Série do Pacificador ganha trailer legendado
A HBO Max divulgou um novo trailer legendado de “Peacemaker”, série derivada de “O Esquadrão Suicida”, que traz John Cena de volta ao papel do vilão Pacificador. A prévia mostra o personagem integrando uma nova equipe de operações especiais dedicada a eliminar indivíduos que possam prejudicar os Estados Unidos. Mas o inesperado acontece: ele começa a desenvolver uma consciência e questionar seus próprios métodos, colocando limites ao que está disposto a fazer para que o mundo alcance a paz. Criada pelo diretor de “O Esquadrão Suicida”, James Gunn, a série é continuação direta do filme e também inclui a dupla de agentes da ARGUS vivida por Jennifer Holland e Steve Agee na produção anterior. O elenco se completa com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”) e Freddie Stroma (“Bridgerton”), que interpreta outro anti-herói da DC Comics, o Vigilante. A estreia vai acontecer em 13 de janeiro de 2022. Além do trailer, a série também ganhou um novo pôster, compartilhado por Gunn nas redes sociais. Veja abaixo. Join us January 13 #Peacemaker@DCpeacemaker @hbomax pic.twitter.com/L0vn8WLxws — James Gunn (@JamesGunn) December 3, 2021
Séries: Fim de “La Casa de Papel” é maratona mais esperada
A Netflix disponibiliza as maratonas mais esperadas da semana, com o lançamento de temporadas finais de duas séries muito bem-avaliadas: “La Casa de Papel” (92% no Rotten Tomatoes) e “Perdidos no Espaço” (76%). Além disso, a programação também tem estreias promissora, com destaque para o suspense nacional “Insânia”, na Star+, e programas clássicos como a íntegra de “Mr. Bean”. Confira abaixo estas e outras opções na seleção dos 10 principais títulos de streaming da semana. La Casa de Papel | Netflix Primeiro fenômeno internacional da Netflix, “La Casa de Papel” chega ao fim com personagem favoritos mortos, o Professor (Álvaro Morte) preso e Palermo (Rodrigo de La Serna) tentando assumir a liderança do grupo em meio ao cerco policial. E ainda tem mais mortes impactantes nos cinco episódios tensos que encerram a trama – um encerramento que precisou ser reescrito nada menos que 33 vezes para chegar à conclusão considerada ideal pelo criador da série, Álex Pina. Perdidos no Espaço | Netflix O reboot da sci-fi clássica dos anos 1960 também se encerra neste fim de semana com a disponibilização dos oito episódios derradeiros. Por coincidência, a série original durou as mesmas três temporadas da versão da Netflix, mas nunca teve conclusão narrativa, deixando os fãs tão perdidos quanto a família Robinson em 1968. A nova versão, pelo menos, vai mostrar como tudo termina. Especialmente como Will Robinson (Maxwell Jenkins, que mudou muito dos 12 para os 16 anos de idade) pretende salvar sua família dos alienígenas que tem causado grande destruição desde o capítulo inicial. Insânia | Star+ Primeira série original brasileira da Star+, “Insânia” acompanha a policial Paula (Carol Castro, de “Veneza”), que acorda em uma misteriosa clínica psiquiátrica, chegando à beira da insanidade sem saber o verdadeiro motivo de sua hospitalização. Concebida por Lucas Vivo (“Pacto de Sangue”), a série tem roteiros de Marcelo e Walter Slavich (criadores de “Sr. Ávila”), e direção de Gustavo Bonafé (“Irmandade”). Beforeigners | HBO Max Primeira produção norueguesa da HBO, “Beforeigners: Os Visitantes” também é a primeira série policial com vikings. Na trama, vários guerreiros nórdicos da Idade Média aparecem misteriosamente nas praias da Noruega e são integrados na sociedade contemporânea. E para investigar crimes que possam estar cometendo, o departamento de polícia junta um detetive tradicional e uma recruta viking. Na 2ª temporada, que começa no domingo (5/12), a dupla descobre que não foram apenas vikings que voltaram do passado. Um dos viajantes do tempo seria ninguém menos que Jack, o Estripador. Coiotes | Netflix “Outer Banks” funcionaria sem exibir tanta pele nua? O desempenho de “Coiotes” pode ser um bom indicativo. A nova série belga dos criadores de “Tempos de Crise” também acompanha adolescentes envolvidos com um tesouro perdido (no caso, diamantes ilegais) durante as férias de verão, mas em vez de trajes de banho eles vestem uniformes de escoteiros. Enquanto os novos milionários decidem o que fazer com a fortuna encontrada, os criminosos que perderam os diamantes passam a caçá-los. Jurassic World: Acampamento Jurássico | Netflix Passada em meio aos acontecimentos do filme “Jurassic World” de 2015, “Acampamento Jurássico” acompanha seis adolescentes que se veem perdidos em meio à fuga dos dinossauros no parque temático. Mas a 4ª temporada mostra que escapar da Ilha Nublar não é o fim da aventura, apenas uma mudança de fase, que traz diferentes dinossauros e… robôs! A animação conta com produção de Steven Spielberg e Colin Trevorrow, respectivamente diretores de “Jurassic Park” (1993) e “Jurassic World” (2015). Harlem | Amazon Prime Video Espécie de “Sex and the City” com atrizes negras, a série segue quatro melhores amigas do Harlem, tradicional bairro negro nova-iorquino, que lutam para equilibrar carreiras e vidas românticas. Quem concebeu a série foi a roteirista Tracy Oliver, que escreveu as comédias “Um Salão do Barulho 3” (2016), “A Viagem das Garotas” (2017) e “A Chefinha” (2019). E sua atualização inclusiva da premissa tradicional não muda apenas o perfil racial das personagens. Uma das amigas é lésbica. Vale destacar ainda que a produção é assinada pela atriz Amy Poehler (“Parks and Recreation”) e o músico Pharrell Williams, e que Whoopi Goldberg (“Mudança de Hábito”) integra o elenco coadjuvante. O que Você Queer | HBO Max A comédia dramática espanhola mostra a evolução de um adolescente retraído, que sofre duplamente com bullying por ser gordinho e gay, num adulto assumido e bem resolvido, além de escritor de sucesso. O personagem central, apresentando em três períodos distintos, é inspirado pelo próprio criador da série, Roberto Enríquez, mais conhecido pelo pseudônimo Bob Pop, que tem carreira como blogueiro e colunista de TV na Espanha. Ele próprio aparece na série vivendo a si mesmo, junto de outros de seus ídolos, incluindo o diretor Pedro Almodóvar. The Last Ship | Globoplay A série de ação chega completa com cinco temporadas produzidas entre 2014 e 2018. Mas o efeito da maratona é perceber a guinada brutal da trama, que começa em ritmo tenso e absolutamente premonitório, com uma grande pandemia mundial, e termina como um thriller militar convencional. A história original, que acompanha a missão de um dos últimos navios da Marinha dos EUA em busca da cura para um novo vírus altamente letal, é concluída no segundo ano de produção, enquanto os demais capítulos mostram a situação caótica de um mundo que tenta recomeçar. Com visual cinematográfico, a produção é assinada pelo cineasta Michael Bay (“Transformers”) e o primeiro capítulo foi dirigido por Jonathan Mostow (“O Exterminador do Futuro 3”). Já o elenco grandioso é encabeçado por Eric Dane em seu primeiro papel após sair de “Grey’s Anatomy”. E mesmo com muitos outros rostos conhecidos, quem se destaca entre a multidão de coadjuvantes é uma “novata”: a modelo Jodie Turner-Smith, integrada a partir da 4ª temporada, que estourou um ano após a série em “Queen & Slim” (2019). Mr. Bean | Amazon Prime Video Uma das séries de comédias britânicas mais famosas de todos os tempos também é disponibilizada na íntegra, com todos seus 14 episódios produzidos entre 1990 e 1995. Parece pouco diante de suas inúmeras reprises, que sugerem um acervo farto. O sucesso distorceu a percepção de quanto material existe de fato, além de ter marcado demais o ator Rowan Atkinson, que pode não parecer, mas já era bem conhecido no Reino Unido antes de se tornar indissociável do personagem. A criação de “Mr. Bean” foi a terceira parceria entre Atkinson e o roteirista Richard Curtis (que depois viraria o rei das comédias românticas britânicas) e a mais bem-sucedida de todas, apesar do culto em torno de “Blackadder” nos anos 1980. Popular até hoje, “Mr. Bean” também rendeu uma série animada, dois filmes, vários esquetes em programas beneficentes e até uma participação na abertura da Olímpiada de Londres, em 2012.
Continuação de “Sex and the City” ganha novo trailer
A HBO Max divulgou um pôster e o novo trailer de “And Just Like That…”, continuação da série clássica “Sex and the City”. A prévia mostra que, apesar das muitas mudanças na vida das protagonistas, uma coisa permanece igual: a paixão de Carrie por seus sapatos. A minissérie vai girar em torno de três das personagens femininas da atração dos anos 1990, enquanto lidam com a evolução de suas vidas após completarem 50 anos. E o detalhe que o pôster photoshopado tentou disfarçar, mas o trailer entrega, é que a produção reflete a passagem do tempo com rugas e cabelos brancos. Além de Sarah Jessica Parker (Carrie), Cynthia Nixon (Miranda) e Kristin Davis (Charlotte), o trailer também a personagem não-binária de Sara Ramirez (a Dr. Callie Torres de “Grey’s Anatomy”), o casamento feliz de Carrie com Mr. Big (Chris Noth) e a participação de Willie Garson como Stanford, o espirituoso e estiloso melhor amigo de Carrie, que faleceu inesperadamente em setembro. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o elenco ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participa do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Seu destino será conhecido com o lançamento da estreia, marcado para o dia 9 de dezembro.
“A Volta ao Mundo em 80 Dias” é renovada para 2ª temporada
Originalmente concebida como minissérie, a adaptação do clássico literário “A Volta ao Mundo em 80 Dias” virou série anual ao ser renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia. A ideia não é dividir a trama de Jules Verne em duas partes, mas contar uma nova aventura totalmente inédita, envolvendo os mesmos personagens em outra volta ao mundo, no ano que vem. As produtoras Slim Film + Television e Federation Entertainment ainda revelaram que a equipe da série já começou a adaptar o outro clássico de Verne, “Viagem ao Centro da Terra”, com o mesmo showrunner: Ashley Pharoah (“Life on Mars”). “A Volta ao Mundo em 80 Dias” é uma das obras mais filmadas de Verne, que chegou às telas pela primeira vez em 1918. A versão mais famosa é de 1956, estrelada por David Niven, Shirley MacLaine e Cantinflas, que inclusive venceu o Oscar de Melhor Filme. Já entre as adaptações televisivas, o destaque é uma minissérie de 1989, que juntou Pierce Brosnan, Julia Nickson e Eric Idle. A nova versão é uma coprodução europeia, financiada pelos canais públicos France Télévisions (da França), ZDF (da Alemanha) e RAI (da Itália), e destaca o inglês David Tennant (o melhor “Doctor Who”) como o cavaleiro Phileas Fogg, que no final do século 19 aposta ser capaz de fazer o que diz o título, utilizando-se de um balão. Além dele, participam da aventura a alemã Leonie Benesch (“Babylon Berlin”) como a jornalista Abigail Fix e o francês Ibrahim Koma (“Gare du Nord”) como o valete Passepartout. Com direção de Steve Barron (“Cônicos e Cômicos”), a estreia está marcada para 2 de janeiros nos EUA e Reino Unido, mas ainda não há previsão para o Brasil.
Marco Ricca será pai de Chitãozinho e Xororó em série biográfica da Globoplay
O ator Marco Ricca (“Chatô: O Rei do Brasil”), atualmente no ar na novela “Um Lugar ao Sol”, vai viver o pai de Chitãozinho e Xororó na série biográfica da Globoplay “As Aventuras de José e Durval”. José e Durval são os nomes reais dos dois cantores. Na produção, Ricca fará par com Andréia Horta (“Elis”), escalada para viver a mãe da dupla sertaneja. Já os cantores serão interpretados pelos irmãos da vida real Rodrigo e Felipe Simas. Eles estrelaram juntos a recente novela “Salve-se Quem Puder”. Coprodução com a O2 Filmes, o projeto tem direção de Hugo Prata (“Coisa Mais Linda”) e ainda não possui previsão de lançamento.
David Tennant dá “A Volta ao Mundo em 80 Dias”. Veja o trailer
O canal público americano PBS divulgou trailer da nova minissérie baseada em “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, aventura clássica do escritor Jules Verne. A prévia revela a interpretação do inglês David Tennant (o melhor “Doctor Who”) como o cavaleiro Phileas Fogg, que no final do século 19 aposta ser capaz de fazer o que diz o título, utilizando-se de um balão. Além dele, também são introduzidos seus parceiros de aventura: a alemã Leonie Benesch (“Babylon Berlin”) como a jornalista Abigail Fix e o francês Ibrahim Koma (“Gare du Nord”) como o valete Passepartout. Uma das obras mais filmadas de Verne, “A Volta ao Mundo em 80 Dias” chegou às telas pela primeira vez em 1918. A versão mais famosa é de 1956, estrelada por David Niven, Shirley MacLaine e Cantinflas, que inclusive venceu o Oscar de Melhor Filme. Já entre as adaptações televisivas, o destaque é uma minissérie de 1989, que juntou Pierce Brosnan, Julia Nickson e Eric Idle. A nova versão é uma coprodução europeia, financiada pelos canais públicos France Télévisions (da França), ZDF (da Alemanha) e RAI (da Itália), e desenvolvida pelo produtor-roteirista inglês Ashley Pharoah, criador de “Life on Mars”. Com direção de Steve Barron (“Cônicos e Cômicos”), a estreia está marcada para 2 de janeiros nos EUA e Reino Unido, mas ainda não há previsão para o Brasil.
Séries online: “Star Trek” e “Aruanas” são novidades do fim de semana
Depois de uma avalanche de estreias no meio da semana, as plataformas de streaming ainda guardaram novidades para o fim de semana. E com direito a lançamentos de surpresa, já que dois dos principais títulos desta sexta (26/11), “Star Trek: Discovery” e “Galera do Barulho” (Saved by the Bell), eram esperados só em 2022. Com a chegada de “Elfos” no domingo, a disponibilização da 2ª temporada de “Aruanas” e alguns títulos que não couberam na lista inicial, a seleção abaixo dobra a quantidade de opções para ver na semana, juntando-se às dicas de quarta (24/11), em que os destaques foram “Gavião Arqueiro” e “The Beatles: Get Back”. Veja abaixo as últimas novidades para maratonar no fim de semana. Star Trek: Discovery | Paramount+ A série que revitalizou o universo “Star Trek” tem nova Capitã e endereço. “Star Trek: Discovery” deixou o catálogo da Netflix na semana passada e estreia sua 4ª temporada nesta sexta na Paramount+, trazendo a primeira missão liderada por Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) como Capitã da nave espacial que batiza a atração – a quarta pessoa a ocupar o cargo desde o começo da produção. E ela enfrenta logo de cara uma ameaça capaz de destruir mundos num piscar de olhos. Apresentada nos dois primeiros episódios disponibilizados, a anomalia gravitacional se prova um terror para o qual não existe defesa – e que rende efeitos visuais cinematográficos. Aruanas | Globoplay As ativistas vividas por Débora Falabella, Leandra Leal, Taís Araujo e Thainá Duarte encontram-se divididas e endividadas na 2ª temporada de “Aruanas”, justamente quando enfrentam seu maior desafio: o poderoso lobby da indústria do petróleo. Com R$ 1 trilhão de isenção de impostos em jogo, elas embarcam numa aventura por uma cidade modelo de sustentabilidade (do prefeito Lázaro Ramos), após um petroquímica causar um desastre ecológico na região, e suas descobertas as tornam alvo de criminosos, políticos e empresários. Quem também volta é a lobista interpretada por Camila Pitanga, mais intensa e incisiva, com uma nova cartela de clientes e interesses, agora defendendo petroleiros – como o vilão maior da trama, o astro português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”). O papel é o último trabalho guardado da atriz na Globo – ela assinou com a HBO Max – e aproveita-se de sua assumida bissexualidade para desenvolver a sexualidade da personagem em cenas românticas com Elisa Volpatto – ex-namoradas na trama. Galera do Barulho | HBO Max Lançado ironicamente sem barulho, o revival da série clássica “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) chegou de surpresa na HBO Max, dois dias após a estreia da 2ª temporada nos EUA – onde lidera a audiência da plataforma Peacock, inexistente no Brasil. Concebida como uma sequência da série adolescente imensamente popular dos anos 1990, a nova produção se foca nos filhos dos personagens originais – mais ou menos como aconteceu com “Fuller House”, na Netflix. O revival traz de volta Mark-Paul Gosselaar, Mario Lopez, Elizabeth Berkley e Tiffani Thiessen a seus papéis clássicos, agora como os adultos da trama, que ainda segue acompanhando os estudantes adolescentes da Bayside High School. A premissa explora o que acontece quando o governador da Califórnia, Zack Morris (Gosselaar), fica em apuros por fechar muitas escolas de Ensino Médio que atendiam a população de baixa renda, e propõe o envio dos estudantes afetados às escolas mais bem financiadas do estado – incluindo Bayside High. O afluxo de novos alunos dá às crianças privilegiadas de Bayside uma dose muito necessária de realidade – entre eles, o próprio filho de Zack, vivido por Mitchell Hoog (de “Freaky – No Corpo de um Assassino”). Os personagens Jessica Spano (Elizabeth Berkley) e A.C. Slater (Mario Lopez) agora trabalham na escola em que cresceram e lideram um elenco que também destaca John Michael Higgins (“A Escolha Perfeita”) como diretor do colégio e, no meio da nova turma de alunos, Belmont Cameli (“Empire”) como o filho de Jessica. Legacies | HBO Max A série dos herdeiros sobrenaturais do universo de “The Vampire Diaries” chega a sua 4ª temporada focando no destino da protagonista Hope Mikaelson (Danielle Rose Russell), que pretende se tornar “tríbrida” para enfrentar Malivore, a grande ameaça que paira sobre a série desde seu episódio inaugural. Filha do primeiro híbrido (vampiro e lobisomem), Klaus Mikaelson, Hope preferiu seguir o caminho da tia bruxa Freya, especializando-se em encantamentos na escola para crianças sobrenaturais de Mystic Falls. Entretanto, eventualmente desencadeou a maldição de lobisomem de seu sangue e agora considera também morrer para retornar como vampira, tornando-se ainda mais poderosa para vencer Malivore. Claro que isso pode lhe custar sua humanidade. Elfos | Netflix Com lançamento no domingo (28/11), esta série dinamarquesa é uma verdadeira antíteses das fantasias adocicadas programadas para a (extensa) temporada de Natal na Netflix. Escrita por Stefan Jaworski, criador do suspense nórdico “Those Who Kill”, a trama gira em torno de uma família que, em viagem de fim de ano, vai parar numa ilha distante com um segredo terrível e sanguinário: ela abriga os elfos de Natal, que na verdade são criaturas mais parecidas com gremlins. MotherFatherSon | Starzplay Com um elenco imponente, “MotherFatherSon” teve o azar de sair depois de “Succession”, com quem divide premissa similar, mas não os mesmos textos irônicos. Desenvolvida por Tom Rob Smith, criador de “American Crime Story”, a minissérie britânica gira em torno da disputa de poder numa empresa de mídia dominada por uma poderosa família, encabeçada por Richard Gere (“Chicago”) e a recentemente falecida Helen McCrory (“Peaky Blinders”). Super Crooks | Netflix Mestres do Universo: Salvando Eternia | Netflix Solar Opposites | Star+ F is for Family | Netflix Quatro animações completam a relação, das quais apenas é novidade completa. Desenvolvida em estilo anime pelo estúdio Bones (de “Fullmetal Alchimist”, “Wolf’s Rain” e “Godzilla Ponto Singular”), “Super Crooks” adapta os quadrinhos homônimos de Mark Millar, passados no mesmo universo de “O Legado de Júpiter”, e segue um grupo de supervilões que planejam um golpe monumental. A lista inclui outra série de ação, “Mestres do Universo: Salvando Eternia”, que é concluída com o lançamento de sua Parte 2. A iniciativa do cineasta Kevin Smith (“O Balconista”) visava justamente dar um fim à trama inacabada da animação clássica do He-Man dos anos 1980. Mas apesar do tom nostálgico, os personagens passaram por uma grande repaginação, aproximando-os do visual de “Castlevania”. Não por acaso, a série tem produção da Powerhouse Animation – o estúdio por trás de “Castlevania”. As demais são comédias. A 2ª temporada da hilária “Solar Opposites”, de Justin Roiland (cocriador de “Rick & Morty”), mostra novas confusões da família alienígena que escapou da explosão de seu mundo para se refugiar nos subúrbios dos EUA. Já a 5ª temporada de “F Is For Family” despede-se da família criada por Michael Price (produtor-roteirista de “Os Simpsons”) e o humorista Bill Burr (“Pai em Dose Dupla”), que ajudou a lembrar como eram inacreditáveis os anos 1970, época em que “você podia bater no seu filho, beber ao volante, fumar em restaurantes e levar uma arma para o aeroporto”, segundo os criadores.
Series online: Estreias da semana destacam “Gavião Arqueiro” e Beatles
O dia das estreias das séries mudou nesta semana. A maioria dos títulos chegou nesta quarta (24/11), entre eles o principal lançamento: “Gavião Arqueiro”. Com isto, abre-se a possibilidade de duas listas, com o primeiro Top 10 no meio da semana, focando nas estreias já disponíveis e em duas que começam a ser exibidas na quinta – a parte 2 de “Gossip Girl” e o esperado documentário em capítulos dos Beatles. Veja abaixo os destaques da programação do streaming do meio da semana. Gavião Arqueiro | Disney+ Cada série da Marvel lançada até agora tem sido diferente uma da outra. Com “Gavião Arqueiro”, o ritmo é mais lento, o humor infeccioso e não há uma ameaça superpoderosa a ser combatida. As lutas de rua chegam a lembrar as adaptações da época da Netflix, especialmente “Jessica Jones” e seu humor mordaz. Isto permite maior desenvolvimento dos personagens e valoriza a óbvia química dos protagonistas. Embora tenha o nome do personagem de Jeremy Renner no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o foco da produção é a novata Kate Bishop, que Hailee Steinfeld (“Dickinson”) interpreta com convicção. Fã do Gavião Arqueiro desde que foi salva por ele na infância – quando os Vingadores impediram a invasão alienígena do filme de 2012 – , ela se tornou uma arqueira campeã, aprendeu artes marciais e decide virar uma heroína. O problema é que usa o traje de Ronin, atraindo atenção da mídia e bandidos. Ronin foi a identidade assumida pelo Gavião Arqueiro durante os cinco anos entre o estalar de dedos de Thanos e o retorno de sua família desaparecida. Só que, sentindo-se responsável pela confusão em que ela se mete, o herói descobre que ajudá-la rende mais problemas que esperava, além de uma inesperada discípula. O primeiro longa dos Vingadores também aparece referenciado num inacreditável musical da Broadway, que garante o ponto alto do primeiro dos dois episódios liberados simultaneamente nesta quarta. É ver para crer, rir e se emocionar com a reação de Clint Barton, o Gavião Arqueiro, diante da intérprete da Viúva Negra no espetáculo. Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), “Gavião Arqueiro” também inclui Vera Farmiga (“Bates Motel”) como Eleanor Bishop, a mãe de Kate, Tony Dalton (“Better Call Saul”) como Jack Duquesne, também conhecido como o vilão/anti-herói Espadachim, e Alaqua Cox como Eco (Echo), heroína surda e nativo-americana, que vai ganhar seu próprio spin-off em 2022, além de contar com uma vindoura participação de Florence Pugh no papel de Yelena Belova, dando sequência à trama do filme “Viúva Negra”. The Beatles: Get Back | Disney+ O documentário sobre os bastidores da gravação do álbum “Let It Be” joga por terra mitos consagrados pelos fãs dos Beatles. Não há Paul McCartney mandão, Yoko Ono intrigante, nada do que entrou para as lendas em torno do fim da banda. Curiosamente, quem aparece aprontando é George Harrison, que chega a abandonar as gravações e ameaça sair da banda, retornando dias depois – os Beatles esconderam este fato por anos. Mas o ponto alto de “The Beatles: Get Back” é a química da melhor banda de todos os tempos em seu processo criativo. Eles riem e se divertem na maior parte do tempo. A captação das imagens foi feita pelo diretor Michael Lindsay-Hogg de 2 de janeiro a 31 de janeiro de 1969, originalmente para um especial de televisão focado na produção de um novo álbum dos Beatles. Só que “Let It Be” acabou virando o último disco. Após John, Paul, George e Ringo anunciarem a separação, o registro teve outro rumo: virou filme, lançado em maio de 1970 com destaque para as brigas e disputas internas que teriam levado o quarteto a encerrar a parceria. Intrigado com o resto da filmagem que nunca tinha vindo a luz, o cineasta Peter Jackson (da trilogia “O Senhor dos Anéis”) pediu para vasculhar os arquivos – roubados em 1970, mas recuperados quase na totalidade pela Interpol desde a década de 1990 – e encontrou mais de 56 horas desconhecidas do público. Com a permissão dos dois integrantes vivos dos Beatles, Paul McCartney e Ringo Starr, além das bênçãos das viúvas de John Lennon, Yoko Ono, e de George Harrison, Olivia Harrison, ele restaurou as imagens e o áudio com tecnologia de ponta e produziu uma reedição completa, que também inclui o célebre show no telhado do estúdio da Apple, em Londres, última vez que os Beatles tocaram juntos. “The Beatles: Get Back” será disponibilizado ao longo de três dias, com cada capítulo chegando um dia após o outro, entre 25 e 27 de novembro na plataforma Disney+. Top of the Lake | HBO Max Antes de fazer “The Handsmaid Tale”, Elizabeth Moss já mostrava seu talento como protagonista na minissérie “Top of the Lake”. Trata-se de uma minissérie criminal concebida e dirigida pela cineasta neozelandesa Jane Campion, primeira mulher a vencer o Festival de Cannes (por “O Piano”) e que este ano foi premiada no Festival de Veneza (por “Ataque dos Cães”). Moss venceu um Globo de Ouro em 2014 por sua performance como a detetive policial Robin Griffin, que investiga o desaparecimento de uma menina de 12 anos numa comunidade do interior da Nova Zelândia. Consagrada com, ao todo, 20 troféus, a atração acabou ganhando continuação, que mostrou a personagem de Moss trabalhando num novo caso – com participação de Gwendoline Christie (de “Game of Thrones”). Ambas as “temporadas” foram disponibilizadas pela HBO Max. Reservation Dogs | Star+ Primeira série de comédia passada em território nativo-americano, “Reservation Dogs” gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando juntar dinheiro para ir à Califórnia. A criação é do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Ragnarok” e “Jojo Rabbit”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirigiu o piloto e é coprodutor da atração com Waititi. Elogiadíssima pela crítica, atingiu 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e já se encontra renovada para a 2ª temporada. Law & Order: Organized Crime | Star+ A nova série do produtor Dick Wolf chega direto em streaming no Brasil, trazendo o personagem Elliot Stabler, vivido por Christopher Meloni, de volta à longeva franquia “Law & Order”, 10 anos após sua despedida em “Law & Order: Special Victims Unit”. A motivação da volta de Stabler é descobrir quem matou sua esposa, Kathy (Isabel Gillies), violência que o levou a se juntar à equipe responsável por combater o crime organizado em Nova York. Como se passa na mesma cidade de “SVU”, o reencontro de Stabler com os colegas da antiga série foi assumido pelos produtores como inevitável. E para tirar logo esse “detalhe” do caminho, “Law & Order: OC” estreou durante um crossover com “Law & Order: SVU”, com a reunião de Stabler com a agora Capitã Benson, uma década após a última cena que compartilharam juntos. O detalhe é que a 23ª temporada de “SVU”, onde começa a história, permanece inédita em streaming no Brasil. A Mais Pura Verdade | Netflix “A Mais Pura Verdade” é duas coisas raras na carreira do comediante Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”): uma minissérie e uma história criminal dramática. E seu resultado demonstra que ele deve continuar fazendo o que faz melhor: comédias no cinema. Desenvolvida por Eric Newman (roteirista-produtor de “Narcos” e “Narcos: Mexico”), a produção vale mais pela volta de Wesley Snipes aos papéis dramáticos após retomar a carreira – interrompida pela prisão por sonegação de impostos – com duas comédias ao lado de Eddie Murphy – “Meu Nome é Dolemite” e “Um Princípe em Nova York 2”. O nome de “Eddie”, por sinal, é citado na trama em comparação a Kevin Hart, que na atração vive um astro das comédias, numa turnê de espetáculos lotados de stand-up. Durante uma parada da turnê em sua cidade natal, Filadélfia, o humorista se reconecta com seu irmão mais velho (Snipes). Mas após uma noite de bebedeira em comemoração ao reencontro, algo acontece, que envolve a polícia e desgraça a carreira do humorista, ameaçando destruir tudo o que construiu. Sem saída, ele aceita participar de um plano do irmão para dar a volta por cima, mas isso implica numa série de escolhas moralmente complicadas, que torna a trama cada vez mais sombria. Gossip Girl | HBO Max A Parte 2 da temporada inaugural de “Gossip Girl” prepara diversas reviravoltas dramáticas e cenas quentes, que incluem uma traição entre irmãs e até uma relação de sexo à três envolvendo Emily Alyn Lind (“A Babá”), Thomas Doherty (“Legacies”) e o estreante Evan Mock. A trama se passa quase uma década depois que o blog da “garota fofoqueira” foi desativado e revela uma nova Gossip Girl, desta vez concebida pelos professores da escola de elite da trama para controlar a atual geração de estudantes – que tem ainda menos limites que a turma de Serena, Blair e cia. A continuação da série de mesmo nome, que foi sucesso entre 2007 e 2012 na TV americana, é escrita por Joshua Safran e tem produção de Josh Schwartz e Stephanie Savage, criadores da “Gossip Girl” original. Para reforçar a ligação das duas gerações, a série manteve a narração de Kristen Bell como a voz informal de Gossip Girl e tem resgatado personagens secundários da década passada em pequenas participações. Hanna | Amazon Prime Video A adaptação do filme “Hanna” de 2011 – que contou com Saoirse Ronan no papel-título – chega à sua conclusão. Desenvolvida por David Farr, roteirista do longa original, a série reviu toda a história vista no cinema em sua temporada inaugural e continuou expandindo sua trama até transformar a jovem Hanna, vivida na série por Esmé Creed-Miles (“Dark River”), numa espécie de “Viúva Negra” mirim. Após superar o condicionamento que a transformou em assassina fria, ela se infiltra numa unidade que prepara outras assassinas adolescentes, visando impedir na 3ª e última temporada a continuidade do experimento que sofreu na infância. A produção também destaca em seu elenco Mireille Einos (“The Killing”) e Dermot Mulroney (“O Casamento do Meu Melhor Amigo”), além de introduzir Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”) nos últimos capítulos. Doctor Who | Globoplay A temporada de despedida de Jodie Whitaker como a personagem-título de “Doctor Who” chega na Globoplay com a exibição de episódios semanais. Definida pela rede britânica BBC, responsável por sua produção, como “a maior aventura” da Doutora até agora, a 13ª temporada é na verdade a menor de todas, com apenas seis episódios. Por isso, o pacote de despedida inclui três especiais, que mostrarão a transição de Jodie Whittaker e do showrunner Chris Chibnall para a nova equipe. Em sua temporada final, Whittaker continua tendo a companhia de Mandip Gill, que retorna como Yas, e recebe reforço de dois novos atores, John Bishop (“Rota Irlandesa”) e Jacob Anderson (o Verme Cinzento de “Game of Thrones”). Juntos, eles enfrentam a chegada de um misterioso Flux, que traz em seu rastro sontarianos, anjos lamentadores e outras criaturas “de todo o universo”. O nome “Flux” também foi adotado como subtítulo da temporada. Blade Runner: Black Lotus | Crunchyroll A série anime se passa no universo da franquia “Blade Runner”, evocando diretamente a iconografia do filme de 1982, além da trilha jazzista e a atmosfera neon noir. A trama gira em torno de uma nova replicante foragida, mestre em artes marciais, caçada por blade runners no ano de 2032 – ou seja, 17 anos antes dos eventos de “Blade Runner 2049”. Vale lembrar que este não é o primeiro projeto animado de “Blade Runner”. A Warner produziu três curtas como prólogo para o filme de 2017 e um deles era dirigido por Shinichirô Watanabe, criador dos cultuados animes “Cowboy Bebop” e “Samurai Champloo”. Watanabe é justamente o produtor...
Incêndio da Boate Kiss vai virar minissérie da Netflix
Uma das maiores tragédias da história do Brasil vai virar minissérie da Netflix. A plataforma anunciou nesta terça-feira (23/11) que está desenvolvendo uma produção dramática sobre o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013. A história dos sobreviventes e dos familiares foi contada no livro “Todo Dia a Mesma Noite” (2018), da jornalista Daniela Arbex, e agora vai virar uma minissérie em cinco capítulos da Netflix. A novidade foi anunciada na manhã de hoje durante o evento “Mais Brasil na Tela”, promovendo as produções nacionais da plataforma. A escritora estará envolvida no projeto como consultora de roteiro dos cinco episódios, que serão escritos por Gustavo Lipsztein (“O Paciente – O Caso Tancredo Neves”) e dirigidos por Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”). O incêndio na Boate Kiss aconteceu em 27 de janeiro de 2013 causado pelo uso de um artefato pirotécnico em ambiente fechado. Além de custar a vida de 242 pessoas, deixou outras 680 feridas. Segundo as investigações, a casa noturna funcionava com mais pessoas do que a capacidade permitida. Quase nove anos depois, o julgamento dos donos da casa noturna e integrantes da banda que usou pirotecnia ainda não aconteceu. Por coincidência, está marcado para iniciar na semana que vem, dia 1 de dezembro. A minissérie não teve cronograma de produção divulgado, mas o lançamento provavelmente acontecerá no aniversário de 10 anos da tragédia. A minha nova minissérie Todo Dia a Mesma Noite conta a história real do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria – RS, em que 242 pessoas morreram em 2013. A série é baseada no livro da autora Daniela Arbex, que traz mais de 100 entrevistas com pessoas conectadas à tragédia. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Julia Garner vive golpista no teaser da nova série da criadora de “Grey’s Anatomy”
A Netflix divulgou o primeiro teaser de “Inventando Anna” (Inventing Anna), minissérie estrelada por Julia Garner, que venceu dois prêmios Emmy por “Ozark”. A atriz vai continuar a viver uma criminosa na plataforma após o fim previsto de “Ozark” em 2022. Desta vez, interpretará uma socialite golpista da vida real. “Inventando Anna” é uma minissérie criada e produzida por Shonda Rhimes (criadora de “Grey’s Anatomy” e produtora de “Bridgerton”). Baseada numa reportagem da revista The Cut, a atração vai girar em torno da jornalista que investiga o caso de Anna Delvey, uma mulher que roubou os corações – e muito dinheiro – da alta sociedade em Nova York. Além de Garner, o elenco também destaca Anna Chlumsky (“Veep”), Katie Lowes (“Scandal”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”) e Alexis Floyd (“The Bold Type”). Ainda não há previsão de estreia.
Olivia Colman é suspeita de assassinato em trailer de minissérie
A HBO divulgou o trailer de “Landscapers”, nova minissérie de “true crime” que destaca a interpretação de Olivia Colman, vencedora do Oscar por “A Favorita” e do Emmy por “The Crown”. A prévia revela uma história de amor que resiste ao tempo e a dois cadáveres no jardim. Baseada em eventos reais, a trama gira em torno de um casal suspeito de assassinato, que é investigado depois que a polícia encontra dois corpos enterrados no jardim da sua casa. O marido da personagem de Colman é interpretado por David Thewlis (da franquia “Harry Potter”) e o elenco também inclui Kate O’Flynn (“Wanderlust”), Dipo Ola (“Bagdá Central”), Samuel Anderson (“Outra Vida”), Karl Johnson (“O Último Vermeer”), Felicity Montagu (“The Tunnel”) e Daniel Rigby (“Jericho”). Com direção de Will Sharpe (“Giri/Haji”) e coprodução do canal pago britânico Sky Atlantic, a série estreia em 6 de dezembro.
Séries online: 10 estreias para o fim de semana
A semana tem fantasia épica, terror sul-coreano, suspense canibal, sci-fi baseada em anime, novas comédias para chamar de favoritas e a volta de Joe Exotic, entre muitos outros lançamentos em streaming. Para não se perder na variedade, as 10 principais estreias podem ser conferidas na seleção abaixo. A Roda do Tempo | Amazon Prime Video Estreia mais esperada, “A Roda do Tempo” (The Wheel of Time) adapta a franquia literária homônima do escritor Robert Jordan. A saga de fantasia com muitas batalhas, monstros e efeitos visuais materializa-se com Rosamund Pike (indicada ao Oscar por “Garota Exemplar”) no papel da feiticeira Moiraine, integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai. Na trama, ela parte numa aventura misteriosa com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidade – e a produção já se encontra renovada para sua 2ª temporada. Profecia do Inferno | Netflix Depois do sucesso de “Round 6”, as produções sul-coreanas estão ganhando mais atenção das plataformas. E “Profecia do Inferno” (Hellbound) tem como chamariz o fato de ter sido criada por Yeon Sang-ho, diretor do filme “Invasão Zumbi”. Adaptação do popular webtoon (quadrinhos digitais sul-coreanos) “Hell” (Jiok), a série acompanha o caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar pessoas ao inferno, enquanto um novo grupo religioso começa a pregar que esses seres são enviados por Deus. O elenco destaca Ah-in Yoo, astro de outro filme de zumbis, “#Alive” (disponível na Netflix). Todos os seis episódios foram dirigidos por Yeon, que também assina os roteiros em parceria com Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. The Sex Lives of College Girls | HBO Max Nova série de Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”), “The Sex Lives Of College Girls” acompanha jovens estudantes que viram colegas de quarto ao entrar na Universidade. As protagonistas são interpretadas por quatro novatas: Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur (“Star Trek: Short Treks”) e as estreantes Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. E acabaram se provando revelações, capazes de gerar grande química e forte empatia. A crítica norte-americana babou como não costuma fazer. Se você ama “Eu Nunca…” vai adorar e, quem sabe, descobrir uma nova comédia favorita. Sort of | Canadá | 1ª Temporada (HBO Max) Uma das comédias menos pretensiosas do ano, “Sort of” surpreende pelo humanismo profundo e por equilibrar empatia bem-humorada com boas doses de drama. A trama gira em torno de uma pessoa não binária, de família tradicional paquistanesa, que resolve virar babá em Toronto, e acaba se envolvendo tão profundamente com a família da patroa que deixa sua própria vida em pausa quando uma tragédia acontece. A série é criada, escrita, produzida e estrelada por Bilal Baig, que ganhou projeção com uma peça sobre sua vida como gay canadense muçulmano. Yellowjackets | Paramount+ Outra atração que impressionou os críticos dos EUA, “Yellowjackets” combina drama suburbano, história de sobrevivência e canibalismo. A trama tem como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de avião com um time uruguaio de rúgbi, que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que após a queda de seu avião se veem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a atração se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar os desafios após o desastre, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas por Christina Ricci (“Z: The Beginning of Everything”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”), ao mesmo tempo em que buscam um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. Cowboy Bebop | Netflix “Cowboy Bebop” foi uma das séries mais marketadas pela Netflix em 2021. Só que a adaptação do cultuadíssimo anime dos anos 1990 pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) acabou rotulada como cópia medíocre (só 49% de aprovação no Rotten Tomatoes) ao fazer de tudo para imitar o original de Shinichirō Watanabe, desde a inclusão da mesma trilha sonora até a reprise de histórias e enquadramentos do desenho animado. Por ironia, a série decidiu ser infiel justamente na hora de definir os intérpretes dos personagens, virando alvo de manifestações dos fãs, que podem ter influenciado a recepção crítica. Mayor of Kingstown | Paramount+ Uma semana antes de virar Gavião Arqueiro na Disney+, Jeremy Renner também vira saco de pancada da imprensa norte-americana com “Mayor of Kingstown”. As resenhas foram impiedosas (25% no Rotten Tomatoes), mas se trata de uma série criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Vingadores: Ultimato”), Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”) e Aidan Gillen (“Game of Thrones”). A equipe chama atenção. Repleta de cenas de ação e violência, que abrangem os dois lados da lei, com enfrentamentos atrás das grades e abusos policiais, a série gira em torno da família McLusky, considerada a verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Com 10 episódios, a trama pretende desenvolver temas de racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social. A Pequena Espiã | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Animação estilosa, inspirada no design de desenhos dos anos 1960, “A Pequena Espiã” adapta um clássico da literatura infantil escrito por Louise Fitzhugh. Assim como no livro, a série se passa na Nova York da década de 1960 e acompanha as aventuras de Harriet M. Welsch, uma garotinha precoce de 11 anos que decide ser uma escritora-espiã e passa a observar tudo e todos à sua volta, registrando acontecimentos em seu diário e investigando casos suspeitos da vizinhança. Esta história já virou filme em 1996, estrelado pela então “pequena” Michelle Trachtenberg (depois irmã de “Buffy” e vilã de “Gossip Girl”). A Máfia dos Tigres 2 | EUA | Netflix Joe Exotic continua atrás das grades e o que aconteceu com o primeiro marido de Carole Baskin permanece um mistério, mas são exatamente estes os temas principais da 2ª temporada da série documental que virou fenômeno mundial. Sem avançar a trama da vida real, restam as teorias e os personagens bizarros – agora também famosos após o sucesso da produção original. Power Book II: Ghost 2 | Starzplay O Top 10 das séries que merecem atenção nesta semana se completa com a volta de “Power Book II: Ghost” no domingo (21/11). Continuação do sucesso “Power”, a atração teve a estreia mais assistida na história do canal pago Starz, com quase 7,5 milhões de visualizações na TV e no aplicativo em sua primeira semana, além do melhor desempenho no Starzplay em vários mercados, incluindo Brasil. “Power Book II: Ghost” é a primeira de quatro séries derivadas de “Power” encomendadas pelo canal, originando um “Power Universe” concebido pela produtora Courtney Kemp. A trama acompanha Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos na série original e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu falecido pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Além dos personagens da série anterior, a produção traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”).
Lily James vira Pamela Anderson em trailer de série sobre sex tape mais famosa do mundo
A plataforma americana Hulu divulgou o primeiro trailer da minissérie “Pam and Tommy”, que mostra Lily James (“Rebecca”) e Sebastian Stan (“Falcão e o Soldado Invernal”) como o casal Pamela Anderson e Tommy Lee. A prévia mostra que a transformação da dupla, especialmente da atriz britânica, é impressionante. Com oito episódios, a minissérie vai se concentrar no vazamento da sex tape de lua de mel do baterista da banda Mötley Crüe e da estrela da série “SOS Malibu” (Baywatch) durante os anos 1990. Para quem é muito jovem para lembrar, Anderson foi indiscutivelmente o maior ícone sexual da década de 1990 – ela detém o recorde de capas da revista Playboy – e Lee integrava a banda mais escandalosa de sua geração. O relacionamento dos dois, que se casaram uma semana após se conhecerem, vendeu mais tabloides que qualquer outro no período. E muitos fãs puderam conferir em detalhes como foi sua lua de mel, com a comercialização da sex tape mais famosa de todos os tempos. A minissérie é produzida pela dupla Seth Rogen e Evan Goldberg (produtores de “Preacher” e “The Boys”). E além de trabalhar atrás das câmeras, Rogen também está escalado para viver Rand, o homem que roubou a fita infame. O elenco ainda inclui Nick Offerman (“Parks and Recreation”) como o empresário pornô Tio Miltie, que comercializou a fita, Taylor Schilling (“Orange Is the New Black”) como a esposa de Rand, e Andrew Dice Clay (“Nasce Uma Estrela”) como um mafioso. A produção, que pode ser encarada como uma espécie de continuação de “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe” (2018), tem direção a cargo do cineasta Craig Gillespie (“Eu, Tonya”) e estreia em 2 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a produção será lançada pela plataforma Star+, que ainda não confirmou a data.












