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    Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, morre aos 84 anos

    10 de novembro de 2022 /

    O ator Roberto Guilherme, que é conhecido pelo papel do Sargento Pincel em “Os Trapalhões”, morreu nesta quinta-feira (10/11), no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ele lutava contra um câncer há alguns anos e estava internado na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul da capital carioca. Há seis semanas atrás, ele chegou a receber a visita de Dedé Santana, com quem contracenou no programa clássico da Globo. “Muito assunto para colocar em dia. Valeu compadre Dedé Santana pela visita!!”, ele escreveu em sua última postagem do Instagram. Roberto na verdade se chamava Edward e nasceu em Ladário, Corumbá (MT), em 25 de agosto de 1938. O nome artístico foi uma homenagem a Roberto Carlos. Antes de ser ator, ele passou por várias profissões, ainda menor de idade. Aos 11 anos, foi aprendiz de sapateiro. Aos 14, virou jogador de futebol profissional, integrando o time mirim do Vasco da Gama. Aos 18, alistou-se no Exército para seguir carreira, tornando-se paraquedista, mas sem abandonar o futebol. Ele chegou a disputar partidas pela Seleção Brasileira Militar de Futebol ao lado de Pelé. Representando o Brasil, Roberto Guilherme disputou campeonatos nos Estados Unidos, Inglaterra, Panamá, e Colômbia, e foi campeão sul-americano na categoria. Ainda no Exército, ele escreveu uma peça de teatro amador encenada no Olaria Atlético Clube, na Zona Norte do Rio. Mas um dia um ator faltou, e Guilherme acabou o substituindo. Um produtor viu a peça e convidou Roberto Guilherme para trabalhar na TV Rio. Foi o início de sua carreira definitiva. Ele teve o encontro que mudou sua vida quando começou a trabalhar na TV Excelsior e conheceu Renato Aragão, o Didi. Eles contracenaram pela primeira vez no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965) e levaram a parceria para o cinema em “Dois na Lona” (1968). Depois, o ator passou a fazer parte do elenco fixo de “Adoráveis Trapalhões”, que tinha como astros principais o comediante Aragão, o lutador galã Ted Boy Marino e os cantores Ivon Cury e Wanderley Cardoso. Com o mesmo elenco, também atuou em “Os Legionários” (1965), onde interpretou pela primeira vez um militar sem nome, que virou o embrião do Sargento Pincel. Na Excelsior, ele ainda atuou no programa de aventuras “002 Contra o Crime” (1965) e na novela infanto-juvenil “A Ilha do Tesouro” (1966). O Sargento Pincel, na verdade, materializou-se fora de “Os Trapalhões”, quando Guilherme foi para a TV Record e estrelou o programa “Quartel do Barulho” (1966). No novo canal, ele voltou a fazer dupla com Renato Aragão no humorístico “Praça da Alegria”. E depois se juntou ao elenco do protótipo de “Os Trapalhões”, batizado de “Os Insociáveis” (1971-1974), que juntou pela primeira vez o trio Didi, Dedé e Mussum, além da cantora Vanusa. No final dos anos 1960, Guilherme se separou dessa turma para ir para a TV Tupi, onde trabalhou com Costinha no programa “Do Que Se Trata” (1969). Esta parceria também foi parar no cinema, na comédia “Costinha e o King Mong” (1977). Mas não demorou para ele se reencontrar com Didi, Dedé e Mussum, que o seguiram rumo à Tupi, onde Zacarias acabou se juntando ao grupo. Essa trupe definitiva se reuniu pela primeira vez em 1975 para materializar um programa novo, chamado “Os Trapalhões”. Guilherme participou desde o início, mas com destaque bem menor que o quarteto central. Só que o programa não fez sucesso e foi cancelado no ano seguinte. Sério. Em 1980, com o colapso da Tupi, Guilherme chegou a fazer teste para interpretar o palhaço Bozo, no SBT. Sem conseguir a vaga, buscou a TV Globo, onde participou de humorísticos como “Viva o Gordo” e “Balança Mais Não Cai”, e reencontrou seus antigos colegas. A Globo tinha lançado a versão mais conhecida de “Os Trapalhões” em 1977. Mas Guilherme só entrou no programa em 1982, quando popularizou de vez o Sargento Pincel, líder de um grupo atrapalhado de recrutas militares. O programa ficou no ar até 1997, perseverando mesmo após as mortes de Zacarias (1934–1990) e Mussum (1941–1994). Roberto Guilherme também participou de oito filmes dos Trapalhões entre 1984 e 2017, incluindo dois longas “solos” de Renato Aragão e um “crossover” com Xuxa, “Xuxa e os Trapalhões em o Mistério de Robin Hood” (1990). Ao final de “Os Trapalhões”, ele seguiu ao lado de Renato Aragão na série “Aventuras do Didi” (2010-2013), que manteve o Sargento Pincel na ativa até 2013. Depois disso, ainda voltou a se juntar a Didi e Dedé em “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, último filme do grupo, lançado em 2017. Com o fim da era de Renato Aragão na TV, Guilherme chegou aparecer no humorístico “Zorra” na Globo e em duas produções do Multishow, “Treme Treme” (em 2018) e “Dra. Darci” (2018-2020), ao lado de Tom Cavalcanti. Ao longo da carreira, Roberto Guilherme ficou bastante conhecido pela careca reluzente. Mas ele não era calvo de verdade. A falta de cabelos surgiu em uma esquete de “Os Trapalhões” na Globo, onde Didi e Dedé rasparam sua cabeça completamente com a desculpa de uma aposta. Quando o personagem Sargento Pincel completou 40 anos em 2021, ele lembrou a história da caracterização em entrevista ao jornal Extra. “A máquina [elétrica] estava cega e não cortava, arrancava o meu cabelo. Enquanto o auditório morria de rir, as lágrimas corriam pelo meu rosto, de tanta dor”, comentou. Como o público achou engraçado, ele manteve o corte zero dali em diante. “Sou um cara brincalhão. Moro em Jacarepaguá desde os anos 1960, com muito orgulho. E ando por lá de sandália, bermuda, camiseta e uma bolsinha do lado, tranquilão. Todo mundo é meu amigo, eu sou amigo de todo mundo, acho a vida maravilhosa. Quando perguntam ‘E aí, Pincel, como é que tá?’, digo ‘Tirando tudo que tá errado, para mim tá tudo certo, tá tudo ótimo'”, completou Roberto Guilherme na mesma entrevista.

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  • Música,  TV

    Rolando Boldrin, ator e criador do “Som Brasil”, morre aos 86 anos

    9 de novembro de 2022 /

    O ator, cantor e apresentador Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9/11) aos 86 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses, mas a causa da morte não foi informada. Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin foi galã de novelas e se tornou profundamente identificado com a divulgação da música regional brasileira nos programas “Som Brasil”, que criou na Globo, e “Sr. Brasil”, que ele apresentava há 17 anos na TV Cultura. “Ele tirou o Brasil da gaveta e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles ‘fora do combinado’, conforme costumava dizer Rolando”, disse a TV Cultura em nota oficial. Como ator, ele também fez História na TV brasileira. Boldrin protagonizou a primeiríssima novela da Record TV, “A Muralha”, produção de época lançada em 1954 quando ainda não existia videotape e toda a programação televisiva era exibida ao vivo. Participou ainda de vários programas clássicos da Tupi, incluindo diversos teleteatros ao vivo, como “TV Teatro”, “TV de Vanguarda” e “Grande Teatro Tupi”, além de novelas históricas, como a primeira protagonizada por Gloria Menezes, “Há Sempre o Amanhã” (1960), e o fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964). Ao voltar à Record na virada da década, fez nova passagem marcante por novelas, entre elas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970) e “Os Deuses Estão Mortos” (1971), antes de ressurgir na Tupi na icônica “Mulheres de Areia” (1973). Ele permaneceu na Tupi até o final dos anos 1970, participando de “O Profeta” (1977) e “Roda de Fogo” (1978) antes de migrar para a rede Bandeirantes em 1979, onde fez mais quatro novelas, com destaque para “Os Imigrantes” (1981), maior sucesso da teledramaturgia da emissora, assinada por Benedito Ruy Barbosa (autor também de “Pantanal”), que teve mais de 450 capítulos de duração. Boldrin se despediu das novelas com a maratona da Band. Em 1981, ele foi para a Globo, onde virou apresentador. O próprio ator criou o programa “Som Brasil”, que tinha como objetivo divulgar a música regional brasileira, até então pouco reconhecida. Exibida nas manhãs de domingo, a produção se tornou um enorme sucesso, ficando no ar até 2013. Mas Boldrin bateu de frente com a emissora e, insatisfeito com o horário de exibição, deixou a apresentação em 1984, sendo substituído pelo ator Lima Duarte. Ele adaptou o projeto e o relançou com outro nome, “Empório Brasileiro” na Band, e depois como “Empório Brasil” no SBT. Em 2005, fechou com a TV Cultura para continuar seu projeto no programa “Sr. Brasil”, que era exibido até hoje. Apesar de ter largado as novelas, ele permaneceu ligado à atuação, trabalhando em filmes como “Doramundo” (1978) e “O Tronco” (1999), ambos de João Batista de Andrade, “Ele, o Boto” (1987), de Walter Lima Jr., e o recente “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello. Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, Boldrin dizia que continuava a ser fundamentalmente um ator. “Esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, descrevia-se.

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  • Música

    15 clipes clássicos para celebrar Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Gosta, falecida na manhã desta quarta (9/11), marcou a história da música brasileira, atravessando da Tropicália da década de 1960 ao pop/rock dos anos 1980 e 1990, com um repertório repleto de clássicos dos mais diferentes gêneros musicas, incluindo bossa nova, samba, chorinho e frevo. Várias de suas canções foram registradas em clipes antes mesmo do surgimento dos vídeos musicais, graças a apresentações na TV. Suas passagens pelo programa “Fantástico”, por exemplo, eram verdadeiramente clipes como conhecemos hoje. Mas ela também participou da própria história da TV, cantando em três edições do Festival Internacional da Canção, da TV Record, e teve vários momentos da carreira registrados em documentários, como “Bahia Por Exemplo” (1971) e “Os Doces Bárbaros” (1977). Veja abaixo 15 desses momentos icônicos, garimpados no YouTube, para celebrar o talento da artista cujo nome é Gal.

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  • Filme,  Música

    Filme com Sophie Charlotte vai contar vida de Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, falecida na manhã desta quarta-feira (9/11), aos 77 anos, vai ter a vida retratada num filme que já está em desenvolvimento. “Meu nome é Gal” tem direção de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), e traz a atriz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel da artista. A trama retrata apenas uma pequena parte da trajetória da cantora, quando, aos 20 anos, decide se mudar para o Rio de Janeiro, onde encontra seus amigos da Bahia, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. Em entrevista ao jornal o Globo, a codiretora Dandara Ferreira disse que “a maior tristeza é a de não ter podido mostrar o filme a ela”. “Ela, Wilma (Petrillo, empresária de Gal) e eu trabalhamos muito nisso, era um sonho. Ela dizia que queria que, depois do documentário, tivesse um filme de ficção, até brincava com o filme da Elis (Regina)”, contou a cineasta. O roteiro é assinado por Lô Politi. E o elenco tem Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), George Sauma (Waly Salomão), Luis Lobianco (o empresário Guilherme Araújo) e a própria Dandara Ferreira (Maria Bethânia), entre outros. Com produção é da Paris Entretenimento em coprodução da Globo Filmes e da Dramática Filmes, o longa tem previsão de lançamento para o dia 9 de março de 2023.

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  • Música

    Lula e Alckmin homenageiam Gal Costa nas redes sociais

    9 de novembro de 2022 /

    O presidente e o vice eleitos do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, usaram as redes sociais para homenagear a cantora Gal Costa, que morreu na manhã desta quarta (9/11) aos 77 anos. “Gal Costa foi das maiores cantoras do mundo, das nossas principais artistas a levar o nome e os sons do Brasil para todo o planeta. Seu talento, técnica e ousadia enriqueceu e renovou nossa cultura, embalou e marcou a vida de milhões de brasileiros”, escreveu Lula no Twitter. “O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal”, continuou o presidente, citando a música “Brasil”. “Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores”, completou. Geraldo Alckmin também lamentou a morte de Gal Costa, ressaltando que ela “fará imensa falta”. Ele lembrou que a cantora havia pedido “que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio.” “Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs”, postou o vice-presidente. Em um de seus últimos shows, Gal Costa fez o “L” e pediu para que a população: “Vamos votar com sabedoria e com inteligência, sem ódio e com amor”. Outros políticos ecoaram a tristeza da nação com a morte da estrela, como o senador Randolfe Rodrigues, os deputados federais Alexandre Frota, Jandira Feghali e Maria do Rosário, entre outros, destacaram o talento e a contribuição da cantora para a música brasileira, e afirmaram que ela é “eterna”. Até o momento, Jair Bolsonaro mantém silêncio sobre a morte da cantora. O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores — Lula (@LulaOficial) November 9, 2022 Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs — Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) November 9, 2022

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  • Série

    Piloto de série de Aaron Carter será concluído como homenagem ao cantor

    9 de novembro de 2022 /

    O piloto de uma série que seria estrelada por Aaron Carter, morto no último sábado (5/11), terá sua produção concluída por seus produtores como homenagem. Intitulado “Group”, o projeto acompanharia uma versão fictícia do cantor e tinha como tema a saúde mental. Ele teria gravado várias cenas antes de falecer. Escrito e dirigido por Brian Farmer (“Sky Harbor”), o piloto estava sendo realizado de forma independente, para buscar interessados no mercado. “Aaron estava muito empolgado com a série e por ajudar a aumentar a conscientização sobre saúde mental, um tópico pelo qual ele era muito apaixonado”, afirmou Farmer em comunicado. “Ele disse que fazer parte disso lhe deu algo positivo para trabalhar, e sempre valorizarei isso”. De acordo com o cineasta, toda a equipe envolvida no piloto pretende participar da conclusão do projeto, incluindo o elenco formado por Samm Levine (“Bastardos Inglórios”), Olive Chiacchia (“Shooting Jeremy”), Ari Stidham (“Scorpion”), Ashley Brinkman (“Malibu Horror Story”), Kevin Clayette (“Neighbours”), Abdoulaye NGom (“My Name Is Earl”), Anne Judson-Yager (“Minority Report”) e Mike Starr (“Bons Companheiros”). Aaron Carter falava abertamente sobre seus problemas com saúde mental, tendo sido diagnosticado com diversos distúrbios, incluindo esquizofrenia e ansiedade. Ele foi encontrado morto na manhã de sábado (5/11) em sua casa em Lancaster, na Califórnia. De acordo com fontes ouvidas pelo TMZ, o corpo do artista foi achado na banheira da residência. As autoridades receberam uma ligação de emergência por volta das 11h (horário local) e enviaram agentes até à casa, onde já encontraram o cantor falecido. Não há, por ora, nenhuma evidência de crime, mas a causa da morte ainda não foi oficializada pela investigação. Apesar de ter começado a carreira nos anos 1990, ele tinha apenas 34 anos.

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  • Etc,  Filme

    Leslie Phillips, ator de “Harry Potter”, morre aos 98 anos

    8 de novembro de 2022 /

    O ator britânico Leslie Phillips, que as gerações mais novas conhecem como a voz ao Chapéu Seletor da saga “Harry Potter”, faleceu aos 98 anos. De acordo com o seu agente, ele lutava contra uma doença não especificada e faleceu pacificamente enquanto dormia na noite de segunda-feira (7/11). Phillips começou a atuar na década de 1930 e teve uma carreira prolífica nos palcos e nas telas, aparecendo em várias das comédias britânicas “Carry On” – a maior franquia britânica com mais de 31 filmes. Ele também participou de alguns clássicos hollywoodianos, como o musical “Les Girls” (1957), de George Cukor, “Entre Dois Amores” (1985), de Sydney Pollack, “Império do Sol” (1987), de Steven Spielberg, e “As Montanhas da Lua” (1990), de Bob Rafelson, além do filme de ação “Lara Croft: Tomb Raider” (2001), estrelado por Angelina Jolie. O principal papel de sua carreira foi em “Vênus” (2006), de Hanif Kurieshi, pelo qual foi indicado ao BAFTA (o Oscar britânico). Na trama, Phillips integrava um grupo de atores envelhecidos, ao lado de Peter O’Toole e Richard Griffiths, que vivem de reminiscências, até que a jovem sobrinha do personagem de O’Toole sacode suas existências. Seus últimos trabalhos incluem os filmes “Late Bloomers – O Amor não tem Fim”, de Julie Gavras, e “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, de David Yates, ambos em 2011. E completou a produção britânica de mistério “Darkheart Manor” antes de falecer.

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  • Música

    Cantor Bebeto Alves, pai de Mel Lisboa, morre aos 68 anos

    7 de novembro de 2022 /

    O músico, cantor e compositor gaúcho Bebeto Alves, pai da atriz Mel Lisboa, morreu na madrugada desta segunda-feira (7/11), aos 68 anos, no Hospital Dom Vicente Scherer, em Porto Alegre (RS), onde ele estava internado. O artista havia sido diagnosticado com um câncer de pulmão, que foi agravado por uma embolia. Ele já enfrentava a doença há alguns meses. Natural de Uruguaiana, no interior do Rio Grande do Sul, ele lançou seu primeiro disco solo em 1981 e viveu seu auge logo depois, quando o disco ao vivo “Notícia Urgente” (1983) o transformou em favorito da crítica gaúcha e a música “Quando eu Chegar” (1984) se tornou uma das mais tocadas do estado. Seus discos seguintes, como “Novo País” (1985), “Pegadas” (1987) e “Danço Só” (1988) estabeleceram um estilo próprio, mesclando a milonga e os ritmos gaúchos a arranjos de pop e rock. Bebeto Alves era considerado um dos grandes ícones da música gaúcha moderna, junto com Nei Lisboa, Nelson Coelho de Castro, Vitor Ramil e Kleiton e Kledir. Ainda que seu sucesso fosse principalmente local, ele nunca deixou de gravar, lançando seu último álbum em 2021. Também teve músicas gravadas por Belchior e Ana Carolina. Além de músico, também foi ator, com trabalhos de destaque no épico gaúcho “Netto Perde Sua Alma” (2001), filme premiado de Tabajara Ruas e Beto Souza, e também na minissérie “Caixa Preta” (2017). Além disso, protagonizou seu próprio documentário, “Mais Uma Canção”, em 2012. Em uma homenagem nas redes sociais, Mel Lisboa celebrou a importância artística do pai. “Nas pegadas das suas botas, ele trouxe as ruas de Porto Alegre. E na cidade dos seus versos, o sonho dos seus amigos. Meu pai, Bebeto Alves, grandessíssimo artista, partiu nesta madrugada Como toda estrela, segue emanando sua luz mesmo após ter se apagado. Ficam sua vasta obra e a imensa saudade. Pegadas que jamais serão apagadas. Te amo para sempre, papis”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mel Lisboa (AKA Honey Lisbon) (@mellisboa)

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  • Etc

    Raul Gazolla comenta morte de Guilherme de Pádua: “Justiça divina”

    7 de novembro de 2022 /

    O ator Raul Gazolla se pronunciou na manhã desta segunda-feira (7/11) sobre a morte de Guilherme de Pádua. Em um vídeo publicado nos Stories de seu Instagram, o ex-marido de Daniella Perez disse que a justiça divina havia sido feita. Gazolla era casado com a atriz quando ela foi assassinada em 1992, aos 22 anos, por Pádua. “Hoje, o mundo acordou melhor, o ar acordou mais limpo e foi feita a justiça divina. Que siga sendo feita a justiça divina para todos que habitam o nosso planeta. E que eles, assassinos inescrupulosos, paguem lá do outro lado a divida que tem que de ser paga”, ele declarou. Gazolla também gravou um vídeo em sua timeline principal para agradecer ao carinho dos seguidores e às mensagens que têm recebido pela internet. Sua ex-sogra Gloria Perez foi uma das pessoas marcadas na publicação. Nessa gravação, ele também aproveitou para “ressaltar mais uma vez a importância do documentário da HBO Max ‘Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez’, que através dele vocês podem entender pelo menos um pouco do meu alívio no dia de hoje”. Morto por enfarto na noite de domingo (6/11), Guilherme de Pádua fazia par romântico com a esposa de Gazolla, Daniella Perez, em “Corpo e Alma”. Era o primeiro papel de destaque do ator numa novela, que era escrita pela mãe da atriz, Gloria Perez. Percebendo que Bira, seu personagem, estava perdendo importância e diminuindo de tamanho, após gravar a cena do fim de relacionamento com Yasmin, vivida pela atriz, Guilherme sequestrou Daniella e a matou com a ajuda de sua mulher, Paula Thomaz. O corpo foi encontrado num terreno baldio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, com 16 perfurações no peito e no pescoço. Os dois foram condenados a 19 anos de prisão pelo crime, mas foram libertados após sete anos, cumprindo a sentença em liberdade condicional. Paula foi estudar Direito e teve aulas com o juiz que a condenou, e Guilherme se converteu à religião, virando pastor batista. O destino de Guilherme tornou-se foco de muita atenção com o lançamento da série documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” pela HBO Max. Bolsonarista convicto, ele pregava na Igreja em que Michelle Bolsonaro fez seu agora famoso discurso de tom religioso em que afirmava que o Planalto era “consagrado a demônios” antes da eleição de seu marido. Por sinal, Michelle chegou a tirar selfie com Juliana Lacerda, a esposa do pastor assassino. Com a repercussão da série, em agosto passado ele decidiu gravar um vídeo com pedidos de desculpas para Gloria Perez e Raul Gazolla. “Sei que esse pedido de perdão talvez não vá significar nada, mas quero deixar registrado. Não que isso vá realmente gerar um perdão, porque um perdão é um dom de Deus, tem mais a ver com quem perdoa do que com quem é perdoado. Se estivesse no lugar de vocês, provavelmente não perdoaria. Então, não espero, mas deixo registrado”. Questionada se acreditava na conversão de Guilherme, Gloria foi categórica na negativa. “É claro que as pessoas podem ser recuperadas. Mas isso não inclui os psicopatas. Não se tem notícia de psicopata recuperado. E Paula e Guilherme são psicopatas de carteirinha”, disse. Ela também assumiu ter proibido a produção do documentário de entrevistar o assassino. Se o fizessem, não contariam com seu depoimento. “O que eles disseram para se defender, antes e durante o julgamento, está na série. Ouvi-los agora para quê? Para perguntar como estão passando? Não faz sentido dar palco a psicopata”, acrescentou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Raul Gazolla (@rgazolla)

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    Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morre aos 53 anos

    7 de novembro de 2022 /

    O ex-ator Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morreu na noite de domingo (6/11) de infarto, aos 53 anos. A notícia foi dada numa live do pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, em Minas Gerais. Segundo Valadão, Guilherme estava dentro de casa, caiu e morreu pouco antes de 22h. Ele contou que o assassino de Daniella tinha ido ao culto com a mulher na manhã deste domingo e sentou-se na primeira filha. “Pouco antes das 22h, recebi o telefonema de uma irmã falando de um dos nossos pastores que acabou de falecer. Pra mim foi um impacto muito grande, porque hoje de manhã eu dirigi o culto e ele estava com a esposa no primeiro banco. Ele praticou aquele crime tão terrível com a Daniela Perez, foi preso, cumpriu a pena e se converteu. Ele tava dentro de casa, caiu e morreu. Acabou de morrer”, relatou o pastor. Guilherme de Pádua fazia par romântico com Daniella Perez em “Corpo e Alma”, seu primeiro papel de destaque numa novela, que era escrita pela mãe da atriz, Gloria Perez. Percebendo que Bira, seu personagem, estava perdendo importância e diminuindo de tamanho, após gravar a cena do fim de relacionamento com Yasmin, vivida pela atriz, ele sequestrou Daniella e a matou com a ajuda de sua mulher, Paula Thomaz. O corpo foi encontrado num terreno baldio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, com 16 perfurações no peito e no pescoço. Os dois foram condenados a 19 anos de prisão pelo crime, mas foram libertados após sete anos, cumprindo a sentença em liberdade condicional. Paula foi estudar Direito e teve aulas com o juiz que a condenou, e Guilherme se converteu à religião, virando pastor batista. A conversão de Guilherme tornou-se foco de muita atenção com o lançamento da série documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” pela HBO Max. Bolsonarista convicto, ele pregava na Igreja em que Michelle Bolsonaro fez seu agora famoso discurso de tom religioso em que afirmava que o Planalto era “consagrado a demônios” antes da eleição de seu marido. Por sinal, Michelle chegou a tirar selfie com Juliana Lacerda, a esposa do pastor assassino. Com a repercussão da série, em agosto passado ele decidiu gravar um vídeo com pedidos de desculpas para Gloria Perez e Raul Gazolla, viúvo da atriz. “Sei que esse pedido de perdão talvez não vá significar nada, mas quero deixar registrado. Não que isso vá realmente gerar um perdão, porque um perdão é um dom de Deus, tem mais a ver com quem perdoa do que com quem é perdoado. Se estivesse no lugar de vocês, provavelmente não perdoaria. Então, não espero, mas deixo registrado”. Questionada se acreditava na conversão de Guilherme, Gloria foi categórica na negativa. “É claro que as pessoas podem ser recuperadas. Mas isso não inclui os psicopatas. Não se tem notícia de psicopata recuperado. E Paula e Guilherme são psicopatas de carteirinha”, disse. Ela também assumiu ter proibido a produção do documentário de entrevistar o assassino. Se o fizessem, não contariam com seu depoimento. “O que eles disseram para se defender, antes e durante o julgamento, está na série. Ouvi-los agora para quê? Para perguntar como estão passando? Não faz sentido dar palco a psicopata”, acrescentou.

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  • Música

    Cantor do Backstreet Boys homenageia irmão encontrado morto no sábado

    6 de novembro de 2022 /

    O cantor Nick Carter, dos Backstreet Boys, pronunciou-se neste domingo (6/11) sobre a morte de seu irmão mais novo, o também cantor Aaron Carter. Atualmente em turnê pela Europa com o Backstreet Boys, Nick postou uma homenagem ao irmão e desabafou sobre o conturbado relacionamento dos dois. “Meu coração foi partido hoje. Apesar de eu e o meu irmão termos tido uma relação complicada, o meu amor por ele nunca desapareceu. Sempre me agarrei à esperança de que ele, de alguma forma, algum dia, quisesse trilhar um caminho saudável e, eventualmente, encontrar a ajuda que tão desesperadamente precisava”, começou. Nick Carter comentou que Aaron enfrentava problemas psicológicos, que no final foram mais fortes que ele. “Às vezes, queremos culpar alguém ou algo por uma perda. Mas a verdade é que o vício e os problemas psicológicos são os verdadeiros vilões aqui”. Em 2019, Aaron revelou que foi diagnosticado com transtorno de personalidade, esquizofrenia, depressão maníaca e ansiedade aguda. Na época, também contou que não via Nick há quatro anos, além de ter feito várias acusações bizarras contra ele – como ter abusado de Paris Hilton. Como resultado, Nick emitiu uma ordem de restrição contra o próprio irmão. “Vou sentir mais falta do meu irmão do que qualquer um possa imaginar. Te amo, Chizz. Agora você tem a oportunidade de finalmente ter a paz que nunca encontrou aqui na Terra… Deus, por favor, cuide do meu irmãozinho“, finalizou. No post, o astro compartilhou diversas imagens da dupla na juventude. A irmã gêmea de Aaron, Angel, também usou as redes sociais para se despedir. “Para o meu gêmeo… Eu te amei além da medida. Sentiremos muitas saudades. Meu engraçado e doce Aaron, tenho tantas memórias suas comigo, e prometo zelar por elas. Sei que agora você está em paz. Vou te levar comigo até ao dia em que eu morrer e poder te ver novamente“, declarou. Aaron Carter foi encontrado morto na manhã de sábado (5/11) em sua casa em Lancaster, na Califórnia. De acordo com fontes ouvidas pelo TMZ, o corpo do artista foi achado na banheira da residência. As autoridades receberam uma ligação de emergência por volta das 11h (horário local) e enviaram agentes até à casa, onde já encontraram o cantor morto. Não há, por ora, nenhuma evidência de crime, mas a causa da morte ainda não foi oficializada pela investigação. Apesar de ter começado a carreira nos anos 1990, ele tinha apenas 34 anos. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nick Carter (@nickcarter)

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  • Música

    Cantor Aaron Carter, irmão de Nick dos Backstreet Boys, morre aos 34 anos

    5 de novembro de 2022 /

    O cantor Aaron Carter, irmão mais novo de Nick Carter dos Backstreet Boys, morreu neste sábado (5/11) aos 34 anos. A notícia começou a circular após um porta-voz do Departamento de Polícia de Los Angeles anunciar que uma morte suspeita tinha ocorrido no endereço da casa do artista em Lancaster, Califórnia. A vítima não teve a identidade confirmada e também não foram revelados maiores detalhes sobre o que aconteceu, mas fontes da imprensa americana já apontaram o falecimento do cantor. Nascido em Tampa, Flórida, em 7 de dezembro de 1987, Carter começou a carreira aos 10 anos de idade, fazendo shows na abertura da turnê de 1997 do grupo de seu irmão, os Backstreet Boys. Seu álbum de estreia, “Aaron Carter”, foi lançado no final daquele ano, alcançando o status de ouro. Pouco a pouco, sua popularidade foi aumentando. Seu segundo álbum, “Aaron’s Party (Come Get It)”, lançado em setembro de 2000, foi disco triplo de platina e o levou a abrir os shows da concorrida turnê “Oops!… I Did It Again”, de de Britney Spears. O terceiro álbum, “Oh Aaron”, foi platina em 2001. Nesta altura, ele tinha 13 anos e também fez sua estreia como ator, aparecendo num episódio da série “Lizzie McGuire”, do Disney Channel. No ano seguinte, já com o quarto álbum nas lojas, “Another Earthquake!”, ele estrelou três episódios do programa “All That”, da Nickelodeon, e cantou a música tema da série animada “Liberty’s Kids”, da rede pública PBS. Depois de aparecer em dois episódios de “Sétimo Céu”, ele viveu seus papéis mais importantes nas telas, coadjuvando “Supercross: O Filme” e vivendo o protagonista de “Popstar” em 2005. Mas sem álbuns inéditos desde 2002, sua carreira estagnou. Longe dos palcos, ele tentou virar celebridade televisiva. Participou do “Dancing with the Stars” (a “Dança dos Famosos” original) em 2009, mas logo em seguida internou-se numa clínica de reabilitação, dando início a uma longa luta para se livrar do vício. Essa cruzada também virou tema televisivo, com a participação do cantor em duas temporadas do programa “The Doctors”. Ele sempre foi aberto sobre suas lutas com o abuso de drogas, inclusive em sua participação em “The Doctors” de 2017. O vício, inclusive, o levou a ter problemas com a lei. Em 2008, Carter teve sua primeira prisão no condado de Kimble, Texas. Ele foi parado por excesso de velocidade, e a polícia encontrou 60 gramas de maconha em seu carro. Voltou a ser detido em 2017, na Geórgia, por suspeita de dirigir sob influência de maconha, e condenado a pagar multa e prestar serviço comunitário. O último álbum de Carter, intitulado “Love”, foi lançado em 2018, após um hiato de 14 anos em sua carreira musical, mas não fez sucesso. Em 2019, ele foi diagnosticado com transtorno de personalidade, esquizofrenia, depressão maníaca e ansiedade aguda. Sua internação mais recente numa clínica aconteceu no início deste ano, como parte de um esforço para recuperar a custódia de seu filho. Ele é pai de Prince, que vai completar um ano neste mês. O menino é filho de Melanie Martin, que foi presa em 2020 após um suposto incidente de violência doméstica contra Carter.

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  • Filme

    Filme interrompido pela morte de Breno Silveira é retomado com Fernanda Montenegro

    4 de novembro de 2022 /

    Suspenso desde maio pela morte do diretor Breno Silveira, “Dona Vitória” teve as filmagens retomadas nesta semana. Com direito à cenas da veterana Fernanda Montenegro, de 93 anos, rodadas sob a forte chuva do feriado de Finados na Lapa, região central do Rio. No filme, Fernanda dá vida a uma idosa que registrou por dois anos, escondida, a rotina de traficantes de drogas na Ladeira dos Tabajaras, em Copacabana. A história é real e aconteceu em 2004. O material que ela gravou rendeu várias reportagens que levaram à ação da polícia, numa operação que resultou na prisão de mais de 30 pessoas, entre elas policiais militares envolvidos com a quadrilha. A produção de “Dona Vitória” tinha sido interrompida em 14 de maio, quando Breno Silveira teve um infarto fulminante no set. Os trabalhos foram retomados após seis meses com direção de Andrucha Waddington (“Sob Pressão”), que é genro de Fernanda Montenegro – casado desde 1997 com Fernanda Torres. O filme é uma produção da Conspiração Filmes em parceria com o Globoplay, e ainda não tem previsão de estreia. "Durante as sequências os produtores do longa da Conspiração tiveram cuidado para que a atriz não escorregasse, já que o chão estava molhado."Foto: Leonardo Ribeiro/O Globo pic.twitter.com/PLltVH1ZR1 — Vilmar Ledesma (@viledesma) November 3, 2022

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