“007 – Sem Tempo para Morrer” lidera bilheterias do Brasil
A estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer” ajudou a reverter a sequência de queda nas arrecadações dos cinemas brasileiros, vendendo 321,8 mil ingressos e faturando R$ 6,9 milhões nas bilheterias entre quinta e domingo (3/10). O novo filme de James Bond foi o mais assistido do fim de semana, tomando o posto que “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” manteve por quatro semanas consecutivas. Em seu quinto fim de semana em cartaz, a produção da Disney/Marvel ficou em 2º lugar, vista por 106,3 mil pessoas, que lhe renderam R$ 1,9 milhão. No total, os cinemas brasileiras tiveram 584,4 mil espectadores e arrecadaram R$ 11,6 milhões no fim de semana, um aumento de 42% em comparação à semana anterior. Os números, porém, continuam baixos. Há um mês, 776,3 mil pagantes foram aos cinemas. Veja abaixo a lista dos 10 filmes mais vistos no Brasil no último fim de semana, de acordo com apuração da Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 30/9-3/10:1. 007 – Sem Tempo para Morrer2. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis3. Patrulha Canina4.Ainbo – A Guerreira da Amazonia5. A Casa Sombria6. Escape Room 27. O Podoroso Chefinho8. Maligno9. No Ritmo do Coração10. Abelhinha Maya — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) October 4, 2021
Sucesso de “Round 6” faz fundador da Amazon elogiar Netflix
O sucesso da série sul-coreana “Round 6” (Squid Game) na Netflix fez até Jeff Bezos, fundador da Amazon, elogiar os executivos do serviço rival. Bezos decidiu comentar no Twitter o impacto da atração, que atualmente lidera o ranking da Netflix em mais de 90 países e ruma para se tornar o programa mais assistido da história da plataforma, apesar de não ser falada em inglês. Parabenizando a “estratégia de internacionalização” dos rivais, o executivo da Amazon considerou o feito “impressionante e inspirador”. “Reed Hastings, Ted Sarandos e a equipe da Netflix acertam com muita frequência. A estratégia de internacionalização deles não é fácil e eles estão fazendo isso funcionar. Impressionante e inspirador. (E mal posso esperar para assistir à série)”, tuitou Sarandos no sábado (2/10), junto de uma imagem de “Round 6”. O tuite gerou alvoroço na rede social com as mais variadas reações, desde memes comparando Bezos aos vilões VIPs de “Round 6” até teorias de conspiração sobre uma suposta aquisição da Netflix pela Amazon, mas principalmente considerações sobre o que o elogio de Bezos à estratégia de conteúdo internacional da Netflix significaria para o projeto do Amazon Studios. Além de “Round 6”, a Netflix contabilizou audiências impressionantes com outras produções internacionais, especialmente as espanholas “La Casa de Papel” e “Elite”, sem esquecer de “Lupin”, que no início deste ano se tornou a primeira atração de língua francesa a liderar o ranking dos conteúdos mais vistos da plataforma nos Estados Unidos. .@ReedHastings and Ted Sarandos and the team at @Netflix get it right so often. Their internationalization strategy isn’t easy, and they’re making it work. Impressive and inspiring. (And I can’t wait to watch the show.) https://t.co/yFw7TGyc1U — Jeff Bezos (@JeffBezos) October 2, 2021
“007 – Sem Tempo para Morrer” bate recorde em estreia internacional
“007 – Sem Tempo para Morrer” marcou um novo recorde da pandemia em seu lançamento internacional, tornando-se a primeira estreia de Hollywood a ultrapassar os US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana sem contar ingressos vendidos na China e nos EUA. Ao todo, o filme fez US$ 119,1 milhões em 54 mercados, liderando a bilheteria mundial do fim de semana. O valor foi maior até que a impressionante arrecadação de “Venom: Tempo de Carnificina” na América do Norte, onde o filme da Sony também registrou um recorde da pandemia, com uma abertura de US$ 90,1 milhões. Mesmo com os US$ 13,8 milhões da Rússia, o segundo “Venom” não conseguiu superar o entusiasmo pelo novo “007”. Três vezes adiado pela pandemia, o 25º lançamento da franquia oficial do agente secreto deixou passar seis anos desde “007 Contra Spectre” e só fez crescer a expectativa para a despedida de Daniel Craig do papel de James Bond. O público correspondeu com cinemas lotados ao redor do mundo. No Reino Unido e na Irlanda, “007 – Sem Tempo para Morrer” chegou a arrecadar US$ 11,4 milhões só com ingressos vendido no sábado (2/10), maior faturamento já contabilizado num único dia para qualquer filme da franquia, além da maior venda diária da pandemia. O resultado também reflete a maior distribuição já feita para um único filme no Reino Unido, ocupando 772 cinemas. Em sua estratégia para priorizar o mercado internacional – e assim evitar confronto com Venom – , o novo James Bond só vai chegar aos EUA na próxima sexta (8/10), onde a produção da MGM travará uma batalha royale pela liderança com o simbionte da Sony. Vale lembrar que “007 – Sem Tempo para Morrer” não é o único filme lançado com antecedência no exterior. “Duna” completou três fins de semana em cartaz com mais US$ 13,7 milhões de 32 mercados, para também ultrapassar a marca de US$ 100 milhões internacionais. A estreia da sci-fi da Warner Bros. vai acontecer em 22 de outubro nos EUA, um dia depois do Brasil. Outro detalhe importante do mercado internacional é que todos os filmes de Hollywood foram barrados da China para os cinemas locais priorizarem um filme patriótico. Sem competição hollywoodiana, “The Battle At Lake Changjin” bateu vários recordes chineses para se tornar o verdadeiro líder mundial de bilheteria deste fim de semana, com arrasadores US$ 230 milhões contabilizados no país.
“Venom: Tempo de Carnificina” tem maior estreia da pandemia nos EUA
“Venom: Tempo de Carnificina” faturou US$ 90,1 milhões nas bilheterias da América do Norte, tornando-se a maior estreia nos EUA e Canadá desde março de 2020, quando a covid-19 criou restrições e afastou o público dos cinemas. A arrecadação do filme de super-herói da Sony rendeu cerca de US$ 30 milhões acima das expectativas de Hollywood, e ainda se tornou a primeira sequência da era pandêmica a superar o filme anterior, lançado antes da pandemia. O primeiro “Venom” abriu com US$ 80,3 milhões em 2018. O valor é tão alto que também resulta no segundo maior lançamento já feito durante o mês de outubro no mercado norte-americano, perdendo apenas para “Coringa”, que faturou US$ 96 milhões em 2019. “Com desculpas ao Sr. Twain, mas a morte do cinema foi muito exagerada”, disse em comunicado o diretor de cinema da Sony, Tom Rothman, parodiando uma frase famosa do escritor de “Tom Sawyer”, para comemorar o resultado. Graças ao sucesso do longa, a Cinemark, uma das três maiores redes dos EUA, relatou que teve seu maior fim de semana de outubro em todos os tempos. Até a estreia de “Venom: Tempo de Carnificina”, a maior abertura de três dias da pandemia pertencia à “Viúva Negra”, que fez quase US$ 81 milhões, seguida por “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis”, com US$ 75,4 milhões (valor que chegou a US$ 94,7 milhões em quatro dias, com o feriado do Dia do Trabalho). Todas as maiores bilheterias são filmes de super-heróis, especificamente adaptações dos quadrinhos da Marvel. E com o lançamento atual, Venom também ingressou no MCU, estendendo a parceria entre a Sony e a Disney que originalmente se restringia aos filmes estrelados por Tom Holland (como o Homem-Aranha). O segundo filme de “Venom” também teve um bom desempenho em seu primeiro mercado internacional. Lançado na Rússia, fez US$ 13,8 milhões, a maior estreia já contabilizada pela Sony nesse mercado e a melhor de qualquer filme durante a pandemia. A estreia no Brasil está marcada oficialmente para quinta-feira (7/9), mas a Sony já começou a fazer pré-estreias pagas do longa no país. Vale reparar que “Venom: Tempo de Carnificina” não teve um grande estreia mundial simultânea para não enfrentar outro blockbuster, “007 – Sem Tempo para Morrer”, que também está batendo recordes de arrecadação no exterior (e vai estrear na próxima sexta nos EUA). Apesar do domínio do lançamento da Sony nas bilheterias, o mercado norte-americano também comemorou o desempenho de “A Família Addams 2”, que registrou a maior estreia de uma animação infantil na era da covid, ocupando o 2º lugar no fim de semana com US$ 18 milhões, apesar de também estar disponível de forma digital, via PVOD, nos Estados Unidos e Canadá. A decisão de lançamento simultâneo foi tomada pela MGM devido a preocupações constantes sobre a variante delta e à falta de vacinação em crianças menores de 12 anos. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” se manteve na 3ª posição, somando US$ 6 milhões a seu total doméstico de US$ 206,1 milhões. Com isso, outra estreia da semana ficou sem ter muito o que comemorar. “The Many Saints of Newark”, prólogo da série “Família Soprano”, vendeu apenas US$ 5 milhões em ingressos e ficou no 4º lugar. Como todos os títulos de 2021 da Warner, o filme foi lançado simultaneamente na HBO Max. Não há previsão para estreia no Brasil. O musical “Querido Evan Hansen”, da Universal, completou o Top 5, caindo 67% em relação à sua estreia na semana passada, para juntar US$ 2,5 milhões. Fracasso de bilheterias, o filme fez ao todo US$ 11,8 milhões em 10 dias. O lançamento no Brasil vai acontecer em 11 de novembro. Para completar, o circuito limitado também comemorou um recorde, graças à performance do terror francês “Titane”, grande destaque do Festival de Cannes deste ano. Lançado em 562 cinemas dos EUA, fez US$ 515 mil para cravar a maior estreia de um filme vencedor da Palma de Ouro não falado em inglês no mercado norte-americano em todos os tempos.
“Shang-Chi” é primeiro filme com US$ 200 milhões nas bilheterias dos EUA durante a pandemia
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” virou a primeira produção a arrecadar mais de US$ 200 milhões nas bilheterias norte-americanas durante a pandemia – isto é, desde março de 2020. A marca foi atingida na quinta (30/9) e contabilizada nesta sexta-feira. No fim de semana passado, o filme já tinha se tornado o filme mais bem-sucedido do período na América do Norte, ocasião em que atingiu o total de US$ 196,5 milhões nos EUA e Canadá, superando com folga a arrecadação de “Viúva Negra”, que liderava o ranking com US$ 183,4 milhões. O filme também superou a bilheteria do fenômeno “Podres de Ricos”, que em 2018 – portanto, antes da pandemia – tinha sido considerado um marco para a representatividade asiática em Hollywood. A comédia romântica de elenco asiático-americano faturou ao todo US$ 174,5 milhões no mercado doméstico. Apesar do sucesso nacional, o bloqueio do lançamento de “Shang-Chi” na China, devido à opiniões do astro Simu Liu sobre o país, impediu o longa do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu de atingir maior faturamento internacional. Impedido de entrar na China, “Shang-Chi” nem de longe ameaça o domínio global de “Velozes & Furiosos 9”, maior blockbuster de 2021, que somou US$ 716,5 milhões em ingressos vendidos ao redor do mundo. A produção da Disney também vai perder o 1º lugar nas bilheterias nos EUA neste fim de semana, após manter a posição durante um mês, para outra adaptação de quadrinhos da Marvel, só que da Sony: “Venom: Tempo de Carnificina”, que estreia nesta sexta (1/10) no país, uma semana antes do lançamento no Brasil.
Estudo afirma que Disney+ superará assinantes da Netflix em 2025
Pioneira e líder do mercado de streaming, a Netflix é a plataforma a ser superada pela concorrência. E, segundo um novo estudo publicado nesta nesta sexta-feira (1) pela Digital TV Research, a Disney+ será a primeira a conseguir realizar a façanha, ultrapassando o número de assinantes da Netflix no ano de 2025. Segundo análise da respeitada empresa de pesquisas de mídia, a Disney+ chegará a 284 milhões de assinantes em quatro anos, contra 271 milhões da Netflix. A avaliação levou em conta o fato de a Netflix já ter atingido o pico na maioria dos mercados, enquanto o serviço rival ainda está sendo implantado em muitos países. A diferença na velocidade de crescimento dos dois serviços pode ser atestada pelos relatórios trimestrais deste ano. A plataforma de streaming da Disney alcançou 103,6 milhões de clientes em todo o mundo no dia 3 de abril, adicionando 8,7 milhões de assinantes no primeiro trimestre de 2021, enquanto a Netflix conquistou apenas 3,98 milhões de assinantes novos no mesmo período, chegando a 208 milhões. O estudo também prevê que a Amazon Prime Video será a 3ª colocada em 2025, com 243 milhões de assinantes. Além disso, a Digital TV Research aponta que as empresas citadas serão responsáveis por 50% de todo o mercado mundial de streaming. Para completar, a pesquisa afirma que o consumo nos EUA chegará a seu limite com 450 milhões de assinaturas, distribuídas por todas as plataformas, enquanto o mercado chegará a 1,64 bilhão de contas em todo o mundo.
Scarlett Johansson encerra processo em acordo com a Disney por “Viúva Negra”
Scarlett Johansson e a Disney entraram em acordo, encerrando o processo aberto em julho passado pela atriz, que alegou quebra de contrato pelo lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e em streaming. “Estou feliz por ter resolvido as diferenças com a Disney”, disse Johansson em um comunicado divulgado na noite de quinta-feira (30/9). “Estou incrivelmente orgulhosa do trabalho que fizemos juntos ao longo dos anos e apreciei muito meu relacionamento criativo com a equipe”, ela continuou, completando: “Estou ansiosa para continuar nossa colaboração nos próximos anos.” A Disney também se manifestou no mesmo tom. “Estou muito satisfeito por termos chegado a um acordo mútuo com Scarlett Johansson em relação a ‘Viúva Negra'”, disse Alan Bergman, presidente do conselho de conteúdo do Disney Studios. “Agradecemos suas contribuições para o Universo Cinematográfico da Marvel e esperamos trabalhar juntos em uma série de projetos futuros, incluindo ‘A Torre do Terror’ da Disney”, finalizou, referindo-se a um projeto encomendado na véspera da disputa judicial. Nenhum dos lados deu qualquer indicação de quem abriu mão da disputa, mas o site Deadline apurou que o negócio teria rendido mais de US$ 40 milhões para Johansson, que interpretou Natasha Romanoff em nove filmes do MCU. A atriz poderia ganhar até mais, caso vencesse o processo na Justiça, mas o valor representa o dobro do que ela recebeu para atuar no filme – o cachê de US$ 20 milhões foi divulgada pela própria Disney. Além desses montantes, Johansson tem direito a uma percentagem da arrecadação global como produtora do filme. Por sinal, foi isso que motivou o processo. A atriz alegou que tinha um acordo com a Disney para que “Viúva Negra” tivesse um lançamento exclusivo nos cinemas. A estreia chegou a ser adiada várias vezes devido à pandemia, até que a Disney decidiu distribuir o longa simultaneamente em streaming, na sessão Premier Access (paga) da Disney+. Como o cachê da atriz era vinculado aos resultados de bilheteria, ela se sentiu prejudicada pela ação e foi à Justiça por seus direitos. A reação inicial da Disney foi adotar uma postura antagônica, que acabou sendo prejudicial à sua imagem em Hollywood. Os advogados do estúdio reagiram afirmando que “não havia mérito” no processo, porque o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. Sugeriram que a atriz era insensível à situação da pandemia e de quebra revelaram o cachê que ela recebeu. A reação desagradou colegas, integrantes da Marvel e organizações de Hollywood, levando a causa de Johansson a receber apoio até do Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-Aftra. Ao mesmo tempo, a Disney foi acusada de sexismo pela organização Time’s Up, criada para garantir os direitos femininos em ambientes de trabalhos machistas. Muitos na indústria acreditam que Scarlett tinha razão: “Viúva Negra” poderia ter feito mais como lançamento exclusivo de cinema. Ao todo, o longa faturou US$ 378,8 milhões nos cinemas de todo o mundo, mais US$ 125 milhões em streaming na Disney+. Seja como for, a Disney já anunciou que não pretende repetir a experiência. E o sucesso de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que na semana passada superou “Viúva Negra” como o filme de maior bilheteria na América do Norte em 2021, reforçou a decisão.
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” já foi visto por 1,8 milhão de brasileiros
“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” liderou o último fim de semana de setembro nas bilheteiras brasileiras, mantendo-se em 1º lugar pela quarta vez consecutiva com R$ 3,05 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme da Disney/Marvel já foi visto por 1,8 milhão de pessoas e faturou R$ 34,1 milhões no país, o que representa a terceira maior arrecadação do ano. Apesar da boa marca, esse desempenho foi um dos poucos dados positivos do mercado nacional durante o mês que se encerra. A cada semana registrando menos público, o circuito exibidor vendeu 410,9 mil ingressos e totalizou R$ 7,3 milhões em bilheteria entre quinta-feira e domingo (26/9), segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma diminuição de cerca de 20% em relação à frequência da semana anterior, que já era 50% menor que a da semana que a antecedeu, quando 776,3 mil pagantes foram aos cinemas. No novo levantamento, a animação “Patrulha Canina – O Filme” também se manteve no 2º lugar, com arrecadação 60% menor que o longa da Marvel: R$ 1,2 milhão. O Top 3 se completa com uma estreia do fim de semana passado, o terror “A Casa Sombria”, que abriu em 3º lugar com R$ 937 mil. Confira abaixo as 10 maiores bilheterias do Brasil, de acordo com a Comscore. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 23-26/9:1. Shang Chi – A Lenda dos Dez Aneis2. Patrulha Canina3. A Casa Sombria4. Escape Room 25. Maligno6. Mate ou Morra7. No Ritmo do Coração8. Abelhinha Maya 29. Poderoso Chefinho10. Infiltrado — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) September 27, 2021
“Shang-Chi” vira filme mais bem-sucedido da pandemia na América do Norte
Líder das bilheterias pelo quarto fim de semana consecutivo, “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” faturou mais US$ 13,3 milhões para atingir um total de US$ 196,5 milhões nos EUA e Canadá. A quantia transformou a produção da Marvel/Disney no filme mais bem-sucedido da pandemia no mercado norte-americano. O montante superou com folga a arrecadação de “Viúva Negra”, que liderava o ranking com US$ 183,4 milhões. Mas o filme de Scarlett Johansson continua na frente na soma mundial. “Shang-Chi” tem US$ 166,9 milhões no exterior, totalizando US$ 363,4 milhões em todo o mundo, contra US$ 378 milhões globais de “Viúva Negra”, que foi lançada simultaneamente na Disney+. O bloqueio do lançamento na China, que vetou a produção devido à opiniões do astro Simu Liu sobre o país, impediu o filme do herói antigamente conhecido como Mestre do Kung Fu de atingir maior faturamento internacional. Apesar do sucesso norte-americano, o longa nem de longe ameaça o domínio global de “Velozes & Furiosos 9”, maior blockbuster de 2021, com US$ 716,5 milhões de ingressos vendidos ao redor do mundo. Mas “Shang-Chi” demonstra ter fôlego para acrescentar ainda muitos milhões em sua conta. Neste fim de semana, sua bilheteria foi quase o dobro da obtida pelo segundo filme melhor colocado, o musical da Universal “Querido Evan Hansen”, que rendeu US$ 7,5 milhões. Principal estreia de sexta passada (24/9), a adaptação da Broadway amargou rejeição da crítica, atingindo apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes. O fracasso acontece num ano que experimenta excesso de lançamentos musicais, tanto nos cinemas quanto em streaming. Culpa de “La La Land”. A realidade das bilheterias tem demonstrado que o desempenho do filme de 2016 foi pontual e não um retorno à era de ouro dos musicais de Hollywood. Lançado poucos meses após o desastre de “Cats”, “Em um Bairro de Nova York”, adaptação da peça de Lin-Manuel Miranda, também chegou durante a pandemia e se saiu um pouco melhor, com um faturamento inicial de US$ 11,5 milhões, mas atingiu apenas US$ 29,8 milhões no mercado interno – ainda que com uma diferença: estreou simultaneamente na HBO Max. O desastre de “Querido Evan Hansen” deixa claro que aquilo que funciona no palco não tem garantia nas telas. A produção da Universal tentou repetir o fenômeno da montagem de 2016, premiada com seis troféus Tony (o Oscar do teatro), ao escalar o mesmo ator, Ben Platt, no papel principal. Só que, agora com 27 anos, ele foi ridicularizado por tentar passar por estudante do Ensino Médio na versão cinematográfica. O pódio das bilheterias norte-americanas se completa com “Free Guy – Assumindo o Controle”. A comédia fantasiosa estrelada por Ryan Reynolds faturou US$ 4,1 milhões em seu sétimo fim de semana, atingindo um total doméstico de US$ 114,1 milhões. Globalmente, o filme está com US$ 317,4 milhões graças à diferença feita pelo lançamento chinês, que responde por US$ 94 milhões da conta. O terror “A Lenda de Candyman” e o drama “Cry Macho – O Caminho para a Redenção”, estrelado e dirigido por Clint Eastwood, fecham o Top 5 com US$ 2,5 milhões e US$ 2,1 milhões de arrecadação no fim de semana, respectivamente.
Perdeu o Tudum? Veja a íntegra do evento estrelado da Netflix
A Netflix disponibilizou a íntegra do evento Tudum em seu canal no YouTube. Além de todos os anúncios já detalhados por aqui, as 3h17 da apresentação de sábado (25/9) também foram preenchidas por esquetes, brincadeiras e muita conversa fiada, que podem ser conferidas abaixo. O tom meio infantilizado tem a ver com o público que a Netflix decidiu priorizar. Para se ter noção, os lançamentos adultos da plataforma foram basicamente esquecidos pelos produtores do evento. Nenhuma frase foi gasta com filmes como “Ataque dos Cães” (The Power of Dogs), “Passing”, “A Mão de Deus” (The Hand of God) ou mesmo o brasileiro “7 Prisioneiros”, que tem arrancado elogios e prêmios dos principais festivais do cinema mundial. Nem mesmo suspenses como “O Fio Invisível” (Distancia de Rescate) e “O Culpado” (The Guilty) foram citados. O viés juvenil está na origem do Tudum, que já foi chamado de festival e surgiu no Brasil no ano passado. Vale lembrar que a primeira edição do evento foi presencial em janeiro de 2020 no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, com participação de Lana Condor e Noah Centineo, astros da comédia romântica adolescente mais popular da plataforma, a trilogia “Para Todos os Garotos”. Já o segundo ano aconteceu de forma virtual devido à pandemia, contando com apresentação de Maisa Silva. Apenas em sua terceira e atual edição o evento se tornou global, com produção americana, mas sua história brasileira foi lembrada durante a apresentação, durante a primeira participação de Maisa, que mostrou enorme desenvoltura falando em inglês. A atriz também comandou um bloco da programação para apresentar os primeiros minutos de sua série “De Volta aos 15” e a produção nacional “Maldivas”, com Bruna Marquezine e Manu Gavassi. Para introduzir as séries brasileiras, Maisa falou em português. E logo vários idiomas surgiram na tela, como espanhol, francês e especialmente o coreano, que escancararam o grande diferencial da Netflix em relação às plataformas rivais. O serviço é realmente internacional, com produções vindas de diferentes lugares do mundo. E são produções de qualidade, como “La Casa de Papel”, “Lupin”, vários animes japoneses e séries sobrenaturais coreanas. Dividido em três blocos de cerca de uma hora cada, o caro infomercial teve como anfitriões a atriz Lilly Singh (“Perfeita É a Mãe”), os astros Finn Wolfhard e Caleb McLaughlin (de “Stranger Things”) e a estrela Nicola Coughlan (“Bridgerton”), além de contar com mais de 145 atores convidados para falar de 70 títulos exclusivos do streaming, incluindo novidades de “The Witcher”, “Emily em Paris”, “Cobra Kai”, “Bridgerton”, “Stranger Things”, “La Casa de Papel”, “Sandman” e “Vikings: Valhalla”, sem esquecer de filmes como “Resgate 2”, “Alerta Vermelho” e “Não Olhe Para Cima”. Eis a integra do evento.
Netflix divulga programação completa do Tudum
A Netflix divulgou nesta quinta (23/9) a programação completa do Tudum, evento para fãs que acontecerá neste sábado (25/9) a partir das 13h, horário de Brasília, no canal oficial da plataforma no YouTube. O evento será dividido em três blocos, cada um com cerca de uma hora de duração e com apresentadores diferentes. A primeira hora terá apresentação da atriz Lilly Singh (“Perfeita É a Mãe”), o segundo bloco juntará os astros Finn Wolfhard e Caleb McLaughlin (de “Stranger Things”) e o terceiro será comandado pela atriz Nicola Coughlan (“Bridgerton”). A participação brasileira vai acontecer logo no começo, com destaque para as séries “De Volta aos 15”, com Maisa, e “Maldivas”, com Bruna Marquezine e Manu Gavassi. O evento virtual contará com mais de 145 atores e trará mais de 70 títulos exclusivos do streaming, incluindo novidades de “The Witcher”, “Emily em Paris”, “Cobra Kai”, “Bridgerton”, “Stranger Things”, “La Casa de Papel”, “The Umbrella Academy” e outras produções, além de continuações de filmes como “Old Guard” e “Resgate”, sem esquecer de produções inéditas como “Alerta Vermelho”, “Não Olhe Para Cima” e as séries “Sandman” e “Vikings: Valhalla”. O Tudum também poderá ser acompanhado pelo Twitter e Twitch. E ainda terá um “pré-show” com conteúdos inéditos no canal Netflix Anime do YouTube, a partir das 10h (horário de Brasília). Confira abaixo a arte que detalha a programação completa do evento.
Lázaro Ramos e Ingrid Guimarães assinam com a Amazon
Revelado o motivo do fim do contrato entre Lázaro Ramos e a Globo. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, o astro já teria começado a trabalhar num projeto novo para a plataforma Amazon Prime Video como diretor. O detalhe é que ele não foi o único ator a trocar a Globo pela Amazon nesta semana. A atriz Ingrid Guimarães também deixou a emissora após 28 anos. Os dois assinaram contratos de exclusividade com a Amazon por prazo longo. Por enquanto, Ingrid está desenvolvendo ideias para novos projetos de streaming. Lázaro Ramos estreou na Globo em 2002, na minissérie “Pastores da Noite” e deixa finalizada uma participação na 2ª temporada de “Aruanas”, ainda inédita, para a plataforma Globoplay. Já Ingrid Guimarães apareceu pela primeira vez na emissora numa participação em “Mulheres de areia”, em 1993, e seu último trabalho no grupo Globo foi como apresentadora do programa “Modo Mãe”, no canal pago GNT. Ambos têm carreiras bem-sucedidas no cinema, especialmente Ingrid, que estrelou uma das trilogias de maior bilheteria do Brasil, “De Pernas pro Ar”. Lázaro, por sua vez, além de atuar tem apostado na carreira de diretor. Seu filme de estreia na nova função, “Medida Provisória”, passou com elogios em festivais internacionais, mas ainda não tem previsão de estreia nos cinemas nacionais.
Netflix comemora seu “Emmy histórico”
A Netflix celebrou seu recorde de vitórias no Emmy com declarações de seus executivos para a imprensa nesta segunda-feira (20/9). “Acho que a noite passada foi uma noite histórica em muitos aspectos”, disse Bela Bajaria, chefe de TV global da Netflix, em entrevista coletiva, referindo-se às 44 vitórias da plataforma no Emmy 2021. O número só tinha sido atingido uma única vez na história da Academia da Televisão, pela rede CBS em 1974. Mas este não foi o único feito da Netflix, como listou Bajaria. “Empatar o recorde de 44 vitórias da CBS em 1974, quando havia apenas três emissoras de TV concorrendo, foi histórico”, ela começou. “‘The Crown’ conquistar todas as sete categorias da Série de Drama foi histórico. Foi uma noite histórica para todo o streaming, que venceu os troféus de Melhor Drama, Comédia e Minissérie”, completou. Peter Friedlander, chefe do departamento de séries dos Estados Unidos e Canadá da Netflix, comparou a consagração de domingo (19/9) com o começo acanhado do streaming. “Eu estava aqui há oito anos quando começamos a ter as primeiras séries dramáticas com ‘House of Cards’ e não tínhamos nem mesmo ideia se seríamos elegíveis para o Emmy”, ele lembrou. “Então, chegar onde chegamos na noite passada, oito anos depois, foi uma mudança radical e muito emocionante.” Além do recorde de troféus, o Emmy 2021 também marcou a primeira vez que a Netflix ganhou mais prêmios do que qualquer outra plataforma ou canal, com larga vantagem para sua concorrente mais tradicional, a HBO – mesmo com a inclusão das séries da HBO Max na conta, o canal rival não passou de 19 vitórias no total. Junto de “The Crown”, Melhor Série de Drama, a Netflix também comemorou a conquista de “O Gâmbito da Rainha”, Melhor Minissérie de 2021, além de prêmios para várias outras produções.










