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    Nova série da Globo, Carcereiros será disponibilizada por streaming seis meses antes da estreia na TV

    12 de maio de 2017 /

    A minissérie “Carcereiros”, protagonizada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”), terá seus 12 episódios disponibilizados simultaneamente para os assinantes do Globo Play, a plataforma digital da Globo, no dia 8 de junho, numa experiência para testar o mercado de streaming. Na televisão, a produção só é prevista para o primeiro trimestre de 2018, possivelmente em janeiro. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado no começo deste ano, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada indefinidamente. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, realizado em abril em Cannes, na França, onde venceu o prêmio de Melhor Série Internacional de Drama. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a obra brasileira sobre as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. Lombardi vive Adriano, alguém que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, o carcereiro vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”).

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    Nelson Xavier (1941 – 2017)

    10 de maio de 2017 /

    Grande ator brasileiro, Nelson Xavier morreu na madrugada desta quarta-feira (10/5) aos 75 anos, em Uberlândia, Minas Gerais. Ele vinha fazendo tratamento de um câncer em uma clínica na cidade e faleceu após o agravamento de uma doença pulmonar. Na ocasião do falecimento, estava acompanhado por amigos e familiares. Nelson Agostini Xavier nasceu em São Paulo, em 30 de agosto de 1941. Em mais de cinco décadas de carreira, marcou época na TV e no cinema, especialmente nos papéis de Lampião e Chico Xavier – que lhe renderam experiências quase transcendentais, conforme costumava dizer. Mas a carreira começou no teatro, ainda nos anos 1950. Ele participou do Teatro de Arena, um dos mais importantes grupos de artes cênicas de seu tempo, atuando em peças históricas, como “Eles Não Usam Black-Tie” (1958), de Gianfrancesco Guarnieri, “Chapetuba Futebol Clube” (1959), de Oduvaldo Vianna Filho, “Gente como a Gente” (1959), de Roberto Freire, e “Julgamento em Novo Sol” (1962), de Augusto Boal. Com o golpe militar de 1964, a ditadura passou a censurar o tipo de teatro político que ele desenvolvia. Isto o levou a buscar outras vias de expressão. Ao começar a fazer TV, chegou a acreditar que sua timidez não lhe permitiria sucesso. “Eu tive muita dificuldade em começar a fazer televisão. As máquinas eram enormes, eu tinha pavor, até tremia”, ele contou ao site Memória Globo. Sua primeira participação na Globo foi como o personagem Zorba, na novela “Sangue e Areia” (1967), de Janete Clair. Ao mesmo tempo, desenvolveu uma carreira prolífica no cinema. Fez mais de 20 filmes até o fim da ditadura, no começo dos anos 1980, entre eles os clássicos “Os Fuzis” (1964), de Ruy Guerra, “A Falecida” (1965), de Leon Hirszman, “O ABC do Amor” (1967), de Eduardo Coutinho, Rodolfo Kuhn e Helvio Soto, “É Simonal” (1970) e “A Culpa” (1972), de Domingos de Oliveira, “Vai Trabalhar Vagabundo” (1973), de Hugo Carvana, o blockbuster “Dona Flor e seus Dois Maridos” (1976), de Bruno Barreto, “A Queda” (1978), que co-escreveu e co-dirigiu com Ruy Guerra, vencendo um Urso de Prata no Festival de Berlim, e a versão cinematográfica de “Eles Não Usam Black-Tie” (1981). Nessa época, também foi jornalista. Com o diretor Eduardo Coutinho, trabalhou como revisor na revista Visão, onde passou a colaborar também como crítico de cinema e teatro. Seis anos após estrear na TV, conseguiu seu primeiro grande papel, em “João da Silva” (1973). Mas foi apenas em 1982 que sua carreira televisiva decolou, ao estrelar a primeira minissérie da Globo, “Lampião e Maria Bonita”, dirigida por Paulo Afonso Grisolli e baseada nos últimos seis meses de vida do mais lendário criminoso da história do Brasil, Virgulino Ferreira da Silva, e seu grande amor trágico. A adaptação reimaginava Lampião e Maria Bonita como Bonnie e Clyde tropicais. O desempenho brilhante o consagrou como o melhor intérprete do líder do cangaço já visto em qualquer tela, a figura definitiva de um personagem icônico, a ponto de levar o personagem ao cinema, estrelando logo em seguida a comédia “O Cangaceiro Trapalhão” (1983) com os Trapalhões. Nelson também participou das minisséries “Tenda dos Milagres” (1985) e “O Pagador de Promessas” (1988), textos famosos que já tinham sido levados ao cinema. E fez diversas novelas, entre elas “Sol de Verão” (1982), “Voltei pra Você” (1983), “Riacho Doce” (1990), “Pedra sobre Pedra” (1992), “Renascer” (1993), “Irmãos Coragem” (1995), “Anjo Mau” (1997), “Senhora do Destino” (2004) e “Babilônia” (2015). Seu prestígio o levou a trabalhar em produções de Hollywood, integrando os elencos de “Luar Sobre Parador” (1988), de Paul Mazursky, comédia sobre uma republiqueta de bananas, estrelada por Sonia Braga, Richard Dreyfuss e Raul Julia, e “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), de Hector Babenco, drama passado na Amazônia, com Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah e Kathy Bates. Apesar da visibilidade conseguida na TV, as novelas invariavelmente o escalavam para viver coadjuvantes, ainda que marcantes. Por isso, nunca negligenciou o cinema, construindo uma filmografia eclética, que não parou de acrescentar filmes importantes, como “Lamarca” (1994), “O Testamento do Senhor Napumoceno” (1997), “Narradores de Javé” (2003) e “Sonhos Roubados” (2009). Na tela grande, alternou seus coadjuvantes com papéis de protagonista, que lhe renderam muitos prêmios e reconhecimento da crítica. Quando muitos já considerariam a aposentadoria, Nelson atingiu novos picos de popularidade ao estrelar “Chico Xavier” (2010), cinebiografia do médium mineiro dirigida por Daniel Filho. Fenômeno de bilheteria, o longa acabou se tornando o mais importante de sua carreira. “Finalmente fiz o meu maior papel. Fui invadido por uma onda de amor tão forte, tão intensa, que levava às lágrimas”, afirmou à imprensa na época do lançamento do filme. “Nenhum dos personagens que fiz mudou minha vida. O Chico fez uma revolução”. Assim como acontecera com Lampião, três décadas antes, o ator se tornou tão identificado com o papel que o retomou em outro filme, “As Mães de Chico Xavier” (2011). O reconhecimento da comunidade espírita lhe rendeu ainda participação em “O Filme dos Espíritos” (2011), enquanto a Globo tratou de escalá-lo como um guru na novela “Joia Rara” (2013). Muito ativo no fim da vida, Nelson voltou a trabalhar com um diretor estrangeiro em “Trash: A Esperança Vem do Lixo” (2014), filmado no Rio pelo inglês Stephen Daldry, e estrelou “A Despedida” (2014), de Marcelo Galvão, como amante de Juliana Paes. O desempenho dramático deste filme lhe rendeu o troféu de Melhor Ator no Festival de Gramado, além de prêmios internacionais. Ele ainda fez “A Floresta Que Se Move” (2015), o papel-título de “Rondon, o Desbravador” (2016) e “Comeback”, que estreia dia 25 nos cinemas brasileiros. Em seu último papel, viveu um matador que não consegue se aposentar. O nome do personagem é Amador. Mas Nelson foi um profissional como poucos. Tanto que foi premiado pelo desempenho derradeiro: Melhor Ator no Festival do Rio do ano passado. Melhor Ator até o último trabalho. O ator deixa a mulher, a também atriz Via Negromonte, e quatro filhos. Em seu Facebook, a filha Tereza fez a melhor definição da passagem do pai. “Ele virou um planeta. Estrela ele já era. Fez tudo o que quis, do jeito que quis e da sua melhor maneira possível, sempre”.

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  • Série

    Hayley Atwell aparece na primeira foto da minissérie de época do diretor de Manchester à Beira-Mar

    7 de maio de 2017 /

    O canal pago americano Starz divulgou a primeira foto de sua próxima minissérie de época, “Howards End”. A imagem traz Hayley Atwell (estrela da série “Agent Carter”) e Matthew Macfayden (série “Ripper Street”) numa cena gravada no histórico restaurante Simpson’s-in-the-Strand, inaugurado em 1828 em Londres. A minissérie, por sua vez, se passa por volta dos anos 1900. A trama é uma nova adaptação do romance clássico de E.M. Forster (1879–1970), escrita pelo cineasta Kenneth Lonergan, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Roteiro por “Manchester À Beira-Mar”. A trama gira em torno das divisões sociais e de classe na Inglaterra do começo do século 20, vislumbradas pelo prisma de três famílias: os intelectuais e idealistas Schlegels, os ricos negociantes Wilcoxes e os proletários Basts. Atwell interpreta Margaret Schlegel, que, junto com sua irmã, tentará convencer os abastados Wilcoxes a ajudar os pobres Basts. Macfayden, por sua vez, vive o rico Henry Wilcox, que corteja Margaret após a morte súbita de sua esposa Ruth (Julia Ormond, da série “Incorporated”). O romance clássico foi adaptado para o cinema em 1992. Na ocasião, Emma Thompson, que tinha o mesmo papel agora vivido por Atwell, venceu o Oscar de Melhor Atriz. O elenco também inclui Tracey Ullman (“Nunca é Tarde Para Amar”), Philippa Coulthard (série “The Catch”) e Joe Bannister (“The Isle”). Com direção de Hettie Macdonald (série “Fortitude”), a minissérie terá quatro capítulos, que serão coproduzidos pelo Starz e a rede britânica BBC. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Michael Mann desenvolve minissérie sobre a Guerra do Vietnã

    30 de abril de 2017 /

    O fracasso de “Hacker”, há dois anos, tem dificultado os planos de Michael Mann para tirar do papel seu projeto da cinebiografia de Enzo Ferrari. Por isso, ele decidiu retornar à televisão, onde começou a carreira e experimentou sucesso como produtor de “Miami Vice” nos 1980. O cineasta vai produzir e dirigir uma minissérie baseada no vindouro romance “Huê 1968”, escrito por Mark Bowden, autor também da obra que virou “Falcão Negro em Perigo” (2001). “Huê 1968” retrata a Ofensiva do Tet, o grande ataque dos vietcongs às tropas dos EUA e do Vietnã do Sul em 1968, momento de virada no rumo da Guerra do Vietnã, que resultou numa das batalhas mais sangrentas do século 20. O grande problema foi a reação americana, que resolveu reagir com força desmedida, causando uma grande tragédia, ao vitimar milhares de civis. A famosa foto de uma garota correndo nua desesperada, após ser queimada por napalm, correu o mundo na época, denunciando a barbárie da guerra química realizada no Vietnã. O impacto fez a própria população americana questionar a guerra e o governo americano foi pressionado a começar a retirar suas tropas em 1971. Mas ainda foi preciso o escândalo de Watergate para os republicanos perderem a maioria no Congresso, o que finalmente permitiu que os EUA abandonassem a guerra em 1975. A decisão, porém, ocorreu já com os vietcongs na capital do Vietnã do Sul, e com os últimos militares e integrantes do consulado americano tendo apenas a opção da fuga improvisada em helicópteros, completamente derrotados e humilhados. O livro de Bowden é inédito e será publicado em junho nos EUA. A adaptação televisiva terá 10 episódios, com coprodução de Michael De Luca, produtor de sucessos cinematográficos como “A Rede Social” (2010) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015). O projeto ainda não tem canal definido nem previsão de estreia.

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  • Série

    Hilary Swank vai estrelar série de Danny Boyle sobre rapto de John Paul Getty III

    28 de abril de 2017 /

    A atriz Hilary Swank entrou no elenco de “Trust”, série baseada num crime real, desenvolvida pelo cineasta Danny Boyle (“Trainspotting”). Segundo o TV Guide, a atriz interpretará Gail Getty, mãe devotada de John Paul Getty III que estará disposta a fazer tudo para salvar o filho, após ele ser raptado. Ela vai se juntar a Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), que viverá o bilionário John Paul Getty, avô de seu filho. Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem Getty é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Como o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos sequestradores, sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar sua vida. “Trust” é uma criação de Boyle e do roteirista Simon Beaufoy, parceiros no filme “Quem Quer Ser um Milionário?” (vencedor do Oscar 2009) e “127 Horas” (indicado ao prêmio em 2011). A série de dez episódios começará a ser gravada em junho, em Londres e Roma, visando uma estreia em janeiro de 2018. O avanço da produção deve jogar água nos planos de Ridley Scott para realizar um filme sobre a mesma história. Intitulado “All The Money In The World”, este projeto teria filmagens previstas para maio, mas ainda não fechou elenco. Scott negocia com Michelle Williams, Mark Wahlberg e Kevin Spacey para os papéis centrais de seu filme, que não deverá chegar tão rápido quanto a série às telas.

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  • Série

    Reese Witherspoon confirma planos para 2ª temporada de Big Little Lies

    26 de abril de 2017 /

    A atriz Reese Witherspoon, que além de estrelar produziu a minissérie “Big Little Lies” com Nicole Kidman, confirmou estar tentando encontrar uma história para uma 2ª temporada da atração. Em entrevista ao E!News, ela contou estar conversando com Kidman e a escritora Liane Moriarty, autora do livro que inspirou a série, sobre uma potencial continuação. “Nicole e eu acabamos de falar sobre isso, faz três dias. Estamos conversando com Liane Moriarty, que escreveu o livro, sobre como esses personagens poderiam continuar na trama, o que aconteceria. Definitivamente deixamos o final da 1ª temporada em aberto, então existe uma possibilidade ali.” “Big Little Lies” é baseado no romance homônimo de Moriarty. A escritora não criou uma sequência para a história, mas recentemente disse em entrevista ao jornal australiano The Sydney Morning Herald que ela está aberta a continuar a trama. “Comecei a pensar em como isso poderia continuar. As produtoras me pediram para ver se eu poderia apresentar algumas ideias. Não escreveria um livro novo, mas talvez uma nova história e então poderíamos ver o que acontece. Estou absolutamente aberta a isso porque parei para pensar e vi que seria muito divertido ver esses personagens novamente. E definitivamente há lugares para onde a história pode caminhar.” O único que parece contrário à ideia é o diretor Jean-Marc Vallée, que disse não ter planos de participar de uma possível 2ª temporada da série. A série exibiu seu último episódio no dia 2 de abril no canal pago HBO, após acompanhar a história de três mães que têm vidas aparentemente perfeitas, mas que sucumbem às pequenas pressões do cotidiano e chegam ao ponto de cometer um assassinato.

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  • Série

    Estrela de Supergirl vai liderar seita religiosa em minissérie sobre o massacre de Waco

    22 de abril de 2017 /

    A atriz Melissa Benoist (protagonista de “Supergirl”) se juntou ao elenco da minissérie sobre o massacre de Waco, que será estrelada por Michael Shannon (“Animais Noturnos”) e Taylor Kitsch (série “True Detective”). Intitulada “Waco”, a minissérie contará, em seis episódios, a história real da tragédia resultante de um cerco do FBI a uma seita religiosa, que durou 51 dias em 1993 e foi encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas. Comandada por David Koresh, a seita Branch Davidians vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual morreram a maioria dos integrantes da seita, incluindo Koresh. Melissa viverá a mulher do líder da seita, Rachel Koresh, considerada a matriarca dos Davidians, enquanto Taylor Kitsch viverá David Koresh e Michael Shannon interpretará Gary Noesner, agente do FBI encarregado das negociações durante o cerco. Além do trio, o elenco de “Waco” inclui ainda Julia Garner (“A Fita Azul”), John Leguizamo (“American Ultra”), Andrea Riseborough (“Oblivion”), Rory Culkin (também de “A Fita Azul”), Paul Sparks (minissérie “The Night Of”) e Shea Whigham (série “Agent Carter”). A minissérie está sendo desenvolvida pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), baseados nos livros “A Place Called Waco”, de David Thibodeau, um dos sobreviventes, vivido na minissérie por Culkin, e “Stalling For Time: My Life as an FBI Hostage Negotiator”, de Noesner, o personagem de Shannon. As gravações já começaram, com direção de John Erick Dowdle e produção da Weinstein Company, visando lançar o canal pago Paramount (ex-Spike), em janeiro de 2018. “Waco” é a segunda produção em desenvolvimento sobre uma tragédia real relacionada a uma seita religiosa. O criador de “Breaking Bad” Vince Gilligan está trabalhando em “Raven”, que contará a história do líder religioso Jim Jones, fundador e líder do culto Templo dos Povos, que levou mais de 900 de seus integrantes ao suicídio coletivo na Guiana em 1978.

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    Nudez de Sophie Charlote em Os Dias Eram Assim vira trend topic

    20 de abril de 2017 /

    A nudez da atriz Sophie Charlotte, que mostrou os seios nos três primeiros capítulos da nova série da Globo, “Os Dias Eram Assim”, virou trend topic no Twitter. Na atração, a atriz já tirou a roupa para seduzir o personagem vivido por Daniel de Oliveira, seu marido na vida real, e também em cenas de topless na praia. Com tamanho de novela, a série começa em 1970, no Rio de Janeiro, no dia em que o Brasil venceu a Copa do Mundo e se tornou tricampeão. Por conta do período, Alice, a personagem de Sophie, é meio hippie e libertária, representando as mudanças trazidas pela juventude na época, marcada pela repressão e a censura da ditadura militar. Em entrevista para diversos veículos na véspera das cenas irem ao ar, a atriz se disse à vontade com as cenas de nudez. “O sexo faz parte da vida e a paixão, principalmente na juventude, está muito ligada a isso. Essas cenas estão contando histórias e, se está dentro do contexto da cena, faz sentido para mim”. Veja abaixo algumas das impressões do público registradas em tuítes.

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  • Série

    Vídeo de Os Dias Eram Assim registra elenco gravando a música-tema da série

    17 de abril de 2017 /

    A Globo divulgou um vídeo da gravação do tema de sua nova série, “Os Dias Eram Assim”, que mostra o elenco cantando em estúdio, entre cenas da produção. Os astros que mostram desenvoltura vocal são Sophie Charlotte, Renato Góes, Daniel de Oiveira, Maria Casadevall e Gabriel Leone. Mas a música que dá título à produção na verdade tem outro nome. É “Aos Nossos Filhos”, clássico de Ivan Lins lançado no álbum “Nos Dias de Hoje”, de 1978. Um dos versos da música fala o título da série. Curiosamente, é a segunda vez que a Globo usa esta música numa minissérie. Na voz de Elis Regina, ela foi tema de “Queridos Amigos”, exibida em 2008, que também propunha um painel das gerações dos anos 1970 e 1980. “Os Dias Eram Assim” estreia nesta segunda (17/4).

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  • Série

    Donald Sutherland viverá o bilionário John Paul Getty em série do diretor de Trainspotting

    15 de abril de 2017 /

    O ator Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”) vai viver o bilionário John Paul Getty na série “Trust”, desenvolvida pelo diretor Danny Boyle (“Transpotting”) para o canal pago FX. A contratação confirma que a produção está a todo vapor e não se intimidou com as notícias de negociações de elenco do filme que pretende contar a mesma história. “Trust” é uma criação de Danny Boyle e do roteirista Simon Beaufoy, parceiros no filme “Quem Quer Ser um Milionário?” (vencedor do Oscar 2009) e “127 Horas” (indicado ao prêmio em 2011), e contará a história da famosa família Getty, bilionários do petróleo envolvidos em diversos escândalos, como overdoses, sequestros e vidas duplas. A 1ª temporada será centrada no herdeiro John Paul Getty III. Ambientada em 1973, a trama inicia quando o jovem Getty é sequestrado em Roma e um resgate de milhões de dólares é exigido. O problema é que a família não demonstra tanto interesse em conseguir o rapaz de volta: John Paul, avô do jovem, se recusa a liberar a quantia e argumenta que se pagasse um centavo para os sequestradores, em breve teria outros parentes sequestrados. Como o pai do sequestrado, envolvido em drogas, também não responde aos telefonemas dos sequestradores,e sobra para mãe do rapaz, quebrada financeiramente, negociar sua vida. Beaufoy escreveu todos os roteiros e Boyle dirigirá todos os 10 episódios da atração. Embora Sutherland seja apenas o primeiro nome do elenco confirmado, as gravações estão marcadas para junho em Londres e Roma, visando uma estreia em janeiro de 2018. A produção televisiva pode jogar água nos planos de Ridley Scott para realizar um filme centrado no sequestro de John Paul Getty III. Intitulado “All The Money In The World”, este projeto tem filmagens previstas para maio, com financiamento da Imperative Entertainment e distribuição mundial a cargo da Sony Pictures, mas não deverá chegar tão rápido quanto a série às telas. Atualmente, Scott negocia com Michelle Williams, Mark Wahlberg e Kevin Spacey para os papéis centrais. Por sinal, esta não é única série que ameaça projetos do diretor. Scott também pretendia dirigir um filme sobre o narcotraficante El Chapo, mas a Netflix e o canal History também preparam produções sobre a mesma história – sem contar que até Michael Bay pode fazer o seu próprio longa sobre o tema.

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  • Música

    Roteirista de Straight Outta Compton desenvolve série sobre a banda Grateful Dead

    9 de abril de 2017 /

    O roteirista Jonathan Herman, indicado ao Oscar por “Straight Outta Compton – A História do N.W.A.” (2015), vai voltar ao mundo da música em seu próximo trabalho. Segundo o site Deadline, ele está desenvolvendo uma minissérie sobre a carreira da banda The Grateful Dead para o serviço de streaming da Amazon. Herman vai adaptar “Home Before Daylight: My Life On The Road With The Grateful Dead”, o livro de memórias de Steve Parish, roadie veterano do Grateful Dead. O projeto pretende traçar desde a formação em San Francisco nos anos 1960 até a morte de Jerry Garcia em 1995, mostrando como a banda viajou quase sem parar por três décadas, tornando-se uma das mais mais lendárias da história do rock. Co-fundador do Grateful Dead, o cantor e guitarrista Bob Weir vai produzir o projeto junto com Parish e também supervisionará toda a música para a série. Os executivos da Amazon devem ser muito fãs do Grateful Dead, pois, além deste projeto, também adquiriram o documentário de quatro horas “Long Strange Trip”, de Amir Bar-Lev, exibido no Festival de Sundance em janeiro, que conta a história da banda.

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  • Série

    Vídeo apresenta as árvores genealógicas dos monarcas da série The White Princess

    7 de abril de 2017 /

    O canal pago americano Starz divulgou um vídeo da minissérie “The White Princess”, que apresenta as árvores genealógicas das famílias York e Lancaster/Tudor, em luta pelo trono da Inglaterra. A atração é continuação de “The White Queen”, indicada ao Emmy e ao Globo de Ouro em 2014, e gira em torno da filha da protagonista da série original. Entretanto, todo o elenco mudou, devido à demora do canal em autorizar sua produção. É lamentável que quatro anos tenham se passado desde o final de “The White Queen”, em agosto de 2013. Isto se deve à longa protelação da rede britânica BBC para decidir se iria dividir os custos da produção da sequência, como fez com a primeira minissérie. Os britânicos enrolaram, enrolaram, até que o Starz finalmente decidiu ir em frente sem o apoio da BBC, arcando sozinho com todas as despesas, com base na repercussão positiva da primeira série. “The White Queen” foi o trabalho que projetou a atriz sueca Rebecca Ferguson mundialmente. Desde então, ela virou uma atriz cobiçada de cinema e não voltará ao papel de Rainha Elizabeth. Diante disso, a produção optou por uma mudança completa de intérpretes. A nova minissérie adapta mais um arco da franquia literária de Philippa Gregory, conhecida como “The Cousins War” (“Guerra Entre Primos”, no Brasil). A trama é ambientada na Inglaterra do século 15 durante a Guerra das Rosas, uma série de longas, intermitentes e impiedosas batalhas pelo trono inglês, e enfatiza o papel das mulheres no conflito. A Princesa do título é a Princesa Elizabeth, filha da Rainha Elizabeth (Ferguson no primeiro filme) e do Rei Edward IV (Max Irons, idem). Vivido originalmente pela escocesa Freya Mavor (série “Skins”) em “The White Queen”, ela agora é interpretada por Jodie Comer (minissérie “Thirteen”). A história repercute os eventos anteriores, mostrando o que aconteceu após a vitória de Henry Tudor (agora vivido por Jacob Collins-Levy, da série “Glitch”) na luta pelo trono inglês, e as manobras de bastidores que o fizeram se casar com a filha de seu rival, a jovem Elizabeth, que se torna a primeira rainha da dinastia Tudor. Entretanto, logo chegam notícias de que o irmão da princesa, Edward de York, herdeiro legítimo ao trono, sobreviveu ao conflito, fazendo com que ela fique dividida entre sua família e a aliança com o novo marido. O elenco renovado também inclui Essie Davis (“Assassin’s Creed” e “O Babadook”) no papel que pertenceu a Ferguson, como a rainha mãe, e Michelle Fairley (série “Game of Thrones”) como Lady Margaret Beaufort, mãe de Henry VII e responsável por mandar matar os irmãos da princesa. Entre as mulheres da trama, ainda se destacam Rebecca Benson (série “Game of Thrones”) como Margaret Plantagenet, e Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como Cecily de York, duas irmãs da princesa, além de Joanne Whalley (série “Beowulf: Return to the Shieldlands”) como a Duquesa da Borgonha. A minissérie será novamente escrita e produzida por Emma Frost (produtora também de “The Man in the High Castle”), em parceria com a escritora Philippa Gregory. A estreia está marcada para 16 de abril.

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  • Série

    Carceireiros: Série inédita da Globo vence festival internacional de televisão em Cannes

    2 de abril de 2017 /

    Ainda inédita e longe de estrear, a série “Carcereiros”, um dos projetos recentes mais promissores da Globo, venceu o prêmio principal do MIPTV, festival/feira internacional de televisão, neste domingo (2/4) em Cannes. O juri presidido por Frank Spotnitz (“Arquivo X”, “The Man in the High Castle”) elegeu a produção brasileira como a melhor série de drama, num apanhado de novas produções com episódios completos, que ainda incluía as britânicas “Clique”, “Gap Year” e “Fearless”, a russa “The Territory”, a francesa “Missions” e a sueca “Veni Vidi Vici”. Ao contrário de outros festivais, no MIPTV a premiação abre o evento, que é voltado para o mercado de conteúdo televisivo. A feira de negócios segue até quinta na Croisette. Protagonizada pelo ator Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”) e centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários, a série já está toda gravada e deveria ter estreado em janeiro, mas as rebeliões presidiárias do começo do ano adiaram indefinidamente sua estreia. Gravada no último trimestre de 2016, a série adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. O médico e escritor trabalha atualmente no terceiro livro, “Presidiárias”. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino e Fernando Bonassi (ambos de “Supermax”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). A previsão de estreia é para junho em streaming, exclusivamente no Globo Play, e apenas em 2018 na programação da Globo.

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