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  • Música

    Lázaro Ramos canta em 10 clipes de músicas de projeto infantil

    23 de junho de 2019 /

    O ator e em breve cineasta Lázaro Ramos está estreando em nova atividade: a música infantil. Ele lançou o projeto “Viagens da Caixa Mágica”, um disco baseado em dois livros de poesia escritos para seus filhos. São dez faixas e todas ganharam “clipes” – na verdade, registros de estúdio do ator/cantor dividindo o microfone com parceiros e convidados – as cantoras (e atriz) Heloísa Jorge, Lellê e Jéssica Ellen e o músico Jarbas Bittencourt (diretor musical do Bando de Teatro Olodum), responsável pelas composições. O resultado soa como se os Tribalistas fizessem uma trilha para o “Castelo Rá-Tim-Bum”, com tom entre didático e bem-humorado, expressando preocupação de abordar identidade racial de forma lúdica no universo infantil. Lázaro, claro, já tem experiência como cantor. Ele gravou 45 músicas durante a produção da série “Mister Brau”, em que interpreta um cantor. Todas as dez faixas de “Viagens da Caixa Mágica” podem ser ouvidas/vistas no playlist abaixo.

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  • Filme,  Música

    O Barato de Iacanga vence o festival In-Edit Brasil

    23 de junho de 2019 /

    O filme “O Barato de Iacanga”, de Thiago Mattar, foi anunciado como vencedor do prêmio do júri do Festival In-Edit Brasil 2019, realizado em São Paulo e focado em documentários musicais. Com imagens raras de shows, “O Barato de Iacanga” resgata o lendário Festival de Águas Claras, que teve quatro edições realizadas entre 1975 e 1984 numa fazenda em Iacanga, no interior paulista. Considerado o “Woodstock brasileiro”, o evento reuniu artistas como Os Mutantes, João Gilberto, Gonzaguinha, Gilberto Gil, Som Nosso de Cada Dia, Egberto Gismonti, Raul Seixas, Alceu Valença e Jorge Mautner. E sofreu perseguição da ditadura militar por conta de sua influência hippie – com amor e drogas livres. A pesquisa de material do diretor, em busca de registros considerados perdidos, durou 10 anos. Com a vitória, “O Barato de Iacanga” será exibido também na edição 2019 do In-Edit em Barcelona e no circuito internacional dos festivais In-Edit. O júri do In-Edit Brasil ainda concedeu um prêmio especial para “Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos”, dirigido por Daniela Broitman, que também ficou com o Prêmio do Público. Veja abaixo o trailer do principal vencedor.

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  • Série

    Grupo evangélico faz campanha para Netflix cancelar série da Amazon

    20 de junho de 2019 /

    O grupo evangélico americano “Return To Order” resolveu protestar contra a exibição da série “Good Omens” e reuniu mais de 20 mil assinaturas para pedir para a Netflix cancelar a produção. O detalhe é a série é produzida por outra plataforma: a Amazon. “Eu amei que eles vão escrever para a Netflix para que ‘Good Omens’ seja cancelado”, manifestou-se o escritor Neil Gaiman em seu Twitter. “Isso diz tudo”. O texto da petição acusa a série de ser “mais um passo para fazer com que o satanismo pareça normal, leve e aceitável”, além de “ofender a sabedoria de Deus”. A organização ainda criticou o fato de Deus ser dublado por uma mulher (a vencedora do Oscar Frances McDormand). Para completar a falta de informação, o grupo pede que o cancelamento da série. Só que se trata de uma minissérie. Que teve todos os episódios disponibilizados na estreia e não produzirá 2ª temporada. Ou seja, além de mobilizar seus seguidores para atacarem a plataforma errada, o grupo pede o fim de uma série que já acabou. O Twitter da plataforma Amazon Prime Video brincou com a situação: “Ei, Netflix, eu cancelo ‘Stranger Things’ se você cancelar ‘Good Omens'”. E a Netflix também entrou na piada, comprometendo-se a não produzir mais a série. Adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett, a série estreou em 31 de novembro e acompanha um anjo e um demônio que, após séculos em lados opostos, resolvem se aliar para impedir o apocalipse. Para isso, precisam encontrar o anticristo adolescente, que desapareceu, além de lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse, anjos dissimulados e o arcanjo Gabriel, obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”), e o elenco ainda conta com Jon Hamm (“Em Ritmo de Fuga”), Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”), Mireille Enos (“Guerra Mundial Z”), Yusuf Gatewood (“The Originals”), Lourdes Faberes (“Knightfall”), Sam Taylor Buck (“Medici”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman assina a série como roteirista e showrunner. @neilhimself pic.twitter.com/XYbtfivKk1 — Walter de Bruin (@wdebruinjr) June 19, 2019 Hey @netflix, we'll cancel Stranger Things if you cancel Good Omens. ? https://t.co/EJPmi9rL7g — Amazon Prime Video US (@PrimeVideo) June 20, 2019 Best reply ever. #GoodOmens https://t.co/eiU8g7POMz — Neil Gaiman (@neilhimself) June 20, 2019

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  • Música

    Clipe de Baco Exu do Blues faz História com prêmio no festival publicitário de Cannes

    18 de junho de 2019 /

    O clipe “Bluesman”, do rapper Baco Exu do Blues, foi premiado nesta terça (18/6) no Festival Cannes Lions, principal premiação da publicidade mundial, na categoria Entertainment for Music (entretenimento para música). O vídeo brasileiro, dirigido por Douglas Bernardt, dividiu o prêmio com “This Is America”, de Childish Gambino, considerado pela crítica internacional o melhor clipe de 2018. A conquista superou “Apeshit”, do casal Beyoncé e Jay-Z , e “Oh Baby”, do grupo LCD Soundsystem, que estavam indicados na categoria. “Bluesman” foi destaque na Pipoca Moderna em seu lançamento, em dezembro passado, e também integrou a lista do site com os Melhores Clipes Brasileiros de 2018, publicada logo em seguida. O mercado publicitário brasileiro está acostumado a vencer categorias do Cannes Lions, mas é a primeira vez que um clipe nacional é premiado no evento. “A primeira coisa que pensei quando soube da notícia foi sobre a importância disso para o rap nacional. Ver o rap brasileiro chegando, disputando com o rap estrangeiro e ganhando espaço entre eles é muito impactante”, disse Baco Exu do Blues sobre a façanha, em comunicado “Além disso, o fato de um filme com um discurso negro, com todo elenco negro e que retrata a fragilidade e a força negra conseguir conquistar um prêmio desse tamanho sendo rap brasileiro é muito doido.” Praticamente um curta-metragem, com mais de 8 minutos de duração, “Bluesman” combina trechos de três músicas de Baco Exu do Blues e subverte expectativas com sua narrativa visual, que parece sugerir mais uma história de “negro correndo da polícia”, ao estilo “Cidade de Deus”, para se revelar a história de um “jovem Basquiat”, de um artista correndo atrás de seu destino. Quem corre é o ator Kelson Succi (da série “1 Contra Todos”), deixando para trás um monte de preconceitos, ao manifestar em sua disparada a mensagem da letra. “Eles querem um preto com arma pra cima /Num clipe na favela gritando cocaína/ Querem que nossa pele seja a pele do crime/ Que Pantera Negra só seja um filme”. Entretanto, o protagonista do clipe é um jovem da classe média, atrasado para uma aula de música. Um jovem estudioso. “Eles têm medo pra c* de um próximo Obama”, segue a letra. O clipe já foi assistido quase 1,5 milhão de vezes no YouTube. Veja mais uma vez abaixo.

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  • Música

    Daniela Mercury celebra Dia dos Namorados com clipe romântico LGBTQIA+

    12 de junho de 2019 /

    A cantora Daniela Mercury lançou o clipe de “Duas Leoas”, música que inclui vocais de sua mulher Malu Verçosa. A canção romântica fala sobre o relacionamento amoroso do casal, formado por duas leoninas – daí o título da canção. “Nós duas, nós nuas, e o nosso amor à toa”, canta Daniela. Para completar, o clipe chega na internet no Dia dos Namorados (12/6). E também é uma celebração do Mês do Orgulho LGBTQIA+, comemorado em junho. O casal dedicou o vídeo, que traz várias cenas de intimidade delas, à comunidade LGBTQIA+ e aos ministros do STF que recentemente votaram por criminalizar a homofobia. O julgamento, por sinal, será retomado nesta semana, a tempo de ser festejado na Parada de Orgulho LGBTQIA+.

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  • Filme,  Música

    Festival Cine-Edit Brasil faz festa de documentários musicais com filmes e shows

    12 de junho de 2019 /

    O Festival Cine-Edit Brasil chega a sua 11ª edição nesta quarta (12/6) em São Paulo, fazendo um panorama abrangente da produção de documentários musicais no país e no mundo. Até 25 de junho, o evento vai exibir, ao todo, 57 filmes em cinco salas – Spcine Olido, CCSP, Cinemateca e Matilha Cultural, com entrada gratuita, e no CineSESC, com ingressos a R$ 12. Também estão programadas sessões especiais do lançamento da série “História Secreta do Pop Brasileiro”, de André Barcinski, sobre músicas da Xuxa, Gretchen e as picaretagens que fizeram sucesso nos anos 1970 e 1980. Sem esquecer de atividades paralelas, como uma Feira de Vinil e muitos shows, que levam o festival a ocupar novos espaços, como a Sala Olido, Sala Adoniran Barbosa (CCSP), Cine Joia, Blue Note São Paulo e Z Largo da Batata. O fato de se tornar um projeto de fôlego, com expansão para mais locais e com shows de alguns dos artistas documentados, demonstra seu fortalecimento, mesmo tão próximo do É Tudo Verdade, o festival de documentários mais proeminente do Brasil – que acontece em abril, sempre lançando muitos filmes musicais. O longa de abertura é “My Generation”, um passeio pela era mod de Londres nos anos 1960, guiado pelo ator Michael Caine, com depoimentos de Paul McCarney, Roger Daltrey, Marianne Faithfull, Lulu e outros. A seleção internacional inclui mais 20 títulos de diversos países, a maioria produções inéditas no Brasil e sem previsão de estreia no circuito comercial, que abordam artistas tão diferentes quanto Joan Jett, Miles Davis, New Order, Ryuichi Sakamoto, Agnostic Front, Elvis Presley, Luther Pendergrass e Suede, além de gravadoras históricas, como Trojan e Blue Note, referências do reggae e do jazz, e até a lendária discoteca Studio 54, de Nova York. A lista nacional é ainda mais eclética, com diversas estreias nacionais. Há obras sobre artistas como Alceu Valença, Arrigo Barnabé, Dorival Caymmi, Arnaldo Antunes, Clementina de Jesus, Edy Star, grupo Rumo, A Grande Trepada, Nação Zumbi e também sobre gravadoras nacionais, como a Deck Discos, e movimentos musicais, do underground indie de “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music”, à história da música eletrônica nacional, em “Eletronica:Mentes”, sem esquecer de “O Barato de Iacanga”, que lembra o lendário Festival de Iacanga, responsável por juntar em 1975 Os Mutantes, Som Nosso de Cada Dia e Jorge Mautner. Entre os curtas, destacam-se registros de artistas femininas, como “Beat É Protesto – O Funk Pela Ótica Feminina” e “Feito por Elas”, sobre bandas de rock femininas do underground paulistano. A programação completa, com todos os títulos, horários e endereços, pode ser conferida no site oficial.

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  • Filme,  Música

    In-Edit protesta contra decreto de liberação de armas em vídeo oficial do festival

    11 de junho de 2019 /

    O vídeo que divulga o In-Edit Brasil, Festival Internacional do Documentário Musical que começa na quarta (12/6) em São Paulo, traz um mensagem embutida contra o Projeto de Decreto n° 9785, de 2019, que facilita a venda de armas de fogo para a população brasileira. A peça traz imagens de quatro músicos que perderam suas vidas após receberem tiros: Sabotage, MC Daleste, Speedfreaks e Evaldo Rosa. Eles aparecem em meio de imagens de munição, com os rostos formados por uma montagem de balas. Sabotage foi morto por quatro tiros, em São Paulo, em janeiro de 2003, aos 29 anos, após provocar uma revolução no rap nacional com seu primeiro álbum solo, “Rap é Compromisso”, além de ter atuado nos filmes “Carandiru” e “O Invasor”. MC Daleste foi morto durante uma apresentação, em Paulínia, em 2013, aos 20 anos. Um dos precursores do funk paulista, ajudou a popularizar o gênero com canções como “Angra dos Reis”, “Água na Boca” e “Mina de Vermelho”. Speedfreaks foi encontrado em um valão, com marcas de tiros, em Niterói, em 2010, aos 36 anos. Considerado um dos pioneiros do hip-hop no Rio de Janeiro, gravou com Black Alien, Planet Hemp, Fernanda Abreu e Marcelo D2, entre outros, e teve canções remixadas por artistas como Afrika Bambaataa e Fat Boy Slim. Evaldo Rosa teve o carro alvejado por mais de 200 tiros, dados por militares do Exército, em frente ao quartel de Guadalupe, no Rio de Janeiro, quando passeava com sua família em abril passado, aos 51 anos. Era cavaquinista no grupo de pagode Remelexo da Cor. Todos eles deixaram um vazio enorme em suas famílias e no mundo artístico. Com esta ação, o In-Edit Brasil pretende convidar a sociedade a refletir melhor sobre o decreto e também se posicionar em pesquisa do Portal e-Cidadania do Senado Federal – este é o link para para dar sua opinião. Veja o vídeo abaixo.

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  • Filme,  Música

    Guitar Days: Documentário sobre rock indie brasileiro ganha trailer para estreia no In-Edit

    8 de junho de 2019 /

    Depois de ser exibido na Europa, Ásia, EUA e ser premiado na Espanha em setembro, o documentário “Guitar Days – An Unlikely Story of Brazilian Music” vai finalmente ter sua première no Brasil, na programação do Festival In-Edit. Em antecipação à exibição, a produção ganhou um novo trailer, que pode ser conferido abaixo. O filme o diretor paulistano Caio Augusto Braga traça as linhas do tempo das chamadas “guitar bands” e da construção do rock indie brasileiro cantado em inglês, desde seus primórdios, ali no final dos anos 1980, passando pelo boom nos anos 1990 e seguindo até a atualidade. O diretor colheu depoimentos de personagens centrais do indie rock nacional e gringo para tratar das grandes histórias (e também dos detalhes) de um cenário musical que mudou toda a estética do rock brasileiro. Entre os entrevistados estão músicos das bandas Maria Angélica, Pin Ups, Second Come, Killing Chainsaw, Mickey Junkies e PELVs, os saudosos Kid Vinil e Carlos Miranda, e os internacionais Thurston Moore (Sonic Youth), Mark Gardener (Ride), Stephen Lawrie (The Telescopes), além do jornalista que cunhou o termo “grunge”, Everett True. O festival In-Edit começa sua 11ª edição na quarta-feira (12/6) em São Paulo, e a exibição de “Guitar Days” vai acontecer em três datas, no Cinesesc (15), Cine Olido (18) e Centro Cultural São Paulo (22). Após a exibição do dia 22, haverá o show Guitar Days, com participação das bandas Pin Ups, Wry, Twinpine(s), Sky Down e convidados. Para total transparência: o editor da Pipoca Moderna é um dos entrevistados do filme.

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  • Série

    Good Omens ganha 18 pôsteres de personagens

    4 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou uma coleção com 18 pôsteres de personagens de “Good Omens”, adaptação do livro “Belas Maldições”, escrito por Neil Gaiman e o falecido autor Terry Pratchett, que estreou na sexta (31/5) na plataforma de streaming. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Após séculos em lados opostos, eles resolvem se aliar para impedir o apocalipse. Para isso, precisam encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”), que desapareceu, além de lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse, anjos dissimulados e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”), Mireille Enos (“Guerra Mundial Z”), Yusuf Gatewood (“The Originals”), Lourdes Faberes (“Knightfall”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Além de ter escrito o livro, Neil Gaiman também assina a série como roteirista e showrunner. “Good Omens” é a segunda adaptação do escritor disponibilizada pela Amazon. Gaiman também escreveu o livro que virou “American Gods”, produção do canal pago Starz distribuída pela plataforma de streaming no mercado internacional.

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  • Música,  Série

    Emicida lança clipe de rap sobre a série Good Omens

    2 de junho de 2019 /

    A Amazon divulgou um clipe com o rapper Emicida para promover sua nova série “Good Omens”. A música se chama “Final dos Tempos” e remete à trama da atração, mostrando Emicida como dois personagens, um anjo e um demônio. Criado pela agência WMcCann, o clipe/campanha é um projeto colaborativo com o rapper, que é fã declarado do escritor Neil Gaiman, autor de “Good Omens” e também de “American Gods”, outra adaptação exibida pela plataforma Prime Video, da Amazon. O rapper teve liberdade completa para criar a música. Além do lançamento do clipe no canal do YouTube de Emicida, a Amazon também está utilizando a música nos comerciais da série. “Good Omens” estreou na sexta-feira em streaming. Com tom de comédia, a minissérie acompanha a aliança relutante entre um anjo e um demônio, que se tornaram amigos após séculos de interação em lados opostos e decidem e se juntam para impedir o apocalipse. Os personagens centrais são o anjo Aziraphale, vivido por Michael Sheen (série “Masters of Sex”), e o demônio Crowley, interpretado por David Tennant (séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”). Eles resolvem encontrar o anticristo adolescente (Sam Taylor Buck, de “Medici”) antes do pior acontecer. Mas terão que lidar com os quatro motoqueiros do apocalipse e o arcanjo Gabriel (vivido por Jon Hamm, de “Mad Men”), obcecados em levar a cabo o Armageddon. Sem esquecer, claro, de Deus e o diabo. O elenco ainda conta com Jack Whitehall (série “Fresh Meat”), Michael McKean (série “Better Call Saul”), Miranda Richardson (franquia “Harry Potter”) e as vozes de Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o diabo, Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) como Deus e Brian Cox (“Succession”) dublando a Morte. Autor do livro em que a série se baseia, Neil Gaiman também assina a produção como roteirista e showrunner.

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  • Série

    História Secreta do Pop Brasileiro: Minissérie ganha trailer com histórias deliciosas de Xuxa e Gretchen

    1 de junho de 2019 /

    A minissérie documental “História Secreta do Pop Brasileiro”, sobre os segredos de bastidores e gravações de hits dos anos 1970 e 1980, ganhou seu primeiro trailer. E a prévia é deliciosa, repleta de histórias sensacionais. Concebida pelo jornalista André Barcinski, a produção de oito episódios mostra como a indústria de discos nacionais criou artistas fictícios e transformou músicos brasileiros em gringos, além de revelar o processo de criação de hits de Gretchen, Xuxa e até do tema de abertura de “Chaves”. Com mais de 4 minutos de duração, a prévia mostra, por exemplo, como o compositor Paulo Massadas conseguiu fazer Xuxa cantar pela primeira vez para gravar um disco. “Eu não sabia bem quem era a Xuxa”, conta Massadas. “De fato, ela não cantava. Ela falou: ‘Eu não canto’. Ela botava o fone. E o que ela estava ouvindo no fone? Minha voz. Ela tenta sair atrás da minha voz.” O método também incluía segurar as mãos da modelo-apresentadora. “Ao mesmo tempo, eu segurava nas mãos dela e pressionava para dar o ritmo”, o produtor explica, demonstrando como fez para ela manter o tom. Outra história divertida é sobre o início da carreira de Gretchen. Ela revela que, no início, foi orientada para não cantar, apenas fazer “gritinhos” e “sussurros”. “O [produtor] Mister Sam disse: ‘Não quero que você cante. Quero que você esqueça que é uma cantora. Você vai só fazer o que eu mando. Quero que você dê uns gritinhos. Que você faça uns sussurros”. Os gemidos viraram marca registrada da cantora. A onda de cantores românticos dos anos 1970 que gravavam músicas em inglês também ganha destaque, revelando como Maurício Alberto se transformou em Morris Albert, Jessé virou Tony Stevens e até Fabio Jr teve seu período de Mark Davis. A série vai ter première no Festival In-Edit, em São Paulo, em 17 de junho, onde seus três primeiros episódios serão exibidos, seguidos de um debate. A estreia televisiva deve acontecer em julho no canal pago Music Box Brasil.

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  • Música

    Ludmilla disponibiliza seu primeiro “DVD” na íntegra no YouTube

    31 de maio de 2019 /

    Ludmilla divulgou seu “DVD” inteiro no Youtube e nos serviços de streaming. Anunciado como primeiro DVD da cantora, “Hello Mundo” virou iframe numa época em que disquinhos físicos são considerados artigos de sebo. Gravado em fevereiro no Rio de Janeiro, o show foi divido em “faixas” e disponibilizado nesta sexta (31/5). Entre as músicas inéditas, há parcerias com Simone e Simaria (“Desce Com Maldade, Sobe Com Autoridade”), Ferrugem (“De Rolê”) e Léo Santana (“Invocada”), além das antecipadas com Anitta (“Favela Chegou”) e Jão (“A Boba Fui Eu”). Há, inclusive, um cover acústico de “Halo”, hit de Beyoncé, que remete à época em que a cantora se apresentava como MC Beyoncé, no início da carreira. O resultado é… complicado. Veja e ouça abaixo na íntegra.

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  • Filme

    Trailer de cinebiografia lembra músicas e polêmicas da vida do cantor Wilson Simonal

    28 de maio de 2019 /

    A Downtown Filmes divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca diversas músicas de sucesso, a interpretação carismática de Fabrício Boliveira no papel-título e a reviravolta polêmica na carreira do ídolo pop, que de uma hora para outro perdeu tudo e todos lhe viraram as costas, por suposta ligação com o DOPS, a gestapo da ditadura militar brasileira. Além de Fabrício Oliveira como Simonal, a prévia destaca Ísis Valverde como sua esposa Tereza. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também baseado no pop nacional. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.

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