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  • Série

    Ava DuVernay desenvolve série de super-heroína da DC Comics

    4 de dezembro de 2020 /

    A cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Olhos que Condenam”) está desenvolvendo sua segunda série baseada em quadrinhos da DC Comics. Depois de encaminhar na HBO Max a minissérie “DMZ”, que recentemente teve suas primeiras fotos reveladas, ela se juntou à roteirista-produtora Jill Blankenship (da série “Arrow”) para desenvolver “Naomi”, adaptação dos quadrinhos lançados no ano passado pela DC, com roteiros de Brian Michael Bendis e David F. Walker e ilustrações do artista Jamal Campbell. Naomi é uma jovem em sua jornada para se tornar uma heroína. A adaptação que está sendo escrita por DuVernay e Blankenship pretende mostrar como uma adolescente comum vai de sua pequena cidadezinha até as alturas do multiverso. Quando um evento sobrenatural sacode sua cidade natal, Naomi descobre seus poderes e sua origem, que desafia tudo o que as pessoas acreditam sobre os super-heróis. Por enquanto com apenas um roteiro encomendado, a produção está sendo desenvolvida em parceria com a Warner Bros. TV para a rede The CW, lar do Arrowverso. E se o canal encomendar a série, “Naomi” será a primeira adaptação da DC do CW sem a chancela do produtor Greg Berlanti desde a estreia de “Arrow”. Até “Stargirl”, recém-transferida do DC Universe, é uma produção de Berlanti. Além deste projeto e da minissérie “DMZ”, DuVernay também vai dirigir o filme dos Novos Deuses, quadrinhos da DC criados por Jack Kirby, para a Warner Bros.

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  • Série

    Roteirista de Green Book vai transformar Nos Calcanhares da Máfia em série

    2 de dezembro de 2020 /

    O roteirista Nick Vallelonga, vencedor recente do Oscar por “Green Book”, está desenvolvendo uma série baseada em “Nos Calcanhares da Máfia” (The Pope of Greenwich Village), filme de 1984 estrelado por Mickey Rourke, Eric Roberts e Daryl Hannah. O drama girava em torno de dois primos, Charlie e Paulie, interpretados por Roberts e Rourke respectivamente, que sem saber roubam a máfia e enfrentam consequências perigosas. Vallelonga está se juntando a Hawk Koch e Gene Kirkwood, produtores do longa original, ao cineasta George Gallo (roteirista de “Bad Boys”) e ao ator/roteirista Chazz Palminteri (“Desafio no Bronx”) para desenvolver uma minissérie de oito horas baseada no filme e no livro best-seller de Vincent Patrick. O motivo do interesse do roteirista premiado é o mesmo que o levou a contar a história de “Green Book”. A produção de “Nos Calcanhares da Máfia” tem relação com Tony Lip, o pai de Vallelonga. “Meu pai, Tony Lip, sobre quem escrevi em ‘Green Book’, desempenhou o papel de Frankie Shy na cena de abertura do filme original, e eu fui um figurante em outra cena, então ter a oportunidade de trabalhar com George e Chazz numa nova versão da incrível história de Vincent Patrick, é realmente um círculo completo e uma grande honra para mim”, disse o escritor, em comunicado sobre o projeto. “’Nos Calcanhares da Máfia’, de Vincent Patrick, não é apenas uma ótima história (o que certamente é), mas também um retrato da cidade de Nova York nos anos 1970/80”, disse Gallo. “Uma cidade cheia de vida. Os clubes. Os restaurantes. Os becos. E os mafiosos que ainda exerciam uma grande influência e poder. É um aceno para um tempo e lugar e uma cidade que se foi e nunca mais voltará. E nossos dois personagens principais, Charlie e Paulie, irão viajar por todos os elementos dessa época vibrante. Para Chazz, Nick e eu, é especialmente emocionante porque estivemos todos lá em nossa juventude e todos nós podemos contar a história com os olhos de pessoas que realmente a viveram.” Palminteri acrescentou: “Escrever com Nick Vallelonga e George Gallo é uma alegria… Todos nós temos nossa própria voz, mas quando escrevemos juntos é uma harmonia perfeita.” O projeto ainda não tem canal ou plataforma definidos, mas não deve demorar a fechar com interessados. Veja abaixo o trailer do filme original.

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  • Série

    Minissérie sul-africana da Netflix combina casamento e Natal

    1 de dezembro de 2020 /

    A lista de atrações natalinas da Netflix não para de aumentar. A plataforma divulgou agora o trailer legendado de “Como Acabar com o Natal: O Casamento”, série de comédia sul-africana que acompanha um casamento grandioso, marcado para o Natal. Em vez de neve, decoração em tons vermelhos e verde, acompanhada por luzes coloridas, a prévia revela um cenário bem diferente, ao reunir os personagens num hotel de luxo, para uma recepção em clima tropical, onde duas famílias tradicionais pretendem realizar um “casamento do século”. Como o pai do noivo é ministro, a cerimônia ganha ainda mais peso e repercussão. Mas os planos não levam em conta os parentes festeiros dos noivos, como a irmã da noiva, que acaba amanhecendo de ressaca e sem roupas na piscina. “Como Acabar com o Natal: O Casamento” tem apenas três episódios, com direção dos irmãos sul-africanos Katleho Ramaphakela e Rethabile Ramaphakela, responsáveis pela comédia “Solteiramente”, também disponível na Netflix. A estreia está marcada para 16 de dezembro em streaming.

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  • Série

    DMZ: Ava DuVernay revela primeiras fotos da adaptação da DC Comics

    28 de novembro de 2020 /

    A cineasta Ava DuVernay divulgou as primeiras fotos de “DMZ”, minissérie baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Responsável pela premiada “Olhos que Condenam” na Netflix, DuVernay vai novamente produzir e dirigir os episódios. Ainda sem previsão de estreia, a atração terá apenas quatro episódios, estrelados por Rosario Dawson (“Luke Cage”), Benjamin Bratt (“Star”), Freddy Miyares (“The L Word: Generation Q”) e Hoon Lee (“Banshee”), que são os destaques das fotos reveladas. “DMZ” se passa num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos, e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa “zona desmilitarizada” em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. É nesse cenário que Matty Roth, um jornalista e fotógrafo, se infiltra na área, onde conhece Zee, uma ex-estudante de medicina que ficou para trás após o exército abandonar a ilha. A premissa envolve combates com gangues e milícias, e tem vários pontos em comum com o cenário distópico de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. Este é o segundo projeto da diretora envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela também desenvolve um filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro. Sure am! Here’s what our vision of #DMZ looks like. More to come. Let’s go! https://t.co/QWXRQyFmz5 pic.twitter.com/Q2RRrXfPr0 — Ava DuVernay (@ava) November 19, 2020

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  • Série

    Ator brasileiro de Sob Pressão estreou nos EUA em O Gambito da Rainha

    26 de novembro de 2020 /

    Uma das muitas curiosidades de “O Gambito da Rainha”, que se tornou o novo fenômeno da Netflix e minissérie original mais assistida da história da plataforma — vista por 62 milhões de contas, em 28 dias – , é que ela marca a estreia do ator carioca Tatsu Carvalho numa série americana de ficção. Veterano de “Malhação” e intérprete do Dr. Rafael Albertini em “Sob Pressão”, da Globo, Tatsu faz uma pequena participação na trama. Ele até tirou fotos com a protagonista Anya Taylor-Joy no set, durante as gravações em Berlim, como pode ser visto acima. Apesar disso, este não é o primeiro trabalho internacional de Tatsu, que participou das filmagens brasileiras de “Os Mercenários” em 2010, do documentário “America’s War on Drugs” (2017) e de episódios recentes das séries britânicas “Shakespeare & Hathaway” e “Girlfriends”. Ele também vai dar as caras na vindoura “Boys”, nova série de Russell T. Davies (“Queer as Folk”, “Doctor Who”), contracenando com Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”).

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  • Série

    O Gambito da Rainha faz disparar vendas de xadrez e livros sobre o jogo nos EUA

    26 de novembro de 2020 /

    O sucesso da minissérie “O Gambito da Rainha” teve um efeito curioso no mundo real, transformando o centenário jogo de xadrez na última moda entre os jovens consumidores de streaming. De acordo com a empresa de pesquisas NPD Group, nas três semanas que se seguiram à estreia da atração, as vendas unitárias de jogos de xadrez aumentaram 87% nos Estados Unidos, enquanto as vendas de livros sobre xadrez subiram 603%. Este pico aconteceu após anos de crescimento estável ou negativo nessas categorias, disse o NPD, apontando que o disparo só poderia estar relacionado à série da Netflix. Por sua vez, a plataforma também informou que “O Gambito da Rainha”, centrada na personagem fictícia Beth Harmon, uma adolescente prodígio do xadrez que enfrenta os melhores jogadores do mundo, tornou-se a minissérie mais assistida da Netflix em seus primeiros 28 dias de disponibilização. Em suas quatro primeiras semanas, 62 milhões de contas de assinantes em todo o mundo assistiram a pelo menos dois minutos da série, que é o critério da empresa para considerar uma série vista (por isso, não está claro quantos assistiram a todos os sete episódios). Além do interesse nos tabuleiros e peças, vários livros sobre como jogar xadrez se tornaram campeões de venda de uma hora para outra, entre eles “Bobby Fischer Ensina Xadrez”, do campeão mundial Bobby Fischer, “Chess Fundamentals” (Xadrez básico, em tradução livre), de Jose Capablanca e até “Chess for Kids” (xadrez para crianças), de Michael Basman. Além disso, os dados de pesquisa do Google Trends mostram que o interesse em xadrez entre os usuários dos EUA quase quadruplicou desde a estreia de “O Gambito da Rainha”. “A ideia de que uma série de televisão em streaming pode ter um impacto nas vendas de produtos não é nova, mas finalmente podemos visualizá-la por meio dos dados”, disse Juli Lennett, consultora da indústria de brinquedos do NPD Group, em comunicado. “As vendas de livros e jogos de xadrez, que anteriormente estavam estagnadas ou em declínio por anos, aumentaram acentuadamente à medida que a nova série se tornou popular e conquistou espectadores.” Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. Ao longo de seis episódios, a trama retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria, seguindo Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”).

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  • Série

    O Gambito da Rainha se torna a minissérie mais vista da Netflix

    23 de novembro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta segunda (23/11) que “O Gambito da Rainha” estabeleceu um recorde de audiência entre suas minisséries. “Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram a ‘O Gambito da Rainha’ em seus primeiros 28 dias. A minissérie chegou ao Top 10 de 92 países e foi número 1 em lugares como Reino Unido, Argentina e Israel”, informou a plataforma em suas redes sociais. Os números, claro, são inflacionados. O critério usado pela Netflix para definir a audiência de um programa é a soma de usuários que assistiu ao menos dois minutos de determinada produção. Isso significa, basicamente, que quem ver apenas os créditos de abertura de um episódio, sem precisar assistir nenhum segundo da parte roteirizada da produção, já é contabilizado como tendo visto a temporada completa. A justificativa da plataforma é que este critério foi adotado primeiro pelo YouTube. Só que o YouTube exibe basicamente vídeos curtos de até quatro minutos – de modo que 2 minutos podem representar 50% de uma obra completa neste caso, e não 0,05% de uma temporada. Como a Netflix não abre seus números para auditoria externa, o mercado precisa decidir se aceita – com cinismo – tudo o que a empresa informa. Apesar dessa polêmica comercial, o fato é que “O Gambito da Rainha” foi bastante comentada nas redes sociais e recebeu críticas elogiadíssimas. Trata-se de uma das raríssimas produções da Netflix com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, após 70 resenhas publicadas. A série foi desenvolvida por Scott Frank, roteirista do filme “Logan” e criador de “Godless”. Repetindo o trabalho realizado na minissérie “Godless”, ele assina como roteirista, diretor e produtor executivo da atração. Baseada no romance homônimo de Walter Tevis, a produção de seis episódios retrata a vida de uma órfã que se torna prodígio do xadrez durante a Guerra Fria. A trama segue Beth Harmon dos 8 aos 22 anos, enquanto luta contra o vício e tenta se tornar a maior enxadrista do mundo. O papel principal é desempenhado por Anya Taylor-Joy (“Os Novos Mutantes”) e o elenco também inclui Thomas Brodie-Sangster (“Maze Runner”), Bill Camp (“The Outsider”), Harry Melling (“Harry Potter”) e Chloe Pirrie (“Emma.”). Lembre abaixo o trailer oficial da atração. Há exatamente um mês viramos todos gambiters! Mais de 62 milhões de lares em todo o mundo assistiram a O Gambito da Rainha em seus primeiros 28 dias no meu site. A minissérie chegou ao Top 10 de 92 países e foi número 1 em lugares como Reino Unido, Argentina e Israel. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2020

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  • Série,  TV

    Ninguém Tá Olhando e Órfãos da Terra vencem o Emmy Internacional

    23 de novembro de 2020 /

    A 48ª edição do Emmy Internacional, premiação voltada à produção televisiva mundial, consagrou em sua cerimônia de 2020, realizada nesta segunda (23/11) em Nova York, duas produções brasileiras: “Órfãos da Terra”, da TV Globo, venceu a categoria de Melhor Novela, enquanto a precocemente cancelada “Ninguém Tá Olhando”, da Netflix, foi eleita Melhor Série de Comédia. O cancelamento deixa a Netflix sem graça para comemorar a vitória, mas não seus criadores, o cineasta Daniel Rezende (“Bingo: O Rei das Manhãs”, “Turma da Mônica: Laços”), que também dirigiu episódios da atração, Teodoro Poppovic (“3%”) e Carolina Markowicz (“O Órfão”). Lançada em novembro do ano passado, a série destacava em seu elenco Kéfera Buchmann (“Eu Sou Mais Eu”), mas tinha como protagonista Victor Lamoglia (“Socorro, Virei uma Garota!”), como o mais novo integrante de uma repartição celestial dos anjos da guarda. Ou melhor, Angelus, que usam camisa e gravata para trabalhar e proteger os humanos. A trama mostrava um Céu burocratizado e a rebelião do anjo vivido por Lamoglia, que decide ignorar as regras do trabalho, que considera arbitrárias, para ajudar mais humanos que o permitido, entre eles a cativante Miriam (Kéfera), o veterinário Sandro (Leandro Ramos) e Richard (Projota), um homem que teve o coração partido. E assim sua atitude acaba contagiando outros anjos – como Julia Rabelo (“Porta dos Fundos”), Danilo de Moura (“Sequestro Relâmpago”), Augusto Madeira (“Bingo: O Rei das Manhãs”) e Telma Souza (“Ò Paí Ó”). Os produtores apostaram num elenco repleto de YouTubers – Kéfera Buchmann, Victor Lamoglia, Júlia Rabello e Leandro Ramos. Mas a Netflix não considerou que eles atraíam interesse suficiente para merecer investimento em sua continuação. Ao todo, o Brasil disputou sete prêmios no Emmy Internacional deste ano. Entre os cinco que bateram na trave, o destaque era Andréa Beltrão na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo em “Hebe – A Estrela do Brasil”, filme transformado em minissérie pela Globo. Mas a brasileira perdeu para uma veterana atriz britânica, Glenda Jackson, pelo telefilme “Elizabeth is Missing”. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, também perdeu a disputa de sua categoria. O vencedor foi o telefilme “Responsible Child”, que também rendeu o prêmio de Melhor Ator para o menino Billy Barratt, de 13 anos. Ele superou o brasileiro Raphael Logam, que concorria por seu trabalho em “Impuros”. Fechando a participação de brasileiros no Emmy Internacional 2020, “Refavela 40” disputou o troféu de Melhor Programa de Arte, mas quem levou foi o francês “Vertige de la Chute”, enquanto “Canta Comigo” perdeu para o australiano “Old People’s Home for 4 Year Olds” na lista da categoria Entretenimento não-roteirizado. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Série de Drama “Delhi Crime” – Índia Melhor Série de Comédia “Ninguém tá Olhando” – Brasil Melhor Filme para TV / Minissérie “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt em “Responsible Child” – Reino Unido Melhor Atriz Glenda Jackson em “Elizabeth is Missing” – Reino Unido Melhor Série Curta “#martyisdead” – República Tcheca Melhor Novela “Órfãos da Terra” – Brasil Melhor Documentário “For Sama” – Reino Unido Melhor Entretenimento Não-roteirizado “Old People’s Home for 4 Year Olds” – Austrália Melhor Programa de Arte “Vertige de la Chute” (Ressaca) – França (VENCEDOR) Melhor Programa de Língua Estrangeira Exibido nos Estados Unidos “20th Annual Latin GRAMMY®? Awards” – Estados Unidos (VENCEDOR) “La Reina del Sur” – Estados Unidos

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  • Filme

    Alicia Vikander vai produzir e estrelar série baseada em Disque M para Matar

    16 de novembro de 2020 /

    A estrela sueca Alicia Vikander (“Tomb Raider”) está desenvolvendo uma série limitada baseada em “Disque M para Matar” para a MGM/UA Television. Trata-se de uma adaptação da peça de 1952 de mesmo nome, escrita por Frederick Knott, que foi famosamente levada às telas em 1954 por Alfred Hitchcock. O projeto promete reinventar a clássica história de suspense por uma perspectiva feminina. No filme de Hitchcock, o papel de protagonista feminina foi interpretado por Grace Kelly. A trama original dos anos 1950 girava em torno de um campeão de tênis aposentado (interpretado no filme por Ray Milland), que descobre que sua esposa (Kelly) teve um caso e contrata um conhecido para matá-la. Quando o tiro sai pela culatra e a esposa mata o assassino, o marido a incrimina pelo assassinato do homem. O subterfúgio só é descoberto com a ajuda do amante (Robert Cummings) horas antes da mulher ser executada, após ser sentenciada à morte. O roteiro da adaptação está a cargo de Michael Mitnick (“O Doador de Memórias”), sob supervisão de Terence Winter (criador de “Boardwalk Empire”). Os dois trabalharam juntos anteriormente na série “Vinyl”, da HBO. Vikander assina a produção e deve estrelar a série, que tem potencial para se tornar a 1ª temporada de uma antologia de suspenses famosos, abordados sob ponta de vista feminino. Veja abaixo o trailer do clássico de Hitchcock.

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  • Série

    The Stand: Minissérie apocalíptica de Stephen King ganha novo trailer

    15 de novembro de 2020 /

    A plataforma CBS All Access divulgou um novo trailer de “The Stand”, minissérie baseada no clássico literário de terror “The Stand – A Dança da Morte”, de Stephen King. Desta vez, a prévia destaca a disputa pelo destino dos último sobreviventes do planeta, um embate travado entre a Mãe Abigail, uma sábia de 108 anos de idade vivida por Whoopi Goldberg (“Ghost”), e Randall Flagg, um dos mais famosos vilões do escritor de terror, encarnado por Alexander Skarsgård (vencedor do Emmy por “Big Little Lies”). Os dois personagens atraem seguidores para a luta final da humanidade. A trama se passa num futuro próximo, após o extermínio da maior parte da população por uma praga de laboratório, e acompanha os poucos imunes à pandemia em busca de outras pessoas. Nesta jornada, eles precisam decidir entre seguir para o campo, onde encontrarão pessoas tementes a Deus, ou para Las Vegas, a capital do pecado, onde o anticristo se prepara para eliminar o que resta da civilização. Além de Goldberg e Skarsgård, o elenco famoso da produção ainda conta com Amber Heard (“Aquaman”), James Marsden (“X-Men”), Nat Wolff (“A Culpa É das Estrelas”), Greg Kinnear (“House of Cards”), Odessa Young (“Assassination Nation”), o roqueiro Marilyn Manson (“Salem”), Jovan Adepo (“The Leftovers”), Owen Teague (“It: A Coisa”), Heather Graham (“Se Beber Não Case”), Brad William Henke (“Orange Is the New Black”), Daniel Sunjata (“Graceland”) e o brasileiro Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). Com 10 episódios escritos e dirigidos por Josh Boone (“Os Novos Mutantes”), a minissérie adapta o romance de 1,1 mil páginas, publicado em 1978, que é um dos poucos clássicos de King que nunca ganhou versão de cinema. Mas já foi transformado em minissérie, também com um elenco grandioso (Gary Sinise, Molly Ringwald e Rob Lowe) e muito sucesso em 1994. A versão de Boone ganhou aval de Stephen King, que escreveu um novo final (diferente do livro) especialmente para a produção. “The Stand” estreia em 17 de dezembro nos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Sarah Paulson mostra sua transformação para American Crime Story

    14 de novembro de 2020 /

    A atriz Sarah Paulson (a “Ratched”) compartilhou em suas redes sociais o primeiro vislumbre de sua transformação em Linda Tripp para a 3ª temporada de “American Crime Story”, intitulada “Impeachment”. Tripp foi a funcionária do Departamento de Defesa dos EUA que gravou secretamente conversas de Monica Lewinsky, a estagiária que teve um caso com Bill Clinton, que quase resultaram no impeachment do presidente americano. Ao lado da foto, Paulson disse que as gravações da série já começaram. Além da atriz, o elenco destaca Beanie Feldstein (“Fora de Série”) como Monica Lewinsky, Annaleigh Ashford (“Má Educação”) como Paula Jones e Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Bill Clinton. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e dá sequência a duas temporadas muito premiadas da série desenvolvida pelos produtores Ryan Murphy e Brad Falchuk para o canal pago FX – as anteriores abordaram o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. “Impeachment: American Crime Story” seguirá as perspectivas de três personagens femininas: Lewinsky, Tripp e Paula Jones, que processou Clinton por assédio sexual. Ainda não há previsão para a estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sarah Paulson (@mssarahcatharinepaulson)

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  • Série

    A Desordem que Ficou: Nova série do criador de Elite ganha trailer

    12 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou os pôsteres, as fotos e o trailer legendado de “A Desordem que Ficou”, nova produção espanhola de Carlos Montero, cocriador de “Elite”, que também se passa no universo escolar e inclui em seu elenco um dos alunos do colégio Las Encinas. A minissérie de suspense acompanha uma professora, vivida por Inma Cuesta (“Todos Já Sabem”), que chega a uma nova cidade para substituir uma mulher que morreu sob circunstâncias suspeitas. Ao ver sua vida ameaçada na escola, ela resolve desvendar o que levou a antiga professor a supostamente se matar. A trama é inspirada num livro de mesmo nome, escrito pelo próprio Montero, e também conta com Bárbara Lennie (“Todos Já Sabem”), Roberto Enríquez (“Vis a Vis”), Tamar Novas (“Alto Mar”) e Arón Piper (o Ander de “Elite”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.

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  • Série

    Astro de The Walking Dead vai produzir série baseada no terror Mansão da Morte

    12 de novembro de 2020 /

    O ator Norman Reedus (o Daryl de “The Walking Dead”) vai produzir uma série baseada no terror cult “Mansão da Morte” (Sorority House Massacre), único filme escrito e dirigido por Carol Frank. O longa de 1986, com produção do pioneiro do terror indie Roger Corman, é exatamente o que o título sugere: uma história sobre universitárias de uma irmandade feminina, que são perseguidas por um assassino psicopata em sua mansão. O detalhe é que o assassino compartilha uma ligação telepática com uma das garotas. Considerado um dos melhores filmes do subgênero slasher, apesar de parte da crítica minimizá-lo pelas similaridades com a “Holloween”, “Mansão da Morte” se tornou especialmente popular durante o auge da era do VHS e acabou ganhando duas sequências em 1990. A minissérie está sendo desenvolvida em parceria com Stephen Trask, criador do célebre musical da Broadway “Hedwig and the Angry Inch”, e também vai marcar o primeiro projeto de conteúdo da Utopia, uma empresa de distribuição indie criada no ano passado pelo ator-cineasta-roqueiro Robert Schwartzman, irmão do ator Jason Schwartzman, sobrinho de Francis Ford Coppola, primo de Sofia Coppola e Nicolas Cage, e cantor-guitarrista da banda Rooney. “Eu não poderia estar mais animado para colaborar com Robert e sua incrível equipe da Utopia neste projeto”, disse Reedus, em comunicado. “Seu gosto e visão criativa são inspiradores e exatamente em linha com o tipo de conteúdo que a [produtora de Reedus] bigbaldhead se propôs a desenvolver. Estamos entusiasmados em revisitar este clássico cult e criar algo verdadeiramente único”, completou. Ainda em estágios iniciais, o projeto não tem plataforma ou canal definidos. Veja o trailer do filme original abaixo.

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