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  • Série

    Netflix anuncia renovação da série A Maldição da Residência Hill

    21 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix anunciou, por meio de um vídeo, que a série “A Maldição da Residência Hill”, sucesso de terror lançado no ano passado, terá 2ª temporada. Com texto em português, o teaser também revela que os novos episódios chegarão só em 2020. E sugere que a produção terá outro título quando retornar, já que contará uma história completamente diferente. Veja abaixo. A 1ª temporada contou toda a história do livro de Shirley Jackson, com detalhes criados especialmente para a produção pelo cineasta Mike Flanagan (de “O Espelho” e “Ouija – A Origem do Mal”). A história original foi publicada em 1959 sob o título em inglês de “The Haunting of Hill House” e pode ser encontrada nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é sua tradução literal. A obra também já tinha sido adaptada duas vezes para o cinema, recebendo outros títulos diferentes no Brasil. O filme de 1963 virou “Desafio do Além” e o de 1999 foi chamado de “A Casa Amaldiçoada”. O curioso é que, apesar da Netflix ter feito sua própria tradução para a obra, em inglês todas tem sempre o mesmo título. A ideia de Mike Flanagan é transformar a série numa antologia, contando uma história diferente por ano, ao estilo de “American Horror Story”. Além da renovação, a Netflix também anunciou um contrato criativo com Flanagan e seu parceiro criativo, Trevor Macy, da produtora Intrepid Pictures, para desenvolver com exclusividade novos projetos para a plataforma de streaming. Flanagan já tinha lançado dois filmes de terror com exclusividade na Netflix: “Hush: A Morte Ouve” (2016) e “Jogo Perigoso” (2017). Atualmente, ele está dirigindo a adaptação de “Doutor Sono”, sequência literária oficial de “O Iluminado”, escrita por Stephen King. A adaptação tem produção da Warner e previsão para chegar aos cinemas em novembro.

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  • Série

    Stephen King elogia série A Maldição da Residência Hill no Twitter: “Quase um trabalho de gênio”

    21 de outubro de 2018 /

    Já viu “A Maldição da Residência Hill” na Netflix? O escritor Stephen King (“It: A Coisa”) encerrou recentemente a maratona da série e rasgou elogios no Twitter. “‘Haunting of Hill House’, revisado e remodelado por Mike Flanagan. Eu normalmente não me importo com esse tipo de revisionismo, mas isso é ótimo. Quase um trabalho de gênio, realmente. Eu acho que Shirley Jackson aprovaria, mas quem saberia com certeza?”, escreveu o mestre da literatura de terror. O elogio deve ter agradado Flanagan, que já adaptou uma obra de Stephen King anteriormente: “Jogo Perigoso” (2017), também disponibilizado pela Netflix. Por sinal, seu próximo trabalho é outra adaptação de King: “Doutor Sono”, a continuação do clássico “O Iluminado” (1980). Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming, embora haja farto material disponível sem legendas na Netflix americana. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão do cineasta Mike Flanagan, que também dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016), muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. O elenco inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). Com 10 episódios, a série foi disponibilizada em 12 de outubro. THE HAUNTING OF HILL HOUSE, revised and remodeled by Mike Flanagan. I don't usually care for this kind of revisionism, but this is great. Close to a work of genius, really. I think Shirley Jackson would approve, but who knows for sure. — Stephen King (@StephenKing) October 17, 2018

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  • Série

    A Maldição da Residência Hill: Veja vídeos da nova série de terror que a Netflix esqueceu de divulgar no Brasil

    14 de outubro de 2018 /

    Com excesso de oferta, a Netflix já enfrenta problemas para tornar seus produtos conhecidos. E isto tem gerado decisões precipitadas, como o cancelamento da série “Punho de Ferro”, mal divulgada em sua 2ª temporada. Lançada na sexta-feira (12/10), a série de terror “A Maldição da Residência Hill” é outro pouco caso. Com 85% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a série elogiada teve apenas um trailer legendado disponibilizado no Brasil pela plataforma de streaming. Mas o material original americano inclui também dois vídeos de bastidores, que podem ser assistidos abaixo sem legendas. Ignorados pela Netflix Brasil, os vídeos destacam o trabalho de direção e o elenco, que, assim como em “It: Capítulo Dois”, é representado por crianças e adultos em fases diferentes da história. Mas o descaso com a divulgação nacional não foi apenas este. O problema também passa pela “tradução” do título. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina”, que é uma tradução literal, e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A Netflix criou a quarta tradução para a obra, que, em inglês, tem sempre o mesmo título. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original girava em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A versão da Netflix muda toda a premissa para explorar o impacto que a assombração causou nas crianças que moravam na casa, que retornam à residência muitos anos depois. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”).

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  • Série

    A Maldição da Residência Hill: Nova série de terror da Netflix ganha trailer legendado

    19 de setembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Maldição da Residência Hill”, nova série de terror que, se o nome não desperta medo, é porque os tradutores brasileiros escolheram o quarto título diferente para batizar a trama conhecida. Tanta “criatividade”, claro, só serve para se perder a referência. “The Haunting of Hill House”, o livro de 1959 da escritora Shirley Jackson, pode ser encontrado nas livrarias brasileiras como “A Assombração da Casa da Colina” e já foi adaptado para o cinema duas vezes. O filme de 1963 ganhou o título nacional de “Desafio do Além” e o de 1999 virou “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que sua trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). Em inglês, todos os lançamentos tem o mesmo nome. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, a trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num mansão com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. A prévia mostra que a história vai explorar mais os residentes originais da mansão, mostrando como o local enlouqueceu a mãe e levou os irmãos do sobrevivente ao desespero. A cena adiantada, em que as crianças descrevem seus futuros como um pesadelo, é bastante efetiva. E o tipo de horror que se espera do responsável pela série. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). O elenco, por sua vez, inclui Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), Elizabeth Reaser, Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”), Oliver Jackson-Cohen (“Emerald City”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Timothy Hutton (“American Crime”), Samantha Sloyan (“Grey’s Anatomy”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). E, a propósito, a musiquinha sinistra e sombria tocada ao piano na trilha do vídeo é uma versão instrumental do clássico ensolarado “Our House”, do quarteto Crosby, Stills, Nash & Young. A estreia está marcada para 12 de outubro.

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  • Série

    Netflix revela data de estreia e primeiras fotos de série baseada em clássico de casa mal-assombrada

    27 de agosto de 2018 /

    A Netflix divulgou a data de estreia e as primeiras fotos de “The Haunting of Hill House”, série baseada num clássico de terror. A produção da Netflix será uma versão atualizada da obra homônima da escritora Shirley Jackson, publicada em 1959. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, o livro já foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a trama foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A história original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. Já a descrição da série se foca no acompanhamento de uma família em duas épocas (no passado e no presente), lidando com assombrações e traumas que voltam para atormentá-los. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013), “Ouija – A Origem do Mal” (2016) e mais recentemente “Jogo Perigoso” na própria Netflix. O elenco é formado por atores com quem Flanagan já trabalhou, como Elizabeth Reaser (“Ouija: Origem do Mal”), Kate Siegel (“Hush: A Morte Ouve”) e Carla Gugino (“Jogo Perigoso”), além de Michiel Huisman (“Game of Thrones”), Timothy Hutton (“American Crime”) e Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). A estreia foi marcada para 12 de outubro, duas semanas antes do Halloween.

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  • Filme

    Rebecca Ferguson negocia estrelar a continuação de O Iluminado

    29 de junho de 2018 /

    A atriz sueca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Secreta”) negocia se juntar ao escocês Ewan McGregor (“Trainspotting”) na adaptação de “Doutor Sono” (“Doctor Sleep”, em inglês), que continua a trama do clássico “O Iluminado” no cinema. O papel de Ferguson não foi revelado, mas muito provavelmente se trata da vilã Rose, a Cartola (no original, Rose the Hat), líder de uma seita psíquica chamada Verdadeiro Nó (True Knot), que enfrenta na trama o personagem de McGregor. Ele interpreta a versão adulta de Danny Torrance, que no clássico de terror de 1980 era apenas um menino. Stephen King escreveu “Doutor Sono” como sequência oficial do livro original e a obra venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai (Jack Nicholson no cinema) enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz continua enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, para a Netflix. Ele também reescreveu o roteiro originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King) A produção é da Warner Bros., estúdio que levou às telas a mais bem-sucedida adaptação de um livro do escritor, “It: A Coisa”, que faturou US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais. A previsão de estreia é para 2020.

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  • Filme

    Ewan McGregor vai estrelar continuação de O Iluminado

    13 de junho de 2018 /

    O ator Ewan McGregor (“Trainspotting”) vai estrelar “Doutor Sono” (“Doctor Sleep”, em inglês), a continuação de “O Iluminado” no cinema. Ele viverá a versão adulta de Danny Torrance, que no clássico de terror de 1980 era apenas um menino. A produção vai adaptar a obra homônima de Stephen King, publicada como sequência oficial do livro original e que venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. A trama acompanha Danny Torrence, que cresceu traumatizado após seu pai (Jack Nicholson no cinema) enlouquecer e tentar matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz continua enfrenta problemas com álcool, até que volta a manifestar poderes mediúnicos e entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. A direção do filme está a cargo de Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”), que recentemente filmou outro livro de Stephen King, “Jogo Perigoso”, para a Netflix. Ele também reescreveu o roteiro originalmente encomendado para Akiva Goldsman (responsável por destruir “A Torre Negra”, mais uma obra de Stephen King) A produção é da Warner Bros., responsável pela mais bem-sucedida adaptação de um livro do escritor, “It: A Coisa”, que faturou US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais. A previsão de estreia é para 2020.

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  • Filme

    Diretor de Ouija: Origem do Mal vai filmar continuação de O Iluminado

    27 de janeiro de 2018 /

    A Warner Bros. contratou Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”) para dirigir “Doutor Sono” (Doctor Sleep), continuação do clássico “O Iluminado”. Será a segunda adaptação de King consecutiva na carreira do diretor, que filmou “Jogo Perigoso” neste ano para a Netflix. Segundo o site Deadline, além de dirigir, Flanagan também vai dar um novo tratamento para o roteiro. O que é importante, pois a Warner encomendou o texto para Akiva Goldsman, o mais superestimado roteirista de Hollywood, responsável por destruir outra adaptação de King, “A Torre Negra”. “Doutor Sono” se passa muitos anos depois dos acontecimentos de “O Iluminado” e acompanha Danny Torrance, o menino cujo pai (Jack Nicholson no cinema) enlouqueceu e tentou matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz se tornou traumatizado, mas continua desenvolvendo seus poderes psíquicos, até que entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. O livro venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Considerado um dos maiores clássicos do cinema de terror, “O Iluminado” foi dirigido por Stanley Kubrick em 1980 e é citado até hoje como referência no gênero. Um detalhe curioso é que King acha o filme ruim e uma das piores adaptações de seus livros. Um dos maiores sucessos da Warner no ano passado foi outra adaptação de King, “It – A Coisa”, que arrecadou mais de US$ 700 milhões ao redor do mundo.

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  • Filme

    Jogo Perigoso prende a atenção até perder o foco

    4 de novembro de 2017 /

    Já tem algum tempo que Mike Flanagan é considerado candidato à entrar no clube dos mestres do terror do século 21. Embora seus filmes não se enquadrem no que atualmente se chama de pós-horror, sendo até um pouco tradicionais na forma, possuem uma sofisticação visual admirável. Assim, mesmo quando pega um projeto já em andamento, como foi o caso de “Ouija – Origem do Mal” (2016), o cineasta transforma o que seria um filme convencional em uma história aterrorizante, sabendo muito bem aproveitar os clichês dos filmes de fantasmas e casas assombradas. Seu melhor filme é “O Espelho” (2013), mas também chamou atenção o eletrizante “Hush – A Morte Ouve”, distribuído pela Netflix no ano passado. A plataforma agora bisa a parceria com “Jogo Perigoso”, adaptação de um livro Stephen King que até então era considerado infilmável. Na trama, Carla Gugino e Bruce Greenwood são um casal que, para apimentar um pouco a relação, após anos de casamento, resolve brincar de sadomasoquismo em uma casa afastada. A ideia dele seria algemar a esposa na cama durante o sexo. Quando a coisa começa a parecer um estupro, ela fica um bocado incomodada. Mas antes que possa interromper, o marido tem um ataque cardíaco e morre, deixando-a confinada na cama. Ela entra em desespero, impotente e imobilizada. A única coisa que consegue fazer é conversar com o fantasma do marido, que a ajuda a pensar friamente na situação, fazendo-a perceber como a casa está distante de qualquer outra e que ninguém a ouviria gritar. Mesmo que um cachorro faminto a devorasse viva. Como escapar dessa situação? Ainda que não se compare a outras obras de Flanagan, “Jogo Perigoso” acaba prendendo a atenção. A premissa inusitada e a tensão são motivos mais do que suficientes para assisti-lo. Mas o filme sofre uma queda de ritmo quando embarca num flashback pela infância da personagem, em que ela lembra um momento desagradável com o pai, vivido por Henry Thomas (até hoje lembrado como o menino de “E.T”). Ao mesmo tempo, por tratar de um assunto tão espinhoso quanto o abuso infantil, Mike Flanagan retoma uma das características de sua obra, repleta de histórias dolorosas de famílias, elementos que marcam sua filmografia desde pelo menos “Absentia” (2011). De certa forma, o flashback ajuda a enriquecer um filme que, centrado num impasse, poderia se encaminhar para lugar nenhum. E quando seu foco – ou perde de vez – , assume uma natureza sobrenatural, que pode ou não ser alucinação da personagem – com direito até à participação do gigante Carel Struycken (presença marcante/delirante da série “Twin Peaks”).

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  • Filme

    Jogo Perigoso: Carla Gugino se desespera em trailer de nova adaptação de Stephen King

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer do filme “Jogo Perigoso” (Gerald’s Game), nova adaptação de um livro de terror de Stephen King (“It: A Coisa”). A prévia reflete o desespero vivido por Carla Gugino (série “Wayward Pines”), numa situação vista num dos maiores sucessos baseados numa obra do escritor, “Louca Obsessão” (1990). Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer subitamente de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada em parte na imaginação da protagonista e com terríveis cenas brutais de ataque animal, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusaram produzir sua adaptação, apesar da popularidade das obras de Stephen King. O cineasta Mike Flanagan (“O Espelho”) passou uma década imaginando como abordar o livro e ninguém quis bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. A adaptação é a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, após o terror “Hush – A Morte Ouve”, no ano passado. Além de Gugino, o elenco enxuto inclui Bruce Greenwood (“Star Trek”) como o responsável por algemar a mulher na cama. A estreia está marcada para 29 de setembro.

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  • Série

    Ator de ET entra na série baseada em A Assombração da Casa da Colina

    16 de agosto de 2017 /

    A série “The Haunting of Hill House”, baseada no clássico de terror “A Assombração da Casa da Colina”, adicionou novos integrantes ao seu elenco: as atrizes Elizabeth Reaser e Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”) e o ator Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). Eles vão se juntar a Michiel Huisman (série “Game of Thrones”) e Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), anteriormente confirmados. A produção da Netflix será uma versão atualizada da obra da escritora Shirley Jackson, publicada em 1959. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, o livro já foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Carla Gugino vai estrelar série baseada no clássico de terror A Assombração da Casa da Colina

    18 de julho de 2017 /

    A atriz Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) entrou no elenco da série “The Haunting Of Hill House”, baseada no clássico de terror “A Assombração da Casa da Colina”. Ela vai se juntar a Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), primeiro nome anunciado na produção da Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). Ainda não há previsão para a estreia da série.

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  • Série

    Terror clássico A Assombração da Casa da Colina vai virar série da Netflix

    11 de abril de 2017 /

    Clássico da literatura de terror, “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House) vai virar série da Netflix. Segundo o site Deadline, a plataforma de streaming encomendou uma temporada de 10 episódios para o roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). A produção é da Amblin, empresa de Steven Spielberg, marcando a primeira parceria do cineasta com a Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura.

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