PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Elenco de Josie e as Gatinhas comemora 20 anos do filme

    11 de abril de 2021 /

    Primeira adaptação live-action dos quadrinhos da Archie Comics, “Josie e as Gatinhas” foi lançado nos cinemas em 2001, quando o mundo ainda não estava pronto para ver uma versão sexy, empoderada e punk pop dos personagens da fictícia cidade de Riverdale. O tempo fez toda a diferença e o que o filme antecipou há 20 anos agora faz parte da programação habitual da televisão. Pouco apreciada em sua época, a sátira da indústria pop acabou virando cult e neste domingo (11/4) completou 20 anos, com direito a comemoração da Universal Pictures, que promoveu a reunião das três atrizes principais para falar da produção. Rachael Leigh Cook (Josie), Rosario Dawson (Valerie) e Tara Reid (Melody) se juntaram por Zoom para relembrar o quanto se divertiram no set e, principalmente, como o filme envelheceu bem. De fato, com a mudança de perspectiva do público e da crítica, “Josie e as Gatinhas” é o tipo de produção que faz mais sentido em 2021 que em sua época original. “Fico emocionada em ver que as pessoas continuam a assistir nosso filme e que ele só ganhou força com o passar dos anos”, disse Cook sobre o filme. “Isso é incrivelmente legal.” No bate-papo, Dawson concordou que o filme estava “à frente de seu tempo”, acrescentando: “Você assiste agora e ele ressoa muito com o momento em que estamos, mas, na época, acho que era difícil para as pessoas apreciarem totalmente sua sátira”. Ela deu ao filme dirigido por Harry Elfont e Deborah Kaplan a leitura feminista que ele merece, observando que “cena após cena após cena, nada era sobre a importância dos homens em nossas vidas” e sim sobre “sobre nós, nossos sonhos, nossas paixões e nossos talentos. E os homens apareciam super apoiadores dessas mulheres, e querendo vê-las brilhar, crescer e se maravilhar com isso. Existem tantos níveis no filme que são realmente profundos.” Reid, por sua vez, aproveitou para lembrar que elas próprias tocaram seus instrumentos no filme, o que fez com que, durante as cenas de shows, se sentisse “uma estrela do rock”. Ao final, Cook celebrou a amizade com as duas gatinhas. “Eu sei que levamos vidas diferentes agora, mas eu tenho vocês para sempre. Vocês podem me ligar a qualquer hora… Vou tirá-las da cadeia, vou levá-las ao aeroporto…” Para quem não lembra, “Josie e as Gatinhas” também teve duas famosas séries animadas da Hanna-Barbera nos anos 1970. Veja abaixo o vídeo do reencontro das atrizes e o trailer do filme de 2001, disponível no Brasil em várias plataformas de locação digital.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Ex-BBB Lucas Penteado pode estrelar filme sobre Claudinho e Buchecha

    10 de abril de 2021 /

    A coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, informa que o ex-“BBB” Lucas Penteado está cotado para viver um dos protagonistas do filme “Nosso Sonho”, a cinebiografia de Claudinho e Buchecha. O contato do ator com a música pesa a favor dele. O longa-metragem da Urca Filmes vai mostrar a trajetória dos cantores, entremeada com histórias de superação e com hits da dupla pioneira do funk melody, gênero antigamente chamado de “charme”. Além disso, em junho e julho, o paulista rodará um filme para a Netflix no papel de um jovem da periferia. Ele também fechou um contrato de três anos como ator e apresentador na Globo, que começa a vigorar a partir de agosto.

    Leia mais
  • Música

    DMX (1970–2021)

    9 de abril de 2021 /

    O rapper DMX morreu nesta sexta-feira (9/4) aos 50 anos em Nova York, após passar uma semana internado numa UTI devido a uma parada cardíaca. Um dos mais bem-sucedidos e influente rappers dos EUA, DMX lutou contra o uso de abusos de drogas durante vários anos e já tinha passado por algumas internações para reabilitação. Nascido Earl Simmons, no interior de Nova York, ele virou DMX nos anos 1990, com letras sobre a violência das ruas e dois álbuns de enorme sucesso, “It’s Dark and Hell Is Hot” e “… And Then There Was X”, que chegaram ao topo da parada de sucessos. Ao todo, ele lançou sete álbuns de estúdio, além de aparecer em vários filmes, incluindo “Barra Pesada” (1998), “Romeu Tem que Morrer” (2000) e “Contra o Tempo” (2003). Nos dois últimos, foi dirigido pelo polonês Andrzej Bartkowiak e formou parceria com o astro do cinema marcial chinês Jet Li. “Romeu Tem que Morrer” (2000) acabou se tornando cultuado, por trazer também uma das últimas performances da cantora Aaliyah, que morreu num acidente de avião logo após seu lançamento. DMX ainda contracenou com o fortão Steven Seagal em “Rede de Corrupção” (2001), novamente sob direção de Bartkowiak, e no mais recente “Beyond the Law” (2019). E chegou a interpretar a si mesmo na bem-sucedida comédia “No Auge da Fama” (2014), de Chris Rock. Mas sua vida e carreira foram prejudicadas pelo abuso de drogas e problemas com a lei, que o levaram a cumprir várias penas consecutivas na prisão e encurtaram sua fase de sucesso. As prisões começaram em 2011, com 11 meses por violação de condicional. Mal saiu, ele voltou a ser detido em 2013 por posse de maconha. Em 2015, foi condenado a outros seis meses de detenção por não pagar US$ 400 mil de pensão alimentícia. E finalmente, em 2018, foi preso após ser flagrado em um exame toxicológico obrigatório, testando positivo para opiáceos, cocaína e oxicodona. Quando foi detido desta última vez, DMX estava em liberdade condicional por sonegação fiscal. Ele devia US$ 1,7 milhão em impostos. A causa da morte não foi confirmada oficialmente. Entretanto, o site TMZ afirma que o cérebro de DMX teria ficado privado de oxigênio por cerca de 30 minutos durante uma overdose. Lembre abaixo cinco sucessos do rapper.

    Leia mais
  • Música

    Ator de “Grey’s Anatomy” vira astronauta em clipe de Doja Cat

    9 de abril de 2021 /

    O ator Alex Landi, conhecido como o médico Nico Kim de “Grey’s Anatomy”, é um astronauta perdido, que vai parar no planeta cor-de-rosa habitado por Doja Cat e SZA, no clipe de “Kiss Me More”. O vídeo da canção de Doja Cat tem direção de Warren Fu, responsável por “Levitation”, de Dua Lipa, e especialista em efeitos visuais, que antes de virar diretor de clipes trabalhou na trilogia de “Star Wars” dos anos 2000 e no reboot de “Star Trek” de 2009. O final não deixa de ser surpreendente, ao rever a premissa inicial, apresentando a história como um game jogado pelas cantoras. “Kiss Me More”, que chega a evocar musicalmente o saudoso girl group TLC, fará parte do álbum “Planet Her”, de Doja Cat, ainda sem previsão de lançamento.

    Leia mais
  • Música

    Demi Lovato revela bastidores do clipe de “Dancing with the Devil”

    9 de abril de 2021 /

    A cantora Demi Lovato divulgou um vídeo de bastidores das gravações do clipe de “Dancing with the Devil“, música que dá título à recente série documental em que ela aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. O vídeo de bastidores revela como foram gravados os takes que recriam as cenas tensas e a internação hospitalar. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, recém-finalizada na terça-feira passada (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado em 1 de abril com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher. Veja abaixo o vídeo de bastidores e o clipe integral, quem foi visto mais de 12 milhões de vezes em sua primeira semana no YouTube.

    Leia mais
  • Música,  Série

    Netflix teria pago US$ 30 milhões por série documental de Kanye West

    7 de abril de 2021 /

    A Netflix comprou os direitos de uma série documental sobre o rapper Kanye West. Segundo a revista Billboard, a empresa teria pago cerca de US$ 30 milhões para poder exibir a produção com exclusividade. A série incluirá mais de duas décadas de imagens nunca antes vistas do rapper, cobrindo a carreira de Kanye desde que ele surgiu na cena hip-hop de Chicago nos anos 1990 até sua candidatura presidencial fracassada em 2020, passando pela morte de sua mãe e seu casamento com Kim Kardashian. A direção está a cargo da dupla Clarence “Coodie” Simmons e Chike Ozah, mais conhecida como Coodie & Chike, que dirigiu e produziu vários clipes de Kanye, como “Jesus Walks (Version 3)” e “Through the Wire”. A dupla também produziu e dirigiu os documentários “Benji” (2012) e “A Kid From Coney Island” (2019) sobre antigos astros de basquete, além de clipes para Lupe Fiasco, Erykah Badu e outros. No entanto, o controle criativo continuará nas mãos de West, famoso por centralizar todas as decisões de sua carreira. Atualmente, Kanye passa por uma crise pessoal, após o pedido de divórcio de Kim Kardashian. A socialite e empresária, que entrou nesta semana na lista de bilionárias da “Forbes” pela primeira vez, resolveu pedir a separação depois que o rapper acusou a ela e sua mãe, Kris Jenner, de serem “supremacistas brancas” em postagens no Twitter, porque acreditava que elas queriam interná-lo numa clínica à força. Kanye sofre surtos, causados por transtorno bipolar, que o tornam uma pessoa difícil de lidar. A Netflix não quis comentar a produção, que foi confirmada pela Variety após a Billboard publicar a notícia.

    Leia mais
  • Série

    Girls5eva: Comédia musical com Sara Bareilles ganha trailer

    7 de abril de 2021 /

    A plataforma americana Peacock, do conglomerado NBCUniversal, divulgou o pôster e o trailer de “Girls5eva”, série de comédia musical sobre o reencontro de um grupo pop feminino que fez sucesso nos anos 1990. Desenvolvida por Tina Fey e Meredith Scardino, respectivamente criadora e roteirista de “Unbreakable Kimmy Schmidt”, a atração se passa 20 anos após a separação do grupo feminino Girls5eva – uma criação inspirada em artistas como Spice Girls, Pussycat Dolls e S Club 7. Quando um antigo hit da banda é sampleado por um jovem rapper, elas se veem subitamente de volta à moda e decidem dar mais uma chance ao sonho do estrelato pop. Só que não são mais adolescentes e sim mulheres adultas casadas, com filhos, empregos, dívidas e algumas nem mesmo se parecem mais fisicamente com suas versões jovens. O elenco é encabeçado pela cantora Sara Bareilles (“Little Voice”), Renée Elise Goldsberry (“Altered Carbon”), Paula Pell (“A.P. Bio”) e Busy Philipps (“Cougar Town”). A estreia está marcada para 6 de maio nos EUA.

    Leia mais
  • Música

    Computador cria “música de Kurt Cobain” no aniversário da morte do líder do Nirvana

    5 de abril de 2021 /

    Os 27 anos da morte de Kurt Cobain foram lembrados nesta segunda-feira (5/4) com o lançamento de uma música inédita. A faixa, intitulada “Drowned in the Sun”, foi criada por computador, utilizando inteligência artificial para imitar o tipo de composição que a banda Nirvana produziria se Cobain ainda estivesse vivo. A nova música é parte do projeto “As Fitas do Clube dos 27”, da organização canadense Over the Bridge, que surgiu em 2017 e promove ações musicais de incentivo à boa saúde mental. A iniciativa celebra músicos que morreram aos 27 anos em meio a crises de saúde mental, como Cobain, que se matou em 1994. Chamada de “Drowned in the Sun”, a música foi materializada por meio de programas digitais, como o Google Magenta, e com auxílio da voz do músico Eric Hogan, cover de Cobain na banda Nevermind: The Ultimate Tribute to Nirvana. “As Fitas do Clube dos 27” ainda incluem gravações de computador inspiradas em Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin, artistas que também morreram aos 27 anos de idade.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Judas e o Messias Negro: Warner lança clipe de música indicada ao Oscar 2021

    5 de abril de 2021 /

    O estúdio Warner Bros. divulgou em seu canal no YouTube um clipe da música “Fight For You”, gravada pela cantora H.E.R. (Gabriella Wilson) para a trilha de “Judas e o Messias Negro”. A faixa disputa o Oscar 2021 de Melhor Canção Original. O clipe é uma montagem de cenas do filme e imagens dos personagens reais, pontuadas por um texto informativo sobre os Panteras Negras, sua luta por igualdade racial e a reação violenta da polícia e do FBI, que prendeu e matou diversos líderes do grupo. A narrativa termina referenciando os dias atuais, num paralelo com os protestos do movimento Vidas Negras Importam. “Judas e o Messias Negro” tem roteiro e direção de Shaka King (“Newlyweeds”), e volta a juntar Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield após o sucesso de “Corra!” (2017). Kaluuya vive o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que é traído por William O’Neal, o Judas vivido por Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Hampton foi o mentor da Coalizão Arco-Íris: uma união de forças dos segmentos oprimidos da cidade de Chicago, juntando negros, latinos e brancos pobres para lutar por seus direitos em 1968. Esta iniciativa assustou o conservadorismo americano, acirrando a repressão, a violência e os assassinatos (“autos de resistência”) dos líderes do movimento. A música de H.E.R. toca durante os créditos do filme. Ela criou a composição com D’Mile e Tiara Thomas, e sob influência de Marvin Gaye e Sly and the Family Stone, para evocar o soul revolucionário do final dos anos 1960. H.E.R. já venceu um prêmio importante da indústria do entretenimento neste ano. Ela conquistou o Grammy 2021 por “I Can’t Breathe”, inspirada nas palavras finais de George Floyd, cujo assassinato pela polícia de Minneapolis no ano passado virou símbolo do movimento Vidas Negras Importam e disparou protestos raciais em todo o mundo.

    Leia mais
  • Música

    Rosé lança primeiro clipe solo do Blackpink

    4 de abril de 2021 /

    A nova música solo de Rosé, integrante do grupo feminino de K-Pop Blackpink, ganhou um clipe, que dá vontade de torcer para que a banda nunca se separe. Lutando o tempo inteiro contra a afinação, a faixa é um exemplo de como o auto-tune permitiria até os farsantes do Milli Vanilli cantarem de verdade. Quando a MTV surgiu nos anos 1980, a crítica questionava se a era dos videoclipes significava que o visual superaria o talento. Muitos torceram o nariz equivocadamente para Duran Duran, mas décadas depois aclamaram Beyoncé por demonstrar que as duas coisas não eram necessariamente excludentes. A moral dessa história é que artistas de verdade somam virtudes. Já farsas musicais não se sustentam sem som, como demonstraram os Milli Vanilli. Com som ou sem som, tudo o que o clipe de “Gone” tem para mostrar é a beleza da artista, seus penteados e seu desejável figurino moderno. Em outras palavras, “Gone” mostra que, como cantora, Rosé é uma ótima modelo.

    Leia mais
  • Música

    Dove Cameron retoma carreira musical com clipe solo

    3 de abril de 2021 /

    A menina superpoderosa Dove Cameron retomou a carreira musical com o lançamento do clipe de “LazyBaby”, uma faixa dançante de “nu disco” ao estilo de Dua Lipa. O vídeo dirigido por Jasper Soloff é uma coleção de closes e poses em figurino brilhante, com tiaras, adornos prateados e visual glam. Embora o lado musical da atriz seja mais conhecido por projetos do Disney Channel, como a franquia “Descendentes”, “LazyBaby” aponta um futuro álbum solo. Dove Cameron será vista a seguir na série live-action das “Meninas Superpoderosas”, atualmente em desenvolvimento na rede The CW.

    Leia mais
  • Música

    Demi Lovato recria overdose no clipe de “Dancing with the Devil”

    2 de abril de 2021 /

    A cantora Demi Lovato lançou o clipe de “Dancing with the Devil”, música que dá título à recente série documental em que aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. Ela aparece quase sempre deitada, na cama em que foi encontrada desmaiada, na maca que a levou à ambulância e no leito hospitalar. Ela também faz força para se erguer, enquanto toma banho de esponja na clínica, revelando, ao final, uma tatuagem com a palavra “Survivor” (sobrevivente). Entre as muitas cenas, Lovato pode ser vista festejando e bebendo em um bar – como fazia naquela noite de 2018 – e então entrando em contato com seu traficante. O clipe também mostra Lovato sendo deixada sozinha por seu traficante na cama – a cantora revelou que foi abusada sexualmente, deixada para morrer e encontrada nua e azul por seu ex-assistente. Esse momento também é reencenado pela produção, antes de mostrar sua família chorando ao lado de sua cama no hospital. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, que exibe sua última parte na próxima terça (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado na quinta-feira (1/4) com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher.

    Leia mais
  • Música

    Olivia Rodrigo lança clipe com atriz de “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”

    1 de abril de 2021 /

    Olivia Rodrigo, estrela de “High School Musical: A Série: O Musical”, lançou um novo clipe depois do sucesso avassalador de “Drivers License”. A música “Déjà Vu”, que fará parte do primeiro disco da artista, previsto para maio, surpreende por combinar o pop feminino épico atualmente em voga com sua antítese, a delicada suavidade indie, num arranjo que chega a lembrar The Cardigans. No vídeo dirigido por Allie Avital, que trabalhou com a artista indie eletrônica Austra, a cantora-atriz observa uma garota fazer tudo o que ela já fez antes. A imitadora é Talia Ryder, revelação do drama indie “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”, boicotado pelo Oscar 2021 por tratar de aborto de adolescentes. Falando ao site American Songwriter, Olivia explicou melhor o conceito da produção: “Eu tenho déjà vu o tempo todo. Achei que seria interessante escrever uma música, usando ‘deja vu’ sobre como, às vezes, quando alguém segue em frente em um relacionamento e eles ficam com um novo parceiro, você assiste e fica tipo, ‘meu Deus, isso foi tudo que eu fiz’. Acho que é algo universal”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie