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  • Filme

    Diretor de Ouija: Origem do Mal vai filmar continuação de O Iluminado

    27 de janeiro de 2018 /

    A Warner Bros. contratou Mike Flanagan (“Ouija: Origem do Mal”) para dirigir “Doutor Sono” (Doctor Sleep), continuação do clássico “O Iluminado”. Será a segunda adaptação de King consecutiva na carreira do diretor, que filmou “Jogo Perigoso” neste ano para a Netflix. Segundo o site Deadline, além de dirigir, Flanagan também vai dar um novo tratamento para o roteiro. O que é importante, pois a Warner encomendou o texto para Akiva Goldsman, o mais superestimado roteirista de Hollywood, responsável por destruir outra adaptação de King, “A Torre Negra”. “Doutor Sono” se passa muitos anos depois dos acontecimentos de “O Iluminado” e acompanha Danny Torrance, o menino cujo pai (Jack Nicholson no cinema) enlouqueceu e tentou matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz se tornou traumatizado, mas continua desenvolvendo seus poderes psíquicos, até que entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. O livro venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Considerado um dos maiores clássicos do cinema de terror, “O Iluminado” foi dirigido por Stanley Kubrick em 1980 e é citado até hoje como referência no gênero. Um detalhe curioso é que King acha o filme ruim e uma das piores adaptações de seus livros. Um dos maiores sucessos da Warner no ano passado foi outra adaptação de King, “It – A Coisa”, que arrecadou mais de US$ 700 milhões ao redor do mundo.

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  • Filme

    Jogo Perigoso prende a atenção até perder o foco

    4 de novembro de 2017 /

    Já tem algum tempo que Mike Flanagan é considerado candidato à entrar no clube dos mestres do terror do século 21. Embora seus filmes não se enquadrem no que atualmente se chama de pós-horror, sendo até um pouco tradicionais na forma, possuem uma sofisticação visual admirável. Assim, mesmo quando pega um projeto já em andamento, como foi o caso de “Ouija – Origem do Mal” (2016), o cineasta transforma o que seria um filme convencional em uma história aterrorizante, sabendo muito bem aproveitar os clichês dos filmes de fantasmas e casas assombradas. Seu melhor filme é “O Espelho” (2013), mas também chamou atenção o eletrizante “Hush – A Morte Ouve”, distribuído pela Netflix no ano passado. A plataforma agora bisa a parceria com “Jogo Perigoso”, adaptação de um livro Stephen King que até então era considerado infilmável. Na trama, Carla Gugino e Bruce Greenwood são um casal que, para apimentar um pouco a relação, após anos de casamento, resolve brincar de sadomasoquismo em uma casa afastada. A ideia dele seria algemar a esposa na cama durante o sexo. Quando a coisa começa a parecer um estupro, ela fica um bocado incomodada. Mas antes que possa interromper, o marido tem um ataque cardíaco e morre, deixando-a confinada na cama. Ela entra em desespero, impotente e imobilizada. A única coisa que consegue fazer é conversar com o fantasma do marido, que a ajuda a pensar friamente na situação, fazendo-a perceber como a casa está distante de qualquer outra e que ninguém a ouviria gritar. Mesmo que um cachorro faminto a devorasse viva. Como escapar dessa situação? Ainda que não se compare a outras obras de Flanagan, “Jogo Perigoso” acaba prendendo a atenção. A premissa inusitada e a tensão são motivos mais do que suficientes para assisti-lo. Mas o filme sofre uma queda de ritmo quando embarca num flashback pela infância da personagem, em que ela lembra um momento desagradável com o pai, vivido por Henry Thomas (até hoje lembrado como o menino de “E.T”). Ao mesmo tempo, por tratar de um assunto tão espinhoso quanto o abuso infantil, Mike Flanagan retoma uma das características de sua obra, repleta de histórias dolorosas de famílias, elementos que marcam sua filmografia desde pelo menos “Absentia” (2011). De certa forma, o flashback ajuda a enriquecer um filme que, centrado num impasse, poderia se encaminhar para lugar nenhum. E quando seu foco – ou perde de vez – , assume uma natureza sobrenatural, que pode ou não ser alucinação da personagem – com direito até à participação do gigante Carel Struycken (presença marcante/delirante da série “Twin Peaks”).

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  • Filme

    Jogo Perigoso: Carla Gugino se desespera em trailer de nova adaptação de Stephen King

    10 de setembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer do filme “Jogo Perigoso” (Gerald’s Game), nova adaptação de um livro de terror de Stephen King (“It: A Coisa”). A prévia reflete o desespero vivido por Carla Gugino (série “Wayward Pines”), numa situação vista num dos maiores sucessos baseados numa obra do escritor, “Louca Obsessão” (1990). Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer subitamente de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada em parte na imaginação da protagonista e com terríveis cenas brutais de ataque animal, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusaram produzir sua adaptação, apesar da popularidade das obras de Stephen King. O cineasta Mike Flanagan (“O Espelho”) passou uma década imaginando como abordar o livro e ninguém quis bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. A adaptação é a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, após o terror “Hush – A Morte Ouve”, no ano passado. Além de Gugino, o elenco enxuto inclui Bruce Greenwood (“Star Trek”) como o responsável por algemar a mulher na cama. A estreia está marcada para 29 de setembro.

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  • Série

    Ator de ET entra na série baseada em A Assombração da Casa da Colina

    16 de agosto de 2017 /

    A série “The Haunting of Hill House”, baseada no clássico de terror “A Assombração da Casa da Colina”, adicionou novos integrantes ao seu elenco: as atrizes Elizabeth Reaser e Kate Siegel (ambas de “Ouija: Origem do Mal”) e o ator Henry Thomas (o menino de “E.T. – O Extraterrestre”). Eles vão se juntar a Michiel Huisman (série “Game of Thrones”) e Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), anteriormente confirmados. A produção da Netflix será uma versão atualizada da obra da escritora Shirley Jackson, publicada em 1959. Considerada uma das melhores histórias de fantasmas já escritas, o livro já foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Carla Gugino vai estrelar série baseada no clássico de terror A Assombração da Casa da Colina

    18 de julho de 2017 /

    A atriz Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) entrou no elenco da série “The Haunting Of Hill House”, baseada no clássico de terror “A Assombração da Casa da Colina”. Ela vai se juntar a Michiel Huisman (série “Game of Thrones”), primeiro nome anunciado na produção da Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura. Com 10 episódios em sua 1ª temporada, a atração foi desenvolvida pelo roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). Ainda não há previsão para a estreia da série.

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  • Série

    Terror clássico A Assombração da Casa da Colina vai virar série da Netflix

    11 de abril de 2017 /

    Clássico da literatura de terror, “A Assombração da Casa da Colina” (The Haunting of Hill House) vai virar série da Netflix. Segundo o site Deadline, a plataforma de streaming encomendou uma temporada de 10 episódios para o roteirista e diretor Mike Flanagan, especialista no gênero, que dirigiu os elogiados “O Espelho” (2013) e “Ouija – A Origem do Mal” (2016). A produção é da Amblin, empresa de Steven Spielberg, marcando a primeira parceria do cineasta com a Netflix. “A Assombração da Casa da Colina” foi escrito por Shirley Jackson em 1959. Considerado uma das melhores histórias de fantasmas já publicadas, a obra foi adaptado para o cinema duas vezes: em 1963, quando ganhou o título nacional de “Desafio do Além”, e em 1999, como “A Casa Amaldiçoada”, oportunidade em que a história foi bastante alterada para acomodar as expectativas de um elenco de blockbuster (Liam Neeson, Catherine Zeta-Jones e Owen Wilson). A trama original gira em torno de uma experiência científica conduzida por um pesquisador num casa com fama de mal-assombrada. Ele convida diversas pessoas com um passado relacionado a eventos sobrenaturais a passar uma temporada no lugar, enquanto conduz alguns testes, mas apenas duas mulheres e o herdeiro da propriedade comparecem para a aventura.

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  • Filme

    Ouija – Origem do Mal é muito melhor que o primeiro filme

    30 de outubro de 2016 /

    Quem diria que a continuação de um grande filme como “Invocação do Mal” (2013) resultaria em um filme tão aquém do que se espera de James Wan, e que a continuação de uma obra tão insignificante quanto “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014) fosse resultar em um trabalho interessante? “Ouija – Origem do Mal” (2016) não é exatamente uma continuação, mas um prólogo, e não é necessário ver o filme anterior para entender qualquer coisa. Felizmente. Trata-se de uma história independente, que tem um parentesco muito maior com outra obra do mesmo diretor, “O Espelho” (2013), um dos mais inventivos filmes de horror desta década. Mike Flanagan, o diretor, é desses nomes que merecem atenção neste atual cenário de poucas novidades no gênero – pelo menos em comparação com a safra de mestres surgidas nas décadas de 1970 e 1980. Flanagan não traz apenas ideias novas, como faz tudo com uma elegância de tirar o chapéu. Pode até ter derrapado um pouco na conclusão do novo filme, mas ainda assim é difícil negar as qualidades da produção. A começar pelos créditos iniciais, que trazem o logo antigo da Universal, como nos anos 1960, época em que se passa a trama, e depois com o título escrito em letras grandes, como se estivéssemos vendo um filme sessentista. A reconstituição de época é apurada, com um trabalho de direção de arte e fotografia que ajuda a tornar narrativa ainda mais atraente, por mais que o enredo possa parecer, em alguns momentos, requentado ou um tanto previsível. Mas na verdade só parece. Embora haja algumas apropriações de cenas do primeiro filme, como a inevitável brincadeira de olhar pela lente do indicador do tabuleiro ouija e ver alguma coisa que provocará medo na plateia, há muitas surpresas ao longo da metragem. Flanagan sabe lidar muito bem com a expectativa, principalmente nos 2/3 iniciais do filme, que são perfeitos em sua condução narrativa e recursos de câmera que funcionam a favor da trama, como a profundidade de campo – na cena em que a garotinha vai buscar, a pedido de um espírito misterioso, uma bolsa cheia de dinheiro para sua mãe. O jogo com o medo do espectador é feito com muita eficiência, mesmo quando o filme sai do território das sutilezas para mostrar a entidade maligna ou uma expressão assustadora no rosto da garotinha de forma mais gráfica. Mas é no modo como a garota consegue ser sinistra apenas sorrindo, que vemos o quanto este prólogo está longe da vulgaridade dos filmes do gênero. E isso é muito bom de constatar. Na trama, uma família trambiqueira, formada por uma mãe (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) e duas filhas (a adolescente Annalise Basso, de “O Espelho”, e a menina Lulu Wilson, da série “The Millers”), que vive de aplicar golpes em clientes fingindo se comunicar com os mortos. Através de combinações prévias com as filhas, ela consegue enganar até mesmo as pessoas mais céticas. Mas, como é de se esperar, brincar com os espíritos – que começam a perturbar a família através do tabuleiro ouija – se provará muito perigoso. Talvez um dos problemas de “Ouija – Origem do Mal” seja a explicação da trama, que acaba sendo convencional. O que importa mesmo é a habilidade de Flanagan em extrair momentos de medo e suspense, não somente com sustos, mas por meio da construção dos personagens, fazendo com o que o público se interesse por eles. Junte-se isso à atmosfera de medo e o tratamento visual sofisticado e o resultado é um pequeno grande filme, muito melhor que o anunciado.

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  • Filme

    Ouija 2: Menininha apavora no primeiro comercial legendado da continuação

    3 de outubro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o primeiro comercial legendado do terror “Ouija: Origem do Mal”, continuação do sucesso de “Ouija: O Jogo dos Espíritos” (2014). Na verdade, trata-se de um prólogo da trama vista em 2014, pois o filme se passa nos anos 1960. A prévia sugere um filme até mais assustador que o original, ao mostrar uma menininha possuída. O terror acompanha uma mãe trapaceira (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) que, com o auxílio de suas duas filhas, finge se comunicar com os espíritos para enganar clientes ricos. Até que decide comprar um jogo de tabuleiro Ouija para incrementar os negócios e um espírito real invade o corpo da filha menor (Lulu Wilson, da série “The Millers”) e passa a atormentar a outra (Annalise Basso, de “O Espelho”). Escrito e dirigido por Mike Flanagan (“O Espelho”), o filme ainda resgata o sumido Henry Thomas, que há três décadas estrelou o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982), e mais recentemente tem sido visto em produções televisivas, como a minissérie “Filhos da Liberdade” (Sons of Liberty) e “Betrayal”. Ele interpreta o padre que tenta ajudar as crianças. O elenco também inclui Kate Siegel (“Hush: A Morte não Ouve”), Lin Shaye (“Sobrenatural: A Origem”), Parker Mack (série “Faking It”) e o especialista em interpretar monstros Doug Jones (“Hellboy”). A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Before I Wake
    Filme

    Terror de O Sono da Morte não dá pesadelos

    17 de setembro de 2016 /

    O cineasta americano Mike Flanagan tem como uma das principais características da sua curta – e boa – filmografia de terror a criação de personagens extremamente inteligentes e racionais. E por mais que isso seja louvável, também traz uma consequência: falta emoção em seus filmes. Em “O Sono da Morte”, seu mais recente trabalho, esse embate entre razão e emoção se mostra mais claro que nos demais exemplares, e ainda que a razão acabe predominando – como de costume – , é justamente o “excesso” de emoção que acaba prejudicando o resultado. Escrito pelo própria diretor em parceria com Jeff Howard (com quem já havia trabalhado antes em “O Espelho”), o roteiro acompanha o casal Jessie (Kate Bosworth, de “Para Sempre Alice”) e Mark (Thomas Jane, de “O Nevoeiro”), que perdeu seu filho pequeno em um acidente doméstico. Lidando com o luto, eles resolvem adotar uma criança, o misterioso Cody (Jacob Tremblay, de “O Quarto de Jack”), que já passou por diversos pais adotivos. E não demora muito para que eles percebam o motivo: enquanto Cody está dormindo, seus sonhos se manifestam fisicamente. Ou seja, os sonhos do garoto se transformam em realidade… e os pesadelos também. A racionalidade dos personagens já é percebida na primeira aparição fantástica que eles presenciam. Ao contrário da grande maioria das produções de terror, o casal trata o evento sobrenatural de maneira lógica e nunca duvida daquilo que viu. E por mais que os psicólogos tentem relacionar as estranhas aparições ao trauma sofrido por eles, Jessie enxerga aquilo como uma oportunidade de rever seu filho morto. A frieza da protagonista é tanta que ela manipula Cody, chegando ao ponto de drogá-lo para que ele durma mais rápido, e mais profundamente. Já do lado da emoção, Flanagan investe pesado no desenvolvimento dos personagens e na situação na qual se encontram, e em grande parte do tempo ele é bem sucedido. Porém, o realizador peca ao não conseguir dosar o tom entre o suspense e o drama, o racional e o emocional. Assim, em alguns momentos do filme ele pesa para um lado – como no seu melodramático clímax – e em outros pesa demais para o outro – como a impassividade com que Jessie encara uma nova tragédia em sua vida –, sem nunca encontrar um equilíbrio. Além disso, a narrativa ainda é prejudicada por uma conclusão apressada e excessivamente expositiva. Mas, apesar dos problemas, o diretor estabelece um clima de constante tensão e consegue entregar alguns bons sustos – mas sem exagerar. Ao final, “O Sono da Morte” resulta apenas mediano, especialmente para os padrões de Mike Flanagan, o que pode ser quase um elogio.

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  • Mike Flanagan
    Filme

    Diretor do terror O Espelho adaptará livro “infilmável” de Stephen King para a Netflix

    14 de setembro de 2016 /

    O diretor de terror Mike Flanagan (“O Espelho”), que produziu nada menos que três filmes em 2016, vai adaptar o livro Jogo Perigoso (Gerald’s Game), de Stephen King, para a Netflix. Ele próprio contou a novidade, em entrevista para o site Rue Morgue. Publicada em 1992, a história acompanha uma mulher, algemada numa cama durante um jogo sexual, que se vê imobilizada e sozinha, numa cabana no meio da floresta, após seu amante morrer de ataque cardíaco. Por conta da premissa, passada parcialmente na imaginação da protagonista e difícil de ser retratada num longa-metragem, sem esquecer de suas terríveis cenas brutais, “Jogo Perigoso” era considerado infilmável, ao menos pelos investidores que sistematicamente recusavam produzir sua adaptação, apesar da popularidade dos filmes baseados em obras de King. Flanagan tem o roteiro pronto desde 2014, mas passou uma década imaginando como abordar o livro. Ninguém queria bancar sua filmagem. Até a Netflix concordar com a loucura. Será a segunda produção de Flanagan para a plataforma de streaming, que lançou em abril o terror “Hush – A Morte Ouve”. O filme deve ter feito bastante sucesso para a parceria comercial ganhar bis. “A Netflix não libera os números, mas eu sei que ele foi muito visto porque vi muita gente falando sobre ele e nos elogiando, o que é sempre maravilhoso”, explicou o diretor ao site, acreditando que isso deve ter levado a plataforma a se interessar por outro de seus projetos. “Hush”, inclusive, recebeu comentários positivos do próprio Stephen King no Twitter, o que também ajudou a impulsionar a adaptação. O cineasta ainda contou que a Netflix lhe deu carta branca para realizar o filme como quisesse, sem cortar as partes de revirar o estômago. Além de “Hush”, Flanagan está atualmente em cartaz nos cinemas com o terror “O Sono da Morte” e retornará ao circuito com “Ouija: Origem do Mal” em 20 de outubro.

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  • Filme

    Ouija 2: Novo trailer inclui praticamente todos os sustos do terror

    8 de setembro de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou três novos pôsteres e o segundo trailer do terror “Ouija: Origem do Mal”, continuação do sucesso de “Ouija: O Jogo dos Espíritos” (2014). A prévia sugere um filme bem mais assustador que o original, mas, em seus momentos finais, faz uma compilação de cenas rápidas que parecem conter todos os sustos do filme. Passado nos anos 1960, o terror acompanha uma mãe trapaceira (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) que, com o auxílio de suas duas filhas, finge se comunicar com os espíritos para enganar clientes ricos. Até que decide comprar um jogo de tabuleiro Ouija para incrementar os negócios e um espírito real invade o corpo da filha menor (Lulu Wilson, da série “The Millers”) e passa a atormentar a outra (Annalise Basso, de “O Espelho”). Escrito e dirigido por Mike Flanagan (“O Espelho”), o filme ainda resgata o sumido Henry Thomas, que há três décadas estrelou o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982), e mais recentemente tem sido visto em produções televisivas, como a minissérie “Filhos da Liberdade” (Sons of Liberty) e “Betrayal”. Ele interpreta o padre que tenta ajudar as crianças. O elenco também inclui Kate Siegel (“Hush: A Morte não Ouve”), Lin Shaye (“Sobrenatural: A Origem”), Parker Mack (série “Faking It”) e o especialista em interpretar monstros Doug Jones (“Hellboy”). A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Ouija 2: Trailer legendado sugere filme mais assustador que o primeiro

    25 de junho de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer legendado do terror “Ouija 2”, continuação do sucesso de “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014). A prévia sugere um filme bem mais assustador que o original. Passado nos anos 1960, acompanha uma mãe trapaceira (Elizabeth Reaser, da “Saga Crepúsculo”) que, com o auxílio de suas duas filhas, finge se comunicar com os espíritos para enganar clientes ricos. Até que decide comprar um jogo de tabuleiro Ouija para os negócios, e um espírito real invade o corpo da filha menor (Lulu Wilson, da série “The Millers”) e passa a atormentar a outra (Annalise Basso, de “O Espelho”). Escrito e dirigido por Mike Flanagan (“O Espelho”), o filme ainda resgata o sumido Henry Thomas, que há três décadas estrelou o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982), e mais recentemente tem sido visto em produções televisivas, como a minissérie “Filhos da Liberdade” (Sons of Liberty) e “Betrayal”. Ele interpreta o padre que tenta ajudar as crianças. O elenco também inclui Kate Siegel (“Hush: A Morte não Ouve”), Lin Shaye (“Sobrenatural: A Origem”) e o especialista em viver monstros Doug Jones (“Hellboy”). A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA

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  • Filme

    Ouija 2: Continuação do terror ganha primeiro pôster

    23 de junho de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou o primeiro pôster de “Ouija 2”, continuação do sucesso de “Ouija – O Jogo dos Espíritos” (2014). A arte mostra a jovem atriz Lulu Wilson (série “The Millers”) diante do tabuleiro do jogo. Escrito e dirigido por Mike Flanagan (“O Espelho”), o filme ainda não teve sua sinopse divulgada. O elenco resgata o sumido Henry Thomas, que há três décadas estrelou o clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982), e mais recentemente tem sido visto em produções televisivas, como a minissérie “Filhos da Liberdade” (Sons of Liberty) e “Betrayal”. Além dele, participam do elenco Elizabeth Reaser (“Saga Crepúsculo”), Kate Siegel (“Hush: A Morte não Ouve”), Lin Shaye (“Sobrenatural: A Origem”), Annalise Basso (“O Espelho”) e o especialista em viver monstros Doug Jones (“Hellboy”). O filme deve contar uma nova história envolvendo o tabuleiro Ouija, independente dos eventos do primeiro longa, que custou US$ 5 milhões e faturou mais de US$ 100 milhões em todo o mundo. A estreia está marcada para 20 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA

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