PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Música

    Aretuza Lovi vira cigana em clipe superproduzido

    28 de julho de 2018 /

    Aretuza Lovi lançou o clipe de “Movimento”, canção gravada com participação da cantora Iza, com um visual cigano que lembra a novela “Explode Coração”, de 1995, entre tendas, varais e roupas típicas, com muita coreografia em cores vibrantes. A direção é de Felipe Sassi, que optou pelo ar livre e locação ensolarada de carnaval cigano. Tudo muito bonito, exótico e internacional. Uma fantasia superproduzida como os clipes qualquer-coisa do pop americano. Sem nenhuma relação com a realidade. Vale reparar que a música, apesar do título, é ainda mais alienada. Não faz alusão ao movimento LGBTQIA+, movimento dos sem-terra (tendo em vista o acampamento cenográfico) ou qualquer outro movimento social. O que Aretuza Lovi canta e decanta é o que se move da cintura para baixo. Este “Movimento” é apenas mais uma alusão à “Paradinha” e outros rebolados de funk. E assim como o clipe de sci-fi futurista de Ludmilla para “Jogo Sujo”, do mesmo diretor, o vídeo de “Movimento” não tem nada a ver com a letra da música. Mas seria realmente chato ver só gente rebolando nos clipes. Assim como é chato ouvir só isso nos funks. Disfarça-se com sci-fi e ciganos, mas o conteúdo é o mesmo, o mesmíssimo de 70 anos atrás, quando letras sobre a dança sensual negra originaram o termo rock’n’roll. Era escandaloso e culturalmente relevante na época. Mas faz tanto tempo que isso se banalizou que as crianças que imitavam as coreografias do É o Tchan hoje são adultas. O movimento precisa de mais letras que sacudam a humanidade da cintura para cima, alguma reflexão para o século 21 que não seja feita apenas com a bunda.

    Leia mais
  • Música

    Ludmilla vira bombeira futurista no clipe “sci-fi” de Jogando Sujo

    28 de julho de 2018 /

    A cantora Ludmilla gravou um clipe sci-fi para a música “Jogando Sujo”. No vídeo, Ludmilla aparece como comandante de um grupo de bombeiras futuristas, na cidade de São Paulo do ano de 2073. Os efeitos visuais estão concentrados no começo e no fim do clipe, enquanto o recheio capricha nas coreografias típicas do gênero, que têm mais a ver com a letra, sobre a sensualização da dança funk. Ao final da história, o fogo que Ludmilla vai apagar é o calor causado por um modelo bonitão. Ou seja, menos “Fahrenheit 451” e mais C&C Music Factory. Roteiro e direção são de Felipe Sassi, que volta a trabalhar com Ludmilla após “Cheguei”. Por sinal, este é o segundo clipe superproduzido do diretor a chamar atenção nos últimos dias – veja o outro aqui. “Jogando Sujo” é o quarto single da antiga MC Beyoncé em 2018. Apesar disso, a cantora de “Din Din Din” não lança álbuns a dois anos. O último, “A Danada Sou Eu”, saiu em 2016.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Música da trilha de Alguma Coisa Assim ganha clipe dos diretores do filme

    26 de julho de 2018 /

    Música da trilha de “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho e Mariana Bastos, a eletrônica “Into Shade” ganhou um clipe, dirigido pelos responsáveis pelo filme. O vídeo mescla cenas do longa com novas gravações realizadas no cenário principal da produção, a Rua Augusta, em São Paulo, por onde aparecem andando os cantores de “Into Shade”, Lucas Santtana e Bárbara Eugênia. E enquanto eles cantam, também replicam algumas cenas do casal central do filme, Mari (Caroline Abras) e Caio (André Antunes). O longa se desenvolve a partir do curta-metragem homônimo premiado em Cannes, em 2006, e acompanha três momentos-chave da vida dos personagens, que se reencontram em 2013 no mesmo cenário e, em 2016, novamente em Berlim. Entre os três períodos, vem à tona a transformação da relação entre os personagens, assim como o mundo a seu redor, numa reflexão sobre temas atuais, como sexualidade, rótulos, aborto e novas formas de família. O filme estreou nesta quinta-feira (26/5) nos cinemas do Brasil. Leia a crítica aqui.

    Leia mais
  • Série

    HBO anuncia 15 produções nacionais, com série sobre funk e documentário de Gilberto Gil

    23 de julho de 2018 /

    O canal pago HBO anunciou nesta segunda-feira que está trabalhando em 15 novas produções brasileiras. São produções majoritariamente documentais, muitas delas musicais, como uma série sobre o funk carioca e um especial sobre os 40 anos de “Refavela”, disco icônico de Gilberto Gil. O canal ainda vai celebrar ícones femininos e abordar temas como economia, política, imigração, arquitetura e violência. O número dos 15 programas é simbólico, já que são parte da celebração de 15 anos de produções originais da HBO na América Latina. O maior destaque é “Funk.Doc”, com direção do cineasta Luiz Bolognesi (“Ex-Pajé”), que traçará as origens do gênero, de sua aproximação com a violência e forte carga sexual até a estética musical e influência na música internacional. A série terá cinco episódios de 30 minutos cada. Além da carreira de Gilberto Gil, outros personagens históricos ganharão reflexão, como o Cabo Anselmo, herói da ditadura e vilão da esquerda no documentário “Em Busca de Anselmo”, e Bertha Lutz, a representante brasileira na conferência que estabeleceu as bases para a formação da ONU. Como os projetos estão em diferentes estágios de produção, as datas de lançamento ainda não foram divulgadas.

    Leia mais
  • Música

    Novo clipe de Anitta mostra ambição internacional com crianças dançando ao redor do mundo

    20 de julho de 2018 /

    Anitta internacionalizou de vez sua carreira. Não bastasse cantar sua nova música em espanhol, o clipe grandioso de “Medicina” tem cenas gravadas em seis países diferentes, mobilizando crianças de várias partes do mundo para dançar. A intenção é passar uma mensagem globalizada, mas também ampliar as fronteiras de seu sucesso. A letra sugere que a música cura como medicina e é universal, encanta todos os povos, todas as classes. Na canção, Anitta canta “Eu não me importo se você tem dinheiro, o que importa é que você saiba mexer”, mas em espanhol. A direção do vídeo é de Harold Jiménez (que já havia trabalhado com Anitta em “Machika”) e traz cenas de crianças no Brasil, Colômbia, Japão, Índia, Estados Unidos e num território africano não identificado. O resultado, que mostra algumas coreografias em trajes tradicionais dos países, inclusive indiozinhos brasileiros, resulta um tanto estereotipado, ao estilo das novelas de Glória Perez. Não é, definitivamente, “Sense8”. Ao lançar o vídeo, com uma transmissão direto de sua casa, no Rio de Janeiro, ela explicou em português, inglês e espanhol, o que a levou ao conceito. “Resolvi fazer com crianças porque elas são o futuro do nosso planeta, misturamos muitas culturas e crianças de várias nacionalidades”. O próximo clipe de Anitta deve ser “Veneno”, que também foi gravada na Colômbia e é novamente cantada em espanhol, como estratégia para fortalecer ainda mais seu nome no mercado latino, aproveitado que ela entrou no reality musical “La Voz”, a edição mexicana do “The Voice”.

    Leia mais
  • Música

    Clipes de Nego do Borel e Jojo Todynho têm rejeição após acenarem ao universo LGBTQIA+ – e isso merece reflexão

    17 de julho de 2018 /

    A comunidade LGBTQIA+ não gostou nada dos clipes de “Me Solta”, de Nego do Borel, e de “Arrasou, Viado”, de Jojo Todynho. Ambos foram lançados com poucos dias de diferença, em clima de celebração do arco-íris, e acabaram acusados de oportunismo. Estariam atrás do “pink money”, o dinheiro gay. Enquadrado como caricato e totalmente desvinculado do movimento, Borel teve até escancarada suposta ligação com Bolsonoro, o pré-candidato homofóbico à presidência do Brasil, por uma foto que tirou ao lado do político. Por conta disso, teve que declarar publicamente que não o apoia, mas que também não recusa pedido de fotos. Graças à polêmica, “Me Solta” já atingiu 30 milhões de visualizações. E ao mesmo tempo virou o novo recordista de dislikes do Youtube Brasil – com 657 mil polegares para baixo. A maior reclamação do público é pelo fato de o cantor – heterossexual – ter se vestido de mulher e dado um beijo em outro homem em seu clipe. Muitos entenderam as cenas como motivo de chacota. Outros tantos ficaram enojados com a demonstração gay. Vale considerar que o antigo líder de rejeição era “Vai Malandra”, o clipe-fenômeno de Anitta – com 282 milhões de visualizações – , que assim como o vídeo de Borel foi gravado em ritmo de festa numa favela. Sua negativação seria sinal de que o preconceito também é social – e, por que não, racial? Tema para outro post. Já o clipe de Jojo Todynho não bombou tanto. Tem 3,3 milhões de views, com 117 mil dislikes. Só que, na média, sua rejeição é praticamente o dobro da sofrida por Borel. Não adiantou incluir a bandeira do arco-íris, integrantes da comunidade e até membros da ONG “Mães pela Diversidade” no vídeo. Segundo a cantora, o objetivo da obra era justamente o oposto do mencionado nas críticas: “A mensagem que quero passar é de de amor ao próximo e de tolerância! Todo mundo sabe do meu carinho e respeito pelo movimento LGBT. E nada mais justo do que falar sobre isso em forma de canção”, ela declarou ao jornal O Globo. Na prática, os dois artistas são vítimas de dois tipos diferentes de preconceito. Dos conservadores que não aceitam o universo LGBTQIA+ e de autoproclamados porta-vozes do movimento, que consideram apropriação cultural os esforços recentes dos cantores heterossexuais. Agora. Porque adoravam quando Madonna – que não é negra nem ex-favelada – fazia exatamente a mesma coisa, beijando mulher e roubando estilo da cena LGBTQIA+ para fazer sucesso. A americana era ícone. Os brasileiros são aproveitadores. Os tempos mudaram, hoje talvez Madonna não fosse aceita da mesma forma. Mas o pop continua a ser apropriação cultural por excelência. Não é movimento. É comércio. E o sonho de todo artista é estourar e ser conhecido para além de seu mundinho – faturar em pink, green e credit card. Durante anos, os gays foram colocados num gueto, com vidas separadas do resto da sociedade, frequentando casas noturnas exclusivas, festivais de cinema específicos, etc. Neste período medieval, também precisavam ficar no armário, escondendo sua sexualidade no dia-a-dia para manter emprego e amizades. Mas o século virou. Gays assumidos e heteros convivem cada vez mais no trabalho, na vida noturna, filmes de sexo gay explícito são premiados no Festival de Cannes e beijos gays superam os heterossexuais na premiação do MTV Movie & TV Awards. Ninguém precisa ter doutorado em semântica para perceber que um mundo mais inclusivo significa o oposto do mundo exclusivo dos guetos isolados. Quem busca separar, quer dividir. E esses são os eleitores de Bolsonaro, que realmente acham genial enquadrar simpatizantes heteros do movimento LGBTQIA+. A reação da comunidade LGBTQIA+ aos clipes de Nego do Borel e Jojo Todynho parece uma tentativa de reerguer cercas que já deviam ter ruído, de separação entre heteros e outros. Esquecem-se que o movimento já foi identificado com outras letras: GLS, que significavam Gays, Lésbicas e Simpatizantes. Com tantas outras siglas incorporadas, LGBTQIA+ realmente abandonou a letra S. Quem sabe, para demonstrar sua autossuficiência. Este orgulho, que resulta de muitas lutas históricas, pode ter sido a razão da denúncia contra os dois “LGBTQIA+ de butique” – expressão emprestada da antiga acusação aos “punks de butique”. A ironia desse ataque é que ele cria subtexto, fazendo os vídeos comerciais virarem produtos subversivos. Afinal, se a denúncia é que um “nego do Borel” achou que ia faturar mais ao se vestir de mulher e beijar outro homem, a iniciativa só demostra, ao contrário, um grande ponto contra o preconceito. Pois trata-se de um artista já estabelecido que nem pensou se alienaria seu público original ao incorporar uma história gay. Jamais pensou que beijar outro homem faria diminuir seu sucesso. O que, convenhamos, não é o mundo em que vivemos, basta ver a reação causada por selinhos recentes entre homens famosos do futebol e da TV brasileira. Por isso, a repercussão negativa entre lésbicas, gays, bis, trans, queers e não binários merece reflexão. Querem aumentar os muros do gueto? Concordam com as reações negativas contra beijos entre homens – e mulheres – heterossexuais? Referendam a tese de Bolsonoro de que heteros não devem gostar de homossexuais, apenas suportar? Nunca mais ouvirão Madonna de raiva, ao perceber que ela fez as mesmas coisas que acusaram Borel e Jojo de fazer? Impedirão Anitta de voltar a cantar na Parada LGBT de São Paulo, porque ela e outros tantos simpatizantes são hetero? Proibirão qualquer artista hetero de manifestar simpatia pela causa LGBTQIA+? E a seguir? Voluntariamente bordarão um triângulo pink nas roupas, para se diferenciarem? É um exagero retórico, mas quem conhece História sabe a que isso se refere, e ajuda a criar a imagem de que enaltecer o gueto pode apenas reforçar a prisão que deveria ser derrubada.

    Leia mais
  • Música

    Jojo Todynho reúne de Thammy Miranda a Rita Cadillac em novo clipe

    13 de julho de 2018 /

    A artista antigamente conhecida como Jojo Todynho lançou um novo clipe e uma nova frase para seu arsenal de bordões. Depois do fenômeno “Que Tiro Foi Esse”, ela emplacou “Arrasou Viado” entre os vídeos mais vistos do YouTube nacional. Um detalhe curioso é que produção foi disponibilizada sob o nome de uma nova artista, que é a mesma, com outro nome: Jojo Maronttinni. A música é uma composição de Anitta – em parceria com o DJ Batata, que fez “Que Tiro Foi Esse”. E repete o refrão até furar os tímpanos dos ouvintes. Já o clipe dirigido e produzido por Augusto Wyss (WYSSBRAZIL) lembra um comercial de programa de auditório, em que várias celebridades da sopa de letrinhas (LGBTQI+) se alternam no cenário com plateia, rebolando como se estivessem no Chacrinha. Com direito a ex-Chacrete na lista de convidados. Entre as caras e bocas estão Thammy Miranda, David Brazil, Carol Marra, Narcisa Tamborindeguy, Leo Áquila e Rita Cadillac. E há também membros da ONG “Mães pela Diversidade”, entre placas com palavras de ordem LGBTQIA+. “Todo mundo sabe do meu carinho e respeito pelo movimento LGBT. ‘Arrasou Viado’ é uma expressão que a gente fala no dia a dia, positiva, pra cima, otimista e o que a gente precisa agora é acreditar no amor, na felicidade e buscar o respeito pelo próximo, a tolerância”, ela explicou durante a divulgação da faixa. Sobre a patrulha das recalcadas, que quer monopolizar os “viados” da música pop e já tentou colocar Nego do Borel no paredão por um vídeo de proposta similar, a funkeira diz não se preocupar. “Eu não sou do tipo que liga pra nenhum tipo de critica, e muito menos as maldosas! Eu sou ligada em gente do bem, em energia positiva, no lado bom da vida. Eu curto bons conselhos, de quem me ama e me quer bem. O resto… o nome já diz, é resto!”, disparou.

    Leia mais
  • Música,  Série

    Anitta vai ganhar série documental na Netflix

    12 de julho de 2018 /

    Os planos de conquista galática de Anitta deram um novo salto nesta quinta (12/7) com o anúncio da série “Vai Anitta”, que mostrará os bastidores da carreira da cantora e contará sua história “do baile funk para o mundo” na Netflix. “Sabe aquela expressãozinha que a gente usa: ‘a minha vida está tão louca que daria uma série’? Pois é. A minha deu”, disse Anitta no comunicado do anúncio da série documental. Com mais de 29,4 milhões de seguidores no Instagram, 2 bilhões de visualizações no YouTube e uma carreira internacional em ascensão, Anitta já se tornou a artista brasileira mais celebrada no mundo, com sucessos como “Downtown” – primeira música de uma artista brasileira a ser listada no Top 20 do Spotify – e “Vai Malandra” – que, além de quebrar todos os recordes brasileiros de streaming, foi a primeira canção nacional no Top 25 Mais Tocadas no Mundo, no Spotify. Com produção do Shots Studios, as gravações já estão acontecendo há bastante tempo. Uma equipe chegou a ser flagrada registrando um pocket show de Anitta em Miami há três meses. Na época, as imagens já eram identificadas como sendo um projeto da Netflix, embora os rumores aludissem a um documentário em longa-metragem. A ideia da produção é dar aos fãs a chance de ver a estrela em momentos íntimos e entender como ela constrói e gerencia sua própria carreira, com câmeras que terão acesso irrestrito e sem censura aos bastidores de sua agitada rotina: dos shows no Brasil às viagens pelo mundo, passando pela interação com os fãs nas redes sociais e sua vida pessoal. “Vai Anitta” será disponibilizada com exclusividade na plataforma de streaming, mas ainda não tem data de estreia prevista. Segundo boatos, Anitta também estaria negociando uma série animada para crianças com a Netflix, que disputa a preferência com o canal pago Gloob. Veja abaixo o anúncio em vídeo da produção, feito pela própria cantora, e a primeira prévia de “Vai Anitta”. Anitta em breve na Netflix, Anitta coming soon to Netflix, Anitta llega a Netflix. #AnittaNaNetflix pic.twitter.com/M5miTYLu82 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) 12 de julho de 2018

    Leia mais
  • Música

    Nego do Borel se solta e impacta em clipe com beijão em modelo

    10 de julho de 2018 /

    O canal do produtor Kondzilla divulgou o novo clipe de Nego do Borel, “Me Solta”. E ele já é o número 1 entre os mais vistos no YouTube nacional. Não é à toa. No vídeo dirigido por Lucas Romor, a força do pancadão e o refrão contagiante colocam o morro para dançar, transformando em baile funk as ruas do Borel, no Rio, onde personagens coloridos se multiplicam em coreografias espontâneas. O mais colorido, claro, é o próprio Nego de cabelo tingido de loiro, batom, salto alto, bolsa e camiseta vermelha-cheguei bem justa, num modelito que exalta a vontade de dançar descrita pela canção, numa referência ao espírito alegre LGBT e às mulheres que querem ter direito de dançar sem ser importunadas – “me solta, p*rra”. A surpresa para quem acompanha a carreira do funkeiro, que já aprontou em outros clipes com Anitta, Maiara e Maraísa, é que Borel se soltou mesmo, com beijão na boca do modelo Jonathan Dobal, um dos bonitões que integram o programa “Ferdinando Show”, no Multishow. O resultado impactou. Os fãs curtiram, decoraram facinho o refrão e em poucos minutos lotaram a página do YouTube de comentários, falando principalmente do beijo. Preconceituosos formaram minoria pouco barulhenta, diante de quem saiu rindo do babado, ainda que atordoado pelo pancadão a 150 bpms. Mas também teve politicamente correto que achou uma afronta ao movimento LGBT – não pode, porque ele é hetero e tem foto com Bolsonaro, como se também não tivesse foto com a bandeira do arco-íris – , provando mais uma vez que a militância de esquerda é tão moralista quanto os movimentos mais reacionários de tradição, família e propriedade – se solta, p*rra.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Bruno Gagliasso vai viver o cantor Leonardo no cinema

    8 de julho de 2018 /

    Em meio a polêmicas nas redes sociais, o ator Bruno Gagliasso segue com a agenda cheia e bastante disputado para trabalhos no cinema. Segundo o colunista Flávio Ricco do UOL, ela está confirmado para interpretar o cantor sertanejo Leonardo em cinebiografia a ser dirigida por Mauro Lima, intitulada “Não Aprendi Dizer Adeus”. Ele é o único nome confirmado na produção até o momento. E não há previsão para o começo das filmagens justamente por conta dos compromissos de Gagliasso para os próximos meses. O ator está escalado para ser um dos protagonistas de “O Sétimo Guardião”, a futura novela das nove. Assim, ele somente poderia fazer o longa depois do fim das gravações da Globo, o que só deve ocorrer no primeiro semestre de 2019. Apesar da carreira bem-sucedida na televisão, possui uma carreira ainda tímida nos cinemas com apenas três longas nos currículo: “Mato sem Cachorro” (2013), “Isolados” (2014) e “TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva” (2017). Mas logo vai dobrar este número, pois já filmou os vindouros “Todas as Canções de Amor” e “Loop”, e atualmente trabalha em “Marighella”. Já Mauro Lima vem se especializando em cinebiografias, como “Tim Maia” (2014) e “João, o Maestro” (2017), sobre João Carlos Martins, sem esquecer “Meu Nome Não é Johnny” (2008), focado no traficante João Guilherme Estrella. Atualmente, ele também desenvolve “Casagrande e Seus Demônios”, sobre o jogador de futebol que virou comentarista da rede Globo.

    Leia mais
  • Música

    Filme musical estrelado pela dupla Anavitória ganha primeiro trailer

    20 de junho de 2018 /

    A Galeria Distribuidora, braço da Vitrine Filmes dedicado ao lançamento de filmes com maior apelo comercial, divulgou o pôster, três fotos e o primeiro trailer de “Ana e Vitória”, comédia romântica musical estrelada por Ana Caetano e Vitória Falcão, da dupla Anavitória. O filme leva a parceria musical das artistas de Tocantins ao cinema. Na trama, as duas vivem cantoras que se conhecem em uma festa e decidem se arriscar no mundo da música. Apesar de ser um trabalho de ficção, a obra tem paralelos com a realidade, já que o filme é “uma ideia” de Felipe Simas, o empresário que as “descobriu”, e mostra como um empresário carioca as leva a atingir o estrelato. O elenco conta ainda com Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal – A Lei É para Todos”), Erika Mader (“Somos Tão Jovens”), Thati Lopes (“Porta dos Fundos”) e apresenta Clarissa Müller, “influenciadora digital” que, além de atuar, também canta no longa – considere como uma nova “descoberta”. Com roteiro e direção de Matheus Souza (“Tamo Junto”), produção musical do cantor Tiago Iorc e canções da dupla, o filme tem estreia marcada para 2 de agosto.

    Leia mais
  • Música

    Netflix e Gloob disputam série animada da cantora Anitta

    16 de junho de 2018 /

    A Netflix e o canal pago infantil Gloob, da Globosat, estariam disputando ferrenhamente os direitos do desenho animado “Clube da Anittinha”, segundo a coluna Radar da revista Veja. O projeto para crianças estrelada pela cantora Anitta foi concebido originalmente como um especial em DVD, mas o interesse do mercado fez o projeto evoluir para uma série animada. A própria Anitta dubla sua personagem animada. E entre os demais personagens estão seus pais e amigos da vida real. Até mesmo os cachorrinhos da cantora terão uma versão animada. Só o marido da cantora, Thiago Magalhães, ficou de fora, porque a Anittinha ainda é criança na produção. O trabalho infantil também incluirá músicas e, como é praxe na carreira de Anitta, videoclipes.

    Leia mais
  • Música

    Clipe junta Anitta e Silva numa estética de pop art

    12 de junho de 2018 /

    Anitta não para. Ela está em mais um clipe, “Fica Tudo Bem”, participando de um dueto romântico com Silva, cantor da nova MPB. A música é muito diferente do que se espera de Anitta, baseada em violão e voz, sem recursos eletrônicos. Já o vídeo remete ao período de “Essa Mina É Louca”, quando os clipes da cantora esboçavam influências de quadrinhos. “Fica Tudo Bem” atualiza e radicalizada essa estética “pop art” com cores vivas e imagens surreais. Não fosse o fato de os diretores (a dupla Hardcuore, composta pelos artistas gráficos Breno Pineschi e Rafael Cazes) gravarem muitos comerciais com a mesma pegada, seria o caso de apontar influência dos clipes da artista americana St. Vincent. Vale destacar que a direção de fotografia é assinada por Marcelo Durst, cinematógrafo de clássicos modernos do cinema brasileiro, como “Os Matadores” (1997), “Ação Entre Amigos” (1998), “Estorvo” (2000) e o recente “Big Jato” (2016). Anitta contou em entrevista ao programa “Vídeo Show”, que aceitou prontamente o convite para gravar o dueto com Silva. “Quando eu gosto da música, eu não fico pensando muito no amanhã não. Eu gostei, eu gravo e faço. E essa música eu amei.” “Fica Tudo Bem” é uma das 13 faixas do disco “Brasileiro”, o quinto e mais recente trabalho do cantor capixaba de 29 anos. Lançada há três semanas, a música chegou a entrar no ranking global das 50 músicas virais do Spotify. Antes de ganhar clipe, o áudio da faixa contava com mais de 1,2 milhão de reproduções no canal de Silva no YouTube. O cantor foi indicado ao Grammy Latino de 2017 de Melhor Álbum de MPB com “Silva Canta Marisa”, disco dedicado à cantora fluminense de quem também se declara fã.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie