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  • Série

    Vigilante vai encontrar o Pacificador na série derivada do Esquadrão Suicida

    11 de novembro de 2020 /

    A HBO Max anunciou o elenco coadjuvante da série derivada do vindouro filme “O Esquadrão Suicida”, revelando que um dos personagens será um herói bastante controvertido dos quadrinhos. Chamada de “Peacemaker”, a atração será uma minissérie de oito episódios centrada no vilão Pacificador (The Peacemaker). Assim como no filme, a atração será estrelada por John Cena, além de ser escrita e dirigida pelo cineasta James Gunn. Os atores anunciados são Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”), Steve Agee (também de “Brightburn”) e Freddie Stroma (“Bridgerton”). Danielle Brooks e Robert Patrick interpretarão personagens inéditos nos quadrinhos, enquanto Jennifer Holland e Steve Agee reprisarão seus papéis do vindouro “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Mas é o papel de Stroma que chama atenção. Ele dará vida a Adrian Chase, que nos quadrinhos virou o herói sanguinário Vigilante. Fãs da série “Arrow” também podem lembrar de Chase como um promotor que se revela um grande vilão, mas a série mudou bastante a história original do personagem para surpreender o público, que esperava que ele fosse a identidade do misterioso Vigilante na 5ª temporada. Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o Vigilante chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal após 50 exemplares, com a morte do personagem. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase após sua família ser assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. Curiosamente, Pacificador e Vigilante nunca se enfrentaram nos quadrinhos, porque o personagem-título não é um personagem original da DC Comics. Ele foi criado por Joe Gill e Pat Boyette em 1966 na Charlton Comics, editora que mais tarde foi adquirida pela DC. Sua estreia em segundo lar aconteceu numa minissérie lançada apenas em 1988, mesmo ano em que o Vigilante original morreu. Em sua identidade civil, Christopher Smith era originalmente um diplomata pacifista. Mas sua visão da paz logo se revela distorcida, pois, como diz a sinopse de “O Esquadrão Suicida”, ele “acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para obtê-la”. Mentalmente perturbado, o Pacificador também acredita que as alma das pessoas que mata são coletadas por seu capacete e passam a conversar com ele. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que a decisão de fazer a série começou com a interpretação de Cena do personagem, que se tornou favorito dos executivos da Warner durante as sessões de teste do filme, ofuscando um elenco extremamente estrelado. “Peacemaker” é a segunda série derivada de um filme da DC Comics na HBO Max. A plataforma também colocou em andamento a produção de um drama policial ambientado na Gotham City do filme “Batman”, de Matt Reeves. A Warner resolveu priorizar a produção de conteúdo premium para o serviço de streaming, após o lançamento da HBO Max decepcionar com pouco material exclusivo, devido à pandemia de coronavírus. A plataforma da WarnerMedia ainda não tem data oficial para chegar no Brasil, mas existe uma expectativa de estreia para breve.

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  • Série

    The Outsider não terá 2ª temporada na HBO

    10 de novembro de 2020 /

    Concebida como minissérie, “The Outsider” não será transformada em série convencional com a produção de novos episódios. A atração estrelada por Ben Mendelsohn (“Rogue One”), Jason Bateman (“A Noite do Jogo”) e Cynthia Erivo (“As Viúvas”) contou uma história completa, baseada no livro homônimo do escritor de terror Stephen King (publicado no Brasil como “Outsider”, sem o “The”). Entretanto, a produtora MRC pretendia retomar alguns personagens numa 2ª temporada. Para isso, o roteirista-produtor da série Richard Price (criador de “The Night of”) elaborou um enredo completo para a 2ª temporada com a aprovação de King, focando-se na personagem Holly (Erivo), uma detetive diferente, especializada no paranormal. Curiosamente, a HBO abandonou a produção após “The Outsider” se tornar sua série estreante mais assistida dos últimos três anos, com 11 milhões de visualizações multitelas por episódio. A audiência ao vivo também foi ótima, crescendo constantemente, de 1,2 milhão de espectadores na estreia para 2,2 milhões no final (+ 90%). Também se acredita que a série teve um bom desempenho nos principais territórios internacionais. Agora, a MRC e os produtores, entre eles o ator Jason Bateman, que também dirigiu a série, vão tentar lançar a história inédita em outro canal ou plataforma. “Gostamos de nossa colaboração com Richard, Jason [Bateman], Andrew [Bernstein] e a equipe MRC, e desejamos-lhes felicidades na continuidade do mundo criado pelo brilhante Stephen King”, disse a HBO em um comunicado sobre a decisão. “Agradecemos à HBO por uma grande parceria na 1ª temporada e por ajudar a trazer um grande público que se apaixonou por ‘The Outsider”, disse a presidente da MRC Television, Elise Henderson. “Estamos ansiosos para encontrar um novo lar para esta série notável”. Vale lembrar que a MRC tem um relacionamento de longa data com a Netflix, onde produziu as séries de sucesso “House of Cards” e “Ozark”.

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  • Série

    Chay Suede aparece com visual de Ayrton Senna e dispara especulações sobre série

    9 de novembro de 2020 /

    O ator Chay Suede publicou uma foto casual em suas redes sociais que sugere que ele será o protagonista da minissérie sobre Ayrton Sena, atualmente em desenvolvimento na Netflix. Boatos sobre sua escalação já circulam há algum tempo e agora ele se clicou, ao sair da academia de ginástica, usando um boné do antigo banco Nacional e cabelos mais compridos, num visual muito parecido com o do ídolo do automobilismo. O boné, por sinal, é exatamente igual ao que Ayrton Senna usava – e que não é mais fabricado há pelo menos 25 anos. A foto sumiu rapidamente das redes do ator, mas não antes de se espalhar pela internet. Chay Suede, que já foi Erasmo Carlos na cinebiografia “Minha Fama de Mau” (2019), não confirma que vai estrelar a série, mas também não nega. A minissérie foi oficialmente anunciada em setembro, mas só deve ser lançada em 2022 devido à complexa produção, com locações internacionais. Terá oito episódios ao todo e conta com a participação ativa da família do campeão mundial de Fórmula 1, que morreu em 1994 numa pista de corrida, depois de um acidente durante o Grande Prêmio de San Marino.

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  • Série

    Luca Guadagnino negocia dirigir minissérie baseada em Retorno a Brideshead

    8 de novembro de 2020 /

    A BBC está negociando com Luca Guadagnino para que o cineasta de “Me Chame por Seu Nome” dirija sua segunda minissérie. A rede pública britânica quer que o italiano, recém-saído dos oitos episódios de “We Are Who We Are” na HBO, assuma a frente de uma nova adaptação do clássico romance “Brideshead Revisited”. Segundo o site Deadline, a negociação já se estende por dois anos, mas finalmente o acordo estaria prestes a ser concluído, devido às incertezas do mercado para projetos de cinema durante a pandemia. A produtora Mammoth está a frente do projeto e contatos com o elenco também estão em andamento. O jornal britânico Daily Mail citou alguns nomes envolvidos. São astros de Hollywood, como Ralph Fiennes, Cate Blanchett, Andrew Garfield, Rooney Mara e Joe Alwyn. A Mammoth também negocia parcerias com canais americanos – a HBO é favorita – para materializar o grande orçamento necessário para juntar estes astros e o cineasta renomado na adaptação da obra de Evelyn Waugh. Apesar de já ter sido transformado em minissérie anteriormente, o romance de 1945 só ganhou adaptação da BBC para o cinema. A versão televisiva foi produzida pela ITV em 1981, com Jeremy Irons num desempenho memorável como o protagonista Charles Ryder. A atração de 11 episódios ganhou exibição no Brasil com o título de “Memórias de Brideshead”. Já a versão em longa-metragem foi produzida pela BBC Films em 2008, com Matthew Goode, Ben Whishaw, Hailey Atwell e Emma Thompson, e com o título nacional de “Brideshead: Desejo e Poder”. Por sinal, é interessante reparar que os dois intérpretes de Ryder, Matthew Goode e Jeremy Irons, também compartilharam outro papel na carreira, como Ozymandias/Adrian Veidt em “Watchmen” – respectivamente, no filme de 2009 e na série de 2019. A nova versão traria Andrew Garfield (o Homem-Aranha de “O Espetacular Homem-Aranha”) no papel. “Brideshead Revisited” narra a história de Ryder e sua amizade com uma família aristocrática, os Flytes, que vivem no campo, no palaciano Castelo de Brideshead. Ryder viaja a Brideshead a convite de Sebastian Flyte, seu melhor amigo na Universidade de Oxford, e logo ao chegar se encanta com a irmã do rapaz, Julia Flyte. A relação se torna um triângulo ao longo de uma trama que explora temas de nostalgia aristocrática, catolicismo e homossexualidade. Veja abaixo os trailers das adaptações anteriores, que, apesar de terem o mesmo nome em inglês, chegaram ao Brasil com títulos diferentes até do lançamento literário, disponível nas livrarias brasileiras como “Retorno a Brideshead”.

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  • Série

    Sucesso da Netflix, O Gambito da Rainha quase virou filme de Heath Ledger

    5 de novembro de 2020 /

    Novo sucesso da Netflix, a minissérie “O Gambito da Rainha” (The Queen’s Gambit) quase se materializou muito anos antes, como projeto do falecido astro Heath Ledger (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”). A revelação foi feita pelo autor do roteiro, Allan Scott. Antes da sua morte trágica em 2008, Ledger estava trabalhando com o roteirista em uma adaptação da história, baseada no livro homônimo de Walter Tevis, que serviria como sua estreia como diretor. Na ocasião, Ellen Page (“Juno”) estava até sendo considerada para viver a protagonista, Beth Harmon. As filmagens aconteceriam no fim de 2008, mas Ledger faleceu em janeiro daquele ano. “Ele era apaixonado pelo projeto, intenso e muito interessado. Nos encontramos várias vezes em Nova York, desenvolvendo as versões do roteiro — que chegamos a enviar para Ellen. Heath também estava cheio de ideias para o restante do elenco, pensando em chamar uma lista de seus amigos atores. O plano era fazer o filme no fim de 2008”, contou Scott numa entrevista para o jornal The Independent na época da morte do ator. “Todo mundo sabe que Heath era usuário de medicamentos prescritos e que ele teve problemas com vícios quando era jovem ”, também disse o roteirista na ocasião, observando que as lutas pessoais de Ledger levaram o ator a se interessar pela história de Beth Harmon. A antiga entrevista ressurgiu recentemente e viralizou com o lançamento da série, após o roteiro ser resgatado pelo diretor Scott Frank (“Godless”). Desde seu lançamento em 23 de outubro, “O Gambito da Rainha” se mantém em 1º lugar como a produção mais vista da Netflix. “O Gambito da Rainha” também se tornou a série mais bem-avaliada da plataforma – e de qualquer outro canal – em 2020, com impressionantes 100% de aprovação no Rotten Tomatoes – com 50 resenhas contabilizadas – inclusive entre os críticos considerados “top”. A produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”).

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  • Série

    Atriz de Queen & Slim será primeira negra a viver a rainha Ana Bolena

    30 de outubro de 2020 /

    A atriz e modelo britânica Jodie Turner-Smith, que brilhou no recente filme “Queen & Slim”, está pronta para a polêmica em seu próximo projeto. Ela será a primeira intérprete negra de Ana Bolena, a célebre segunda esposa do rei inglês Henrique VIII, que foi decapitada em 1536 porque, digamos, ainda não existia divórcio. Volúvel ao extremo, Henrique VIII criou uma nova religião para se casar com Ana Bolena em 1533, a Igreja Anglicana, porque a Igreja Católica não aceitou seus argumentos para anular seu primeiro casamento com Catarina de Aragão. Mas o reinado de Bolena durou pouco, apenas três anos. Um dia depois de sua decapitação, o rei se casou com Jane Seymour. A mãe da futura rainha Elizabeth 1ª foi executada em 1536 na Torre de Londres depois de cair em desgraça com o rei da dinastia Tudor e perder uma batalha política para inimigos na corte, como Thomas Cromwell. Esta história já foi contada várias vezes no cinema e na TV, mas será a primeira vez que será encenada com uma atriz negra e com a perspectiva da controversa personagem, que levou a Inglaterra a abandonar o catolicismo, mudando a história do mundo. O projeto é uma minissérie de três partes, escrita pela atriz Eve Hedderwick Turner e encomendada pelo Channel 5 britânico (da ViacomCBS). “O drama explorará os últimos meses da vida de Ana Bolena pela perspectiva da rainha. Em clima de suspense psicológico, acompanhará enquanto ela luta para sobreviver, para garantir um futuro para a filha e para desafiar o patriarcado poderoso que a oprime”, informou o Channel 5 em um comunicado. “A lenda desta rainha formidável e mãe aguerrida será vista como uma história profundamente humana que ainda é muito relevante para a atualidade”, acrescentou Turner-Smith.

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  • Série

    Estreias online: Séries completas oferecem maratonas imperdíveis

    30 de outubro de 2020 /

    O Top 10 de séries da semana compensa a falta de variedade inédita com produções completas, temporadas recuperadas em streaming e minisséries relevantes. Embora não seja novidade, fazer maratona com a coleção completa dos episódios de “The Americans” é um privilégio que não pode ser subestimado. Em seis temporadas (2013–2018), a série do canal pago FX subverteu o gênero da espionagem, levando o público americano a torcer por comunistas. E a Academia da Televisão ainda premiou os responsáveis por essa ousadia, um deles ex-agente da CIA, com o Emmy de Melhor Roteiro. Com começo, meio e fim perfeitos, a produção estrelada por Keri Russell e o vencedor do Emmy Matthew Rhys está de fato em outro Top 10: o das melhores séries dos anos 2010. A lista de “clássicos” também oferece opção para quem busca um programa gótico à rigor, com vampiros, bruxas, lobisomens, monstros de laboratório, perversões e possessão demoníaca, para maratonar no Halloween. Cinematográfica e assustadora, “Penny Dreadful” foi uma das séries de terror mais bem produzidas dos últimos anos. Suas três temporadas (2014–2016), disponibilizadas agora pela Starz Play, prestam uma belíssima homenagem à era de ouro do gênero – com referências tanto à literatura do século 19 quanto a suas adaptações da Hammer nos anos 1960. Criada por um dos principais roteiristas da franquia 007 e estrelada por um ex-James Bond, uma ex-Bond Girl e um colega atual do espião vivido por Daniel Craig, também pode ser considerada um alento para fãs dos filmes do agente secreto britânico, torturados pelos adiamentos consecutivos de “007 – Sem Tempo para Morrer”. Por falar em terror, as plataformas apostaram num clima de Halloween antecipado, disponibilizando séries do gênero ao longo de todo o mês de outubro, por isso o fim de semana das bruxas começa sem muitas alternativas do gênero. Mesmo assim, a melhor atração estreante desta sexta (30/10) é justamente uma série fantasmas e casas mal-assombradas, o terrir britânico “Truth Seekers”. Como comédia, não é tão engraçada quanto outras parcerias de seus criadores, a divertida dupla Simon Pegg e Nick Frost, mas quem criou “Todo Mundo Quase Morto” é incapaz de errar na fórmula que junta arrepios e risos, nem que sejam amarelos. Confira abaixo mais detalhes destes e dos demais destaques do streaming deste fim de semana. Truth Seekers | Reino Unido | 1ª Temporada Primeira série dos comediantes britânicos Simon Pegg e Nick Frost desde sua estreia em “Spaced”, em 1999, a atração também marca a volta da dupla ao terrir, 16 anos depois do cultuado “Todo Mundo Quase Morto” (2004). Para quem não lembra, Pegg e Frost viraram celebridades com a repercussão do filme de 2004, uma hilária comédia britânica de zumbis, que também catapultou a carreira do então diretor de séries, Edgar Wright. Os dois parceiros criaram “Truth Seekers”, que estreia com oito episódios de 30 minutos de duração, mas Pegg faz apenas uma pequena participação como ator. Ele vive o patrão de Frost numa empresa de serviços de banda larga. A premissa deslancha quando o personagem de Frost e seu novo colega de atendimento domiciliar, vivido por Samson Kayo (“Dolittle”), encontram fantasmas num serviço de rotina e passam a explorar o desconhecido em uma nova linha de trabalho. Eles investigam igrejas, bunkers subterrâneos e hospitais abandonados usando ferramentas caseiras de detecção de fantasmas e compartilham suas aventuras em um canal online. O elenco também inclui Emma D’Arcy (“Wanderlust”), Susan Wokoma (“Year of the Rabbit”) e o veterano Malcolm McDowell (“O Escândalo”). Disponível na Amazon A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes | EUA | 1 Temporada A minissérie que destaca a impressionante transformação do astro Russell Crowe (“Robin Hood”) no magnata Roger Ailes, fundador da Fox News, conta em detalhes como a emissora se tornou referência da direita americana por meio da manipulação e distorção de notícias, ao mesmo tempo em que relata os bastidores da cultura tóxica de abuso moral e sexual em seu ambiente de trabalho. Ailes morreu em maio de 2017, aos 77 anos, poucos meses após ser afastado da chefia do canal por denúncia de assédio encabeçada por Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que virou apresentadora do canal de notícias. Esta denúncia também foi tema do filme “O Escândalo” (2019), centrado na queda do todo-poderoso. Desenvolvida por Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight” (outro trabalho em jornalismo), “The Loudest Voice” (título original) ainda destaca em seu ótimo elenco Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”), Sienna Miller (“American Sniper”), Seth MacFarlane (“The Orville”), Simon McBurney (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Guy Boyd (“Sharp Objects”) e Annabelle Wallis (“A Múmia”). Disponível na Globoplay The Night Manager | Reino Unido | 1 Temporada A minissérie premiada de espionagem adapta o livro homônimo de John le Carré (autor de “O Espião que Sabia Demais”) e traz Tom Hiddleston (“Thor”) no papel-título, um ex-soldado britânico transformado em gerente de hotel. Ao receber documentos incriminadores sobre um empresário britânico (Hugh Laurie, de “House”), que fez fortuna no mercado negro vendendo armas, ele se vê envolvido numa disputa entre agências de inteligência e é arrastado para as sombras da espionagem. O resto do elenco grandioso inclui Elizabeth Debicki (“Tenet”), Olivia Colman (“A Favorita”), Tom Hollander (“Missão: Impossível – Nação Secreta”), Tobias Menzies (“The Crown”), David Harewood (“Supergirl”) e a portuguesa Aure Atika (“O Verão do Skylab”). Para completar, os roteiros foram escritos por David Farr (criador de “Hanna”) e a cineasta dinamarquesa Susanne Bier (“Bird Box”) venceu o Emmy por dirigir todos os seis episódios. Disponível na Starzplay Suburra: Sangue em Roma | Itália | 3ª Temporada No desfecho da primeira série italiana da Netflix, a batalha pelo império do crime em Roma se torna ainda mais implacável com a promessa de uma nova fonte de tráfico, dinheiro e poder. A produção é baseada no livro de Giancarlo De Cataldo e Carlo Bonini que já rendeu um filme de mesmo nome, produzido pela própria Netflix e dirigido por Stefano Sollima em 2015. Sollima também comandou a série “Gomorrah” e dirigiu “Sicario: Dia do Soldado”, sua estreia em Hollywood. A trama se passa vários anos antes dos eventos vistos no filme homônimo, funcionando como um prólogo, ao revelar a formação de uma aliança no submundo mafioso entre três jovens de diferentes grupos, que resolvem se juntar contra os demais, visando realizar seus sonhos de enriquecimento e poder num território disputado por empresas imobiliárias, a máfia, a Igreja e políticos corruptos. Se a temporada inaugural girou em torno do Vaticano e da aquisição de terras em Ostia para a construção de um porto e a 2ª foi centrada na competição pelo poder político com a eleição de um novo prefeito, o ato final terá as ruas de Roma como o palco de uma batalha cheia de reviravoltas e alianças inesperadas, completando a história iniciada em 2017 e concebida, desde o início, para representar uma trindade profana – Igreja, Estado, Crime. Disponível na Netflix Sangue de Zeus | EUA | 1ª Temporada A série que transforma a mitologia grega em trama de anime é basicamente uma versão de “Ataque dos Titãs” passada na Grécia antiga, em que os Titãs mitológicos conjuram uma raça de demônios gigantes para destruir a civilização helênica. Entre os heróis da resistência destaca-se Heron, um bastardo que na verdade é filho do deus Zeus. Curiosamente, apesar do visual estilizado de anime, a produção não é japonesa, mas americana. A série foi criada pelos irmãos Charley e Vlas Parlapanides, de Nova Jersey, que já tinham usado sua descendência grega como inspiração para o roteiro do filme “Imortais” (2011), em que Henry Cavill (“The Witcher”) viveu o herói mitológico Teseu. O elenco de vozes originais destaca vários atores conhecidos dos EUA. Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”) dubla Zeus, Claudia Christian (“Babylon 5”) faz Hera, Jessica Henwick (“Punho de Ferro”) vive a heroína Alexia, Chris Diamantopoulos (“Silicon Valley”) encarna Poseidon, Mamie Gummer (“True Detective”) dá voz à Elektra e Derek Phillip (“Longmire”) interpreta Heron. Disponível na Netflix The Americans | EUA | 6 Temporadas A premiada produção do canal pago FX, criada pelo ex-agente da CIA Joseph Weisberg, chega completa à Amazon, permitindo uma maratona de descoberta para quem não acompanhou sua exibição entre 2013 e 2018, quando se tornou uma das melhores séries da década. Passada durante os anos 1980, em plena Guerra Fria, a trama acompanha dois agentes soviéticos, vividos por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (“Um Lindo Dia na Vizinhança”), que se passam por uma típica família americana para realizar missões secretas e sabotagens no território inimigo. Nem seus filhos sabem de sua missão, muito menos o vizinho (Noah Emmerich, de “Em Busca de Justiça”), um agente do FBI que investiga justamente espiões infiltrados no país. Com muitos disfarces, reviravoltas e tensão, a trama sofre reviravoltas atrás de reviravoltas, prendendo a atenção até seu desfecho. Disponível na Amazon Penny Dreadful | Reino Unido | 3 Temporadas A saga de terror gótico criada pelo roteirista John Logan (“007 Contra Spectre”) impressionou público e crítica com uma estética caprichada, visual cinematográfico (com direção de J.A. Bayona, de “Jurassic World: Reino Ameaçado”), elenco primoroso e também pelo final surpreendente – que foi exibido na TV sem aviso de que representava o desfecho da série, pegando os fãs de surpresa com seu impacto. Com uma trama repleta de personagens da literatura gótica do século 19, como Frankenstein, Dr. Jeckyll e Dorian Gray, a atração acabou destacando uma personagem original, graças ao desempenho sobrenatural de Eva Green (“007 Cassino Royale”) na pele de uma médium atormentada por demônios. O fato dela não ter sido indicada ao Emmy de Melhor Atriz só ressalta o preconceito existente contra produções de terror. O resto do elenco inclui Timothy Dalton (“Patrulha do Destino”), Josh Hartnett (“30 Dias de Noite”), Rory Kinnear (“Years and Years”), Harry Treadaway (“Mr. Mercedes”), Billie Piper (“Doctor Who”) e Reeve Carney (“Rocky Horror Picture Show”). Quem perdeu a exibição original na TV – feita no Brasil pela HBO – tem no fim de semana do Halloween a data perfeita para entrar no clima da série. Disponível na Starzplay Pessoa de Interesse | EUA | 5 Temporadas Primeira série criada por Jonathan Nolan, “Person of Interest” (título original) já incluía em seu enredo elementos que seriam aprofundados em “Westworld”. A premissa de 2011 girava em torno de uma inteligência artificial capaz de prever crimes com antecedência – um antecessor do Rehoboam, de “Westworld”, mas claramente influenciado pelo conceito de “Minority Report” (2002). De posse desse conhecimento, o programador foragido Harold Finch (Michael Emerson) busca uma aliança com o ex-agente secreto John Reese (Jim Caviezel), tirando-o da aposentadoria informal para impedir crimes que ainda não aconteceram. Mas esta atividade acaba chamando atenção da polícia. A trama evolui em ritmo lento, graças à estrutura procedimental típica de atrações da TV aberta, com foco num caso diferente por episódio. Disponível na Globoplay Arrow | EUA | 8ª Temporada O final da série que inaugurou o Arrowverso se materializa como a espinha dorsal do crossover “Crise nas Infinitas Terras”, mas supera expectativas com a grande carga emocional representada pelo reencontro/despedida de Oliver Queen (Stephen Amell) com vários personagens importantes da história da produção. Ao longo de seus episódios, a trama também planta o piloto de um spin-off centrado em Mia (Katherine McNamara), a filha de Oliver, que até agora não foi confirmado nem descartado, e desafia os fãs a segurar as lágrimas em seu desfecho impactante, durante o enterro do herói. Isto não é spoiler, porque o destino do Arqueiro Verde já tinha sido predito desde a temporada passada. Mas embora não consiga mudar seu futuro, Oliver não é completamente eliminado do Arrowverso, transformando-se em outro personagem da DC Comics, assim como, aparentemente, seu melhor amigo John Diggle (David Ramsey). Desde “Smallville”, uma série de super-heróis não tinha um final tão envolvente. Disponível na Netflix The Flash | EUA | 6ª Temporada Os episódios do sexto ano da série estrelada por Grant Gustin se conectam aos eventos do crossover “Crise nas Infinitas Terras”...

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    Série sobre Marielle Franco tem novas roteiristas

    29 de outubro de 2020 /

    A série de ficção sobre Marielle Franco tem novas escritoras. Duas semanas após quatro roteiristas demitirem-se do projeto, por divergências com orientações da narrativa, a produção da Globoplay definiu Mariana Jaspe e Maria Camargo como responsáveis por desenvolver a história. Como o roteiro de nenhum capítulo tinha sido finalizado, elas vão começar do zero, seguindo as orientações da roteirista Antônia Pellegrino e do diretor José Padilha, idealizadores do projeto. Mariana Jaspe e Maria Camargo já desenvolveram trabalhos anteriores na Globo. Juntas, acabam de escrever um épico escravagista baseado no livro “Um Defeito de Cor”, de Ana Maria Gonçalves, que vai virar série em 2021 na emissora. Mais experiente, Maria Camargo criou as séries “Assédio” (2018) e “Dois Irmãos” (2017), colaborou nas novelas “Lado a Lado” (2012) e “Babilônia” (2015) e ainda assinou o roteiro do filme “Nise: O Coração da Loucura” (2015) e do documentário “Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer Parou” (2019). Em comunicado, a Globo afirmou que “a chegada das duas à equipe é resultado da recomposição da sala de roteiro e de um processo de escuta que garantiu a representatividade da mulher negra também no grupo de liderança criativa do projeto”. “Marielle foi protagonista de sua própria história e será também a protagonista desta série. É por isso que me junto a este projeto: para contar a história de Marielle – pessoa e personagem – com a dignidade e a força que ela exige e merece”, diz Mariana. “Vamos somar forças e mergulhar juntas em busca da melhor forma de contar a história de Marielle, com o cuidado, a responsabilidade e a delicadeza que sua trajetória merece”, complementa Maria. Além dos produtores executivos Antonia Pellegrino e José Padilha, a série também terá Jeferson De (“Bróder”) entre os diretores. Desde que foi anunciada, a produção enfrenta questionamentos de representatividade. Vereadora pelo PSOL, Marielle Franco era negra, lésbica e feminista, e sempre militou por políticas de inclusão racial e social e contra as ações de extermínio da política em comunidades negras. O que a fez ser assassinada por milicianos. Além de ser concebida por dois brancos, a produção enfrentou muitas críticas pelo envolvimento de José Padilha, responsável pelo filme “Tropa de Elite” (2007), visto como apologia à truculência policial, e a série “O Mecanismo” (2018), que glorificou a operação Lava Jato e o então juiz Sérgio Moro. Por outro lado, Antonia Pellegrino é mulher do deputado federal Marcelo Freixo, do PSOL, mesmo partido de Marielle, além de amigo pessoal da ex-vereadora. Antonia é coautora de novelas da Globo – “Da Cor do Pecado” (2004) e “Aquele Beijo” (2011), entre outras – , além de ter escrito o roteiro do filme “Bruna Surfistinha” (2011).

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  • Série

    Nicole Kidman emplaca nova minissérie, agora na Amazon

    28 de outubro de 2020 /

    Nicole Kidman vai estrelar mais uma série, desta vez na Amazon Prime Video, onde fechou um contrato para desenvolvimento de novas produções. A prolífica estrela vai protagonizar e produzir a adaptação da peça “Things I Know to Be True” por meio de sua empresa, Blossom Films. A trama de “Things I Know to Be True” acompanha um casal, Bob e Fran Price, que assistem seus filhos adultos tomarem decisões inesperadas que mudam o curso de suas vidas. A série explorará a capacidade de superação de um casamento duradouro e como o amor familiar pode evoluir. O próprio autor da peça, Andrew Bovell, vai assinar a adaptação e, segundo Kidman, já escreveu os roteiros. “Nunca vou esquecer a experiência que tive ao assistir a peça de Andrew em Sydney, tendo uma daquelas experiências transcendentais no teatro”, disse a atriz em comunicado. “A peça de Andrew é requintada e seus roteiros para a série são igualmente bons. Com a crença da Amazon, a orientação de Jen Salke [presidente da Amazon Studios] e uma equipe de produção extraordinária, temos grande entusiasmo sobre o que isso pode virar.” “‘Thing I Know To Be True’ é uma jornada emocional maravilhosamente complexa e intensa que explora aquilo que separa uma família e testa os laços de amor que a une”, disse Salke, no mesmo comunicado. “Somos gratos a Andrew e aos nossos parceiros por colocar isso no Prime Video, e estamos sempre muito satisfeitos em ampliar nossa relação com Nicole e todos na Blossom.” Bovell acrescentou: “Esta é uma história sobre família, aquela coisa da qual você passa a vida tentando escapar apenas para lamentar que perdeu. Estou emocionado que uma atriz do calibre de Nicole Kidman lidere a série no papel de Fran Price. Como mãe e mulher, ela é complicada, difícil e totalmente convincente. Também estou feliz que uma empresa com a importância da Amazon Studios tenha mostrado tanta confiança na história e a levará para um público global.” Kidman atualmente pode ser vista como estrela e produtora da minissérie “The Undoing”, sua segunda atração na HBO (após “Big Little Lies”). Ela também desenvolveu e atua em “Nine Perfect Strangers”, que estreia em 2021 na Hulu, além de integrar o musical “A Festa de Formatura” (The Prom), com lançamento marcado para 11 de dezembro na Netflix. Para completar, ela tem mais dois projetos da Blossom na Amazon: as séries “The Expatriates” (adaptação do best-seller homônimo de Janice Y.K. Lee) e “Pretty Things” (baseada no livro de suspense de Janelle Brown). E também deve estrelar estas duas produções – que, assim como “Things I Know to Be True”, ainda não têm previsão de estreia.

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  • Música,  Série

    Atriz de The Walking Dead vira a cantora Selena no trailer de nova série

    26 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster, novas fotos e o trailer de “Selena: The Series”, que destaca a atriz Christian Serratos, intérprete de Rosita em “The Walking Dead”, no papel título. Na prévia, ela canta e dramatiza a vida de Selena Quintanilla, lendária estrela da música Tejana. A atração tem roteiro e produção de Moisés Zamora (“American Crime Story”), com apoio da família da cantora, que morreu em 1995. Segundo a sinopse, a série conta “uma história de amadurecimento, em que seguimos Selena enquanto os seus sonhos se realizam e ela se depara com escolhas de quebrar o coração”. Selena começou carreira no final dos anos 1980, destacando-se entre vários cantores “tejanos” (latinos que vivem no Texas, nos EUA) que tentavam sucesso na época. Com o disco “Amor Prohibido”, lançado em 1994, a cantora eternizou o seu maior hit, “Bidi Bidi Bom Bom”, venceu um Grammy e passou a ser chamada de “Madonna tejana”. Sua morte aconteceu logo em seguida, em 1995, assassinada a tiros aos 23 anos de idade por uma fã e parceira de negócios, Yolanda Saldívar, que segue presa até hoje pelo crime. Este desfecho foi tão inesperado e violento que alimentou um verdadeiro culto em torno da artista. A carreira curta de Selene já inspirou um filme, batizado apenas de “Selena” e lançado em 1997 com Jennifer Lopez no papel-título. Além disso, o canal Telemundo também produziu uma série recente sobre ela, “El Secreto de Selena”, lançada há dois anos. A nova atração de streaming também inclui em seu elenco Ricardo Chavira (“Desperate Housewives”), Gabriel Chavarria (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), Noemi Gonzalez (“East Los High”) e Carlos Alfredo Jr. (“Mutt and Chopps”). A estreia está marcada para 4 de dezembro.

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  • Série

    Your Honor: Série criminal com Bryan Cranston ganha novo trailer tenso

    25 de outubro de 2020 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o pôster e o segundo trailer de “Your Honor”, nova série de tema criminal estrelada por Bryan Cranston (“Breaking Bad”). Ele interpreta a “sua excelência” do título em inglês, um respeitado juiz que coloca sua reputação em jogo para esconder um crime e livrar seu filho de uma condenação por atropelamento. O trailer dá mais detalhes da história, revelando que a vítima do atropelamento é o filho de um poderoso mafioso, que promete vingança. Hunter Doohan (“Truth Be Told”) interpreta o filho do juiz, Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”) é o poderoso chefão e o elenco ainda destaca Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”), Tony Curran (“Defiance”), Hope Davis (“Wayward Pines”), Lilli Kay (“Chambers”), Isiah Whitlock Jr. (“The Mist”), David Maldonado (“As Rainhas da Torcida”) e Amy Landecker (“Transparent”). “Your Honor” é baseada na série israelense “Kvodo” (2017), que também ganhou adaptação indiana neste ano. A versão americana foi desenvolvida pelo inglês Peter Moffat, criador da famosa série britânica “Criminal Justice” – por sua vez, adaptada pela HBO nos EUA com o título de “Night of”. A produção é do casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Wife” e “Evil”, e a estreia dos 10 episódios da atração está marcada para 6 de dezembro.

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  • Música,  Série

    The Undoing: Nicole Kidman canta o tema da minissérie

    25 de outubro de 2020 /

    Além de estrelar e produzir a minissérie “The Undoing”, Nicole Kidman demonstrou outro talento artístico na atração que estreia neste domingo (25/10) na HBO. É ela quem canta a música nos créditos de abertura, “Dream a Little Dream of Me”. Segundo a atriz, a ideia partiu da diretora dinamarquesa Susanne Bier (conhecida pelo filme vencedor do Oscar “Em um Mundo Melhor”). “Ela me convenceu dizendo que era um modo de, desde o começo, imbuir a narrativa com a alma de Grace, minha personagem”. Kidman já tinha demonstrado seu talento vocal anteriormente no musical “Moulin Rouge” (2001), Mas ela não é a primeira atriz a gravar “Dream a Little Dream of Me”. Composta em 1931, a canção foi anteriormente interpretada com sucesso por Doris Day, em seu disco “Day by Night”, de 1957. “The Undoing” volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”, e marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana. Apesar disso, não empolgou a crítica americana. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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  • Série

    The Undoing: Crítica acha nova série de Nicole Kidman medíocre

    25 de outubro de 2020 /

    Estreia deste domingo (25/10) na HBO, a minissérie de suspense “The Undoing” dividiu a crítica americana. A produção atingiu 65% de aprovação no site Rotten Tomatoes, mas quando considerados apenas os críticos top (da grande imprensa), a avaliação cai para medíocres 51%. Esperava-se mais de uma atração que volta a reunir Nicole Kidman, como atriz e produtora, e o roteirista-produtor David E. Kelley, após o sucesso de “Big Little Lies”. Mas se trata apenas de mais uma história de ricaços que exibem sua opulência enquanto acham que podem escapar de tudo impunemente. A minissérie é baseada no livro “Já Devias Saber… Agora é Tarde Demais” (You Should Have Known), de Jean Hanff Korelitz, e o lançamento nacional inclui um subtítulo que alude a esse título – “The Undoing – Já Devias Saber”. Na trama, Kidman vive Grace Sachs, uma terapeuta de sucesso que está às vésperas de publicar seu primeiro livro. Sua vida perfeita ainda inclui um marido dedicado e um filho que frequenta uma escola particular de elite em Nova York. Entretanto, essa aparente felicidade é abalada por um assassinato, que põe em cheque tudo aquilo em que ela acreditava. A atração marca a estreia do ator inglês Hugh Grant (“Florence: Quem é Essa Mulher?”) numa produção televisiva americana, como o marido de Kidman. E, para completar, a direção dos seis capítulos é assinada pela cineasta dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2010). Confira abaixo algumas das observações da imprensa norte-americana. “‘The Undoing’ é banhado por cores ricas e outonais conforme chegamos rapidamente à parte do julgamento da trama, que, é claro, apresenta todos os tipos de acontecimentos que você nunca veria na vida real. Mas quem se importa?”, publicou o jornal Chicago Sun-Times. “Nem as performances afiadas nem a bela fotografia podem salvar roteiros que têm tão pouco a dizer”, contestou a revista Time. “Não é uma obra-prima, mas é terrivelmente repleta de reviravoltas”, tentou elogiar o jornal canadense Globe and Mail. Já o Detroit News não se impressionou com as reviravoltas e sim com a estética “pornô” do luxo, descrita como “salas cheias de arte ornamentadas, pessoas impecavelmente vestidas, motoristas e porteiros, aulas de balé em Manhattan, leilões de caridade de primeira linha”, antes de concluir que “o desfile de casacos caros que Nicole Kidman usa enquanto caminha pelas ruas de Nova York pode ser suficiente para alguns telespectadores”. “Tudo isso deveria ser sexy e até mesmo divertido, com Kidman e Hugh Grant interpretando Grace e Jonathan, e Kelley contando as brincadeiras que eles fazem na cozinha. E por um episódio é”, aponta o New York Times, lembrando que, infelizmente, a minissérie tem seis episódios. “Lá pelo quinto episódio, a história parece totalmente gasta e muito esticada. Beleza e humor só são capazes de levar as coisas até certo ponto”, emenda o Washington Post. “Mas mesmo quando ‘The Undoing’ encontra seu caminho para reconhecer que seus protagonistas ricos e brancos são pessoas más – e eles definitivamente são – já é tarde demais para transformar a série de seis episódios em uma crítica mordaz ao privilégio”, conclui o site Indiewire. A exibição do capítulo de estreia vai acontecer às 22 horas no canal pago HBO Brasil.

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