Instagram/Luísa Sonza

“Fãs” surtam e atacam Luísa Sonza pela morte do bebê de Whindersson Nunes

Depois que “fãs” desejaram a morte do filho de Whindersson Nunes, que nasceu prematuro no fim de semana e morreu nesta segunda (31/5), outros – ou os mesmos – “fãs” mudaram de foco e partiram para o ataque contra Luísa Sonza, ex do comediante, culpando-a pela morte do bebê numa onda gigantesca de ódio nas redes sociais.

Para justificar o novo surto de crueldade, apontam que a cantora nutria uma certa “inveja” pela felicidade de Whindersson com a gravidez da noiva Maria Lina, causando estresse à família.

Após os ataques, Luísa apareceu chorando nos stories do Instagram, mas apagou os vídeos logo em seguida. Nas gravações, ela implorou: “Pelo amor de Deus, parem! Gente, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus, parem com essa história. Ninguém aguenta mais, ninguém aguenta mais”. Reproduções de seu desespero podem ser vistas nas fotos que ilustram este texto.

Vale lembrar que a cantora chegou a apoiar o casal e dar força para Maria Lina contra seus supostos “fãs”. “A sociedade odeia a mulher, não importa onde ela esteja. Se um dia eu contasse tudo que já passei (o que vcs veem na internet é a ponta do iceberg) provavelmente vocês não acreditariam na metade. Torço muito pra que ela fique bem e saiba lidar com tudo com muita sabedoria, maturidade e amor, porque não é fácil. Felicidade e muito, muito amor à família!”, ela desejou.

Até a atriz e apresentadora Maisa Silva se pronunciou. “Pedindo pra todos que gostam de mim e se consideram meus primos, reunirem suas crenças pra mandarem força e cura pros corações do Whin e da Maria. Eles são pessoas amadas demais e é muito ruim ver quem a gente ama, sofrendo. Concentrem nisso, e não em negatividade”, ela escreveu.

A escalada de agressividade dos haters também está trazendo para o centro das discussões o questionamento sobre a má influência de Twitter, Instagram e Facebook na sanidade mental. Há quem defenda cancelar os “canceladores”, que nada mais são que linchadores adolescentes com wifi, levando o problema ao conhecimento de seus pais. Mas também há ponderações sobre o ódio ser um problema geracional incontrolável, um novo “mal do século”, alimentado pelos surgimento e popularização das redes sociais.

Veja abaixo algumas reações civilizadas ao absurdo do mal.