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  • Filme,  Música

    José Padilha vai produzir filme sobre o rapper Sabotage

    5 de setembro de 2019 /

    A produtora Zazen, do cineasta José Padilha (“Tropa de Elite”), vai realizar um filme sobre a vida do rapper paulista Sabotage, nome artístico de Mauro Mateus dos Santos Filho. Orçado em R$ 9 milhões, o longa-metragem vai chegar aos cinemas em 2020, 17 anos após a morte do cantor, uma das figuras mais importantes do rap nacional. Sabotage inspirou milhares de jovens ao gravar um rap consciente e carregado de realidade. Ela saiu do tráfico para criar rimas sobre a vida violenta na periferia e lançou um álbum elogiadíssimo em 2000, “Rap É Compromisso!”. Com a carreira em ascensão, chegou a participar dos filmes “O Invasor” (2002), dirigido por Beto Brant, e do premiado “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. Mas foi alvejado com quatro tiros em via pública, após deixar sua esposa no trabalho, na manhã de 24 de janeiro de 2003. O suspeito Sirlei Menezes da Silva tentou colocar a culpa no PCC, mas acabou condenado a 14 anos de prisão pelo assassinato do artista. Relembre abaixo o clipe “Um Bom Lugar”, uma das músicas mais conhecidas do rapper, que teve entre seus diretores Beto Brant.

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  • Filme

    Simonal desmistifica história do primeiro astro pop negro do Brasil

    31 de agosto de 2019 /

    Wilson Simonal tem uma história obtusa, com reveses duvidosos e meandros complexos, isso é fato. A música de Simonal, por sua vez, é leveza, sorriso e diversão pura, de um balanço e um swing únicos. O longa “Simonal”, de Leonardo Domingues, tenta mais uma vez resgatar e desmistificar tudo que ronda a história daquele que foi o primeiro grande astro pop negro do Brasil. O resultado final é uma cinebiografia bem acima da média da maioria lançada nos últimos anos em nosso cinema: ritmo coeso, bom recorte temporal, atuações certeiras e uma direção firme fazem do filme uma sessão imperdível. “Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei” (2009), documentário dirigido por Micael Langer, Calvito Leral e Cláudio Manoel, deu nova luz à história de Wilson Simonal dez anos atrás, quando o artista passou por redescoberta de público e mídia. “Simonal”, o novo longa, busca levar essa redescoberta a um público ainda maior, expandindo esse resgate com uma história cheia de complexidades. Simonal era astro gigante, do tipo que carregava multidões com hits geniais, porém em um jogo perigoso que envolvia ego elevado e gastos exacerbados, o artista entrou em uma espiral negativa, que o fez ter envolvimentos escusos com os militares da época. Em tempos espinhosos de ditadura militar, alimentou-se a história de que o músico era uma espécie de informante dos milicos. Pronto, estava formada a fogueira de Simonal, o “grande dedo duro dos anos 1970”. Até sua morte, em 2000, o músico viveu na obscuridade, tentando repetidamente provar que nunca dedurou ninguém. O longa de estreia de Leonardo Domingues busca reconstruir a ascensão e queda de Simonal em um arco bem definido, que começa com o encontro do músico com Carlos Imperial, passa pelo seu sucesso comercial e esmiúça a derrocada com olhar sincero. Sinceridade é uma palavra-chave em “Simonal”, já que estamos mergulhados em um mar de cinebiografias que são chapas-brancas e buscam mais contar os louros de seus biografados do que realmente uma história com vieses. O roteiro de Victor Atherino não busca pintar um Simonal perfeito e imaculado, que sofreu nas mãos de algozes, pelo contrário, apresenta um personagem extremamente humano, cheio de falhas, defeitos e erros, mas que sabia bem o afronte que era ser um astro negro e rico em um país racista como o Brasil. O personagem ganha vida nas telas por Fabrício Boliveira, que consegue captar o charme e todas as dualidades do artista. Ísis Valverde é sua principal parceria de cena, interpretando a esposa Teresa em atuação segura e convincente, apesar do mar de perucas ruins de sua caracterização (os dois já tinham trabalho juntos em “Faroeste Caboclo”, do mesmo roteirista). Há outros destaques no elenco, como a incrível personificação de Miele por João Velho, ou mesmo Mariana Lima como Laura Figueiredo. Por outro lado, Carlos Imperial, personagem fundamental do universo pop na década de 1960, é interpretado de forma canastrona por Leandro Hassum, que, mesmo ruim, ainda consegue ser menos pior que a vergonhosa interpretação do personagem feita por Bruno de Luca no recente “Minha Fama de Mau” (Lui Farias, 2019). As reconstruções de época dão o clima de ostentação e charme que rodeavam Simonal, com seus looks espalhafatosos; além disso, há charmosas inserções de letreiros e cartazes na tela, incluindo aí joguetes onde o rosto de Simonal aparece meio que confundido com o do ator Fabrício Boliveira, que refez capas e fotos icônicas do músico. Em um dos momentos mais emocionantes do filme, o diretor se vale de material documental e reexibe uma apresentação histórica de Simonal no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, com uma plateia alucinada – ver essas imagens restauradas é de arrepiar! Em tempos de artistas “cancelados”, de discussões sobre erros e perdões, é interessante refletir sobre como Simonal pagou caro demais por um erro que, aparentemente, nunca cometeu. Há uma boa lista de artistas que defenderam ao seu modo a Ditadura Militar ou mesmo que ficaram sobre o muro de forma melindrosa e nem por isso sofreram o backlash que Simonal sofreu. “Simonal”, o filme, coloca como importante pano de fundo uma questão racial que não pode ser ignorada nesse cenário. Em cena simbólica, Simonal conversa com Elis Regina, que diz “eles me perdoaram quando eu cantei o Hino, irão te perdoar agora”, no que ele responde “eles te perdoaram, mas não vão me perdoar e você sabe o porquê”. “Simonal” é filme histórico, de rememoração, mas que fala muito sobre o nosso tempo, que nos diz muito sobre raça, força e arte em 2019, por isso precisa ser visto e debatido o quanto antes.

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  • Música

    Iza celebra o amor e a vida simples em clipe repleto de positividade

    23 de agosto de 2019 /

    A cantora carioca – e jurada do “The Voice Brasil” – Iza lançou o clipe de “Meu Talismã”, dirigido por Felipe Sassi, responsável por seus principais vídeos (“Brisa”, “Dona de Mim”, “Ginga” e “Pesadão”). No vídeo, Iza anda de moto, come espetinho, usa uma câmera antiga, sempre ao lado do seu par romântico. “Você me traz sorte, é meu talismã”, diz a canção, que celebra a união de um casal diante das diferentes adversidades da vida. Há cenas de trabalho duro em um salão de beleza e de dificuldades para pagar as contas, com direito a corte de energia. “Mas se a gente tem amor /A gente tá no lucro”, diz a letra, enquanto o clipe apresenta o outro lado da moeda, com dança, cervejinha e felicidade. A positividade da canção, celebrando o amor e a vida simples nos subúrbios, é embalada por um ritmo de R&B moderno, puxado para o pop, que é novidade no repertório da cantora, e tem tudo para dar sequência ao sucesso de “Brisa” na rádios e paradas de streaming.

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  • Música,  Série

    Minissérie sobre os Mamonas Assassinas define elenco e marca data de gravações

    7 de agosto de 2019 /

    A já “lendária” minissérie sobre os Mamonas Assassinas vai finalmente sair do papel. Além de ter escalado o elenco protagonista, a produção marcou o começo das gravações para setembro. O ator Ruy Brissac, que já atuou como o vocalista Dinho na versão teatral “O Musical Mamonas”, foi escalado como o protagonista, enquanto Alberto Hinoto, sobrinho do guitarrista Bento, interpretará o músico. Andrey Lopes será o tecladista Júlio Rasec e Júlio Oliveira atuará como o baterista Sérgio Reoli. O único nome não revelado foi o do ator que interpretará o baixista Samuel Reoli. Léo Miranda, conhecido pela novela “Jesus”, foi escolhido para comandar a minissérie, que é uma parceria entre a Record e a Total Filmes. Criada por Carlos Lombardi, a atração terá cinco capítulos, que depois serão reeditados em formato de filme. Curiosamente, isto é o contrário do que costuma acontecer com as coproduções da Globo Filmes – onde a ordem é: primeiro cinema, depois minissérie. Ainda não detalhes oficiais sobre a abordagem da produção, mas a trama não deve escapar do registro da meteórica carreira da banda de Garulhos, que surgiu com o nome Utopia fazendo covers de Legião Urbana, Titãs e Rush, e estourou como Mamonas Assassinas, com letras escrachadas e paródias que iam do metal ao pagode. No auge da carreira, em 1996, todos os integrantes morreram num acidente aéreo fatal. Vale lembrar que a minissérie foi anunciada há três anos, mas acabou paralisada devido a desentendimentos entre o autor Carlos Lombardi e os familiares da banda sobre como a história seria contada, além da demora na liberação da verba da Ancine, que não aconteceu dentro do cronograma traçado. A Record esperou os problemas se desenrolarem, financeira e criativamente, para viabilizar a produção.

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  • Música,  Série

    Animação Mundo Bita ganha clipe com música de Pitty

    3 de agosto de 2019 /

    A animação “Mundo Bita” ganhou um clipe exclusivo. Com imagens ambientadas no mundo circense da atração, que surgiu em aplicativos e DVDs, antes de fazer sucesso no YouTube, na Netflix e no Discovery Kids, o clipe destaca a música “Coragem”, cantada por Pitty especialmente para a série. “Coragem” foi composta por Chaps Melo, criador dos personagens e responsável pelas músicas de “Mundo Bita”. Desenvolvida pela produtora pernambucana Mr. Plot, a série é uma animação essencialmente musical, ensinando as crianças a lidarem com o mundo por meio de canções que abordam desde a preservação da natureza e criação dos filhos até questões atualíssimas, como igualdade de direitos para meninos e meninas e inclusão de deficientes físicos. A músicas também são lançadas em discos. E um desses discos, “Bita e a Natureza”, foi indicado ao Grammy Latino como Melhor Álbum Infantil no ano passado.

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  • Música

    Playlist: Veja 400 clipes com novas músicas do Lado B do YouTube

    28 de julho de 2019 /

    É frustrante constatar que, no mundo conectado atual, as playlists de streaming apresentam os mesmos artistas e os hits que a maioria conhece de cor. A playlist a seguir vai na contramão dessa preguiça cultural com um passeio pela novidade, encontrada nas paisagens mais distantes, locais menos conhecidos e porões pouco frequentados do YouTube. Uma turnê por 400 clipes lançados em março e abril, de lugares tão díspares quanto Guatemala e Filipinas, que se perdem em meio ao excesso de informação mundial. Não é o pop da MTV, apesar de Billie Eilish ter se infiltrado de contrabando. Mas não deixa de ser o pop de alguns países, representando diferentes vertentes do que está acontecendo na música atual. A separação em Lado A e Lado B é uma convenção ditada pelos limites técnicos do YouTube, que não permite incorporar mais que 200 vídeos por playlist. Mas desta vez veio a calhar, já que o lado A é mais dançante e o B mais roqueiro. Ainda assim, não são seleções separadas – o final da primeira emenda no início da segunda, num crescendo que vai do reggae ao folk, passando por muitas mutações ao longo desse caminho. A maioria dos artistas é bem jovem, como a australiana Hatchie que ilustra o post, mas a seleção contempla alguns veteranos, entre eles os pós-punks Gang of Four e A Certain Ratio, a banda gótica Rosetta Stone, a industrial Rammstein e a indie Primal Scream, que comparece com uma gravação da C86, a lendária fita K7 da NME sobre a “classe de 1986” – a música é nada menos que “Velocity Girl”, que ganha seu primeiro clipe após 33 anos, para acompanhar uma coletânea recém-lançada da banda. Roqueiros britânicos e americanos são maioria, mas há gravações de house sul-africano, beats eletrônicas de Gana, ska indonésio, punk russo, soul sul-coreano, rap alemão, indie taiwanês e muita gente boa da cena alternativa brasileira, entre inúmeras outras opções. Abaixo dos vídeos, estão os nomes dos artistas, faixas e nacionalidades, informações que servem de ponto de partida para quem quiser saber mais sobre cada faixa – porque só para escrever a listagem foram três dias (nas horas de “folga” das demais postagens do site)! Se gostou da curadoria, compartilhe o link com os amigos. Esse trabalho de desbravamento é cansativo e beira o insano devido ao TOC de “discotecagem” – de organizar os vídeos por estilo, bpm, afinação, acordes similares – , para chegar num streaming contínuo de mais de 24 horas de música. Ficou curioso? Basta apertar play para explorar esse admirável mundo alternativo – e quem sabe acrescentar novos nomes na sua lista de favoritos. LADO A 1 Bomba Estéreo ft. Systema Solar – Carnavalera (Argentina) | 2 The Bennies – Lets Go Get Stoned (Austrália) | 3 J. Derobie – Irie (Gana) | 4 Nikisuka – Zona Nyaman (Indonésia) | 5 The Keystone Ska Exchange – Pretty Girl (EUA) | 6 Pedro Mann ft. Mari Blue – Menino e Menina (Brasil) | 7 Inna de Yard ft. Kiddus I – If You Love Me (Jamaica) | 8 Leopard ft. Mr Eazi – Shola (Remix) (Nigéria) | 9 Eazzy – Odo (Gana) | 10 Monkey Jhayam e Victor Rice – Preto (Monk Tape 2019) (Brasil) | 11 Vybz Kartel – Undisputed Champion (Jamaica) | 12 Beenie Man – Know Bout Yuh (Jamaica) | 13 Giggs – Baby (Inglaterra) | 14 Raja Meziane – Allo le Système! (Argélia) | 15 Coucou Chloe – Gecko (Inglaterra) | 16 Yurufuwa Gang & Ryan Hemsworth – Fresh All Day (Japão/Canadá) | 17 Kamui – RAF (Japão) | 18 Rincon Sapiência – Bon Voyage (Crioulo em Paris) (Brasil) | 19 A-WA – Hana Mash Hu Al Yaman (Israel) | 20 Bagarre – Kabylifornie (França) | 2 Zero12sfinest ft Thamagnificent2 – Baby Are You Coming (África do Sul) | 22 Tshegue – The Wheel (França) | 23 Mace & Ckrono ft.. MC Bin Laden – Vroom Vrau (Crookers Remix) (Itália/Brasil) | 24 Tzusing — Circa Taipei (Taiwan) | 25 Moguai & Luciana – Faith (Alemanha/Inglaterra) | 26 Loopers – Feel It (Holanda) | 27 Underworld – This Must Be Drum Street (Inglaterra) | 28 Corps – Sur L’Autoroute (França) | 29 Minimal Violence – June Anthem (Canadá) | 30 Yellow Claw, RL Grime & UNKWN – Tokyo Tra (Holanda/EUA) | 31 Cumhur Jay – Voices (Espanha) | 32 Flip-Flop – Damage (EUA) | 33 Fujiya & Miyagi – Flashback (Inglaterra) | 34 Matias Aguayo – Pikin (Alemanha) | 35 imi – The Fence (Inglaterra) | 36 Lomea – You Are Your Memories (Inglaterra) | 37 Montoya – Perla (Itália) | 38 Kelly Moran – Water Music (EUA) | 39 Leifur James – Wurlitzer (Inglaterra) | 40 The Funk Hunters – Soul City (Canadá) | 41 Sam Dian – Blue Desire (França) | 42 Killavesi – Dont Think You Should (EUA) | 43 Hyyts – Car Crash Carnivore (Escócia) | 44 Deichkind – Richtig Gutes Zeug (Alemanha) | 45 Lucky Kilimanjaro – 風になる (Japão) | 46 DJ Mshega ft. Ziyon – How Do You Feel (África do Sul) | 47 Pitch 92 Ft. DRS – Makes No Sense (Inglaterra) | 48 Yaw. – Free Zone (Austrália) | 49 Rhino ft. Too Many T’s – Dream (França/Inglaterra) | 50 Afro Parker – Do I Love You? (Japão) | 51 Black Alien – Vai Baby (Brasil) | 52 Indee Styla ft. Drik Barbosa – Hijas de La Libertad (Espanha/Brasil) | 53 Audrey – Souffle (EUA) | 54 Yanga Chief – Utatakho (África do Sul) | 55 Stormzy – Vossi Bop (Inglaterra) | 56 Ashnikko – Special (Inglaterra) | 57 Frikstailers ft. Mateo Kingman – Brinca (México/Equador) | 58 Carnage ft. Prinze George – Letting People Go (EUA) | 59 Billie Eilish – You Should See Me in a Crown (EUA) | 60 Meernaa – Better Part (EUA) | 61 Alaskalaska – Bees (Inglaterra) | 62 Tom Demac – Serenade (País de Gales) | 63 Claudia Bouvette – Cool It (Canadá) | 64 Girl Crush – Blame Girls (Suécia) | 65 Le Boom – Just Want to (Irlanda) | 66 Robyn – Between The Lines (Suécia) | 67 Christine and the Queens – Comme si (França) | 68 Prince Kaybee ft. Msaki – Fetch Your Life (África do Sul) | 69 Meduza ft. Goodboys – Piece Of Your Heart (Itália/Inglaterra) | 70 Victor Lou – This Is House (Brasil) | 71 Meute – Araya (Fatima Yamaha Rework) (Alemanha) | 72 Purple Disco Machine – Body Funk (Alemanha) | 73 King Arthur x Big Pineapple – Friends (EUA/Holanda) | 74 The Mansisters – Amigo (Dinamarca) | 75 Acado & Modest Crow – Matoke (Alemanha/Israel) | 76 Carl Nunes – Hong Kong Flow (Guatemala) | 77 Jackie Mendoza – Mucho Más (México) | 78 SDH (Semiotics Department of Heteronyms) – I Mean (Espanha) | 79 Snapped Ankles – Tailpipe (Inglaterra) | 80 MadMadMad – Mouse Rock (Inglaterra) | 81 Ladilla Rusa ft. Joan Colomo & Los Ganglios – Kitt y los Coches del Pasado (Espanha) | 82 Lust for Youth – By No Means (Dinamarca) | 83 Knight$ – Gelato (Inglaterra) | 84 Boy Harsher – Come Closer (EUA) | 85 Scalping – Satan II (Inglaterra) | 86 Sextile – Hazing (EUA) | 87 Czarina – Burn (EUA) | 88 WLDV (We Love Dolce Vita) – The Cellar (Espanha) | 89 Sex Gang Children – Pigs To Men (MGT remix) (Inglaterra) | 90 The Present Moment – Waiting (EUA) | 91 Scratch Massive – Dancer in the Dark (França) | 92 Miqui Brightside x Les Gordon ft. Adriana Proenza – Night Goes (Espanha/França) | 93 MXMS – Salvation Hurts (EUA) | 94 Isaura – Liga-Desliga (Portugal) | 95 Malik Djoudi – Epouser la Nuit (França) | 96 Memphis LK – Speak Honestly (Austrália) | 97 Cheat Codes ft. Kaskade – Be The One (EUA) | 98 TR/ST – Gone (Canadá) | 99 Clara Luciani – On ne Meurt pas D’amour (França) | 100 Trevor Something – The Chemical of Love (EUA) | 101 Malory – Amour Dété (França) | 102 Clubz ft. Ela Minus – Nagano (México/Colômbia) | 103 Say Yes Dog – Lies (Holanda) | 104 Self Esteem – (Girl) Crush (Inglaterra) | 105 Band à Part – Cómo Hablar con Chicas en las Fiestas (Espanha) | 106 Los Amigos Invisibles – Tócamela (Venezuela) | 107 Diron Animal & Moullinex – You and Me (Portugal) | 108 Lucy Lu – Crucial (Inglaterra) | 109 Alpine – Dumb (Austrália) | 110 Surfistas del Sistema – Te Miro Para Ver Si Me Ves Mirarte (Argentina) | 111 Yumi Zouma – Crush (It’s Late, Just Stay) (Nova Zelândia) | 112 I Know The Chief – Jeff Goldblum’s House (Austrália) | 113 C Duncan – Talk Talk Talk (Escócia) | 114 Diane Coffee – Like A Child Does (EUA) | 115 Some Sprouts – Someone You Love (Alemanha) | 116 Magdalena Bay – Only If You Want It (EUA) | 117 Escort – Outta My Head (EUA) | 118 Feet – Ad Blue (Inglaterra) | 119 Approachable Members Of Your Local Community ft. Heaps Good Friends – One I Need (Austrália) | 120 Follies & Vices – Dont Hold Back (EUA) | 121 LambC – Treat You Right (Coreia do Sul) | 122 Great Mountain Fire – Look Up (Bélgica) | 123 Tracky – Boys in Black (Inglaterra) | 124 A Certain Ratio – Houses in Motion (Inglaterra) | 125 Richard Fenet – Peau de Pêche (França) | 126 The Driver Era – Feel You Now (EUA) | 127 Aldo – Trembling Eyelids (Brasil) | 128 Gold Fields – GLOW (Austrália) | 129 Gang Of Four – Change the Locks (Inglaterra) | 130 Juju ft. Goatman – I’m in Trance (Itália/Suécia) | 131 Wooze – Cousin Paul From Paddington (Inglaterra) | 132 Marike Jager – Hey Are You OK (Holanda) | 133 Good Cop Bad Cop – Taste The Danger (Part II) (Inglaterra) | 134 Missio – I See You (EUA) | 135 Costera – Damos Vueltas (México) | 136 La Casa Azul – El Final Del Amor Eterno (Espanha) | 137 Sophie and the Giants – The Light (Inglaterra) | 138 Vivin – Half Moon Half Sun (Áustria) | 139 Geographer – Summer of my Discontentment (EUA) | 140 Bastille – Doom Days (Inglaterra) | 141 Eden Samara – Days (Canadá) | 142 Camilo Séptimo – Contacto (México) | 143 Korin F. – Cest Pas Tout (França) | 144 Bayo – Peixe (Brasil) | 145 Capitão Fausto – Boa Memória (Portugal) | 146 Beatenberg & Tresor – Aphrodite (África do Sul) | 147 Daybreak – Dreaming Island (Coreia do Sul) | 148 C&K – 精鋭 (Japão) | 149 A Olívia – Passar em Branco (Brasil) | 150 LP – Girls Go Wild (EUA) | 151 Bleached – Hard to Kill (EUA) | 152 Sun Sweet Sun – Blue (Brasil) | 153 Das Paradies – Eis auf Einer Scholle (Alemanha) | 154 Drive Boy – Night Crawler (Japão) | 155 Indios – Ya lo Sé (Argentina) | 156 Neleonard – El Último Segundo (Espanha) | 157 Halfnoise – Who Could You Be (EUA) | 158 Roman Kakumei – 愛は1/2 (Japão) | 159 Pierre III – Touché (França) | 160 Moonlight Breakfast – Summer (Romênia) | 161 Nasty Cherry – Win (Inglaterra) | 162 Maude Latour – Superfruit (EUA) | 163 CYN – Terrible Ideas (EUA) | 164 Rachel K Collier – Dinosaur (País de Gales) | 165 Candy Says – Gravity (Inglaterra) | 166 Anna of the North – Used To Be (Noruega) | 167 Liss – Reputation (Dinamarca) | 168 Bedouin Soundclash – Clock Work (Canadá) | 169 Manila – All About (Dinamarca) | 170 Ariana and the Rose – You Were Never My Boyfriend (EUA) | 171 Amber Mark – Mixer (EUA) | 172 Julian Bell – Pretender (EUA) | 173 Jamila Woods – Eartha (EUA) | 174 Nilüfer Yanya – Baby Blu (Inglaterra) | 175 Rachel Chinouriri – Adrenaline (Inglaterra) | 176 Maya – Labirinto (Brasil) | 177 Anderson...

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  • Música

    Majur canta cover de Grades do Coração em clipe da série Orange Is the New Black

    26 de julho de 2019 /

    A Netflix lançou um vídeo musical para marcar a estreia da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black” nesta sexta (26/7). Feito especialmente para o público brasileiro, traz o(a) artista não-binário Majur numa versão estilizada do uniforme laranja das presidiárias da série cantando um cover dançante de “Grades do Coração”, grande sucesso pagodeiro do Grupo Revelação. Tendo como fundo projeções de cenas marcantes de “Orange Is the New Black”, Majur termina o clipe em frente a um grande letreiro proclamando #OrangeForever, com a imagem de Poussey Washington (Samira Wiley), personagem que teve um fim trágico na série, em destaque. Majur também esteve em destaque recentemente por sua parceria com Emicida e Pabllo Vittar, “AmarElo”, que pode ser visto aqui, celebrando histórias emocionantes de superação na periferia do Rio de Janeiro.

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  • Música

    Pabllo Vittar evoca a série Pose em clipe de parceria com a britânica Charli XCX

    26 de julho de 2019 /

    Pabllo Vittar divulgou o clipe de “Flash Pose”, sua parceria com a cantora britânica Charli XCX e sua primeira música voltada ao mercado internacional, na qual canta em inglês. Isto é, a primeira gringa em que é o cantor principal e não um “feat”. A música aproveita a proximidade entre Pabllo e Charli XCX, que já gravaram juntos “I Got It” num disco da britânica em 2017, com participação ainda das artistas Brooke Candy e Cupcakke, e poderão ser ouvidos novamente em “Shake It”, do novo álbum intitulado “Charli”, previsto para setembro. Como o título aponta, o clipe tem clima de revival do voguing, a dança LGBTQIA+ que Madonna apropriou em seu hit “Vogue” de 1990, e cita tantas vezes a palavra “Pose” que é inevitável fazer a associação com a série que aborda o surgimento do estilo. Há até uma parte falada em que Pabllo soa exatamente como Mj Rodriguez, intérprete de Blanca na produção do canal pago FX. Quem assina o vídeo é o diretor conhecido como Tragik, que antes trabalhou com a protegida de Pharrell Maxine Ashley. “Flash Pose” faz parte do terceiro álbum do cantor brasileiro (que apesar das perucas não abre mão do nome social masculino), chamado de “111”. Assim como os lançamentos recentes de Anitta, o álbum será trilíngue, com Pabllo e suas parcerias cantando em inglês, espanhol e português. O lançamento do novo disco está previsto para o dia 1 de novembro, aniversário do artista.

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  • Filme

    Turma da Mônica – Laços conquista com aventura infantil e nostalgia

    6 de julho de 2019 /

    Criada na década de 1960 pelo cartunista brasileiro Mauricio de Sousa, a Turma da Mônica já rendeu inúmeras histórias em quadrinhos, livros e animações (além de uma infinidade de outros produtos), garantindo um lugar de destaque no imaginário popular brasileiro há mais de 50 anos. Mas apesar da sua importância e do seu poder cultural, até hoje nunca tinha ganhado uma adaptação cinematográfica em live-action. Dirigida por Daniel Rezende (de “Bingo – O Rei das Manhãs”), “Turma da Mônica: Laços” chega aos cinemas com o intuito de preencher essa lacuna, entregando uma obra cheia de emoção e nostalgia. A base do longa-metragem não é uma história de Mauricio de Sousa, mas sim uma graphic novel escrita e desenhada pelos irmãos mineiros Vitor e Lu Cafaggi. “Laços” foi um dos primeiros lançamentos do selo Graphic MSP, dedicado a adaptações da obra de Mauricio com uma visão mais autoral, e mostra a turminha em meio a uma aventura inspirada em clássicos do cinema da década de 1980, como “Os Goonies” e “Conta Comigo”. Escrita por Thiago Dottori (“VIPs”), adaptação para o cinema coloca Mônica (Giulia Benitte), Cebolinha (Kevin Vechiatto), Magali (Laura Rauseo) e Cascão (Gabriel Moreira) aventurando-se pela floresta em busca do cachorro Floquinho. Em meio à sua jornada, o grupo se depara com estranhas figuras, enfrenta perigos e acaba descobrindo a importância da amizade, ou seja, dos laços formados na infância. Existe um estranhamento inicial causado pelo impacto de ouvir aqueles personagens pela primeira vez. É preciso se acostumar com as suas vozes, em especial à do Cebolinha, cuja dislalia soa falsa no começo. Mas, ao contrário disso, a relação visual é facilmente estabelecida, seja pelo fato de o filme respeitar os figurinos originais ou pela forma como os personagens são apresentados. Rezende dá atenção a detalhes como a mão da Mônica segurando seu ursinho de pelúcia ou ao cabelo espetado do Cebolinha antes de apresentá-los de corpo inteiro. Aliás, em relação à iconografia desse universo, o diretor passeia com a sua câmera pelo bairro do Limoeiro, captando diversos easter eggs, como as participações de outras figuras conhecidas (o Jeremias, o Titi, etc.), além do próprio Mauricio e dos irmãos Cafaggi (que aparecem em cena ao lado de Sidney Gusman, editor de “Laços” e idealizador da linha Graphic MSP. Mais do que dar movimento às imagens dos quadrinhos, o cineasta imprime um estilo próprio. É notável, por exemplo, a maneira como utiliza a câmera e a montagem para fazer a participação do Louco (Rodrigo Santoro) destoar do resto do filme, como se a própria imagem traduzisse a sua imprevisibilidade Apresentando uma narrativa focada na união e na amizade, o cineasta procura explorar ao máximo a interação entre aqueles personagens. Afinal, embora sejam os ícones que acompanharam as nossas infâncias, eles são crianças e agem como tal. E o roteiro ainda consegue dar a densidade e a complexidade de dois dos seus protagonistas. Entendemos os motivos por trás dos planos infalíveis do Cebolinha (como forma de reinar absoluto e solitário) e das reações violentas de Mônica (sua única resposta possível diante das situações). São complexidades explicitadas por meio de silêncios, trocas de olhares e lágrimas. Nessa interação, porém, Cascão e Magali acabam sobrando. Eles até tem as suas jornadas e precisam enfrentar os seus medos (água e comida), mas seus personagens são menos desenvolvidos. Mas isso não chega a estragar a experiência. Emocionante em alguns momentos (a cena da Mônica chorando é de cortar o coração) e nostálgico em muitos outros, “Turma da Mônica: Laços” é leve, colorido, divertido, lúdico e atemporal, assim como as histórias em quadrinhos que o inspiraram, aproximando-se ao máximo da ideia de uma “adaptação fiel”. Por isso, talvez não funcione tão bem com quem não tem – ou não teve – uma relação muito próxima com a obra de Mauricio de Sousa. O que posso dizer é que fiquei com um sorriso de orelha a orelha durante toda a projeção.

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  • Filme,  Música

    Turma da Mônica: Laços ganha clipe com música de Tiago Iorc

    5 de julho de 2019 /

    O canal da Turma da Mônica no YouTube divulgou o clipe de “Laços”, música de Tiago Iorc feita para a trilha sonora de “Turma da Mônica: Laços”, em cartaz nos cinemas. O vídeo é composto por cenas do primeiro filme live-action dos personagens dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, dirigido por Daniel Rezende (“Bingo – O Rei das Manhãs”). A ideia é que a música fosse inédita no lançamento do filme. Ela foi especificamente encomendada para a produção em 2017, com indicação do momento em que deveria tocar no longa e envio do roteiro para Iorc usar como base ao criar a letra. Entretanto, “Laços” acabou saindo antes num disco do músico, “Reconstrução”, lançado em maio. O detalhe é que todas as 13 faixas do álbum ganharam clipes com participação da modelo/musa Michele Alves, inclusive a do filme. Assim, o clipe de “Turma da Mônica: Laços” acabou sendo o segundo da canção. Mas a proximidade das obras trouxe uma curiosidade. Pela coincidência do corte de cabelo, Michele até lembra uma versão mais velha (“Mônica Jovem”) da intérprete de Mônica, a estreante Giulia Benitte. Confira os dois clipes abaixo.

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  • Música

    Clipe e vídeo de bastidores de Emicida emocionam com histórias de superação

    5 de julho de 2019 /

    O rapper Emicida lançou um dos clipes mais emocionantes do ano, “AmarElo”, em parceria com Pabllo Vittar e Majur. O tom é estabelecido por uma gravação de desabafo depressivo e construído em torno de um refrão de Belchior (da música “Sujeito de Sorte”) sobre sofrimento, enfrentamento de dificuldades e superação. Gravado no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, o clipe trouxe vários personagens da comunidade carioca como figurantes. O detalhe é que suas histórias enriquecem muito a mensagem musical, como demonstrou um segundo vídeo, dedicado a depoimentos dessas pessoas. Elas são Tuany Nascimento, professora de balé do projeto Na Ponta dos Pés, que ensina meninas a dançar quando não há tiroteios, Lu Costa, estilista e “costureira de raiz”, que perdeu sua oficina num incêndio e tatuou uma fênix para recomeçar, Jalmyr Vieira, bacharel de Direito que foi o único negro de sua turma, mais atletas amputados, dançarinos sobreviventes e outros. As histórias de superação individual se completam com as participações de Pabllo Vittar e Majur, que representam a comunidade LGBTQIA+. O próprio Emicida escreveu o roteiro do clipe, que teve direção de Sandiego Fernandes (dos documentários “Trans” e “Samba na Caixinha”, ambos da GloboNews). O single também dá nome ao novo disco de Emicida, que sai ainda neste ano.

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  • Filme,  Música

    Carreira de Claudinho e Buchecha vai virar filme

    26 de junho de 2019 /

    A história de Claudinho e Buchecha, dupla musical de sucesso dos anos 1990, vai ganhar uma cinebiografia. A revelação foi feita por Buchecha para o colunista Leo Dias. Produção da Urca Filmes, o longa será lançado em 2020 e recebeu o título de “Nosso Sonho”, mesmo nome de uma música do disco de estreia da dupla, lançado em 1996. A produção vai abordar a vida e a carreira dos dois amigos, que começaram a cantar rap quando eram adolescentes em São Gonçalo, no Rio, venceram concursos e explodiram nas paradas de sucesso com hits como “Só Love”, “Quero te Encontrar”, “Conquista” e o citado “Fico Assim Sem Você”. Eles lançaram seis discos até a morte acidental de Claudinho, em 2002. “Será um filme que conta toda a trajetória da dupla”, disse Buchecha. “Pegaram histórias da minha família, coisas que eu contei sobre nós, da família do Claudinho, relatos de fãs. Está bem completo. Tenho certeza que será muito premiado e vai emocionar e surpreender” Relembre um dos maiores hits da dupla abaixo.

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  • Filme

    Cena de Simonal mostra striptease de Isis Valverde

    26 de junho de 2019 /

    A Downtown Filmes divulgou uma cena de “Simonal”, cinebiografia do cantor Wilson Simonal (1938-2000). A prévia destaca um striptease de Ísis Valverde ao som de “Balanço Zonal Sul”, grande sucesso do cantor, interpretado de forma carismática por Fabrício Boliveira. A atriz interpreta Tereza, esposa de Simonal. E, curiosamente, os dois atores já tinham vivido um casal no cinema, em “Faroeste Caboclo”, também inspirado no pop nacional. O vídeo foi divulgado na terça (25/6), dia em que se completou 19 anos da morte do artista. O resto do elenco inclui Leandro Hassum (“Não Se Aceitam Devoluções”), Caco Ciocler (“Um Namorado para Minha Mulher”), Mariana Lima (“Real: O Plano por Trás da História”) e Bruce Gomlevsky (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”). “Simonal” retrata o sucesso meteórico do cantor entre os anos 1960 e 1970, quando ele se tornou uma das personalidades mais populares do país para, em seguida, mergulhar no ostracismo ao virar vítima de patrulhamento ideológico. O longa tem roteiro de Geraldo Carneiro (“Eternamente Pagu”) e direção de Leonardo Domingues, que estreia na ficção após dirigir o documentário “A Pessoa É para o que Nasce” (2003) e editar a cinebiografia “Nise: O Coração da Loucura” (2015). A estreia vai acontecer em 8 de agosto, um ano após première nacional no Festival de Gramado de 2018, quando venceu três prêmios – Direção de Arte, Fotografia e Trilha, composta pelos filhos do cantor, Simoninha e Max de Castro.

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