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  • Música

    Clipe de Cardi B e Megan Thee Stallion rende quase 50 milhões de views e polêmica

    9 de agosto de 2020 /

    A união das rappers Cardi B e Megan Thee Stallion no clipe de “WAP” está dando o que falar. O vídeo colorido, repleto de figurinos vistosos, curvas abundantes, iconografia sexual e participações especiais atingiu quase 50 milhões de visualizações em 24 horas. Dirigido por Colin Tilley (que costuma assinar os clipes de J Balvin), “WAP” traz as duas artistas numa mansão, onde também estão Kylie Jenner, Normani, Rosalía, Mulatto, Ruby Rose e outras convidadas. E foi a presença de Kylie Jenner, que surge por apenas 20 segundos vestida com estampas de leopardo, que rendeu a maioria dos comentários. Entre os elogios à colaboração das rappers, os fãs lamentaram a inclusão da famosa, que costuma ser acusada de se apropriar da cultura negra. Uma petição até já apareceu no Change.org pedindo o lançamento de uma nova versão do clipe sem Jenner. E mais de 50 mil já assinaram! Em mensagem sobre o vídeo nas redes sociais, Cardi B não comentou a polêmica, mas agradeceu a todas as convidadas. “Quero agradecer a todas as mulheres que fizeram parte do meu vídeo! O fato de vocês terem encontrado tempo nas suas agendas significa muito para mim! Foi muito importante para mim incluir mulheres diferentes, de raças diferentes e de origens diferentes, mas que são poderosas e influentes”. A música com título de gíria sexual é o primeiro single do segundo álbum de Cardi B, ainda sem detalhes revelados, mas previsto para o fim deste ano. Lançado em 2018, o primeiro disco da rapper, “Invasion of Privacy”, estreou no topo da Billboard 200 e venceu o Grammy de Melhor Álbum de Rap.

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  • Série

    Zoë Kravitz alfineta Hulu por cancelamento de High Fidelity

    8 de agosto de 2020 /

    Zoë Kravitz destilou veneno ao comentar ao cancelamento de sua série “High Fidelity” no serviço de streaming Hulu. Ela alfinetou a plataforma ao responder a um comentário da colega Tessa Thompson (“Thor: Ragnarok”), que lamentou a decisão, dizendo que sentiria falta da série. “Está tudo bem. Pelo menos a Hulu tem várias outras séries estreladas por mulheres negras que podemos assistir. Não, espere…”, ironizou Kravitz. Ou, como dizem os novinhos, jogou um shade forte. A interação aconteceu em um post no qual a atriz se despedia da equipe e elenco de “High Fidelity”. “Obrigada a todos que colocaram o seu coração nesta série, estou impressionada com todos vocês. E obrigada a todo mundo que assistiu, amou e nos apoiou”, ela escreveu. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Na série, ela vivia Rob, personagem que era homem e branco no livro de Nick Hornby, assim como no filme de Stephen Frears – ambos lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Rob é uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. Mas mesmo com várias mudanças, o que menos se podia questionar era a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! Ver essa foto no Instagram i wanna give a shout out to my #highfidelity family. thank you for all the love and heart you put into this show. i'm in awe of all of you. and thank you to everyone who watched, loved and supported us. ✌🏽 #breakupssuck Uma publicação compartilhada por Zoë Kravitz (@zoeisabellakravitz) em 5 de Ago, 2020 às 7:25 PDT

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  • Música

    Video Music Awards 2020: Premiação de clipes da MTV vai acontecer ao ar livre

    7 de agosto de 2020 /

    A MTV mudou seus planos para a cerimônia de entrega do Video Music Awards 2020. Originalmente previsto para acontecer no interior do Barclays Center em Nova York, a premiação de clipes agora será realizada ao ar livre, com uma série de performances encenadas em vários bairros de Nova York. Apesar desta mudança, a data do evento não sofreu alteração. O VMAs segue marcado para o dia 30 de agosto e com apresentação da atriz e cantora Keke Palmer. Os organizadores também anunciaram que os shows ao ar livre não causarão aglomeração, porque acontecerão diante de um público limitado ou simplesmente sem plateia nenhuma. “Em consulta contínua com as autoridades de saúde locais e estaduais, ficou claro neste momento que apresentações ao ar livre com público limitado ou sem público seriam mais viáveis ​​e mais seguras do que um evento interno”, disse a MTV em comunicado. “Os VMAs irão destacar os bairros de Nova York em um show emocionante e voltarão ao Barclays Center em 2021. A MTV continuará a trabalhar em estreita colaboração com o Departamento de Saúde, autoridades estaduais e locais, a comunidade médica e as principais partes interessadas para garantir a segurança de todos os envolvidos.” Segundo o site Page Six, do New York Post, a mudança aconteceu depois que alguns funcionários da emissora disseram que não se sentiam seguros com a realização do evento em ambiente fechado. Além da entrega de prêmios aos melhores clipes e artistas do ano, o VMAs contará com apresentações agendadas do grupo BTS e dos cantores J Balvin e Doja Cat, entre outras atrações ainda não confirmadas. Já a lista de indicados ao troféu do Astronauta de Prata destaca as cantoras Lady Gaga e Ariana Grande, que além de disputarem o prêmio com trabalhos individuais, também concorrem pela parceria em “Rain On Me”. Só este vídeo conquistou sete indicações. Billie Eilish e The Weeknd aparecem em seguida, indicados em seis categorias cada um, seguidos por Taylor Swift, com cinco nomeações, ainda pelos vídeos de seu álbum “Lover”. Por conta da pandemia, que mantém os músicos e seus fãs isolados em suas casas, o VMAs também adicionou duas categorias especiais em sua edição de 2020: Melhor Clipe “Caseiro” e Melhor Performance na Quarentena. A lista completa dos troféus e seus indicados pode ser conferida aqui.

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  • Música

    Video Music Awars 2020: Keke Palmer vai apresentar premiação da MTV

    6 de agosto de 2020 /

    A atriz e cantora Keke Palmer (“Scream Queens”) vai apresentar o Music Video Awards 2020, premiação de clipes da MTV. Ela tem ligação com o canal por ter estrelado a 3ª e última temporada da série “Scream”, inspirada na franquia de terror “Pânico”, que foi exibida na MTV americana no ano passado. Além disso, Palmer também vai participar de um revival da série que a popularizou, a produção infantil “True Jackson” (2008-2011), no canal pago Nickelodeon – que faz parte do mesmo conglomerado da MTV, a ViacomCBS. O anúncio de sua participação foi feito num vídeo em que ela contracena consigo mesmo, numa videochamada com, justamente, True Jackson. Veja abaixo. Nos últimos tempos, Keke Palmer também tem se destacado como ativista. Ela teve participação ativa nos protestos do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), o que deve se refletir na apresentação do evento. O VMAs 2020 será presencial. A premiação vai acontecer no dia 30 de agosto no Barclays Center, em Nova York, com uma plateia bastante reduzida, e sua realização pretende demonstrar “a poderosa força unificadora da música” em meio à covid-19. A lista de indicados ao troféu do Astronauta de Prata destaca as cantoras Lady Gaga e Ariana Grande, que além de aparecerem com trabalhos individuais, também concorrem pela parceria em “Rain On Me”. Só este vídeo conquistou sete indicações. Billie Eilish e The Weeknd aparecem em seguida, indicados em seis categorias cada um, seguidos por Taylor Swift, com cinco nomeações, ainda pelos vídeos de seu álbum “Lover”. Por conta da pandemia, que mantém os músicos e seus fãs isolados em suas casas, o VMAs também adicionou duas categorias especiais em sua edição de 2020: Melhor Clipe “Caseiro” e Melhor Performance na Quarentena. A lista completa dos troféus e seus indicados pode ser conferida aqui.

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  • Música

    Astro de Normal People estrela novo clipe dos Rolling Stones

    6 de agosto de 2020 /

    Os Rolling Stones divulgaram um clipe oficial para “Scarlet”, canção inédita que foi gravada em 1974 com participação de Jimmy Page, o lendário guitarrista do Led Zeppelin. O vídeo não traz nenhum dos músicos. Em vez disso, registra o ator Paul Mescal (da série “Normal People”) emocionado, tocando a gravação da música para a Scarlet do título, enquanto se movimenta – há dança em algumas cenas – por uma casa enorme e vazia, no mais completo isolamento social. A música foi resultado de uma jam, quando Jimmy Page, velho amigo da banda, apareceu para visitar os Stones na época do álbum “Goat’s Head Soup” (1973). O resultado foi gravado e Keith Richards chegou a espalhar que se tratava de uma música para um disco solo do colega. Page acabou com os boatos revelando que trabalhava no mais ambicioso disco do Led Zeppelin, o álbum duplo “Physical Graffiti” (1975). Na verdade, os planos sempre foram lançar a faixa num disco dos Stones, com Mick Jagger escrevendo uma letra e cantando sobre o material. O próprio Page acreditava que ela apareceria no lado B de algum single da banda. Mas “Scarlet” só foi veio à tona agora, em 2020. O título da faixa, por sinal, não tem nenhum fundo romântico como insinua o clipe, porque se trata de uma homenagem à filha mais velha de Page, chamada de Scarlet, que na época tinha três anos de idade. “Scarlet” será incluída como faixa extra numa nova versão estendida do álbum “Goat’s Head Soup”, que tem lançamento previsto para o dia 4 de setembro. Além desta música, o lançamento contará com mais duas gravações inéditas, também realizadas naquele período: “All the Rage” e “Criss Cross”.

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  • Série

    High Fidelity: Série com Zoë Kravitz é cancelada na 1ª temporada

    6 de agosto de 2020 /

    A plataforma Hulu cancelou “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. A plataforma não divulga audiência, mas a 1ª temporada rendeu muitas críticas positivas, atingindo 86% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Segundo o site Deadline, a decisão não foi fácil e veio após longas deliberações. Além de ter sido bem recebida pelos críticos, a série era encabeçada por uma grande estrela com muitos seguidores e contava com apoio interno na Hulu, mas isso acabou não sendo suficiente para a renovação. “High Fidelity” foi uma das duas séries baseadas em filmes lançados na Hulu neste ano, depois de terem sido originalmente desenvolvidas para a Disney+ (Disney Plus). A outra é “Love, Victor”. No caso de “High Fidelity”, a produção mudou de plataforma devido ao contexto adulto, com diversas situações sexuais e uma protagonista que se revela bissexual. Estrelada por Zoë Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a versão da série para a trama de “Alta Fidelidade” trocava não só sexo, mas a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantinha a premissa. Na trama, a atriz vivia uma fã geek de música, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. Esse artifício foi preservado na série. Mesmo com várias mudanças, o que menos se pode questionar é a escalação de Zoë Kravitz, perfeita no papel de enciclopédia ambulante do rock. Não bastasse ela ter uma banda (LolaWolf) na vida real, também é filha do músico Lenny Kravitz. Além disso, sua mãe, a atriz Lisa Bonnet, viveu uma ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, e encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” foi a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também incluiu David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”).

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  • Filme

    Phineas e Ferb: Candace contra o Universo ganha primeiro trailer

    5 de agosto de 2020 /

    A Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo”, que será centrado na irmã mais velha dos protagonistas. Sentindo-se ignorada pela mãe e deixada de lado pelos irmãos, Candace acaba abduzida por alienígenas, fazendo Phineas e Ferb embarcarem numa missão de salvamento intergaláctico. “Phineas e Ferb: Candace contra o Universo” é o segundo longa animado derivado da série “Phineas e Ferb”, sucesso do Disney Channel, mas será o primeiro a estrear em streaming, na plataforma Disney+ (Disney Plus). A estreia está marcada para o dia 28 de agosto nos EUA. Já a plataforma Disney+ (Disney Plus) só deve ser lançada em novembro no Brasil.

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  • Filme,  Música

    Zoë Saldaña se diz arrependida por ter vivido Nina Simone no cinema

    5 de agosto de 2020 /

    A atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) se disse arrependida por interpretar Nina Simone na cinebiografia “Nina”, lançada em 2016. Na época da produção, a escalação de Saldaña rendeu polêmica entre ativistas negros, porque a atriz tem pele mais clara e traços latinos, que não condiziam com a negritude da cantora. “Eu nunca deveria ter interpretado Nina. Eu deveria ter feito tudo que podia, na época – porque eu tenho um tipo de poder, embora não seja o mesmo [das pessoas brancas] – para pressionar pela escalação de uma mulher negra para interpretar Nina, que era uma mulher negra excepcionalmente perfeita”, disse a atriz numa live no Instagram, durante conversa com Steven Canals, criador da série “Pose”, cujo tema era justamente afro-latinidade e “colorismo” (discriminação baseada em tons de pele negra). Filha de pai dominicano com raízes haitianas e de mãe porto-riquenha, Saldaña precisou usar maquiagem para escurecer sua pele, além de usar próteses dentárias e próteses para alargar o nariz, de modo a assumir feições afro-americanas. Ela foi bastante criticada por essa “black face”, mesmo sendo negra. Os herdeiros da cantora reforçaram que Zoë “não era negra o suficiente” para o papel e India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams” (em 2003) defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone, não apenas por sua participação destacada nos movimentos civis. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra famosa em todo o mundo”, disse. No auge da polêmica, Lisa Simone Kelly, a filha de Nina Simone, veio a público defender Zoë Saldaña, declarando que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “Ela [Zoë] claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também foi acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chegou a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. Hoje, Zoë Saldaña concorda com todas as críticas. “Na época, eu achei que tinha permissão para interpretá-la, porque sou uma mulher negra. E sou mesmo. Mas estamos falando de Nina, e ela teve uma jornada que deveria ser honrada de forma específica… ela merecia melhor, e eu sinto muito, porque amo a música dela”, acrescentou a atriz. Ela finalizou o assunto fazendo um apelo para Hollywood contar novamente a história da cantora, desta vez com uma atriz afro-americana e apresentando sua importância de forma correta. Ver essa foto no Instagram Zoe Saldana (@zoesaldana) sits down with "Pose" (@poseonfx) creator and executive producer Steven Canals (@stevencanals) to chat about Afro-Latinidad, colorism in the Latinx community, Nina Simone, and more. #AfroLatinx #AfroLatinidad #BESE #ZoeSaldana #StevenCanals #Pose #PoseFX #AfroLatinos #Dominican #PuertoRican Uma publicação compartilhada por BESE (@bese) em 3 de Ago, 2020 às 6:54 PDT

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  • Filme,  Música

    Inédito no Brasil, filme de Beyoncé inspira arte e até polêmica no país

    3 de agosto de 2020 /

    O novo “álbum visual” de Beyoncé é um fenômeno paradoxal no Brasil. Filme mais falado por brasileiros no último fim de semana, “Black Is King” não foi lançado oficialmente no país. Mesmo assim, a produção inspirou muitos brasileiros. O artista Atila Britto, por exemplo, criou uma “versão nacional” da obra, numa ilustração (acima) em que Beyoncé aparece cercada por artistas como IZA, Preta Gil, Camila Pitanga, Taís Araujo, Cris Vianna, Aline Dias e até a vencedora do BBB Thelma Assis, entre outras. A maioria dos fãs de Beyoncé, porém, apenas compartilhou sua “opinião” sobre o trabalho inovador da cantora, disponibilizado na plataforma americana Disney+ (Disney Plus). Mas nem todas as vozes tiveram tom de exaltação. A exceção, escrita pela antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz, foi publicada no jornal Folha de S. Paulo e chegou a gerar grande repercussão, rendendo seus próprios comentários nas redes sociais. A ira se deve principalmente à edição do texto, que contou com título e subtítulo infelizes, buscando fomentar polêmica sobre uma suposta alienação da cantora. De cara, o título afirma que “Beyoncé erra ao glamorizar negritude com estampa de oncinha” e o subtítulo emenda: “Diva pop precisa entender que a luta antirracista não se faz só com pompa, artifício hollywoodiano, brilho e cristal”. Não é difícil entender porque este texto causou revolta. Schwarcz é uma mulher branca, que parece querer ensinar como se faz “a luta antirracista”, reclama das “imagens estereotipadas” e conclui que Beyoncé deve “sair um pouco da sua sala de jantar” para falar sobre História. A cantora IZA não conseguiu se conter e escreveu nas redes sociais. “Lilia Schwarcz, meu anjo, quem precisa entender SOU EU. Eu preciso entender que privilégio é esse que te faz pensar que você tem uma autoridade para ensinar uma mulher negra como ela deve, ou não, falar sobre seu povo. Se eu fosse você (valeu Deus) estaria com vergonha agora. MELHORE!”, publicou, revoltada. A jornalista e humorista Maíra Azevedo, também conhecida como Tia Ma, também não deixou o artigo passar batido. “O erro é uma mulher branca acreditar que pode dizer a uma mulher preta como ela pode contar a história e narrar a sua ancestralidade. A branquitude acostumou a ter a negritude como objeto de estudo e segue crendo que pode nos dizer o que falar sobre nossas narrativas e trajetórias”, reclamou em seu Instagram. Ela segue: “Lilia é uma historiadora, pesquisa sobre escravidão, mas está longe de sentir na pele o que é ser uma mulher preta. Beyoncé, do alto da sua realeza no mundo pop, nunca deixar de ser negra, mesmo sentada no trono em sua sala de estar. A branquitude segue acreditando que pode nos ensinar a contar nossa própria história. Enquanto todas as pessoas negras se emocionam, se reconhecem e se identificam, a branca aliada diz que Beyoncé deixa a desejar! É isso! No final, nós por nós e falando por nós! Como diz um provérbio africano: “enquanto os leões não contarem suas próprias histórias, os caçadores seguirão sendo vistos como heróis”… E aqui, quando a gente conta, dramatiza e sonoriza, querem apontar o roteiro! Parem! Estamos no comando das nossas narrativas!”. Aline Ramos também escreveu sobre a polêmica em sua coluna no UOL. “É importante que você saiba que Lilia é uma mulher branca. Reforço esse ponto porque a antropóloga relembra o fato de Beyoncé ser uma mulher negra o tempo todo em seu texto. Não são apenas pessoas negras que devem criticar ou analisar o trabalho de Beyoncé. Não acredito que seja necessário um ‘lugar de fala’ para isso. Mas quando uma mulher branca diz como uma mulher negra deve lutar contra o racismo, isso nada mais é do que racismo”, apontou. A jornalista continua: “Estamos cansados não só da violência policial, mas de sermos submetidos a imagens de violência todo tempo. Fazer sorrir, sonhar e gerar esperança também é papel da arte. ‘Black is King’ é importante em qualquer tempo, principalmente no presente. E espero que surjam mais Beyoncés contando histórias bonitas e lúdicas. O desdém só nos prova isso”. E ainda reflete: “Cobrar Beyoncé por mais ativismo antirracista e não fazer isso do mesmo modo com cantoras pop, e brancas, como Taylor Swift, por exemplo, é só mais uma demonstração de como o racismo pode afetar pessoas negras”. Diante da repercussão negativa, a autora da crítica da Folha também resolveu se manifestar. “Agradeço a todos os comentários e sugestões. Sempre. Gostaria de esclarecer que gostei demais do trabalho de Beyoncé. Penso que faz parte da democracia discordar. Faz parte da democracia inclusive apresentar com respeito argumentos discordantes. Já escrevi artigo super elogioso à Beyoncé, nesse mesmo jornal o que só mostra meu respeito pela artista. E por respeitar, me permiti comentar um aspecto e não o vídeo todo”, Lilia Schwarcz explicou em seu Instagram. “Agradeço demais a leitura completa do ensaio. Penso que o título também levou a má compreensão. Dito isso, sei que todo texto pode ter várias interpretações e me desculpo diante das pessoas que ofendi. Não foi minha intenção. Continuamos no diálogo que nos une por aqui”, finalizou.

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  • Música

    Billie Eilish vira desenho animado em novo clipe

    1 de agosto de 2020 /

    A cantora Billie Eilish é a mais recente artista a aderir à animação como forma de superar as limitações impostas à produção de videoclipes – e filmes e séries – pela pandemia de covid-19. Nos últimos dias, vários artistas lançaram clipes animados – como Dua Lipa, The Weeknd e até Pabllo Vittar. Num arranjo de bossa nova eletrônica que lembra a saudosa dupla Everything But the Girl, a música “My Future” é acompanhada por uma versão animada da cantora. Ou melhor, desanimada. Billy aparece numa floresta, melancólica e entediada em meio à chuva. Mas o clipe demonstra que a frustração pelo clima “ruim” é temporária, pela função importante da água para a vegetação. Conforme o sol se abre, a fotossíntese faz o verde crescer, ao mesmo tempo em que a iluminação natural dá aos pingos uma aparência brilhante, transformando o visual da floresta de forma “mágica”. A animação serve de metáfora ecológica para a letra da canção, em que Billy reflete a expectativa das pessoas por ela estar sozinha e infeliz. Só que ela está com ela mesma, então tem boa companhia, e arremata afirmando estar apaixonada por seu futuro, quando encontrará alguém que não está aqui agora. A direção do vídeo é de Andrew Onorato, que trabalha na série animada australiana “Kitty Is Not a Cat”.

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  • Música

    Facebook vai começar a exibir clipes como o YouTube

    1 de agosto de 2020 /

    O Facebook anunciou na sexta-feira (31/7) que vai passar a disponibilizar clipes musicais licenciados em sua rede social nos Estados Unidos, em competição direta com o YouTube – que alimenta a maior parte de seu tráfico com vídeos de músicas. O serviço de “music experience” do Facebook já estava disponível na Índia e na Tailândia e, após ser aprovado nos primeiros testes, faz sua estreia neste fim de semana nos Estados Unidos. Ao contrário do YouTube, que enfrentou resistência das gravadoras no começo de sua operação, o Facebook fechou de cara uma associação com as grandes empresas musicais, como Sony Music Group, Universal Music Group, Warner Music Group e BMG, além de alguns selos independentes, para distribuir seus catálogos de vídeos. Os clipes foram fundamentais para o crescimento do YouTube, a ponto de abalarem o plano de negócios da MTV. Atualmente, a plataforma de vídeos do Google conta com mais de 2 bilhões de usuários mensais e se tornou uma das maiores fontes de receita das gravadoras. “Com clipes oficiais no Facebook, estamos criando novas experiências que vão além de só assistir ao vídeo”, declarou o vice-presidente de Desenvolvimento da rede social, Vijaye Raji, em comunicado. “Continuaremos trabalhando com nossos sócios para construir uma experiência social única e levar a música a formas em que as pessoas se conectem e compartilhem”. Os clipes, como qualquer post no Facebook, poderão ser compartilhados, gerar reações e receber comentários. Quando compartilhados no Feed de notícias, nos Grupos, Páginas ou no Messenger, os seguidores e amigos de quem compartilhou poderão acompanhar as postagens. Além disso, o serviço também incluirá páginas de artistas com feed de notícias – e, curiosamente, essa combinação de música e notícias faz lembrar o antigo MySpace. Nos últimos anos, o Facebook vem tentando se tornar um player no mercado de vídeo digital, que pode ser uma fonte lucrativa de receita com anúncios e também ajudar a manter o envolvimento com a plataforma por mais tempo. Em 2017, a empresa lançou o Facebook Watch, apresentando programas originais e vídeos populares de criadores e organizações de mídia. Os vídeos musicais serão oferecidos como parte do Facebook Watch, numa nova seção dedicada à música, que permitirá que os usuários explorem os vídeos por gênero, nome do artista ou através de listas de reprodução temáticas, como “MVPs do Hip Hop”, “Epic Dance Videos”, “Popular nesta Semana” e “Novidade da Semana”. A empresa também aplicará sua tecnologia de personalização à experiência musical. À medida que os usuários assistem, se envolvem e compartilham, o destino Música no Facebook Watch ficará mais sintonizado com seus gostos e interesses pessoais. Mais experiências sociais são planejadas para o futuro. Ainda não há previsão para a chegada do serviço ao Brasil, mas vale observar que um dos clipes destacados no material de divulgação da iniciativa (ilustração acima) é “Tocame” da brasileira Anitta.

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  • Filme,  Música

    Primeiro clipe de Black Is King, de Beyoncé, é visto quase 3 milhões de vezes em 20 horas

    31 de julho de 2020 /

    Beyoncé divulgou uma prévia de seu álbum visual “Black Is King”, que está sendo aclamado pela crítica internacional. Trata-se de um clipe extraído do filme, que traz a música “Already”, parceria de Beyoncé com o cantor ganês Shatta Wale e o produtor americano Major Lazer. Em cerca de 20 horas, o vídeo foi visto quase 3 milhões de vezes. O clipe encanta pelo apuro dedicado à criação dos figurinos, escolha de cenários – de um armazém deserto ao topo de florestas – , precisão coreográfica e principalmente pela forma como combina a cultura africana com o hip-hop. A cantora assina a direção artística de todo o projeto, mas lista diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado nesta sexta (31/7) nos EUA, “Black Is King” permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país.

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  • Filme,  Música

    Black Is King: Novo álbum visual de Beyoncé é aclamado com 100% no Rotten Tomatoes

    31 de julho de 2020 /

    Inédito no Brasil, o novo álbum visual da cantora Beyoncé teve uma estreia elogiadíssima nos EUA nesta sexta-feira (31/7), onde atingiu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, depois das primeiras 20 críticas computadas. A aclamação de “Black Is King” lembra o impacto alcançado por seu antecessor, “Lemonade”. O jornal britânico The Guardian descreveu o trabalho da cantora como “convincente em todos os sentidos” e capaz de “te levar a uma jornada emocionante”. A revista The Hollywood Reporter chamou o filme musical de “emocionante”. Além de servir de “mostra de artistas africanos, que se fundem perfeitamente com talentos americanos com raízes no continente”, o trabalho de Beyoncé tem “tanta estimulação visual que você vai querer só encarar nuvens depois de assisti-lo”. O site The Wrap classificou a produção como “uma peça extravagante de empoderamento”, que “aponta continuamente para a beleza e o poder da experiência negra”. Muitas publicações destacaram a participação de Blue Ivy, filha da cantora, como um dos pontos altos da atração. Mas além da menina e do visual estonteante, a mensagem do trabalho musical foi o que mais chamou atenção. O jornal australiano The Sydney Morning Herald resumiu: “Com o ressurgimento do movimento Black Lives Matter este ano, ‘Black Is King’ é uma declaração de orgulho oportuna e poderosa. ‘Deixe Preto ser sinônimo de glória’, diz ela – e que o mundo sente e escute”. O filme é inspirado no envolvimento de Beyoncé com a produção de “O Rei de Leão” e inclui músicas de “The Lion King: The Gift”, disco com curadoria de Beyoncé, lançado em julho passado com participações de vários artistas – Childish Gambino (Donald Glover), Kendrick Lamar, Pharrell, Jay-Z e Blue Ivy Carter (a filhinha de Beyoncé), entre outros. Mas acabou se provando mais abrangente e bem mais profundo que a influência original. Assim como “Lemonade”, “Black Is King” também conta com uma longa lista de diretores, cada um focado num “clipe” diferente – incluindo Emmanuel Adjei (do filme “Shahmaran”), Blitz Bazawule (“The Burial of Kojo”), Pierre Debusschere (dos clipes “Mine” e “Ghost”, de Beyoncé), Jenn Nkiru (“Black to Techno”), Ibra Ake (diretor criativo e produtor de “This Is America” para Childish Gambino), Dikayl Rimmasch (“Cachao”, “Uno Mas”), Jake Nava (“Crazy in Love”, “Single Ladies”, “Partition”, de Beyoncé) e o co-diretor e colaborador de longa data da cantora Kwasi Fordjour. Não há previsão para “Black Is King” chegar no Brasil, já que se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Mas isto não representou impedimento para que diversas celebs brasileiras rasgassem elogios ao filme nas redes sociais nesta sexta. Será que viram mesmo?

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