DMX (1970–2021)
O rapper DMX morreu nesta sexta-feira (9/4) aos 50 anos em Nova York, após passar uma semana internado numa UTI devido a uma parada cardíaca. Um dos mais bem-sucedidos e influente rappers dos EUA, DMX lutou contra o uso de abusos de drogas durante vários anos e já tinha passado por algumas internações para reabilitação. Nascido Earl Simmons, no interior de Nova York, ele virou DMX nos anos 1990, com letras sobre a violência das ruas e dois álbuns de enorme sucesso, “It’s Dark and Hell Is Hot” e “… And Then There Was X”, que chegaram ao topo da parada de sucessos. Ao todo, ele lançou sete álbuns de estúdio, além de aparecer em vários filmes, incluindo “Barra Pesada” (1998), “Romeu Tem que Morrer” (2000) e “Contra o Tempo” (2003). Nos dois últimos, foi dirigido pelo polonês Andrzej Bartkowiak e formou parceria com o astro do cinema marcial chinês Jet Li. “Romeu Tem que Morrer” (2000) acabou se tornando cultuado, por trazer também uma das últimas performances da cantora Aaliyah, que morreu num acidente de avião logo após seu lançamento. DMX ainda contracenou com o fortão Steven Seagal em “Rede de Corrupção” (2001), novamente sob direção de Bartkowiak, e no mais recente “Beyond the Law” (2019). E chegou a interpretar a si mesmo na bem-sucedida comédia “No Auge da Fama” (2014), de Chris Rock. Mas sua vida e carreira foram prejudicadas pelo abuso de drogas e problemas com a lei, que o levaram a cumprir várias penas consecutivas na prisão e encurtaram sua fase de sucesso. As prisões começaram em 2011, com 11 meses por violação de condicional. Mal saiu, ele voltou a ser detido em 2013 por posse de maconha. Em 2015, foi condenado a outros seis meses de detenção por não pagar US$ 400 mil de pensão alimentícia. E finalmente, em 2018, foi preso após ser flagrado em um exame toxicológico obrigatório, testando positivo para opiáceos, cocaína e oxicodona. Quando foi detido desta última vez, DMX estava em liberdade condicional por sonegação fiscal. Ele devia US$ 1,7 milhão em impostos. A causa da morte não foi confirmada oficialmente. Entretanto, o site TMZ afirma que o cérebro de DMX teria ficado privado de oxigênio por cerca de 30 minutos durante uma overdose. Lembre abaixo cinco sucessos do rapper.
Ator de “Grey’s Anatomy” vira astronauta em clipe de Doja Cat
O ator Alex Landi, conhecido como o médico Nico Kim de “Grey’s Anatomy”, é um astronauta perdido, que vai parar no planeta cor-de-rosa habitado por Doja Cat e SZA, no clipe de “Kiss Me More”. O vídeo da canção de Doja Cat tem direção de Warren Fu, responsável por “Levitation”, de Dua Lipa, e especialista em efeitos visuais, que antes de virar diretor de clipes trabalhou na trilogia de “Star Wars” dos anos 2000 e no reboot de “Star Trek” de 2009. O final não deixa de ser surpreendente, ao rever a premissa inicial, apresentando a história como um game jogado pelas cantoras. “Kiss Me More”, que chega a evocar musicalmente o saudoso girl group TLC, fará parte do álbum “Planet Her”, de Doja Cat, ainda sem previsão de lançamento.
Demi Lovato revela bastidores do clipe de “Dancing with the Devil”
A cantora Demi Lovato divulgou um vídeo de bastidores das gravações do clipe de “Dancing with the Devil“, música que dá título à recente série documental em que ela aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. O vídeo de bastidores revela como foram gravados os takes que recriam as cenas tensas e a internação hospitalar. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, recém-finalizada na terça-feira passada (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado em 1 de abril com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher. Veja abaixo o vídeo de bastidores e o clipe integral, quem foi visto mais de 12 milhões de vezes em sua primeira semana no YouTube.
Netflix teria pago US$ 30 milhões por série documental de Kanye West
A Netflix comprou os direitos de uma série documental sobre o rapper Kanye West. Segundo a revista Billboard, a empresa teria pago cerca de US$ 30 milhões para poder exibir a produção com exclusividade. A série incluirá mais de duas décadas de imagens nunca antes vistas do rapper, cobrindo a carreira de Kanye desde que ele surgiu na cena hip-hop de Chicago nos anos 1990 até sua candidatura presidencial fracassada em 2020, passando pela morte de sua mãe e seu casamento com Kim Kardashian. A direção está a cargo da dupla Clarence “Coodie” Simmons e Chike Ozah, mais conhecida como Coodie & Chike, que dirigiu e produziu vários clipes de Kanye, como “Jesus Walks (Version 3)” e “Through the Wire”. A dupla também produziu e dirigiu os documentários “Benji” (2012) e “A Kid From Coney Island” (2019) sobre antigos astros de basquete, além de clipes para Lupe Fiasco, Erykah Badu e outros. No entanto, o controle criativo continuará nas mãos de West, famoso por centralizar todas as decisões de sua carreira. Atualmente, Kanye passa por uma crise pessoal, após o pedido de divórcio de Kim Kardashian. A socialite e empresária, que entrou nesta semana na lista de bilionárias da “Forbes” pela primeira vez, resolveu pedir a separação depois que o rapper acusou a ela e sua mãe, Kris Jenner, de serem “supremacistas brancas” em postagens no Twitter, porque acreditava que elas queriam interná-lo numa clínica à força. Kanye sofre surtos, causados por transtorno bipolar, que o tornam uma pessoa difícil de lidar. A Netflix não quis comentar a produção, que foi confirmada pela Variety após a Billboard publicar a notícia.
Girls5eva: Comédia musical com Sara Bareilles ganha trailer
A plataforma americana Peacock, do conglomerado NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer de “Girls5eva”, série de comédia musical sobre o reencontro de um grupo pop feminino que fez sucesso nos anos 1990. Desenvolvida por Tina Fey e Meredith Scardino, respectivamente criadora e roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, a atração se passa 20 anos após a separação do grupo feminino Girls5eva – uma criação inspirada em artistas como Spice Girls, Pussycat Dolls e S Club 7. Quando um antigo hit da banda é sampleado por um jovem rapper, elas se veem subitamente de volta à moda e decidem dar mais uma chance ao sonho do estrelato pop. Só que não são mais adolescentes e sim mulheres adultas casadas, com filhos, empregos, dívidas e algumas nem mesmo se parecem mais fisicamente com suas versões jovens. O elenco é encabeçado pela cantora Sara Bareilles (“Little Voice”), Renée Elise Goldsberry (“Altered Carbon”), Paula Pell (“A.P. Bio”) e Busy Philipps (“Cougar Town”). A estreia está marcada para 6 de maio nos EUA.
Computador cria “música de Kurt Cobain” no aniversário da morte do líder do Nirvana
Os 27 anos da morte de Kurt Cobain foram lembrados nesta segunda-feira (5/4) com o lançamento de uma música inédita. A faixa, intitulada “Drowned in the Sun”, foi criada por computador, utilizando inteligência artificial para imitar o tipo de composição que a banda Nirvana produziria se Cobain ainda estivesse vivo. A nova música é parte do projeto “As Fitas do Clube dos 27”, da organização canadense Over the Bridge, que surgiu em 2017 e promove ações musicais de incentivo à boa saúde mental. A iniciativa celebra músicos que morreram aos 27 anos em meio a crises de saúde mental, como Cobain, que se matou em 1994. Chamada de “Drowned in the Sun”, a música foi materializada por meio de programas digitais, como o Google Magenta, e com auxílio da voz do músico Eric Hogan, cover de Cobain na banda Nevermind: The Ultimate Tribute to Nirvana. “As Fitas do Clube dos 27” ainda incluem gravações de computador inspiradas em Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin, artistas que também morreram aos 27 anos de idade.
Judas e o Messias Negro: Warner lança clipe de música indicada ao Oscar 2021
O estúdio Warner Bros. divulgou em seu canal no YouTube um clipe da música “Fight For You”, gravada pela cantora H.E.R. (Gabriella Wilson) para a trilha de “Judas e o Messias Negro”. A faixa disputa o Oscar 2021 de Melhor Canção Original. O clipe é uma montagem de cenas do filme e imagens dos personagens reais, pontuadas por um texto informativo sobre os Panteras Negras, sua luta por igualdade racial e a reação violenta da polícia e do FBI, que prendeu e matou diversos líderes do grupo. A narrativa termina referenciando os dias atuais, num paralelo com os protestos do movimento Vidas Negras Importam. “Judas e o Messias Negro” tem roteiro e direção de Shaka King (“Newlyweeds”), e volta a juntar Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield após o sucesso de “Corra!” (2017). Kaluuya vive o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que é traído por William O’Neal, o Judas vivido por Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Hampton foi o mentor da Coalizão Arco-Íris: uma união de forças dos segmentos oprimidos da cidade de Chicago, juntando negros, latinos e brancos pobres para lutar por seus direitos em 1968. Esta iniciativa assustou o conservadorismo americano, acirrando a repressão, a violência e os assassinatos (“autos de resistência”) dos líderes do movimento. A música de H.E.R. toca durante os créditos do filme. Ela criou a composição com D’Mile e Tiara Thomas, e sob influência de Marvin Gaye e Sly and the Family Stone, para evocar o soul revolucionário do final dos anos 1960. H.E.R. já venceu um prêmio importante da indústria do entretenimento neste ano. Ela conquistou o Grammy 2021 por “I Can’t Breathe”, inspirada nas palavras finais de George Floyd, cujo assassinato pela polícia de Minneapolis no ano passado virou símbolo do movimento Vidas Negras Importam e disparou protestos raciais em todo o mundo.
Rosé lança primeiro clipe solo do Blackpink
A nova música solo de Rosé, integrante do grupo feminino de K-Pop Blackpink, ganhou um clipe, que dá vontade de torcer para que a banda nunca se separe. Lutando o tempo inteiro contra a afinação, a faixa é um exemplo de como o auto-tune permitiria até os farsantes do Milli Vanilli cantarem de verdade. Quando a MTV surgiu nos anos 1980, a crítica questionava se a era dos videoclipes significava que o visual superaria o talento. Muitos torceram o nariz equivocadamente para Duran Duran, mas décadas depois aclamaram Beyoncé por demonstrar que as duas coisas não eram necessariamente excludentes. A moral dessa história é que artistas de verdade somam virtudes. Já farsas musicais não se sustentam sem som, como demonstraram os Milli Vanilli. Com som ou sem som, tudo o que o clipe de “Gone” tem para mostrar é a beleza da artista, seus penteados e seu desejável figurino moderno. Em outras palavras, “Gone” mostra que, como cantora, Rosé é uma ótima modelo.
Dove Cameron retoma carreira musical com clipe solo
A menina superpoderosa Dove Cameron retomou a carreira musical com o lançamento do clipe de “LazyBaby”, uma faixa dançante de “nu disco” ao estilo de Dua Lipa. O vídeo dirigido por Jasper Soloff é uma coleção de closes e poses em figurino brilhante, com tiaras, adornos prateados e visual glam. Embora o lado musical da atriz seja mais conhecido por projetos do Disney Channel, como a franquia “Descendentes”, “LazyBaby” aponta um futuro álbum solo. Dove Cameron será vista a seguir na série live-action das “Meninas Superpoderosas”, atualmente em desenvolvimento na rede The CW.
Demi Lovato recria overdose no clipe de “Dancing with the Devil”
A cantora Demi Lovato lançou o clipe de “Dancing with the Devil”, música que dá título à recente série documental em que aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. Ela aparece quase sempre deitada, na cama em que foi encontrada desmaiada, na maca que a levou à ambulância e no leito hospitalar. Ela também faz força para se erguer, enquanto toma banho de esponja na clínica, revelando, ao final, uma tatuagem com a palavra “Survivor” (sobrevivente). Entre as muitas cenas, Lovato pode ser vista festejando e bebendo em um bar – como fazia naquela noite de 2018 – e então entrando em contato com seu traficante. O clipe também mostra Lovato sendo deixada sozinha por seu traficante na cama – a cantora revelou que foi abusada sexualmente, deixada para morrer e encontrada nua e azul por seu ex-assistente. Esse momento também é reencenado pela produção, antes de mostrar sua família chorando ao lado de sua cama no hospital. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, que exibe sua última parte na próxima terça (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado na quinta-feira (1/4) com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher.
Olivia Rodrigo lança clipe com atriz de “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”
Olivia Rodrigo, estrela de “High School Musical: A Série: O Musical”, lançou um novo clipe depois do sucesso avassalador de “Drivers License”. A música “Déjà Vu”, que fará parte do primeiro disco da artista, previsto para maio, surpreende por combinar o pop feminino épico atualmente em voga com sua antítese, a delicada suavidade indie, num arranjo que chega a lembrar The Cardigans. No vídeo dirigido por Allie Avital, que trabalhou com a artista indie eletrônica Austra, a cantora-atriz observa uma garota fazer tudo o que ela já fez antes. A imitadora é Talia Ryder, revelação do drama indie “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”, boicotado pelo Oscar 2021 por tratar de aborto de adolescentes. Falando ao site American Songwriter, Olivia explicou melhor o conceito da produção: “Eu tenho déjà vu o tempo todo. Achei que seria interessante escrever uma música, usando ‘deja vu’ sobre como, às vezes, quando alguém segue em frente em um relacionamento e eles ficam com um novo parceiro, você assiste e fica tipo, ‘meu Deus, isso foi tudo que eu fiz’. Acho que é algo universal”.
Amy Winehouse vai ganhar novo documentário nos 10 anos de sua morte
Um novo documentário sobre Amy Winehouse será lançado em julho, marcando os dez anos da morte da cantora britânica, aos 27 anos. Intitulado “Amy Winehouse: 10 Years On”, o filme é uma produção da BBC e terá a mãe da cantora como narradora. Segundo a rede pública britânica, Janis Winehouse, que tem esclerose múltipla, quer compartilhar suas lembranças sobre sua falecida filha. Em comunicado divulgado nesta quarta (31/3), a BBC descreve Janis como “uma figura próxima de Amy de quem ainda temos muito a ouvir e cuja versão dos acontecimentos muitas vezes diverge da narrativa que nos foi contada antes”. “Não sinto que o mundo conheceu a verdadeira Amy, aquela que eu criei, e anseio pela oportunidade de oferecer uma compreensão de suas raízes e um vislumbre mais profundo da verdadeira Amy”, disse a mãe da cantora no mesmo comunicado. O documentário apresentará material de arquivo nunca visto, acrescentou a BBC. “Janis será auxiliada por familiares, amigos e aqueles que conheceram Amy melhor para compor um lado de Amy raramente visto”. “O filme será um relato poderoso e sensível de um dos talentos musicais mais amados e que mais deixaram saudade no Reino Unido, oferecendo uma nova interpretação de viés feminino de sua vida, seus amores e seu legado.” Vencedora do Grammy, Amy Winehouse morreu de intoxicação alcoólica em sua casa de Londres em julho de 2011. Ela teve problemas com bebida e drogas durante a maior parte da carreira, e já teve sua trajetória abordada num documentário premiado, “Amy”, de Asif Kapadia, que venceu o Oscar da categoria em 2016.
Lil Nas X sai do armário e vai parar no inferno em clipe radicalmente gay
Lil Nas X vai do paraíso ao inferno no clipe radicalmente gay de “Montero (Call Me By Your Name)”. Com um título que referencia o romance homossexual retratado no filme “Me Chame pelo Seu Nome”, o vídeo é repleto de cenas LGBTQIA+. Algumas são capazes de causar fortes emoções (em mais de um sentido), como a lap dance hardcore feita por Lil Nas X no diabo. As cenas incluem muitos efeitos visuais, em que o rapper se faz de vítima e algoz, aparecendo em dose dupla com a ajuda da computação gráfica, que o multiplica na tela. E, ao final, ele se mostra tão “levado” que até assume o trono do inferno. A historinha não deixa de refletir uma “culpa cristã” por o rapper se assumir gay. É a primeira vez que Lil Nas X “se chama pelo seu nome” e demonstra sua sexualidade de forma explícita. E como resultado da ousadia… vai parar no inferno. Montero é o nome de batismo do autor do hit “Old Town Road”, que lançou a nova canção para se dirigir a ele mesmo quanto tinha 14 anos. “Caro Montero de 14 anos, escrevi uma música com o seu nome”, explicou no Twitter. “Eu sei que nós prometemos a nós mesmos nunca sair do armário, nunca ser ‘aquele tipo’ de pessoa gay. Eu sei que nós prometemos morrer com esse segredo, mas esse clipe vai abrir as portas para tantas pessoas queer simplesmente existirem”, acrescentou. O rapper ainda assumiu que estava “muito assustado” com a possível repercussão do clipe, temendo acusações de que ele estava “promovendo a agenda gay”. “Mas a verdade é que eu estou, mesmo. A minha agenda é fazer as pessoas entenderem que não devem se meter na vida das outras pessoas, ditando quem elas deveriam ser”, completou. O próprio Montero/Lil Nas X é creditado como diretor do clipe, em parceria com a ucraniana Tanu Muino (que fez “Up”, de Cardi B).












