Cristiana Oliveira vive romance lésbico em clipe de Dani Vellocet
A cantora Dani Vellocet, uma das melhores vozes do novo pop brasileiro, lançou o clipe de “A Rainha e o Leão”, que chama atenção pela presença de Cristiana Oliveira. A atriz que estourou nos anos 1990, durante a febre da novela “Pantanal”, vive um romance lésbico numa pista de patinação, numa encenação de visual glitter e retrô. Mas a historinha de amor tem uma guinada de thriller, quando um homem assedia sua namoradinha, interpretada pela bela Julia Konrad (atualmente em cartaz nos cinemas em “Paraíso Perdido”). Curiosamente, Cristiana já tinha interpretado lésbicas em dois trabalhos televisivos, sendo um deles a novela “Insensato Coração”, mas, como a TV brasileira é ultraconservadora, nunca havia trocado carinhos com outra atriz em cena como no clipe. O vídeo tem direção e edição de J. Brivilati, destaque do meio publicitário brasileiro, que conta com quatro leões de Cannes no currículo. Terceiro single de Dani Vellocet, “A Rainha e o Leão” inspirou o tema dos anos 1980 do clipe com uma melodia que evoca a época, com direito até a solo de saxofone. Segundo a cantora santista, a letra é autobiográfica e remete à sua chegada em São Paulo. Multitalentosa, ela também assina o roteiro.
Paraíso Perdido é experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro
Os musicais começaram a bombar nos Estados Unidos durante o período da chamada Grande Depressão, na virada dos anos 1920 para 1930, aproveitando o advento do cinema sonoro. Ir ver um musical tinha, portanto, um simbolismo imenso: a necessidade de encontrar em uma espécie de oásis em meio a turbulência do mundo lá fora. É isso que José, o personagem de Erasmo Carlos, proprietário da boate Paraíso Perdido, oferece aos que adentram o novo filme de Monique Gardenberg: esqueçam todos os seus problemas, esqueçam sua vida lá fora, bem-vindos ao “Paraíso Perdido”. Mais ou menos isso. E, de fato, o que se experimenta ao longo da duração do filme é realmente quase duas horas de trégua da dura vida. Não só isso. Por ser um musical, “Paraíso Perdido” não tem a preocupação de buscar fidelidade no campo do naturalismo das atuações e nem de fazer sentido em sua complicada trama familiar. As cores da fotografia, o gosto pelo brega e o respeito imenso ao amor (homo ou hetero) facilitam uma identificação com o cinema de Pedro Almodóvar, mas as canções, a maioria delas classificadas por muitos como bregas, são muito brasileiras, o que confere raízes absolutamente nacionais à trama. Como não gostar de um filme que já começa com uma bela interpretação de “Impossível Acreditar que Perdi Você”, de Márcio Greyck? E a música tem até mais espaço do que a fala ao longo da narrativa. As canções, além de muito queridas por todos os personagens, são fundamentais para que a experiência de se assistir ao filme seja arrebatadora, com vários momentos de arrepiar, em especial para quem não tem preconceito com canções mais populares e carregadas de emoções. Assim, há espaço para canções de Reginaldo Rossi, Odair José, Waldick Soriano, Belchior, Zé Ramalho fazendo cover de Bob Dylan, Gilliard, Roberto e Erasmo e até o jovem Johnny Hooker. As melhores interpretações são as de Julio Andrade. Talvez o melhor ator de sua geração, Andrade dá um show também na hora de subir no palco. O que dizer quando ele sobe para canar “Não Creio em Mais Nada”, clássico do rei da depressão Paulo Sérgio? É demais o que a obra faz sentir, talvez chorar, e se deliciar. E principal: o respeito com todo esse material explorado na tela é lindo. Além de Andrade, há também interpretações belas de Seu Jorge (quem diria que um cantor seria passado para trás por um ator), por Jaloo, por Marjorie Estiano e pelo próprio Erasmo Carlos. Sua presença ali é mais do que simbólica. Parceiro do Rei e influência direta na formação da maioria dos cantores românticos da década de 1970, o Tremendão não precisa se esforçar para cantar bem. Basta estar lá e cantar uma das faixas. Ele é o patriarca de uma família um pouco problemática e que comanda aquele espaço paradisíaco noturno. Somos apresentados à família por meio do personagem do policial Odair (Lee Taylor), que é convidado para ser o guarda-costas do neto homossexual, que se apresenta travestido nos shows. Odair aceita, encantado com aquele lugar. Não demora para descobrirmos que há uma estreita ligação entre ele e aquela família. Transbordando amor por todos os lados, “Paraíso Perdido” tem suas quase duas horas de música, intrigas amorosas e traumas do passado plenamente abraçados pela audiência, em uma experiência catártica poucas vezes vista no cinema brasileiro, ao menos no que se refere ao uso da música. Além de resgatar a música sentimental do passado, o trabalho mais belo da diretora de “Ó Paí, Ó” tem uma elegância no uso dos movimentos de câmera, dos campos e contracampos tão bem usados nas cenas de apresentações na boate (destaque para a cena em que uma personagem informa estar grávida usando libras) e uma direção de arte e uma fotografia em tons quentes. Um dos melhores acontecimentos deste estranho e sombrio ano.
Fernanda Montenegro e Camila Pitanga participam de clipe da Anistia Internacional com cantores brasileiros
A Anistia Internacional Brasil comemorou os 70 anos da Declaração dos Direitos Humanos com o lançamento de um clipe musical intitulado “Manifestação”, uma gravação coletiva que busca chamar atenção para a defesa desses direitos universais. E em meio a dezenas de cantores brasileiros de gerações e estilos diferentes, como Chico Buarque, Ludmilla e Criolo, acabou se destacando a participação de quatro atrizes, igualmente bem distintas: Fernanda Montenegro, Letícia Sabatella, Camila Pitanga e Roberta Estrela D’Alva. Unidos no mesmo tom, os artistas da seleção cultural brasileira cantam contra o racismo, a homofobia, a fome e as desigualdades sociais, com um refrão proclamador. “E proclamamos que não se exclua ninguém senão a exclusão”. A letra é do escritor Carlos Rennó e a música foi composta por Russo Passapusso (do BaianaSystem), pelo rapper Rincón Sapiência e pelo maestro e compositor Xuxa Levy. Já o clipe, que combina imagens dos artistas em estúdio e cenas de protestos nas ruas do país, foi dirigido pelo cineasta João Wainer (do documentário “Junho: O Mês que Abalou o Brasil”) e o fotojornalista Fabio Braga. Ao final, o vídeo informa o listão dos participantes, que além dos já citados inclui Pericles, Rael, Rico Dalasam, Paulo Miklos, As Bahias e a Cozinha Mineira, Luedji Luna, Xenia França, Ellen Oleria, BNegao, Felipe Catto, Chico César, Paulinho Moska, Pretinho da Serrinha, Pedro Luis, Marcelino Freire, Ana Canãs, Márcia Castro, Larissa Luz, Siba Veloso e Marcelo Jeneci.
Rincon Sapiência lança um dos melhores clipes do ano
Rincon Sapiência lançou um de seus melhores clipes, “Crime Bárbaro”, que, pela sincronicidade, tem rendido comparações com “This is America”, de Donald Glover/Childish Gambino, em sua página no YouTube. Em comum, os dois tem cenas desesperadas de perseguição, em que os rappers correm da polícia. Mas as concepções são completamente diferentes. O clipe americano integra o cenário – um estúdio vazio, que se revela um galpão enorme – de forma teatral na trama, enquanto o brasileiro não tem cenário algum. “Crime Bárbaro” é um clipe de cenário virtual, um buraco negro escuro, do qual Rincon corre sangrando, com a polícia no seu encalço. O ótimo trabalho do diretor Nixon Freire, com experiência em publicidade, faz uso de computação para criar ilusão de espaço, tempo, clima – com direito a chuva. Nisso, lembra a violência estilizada de “Sin City”. A correria sem fim complementa a letra – “Canela fina é pra correr! Se me pegarem vai doer!” – , mas também é uma metáfora crítica, capaz de juntar a alusão lírica ao Senhor do Engenho da época da escravidão à materialização da figura do capitão do mato dos dias de hoje, fardado como agente da lei. Vai pra lista de fim de ano com os melhores clipes de 2018.
Minissérie sobre a banda Mamonas Assassinas volta a vida na Record
A rede Record desengavetou a minissérie sobre a banda “Mamonas Assassinas”, após um novo roteiro de Carlos Lombardi (da novela “Pé na Jaca”). A informação é da coluna de Flavio Ricco no Uol. A produção ia começar há dois anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre a abordagem da história, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção. Inicialmente, será uma missérie em cinco capítulos que, depois, compactada, dará origem a um filme. Ou seja, o contrário do que a Globo faz em suas coproduções – como “Gonzaga: De Pai pra Filho”, que foi filme antes de virar minissérie. A produtora Total Filmes vai começar, a seguir, a definir elenco e equipe, inclusive diretor. Mas ainda não há previsão para a estreia.
Cleo Pires lança primeiro clipe e assume estética gótica
A atriz Cleo Pires lançou seu primeiro clipe musical. Ela já tinha lançado dois lyric-videos, mas “Jungle Kid” é o primeiro a seguir as convenções do formato. E elas estão todas lá, como uma produção dos anos 1980, com cenas da cantora em preto e branco, mas principalmente preto, à frente de sua banda, andando por escadas e corredores sombrios e tendo imagens projetadas sobre seu corpo, numa evocação do tema gótico proposto pelo andamento arrastado – à la The Cure. O vídeo convencional, dirigido pelo premiado fotógrafo de moda Jacques Dequeker, não impede uma surpresa: a música é boa. Cantada em inglês, com forte atmosfera sombria, a letra reflete um pouco da história da própria Cleo, que se descreve como uma garota selvagem, criando caos conforme cresce, como forma de lidar com a dor e sobreviver – sabe-se lá ao quê, mas ricos também sofrem. Vale lembrar que dois irmãos da atriz também são atores-cantores: Fiuk e Antonia Morais.
Liniker faz um carnaval na série 3% e ganha clipe da Netflix
A Netflix divulgou um clipe extraído da série “3%”, que traz Liniker como rainha do carnaval, acompanhada pelo bloco percussivo Ilú Obá de Min, desfilando o samba “Preciso Me Encontrar”, clássico de Cartola. A sequência carnavalesca acontece durante uma procissão festiva realizada no Continente, o lado mais pobre, onde vivem 97% da população na série distópica. Na cena, entre cortiços cenográficos e integrantes do elenco, Liniker aparece sentada em um trono, onde é carregada pelo povo enquanto entoa os versos: “Deixe-me ir/ Preciso andar/ Vou por aí a procurar/ Sorrir pra não chorar”. A direção é de Dani Libardi, que assina episódios da série e acompanha a trajetória da produção desde o piloto de 2011. A cena que virou clipe não é seu primeiro trabalho musical. Ela também dirigiu e ilustrou o clipe em animação da música “O Pardal”, para o álbum infantil “Zoró” (2014) do cantor Zeca Baleiro.
Seu Jorge, Jaloo e Júlio Andrade cantam clássicos bregas em duas cenas do filme Paraíso Perdido
A Vitrine Filmes divulgou duas cenas do drama musical “Paraíso Perdido”, que mostra duas interpretações no palco da boate brega cenográfica que batiza a produção. Num dos vídeos, Seu Jorge e Jaloo cantam “Tortura de Amor”, clássico romântico de Waldick Soriano, que chegou a ser censurado pela ditadura devido à palavra tortura no título. Mas é Júlio Andrade, que não é cantor profissional, quem se sai melhor, com uma versão roqueira de “Não Creio em Mais Nada” de Paulo Sérgio, artista muito comparado a Roberto Carlos, que faleceu precocemente, aos 36 anos, em 1980. O filme traz no elenco um representante desta época, o cantor Erasmo Carlos ao cinema, mais de 40 anos após os filmes da Jovem Guarda e 34 desde seu último trabalho como ator. Ele interpreta o pai de um clã musical e dono da boite Paraíso Perdido. Dirigido por Monique Gardenberg (“Ó Paí, Ó”), o filme gira em torno desse templo da música brega. A prévia não localiza a época da trama, mas o visual é bastante influenciado pela década de 1970, em especial as perucas, como a de Seu Jorge. A trama apresenta este universo pelo olhar do policial à paisana Odair (Lee Taylor), após ele salvar a drag queen Imã (Jaloo) de um ataque homofóbico, achando que se tratava de uma mulher. Diante da violência, ele é contratado como segurança de Imã, que é a principal estrela do local, além de neta de José, o personagem de Erasmo. Os demais integrantes da família são os filhos Angelo (Júlio Andrade), Eva (Hermila Guedes), que está presa depois de matar o homem que a espancou enquanto estava grávida de Imã, o filho adotivo Teylor (Seu Jorge) e a neta Celeste (Julia Konrad). O elenco conta ainda com Malu Galli, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Felipe Abib, Paula Burlamaqui e eterna musa da pornochanchada Nicole Puzzi. Só faltou mesmo Wander Wildner, o punk brega, que há anos reabilita o mesmo tipo de repertório do filme com pegada roqueira. O longa estreia no dia 31 de maio.
Wesley Safadão e Anitta fazem parceria em clipe de forró
Wesley Safadão e Anitta lançaram uma nova parceria, que deve dominar as ondas do rádio nos próximos meses. Afinal, são dois dos artistas mais populares do Brasil. E apesar de se especializarem em gêneros diferentes, o dueto impressiona de forma positiva pela boa combinação. O clipe de “Romance com Safadeza” mostra a dupla num forró, que anima casais de todas as idades entre as paredes de barro de um bar interiorano. Wesley tem papel duplo, como cantor da festa e cliente, enquanto Anitta vive uma animada garçonete. O óculos de Clark Kent não disfarça a disposição de herói do cantor/cliente, quando um folgado com o dobro do seu tamanho puxa briga com a mocinha e ele intervém, conquistando Anitta. As cenas foram gravadas em Fortaleza, com direção de Mess Santos, que já tinha trabalhado antes com Safadão no clipe de “Sonhei que Tava me Casando”. E entre os figurantes, há alguns “influenciadores” – gente que, na verdade, só os influenciados conhecem. Embora habitem universos musicais bem distantes, “Romance com Safadeza” marca a segunda parceria entre Wesley Safadão e Anitta, após participarem juntos da gravação de “Você Partiu Meu Coração”, de Nego do Borel.
Pabllo Vittar é Indestrutível em clipe que denuncia a homofobia
Pabllo Vittar lançou um novo clipe, “Indestrutível”, o sexto e último do disco “Vai Passar Mal” (2017). A música é brega de doer, com direito a rima de dor e amor. Mas o vídeo se diferencia dos anteriores, da alegria que marca a carreira do cantor, por ser inspirado em uma memória dolorosa de adolescência cercada por homofobia, ódio, discriminação e intolerância. Gravado em preto e branco, vem acompanhado pela informação de que “73% dos jovens LGBTs sofrem bullying nas escolas”. O ponto central do clipe é a dor causada pelo preconceito, que geralmente começa com agressão verbal sofrida na escola, durante a adolescência, e descamba para a violência física. O título da música reforça a convicção de Pabllo em sua força interior e na de outros jovens. “Eu sei que tudo vai ficar bem e as minhas lágrimas vão secar”, ele canta, antes de concluir “Se recebo dor, te devolvo amor”. Com direção de Bruno Ilogti, responsável pelos clipes de Anitta, o vídeo mostra Pabllo desmontado e triste, mas termina com sua transformação em diva sobre um palco, aplaudido por uma grande plateia, que inclui o menino que ilustrou o sofrimento da história. Ao final, o cantor se dirige aos espectadores dando seu testemunho contra a violência da homofobia, que afeta milhares de adolescentes “como eu”. “Tá na hora de transformar o preconceito em respeito”, ela proclama. Uma curiosidade da produção é que o vídeo contou com o apoio da Coca-Cola Brasil. A empresa colocou suas duas maiores marcas – Coca-Cola e Fanta – a serviço do combate ao preconceito para a construção de uma sociedade mais tolerante e plural. “Essa Coca é Fanta sempre foi uma expressão usada de forma pejorativa. E nosso papel é ajudar na conscientização dos brasileiros mostrando o impacto que essas ofensas tem na vida de uma pessoa. Por isso nos juntamos a Pabllo nesse projeto para transformar o preconceito em respeito, celebrando a liberdade”, afirmpi Conrado Tourinho, gerente sênior de comunicação e marketing integrado da Coca-Cola Brasil, em comunicado.
Paraíso Perdido: Filme que marca a volta de Erasmo Carlos ao cinema ganha imagens e trailer
A Vitrine Filmes divulgou o pôster, cinco fotos e o primeiro trailer de “Paraíso Perdido”, que marca a volta do cantor Erasmo Carlos ao cinema, mais de 40 anos após os filmes da Jovem Guarda e 34 desde seu último trabalho como ator. Ele interpreta o pai de um clã musical e dono da boite que dá título ao filme de Monique Gardenberg (“Ó Paí, Ó”). O filme gira em torno da boite Paraíso Perdido, um templo da música brega. A prévia não localiza a época da trama, mas o visual é bastante influenciado pela década de 1970, em especial as perucas, como a de Seu Jorge, outro cantor-ator do elenco. A trama apresenta este universo pelo olhar do policial à paisana Odair (Lee Taylor), após ele salvar a drag queen Imã (Jaloo) de um ataque homofóbico, achando que se tratava de uma mulher. Diante da violência, ele é contratado como segurança de Imã, que é a principal estrela do local, além de neta de José, o personagem de Erasmo. Os demais integrantes da família são os filhos Angelo (Júlio Andrade), Eva (Hermila Guedes), que está presa depois de matar o homem que a espancou enquanto estava grávida de Imã, o filho adotivo Teylor (Seu Jorge) e a neta Celeste (Julia Konrad). O elenco conta ainda com Malu Galli, Marjorie Estiano, Humberto Carrão, Felipe Abib, Paula Burlamaqui e eterna musa da pornochanchada Nicole Puzzi. O longa estreia no dia 31 de maio.
Netflix prepara projeto documental sobre Anitta
A Netflix está produzindo um projeto em forma de documentário sobre a vida e a carreira de Anitta. Em fase inicial, o projeto está sendo desenvolvido com participação da cantora, que teria decidido mostrar tanto seu lado pessoal quanto artístico. As assessorias envolvidas ainda não abriram maiores detalhes, mas em fevereiro uma equipe da Netflix já tinha sido vista registrando um pocket show de Anitta em Miami. Veja o vídeo abaixo. O documentário representa mais uma investida de Anitta em outros formatos de entretenimento. Na última terça-feira (3/4), ela estreou “Anitta Entrou no Grupo”, seu novo programa no canal Multishow, após comandar o “Música Boa Ao Vivo”. Mas como sua agenda é corrida, o novo programa terá só quatro edições. Anitta também estaria negociando protagonizar um filme policial, do mesmo autor de “Tropa de Elite”, mas quando esta notícia veio à tona em janeiro, ela ainda receava dar esse passo. ? É AGORA O DOCUMENTÁRIO!!! Aparentemente a Netflix estava gravando o show da Anitta esta madrugada na boate LIV, em Miami. pic.twitter.com/WmnGd0VRP4 — Central Anitta PT ?? (@CentralAnittaPT) February 23, 2018
Cleo Pires vira cantora e lança dois lyric videos de seu disco de estreia
A atriz Cleo Pires planeja seguir carreira musical. Ela lançou o lyric-video de “Bandida”, música que faz parte de seu EP de estreia, batizado de “Jungle Kid”. “É que eu sou bandida, erva venenosa, eu sou uma cobra, pronta para atacar”, diz um trecho da canção. Este é o segundo vídeo com letras – não um clipe – extraído do disco. Na semana passada, ela apresentou a faixa-título, cantada em inglês. Veja os dois abaixo. Vale lembrar que dois irmãos da atriz também são atores-cantores: Fiuk e Antonia Morais.











