Hayley Atwell vai estrelar minissérie de época do diretor de Manchester à Beira-Mar
Hayley Atwell já definiu seu próximo papel. Após os cancelamentos consecutivos de “Agent Carter” e “Conviction”, a atriz inglesa vai estrelar uma minissérie baseada em “Howards End”, com adaptação do cineasta Kenneth Lonergan (“Manchester À Beira-Mar”). O romance clássico de E.M. Forster (1879–1970) já foi adaptado para o cinema em 1992, rendendo o Oscar de Melhor Atriz para Emma Thompson no papel agora vivido por Atwell. A trama gira em torno das divisões sociais e de classe na Inglaterra do começo do século 20, vislumbradas pelo prisma de três famílias: os intelectuais e idealistas Schlegels, os ricos negociantes Wilcoxes e os proletários Basts. Atwell vai interpretar Margaret Schlegel, que, junto com sua irmã, tentará convencer os abastados Wilcoxes a ajudar os pobres Basts. O elenco também inclui Matthew Macfayden (série “Ripper Street”), Tracey Ullman (“Nunca é Tarde Para Amar”) e Philippa Coulthard (série “The Catch”). Com direção de Hettie Macdonald (série “Fortitude”), a minissérie terá quatro capítulos, que serão coproduzidos pela rede britânica BBC e o canal pago americano Starz. Ainda não há previsão para a estreia.
Globo abre mão do premiado diretor de Dois Irmãos e Velho Chico
Diretor da elogiada minissérie “Dois Irmãos” (2017) e da novela “Velho Chico” (2016), Luiz Fernando Carvalho não é mais profissional exclusivo da rede Globo. A emissora informou, por meio de comunicado, que o profissional, responsável por visuais marcantes em alguns de seus maiores sucessos, como “Renascer” (1993), “O Rei do Gado” (1996), “Os Maias” (2001), “Esperança” (2002) e “Capitu” (2008), agora será contratado por obra. Segundo o comunicado, enviado pela assessoria de comunicação do canal, Globo e Luiz Fernando Carvalho decidiram em comum acordo por este novo modelo de contrato, o que vai permitir que o diretor desenvolva projetos também com outros parceiros, além de poder se dedicar ao cinema. Como cineasta, ele dirigiu apenas um longa: “Lavoura Arcaica” (2001), vencedor do Festival de Brasília, da Mostra de São Paulo, do Festival de Cartagena e de Guadalajara. “A Globo continuará contando com o trabalho de Luiz Fernando Carvalho numa dinâmica como a que hoje tem com outros grandes diretores do mercado. Sempre que houver uma grande história para ser contada por Luiz Fernando Carvalho na Globo, a emissora e o diretor trabalharão juntos para levar o projeto ao ar”, diz Sergio Valente, diretor de Comunicação da emissora. O diretor trabalhava para a rede Globo há 30 anos.
La La Land vence prêmio do Sindicato dos Técnicos de Som dos EUA
“La La Land” foi o grande vencedor do prêmio do Sindicato dos Técnicos de Som dos EUA, em sua contínua ascensão na temporada de premiações de Hollwood. O musical de Damien Chazelle é o filme com mais indicações ao Oscar 2017, inclusive nas categorias de Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som. O evento da Cinema Audio Society Awards também rendeu troféus para “Procurando Dory” na categoria de animações e “The Music of Strangers: Yo-Yo Ma and The Silk Road Ensemble” entre os documentários. Na lista de premiados televisivos, os destaques incluíram o impressionante episódio da “Batalha dos Bastardos”, de “Game of Thrones”, “Modern Family” entre as séries de 30 minutos e “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story” como melhor som de minissérie.
Caio Blat vai estrelar série britânica do roteirista de Drive e do diretor de A Mulher de Preto
O ator Caio Blat (“Alemão”) é o mais novo brasileiro a estrelar uma série internacional. Ele foi contratado pela rede britânica BBC para integrar o elenco de “McMafia”, produção original que irá expor como funciona o crime organizado no mundo. A trama é inspirada no livro homônimo de Misha Glenny, que escolheu este nome por acreditar que as redes criminosas atuam da mesma maneira em todas as partes do mundo, como uma grande franquia. A trama acompanha uma família russa vivendo em exílio na Inglaterra e foi adaptada por Hossein Amini, responsável pelos roteiros dos filmes “Drive” (2011), “Branca de Neve e o Caçador” (2012), “47 Ronins” (2013), “As Duas Faces de Janeiro” (2014), “Nosso Fiel Traidor” (2016) e o vindouro “Snowman” (2017). Caio Blat interpretará um criminoso latino chamado Antonio Mendez. O brasileiro entrou no elenco porque a produção buscava um ator latino que não estivesse dentro do padrão que o mundo já conhece. Para comemorar o papel, o ator compartilhou uma foto dos bastidores das gravações em seu perfil no Instagram. “Primeira fase concluída… Obrigado, papai do céu”, escreveu. O elenco internacional ainda inclui o americano David Strathairn (série “Lista Negra/The Blacklist”), o inglês James Norton (série “Happy Valley”), a inglesa Juliet Rylance (“A Entidade”), a inglesa Faye Marsay (série “Game of Thrones”), o russo Aleksey Serebryakov (“Leviatã”), a russa Maria Mashkova (“Papa”), a isralense Yuval Scharf (“Nota de Rodapé”), o isralense Oshri Cohen (“Alexandria”), o indiano Nawazuddin Siddiqui (“Lion”), a indiana Rajshri Deshpande (série “24 Horas”) e o egípcio Amir El-Masry (minissérie “The Night Manager”). “McMafia” está em fase de gravações, com direção do cineasta britânico James Watkins (“Sem Saída”, “A Mulher de Preto”) e deve estrear somente em 2018, com um total de seis episódios.
Kit Harington vai estrelar minissérie sobre Guy Fawkes, terrorista que inspirou V de Vingança
A BBC anunciou oficialmente que Kit Harington (série “Game of Thrones”) vai protagonizar a minissérie “Gunpowder”, sobre a história de Guy Fawkes. A minissérie havia sido anunciada no final do ano passado e será composta por três episódios e contará a história verídica do plano terrorista de Fawkes, que tentou explodir a Câmera dos Lordes no Parlamento britânico e assassinar o Rei James I em 1605. As filmagens começam ainda este mês e o elenco também contará com Liv Tyler (série “The Leftovers”), Mark Gatiss (série “Sherlock”) e Peter Mullan (série “Quarry”). Ambientada em 1605, o drama contará a história de Fawkes e um grupo de católicos que armaram a “Conspiração da Pólvora”, na qual se pretendia assassinar o rei protestante James I da Inglaterra e os membros do Parlamento inglês, para assim dar início a um levante católico. Guy Fawkes era o responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o Parlamento. A conspiração foi desarmada e após ser interrogado sob tortura, Fawkes foi condenado à forca por traição e tentativa de assassinato. Sua captura é celebrada até os dias de hoje, com festividades no Reino Unido no dia 5 de novembro. No começo, o evento era sancionado por celebrar o fato do Rei ter sobrevivido. Mas, ao longo dos anos, o atentado ganhou nova conotação, transformando Fawkes numa espécie de herói popular. A transição começou com publicações baratas (penny dreadfuls) do fim do século 19 e se completou com os quadrinhos de “V de Vingança” nos anos 1980, nos quais um mascarado inspirado em Fawkes combatia a política fascista de um futuro britânico distópico. Quando a minissérie de Alan Moore e David Lloyd virou filme em 2005, as máscaras de V (ou Fawkes) entraram na cultura pop mundial, ganhando as ruas em manifestações como o movimento Occupy. Curiosamente, Kit possui laços familiares com os conspiradores do atentado. Em uma entrevista realizada no começo do ano, o ator revelou uma descendência direta com Robert Catesby, um dos arquitetos do malsucedido plano, e manifestou o desejo de contar a história da conspiração.
Warren Frost (1925 – 2017)
Morreu ator Warren Frost, mais conhecido por seus papéis nas séries “Twin Peaks” e “Seinfeld”. Ele faleceu na sexta-feira (17/2) aos 91 anos, após enfrentar uma longa doença, não divulgada. Ele era pai de Mark Frost, roteirista que criou “Twin Peaks” com o cineasta David Lynch em 1990. Sua carreira começou nos anos 1950, mas após figurar em mais de uma dezena de séries sem conseguir destaque, acabou desistindo de atuar por quase três décadas. Foi ressurgir em 1990 como o psiquiatra de Norman Bates em “Psicose IV – O Início” (1990), último filme da franquia estrelada por Anthony Perkins, e acabou escalado pelo filho para dar vida ao Dr. Will Hayward, legista que se recusou a realizar a autópsia de Laura Palmer em “Twin Peaks”. Além de ser creditado em 30 episódios das duas temporadas da série original, ele também reprisou o personagem no filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e no revival da atração, que só vai estrear em maio nos EUA. Warren Frost também teve um papel recorrente e memorável em “Seinfeld” como o pai de Susan (a namorada recorrente de George), Henry Ross, aparecendo em cinco episódios. Além disso, participou do elenco recorrente da série “Matlock” e da célebre minissérie de terror “A Dança da Morte” (The Stand), adaptação de Stephen King. “Estamos tristes hoje em anunciar a morte de nosso querido pai, Warren Frost”, disse Mark Frost em um comunicado da família. “Das margens da Normandia no dia D aos seus 50 anos de carreira no palco e na tela, ele continuou sendo o mesmo homem humilde de Vermont que nos ensinou que uma vida dedicada a dizer o tipo certo de verdades pode fazer uma diferença real nas vidas de outros”.
Roteirista de Guerra ao Terror desenvolve minissérie sobre a eleição de Donald Trump
O roteirista Mark Boal, vencedor do Oscar 2010 de Melhor Roteiro Original por “Guerra ao Terror”, vai estrear na televisão. Ele está desenvolvendo uma minissérie política sobre a eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos. A produção deve abordar a espionagem russa e outros temas polêmicos dos bastidores campanha de Trump. Além de Boal, o projeto contará com o jornalista Hugo Lindgren, ex-editor do New York Times Magazine e do Hollywood Reporter, que está reunindo um grupo de repórteres investigativos para construir a trama. Boal escreverá o roteiro final baseado no material resultante da pesquisa jornalística. A minissérie terá entre seis e oito episódios e ainda não tem título, previsão de estreia ou canal/plataforma definida. Mas fechou financiamento. Para o projeto, Boal vai repetir sua parceria com a produtora Megan Ellison, que irá bancar as gravações por meio de sua empresa, a Annapurna Pictures, responsável pela produção de “A Hora Mais Escura” (2012), escrito pelo roteirista. Paralelamente, os dois também estão trabalhando com a cineasta Kathryn Bigelow, de “Guerra ao Terror” e “A Hora Mais Escura”, num drama cinematográfico histórico sobre o levante civil de Detroit em 1967. Também sem título, o filme tem previsão de estreia para agosto nos EUA.
The White Princess: Continuação da minissérie The White Queen ganha imagens e primeiro trailer
O canal pago americano Starz divulgou o pôster, os retratos de personagens e o trailer da minissérie “The White Princess”, continuação de “The White Queen”, indicada ao Emmy e ao Globo de Ouro em 2014. A trama gira em torno da filha da protagonista da série original. Entretanto, todo o elenco mudou, devido à demora do canal em autorizar a produção. É lamentável que quatro anos tenham se passado desde o final de “The White Queen”, em agosto de 2013. Isto se deve à longa protelação da rede britânica BBC para decidir se iria dividir os custos da produção, como fez com a primeira minissérie. Os britânicos enrolaram, enrolaram, até que o Starz finalmente decidiu ir em frente sem o apoio da BBC, arcando sozinho com todas as despesas, com base na repercussão positiva da primeira série. “The White Queen” foi o trabalho que projetou a atriz sueca Rebecca Ferguson mundialmente. Desde então, ela virou uma atriz cobiçada de cinema e não voltará ao papel de Rainha Elizabeth. Diante disso, a produção optou por uma mudança completa de intérpretes. Assim como a primeira, a nova minissérie adapta o livro homônimo da franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil). A trama é ambientada na Inglaterra do século 15 durante a Guerra das Rosas, uma série de longas, intermitentes e impiedosas batalhas pelo trono inglês. A Princesa do título é a Princesa Elizabeth, filha da Rainha Elizabeth (Ferguson) e do Rei Edward IV (Max Irons, de “A Hospedeira”). Vivido pela escocesa Freya Mavor (série “Skins”) em “The White Queen”, ela agora é interpretada por Jodie Comer (minissérie “Thirteen”). A história dá continuação aos eventos anteriores, mostrando o que aconteceu após a vitória de Henry Tudor (agora vivido por Jacob Collins-Levy, da série “Glitch”) na luta pelo trono inglês, e as manobras de bastidores que o fizeram se casar com a filha de seu rival, a jovem Elizabeth, que se torna a primeira rainha da dinastia Tudor. Entretanto, logo chegam notícias de que o irmão da princesa, Edward de York, herdeiro legítimo ao trono, sobreviveu ao conflito, fazendo com que ela fique dividida entre sua família e a aliança com o novo marido. O elenco renovado também inclui Essie Davis (“Assassin’s Creed” e “O Babadook”) no papel que pertenceu a Ferguson, como a rainha mãe, e Michelle Fairley (série “Game of Thrones”) como Lady Margaret Beaufort, mãe de Henry VII e responsável por mandar matar os irmãos da princesa. Entre as mulheres da trama, ainda se destacam Rebecca Benson (série “Game of Thrones”) como Margaret Plantagenet, e Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como Cecily de York, duas irmãs da princesa, além de Joanne Whalley (série “Beowulf: Return to the Shieldlands”) como a Duquesa da Borgonha. A minissérie será novamente escrita e produzida por Emma Frost (produtora também de “The Man in the High Castle”), em parceria com a escritora Philippa Gregory. A estreia está marcada para 16 de abril.
Geoffrey Rush é Einstein em trailer impactante da nova série Genius
O canal pago National Geographic divulgou o trailer da série “Genius”, cuja 1ª temporada contará a história de Albert Einstein. A prévia já começa impactante, com um pequeno nazista pedindo autógrafo ao cientista judeu. E segue com muitas cenas de ação, romance e desilusão, trazendo os atores Johnny Flynn (“Acima das Nuvens”) e Geoffrey Rush (“O Discurso do Rei”) caracterizados como Einstein, respectivamente na juventude e na fase mais velha do cientista. Baseada na biografia “Einstein: His Life and Universe”, de Walter Isaacson, a atração mostrará, em 10 episódios, como Einstein, que não conseguia arranjar emprego como professor ou realizar um doutorado, chegou ao desenvolvimento da Teoria da Relatividade e, fugindo da Alemanha, ajudou com sua ciência os EUA a vencer a 2ª Guerra Mundial. O elenco também inclui Emily Watson (“Cavalo de Guerra”), Michael McElhatton (série “Game of Thrones”), Seth Gabel (série “Salem”), Samantha Colley (série “Victoria”), Richard Topol (“Indignação”) e Vincent Kartheiser (série “Mad Men”). O cineasta Ron Howard (“No Coração do Mar”), que assina a produção, também dirige o primeiro episódio, fazendo sua estreia como diretor de séries. Concebida como uma antologia, “Genius” vai focalizar um gênio diferente por temporada, reunindo um elenco diferente também. A 1ª temporada será exibida em 171 países, mas ainda não tem previsão de estreia.
Série mais premiada do ano, The People v. O. J. Simpson chega na Netflix
Uma das séries mais premiadas de 2016, “The People v. O. J. Simpson: American Crime Story” entrou no catálogo da Netflix na última quinta-feira (2/2). A série do canal pago FX é uma reconstrução do julgamento do ex-jogador de futebol americano e ator Orenthal James Simpson, conhecido como O.J., acusado pelo brutal assassinato de sua ex-mulher e de um amigo dela em 1994. Em dez episódios, a série mostra como, desde o começo das investigações, o caso foi amplamente divulgado pela imprensa em histórias vorazmente consumidas pelo público, que enxergava em Simpson um grande herói do esporte e também uma estrela do entretenimento – antes mesmo de se aposentar como jogador, o americano se lançou em uma carreira de ator, participando de diversos filmes e programas de TV. O julgamento, que foi todo televisionado e durou, acredite, mais de um ano (de setembro de 94 a outubro de 95), é transportado na série com foco na estratégia da defesa, formada por advogados com honorários milionários, que conseguiu transformar o caso de assassinato em uma questão racial. O elenco grandioso – e bastante premiado pelo trabalho – inclui Cuba Gooding Jr. (“O Mordomo da Casa Branca”) no papel do acusado, além de Sarah Paulson (série “American Horror Story”), John Travolta (“Selvagens”), Courtney B. Vance (série “State of Affairs”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), David Schwimmer (série “Friends”), Connie Britton (série “Nashville”), Jordana Brewster (franquia “Velozes & Furiosos”), Kenneth Choi (série “The Last Man on Earth”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Nathan Lane (“Espelho, Espelho Meu”) e Selma Blair (“Hellboy”). Criação dos roteiristas Scott Alexander e Larry Karaszewski (ambos de “Grandes Olhos”, “Goosebumps” e “1408”), a série segue o formato de antologia, contando uma história de crime famoso por ano, e tem produção de Ryan Murphy e Brad Falchuk (dupla criadora de “American Horror Story”). “The People v. O. J. Simpson: American Crime Story” venceu dezenas de prêmios, inclusive o Globo de Ouro, o Critics Choice e o Emmy de Melhor Minissérie de 2016, além de consagrar individualmente Sarah Paulson, Courtney B. Vance e Sterling K. Brown por seus desempenhos.
Brendan Gleason vai caçar assassino em minissérie baseada em livro de Stephen King
O escritor Stephen King ganhará mais uma minissérie televisiva. O produtor e roteirista David E. Kelley (da clássica “Ally McBeal” e da vindoura “Big Little Lies”) está desenvolvendo “Mr. Mercedes”, baseado num dos lançamentos mais recentes do escritor, para o canal pago americano Audience (o mesmo de “Rogue” e “Kingdom”), e já definiu seu elenco completo. A trama gira em torno de Brady Hartsfield, um motorista de caminhão de sorvete que, secretamente, é o criminoso conhecido como Assassino do Mercedes, culpado pela morte de oito pessoas, que ele atropelou com seu carro ao avançar sobre uma multidão. O caso ficou sem solução, até ele resolver atormentar o detetive responsável pela investigação, Bill Hodges, deprimido e atormentado, que decide abandonar a aposentadoria ao receber uma carta anônima de Hartsfield identificando-se como o culpado. A adaptação do livro de 2014 será protagonizada por Brendan Gleeson (“O Guarda”) como o detetive Bill Hodges e Harry Treadaway (série “Penny Dreadful”) como Brady Hartsfield, papel que chegou a ser negociado com o tragicamente falecido Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Fronteiras”). O elenco coadjuvante inclui Mary-Louise Parker (série “Weeds”), Kelly Lynch (série “Magic City”), Jharrel Jerome (“Moonlight”), Scott Lawrence (série “Legion”), Breeda Wool (série “UnReal”), Ann Cusack (“O Abutre”), Justine Lupe (série “Cristela”) e Holland Taylor (série “Two and a Half Men”). O diretor Jack Bender (séries “Lost” e “Game of Thrones”) vai comandar todos os dez episódios, que ainda não têm previsão de estreia.
Frontier: Série de Jason Momoa passada no Velho Oeste ganha trailer legendado
A Netflix brasileira finalmente divulgou a versão legendada do trailer de “Frontier”, série estrelada por Jason Momoa (o Aquaman da “Liga da Justiça”), que antes mesmo da estreia já garantiu uma 2ª temporada. A prévia apresenta o personagem do ator, que todos querem morto, além de muitas cenas violentas. “Frontier” se passa no Velho Oeste, em meio à luta selvagem pelo controle do comércio de peles durante o final do século 18, quando as florestas da América do Norte ainda eram disputadas por colonizadores americanos, franceses e índios. O contexto não é muito diferente do apresentado no filme “O Regresso” (2015), inclusive em termos de locação, já que a atração foi filmada no norte do Canadá. Entretanto, o período abordado é anterior ao do filme premiado. Além de Momoa, o elenco inclui Landon Liboiron (série “Hemlock Grove”), Alun Armstrong (série “Penny Dreadful”), Zoe Boyle (série “Downton Abbey”), Breanne Hill (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Evan Jonigkeit (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Christian McKay (série “Jekyll & Hyde”), Allan Hawko (série “Republic of Doyle”) e a estreante Jessica Matten. Criada pelos irmãos Robert e Peter Blackie (que trabalharam na série canadense “Republic of Doyle”), “Frontier” tem seis episódios em sua 1ª temporada, já disponibilizados na plataforma de streaming.
Após rebeliões nas prisões, Globo adia indefinidamente a série Carcereiros
A rede Globo decidiu adiar a estreia da série “Carcereiros”. O colunista do UOL Flávio Ricco apurou que a atração, originalmente prevista para estrear na quinta (26/1), não tem mais previsão de lançamento. Ou, pelo menos, “não entrará no 1º semestre deste ano”. Segundo ele, comentários internos passam a certeza que a mudança foi provocada pelo fato de o Brasil estar vivendo a pior crise prisional de sua história, com cenas de terror e morte praticamente toda semana. Gravada no último trimestre de 2016, a série adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. O médico e escritor trabalha atualmente no terceiro livro, “Presidiárias”. As gravações foram realizadas na Penitenciária Feminina de Votorantim e também em São Bernardo do Campo, em local não divulgado. Atualmente em fase final de edição, a história mostra o ponto de vista dos carcereiros que comandam os presídios e o convívio com os presos. O elenco inclui Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).












