” Pior Ator Coadjuvante Ben Affleck, por “O Último Duelo” Nick Cannon, por “Os Renegados” Mel Gibson, por “Dangerous” Gareth Keegan, por “Diana: O Musical” Jared Leto, por “Casa Gucci” Pior Performance de Bruce Willis Bruce Willis, por “Emboscada” Bruce Willis, por “Apex” Bruce Willis, por “A Fortaleza” Bruce Willis, por “Deadlock” Bruce Willis, por “Meia-Noite no Switchgrass” Bruce Willis, por “Sobreviva ao Jogo” Bruce Willis, por “Out of Death” Bruce Willis, por “Invasão Cósmica” Pior Casal, Dupla ou Combinação Qualquer ator & qualquer número musical mal escrito ou coreografado em “Diana: O Musical” LeBrown James & qualquer personagem de desenho animado que ele tenta driblar em “Space Jam: Um Novo Legado” Jared Leto & sua maquiagem pesada de látex, suas roupas feias e seu sotaque ridículo em “Casa Gucci” Ben Platt & qualquer outro personagem que finge que cantar 24h por dia é normal em “Querido Evan Hansen” Tom & Jerry em “Tom & Jerry”) Pior Remake, Plágio ou Sequência “Karen” (remake não intencional de “Cruella”) “Space Jam: Um Novo Legado” “Tom & Jerry” “Twist” (remake hip-hop de “Oliver Twist”) “A Mulher na Janela” (plágio de “Janela Indiscreta”) Pior Direção Christopher Ashley, por “Diana: O Musical” Stephen Chbosky, por “Querido Evan Hansen” “Coke” Daniels, por “Karen” Renny Harlin, por “Os Renegados” Joe Wright, por “A Mulher na Janela” Pior Roteiro Joe DiPietro & David Bryan, por “Diana: O Musical” “Coke” Daniels, por “Karen” Kurt Wimmer & Robert Henny, por “Os Renegados” John Wrathall & Sally Collett, por “Twist” Tracy Letts, por “A Mulher na Janela”

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  • Série

    Criador de “Cara Gente Branca” vai transformar “Flashdance” em série

    1 de fevereiro de 2022 /

    A Paramount+ fechou com o cineasta Justin Simien, criador de “Cara Gente Branca” (Dear White People), para desenvolver uma série baseada no filme “Flashdance – Em Ritmo de Embalo”, um dos musicais mais bem-sucedidos dos anos 1980. Para quem não lembra, o longa de 1983, escrito por Joe Eszterhas (bem antes de “Instinto Selvagem”), trazia Jennifer Beals como a operária de uma siderúrgica que sonhava se tornar uma bailarina profissional. Em sua nova versão, a trama deve girar em torno de uma jovem negra que sonha em seguir uma carreira no balé, apesar da sua realidade em um clube de striptease. Esta premissa, porém, foi apresentada antes do envolvimento de Simian, quando o projeto estava a cargo da roteirista Tracy McMillan, que trabalhou em “Good Girls Revolt” e “Fugitivos da Marvel” (Runaway). Portanto, a produção pode seguir outro rumo a partir de agora. A estratégia da Paramount+ é explorar ao máximo seu catálogo de filmes para lançar novas séries. Além de “Flashdance”, a plataforma também desenvolve atrações baseadas em “Um Golpe à Italiana” (1969), “Love Story” (1970), “O Poderoso Chefão” (1972), “A Trama” (1974), “Grease – Nos Tempos da Brilhantina” (1978), “Cowboy do Asfalto” (1980) e “Atração Fatal” (1987). Veja abaixo o trailer do filme “Flashdance”.

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  • Filme,  Música

    Carleton Carpenter (1926-2022)

    31 de janeiro de 2022 /

    O ator Carleton Carpenter, que estrelou musicais da MGM ao lado de estrelas como Debbie Reynolds e Judy Garland, morreu nesta segunda-feira (31/1) em Warwick, Nova York, aos 95 anos. Carpenter era um artista multitalentoso cuja carreira durou oito décadas. Ele começou sua carreira como palhaço e mágico em espetáculos circenses, antes de se mudar para Nova York em 1944, quando, em 24 horas, conseguir seu primeiro papel numa peça da Broadway. Repercutindo seu sucesso no palco, onde emendou vários musicais, passou a cantar em programas de rádio e TV, até estrear no cinema em 1949, no polêmico “Fronteiras Perdidas”, em que interpretou um médico negro que se passava por branco. Só depois disso ele assinou com a MGM e vieram as comédias e musicais. Foram quatro só em 1950: “O Papai da Noiva” com Elizabeth Taylor, “Três Palavrinhas” com Debbie Reynolds, “Casa, Comida e Carinho” com Judy Garland e “Quando Canta o Coração”, novamente com Reynolds. Neste último filme, Reynolds e Carpenter fizeram história ao compartilhar um dueto de uma velha música de vaudeville, “Aba Daba Honeymoon”. A música foi o primeiro single extraído de uma trilha sonora e disparou para o topo das paradas de sucesso, vendendo mais de 1 milhão de cópias. Graças ao estouro da música e do filme, os dois atores organizaram um espetáculo teatral de vaudeville e percorreram os EUA fazendo apresentações ao longo de um ano. As apresentações foram interrompidas para Carpenter aparecer no western “O Vale da Vingança” (1951) e no drama “O Direito de Viver” (1951). Depois disso, ele ainda protagonizou a comédia western “Céu de Prata” (1952) e coadjuvou o drama de guerra “Dá-me Tua Mão” (1953) e o filme de ação “Periscópio a Vista” (1959). Mas sua popularidade não continuou nos anos 1960. De repente, ele se viu relegado à televisão, participando de inúmeras séries da era de ouro da TV americana, de “Papai Sabe Tudo” a “Perry Manson”, até os trabalhos começaram a minguar na década seguinte. Ele acabou voltando ao cinema nos anos 1980, despedindo-se das telas com o cultuado terror “Quem Matou Rosemary?” (The Prowler, 1981) e a sátira “The American Snitch” (1983). Além de atuar e cantar, Carpenter também foi compositor, com créditos como “Christmas Eve”, gravada por Billy Eckstine, e “Cabin in the Woods” e “Ev’ry Other Day”, que ele gravou para a MGM Records. O artista também escreveu vários livros de mistério, uma biografia e o musical “Northern Boulevard”, que foi encenado em Nova York. Lembre abaixo a performance de “Aba Daba Honeymoon” de “Quando Canta o Coração”.

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  • Filme,  Música

    Meat Loaf (1947–2022)

    21 de janeiro de 2022 /

    O roqueiro Michael Lee Aday, conhecido como Meat Loaf, morreu na quinta-feira (20/1), aos 74 anos, cercado pela família. A causa da morte não foi revelada. Ele lançou um dos discos mais famosos do rock, “Bat Out of Hell”, de 1977, que se tornou um dos 10 álbuns mais vendidos de todos os tempos, com mais de 43 milhões de cópias comercializadas. As músicas foram concebidas em parceria com o compositor Jim Steinman como trilha de uma musical, uma versão futurística de “Peter Pan”. E o sucesso contínuo de “Bat Out of Hell” inspirou o cantor a estender o conceito numa trilogia, com os discos seguintes também vendendo milhões de cópias em todo o mundo. A conexão com o mundo dos espetáculos musicais não foi casual. A carreira no rock foi consequência de seu começo em produções do gênero. Sua performance na montagem de “Hair” em Los Angeles lhe rendeu seu primeiro contrato fonográfico com a Motown em 1971. Mas foi só seis anos depois, quando focou seu lado teatral no rock, que Meat Loaf estourou. Além da transição para roqueiro de sucesso, ele também trocou os palcos pelas telas. Foram mais de 60 papéis em filmes e séries, começando por sua participação no clássico musical “The Rocky Horror Picture Show”, em 1975 – repetindo papel que já tinha vivido no teatro. Meat Loaf chegou a protagonizar “Roadie” (1980), uma comédia musical de Alan Rudolph, e fazer par romântico com Cher em “Dead Ringer” (1982), batizado com o título de seu segundo álbum em parceria com Jim Steinman, mas a maioria de seus trabalhos no cinema foi como coadjuvante. A lista inclui alguns filmes cultuados, como “Quanto Mais Idiota Melhor” (1992), o improvável “O Mundo das Spice Girls” (1997), “Clube da Luta” (1999) e “Tenacious D – Uma Dupla Infernal” (2006). Nos anos 1990, ele voltou a liderar as paradas de sucesso com o hit “I’d Do Anything for Love (But I Won’t Do That)”, que ganhou um clipe dirigido por Michael Bay (“Transformers”). A música integrou o segundo volume da trilogia, “Bat Out of Hell II: Back Into Hell”, lançado em 1993. O capítulo final, por sua vez, só saiu em 2006. Depois disso, foi preciso mais um década para “Bat Out of Hell” completar seu círculo e ser finalmente transformado num musical de teatro, lançado no West End londrino em 2017. O cantor também vinha aparecendo como convidado de diversas séries nos últimos anos, incluindo “Glee”, “House” e “Elementary”, mas só foi ter um papel fixo numa atração televisiva em 2017, no terror “Ghost Wars”, que foi seu último trabalho nas telas. Sua postura conservadora e favorável ao Partido Republicano o afastou, pouco a pouco, de Hollywood. Ao se tornar um dos poucos roqueiros apoiadores de Donald Trump, praticamente caiu no ostracismo. Para complicar, passou por alguns problemas de saúde, principalmente nas cordas vocais. Ele sofreu vários desmaios durante apresentações nos últimos anos.

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  • Série

    Corbin Bleu fará participação na série “High School Musical”

    18 de janeiro de 2022 /

    “High School Musical: A Série: O Musical” vai receber mais um veterano da franquia dos filmes original em sua 3ª temporada, Corbin Bleu, o Chad da trilogia “High School Musical”, vai interpretar a si mesmo nos novos episódios, repetindo o que aconteceu com Lucas Grabeel na 1ª temporada. Além dele, a produção da plataforma Disney+ ainda contará com participações de Meg Donnelly (“Z-O-M-B-I-E-S”) como a coreógrafa Val e Jason Earles (o Jackson de “Hannah Montana”) como Dewey, o diretor do acampamento de verão onda os protagonistas passarão a temporada. Também foram reveladas algumas novidades sobre o repertório dos novos episódios, que contarão com canções de “Frozen”, “Camp Rock” e, claro, dos filmes de “High School Musical”. A 3ª temporada ainda continuará contando com Olivia Rodrigo em seu elenco, mas deve preparar a despedida da atriz, que no ano passado estourou como cantora solo. Ainda não há previsão de estreia dos novos episódios.

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  • Filme,  Música

    Vídeos de “Sing 2” destacam vozes de Vanessa Camargo, Fiuk, Sandy, Lexa e Paulo Ricardo

    3 de janeiro de 2022 /

    A Universal divulgou sete vídeos para destacar os dubladores brasileiros de “Sing 2”, sequência da animação musical de 2016. A lista é formada por cantores muito conhecidos. Três já tinham participado do primeiro filme, Sandy, Wanessa Camargo e Fiuk. As novidades incluem Fábio Jr, dublando o pai de Fiuk na trama, além de Lexa, Any Gabrielly e Paulo Ricardo, que dão vozes a novos personagens. Nos EUA, os dubladores originais incluem Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, que cantaram no primeiro filme. Já a maior novidade internacional de “Sing 2” é ninguém menos que Bono Vox, do U2, como um roqueiro icônico. O papel coube a Paulo Ricardo no Brasil. Na sequência, os integrantes do concurso de calouros do primeiro filme preparam um grande espetáculo e, para tirar o projeto do papel, convencem o patrocinador que um cantor lendário será a atração principal. Só que o tal ídolo do rock se encontra recluso desde a morte da esposa. Diretor e roteirista do primeiro longa, Garth Jennings volta a comandar a sequência para a Illumination, mesma produtora das animações de “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A estreia vai acontecer na quinta-feira (6/1) no Brasil, duas semanas depois dos EUA.

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    Sally Ann Howes (1930–2021)

    22 de dezembro de 2021 /

    A atriz e cantora britânica Sally Ann Howes, que estrelou o musical “O Calhambeque Mágico” (1968), morreu no domingo passado (19/12) aos 91 anos, “pacificamente enquanto dormia”, segundo informou seu sobrinho no Twitter. Howes nasceu em Londres numa família de atores, e começou sua carreira aos 13 anos com o papel principal no filme “Thursday’s Child” (1943). Sua juventude foi repleta de sucessos do cinema britânico, mas não se prendeu às comédias infantis. Com 15 anos encarou o terror da célebre antologia “Na Solidão da Noite” (1945). Ela também integrou o elenco da versão de “Anna Karenina” estrelada por Vivan Leigh em 1948, antes de viver a Cinderella de um telefilme de 1950. Após se consagrar no cinema, Howes virou estrela do West End e da Broadway, chegando a concorrer ao prêmio Tony de Melhor Atriz em Musical pela montagem de “Brigadoon”, em 1963. Três anos depois, ela estrelou a versão televisiva da peça. O melhor da experiência com música e dança, porém, foi o convite para estrelar seu filme mais conhecido, “O Calhambeque Mágico”, contracenando com Dick Van Dyke. Algumas músicas daquele filme são lembradas até hoje. O sucesso de “O Calhambeque Mágico”, entretanto, não foi explorado em novos filmes. Ela só fez mais um longa na carreira: o terror “O Navio Assassino” em 1980. E abandonou as telas de vez em 1992 com a minissérie “Segredos”. Sempre convidada a participar de programas televisivas e até a se apresentar em eventos oficiais da Casa Branca, Howes passou a se dedicar cada vez mais aos musicais de teatro, excursionando com montagens de “O Rei e Eu” e “A Noviça Rebelde”, antes de lançar seu primeiro show solo, “From This Moment On”, em 1990. Longe das telas, ela continuou excursionando com montagens teatrais até recentemente. Relembre abaixo uma cena de “O Calhambeque Mágico” com uma das canções mais famosas de sua trilha sonora.

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  • Filme,  Música

    Lulu Santos e Iza vão estrelar romance musical da Amazon

    17 de dezembro de 2021 /

    A Amazon Prime Video anunciou que os cantores Lulu Santos e Iza farão parte do elenco do romance musical “Um Ano Inesquecível – Outono”. Com a cidade de São Paulo como pano de fundo, “Um Ano Inesquecível – Outono” conta a história de um casal improvável vivido por Gabz (“Me Sinto Bem Com Você”) e Lucas Leto (“Bom Sucesso”). Enquanto ela odeia música e se foca em arranjar trabalho para ajudar em casa, ele é um jovem músico de rua que sonha em viver da sua arte. Mesmo assim, a paixão entre os dois acontece, e em um dos lugares mais simbólicos de São Paulo: a Avenida Paulista. “Um Ano Inesquecível – Outono” marca o primeiro trabalho de direção de Lázaro Ramos para a Amazon, após assinar contrato para desenvolver projetos na plataforma em setembro. O roteiro de Keka Reis (“BugiGangue no Espaço”), em colaboração de Caroline Fioratti e Thamyra Thâmara, adapta um conto de Babi Dewet, que integra uma antologia temática sobre as quatro estações do ano, com histórias assinadas também por Thalita Rebouças, Paula Pimenta e Bruna Vieira. Além dos artistas citados, o elenco conta ainda com Bukassa Kabengele, Bibba Chuqui, Maria Calu, Rael, Mharessa, Nicolas Lee, Leo Israel e Cláudia Okuno. Além de “Um Ano Inesquecível – Outono”, a Amazon pretende adaptar os outros contos da antologia, lançando em seguida “Um Ano Inesquecível – Inverno”, depois “Um Ano Inesquecível – Primavera” e terminando com “Um Ano Inesquecível – Verão”.

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  • Filme

    Bilheterias nacionais desabam com “Encanto” na liderança pela terceira semana

    13 de dezembro de 2021 /

    Os cinemas brasileiros tiveram o pior fim de semana dos últimos dois meses. Segundo dados da consultoria Comscore, foram vendidos 557 mil ingressos entre a quinta (9/12) e o domingo (12/12) passados, que renderam uma bilheteria de R$ 10,8 milhões. Desde o dia 7 de outubro, os cinemas brasileiros vinham registrando público de mais de 700 mil pessoas aos fins de semana, com o número de espectadores superando por quatro vezes o total de 1 milhão de espectadores durante esse período. O filme mais visto foi “Encanto”, da Disney, que manteve sua liderança pela terceira semana consecutivo. A animação levou 161 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,8 milhões. O detalhe é que o segundo filme mais assistido foi um relançamento, que também pode ser visto tranquilamente em casa, sem máscara de proteção ou receio de ômicron. “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, de volta aos cinemas em homenagem aos 20 anos de sua estreia original, juntou 89,2 mil espectadores e rendeu R$ 1,8 milhão. Dos filmes lançados na quinta passada, apenas um se qualificou entre os 10 mais vistos do fim de semana: “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, e somente em 9º lugar. A produção musical liderou as bilheterias dos EUA no mesmo período. E, nesta segunda (13/12), tornou-se o filme com mais indicações ao Critics Choice Awards – empatado com “Belfast”, inédito no Brasil. Veja abaixo o Top 10 nacional, segundo a empresa Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 9-12/12:1. Encanto2. Harry Potter e a Pedra Filosofal: 20 anos de Magia3. Eternos4. Casa Gucci5. Resident Evil6. Missão Resgate7. Clifford: O Gigante Cão Vermelho8. Ghostbusters9. Amor Sublime Amor10. King Richard: Criando Campeãs — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) December 13, 2021

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  • Série

    Disney+ renova série de Miguel Falabella antes da estreia

    12 de dezembro de 2021 /

    A primeira série live-action de Miguel Falabella (“Sai de Baixo”) na Disney+ já foi renovada para a 2ª temporada. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, Falabella já deu início aos trabalhos do segundo ano de produção, que contará com oito episódios. A 1ª temporada, que começou a ser produzida na virada de agosto para setembro, teve suas gravações concluídas na semana passada, mas a série ainda não tem previsão de estreia. Espécie de “Smash” brasileira, a atração gira em torno de um grupo de jovens que tenta conquistar seu espaço no teatro musical. Além de escrever e produzir, Falabella também estrela a trama, no papel do produtor do projeto da ficção. Enquanto os primeiros capítulos giram em torno dos testes de elenco, a 2ª temporada mostrará os ensaios do musical, que vai estrear no último capítulo. O elenco é encabeçado por Gabriella Di Grecco, protagonista da série argentina “Bia”, do Disney Channel, além de Daniel Rangel (“Três Verões”), Lilian Valeska (“Malhação”), Guilherme Magon (“Assédio”), Karin Hills (“Pé na Cova”), Jandir Ferrari (“A Vida Secreta dos Casais”), a novata Sara Sarres, Rhener Freittas e a argentina Micaela Diaz (os dois últimos também vem da série “Bia”), entre outros. A série tem direção de Cininha de Paula (“De Perto Ela Não é Normal”) e conta com Rosana Hermann (criadora de “Vai que Cola”) na equipe de roteiristas. O segundo ano ainda será reforçado pelo roteirista Emilio Boechat (da novela “Os Dez Mandamentos” e da série “Sessão de Terapia”).

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  • Filme

    “Amor, Sublime Amor” lidera bilheterias sem lotar cinemas nos EUA

    12 de dezembro de 2021 /

    O musical “Amor, Sublime Amor”, de Steven Spielberg, estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA. Mas seu desempenho deixou claro para Hollywood que o gênero não tem mais o mesmo apelo da sua era de ouro. Inspirados pela boa repercussão de “La La Land” há cinco anos, os estúdios lançaram diversos musicais em 2021. Nenhum teve grande retorno comercial. O filme de Spielberg abriu com US$ 10,5 milhões em 2,8 mil cinemas, enquanto os estúdios 20th Century e Disney estimavam vender pelo menos US$ 15 milhões de ingressos nos EUA e Canadá. No exterior, a recepção do público foi ainda pior, com US$ 4,4 milhões em um punhado de grandes mercados, totalizando um início global de US$ 14,9 milhões, bem atrás dos US$ 25 milhões que a Disney previa. A baixa adesão não se deu por falta de incentivo da crítica. “Amor, Sublime Amor” atingiu 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com elogios rasgados e afirmações exageradas de que se trata de um filme melhor que a adaptação original do musical da Broadway, vencedora de nada menos que 10 Oscars em 1962. O problema foi simplesmente se tratar de um musical. A análise etária das bilheterias norte-americanas indicou que mais de um terço do público tinha acima de 55 anos, demonstrando de uma vez por todas que musicais não atraem os jovens que geram blockbusters. Em comparação com outros musicais deste ano, “Amor, Sublime Amor” estreou acima de “Querido Evan Hansen” (US$ 7,4 milhões), mas atrás de “Em um Bairro de Nova York” (US$ 11,5 milhões). E saiu-se bem melhor que o desastre de “Cats” (US$ 6,6 milhões) no ano passado. Com um orçamento estimado em US$ 100 milhões, o filme de Spielberg tende a dar grande prejuízo, somando-se a outros fiascos financeiros que fazem a Disney lamentar a aquisição da antiga 20th Century Fox. Mas ainda há esperanças de que a temporada de premiações dê sobrevida ao longa, que deve ser indicado ao Oscar. A melhor notícia para a Disney é que o estúdio fez dobradinha nas bilheterias, com a animação “Encanto” em 2º lugar. O desenho, que também é um musical, fez US$ 9,4 milhões em seu terceiro fim de semana em cartaz e já soma US$ 71 milhões no mercado doméstico. Em todo o mundo, a produção chegou a US$ 151 milhões. A Disney também ocupa o 5º lugar com “Eternos”, bastante duradouro no ranking, que rendeu mais US$ 3,1 milhões. Lançado há seis semanas, o longa dirigido por Chloé Zhao já ultrapassou a arrecadação de “Viúva Negra” e está prestes a atingir US$ 400 milhões mundiais. Os demais filmes do Top 5 são “Ghostbusters: Mais Além” e “Casa Gucci”, que fizeram US$ 7,1 e 4 milhões, respectivamente, entre sexta e este domingo (12/12) nos EUA e Canadá.

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  • Filme

    Olivia Rodrigo confirma presença na 3ª temporada de “High School Musical”

    9 de dezembro de 2021 /

    O sucesso de Olivia Rodrigo no mundo pop, com o lançamento de vários hits e do álbum “Sour”, não vai impedir sua participação na 3ª temporada de “High School Musical: A Série: O Musical”. Um perfil publicado nesta quinta (9/12) pela revista Time, que a elegeu Estrela do Entretimento do ano, revelou que ela continuará interpretando Nini na série. Apesar disso, Olivia admitiu que seu foco atual é outro. “Escrever canções é o que levo mais a sério na vida”, ela explicou. As gravações dos novos episódios deverão começar em janeiro, em Los Angeles, e encontrarão a turma do East High de férias em um acampamento de verão, como já informou o criador da série, Tim Federle. Embora Rodrigo não tenha dado detalhes sobre sua participação, ela deve aparecer em menos episódios. A 3ª temporada deve estrear no final de 2022 na Disney+.

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