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    Paulo Thiago (1945-2021)

    5 de junho de 2021 /

    O cineasta Paulo Thiago, um dos maiores talentos do cinema brasileiro, morreu durante a madrugada deste sábado (5/6), aos 75 anos, no Rio de Janeiro. Ele estava internado no hospital Samaritano desde o dia 7 de maio e sua morte foi causada por uma parada cardíaca após uma doença hematológica. Nascido em Aimorés, em Minas Gerais, o diretor foi morar no Rio de Janeiro ainda criança. Ele chegou a cursar economia e sociologia política na PUC, mas seus dias de universitário acabaram lhe desenvolvendo a paixão pelo cinema e o lançando numa trajetória completamente diferente de seus planos originais. Seu primeiro filme foi o documentário “A Criação Literária de João Guimarães Rosa”, lançado em 1969, que chegou a ser premiado no Festival de Santarém, em Portugal. No ano seguinte, lançou seu primeiro longa-metragem de ficção, “Os Senhores da Terra”, também reconhecido internacionalmente ao ser incluído no Festival de Karlovy Vary. Seus próximos trabalhos o consagraram de vez. “Sagarana, o Duelo” (1974) foi selecionado para a mostra competitiva do Festival de Berlim e “Soledade, a Bagaceira” (1976) foi premiado no Festival de Brasília. Ele também fez “Batalha dos Guararapes” (1978), que se tornou um dos primeiros épicos do cinema brasileiro, e “Águia na Cabeça” (1984), pioneiro ao abordar o jogo do bicho e a contravenção do Rio. Ao longo da carreira, Paulo Thiago se especializou em retratar o homem comum em luta contra adversidades maiores que suas capacidades, e essa temática teve seu auge em “Jorge, um Brasileiro” (1989), centrado num caminhoneiro com uma missão de entrega impossível, que refletia as condições da categoria. Com seus trabalhos, também participou da retomada do cinema brasileiro nos anos 1990, alcançando sucesso com “Vagas Para Moças de Fino Trato” (1993), premiado no Festival de Brasília, e “Policarpo Quaresma, Herói do Brasil” (1998), sobre um populista fanático de direita que busca o poder e hoje parece terrivelmente premonitório. O diretor dedicou duas obras consecutivas ao poeta Carlos Drummond de Andrade, o documentário “Poeta de Sete Faces” (2002) e a ficção “O Vestido” (2003), adaptação de um poema do escritor. Por sinal, essa era outra característica de sua filmografia. Depois de estrear com “A Criação Literária de João Guimarães Rosa”, ele filmou “Saragana”, de Guimarães Rosa. A alternância ainda se refletiu de forma temática em dois filmes seguidos com fundo musical, “Coisa Mais Linda: Histórias e Casos da Bossa Nova” (2005), documentário sobre a Bossa Nova, e “Orquestra dos Meninos” (2008), a história de Mozart Vieira, que ensinou música a crianças pobres de Pernambuco e, recusando-se a participar do jogo político local, sofre vingança e tem seu trabalho questionado por uma falsa acusação de abuso de alunos. “Orquestra dos Meninos” serviu como resumo da temática mais emblemática do diretor, exemplificando a luta de brasileiros para melhorar de vida e de país, sempre em luta com interesses de poderosos, fossem os coronéis de “Os Senhores da Terra” ou a manipulação política da “Batalha dos Guararapes”. O diretor ainda fez “Doidas e Santas” (2016), a rara comédia de sua carreira, e “A Última Chance” (2017), exibido no Festival do Rio e protagonizado por Marcos Pigossi, sobre a história de um ex-presidiário que se redime graças às artes marciais (ele fez um documentário sobre esse personagem real em 2013), além de “​Memórias do Grupo Opinião” (2019), que esteve na 24ª edição do festival É Tudo Verdade, apresentando a trajetória do grupo teatral carioca Opinião, marco da resistência contra a ditadura. Entre os projetos que desenvolvia, ficaram incompletos “Rabo de Foguete”, filme baseado na obra de Ferreira Gullar, e um documentário sobre o grupo musical MPB4. Mas Paulo Thiago não foi só diretor. Ele produziu filmes como “Engraçadinha” (1981), de Haroldo Marinho Barbosa, “O Bom Burguês” (1983), de Oswaldo Caldeira, “Fulaninha” (1986), de David Neves, “Beijo na Boca” (1986), de Euclydes Marinho e “Aparecida, O Milagre” (2010), de Tizuka Yamasaki. Também presidiu o Sindicato da Indústria Cinematográfica e Audiovisual do Rio de Janeiro e a Associação Brasileira de Produtores Cinematográficos, além de ter sido um dos fundadores da Associação Brasileira dos Cineastas.

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    Um mês da morte de Paulo Gustavo inspira homenagens nas redes sociais

    4 de junho de 2021 /

    Vários amigos de Paulo Gustavo marcaram esta sexta (4/6), em que se completa um mês da morte do comediante, com homenagens nas redes sociais. Do viúvo do ator, o dermatologista Thales Bretas, que publicou o vídeo de um beijo, à colega Samantha Schmütz, que transformou a morte do parceiro de “Vai que Cola” por covid-19 em militância contra o governo Bolsonaro, não faltaram fotos, lembranças, protestos e tristeza generalizada nas manifestações. A maioria assume a dificuldade em lidar com a morte do amigo. Em um dos relatos mais fortes, Tata Werneck manifestou a dor “insuportável” de “imaginar que o cara mais genial que eu já conheci não tá aqui. Eu vejo seus vídeos e rio tanto. Você estará sempre aqui!”. A atriz Regina Casé chegou a considerar que o ditado “o tempo passa” perdeu sentido diante da perda de Paulo Gustavo. Mônica Martelli relembrou sua participação nas manifestações contra o governo do presidente Jair Bolsonaro, criticando a demora para viabilizar as vacinas contra a covid-19. “É pelo Paulo Gustavo, meu irmão, que nesse momento não pode mais estar aqui, é por quase meio milhão de pessoas que não podem mais estar aqui…”, ela publicou ao lado de uma foto no recente protesto contra Bolsonaro. “Ainda me dói, Paulo Gustavo. Suas lembranças são um misto de alegria e dor. Está sendo assim há 1 mês. Eu não quero me sentir dessa forma porque você nunca foi dor. Esse é o maior ensinamento que você nos deixou. Cada dia é único, cada oportunidade é única e cada pessoa é única. Por isso você amava sua família, amigos e público com tanta fervorosidade, porque entendia muito do que era estar vivo”, ela acrescentou em nova postagem. E Ingrid Guimarães juntou tudo, tragédia, repercussão e saudades. “Um mês e você ainda é uma comoção nacional. Paulo Gustavo virou nome de rua, projeto de lei e onde eu vou ainda só perguntam de você. Mas o que eu tenho saudade mesmo é do Gusti. Desse dia a dia de você passar lá em casa e me convencer a beber numa terça-feira, ou cancelar tudo pra tomar café. Sua morte e a de centenas de milhares de brasileiros, criaram um paradigma de urgência de vida pra muita gente. Na real, a gente nem acredita ainda. Porque seus vídeos e piadas ecoam diariamente por aí. Eu fico pensando o que você diria ou falaria em várias situações. Eu tô indignada e me alivio falando e rindo de você com nossos amigos”, ponderou. Veja abaixo a íntegra destas e outras manifestações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thales Bretas (@thalesbretas) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mônica Martelli (@monicamartelli) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mônica Martelli (@monicamartelli) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Regina Casé (@reginacase) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ingrid Guimarães (@ingridguimaraes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Heloisa Périssé (@heloisaperisse) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha Schmütz 🍀🎤 (@samanthaschmutz) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Samantha Schmütz 🍀🎤 (@samanthaschmutz)

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    Robert Hogan (1933–2021)

    2 de junho de 2021 /

    O ator Robert Hogan, que apareceu em mais de 100 séries diferentes da TV americana, morreu devido a complicações de pneumonia em sua casa no Maine na quinta-feira passada (27/5). Ele sofria de Alzheimer desde 2013 e tinha 87 anos. Hogan decidiu virar ator após fazer um teste de aptidão para ter certeza se deveria cursar engenharia. Com o resultado, foi estudar na prestigiosa Academia Americana de Artes Dramáticas, de Nova York, e quase imediatamente começou a trabalhar na televisão. Seu vasto currículo televisivo remonta aos anos 1960, com destaque para “Guerra, Sombra e Água Fresca”, “Além da Imaginação”, “Dr. Kildare”, “O Fugitivo”, “General Hospital”, “Jeannie É um Gênio”, “Gunsmoke”, “Terra de Gigantes” e até “Batman”, onde viveu um joalheiro raptado pelo Sr. Frio (George Sanders). Apesar disso, teve poucos papéis fixos. Os mais famosos foram o reverendo Tom Winter em duas temporadas (1968-69) do melodrama “Caldeira do Diabo”, o xerife Paul Tate na única temporada (1974–75) do thriller “O Caçador” e o tenente comandante Hallar na 2ª temporada (1978-79) da comédia naval “O Caso das Anáguas”. Na falta de personagens duradouros, ele apareceu em episódios de atrações que marcaram época por décadas a fio, incluindo “Galeria do Terror”, “Mary Tyler Moore”, “Missão: Impossível”, “San Francisco Urgente”, “Havaí 5-0”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “O Incrível Hulk”, “Barnaby Jones”, “The FBI”, “One Day at a Time”, “Carro Comando”, “Duro na Queda”, “Supermáquina”, “Assassinato por Escrito”, “A Escuta” (The Wire) e “Lei & Ordem” (Law & Order), até encerrar a carreira na pouco vista “Maturity”, em 2018. Foi visto tantas vezes na telinha que, mesmo sem ter se consagrado com nenhum personagem em particular, tornou-se bastante conhecido. Chegou até mesmo a ser homenageado por Quentin Tarantino no cinema. Em uma cena de “Era uma vez… em Hollywood” (2019), o personagem de Leonardo DiCaprio cita e elogia Hogan, enquanto assiste ao ator num episódio de “The FBI”.

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    Romy Windsor (1963-2021)

    31 de maio de 2021 /

    A atriz Romy Windsor, conhecida por papéis em filmes de terror e pelo thriller “A Outra Face” (1997), morreu em 19 de maio em Los Angeles após sofrer uma parada cardíaca súbita. Ela tinha 57 anos. O ator Morgan Krantz (da série “In the Dark”), filho da atriz, anunciou a morte de sua mãe nesta segunda (31/5). Natural de Pasadena, Texas, Romy Walthall venceu concursos de beleza e se tornou modelo aos 17 anos, contratada pela Ford Models para desfilar na Europa. Ao voltar aos EUA, decidiu se mudar para Los Angeles e virar atriz, adotando o nome artístico de Romy Windsor. Sua estreia no cinema aconteceu em 1984, quando apareceu em dois filmes: a comédia “Corrida na Correnteza” e o thriller “Ladrão de Corações”. No ano seguinte, viveu uma coelhinha da Playboy no telefilme “A Bunny’s Tale”, baseado numa reportagem investigativa sobre as condições de trabalho nos clubes da Playboy, assinada pela feminista Gloria Steinem. Ela ainda atuou em episódios de séries como “A Gata e o Rato” e “Carro Comando”, antes de virar protagonista de filmes de terror. Windsor desempenhou os principais papéis femininos de “Grito de Horror 4: Um Arrepio na Noite” (1988), filme da cultuada franquia de lobisomens dos anos 1980, e de “Nascido das Trevas” (1989), adaptação de Edgar Allan Poe, em que contracenou com o veterano Oliver Reed. Ela ainda voltou à saga dos lobisomens em 1995, no terror “Um Lobisomem na California”, retomando o papel da escritora Marie Adams, que descobre a existência dos monstros. Mas o filme mais bem sucedido de sua carreira lhe deu um espaço bem menor, como Kimberly, a secretária neurótica do personagem de John Travolta em “A Outra Face”, thriller de ação em que o ator trocava seu rosto pelo de Nicolas Cage. Nos anos 1990, ela teve o azar de ser contratada para várias séries que fracassaram e acabaram canceladas na 1ª temporada, como “Man of the People” (1991) com James Garner, “Hotel Malibu” (1994) ao lado de Jennifer Lopez, além dos dramas jurídicos “Civil Wars” (1992) e “Murder One” (1996). A atriz foi vista ainda em “Arquivo X”, “Quantum Leap”, “LA Law”, “Love Boat: The Next Wave” e outras produções, encerrando a carreira em 2011 com um trabalho no filme “0s & 1s”, em que contracenou com seu filho, Morgan.

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    “Fãs” surtam e atacam Luísa Sonza pela morte do bebê de Whindersson Nunes

    31 de maio de 2021 /

    Depois que “fãs” desejaram a morte do filho de Whindersson Nunes, que nasceu prematuro no fim de semana e morreu nesta segunda (31/5), outros – ou os mesmos – “fãs” mudaram de foco e partiram para o ataque contra Luísa Sonza, ex do comediante, culpando-a pela morte do bebê numa onda gigantesca de ódio nas redes sociais. Para justificar o novo surto de crueldade, apontam que a cantora nutria uma certa “inveja” pela felicidade de Whindersson com a gravidez da noiva Maria Lina, causando estresse à família. Após os ataques, Luísa apareceu chorando nos stories do Instagram, mas apagou os vídeos logo em seguida. Nas gravações, ela implorou: “Pelo amor de Deus, parem! Gente, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus, parem com essa história. Ninguém aguenta mais, ninguém aguenta mais”. Reproduções de seu desespero podem ser vistas nas fotos que ilustram este texto. Vale lembrar que a cantora chegou a apoiar o casal e dar força para Maria Lina contra seus supostos “fãs”. “A sociedade odeia a mulher, não importa onde ela esteja. Se um dia eu contasse tudo que já passei (o que vcs veem na internet é a ponta do iceberg) provavelmente vocês não acreditariam na metade. Torço muito pra que ela fique bem e saiba lidar com tudo com muita sabedoria, maturidade e amor, porque não é fácil. Felicidade e muito, muito amor à família!”, ela desejou. Até a atriz e apresentadora Maisa Silva se pronunciou. “Pedindo pra todos que gostam de mim e se consideram meus primos, reunirem suas crenças pra mandarem força e cura pros corações do Whin e da Maria. Eles são pessoas amadas demais e é muito ruim ver quem a gente ama, sofrendo. Concentrem nisso, e não em negatividade”, ela escreveu. A escalada de agressividade dos haters também está trazendo para o centro das discussões o questionamento sobre a má influência de Twitter, Instagram e Facebook na sanidade mental. Há quem defenda cancelar os “canceladores”, que nada mais são que linchadores adolescentes com wifi, levando o problema ao conhecimento de seus pais. Mas também há ponderações sobre o ódio ser um problema geracional incontrolável, um novo “mal do século”, alimentado pelos surgimento e popularização das redes sociais. Veja abaixo algumas reações civilizadas ao absurdo do mal. Precisamos falar sobre o ABSURDO que é as pessoas irem no Instagram culpar a Luísa Sonza pela morte do filho do Whindersson. Gente, sério. Isso é MUITO PESADO e um desrespeito com a dor dos outros. Esse momento já deve estar sendo difícil, não dificultem mais pro Whindersson. pic.twitter.com/T5JNEDZfZm — Leonan (@CallMeLeonan) May 31, 2021 Em luto. Pedindo pra todos que gostam de mim e se consideram meus primos, reunirem suas crenças pra mandarem força e cura pros corações do Whin e da Maria.Eles sao pessoas amadas demais e é mt ruim ver quem a gente ama, sofrendo. Concentrem nisso, e não em negatividade pq — +a 19 (@maisa) May 31, 2021 a hipocrisia do ser humano:pressupõem que a luisa traiu o whinderssonatacam a luisadescobrem que não traiuatacam o whindersson e a noivao bebê nasce prematuro e faleceas pessoas atacam a luisa dnv ??????????????????????? esse ciclo de ódio é tóxico, pelo amor de Deus — nay (@calvin4y) May 31, 2021 gente que covardia é essa q vocês estão fazendo com a Luisa sonza, de verdade, parem de propagar o ódio na vida das pessoas!!! respeitem o momento de luto do whindersson e da maria sem culpar ninguém de nada — Sophia Barclay (@SophiaBarcley) May 31, 2021 Olha que pecado, o filhinho do Whindersson morreu e já tem gente falando que é mal olhado da Luísa Sonza Gente do céu, meter treta de internet num momento tão triste é ruim demais, esse pessoal tem que descansar um pouco — (Laís)sez-faire (@Lais_sezfaire) May 31, 2021 q tristeza, pessoas precisando urgentemente de terapia, a dor de cada um precisa ser respeitada. — Ella🏡🏹 #VacinasParaTodos💉😷 (@dacostaellie) May 31, 2021 Em vez de estarem distribuindo energia positiva pro Winderson e a Maria ficarem bem, estão distribuindo ódio. — IamLuana (@Luhsantos248) May 31, 2021 Já passou da hora de tirarem esses adolescentes da internet Entraria em contatos com os pais de cada um, pro bem deles é pro bem da sociedade, pq eles já são pessoas cruéis — maria fifi (@MSepoupe) May 31, 2021 Capaz de ter sido eles mesmos, os que culpam a Luísa, foi a energia ruim deles que causou tudo isso, energia ruim atrai tudo que é de ruim… — Luiog Narve (@LuiDavi4) May 31, 2021 o hate é a maldição da nossa geração e se continuarmos assim, muita gente ainda vai morrer por conta disso — gabriela (@gabi_araujox) May 31, 2021

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    Filho de Whindersson Nunes e Maria Lina morre após nascimento prematuro

    31 de maio de 2021 /

    O humorista Whindersson Nunes e Maria Lina perderam o filho recém-nascido. O bebê prematuro, que nasceu na sábado (29/5) com 22 semanas, não resistiu e morreu nesta segunda (31/5) na maternidade do Hospital São Luiz, em São Paulo. “Contamos com a compreensão de todos, em solidariedade à família”, lamentou a assessoria do comediante, ao informar a perda em nota oficial Maria Lina disse “estar despedaçada” com a morte do filho. Whindersson também se pronunciou: citou uma passagem bíblica e também divulgou a música que havia composto para João Miguel. “E você saiu, não pra casa, mas pra melhor casa, ao lado do melhor”, escreveu. Ontem, Whindersson havia se emocionado ao compartilhar a imagem em que o filho segurava seu dedo. O comediante e a estudante de engenharia assumiram o relacionamento publicamente em outubro de 2020. Em março, o casal confirmou que estava à espera de um menino em um chá revelação. Na ocasião, o humorista disse que ele e Maria Lina estavam noivos e se casariam em breve. O casal chegou a compartilhar fotos das ultrassonografias em que viu o rosto do filho pela primeira vez. Muitos fãs enviaram apoio ao casal. O cantor Alok, também pai de prematuro, ofereceu seu carinho a Whindersson e Maria Lina. “Sei o quanto é difícil”, disse ao pedir ao público que enviasse energias positivas para a família. Apesar disso, durante a gravidez, Maria Lina, noiva de Whindersson, recebeu mensagens nas redes sociais de pessoas que desejavam a morte do bebê, por não aceitarem a separação do comediante e da cantora Luísa Sonza. “Desculpa as pessoas falarem de vc, tão pequeno, sem em poder se defender. Eu realmente tento entender”, postou Whindersson nesta segunda, desconsolado. “Eu tento não odiar quem desejou mal ao meu filho, mas eu sou humano, meu coração parece que vai sumir pra dentro e engolir meu peito. Tão lindo, eu me vi em você, sonhei com vc nós meus braços subindo no palco, tanto filho, tanto”. “As coisas, às vezes, não são como imaginamos, mas tudo tem um motivo e um propósito. Agradecemos as mensagens, as orações e as energias positivas, mas nesse momento queremos ficar com nossa família e exclusivamente com o João Miguel. Deus está na frente de tudo”, acrescentou Maria Lina. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Whindersson Nunes 🏠 (@whinderssonnunes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Whindersson Nunes 🏠 (@whinderssonnunes)

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    Joe Lara (1962–2021)

    30 de maio de 2021 /

    O ator Joe Lara, que estrelou a série “As Aventuras Épicas de Tarzan” nos anos 1990, morreu em um acidente de avião. Ele tinha 58 anos e foi uma das sete pessoas mortas na queda de um jato particular no sábado (29/5) perto de Nashville, nos EUA. O papel de Tarzan foi o principal trabalho da carreira de Lara, que viveu pela primeira vez o personagem pulp criado por Edgar Allan Burroughs em 1989, no telefilme “As Aventuras de Tarzan em Nova York”. Os produtores de “As Aventuras Épicas de Tarzan” lembraram desse desempenho para escalá-lo na nova série, que trouxe o herói de volta à TV após 30 anos de ausência. Gravada no resort Sun City, na África do Sul, a série foi uma das poucas produções de Tarzan realmente filmadas no continente africano. A trama acompanhava os primeiros contatos de Tarzan com a civilização, antes de seu casamento com Jane. Mas ao enfatizar elementos mais fantasiosos, como bruxarias e civilizações perdidas, acabou comparada a outras atrações similares de heróis televisivos do período, com Hércules e Conan, e não fez muito sucesso, exibida durante apenas uma temporada, de 1996 a 1997. Lara também estrelou vários filmes de ação e aventura de baixo orçamento, lançados diretamente em vídeo – alguns deles traziam o ator com os cabelos compridos que exibia em Tarzan. Há três anos, ele se casou com Gwen Lara, que se tornou conhecida como guru de dietas, ao utilizar estudos bíblicos para ajudar pessoas a perder peso e parar de beber. Ela também está listada entre as vítimas do acidente aéreo.

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    Maurice Capovilla (1936-2021)

    30 de maio de 2021 /

    O cineasta Maurice Capovilla morreu no sábado (29/5), aos 85 anos, em decorrência de uma doença pulmonar. O anúncio foi feito por sua mulher, Marilia Alvim, em seu perfil no Facebook. Um dos últimos mestres do cinema que nasceu durante a ditadura militar, na encruzilhada entre o enfrentamento e a alegoria, ele sofria de Alzheimer há cinco anos. Capovilla deixou sua marca em obras que retratavam as condições de vida dos brasileiros, como “Bebel, Garota Propaganda” (1968), seu primeira longa-metragem, inspirado no livro “Bebel que a Cidade Comeu”, de Ignácio Loyola Brandão, sobre uma menina pobre contratada para ser o rosto de uma marca de sabonetes. O longa seguinte, “O Profeta da Fome” (1969), marcou época por juntar a estética da fome do Cinema Novo com os temas contraculturais do cinema marginal. Na trama, José Mojica Marins vivia um faquir decadente, que ao ser expulso de um circo pegava a estrada e virava ídolo religioso de uma pequena cidade. Foi um dos raros desempenhos de Mojica no cinema sem representar Zé do Caixão, seu icônico personagem. Três anos depois, os dois trocaram de papéis, com Capovilla virando ator dirigido por Mojica em “O Ritual dos Sádicos” (1970), um dos mais famosos filmes de Zé do Caixão. Ele também filmou “Noites de Iemanjá” (1971), misturando misticismo e terror, e o celebrado drama “O Jogo da Vida” (1977), premiado no Festival de Gramado, com música de João Bosco, Aldir Blanc e Radamés Gnatalli, e atuação inspirada de Lima Duarte, Gianfrancesco Guarnieri e Maurício do Valle como três malandros que ganham a vida com trapaças de sinuca. Como diretor, fez tanto ficções como documentários. Um de seus primeiros curtas, “Subterrâneos do Futebol” (1965), chamou atenção por mostrar o esporte por um ângulo pouco glamouroso, tornando-se pioneiro do “cinema verdade” no país. Outro, “Meninos do Tietê” (1963), foi eleito o melhor filme na 1ª Semana Latino-Americana de Cinema Documental, em Buenos Aires. Ainda gravou “O Último Dia de Lampião” (1975), documentário feito durante sua passagem pela rede Globo, onde foi diretor do “Globo Repórter”. A versatilidade do cineasta também o tornou diretor de núcleo da Rede Bandeirantes. E na Band fez até novela, comandando “O Todo-Poderoso” (1979). Afastado dos cinemas desde 1980, Capovilla voltou em 2003 com “Harmada”, adaptação do romance de João Gilberto Noll com toques de surrealismo e metalinguagem. E encerrou a carreira com “Nervos de Aço” (2016), novo mergulho marginal, que transformava Arrigo Barnabé em ator e propunha releituras dos sambas de Lupicínio Rodrigues num universo teatral.

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    B.J. Thomas (1942-2021)

    29 de maio de 2021 /

    O cantor B.J. Thomas morreu no sábado (29/5) em sua casa em Arlington, Texas, após complicações de câncer de pulmão, aos 78 anos. Vencedor do cinco Grammys, ele também foi celebrado pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA como a voz de “Raindrops Keep Fallin ‘on My Head”, da trilha de “Butch Cassidy”, vencedora do Oscar de Melhor Canção em 1970. Ao longo da carreira, B.J. Thomas cantou country, pop e gospel, e vendeu mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo. Nascido na zona rural de Hugo, Oklahoma, como Billy Joe Thomas, ele se mudou para Houston, Texas com sua família e começou a cantar na igreja quando criança. Em 1966, juntou-se à banda local Triumphs e gravou “I’m So Lonesome I Could Cry” com o produtor Huey P. Meaux. Lançado pela Scepter Records, o single alcançou a 8ª posição nas paradas pop e se tornou sua primeira música com mais de 1 milhão de cópias vendidas. Seu maior sucesso chegou ao rádio de 1968, “Hooked on a Feeling”, também com mais de 1 milhão de vendas, que puxou seu álbum “On My Way” para o topo das paradas. Quando visitou os escritórios da Scepter em Nova York para comemorar as boas vendas, Thomas foi apresentado para a cantora Dionne Warwick, que, por sua vez, o introduziu ao compositor e produtor Burt Bacharach. Isso levou à gravação de “Raindrops Keep Fallin ‘on My Head”, escrita por Bacharach e Hal David e cantado por Thomas no filme estrelado por Paul Newman e Robert Redford em 1969. Outro sucesso fenomenal, “Raindrops” continua a aparecer até hoje em inúmeros filmes, entre eles “Forest Gump” e “Homem-Aranha 2”. Em 1972, ele lançou seu último hit pela Scepter, “Rock and Roll Lullaby”, que teve um desempenho excepcional no Brasil, ao virar tema da primeira versão da novela “Selva de Pedra”, exibida pela TV Globo no mesmo ano. O estouro comercial lhe rendeu um contrato milionário com a Paramount Records, que lançou seus dois álbuns seguintes. Mas a pressão para repetir o sucesso acabou levando-o para as drogas. Passando por forte reabilitação, Thomas acabou se convertendo à religião, mudou suas gravações para o selo especializado Myrrh Records e se transformou num cantor gospel. Em 1976, lançou “Home Where I Belong”, primeiro álbum de pop cristão a vender 1 milhão de cópias. Nos anos 1980, ele ainda voltou às trilhas sonoras como cantor de “As Long As We Got Each Other”, música-tema da série de TV “Tudo em Família” (Growing Pains), que durou sete temporadas, de 1985 a 1992. Relembre suas três músicas mais famosas.

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    Gavin MacLeod (1931–2021)

    29 de maio de 2021 /

    O ator Gavin MacLeod, que estrelou as séries clássicas “Mary Tyler Moore” e “O Barco do Amor”, morreu na manhã deste sábado (29/5) aos 90 anos. A causa da morte não foi informada, mas sua saúde vinha deteriorando nos últimos meses. Nascido Allan George See, ele adotou o nome artístico ao estrear no cinema em 1958, como um policial no drama criminal “Quero Viver!”. No ano seguinte, teve pequenos papéis nos clássicos “Estranha Obsessão” e “Os Bravos Morrem de Pé”, e acabou se destacando como coadjuvante na comédia de guerra “Anáguas a Bordo”, de Blake Edwards. “Anáguas a Bordo” foi uma prévia do tipo de papel que ele faria alguns anos depois na série “Marinha de McHale”, na qual viveu o marinheiro “Happy” Haines. Exibida de 1962 a 1966, a série sobre a tripulação de um torpedeiro americano durante a 2ª Guerra Mundial fez tanto sucesso que originou dois filmes, “Marujos do Barulho” (1964) e “Os Marujos… na Força Aérea” (1966), ambos com MacLeod em seu elenco. Ele continuou na Marinha na aventura clássica “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1966), estrelada por Steve McQueen, e voltou a trabalhar com Blake Edwards na comédia mais engraçada do diretor, “Um Convidado Bem Trapalhão” (1968), com Peter Sellers. Depois de estrelar outra famosa comédia de guerra, “Os Guerreiros Pilantras” (1970), ao lado de Clint Eastwood, entrou no elenco fixo de “Mary Tyler Moore” como Murray Slaughter, redator do telejornal em que a protagonista trabalhava, atuando em cada um dos 168 episódios das sete temporadas da atração. “Mary Tyler Moore” marcou época, influenciou costumes, especialmente os direitos femininos, rendeu três séries derivadas e até um telefilme de reencontro no ano 2000. Mas poucos integrantes do elenco tiveram a sorte de trocar o sucesso daquela série por outro programa de grande audiência. MacLeod foi um deles. O ator emendou “Moore” com “O Barco do Amor”, ficando fora do ar apenas dois meses entre as duas séries, em 1977. O novo trabalho foi ainda mais duradouro. Em “O Barco do Amor”, ele interpretou o capitão Stubing, responsável por comandar o navio de cruzeiros românticos por nada menos que 249 episódios em 10 anos. E mesmo após o fim da viagem televisiva, em 1987, ainda voltou para um telefilme de reencontro, “O Barco do Amor: O Dia dos Namorados”, em 1990, e num episódio do reboot “Love Boat: The Next Wave”, em 1998. Apesar de não ter emplacado outros papéis fixos, o ator continuou no ar por vários anos, aparecendo em episódios de “Oz”, “The King of Queens”, “JAG: Ases Invencíveis”, “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show” e “Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”. Além disso, o sucesso de “O Barco do Amor” lhe garantiu outro emprego duradouro, como porta-voz da empresa de cruzeiros marítimos Princess Cruises. Nos últimos anos, MacLeod e sua esposa Patti Kendig se tornaram evangélicos, o que resultou numa reconciliação – e segundo casamento – após o divórcio, além de levar o casal a estrelar juntos a sci-fi cristã “A Jornada: Uma Viagem pelo Tempo”, em 2002. Sua despedida do cinema foi com outro filme evangélico, “As Histórias de Jonathan Sperry”, em 2008. Cinco anos depois, ele publicou seu livro de memórias, “This Is Your Captain Speaking: My Fantastic Voyage Through Hollywood, Faith & Life”. Ed Asner, que interpretou o chefe de MacLeod em “Mary Tyler Moore” – e que os mais jovens conhecem como a voz do velhinho ranzinza de “Up – Altas Aventuras” – prestou homenagem ao amigo no Twitter, escrevendo: “Meu coração está partido. Gavin era meu irmão, meu parceiro no crime (e na comida) e meu conspirador cômico. Te vejo daqui a pouco, Gavin. Diga à turma que os verei em breve. Betty! Agora somos só você e eu”, completou, citando Betty White (“Super Gatas”). Os dois são os últimos astros remanescentes da série dos anos 1970.

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    Miranda Cosgrove homenageia baterista de “Escola de Rock”: “Alma incrível”

    27 de maio de 2021 /

    A atriz Miranda Cosgrove, estrela de “iCarly”, usou as redes sociais nesta quinta (27/5) para homenagear Kevin Clark, com quem ela contracenou no primeiro filme de sua carreira, “Escola de Rock”. O ator, que aos 14 anos viveu o baterista da banda da “Escola do Rock”, faleceu na quarta, atropelado enquanto andava de bicicleta em Chicago. Ele tinha 32 anos e continuava a tocar em bandas de rock, tendo realizado seu último show no sábado passado (22). Miranda publicou uma série de fotos com Kevin e os demais integrantes do elenco, ainda crianças na época do lançamento do filme de 2003, e desabafou: “Atordoada e triste com a notícia de hoje. O mundo perdeu uma alma incrível. Sempre me lembrarei do seu espírito e como você foi gentil comigo. Eu nunca vou esquecer todas as memórias. Sempre sentiremos falta de você, Kevin.” Protagonista de “Escola de Rock”, o ator Jack Black também lamentou a perda do jovem nas redes sociais. “Notícias devastadoras. Kevin se foi. Muito cedo. Alma bonita. Tantas lembranças ótimas. Estou com o coração partido. Enviando amor para sua família e para toda a comunidade da ‘Escola de Rock'”, escreveu Black ainda na quarta. “Escola de Rock” contava a história de um guitarrista decadente (Black) que arranjava emprego como professor de Ensino Fundamental e tenta retomar a carreira formando uma banda de rock com crianças. Do elenco infantil original, apenas Miranda Cosgrove, que era a empresária da banda mirim, seguiu carreira de sucesso como atriz. Rebecca Brown, a menina que viveu a baixista, adotou gênero neutro na vida adulta, assumiu o nome de Rivkah Reyes e confessou ter caído em depressão e nas drogas por não ter feito mais nada, enquanto o guitarrista Joey Gaydos Jr ganhou manchetes por outra carreira ligada à guitarras: roubos de guitarras de lojas de instrumentos, sua nova especialidade até ser preso em flagrante. Por outro lado, dois integrantes do elenco secundário deixaram os fãs felizes ao revelarem que se tornaram namorados na vida real. Confira a publicação de Miranda Cosgrove abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Miranda Cosgrove (@mirandacosgrove)

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    Kevin Clark (1988–2021)

    26 de maio de 2021 /

    Kevin Clark, que ficou conhecido aos 14 anos com o papel de Freddy “Spazzy McGee” Jones, o baterista da banda mirim do filme “Escola de Rock”, morreu nesta quarta (26/5) em um acidente de bicicleta em Chicago. Ele tinha 32 anos. O site TMZ apurou com a polícia de Chicago que Kevin estava andando de bicicleta durante a manhã quando foi atingido por um veículo. Clark ainda foi levado ao hospital, mas não resistiu. Protagonista de “Escola de Rock”, o ator Jack Black lamentou a perda do jovem nas redes sociais. “Notícias devastadoras. Kevin se foi. Muito cedo. Alma bonita. Tantas lembranças ótimas. Estou com o coração partido. Enviando amor para sua família e para toda a comunidade da ‘Escola de Rock'”, escreveu Black. “Escola de Rock” contava a história de um guitarrista decadente (Black) que arranjava emprego como professor de Ensino Fundamental e tenta retomar a carreira formando uma banda de rock com crianças. Recentemente, dois atores mirins do elenco secundário revelaram que se tornaram namorados na vida real. Mas os astros da banda tiveram destino diverso. A menina que viveu a baixista da banda mirim adotou gênero neutro na vida adulta e confessou ter caído em depressão e nas drogas por não ter feito mais nada, enquanto o guitarrista ganhou manchetes por outra carreira ligada à guitarras, isto é, a roubos de guitarras de lojas de instrumentos, até ser preso em flagrante. Kevin Clark não seguiu carreira de ator após o filme, lançado em 2003, mas ainda tocava rock como baterista em Chicago. Ele atualmente integrava a banda Jessie Bess and the Intentions, que tinha feito seu primeiro show no fim de semana passado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jack Black (@jackblack)

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  • Etc,  Filme

    Samuel E. Wright (1946-2021)

    25 de maio de 2021 /

    Samuel E. Wright, conhecido como a voz original do caranguejo Sebastião na animação “A Pequena Sereia”, morreu nesta terça (25/5). O falecimento foi anunciado pela página de Facebook de sua cidade natal, Montgomery, no estado de Nova York, que não revelou a causa da morte. Wright era um ator com longa carreira no teatro e na TV, iniciada ainda nos anos 1970. Ele apareceu em séries como “Enos”, “Carga Dupla” e “Cosby”, antes de dar voz a Sebastião, consagrando-se em “A Pequena Sereia”. Vale lembrar que ele cantou duas músicas na animação de 1989 da Disney, incluindo “Under the Sea”, que venceu o Oscar de Melhor Canção Original. Ele voltou a dar voz ao crustáceo cantor nas três temporadas da série animada de “A Pequena Sereia” no Disney Channel, na continuação oficial lançada em vídeo no ano 2000, num arco da série “O Point do Mickey” e até em quatro videogames, sem esquecer do prólogo animado “A Pequena Sereia: A História de Ariel”, que encerrou sua carreira em 2008. Além de Sebastião, Wright também deu voz a outro personagem da Disney, o dinossauro Kron, no filme “Dinossauro” (2000). Sua parceria com a Disney estendeu-se também ao teatro, rendendo uma indicação ao Tony de Melhor Ator por sua interpretação de Mufasa na adaptação musical de “O Rei Leão” para a Broadway.

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