Shirley Douglas (1934 – 2020)
A atriz Shirley Douglas, mãe do ator Kiefer Sutherland, morreu neste domingo (5/4), aos 86 anos, por complicações de um pneumonia, no momento em que os EUA atravessam sua pior fase de contaminação do covid-19. “Minha mãe era uma mulher extraordinária que levou uma vida extraordinária”, escreveu o astro das séries “24 Horas” e “Designated Survivor” nas redes sociais. “Tristemente, ela estava lutando por sua saúde há algum tempo e nós, como família, sabíamos que esse dia estava chegando. Para todas as famílias que perderam entes queridos inesperadamente devido ao coronavírus, meu coração se parte por você. Por favor, fique seguro.” Douglas, que faria aniversário na quinta-feira, foi casada com o ator Donald Sutherland de 1966 até o divórcio de 1971, e eles tiveram um casal de filhos gêmeos, Kiefer e Rachel. Ela era filha de Tommy Douglas, o fundador do Medicare do Canadá. Moradora de Toronto, Douglas apareceu em clássicos do cinema, como “Lolita” (1962), de Stanley Kubrick, e “Gêmeos – Mórbida Semelhança” (1988), de David Cronenberg, entre outras produções, incluindo o telefilme “Sombras no Lago” (1999), que lhe rendeu o prêmio Gemini (equivalente canadense do Emmy). Ela também foi ativista e na juventude lutou contra a Guerra do Vietnã e pelos direitos civis, assistência médica pública e desarmamento nuclear.
Logan Williams (2003 – 2020)
O ator canadense Logan Williams, que interpretou a versão criança de Barry Allen na série “The Flash”, morreu na quinta-feira (2/4). Ele completaria 17 anos na próxima quinta (9/4). A notícia foi divulgada pela imprensa canadense nesta sexta. Segundo o site Tri-City News, sua mãe Marlyse Williams está “absolutamente arrasada”. “Não consigo abraçar meus pais que perderam o único neto”, ela disse à publicação, referindo-se ao isolamento social contra a pandemia de coronavírus. “Com seu talento e boa aparência, Logan tinha potencial para se tornar um grande astro”. Por enquanto, nenhuma causa de morte foi revelada. O jovem ator conseguiu seu primeiro papel aos 10 anos de idade, no telefilme “Revivendo o Amor” (2014), do canal pago Hallmart, e no mesmo ano foi escalado para as séries “The Flash” e “Quando Chama o Coração: A Série” (When Calls the Heart). Williams participou do piloto das duas atrações, gravados em sua cidade natal, Vancouver. Ao todo, ele participou de oito episódios de “The Flash”, aparecendo em cenas de flashback e viagens no tempo do herói, até a 2ª temporada. Em “Quando Chama o Coração”, produção do canal canadense CBC, foram 13 capítulos, até a 3ª temporada. Ele também participou de um capítulo de “Supernatural”, outra série gravada em Vancouver. Grant Gustin, estrela de “The Flash”, postou uma homenagem a Williams em seu Instagram. Ao lado de uma foto tirada durante as gravações do piloto da série em 2014, escreveu: “Acabo de saber da notícia devastadora de que Logan Williams faleceu repentinamente”, escreveu ele. “Fiquei tão impressionado não apenas pelo talento de Logan, mas também por seu profissionalismo no set. Meus pensamentos e orações estarão com ele e sua família durante o que, tenho certeza, é um momento inimaginavelmente difícil para eles. Por favor, mantenha Logan e sua família em seus pensamentos e orações durante esse tempo estranho e difícil para todos nós. Enviando amor a todos”. John Wesley Shipp, que viveu o pai dos dois intérpretes de Barry Allen na série, se disse “comovido” em suas próprias condolências pelo Twitter. “Ele estava 100% comprometido em interpretar o jovem Barry Allen, e sentimos sua falta quando ultrapassamos essa parte da história”, escreveu Shipp. “Amor e compaixão pela família e amigos de Logan em sua tristeza.” Ver essa foto no Instagram Just hearing the devastating news that Logan Williams has passed away suddenly. This picture was early in the filming of The Flash pilot episode back in 2014. I was so impressed by not only Logan’s talent but his professionalism on set. My thoughts and prayers will be with him and his family during what is I’m sure an unimaginably difficult time for them. Please keep Logan and his family in your thoughts and prayers during what has been a strange and trying time for us all. Sending love to everyone. ❤️ Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em 3 de Abr, 2020 às 1:16 PDT Heartsick to learn of Logan Williams’ death at 16. He was 100% committed to playing young Barry Allen, and we missed him once we moved past that part of the story. Love and compassion to Logan’s family and friends in your grief. pic.twitter.com/lOlUyxJtIC — John Wesley Shipp (@JohnWesleyShipp) April 3, 2020
Juan Giménez (1943 – 2020)
O quadrinista argentino Juan Giménez morreu nesta sexta (3/4), aos 76 anos. Ele estava internado em Mendoza, na Argentina, após ter sido diagnosticado com covid-19. Gimenez tinha retornado recentemente da Espanha, onde morava, antes de ser diagnosticado. Ele era celebrado como um dos grandes mestres dos quadrinhos de ficção científica, especialmente na Europa, onde ganhou notoriedade com uma série de histórias curtas chamada “Time Padarox”. Em 1981, Giménez também fez parte da equipe responsável pela realização do cultuado longa animado “Heavy Metal”, desenhando o segmento “Harry Canyon”. E logo em seguida ainda desenvolveu designs para a sci-fi espanhola “O Cavaleiro Estelar” (1986), estrelada por Klaus Kinski (“Fitzcarraldo”), Harvey Keitel (“O Irlandês”) e Fernando Rey (“Esse Obscuro Objeto do Desejo”). Colaborador das principais revistas europeias de quadrinhos, como a francesa “Métal Hurlant” e a italiana “L’Eternauta”, também publicou várias graphic novels e seu maior sucesso foi a saga “A Casta dos Metabarões”, criada em parceria com o cineasta chileno Alejandro Jodorowsky (“A Dança da Realidade”). A publicação durou até 2003 e foi traduzida para vários idiomas.
Tom Hanks presta homenagem a Adam Schlesinger
O ator Tom Hanks, que sobreviveu à contaminação de coronavírus quase sem sintomas, utilizou sua conta no Twitter para prestar uma homenagem ao músico Adam Schlesinger, que não teve a mesma sorte. Falecido na quarta-feira (1/4) aos 52 anos, após complicações causadas por covid-19, Schlesinger foi quem compôs o hit “That Thing You Do!”, música que ajudou a popularizar o filme “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (1994), primeiro longa escrito e dirigido por Hanks. “Não haveria Playtone sem o Adam Schlesinger, sem a sua ‘That Thing You Do!’”, escreveu Hanks em sua mensagem, citando a produtora de cinema e TV que criou após o sucesso do filme, batizada com o nome da gravadora fictícia da trama. “Ele foi um One-der”, acrescentou, usando o apelido dos integrantes da banda de “The Wonders – O Sonho Não Acabou”. “Terrivelmente triste hoje”. A música “That Thing You Do!” levou Schlesinger a ser indicado ao Oscar e o Globo de Ouro de 1997 nas categorias de Melhor Canção Original. O músico, que fez parte da banda Fountains of Wayne, passou duas semanas hospitalizado e respirando com a ajuda de aparelhos até finalmente sucumbir à covid-19. There would be no Playtone without Adam Schlesinger, without his That Thing You Do! He was a One-der. Lost him to Covid-19. Terribly sad today. Hanx — Tom Hanks (@tomhanks) April 2, 2020
Adam Schlesinger (1967 – 2020)
Adam Schlesinger, músico da banda de rock Fountains of Wayne, que ficou mais conhecido pela composição de trilhas sonoras, faleceu na quarta-feira (1/4) aos 52 anos, após complicações causadas pelo coronavírus. O artista venceu três Emmys e um Grammy por seu trabalho musical, e chegou a disputar o Oscar pela composição de “That Thing That You Do”, a faixa-título do filme dirigido por Tom Hanks em 1996, batizado no Brasil de “The Wonders: O Sonho Não Acabou” (1996). Seus dois primeiros Emmys foram conquistados pela parte musical do evento televisionado dos Tony Awards (premiação do teatro) e, após concorrer por quatro anos seguidos pelas músicas originais da série “Crazy Ex-Girlfriend”, venceu seu terceiro Emmy em 2019, com a gravação de “Anti-Depressants Are So Not a Big Deal”, da 4ª e última temporada. Ele criou 157 músicas para a série, que também produziu, e ainda co-escreveu o episódio final, exibido em abril de 2019, em parceria com a criadora e estrela Rachel Bloom. Outros trabalhos de Schlesinger para a TV incluem composições para o programa infantil “Vila Sésamo” e as músicas-temas das séries “Big Time Rush”, “A Família Hathaways”, “Kathy” e “Supernoobs”. Além disso, ele assinou a adaptação musical do filme “Cry-Baby” (1990) para o teatro, compôs músicas para os filmes “Letra e Música” (2007) e “A Era do Gelo 4” (2012), e ainda concebeu e produziu um disco da “banda de TV” The Monkees em 2018. À frente do Fountains of Wayne, seu maior sucesso foi o single “Stacey’s Mom”, que atingiu o número 21 na parada de sucessos da Billboard em 2003. Schlesinger era primo do ator Jon Bernthal (“O Justiceiro”) e deixa duas filhas. Relembre abaixo a música que rendeu indicação ao Oscar para o compositor.
Andrew Jack (1944 – 2020)
O ator e professor Andrew Jack, que participou dos últimos filmes da franquia “Star Wars”, faleceu aos 76 anos em um hospital da cidade de Chertsey, na Inglaterra, vítima da pandemia de coronavírus. A doença e a morte foram súbitas, porque Jack estava bastante ativo e trabalhando até algumas semanas atrás, no set de “The Batman”, no Reino Unido, cujas filmagens foram suspensas durante a crise sanitária. Jack atuou como o major Caluan Ematt em “O Despertar da Força” e “Os Últimos Jedi”, além de dublar o personagem no game “Lego Star Wars: The Force Awakens”. Mas atuação não era sua atividade principal em Hollywood. Ele era um especialista em dialetos e ajudou a treinar atores em mais de 100 produções, desde “Indiana Jones e a Última Cruzada”, em 1989. Ele chegou a aparecer em documentários para falar de seu trabalho nas franquias de “O Senhor dos Anéis”, para a qual criou as línguas da Terra Média, e “Sherlock Holmes”, onde ensinou o americano Robert Downey Jr a falar como um inglês da era vitoriana. Entre as produções mais recentes que usaram seu talento como treinador de sotaques e idiomas inventados estão “Dolittle”, “MIB: Homens de Preto – Internacional”, “Han Solo: Uma História Star Wars”, “Thor: Ragnarok” e até o blockbuster “Vingadores: Ultimato”. Seu trabalho em “The Batman” também era nesta função. Infelizmente, sua esposa não poderá comparecer ao enterro por estar em quarentena na Austrália.
David Schramm (1946 – 2020)
O ator veterano David Schramm, que estrelou a série “Wings” por oito temporadas, morreu em Nova York no domingo (29/3), aos 73 anos. A causa da morte não foi divulgada. Schramm foi membro fundador da trupe teatral The Acting Company, sediada em Nova York, da qual também participaram Kevin Kline, Patti LuPone e David Ogden Stier. Sua primeira apresentação na Broadway foi em 1973 e seu primeiro papel de destaque na TV foi como o secretário de Defesa dos EUA, Robert McNamara, na minissérie “Kennedy”, de 1983. Sua carreira de ator durou quatro décadas, incluindo sua passagem de 1990 a 1997 em “Wings” – também conhecida como “De Pernas pro Ar” na TV aberta brasileira. Seu personagem, Roy Biggins, era o dono inescrupuloso da companhia aérea fictícia Aeromass, que competia com os irmãos Joe e Brian Hackett (interpretados por Tim Daly e Steven Weber), gerentes da companhia aérea rival Sandpiper Air. “Eu sabia, quando começamos, que seria um sucesso”, disse Schramm em uma entrevista em abril passado. “E não apenas porque os roteiristas estavam envolvidos com ‘Cheers’, ‘Taxi’ e ‘Mary Tyler Moore’. Quando nos sentamos à mesa para ler o primeira roteiro e vi o tipo bufão que eles criaram pra mim, esse cara pomposo que dizia coisas extravagantes para as mulheres e todos os outros personagens ricos, virei para Rebecca (Schull, que interpretou Fay Cochran na série) e disse: ‘Acho que pousamos em uma banheira de manteiga’. E nós pousamos. Se ao menos eu tivesse colocado o dinheiro que ganhei embaixo do colchão e não no mercado de ações…” Ele também apareceu nas séries “The Equalizer”, “Miami Vice” e “O Homem da Máfia”, e nos filmes “Um Rosto sem Passado” (1989), “A Grande Barbada” (1989) e “Minhas Idéias Assassinas” (1990). Seu último trabalho nas telas foi uma participação na série “Hércules”, em 1998. Mas ele continuou apresentando-se nos palcos nova-iorquinos até o ano passado.
Krzysztof Penderecki (1933 – 2020)
Morreu Krzysztof Penderecki, um dos maiores compositores e maestros da Polônia, que ficou mundialmente conhecido pela trilha de dois dos maiores clássicos do terrores de Hollywood, “O Exorcista” e “O Iluminado”. Ele tinha 86 anos e faleceu neste domingo (29/3) em sua casa em Cracóvia, no sul da Polônia, após uma longa doença, segundo sua família. Seu cuidador foi diagnosticado com covid-19. Krzysztof Penderecki estudou violino e composição no Conservatório de Cracóvia, inspirado pelo pai, que adorava tocar o instrumento. Quando se formou, em 1958, foi nomeado professor e depois reitor do conservatório. De 1972 a 1978, ele também lecionou na Escola de Música da Universidade de Yale, nos EUA. Sua carreira como compositor iniciou-se logo após a formatura, em 1959. Aos 25 anos, ganhou os três principais prêmios em uma competição depois de enviar uma partitura escrita com a mão direita, outra com a esquerda e uma terceira copiada por um amigo para ocultar sua caligrafia. Foram os primeiros de muitos troféus, incluindo três Grammys de música erudita. Ele começou a colaborar com cineastas em 1961, ao compor a trilha de um curta escrito por outro compatriota famoso, o escritor Stanislaw Lem (autor de “Solaris”). Após dois longas do diretor Wojciech Has, fez sua estreia no cinema francês, compondo a trilha do clássico da nouvelle vague “Eu te Amo, Eu te Amo” (1968), de Alain Resnais. Mas sua estreia em Hollywood se deu de forma casual, quando o diretor William Friedkin decidiu incluir cinco músicas de seu repertório em “O Exorcista” (1973), incluindo uma partitura de seu mais controverso trabalho, “The Devils of Loudon”, de 1969. Baseada em um romance de Aldous Huxley sobre a Inquisição, “The Devils of Loudon” chegou a ser condenado pelo Vaticano, que pediu ao compositor que parasse as apresentações. Apesar da polêmica, ele se recusou a tirar a música de seus concertos. O compositor se tornou ainda mais popular depois que Stanley Kubrick fez uso extensivo de seu trabalho, incluindo 13 faixas de seus discos na trilha de “O Iluminado” (1980). David Lynch foi outro fã assumido, que espalhou músicas de Penderecki em “Coração Selvagem” (1990), “Império dos Sonhos” (2006) e na série “Twin Peaks”. Sua música, geralmente inspirada por temas religiosos ou apocalípticos, como a bomba de Hiroshima, também apareceram na animação clássica “Heavy Metal – Universo em Fantasia” (1981), no terror “As Criaturas Atrás das Paredes” (1991), de Wes Craven, na sci-fi “Filhos da Esperança” (2006), de Alfonso Cuaron, e no suspense “Ilha do Medo” (2020), de Martin Scorsese. Penderecki também criou música especialmente para o cinema. Além dos trabalhos iniciais citados, ele compôs trilhas de filmes de alguns dos maiores cineastas do Leste Europeu, como “Hands Up!” (1981), de Jerzy Skolimowski, “A Voz Solitária do Homem” (1987), de Aleksandr Sokurov, “Tishina” (1991), de “Dimitar Petkov”, “Katyn” (2007), de Andrzej Wajda, e o recente “Demon” (2015), de Marcin Wrona. Em 2012, Penderecki ainda colaborou com Jonny Greenwood, guitarrista da banda Radiohead e compositor dos filmes de Paul Thomas Anderson, num disco elogiadíssimo, que curiosamente não tem título – as faixas “Threnody for the Victims of Hiroshima”, “Polymorphia”, “Popcorn Superhet Receiver” e “48 Responses to Polymorphia” batizam o álbum. Entre os muitos reconhecimentos a seu talento contavam-se ainda o prêmio de Melhor Compositor Vivo no evento de música Cannes Midem Classic, em 2000, e a maior distinção da Polônia, a Ordem da Águia Branca, concedida em 2005. O ministro da Cultura da Polônia, Piotr Glinski, disse que, com a morte de Penderecki, a cultura do país “sofreu uma perda enorme e irreparável”. Veja abaixo Penderecki reger sua composição mais aterradora, “Polymorphia”, usada tanto na trilha de “O Exorcista” quanto em “O Iluminado”.
Daniel Azulay (1947 – 2020)
O apresentador, educador e artista Daniel Azulay morreu nesta sexta (27/3) na Clínica São Vicente, do Rio de Janeiro. Com 72 anos, ele contraiu covid-19, enquanto fazia tratamento de um câncer. “Com extremo pesar comunicamos que nosso querido Daniel Azulay faleceu hoje a tarde no Rio de Janeiro. Ele estava tratando uma leucemia e contraiu coronavírus. Sua alegria continuará em todos nossos corações para sempre. Faremos rezas virtuais para ele nos próximos dias em virtude do isolamento. Daniel, Te amamos”, escreveu a sua página oficial no Facebook. Azulay criou seu primeiro personagem famoso, o Capitão Cipó, em 1968, numa tira publicada no jornal Correio da Manhã. Em 1975, lançou a “Turma do Lambe-Lambe”, programa de TV educativo e inteligente para o público infantil. Exibido por dez anos, primeiro na TVE e depois na rede Bandeirantes, o programa influenciou as crianças dos anos 1980 ao ensinar, sempre de forma lúdica, a desenhar, criar dobraduras e construir brinquedos com a sucata doméstica, além de incutir na formação infantil a importância da reciclagem e sustentabilidade como defesa do meio ambiente. O sucesso foi tanto que ele lançou seis discos de músicas infantis – um deles com Lucinha Lins e Sivuca, em 1982. A volta à Televisão aconteceu em 1996, com o programa “Oficina de Desenho Daniel Azulay” na Band, seguido mais recentemente por “Azuela do Azulay”, no Canal Futura, e mini-curtas animados na TV Rá-Tim-Bum. O artista também expôs suas obras pelo mundo, ganhando prêmios internacionais, fez palestras e conduziu workshops de arte, educação e responsabilidade social. Respeitado no Brasil e no exterior, suas obras de arte contemporânea fazem parte do acervo de coleções particulares e de grandes empresas. Uma de suas últimas iniciativas foi o lançamento do site Diboo (www.diboo.com.br), que oferece um curso de desenho online para crianças.
Morre cachorro que interpretou lobo corajoso de Bran Stark em Game of Thrones
Odin, o cachorro que interpretou Summer (Verão), o lobo destemido de Bran Stark em “Game of Thrones”, morreu na quinta-feira (26/3). Segundo o jornal britânico Metro, o astro canino lutou por quatro meses contra uma forma agressiva de câncer, enquanto os donos arrecadaram 14 mil libras esterlinas (mais de R$ 88 mil) online para ajudar em seu tratamento. “Nossa família anuncia com imenso pesar que Odin faleceu nesta manhã”, escreveram os donos nas redes sociais. “É difícil colocar em palavras o quanto isto impactou todos nós, porque Odin viveu uma vida como a de nenhum outro cachorro”. “Nós adotamos ele quando tinha sete semanas de vida. Só queríamos cachorros grandes para levar em trilhas, e para dormir aos nossos pés todas as noites, na frente da lareira. Tudo o que veio depois foi um bônus”, disseram ainda. “A morte de Odin marca o fim de uma década e uma era em que ele ensinou a nós, nossa família e nossos amigos muitas lições de vida. Este era um cachorro com mais histórias para contar do que muitas pessoas”, continuaram. A família ainda celebrou as muitas “realizações” do companheiro canino, citando que ele ficou “imortalizado” por sua participação em “Game of Thrones”. “Para todo mundo que pôde conhecê-lo e sorriu com ele, lembrem-se daquele momento”, disseram. “Nós somos incrivelmente gratos pelas doações de todos. Vamos usar o que for preciso para pagar o tratamento que ele recebeu, e doar o restante para organizações beneficentes que ajudam cachorros pelo mundo”, prometeram. Ver essa foto no Instagram Our family are at immense heartbreak to announce that Odin passed away early this morning. It’s difficult to put into words how this has impacted us as a family for Odin lead a life like no other dog. Odin was a family member first and we got him when he was a pup at 7 weeks old all we wanted were big dogs to take hiking and to sleep at our feet in the evening beside the fire, everything after that was a bonus. Odins passing marks the end of a decade and the end of an era as he taught our friends and family a lot of lessons about life for one dog he has more stories to tell than some people would. Odin has far too many achievements to announce in this post but just look at our social media pages over the past 5 years and see. We can all take great comfort in knowing that he is forever immortalised in the great TV Show Game of Thrones as Summer Bran Starks Direwolf Pup in Season 1 episode 1 . To everyone that was lucky enough to meet him and put a smile on your face please remember that moment. It’s an incredible piece of luck to have a pet you love so well become world famous and touch so many peoples hearts. He was always fond of the beach and his favourite treats which he had almost everyday before his passing. He was met with further illness as the week continued and the vets did everything they could to keep him going but he passed away in his sleep. We are incredibly grateful for the donations made towards Odin treatment and we will use what is needed to pay his vet bill and we will donate the rest between our favourite dog charities the donations will help further dogs in need at this tough time. If you have photos or videos or stories about Odin then please send them or share them with us. Please understand we will try reply to all your messages at this very difficult time in our lives. Uma publicação compartilhada por GoT Direwolves (@got_direwolves) em 26 de Mar, 2020 às 4:26 PDT
Madonna lamenta morte de ator de Procura-se Susan Desesperadamente
A cantora Madonna se manifestou nas redes sociais sobre a morte de Mark Blum, ator americano com quem contracenou no filme “Procura-se Susan Desesperadamente”, que aconteceu quarta (25/3) devido á complicações da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Em seu Instagram, ela postou uma foto em que aparece com Bloom no filme de 1985. “Quero registrar a passagem deste humano marcante, ator, amigo e parceiro, Mark Blum, vítima do coronavírus. Isto é realmente trágico e meu coração está com ele, sua família e a todos que ele amava. Me lembro de Mark quando fizemos ‘Procura-se Susan Desesperadamente’ em 1985 como alguém acolhedor, amável e profissional. Outro lembrete de que este vírus não é uma brincadeira, na é para tratar como algo casual ou fingir que não nos afetará de alguma forma. Temos que nos manter gratos – ser esperançosos – e seguir as regras de quarentena”, afirmou Madonna. Com muitos filmes de sucesso nos anos 1980, Blum também se tornou conhecido das novas gerações por seus papéis nas séries “Mozart in the Jungle”, na Amazon, “Você” (You), na Netflix, e “Succession”, na HBO. Ver essa foto no Instagram I Want to Acknowledge the Passing of a remarkable Human, fellow actor and friend Mark Blum, who succumbed to Coronavirus. This is really tragic and my heart goes out to him, his family and his loved ones. I remember him as funny warm, loving .and professional when we made Desperately Seeking Susan in 1985!! Another reminder that this virus is no joke, nothing to be casual about or pretend wont affect us in some way. ♥️ we need to stay grateful -be hopeful- help each other-and follow the quarantine rules! #covid_19 #markblum #desperatelyseekingsusan Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 26 de Mar, 2020 às 12:58 PDT
Mark Blum (1950 – 2020)
O ator americano Mark Blum, conhecido por filmes dos anos 1980 e séries recentes, como “Você”, morreu na quarta (25/3) no hospital presbiteriano de Nova York, de complicações da covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, aos 69 anos. Nascido em Newark, Nova Jersey, em 1950, Blum costumava viajar de trem até Nova York para ver as peças em cartaz, o que o fez se apaixonar pelo teatro ainda na adolescência. Ele estudou Teatro em duas faculdades e iniciou sua longa carreira como assistente de palco da Broadway em 1975. Não demorou a virar ator e chegou a vencer o prêmio Obie, dedicado ao circuito off-Broadway, como protagonista de “Gus and Al” em 1989, na pele de um dramaturgo gay medíocre de meia-idade que viaja no tempo para conhecer Gustav Mahler. Foi também nos anos 1980 que ele começou a aparecer no cinema. A partir de um pequeno papel em “O Amor tem seu Preço” (1983), sua filmografia se multiplicou em vários sucessos da época, como “Procura-se Susan Desesperadamente” (1985), “Crocodilo Dundee” (1986), “Somente Entre Amigas” (1986), “Encontro às Escuras” (1987) e “Mais Forte que o Ódio” (1988). Blum também apareceu em várias séries, como “Miami Vice”, “Roseanne”, “Nova Iorque Contra o Crime” (NY PD Blue), “O Desafio” (The Practice), “CSI: Miami” e por toda a franquia “Lei & Ordem” (Law & Order). Mais recentemente, integrou os elencos de “Mozart in the Jungle”, na Amazon, “Você” (You), na Netflix, e “Succession”, na HBO. Seu último trabalho foi uma participação em “Billions”, que será exibida em maio no canal pago Showtime.
Turma da Mônica homenageia Albert Uderzo nas redes sociais
A Turma da Mônica homenageou o quadrinista francês Albert Urdezo, criador do personagem Asterix, falecido na terça-feira (23/3), com uma ilustração emocionada nas redes sociais. No desenho postado no Instagram nesta quinta, Mônica, Cebolinha e Bidu aparecem com o semblante triste em frente à lápide de Urdezo, vestindo roupas e chapeis característicos dos personagens Asterix e Obelix. A legenda acrescenta: “O mundo ficou mais triste. Pela primeira vez, aquela famosa aldeia gaulesa não terá uma festa para marcar o fim da aventura. Mas, mesmo assim, por tantas histórias inesquecíveis, nós, fãs, temos muito a agradecer… Por Uderzo!” Urdezo faleceu aos 92 anos dormindo em casa, em um ataque cardíaco não relacionado ao coronavírus. Segundo a família, ele estava muito cansado há várias semanas. Ver essa foto no Instagram O mundo ficou mais triste. Pela primeira vez, aquela famosa aldeia gaulesa não terá uma festa para marcar o fim da aventura. Mas, mesmo assim, por tantas histórias inesquecíveis, nós, fãs, temos muito a agradecer… Por Uderzo! Uma publicação compartilhada por Turma da Mônica (@turmadamonica) em 25 de Mar, 2020 às 11:41 PDT












