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    “007 – Sem Tempo para Morrer” atinge US$ 700 milhões nas bilheterias

    14 de novembro de 2021 /

    O novo filme do agente secreto James Bond acertou seu título, recusando-se a morrer nas bilheterias. Há sete semanas em cartaz, “007 – Sem Tempo para Morrer” ultrapassou a marca de US$ 700 milhões de arrecadação mundial neste domingo (14/11), consolidando-se como o segundo filme mais bem-sucedido de Hollywood em 2021. Ao todo, o longa da MGM/Universal soma US$ 708,6 milhões. Apenas “Velozes e Furiosos 9” arrecadou mais em todo o mundo, com US$ 721 milhões. Como a diferença é pequena, pode ser superada em poucos dias para consagrar de vez a despedida do ator Daniel Craig do papel de 007. Mas a tarefa vai se tornar cada vez mais árdua daqui para frente, já que o filme passou a enfrentar concorrência de si mesmo, com o lançamento de sua versão digital em muitos mercados. O mais impressionante no desempenho do longa é que a maior parte de sua arrecadação vem de fora dos EUA. A América do Norte é responsável por “apenas” US$ 150 milhões do faturamento, enquanto o restante, US$ 558 milhões, vem do exterior. Isto faz de de “007 – Sem Tempo para Morrer” a produção de Hollywood mais bem-sucedida no mercado internacional em toda a pandemia. O 25º filme oficial de James Bond já ultrapassa o campeão de bilheteria da franquia, “007 – Operação Skyfall”, em 18 países, e o lançamento anterior, “007 Contra Spectre”, em 22. A produção estreou em seu último mercado importante neste fim de semana, abrindo com US$ 8,2 milhões na Austrália, a maior estreia no país desde dezembro de 2019. Outros destaques de arrecadação do longa incluem a receita bruta do Reino Unido, atualmente em US$ 126 milhões, o desempenho na Alemanha, com US$ 70,5 milhões, e o sucesso na China, com US$ 57,9 milhões. O sucesso do filme também impulsiona o circuito IMAX, onde soma US$ 43,5 milhões em todo o mundo, o segundo melhor resultado do formato desde dezembro de 2019.

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    “Eternos” mantém liderança das bilheterias dos EUA pela segunda semana

    14 de novembro de 2021 /

    “Eternos” manteve a liderança das bilheterias nos EUA e Canadá com mais US$ 27,5 milhões em sua segunda semana em cartaz. O valor representa uma queda de 61% em relação à estreia, diferença maior que a registrada por “Shangi-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o filme anterior da Marvel/Disney. O total doméstico da produção chegou em US$ 118,4 milhões em dez dias. Mas sua principal fonte de arrecadação vem do mercado internacional. Neste fim de semana, o longa rendeu mais US$ 48 milhões em 45 países, elevando a contagem estrangeira para US$ 162,6 milhões e somando um total de US$ 281,4 milhões mundiais. E isto sem a China, que barrou a distribuição devido à entrevistas da diretora do filme, Chloé Zhao, chinesa que vive nos EUA e traça um retratado pouco lisonjeiro de seu país natal, “onde há mentiras por toda parte”. No início do ano, o governo chinês chegou a censurar o fato de Zhao ter vencido o Oscar com “Nomadland”, em vez de comemorar a conquista de uma cineasta do país. O 2º lugar ficou com “Clifford – O Gigante Cão Vermelho”, que alcançou US$ 22 milhões em cinco dias. O filme teve lançamento antecipado na quarta-feira (10/11) para compensar o fato de ter sido lançado simultaneamente na plataforma Paramount+. Considerando apenas o fim de semana, foram US$ 16,4 milhões, que mesmo com a concorrência do streaming representa um dos melhores começos da era pandêmica para um filme infantil. “Clifford” foi o segundo filme seguido da Paramount a ter lançamento híbrido. E “Patrulha Canina – O Filme” também teve bom desempenho nas bilheterias. Os executivos do estúdio informaram que o formato continuará a ser utilizado em títulos para crianças, pois ainda levará muito tempo para que o público mais jovem sejam vacinado. A crítica norte-americana considerou a adaptação dos livros ilustrados de Norman Bridwell (1928–2014) medíocre, com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o público achou o cão gigante vermelho fofo, dando nota A no CinemaScore, avaliação feita na saída do cinema. A estreia no Brasil vai acontecer em 2 de dezembro. O resto do Top 5 comemorou a ultrapassagem de metas importantes, com vários números impressionantes. “Duna” fez mais US$ 5,5 milhões, que lhe valeu o 3º lugar e ajudou seu faturamento doméstico a atingir US$ 93,1 milhões, permitindo-lhe ultrapassar os US$ 350 milhões mundiais – está com US$ 351,2 milhões. Em 4º lugar, “007 – Sem Tempo para Morrer” arrecadou US$ 4,6 milhões, o que fez seu montante chegar à marca exata de US$ 150 milhões em seu sexto fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá, e ultrapassar os US$ 700 milhões mundiais – chegou em US$ 708,6 milhões. Apenas “Velozes e Furiosos 9” arrecadou mais em todo o mundo, com US$ 721 milhões. Fechando a lista, “Venom: Tempo de Carnificina” acrescentou US$ 4 milhões em sua contabilidade, valor que lhe permitiu superar a marca de US$ 200 milhões na América do Norte. Trata-se apenas do segundo filme da era da pandemia a fazer isso, juntando-se a “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. O filme de super-herói chegou neste domingo (14/11) a um total doméstico de US$ 202,7 milhões e a US$ 441,5 milhões globalmente.

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    “Finch” vira maior sucesso da Apple TV+

    10 de novembro de 2021 /

    A sci-fi “Finch”, estrelada por Tom Hanks, estabeleceu um novo recorde de audiência na Apple TV+ desde que estreou na sexta-feira passada (5/11). Com lançamento em mais de 100 países, “Finch” teria dobrado seu público do dia de estreia no sábado e no domingo, gerando o fim de semana de maior audiência da Apple TV+ em todos os tempos – ou seja, em dois anos, desde o lançamento da plataforma. Como a maioria das plataformas, a empresa não oferece números para servir de parâmetro, mas o site Deadline apurou que a trama apocalíptica se tornou o filme mais assistido da Apple TV+ ao superar um lançamento anterior de Hanks, “Greyhound”, que era o líder até então. Foi a audiência de “Greyhound”, inclusive, que fez a Apple TV+ ir atrás de “Finch”. O longa deveria ter estreado em agosto nos cinemas com o título de “BIOS” e distribuição da Universal, mas acabou interceptado pela Apple, que adquiriu seus direitos para exibição em streaming. Com direção de Miguel Sapochnik, premiado com o Emmy por seu trabalho monumental na série “Game of Thrones”, o filme traz Hanks como o protagonista Finch, um engenheiro de robótica e um dos poucos sobreviventes de um evento solar cataclísmico que transformou o mundo num deserto. Vivendo em um abrigo subterrâneo há uma década, ele construiu um mundo próprio, que divide com seu cachorro Goodyear. Por isso, decide criar um robô (dublado por Caleb Landry Jones, de “Corra!”) para cuidar de Goodyear quando ele não puder mais, esforçando-se para mostrar à sua criação a alegria e a maravilha do que significa estar vivo. O longa tem produção de Robert Zemeckis, que curiosamente já dirigiu Hanks em situação parecida, como um náufrago isolado que tinha apenas a companhia de uma bola que batizou de Wilson, em “Náufrago” (2000). Tanto Wilson como Goodyear são marcas comerciais. Graças ao sucesso de “Greyhound” e agora “Finch”, a Apple quer mais parcerias de Tom Hanks. Ele não estrela, mas produz “Masters of the Air”, minissérie dramática sobre a 2ª Guerra Mundial que já começou a ser gravada no Reino Unido e que a plataforma pretende lançar em 2022. O sucesso da sci-fi também aponta o acerto da estratégia do serviço de, após produzir suas primeiras séries, voltar-se aos filmes. A Apple TV+ tem vários longas-metragens programados para os próximos meses, que podem, inclusive, superar o recorde de “Finch”.

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    Peter Jackson vende empresa de efeitos visuais de “O Senhor dos Anéis”

    10 de novembro de 2021 /

    O cineasta neozelandês Peter Jackson (“O Hobbit”) vendeu sua empresa de efeitos especiais Weta Digital, responsável pelos efeitos de “O Senhor dos Anéis”, “Planeta dos Macacos” e “Avatar”, entre muitas outras produções. A empresa compradora foi a Unity Software, com sede em San Francisco, que pagou US$ 1,6 bilhão para utilizá-la no desenvolvimento do “metaverso”. Segundo a Unitity, a Weta vai “definir o futuro do metaverso”, uma versão imersiva em 3D da internet que pretende transformar o trabalho e as interações virtuais. A ideia é utilizar a tecnologia dos efeitos visuais para permitir interações virtuais em espaços ultrarrealistas, criados por computação gráfica — como conversar com um amigo ou assistir a um show como se você estivesse no local. A obsessão das empresas de tecnologia pelo “metaverso” levou até o Facebook mudou o nome de sua empresa matriz para “Meta”, com o objetivo de refletir o compromisso de seu fundador, Mark Zuckerberg, com o conceito. “Estamos entusiasmados em democratizar estas ferramentas e levar o gênio de Peter Jackson e o incrível talento de engenharia da Weta a artistas em todos os lugares”, afirmou o presidente da Unity, John Riccitiello, em um comunicado. Apesar da venda dos ativos de tecnologia e engenharia da Weta Digital, Jackson manteve a propriedade majoritária da subsidiária WetaFX, que vai continuar desenvolvendo efeitos especiais para o cinema.

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    Discovery+ chega ao Brasil nesta terça

    8 de novembro de 2021 /

    O serviço de streaming Discovery+ finalmente chegou no Brasil. Prevista extraoficialmente para setembro, a nova plataforma de conteúdo digital começa a funcionar a partir das 15h de terça-feira (9/11) no país, com assinaturas a partir de R$ 16,29 ao mês. Lançada no início do ano nos EUA, a Discovery+ tem como diferencial a especialização em reality shows, programas de variedades e documentários, e inclui em sua programação mais de 55 mil atrações dos canais Discovery Channel, Kids, Home & Health, TLC, Animal Planet, ID, Discovery Turbo, Science, Food Network e HGTV, além de conteúdos originais e exclusivos. Trata-se do maior conteúdo de não ficção do mundo, e só tende a aumentar, com o atual desenvolvimento de mais de 150 programas para o streaming. O primeiro lançamento inédito feito especialmente para a estreia do serviço no país é o “Largados e Pelados Brasil”, versão brasileira do programa de sobrevivência da Discovery que faz sucesso desde 2013. Também estão previstas versões brasileiras de “Mestres da Sabotagem” e “Tô Chegando – Na Casa dos Famosos”, em que Dony De Nuccio conhecerá o lar e história de celebridades como Cafu e Carlinhos Brown. A programação também traz Antonio Fagundes narrando “Um Planeta Perfeito”, superprodução sobre a relação entre homem e natureza distribuída pela BBC Studios, um documentário sobre o Papa Francisco e muito conteúdo infantil, com a animação brasileira inédita “Ba Da Bean” e a série “Mundo Curiozoo”, que falam, respectivamente, de arte e meio ambiente. Apesar desse investimento, o futuro do serviço encontra-se indefinido, uma vez que Discovery e WarnerMedia anunciaram em maio sua fusão numa nova companhia, a Warner Bros. Discovery, que deve dar uma nova cara para os negócios de streaming da empresa. A Warner também tem seu próprio streaming, a HBO Max, que já está em atividade no Brasil. Avaliada em US$ 200 bilhões, a nova companhia ainda precisa passar pela aprovação dos comitês reguladores dos EUA e demais países em que a empresa opera, o que só deve acontecer em 2022. Os rumos da Warner Bros. Discovery só serão conhecidos após essa aprovação. Por enquanto, a Discovery fechou parceria com a Globo no Brasil, permitindo à Globoplay oferecer seu serviço num combo promocional – a partir do dia 17. Veja abaixo o comercial de lançamento da Discovery+ no Brasil.

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    “Eternos” leva 1 milhão aos cinemas e lidera bilheteria do Brasil

    8 de novembro de 2021 /

    Com a maior distribuição de todos os tempos no Brasil, ocupando quase 1,8 mil telas, “Eternos” vendeu 1 milhão de ingressos e arrecadou R$ 19,9 milhões em seu primeiro fim de semana no país, segundo levantamento da consultoria Comscore. O sucesso do filme ajudou a fazer com que as bilheterias brasileiras tivessem seu melhor fim de semana desde o começo da pandemia. No total, 1,4 milhão de pessoas compraram ingressos, que renderam R$ 26,7 milhões – um aumento de mais de 20% na comparação com o período entre os dias 7 e 10 de outubro, data da estreia de “Venom – Tempo de Carnificina” e até então o fim de semana de maior bilheteria da pandemia. Por sinal, “Venom – Tempo de Carnificina”, que perdeu várias salas para o lançamento da Disney, continua entre os filmes mais vistos do país depois de cinco semanas em cartaz. O super-herói da Sony ficou em 2º lugar, atraindo 110,4 mil espectadores para faturar R$ 1,9 milhão – ou seja, 10% da bilheteria de “Eternos”. O pódio se completa com a animação “A Família Addams 2: Pé na Estrada”, que levou 94,7 mil pessoas aos cinemas e rendeu R$ 1,6 milhão. Já a estreia de “Marighella” foi a 4ª maior bilheteria deste fim de semana – à frente da superprodução “Duna” e com uma diferença gritante em relação aos demais. O filme de Wagner Moura foi exibido em menos de 300 salas, e mesmo assim levou 69,7 mil pessoas aos cinemas, arrecadando R$ 1,4 milhão entre quinta-feira e domingo (7/11). Somando as chamadas sessões de “pré-estreia” – na verdade, lançamento antecipado – desde segunda-feira passada (1/11), o filme já acumula 96,3 mil espectadores e arrecadação de R$ 1,9 milhão, estabelecendo novo recorde para o cinema brasileiro em 2021. Com este desempenho, “Marighella” praticamente conseguiu, em apenas uma semana, atingir a expectativa dos produtores para toda sua exibição, que era somar 100 mil espectadores. O filme deve atingir pelo menos o dobro desse número. Veja abaixo a lista das 10 maiores bilheterias do Brasil no fim de semana, de acordo com a Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 4 -7/11:1. Eternos 2. Venom3. Famila Adams4. Mariguella5. Duna6. 0077. Ron Bugado8. Halloween Kills10. Patrulha Canina — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 8, 2021

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    “Eternos” estreia em 1º lugar com pior bilheteria da Marvel em 2021

    7 de novembro de 2021 /

    O filme de super-heróis “Eternos” estreou no topo das bilheterias da América do Norte com uma arrecadação US$ 71 milhões neste fim de semana. O valor equivale à quarta maior estreia de cinema nos EUA e Canadá desde o início da pandemia da covid-19. Só que tem um detalhe. Os três títulos acima de “Eternos” são filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), o que torna “Eternos” o filme da Marvel que menos faturou no período, atrás dos lançamentos de “Venom: Tempo de Carnificina” (US$ 90 milhões), “Viúva Negra” (US$ 80,3 milhões) e “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” (US$ 75 milhões). “Eternos” também ganhou a reputação de ser o pior filme da Marvel em todos os tempos, tanto em avaliação da crítica quanto do público norte-americanos. No CinemaScore, que é uma pesquisa de opinião feita com o público na saída das sessões de cinema nos EUA, a produção registrou o primeiro “B” do Marvel Studios, abaixo do “B+” conferido ao primeiro filme de Thor, em 2011. Todos os outros filmes do MCU receberam A-, A ou A+. A avaliação dos críticos profissionais é ainda pior. Desde que as primeiras críticas começaram a ser publicadas, em 24 de outubro, a nota no Rotten Tomatoes não parou de cair. No sábado (6/11), um dia após a estreia do filme nos EUA, “Eternos” se tornou o primeiro lançamento do MCU considerado “podre”, desabando para 48% de aprovação. O impacto dessas notas pode levar a uma queda de arrecadação nos próximos dias e encurtar a carreira do filme no cinema. A boa notícia para o Marvel Studios e a Disney é que a arrecadação foi mais robusta no exterior. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia, onde uma nova onda de covid-19 obrigou outra rodada de fechamentos de cinemas, o longa faturou US$ 90,7 milhões internacionalmente, chegando a US$ 161,7 milhões mundiais. Foi o filme mais visto em todos os lugares, exceto na Índia. A produção chegou a bater o recorde de bilheteria da Coreia do Sul na pandemia, com US$ 14,1 milhões. E também teve bons desempenhos no Reino Unido (US$ 7,1 milhões), França (US$ 6,7 milhões), México (US$ 5,7 milhões) e Austrália (US$ 5 milhões). Sob a sombra de “Eternos”, os outros filmes em cartaz viram suas fortunas encolherem drasticamente na América do Norte. Em seu terceiro fim de semana, “Duna” caiu para o 2º lugar com US$ 7,6 milhões, elevando sua arrecadação doméstica para US$ 83,9 milhões e a mundial para US$ 338,4 milhões. “007 – Sem Tempo para Morrer” ficou em 3º lugar com US$ 6,2 milhões, aumentando seus rendimentos para US$ 143,1 milhões nos EUA e Canadá e US$ 667,1 milhões em todo o mundo. “Venom – Tempo de Carnificina” fez US$ 4,5 milhões em 4º lugar, chegando a US$ 197 milhões no mercado interno e US$ 424,6 milhões no total. E a animação “Ron Bugado” fechou o Top 5 com US$ 3,6 milhões, sem passar de um total de US$ 17,6 milhões. O maior lançamento do circuito limitado foi “Spencer”. O drama indie em que Kristen Stewart vive a princesa Diana chegou a US$ 2,1 milhões em cerca de mil salas e ocupou o 8º lugar no ranking da arrecadação. Para completar, a Netflix liberou “Alerta Vermelho” nos cinemas uma semana antes de lançar a superprodução em streaming, mas ninguém sabe qual foi sua bilheteria oficial, já que a empresa escondeu os números. A comédia de ação estrelada por Dwayne Johnson , Ryan Reynolds e Gal Gadot foi exibida em 750 cinemas dos EUA, e fontes das publicações de Hollywood estimam que não deva ter faturado mais que US$ 1,3 milhão, um número desanimador em circunstâncias normais. E com um detalhe: a crítica achou pior que “Eternos”, com apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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    “Marighella” já é o filme brasileiro mais visto de 2021

    6 de novembro de 2021 /

    Oficialmente lançado na quinta-feira (5/11), “Marighella” já virou o filme brasileiro mais assistido nos cinemas em 2021, com 36,7 mil espectadores. Foi visto por mais gente que a comédia “Depois a Louca Sou Eu”, que teve 29 mil espectadores em todo seu tempo de exibição, segundo dados do Filme B. O feito resulta de uma distorção. Extraoficialmente, o filme já estava em cartaz desde o começo da semana. A distribuidora Paris Filmes chama isso de “pré-estreia”, alterando o sentido da expressão, que deixa de ser um evento especial para convidados para designar todas as sessões pagas em exibição normal antes de uma data determinada. Na prática, “Marighella” começou a ser exibido na segunda-feira (1/11) e só nas sessões da chamada “pré-estreia”, até quarta, movimentou 26,3 mil espectadores. Na quinta-feira, dia da estreia oficial, mais 10,4 mil passaram pelas catracas. No ranking geral do dia 4, incluindo filmes estrangeiros, o filme só foi menos visto que “Eternos”, novo lançamento da Marvel, que levou 180 mil pessoas aos cinemas. Mas “Marighella” está em cartaz em apenas 275 salas, enquanto “Eternos” tem a maior distribuição do ano no país, ocupando 1,7 mil telas. O interesse do público foi alimentado pela irritação de integrantes do governo pelo tema da produção. Ao mobilizarem disputas de narrativas nas redes sociais, eles acabaram fazendo propaganda da produção. O filme recupera a história de Carlos Marighella, guerrilheiro comunista que pegou em armas contra a ditadura militar. Retratado como um herói no longa, em interpretação magistral de Seu Jorge, Marighella é considerado um simples bandido pelos negacionistas da ditadura, que atualmente ocupam cargos públicos e, de acordo com Wagner Moura, chegaram a tentar censurar a produção, dificultando seu lançamento o máximo que puderam. Rodado em 2017, o longa teve pré-estreia (no sentido clássico da palavra) mundial no Festival de Berlim de 2019 e, inclusive, até já foi exibido nos EUA, onde atingiu 88% de aprovação da crítica, na média apurada pelo site Rotten Tomatoes. No Brasil, no entanto, enfrentou entraves burocráticos da Ancine, que represaram a liberação de sua verba e impediram o lançamento originalmente planejado há dois anos, atrasando a estreia para 2021. A expectativa dos produtores é que “Marighella” possa vender 100 mil ingressos, o que seria um feito diante das dificuldades enfrentadas pelo cinema nacional – e a Cultura em geral – desde a posse do fã de Jim Carrey, o “Debi e Loide” e “O Mentiroso”.

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    Dwayne Johnson declara que não usará mais armas reais em seus filmes

    4 de novembro de 2021 /

    O astro Dwayne “The Rock” Johnson, ator mais bem-pago de Hollywood na atualidade, declarou que não vai mais participar de filmes que utilizem armas de fogo reais. A decisão foi tomada após a tragédia no set do western “Rust”, em que um tiro disparado por Alec Balwin num ensaio das filmagens matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins. Johnson disse que ficou com o “coração partido” ao saber da morte da profissional e passou a repensar o uso de armas de fogo durante os projetos de sua produtora Seven Bucks Productions. “Perdemos uma vida”, disse o ator de 49 anos à revista Variety, no tapete vermelho de seu novo filme, a comédia “Alerta Vermelho” da Netflix. “Aquela foi uma situação terrível que aconteceu. Conheço Alec (Baldwin) há muitos, muitos anos. Ele é meu camarada, e me solidarizo com as famílias de todos os envolvidos”, continuou. “Não posso falar por mais ninguém, mas posso dizer, sem dúvida alguma, que em qualquer filme que fizermos a partir de agora com a Seven Bucks Productions — qualquer filme, qualquer programa de televisão ou qualquer coisa que façamos ou produzamos — com certeza não usaremos armas reais”, destacou. Ele explicou que sua produtora usará pistolas de borracha e adicionará todos os efeitos de disparos na pós-produção. “Não nos preocuparemos com o quanto vai custar”, acrescentou. Com sua iniciativa, Johnson espera inspirar outros a fazerem mudanças mais profundas na indústria cinematográfica. “À medida que avançamos, acredito que existem novos protocolos e novas medidas de segurança que devemos adotar, especialmente depois do ocorrido”, disse. “É horrível que isso tenha precisado acontecer desta forma para que despertemos”. Hutchins morreu no mês passado no set de “Rust” em Santa Fé, Novo México, quando a arma cenográfica usada por Baldwin foi disparada. A bala atingiu a diretora de fotografia em cheio e o diretor Joel Souza no ombro. Ele foi hospitalizado e recebeu alta. Baldwin recebeu um revólver identificado como “arma fria”, uma expressão da indústria para se referir a um objeto considerado seguro para o uso. Entretanto, ele continha uma bala de verdade. O departamento do xerife de Santa Fé, encarregado das investigações, ainda não indiciou ninguém, mas também não descartou nenhum suspeito envolvido com o revólver responsável pela morte da cinematógrafa, incluindo o assistente de direção que declarou a arma “fria” e a armeira responsável pela segurança do armamento utilizado na produção. Ambos tiveram problemas em trabalhos anteriores.

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    Netflix lança primeiros games para assinantes

    2 de novembro de 2021 /

    A Netflix lançou nesta terça (2/11) a “Netflix Games”, uma plataforma de jogos disponível para seus assinantes em todo o mundo. Por enquanto, os jogos estão disponíveis apenas para celulares e tablets com o sistema Android, e se resumem a cinco opções, duas delas com o nome da série “Stranger Things”: “Stranger Things: 1984”, “Stranger Things 3: The Game”, “Shooting Hoops”, “Card Blast” e “Teeter Up”. Para ter acesso aos games, só é necessário ter uma conta na Netflix e acessá-la usando aparelhos móveis com o sistema Android. Ao logar, os assinantes verão a lista dos jogos. “Assim como em todas as nossas séries, filmes e especiais, queremos oferecer opções para todos os tipos de jogadores, tanto iniciantes quanto experientes. Este é só o começo. Vamos continuar aprimorando a experiência, além de adicionar ainda mais jogos nos próximos meses”, disse em comunicado Mike Verdu, ex-executivo do Facebook e da empresa de games EA (Electronic Arts), que foi contratado como novo vice-presidente de desenvolvimento de jogos da Netflix para lançar o projeto. “Este é só o começo” é a definição mais adequada para a iniciativa, que veio à tona em julho passado, uma semana após a contratação de Verdu, quando a apresentação da Netflix Games parecia apontar um lançamento ainda distante. Ao fazer o balanço do segundo trimestre, a empresa explicou que a expansão para o mercado de jogos teria como base os “esforços anteriores em torno da interatividade”, vistos em episódios especiais de “Black Mirror” e “Unbreakable Kimmy Schmidt”, entre outras produções interativas. “Vemos os jogos como outra categoria de conteúdo para nós, semelhante à nossa expansão para filmes originais, animação e reality shows”, explicou o texto que apresentou o projeto. “Os jogos serão incluídos na assinatura da Netflix sem nenhum custo adicional aos membros, de forma semelhante como acontece atualmente com filmes e séries. A princípio, vamos nos concentrar principalmente em jogos para dispositivos móveis”. Acompanhando o comunicado, os executivos da Netflix participaram de uma sessão de perguntas e respostas, em que o co-CEO Ted Sarandos reforçou a ideia por trás da nova linha de produção. “Não é um produto separado. Somos uma empresa de um só produto”, ele destacou. No mesma conversa, Greg Peters, COO e diretor de produto, reforçou que os games serão relacionados a conteúdos da plataforma. “Os conteúdos que criamos, com mundos incríveis, histórias, personagens… Sabemos que os fãs querem um envolvimento mais profundo”, afirmou. Lembrem-se: “Este é só o começo”. Os mais entusiasmados com a perspectiva de a Netflix entrar no negócio de games chegaram a imaginar uma competição com a Microsoft, que, neste ano, colocou o Game Pass e o Xbox Cloud Streaming como pontos centrais de sua estratégia de crescimento – tentando criar o que muitos analistas chamaram, justamente, de “a Netflix dos games”. Por isso, os planos da Netflix Games, aparentemente tímidos, embutem futuras possibilidades. O próprio Peters admitiu em julho que, apesar de privilegiar adaptações de seus conteúdos, “também tentaremos jogos autônomos”. “Talvez um dia veremos um jogo que gere um filme ou série”, ponderou. E isso implica produção própria de games originais. O fundador e co-CEO Reed Hastings complementou lembrando que a empresa já explora várias propriedades intelectuais de produtoras de games, que tem adaptado como séries e filmes. “Você pode possuir o conteúdo e ter essas franquias longas. Será melhor se pudermos dominar o conjunto criativo”.

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    “Venom – Tempo de Carnificina” é o filme mais visto do Brasil pela quarta semana seguida

    1 de novembro de 2021 /

    O feriadão diminuiu o público de cinema no Brasil, mobilizando 737,6 mil pessoas para uma arrecadação total de R$ 13,8 milhões em bilheteria no fim de semana, segundo dados da consultoria Comscore. Os números representam uma queda de 13,8% em relação à semana passada, que já representava tendência de queda em relação à anterior. O que não mudou foi a popularidade de “Venom – Tempo de Carnificina”, que se manteve como o filme mais visto do país pela quarta semana, com 238,3 mil espectadores e arrecadação de R$ 4,2 milhões em ingressos vendidos. Ao todo, a adaptação de quadrinhos da Sony já foi vista por 3,4 milhões de espectadores e rendeu mais de R$ 56 milhões por aqui. O 2º lugar também é o mesmo da semana passada. “Duna” arrecadou R$ 3,56 milhões em seu segundo fim de semana, acumulando R$ 10,2 milhões até agora. Maior estreia de quinta passada (28/10), “A Família Addams 2” ficou na 3ª posição com R$ 2,8 milhões. Confira abaixo o Top 10 completo do Brasil, segundo apuração da Comscore. #Top10 #bilheteria #cinema #filmes 28 -31/101. Venom 2. Duna3. Familia Adams 2: Pé na Estrada4. 0075. Espiritos Obscuros6. Hallloween Kills: O Terror Continua7. Ron Bugado8. A Mensageira9. O Ultimo Duelo10. De Volta a Italia — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) November 1, 2021

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    “007 – Sem Tempo para Morrer” supera US$ 600 milhões mundiais

    31 de outubro de 2021 /

    O filme “007 – Sem Tempo para Morrer” chegou a US$ 605 milhões de bilheteria mundial nesta domingo (31/10), somando quase US$ 100 milhões a mais em uma semana. A maior parte deste valor vem da China, onde a produção estreou neste fim de semana, faturando US$ 28,2 milhões nos últimos três dias. Ao todo, o longa arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo um faturamento raro em plena pandemia. Trata-se da segunda maior arrecadação de Hollywood desde o começo do surto de covid-19, ficando atrás apenas dos US$ 716,5 milhões de “Velozes e Furiosos 9”. Ambos os filmes são da Universal Pictures, mas o longa de 007 é uma coprodução com a MGM. Além da China, a última aventura de Daniel Craig como James Bond continua a ter um desempenho notável no Reino Unido, onde se tornou o 6º filme de maior bilheteria de todos os tempos, com pandemia e tudo, ultrapassando os blockbusters “Titanic” e “Star Wars: O Último Jedi”. O total do Reino Unido está agora em US$ 116,4 milhões. Outros países que puxam a arrecadação são a Alemanha, onde a produção fez US$ 62 milhões até o momento, a França com US$ 26,1 milhões e a pequena Holanda, onde “007 – Sem Tempo para Morrer” se tornou o maior lançamento da Universal de todos os tempos, com US$ 18,4 milhões. Graças a esse sucesso, o filme superou expectativas. Mesmo com as limitações de público ocasionadas pela pandemia, já deixou de ser o título de menor bilheteria da fase de Daniel Craig na franquia, deixando para trás “007 – Quantum of Solace”, que faturou US$ 589,5 milhões mundiais em 2008. Além disso, nos próximos dias vai ultrapassar os US$ 616,5 milhões arrecadados por “007 – Cassino Royale” em 2006. Embora tenha entrado em cartaz há cinco semanas, o longa ainda não chegou na Austrália, onde terá lançamento em 11 de novembro, possibilitando um novo impulso em sua bilheteria.

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    “Duna” mantém liderança das bilheterias nos EUA

    31 de outubro de 2021 /

    “Duna” venceu a programação temática de Halloween para superar vários títulos de terror e se manter em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. A sci-fi dirigida por Denis Villeneuve arrecadou US$ 15,5 milhões de sexta a domingo (31/10), elevando seu total nos EUA e Canadá para US$ 69,4 milhões. Apesar de ficar no topo, o filme enfrentou uma queda brusca de 62% no faturamento em relação à semana anterior. Mas vale reparar que outros títulos da Warner Bros. distribuídos simultaneamente em streaming na HBO Max americana, como “Mortal Kombat”, “O Esquadrão Suicida” e “Space Jam: Um Novo Legado”, chegaram a cair até 70% em consequência da opção online. A diferença significa que o marketing de “Duna” funcionou. O estúdio reforçou em sua campanha que se tratava de um filme para ser visto em tela grande. A sci-fi também foi lançada na China neste fim de semana, onde abriu com US$ 28 milhões, apesar de 10% do parque exibidor do país estar fechado devido a um novo surto de covid-19. Com isso, “Duna” chega a uma receita internacional de US$ 222 milhões e se aproxima de uma bilheteria de US$ 300 milhões mundiais. Não por acaso, teve sua sequência oficializada. No clima da data festiva, “Halloween Kills” voltou a atrair público, garantindo o 2º lugar em seu terceiro fim de semana com US$ 8,5 milhões. Mesmo destruído pela crítica, o novo filme do psicopata Michael Myers segue com um desempenho razoável, somando US$ 85,6 milhões no mercado norte-americano. Outros dois títulos de terror estrearam no fim de semana, mas não conseguiram atrair muito público. “Espíritos Obscuros”, de Scott Cooper, e “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, nem sequer entraram no Top 5, disputando o 6º lugar com uma arrecadação similar, em torno dos US$ 4,2 milhões no fim de semana. “Noite Passada em Soho” teve uma distribuição um pouco maior, chegando em 3.016 telas, enquanto “Espíritos Obscuros” está sendo projetado em 2.800 locais. Crítica e público gostaram mais do trabalho de Edgar Wright, que teve 74% de aprovação no Rotten Tomatos contra 60% do filme de Scott Cooper, e nota B+ no CinemaScore contra C+, o que não é um bom presságio para “Espíritos Obscuros”. O que mais chama atenção é que ambos perderam para uma produção estrangeira, “My Hero Academia: World Heroes’ Mission”, terceiro longa derivado da popular série de anime “My Hero Academia”. O desempenho foi surpreendente, porque o desenho japonês teve uma distribuição muito menor, arrecadando US$ 6,4 milhões em 1.602 telas, o suficiente para o 4º lugar. O resto do Top 5 norte-americano inclui os blockbusters “007 – Sem Tempo para Morrer”, com US$ 7,8 milhões em 3º lugar, e “Venom: Tempo de Carnificina”, com US$ 5,7 milhões em 5º lugar. Até agora, a última aventura de Daniel Craig como 007 arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo US$ 605 milhões de faturamento mundial, um número robusto para tempos de pandemia. Por sua vez, “Venom: Tempo de Carnificina” chegou a US$ 190 milhões em vendas de ingressos domésticos, estabelecendo-se como o segundo filme de maior bilheteria doméstica do ano, atrás apenas de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que fez US$ 221 milhões nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o segundo longa de Venom está a um passo de superar os US$ 400 milhões, com US$ 395,8 milhões até este domingo. Veja abaixo o resumo da estimativa de bilheteria para os sete principais filmes deste fim de semana na América do Norte. “Duna” – US$ 15,5 milhões “Halloween Kills” – US$ 8,5 milhões “007 – Sem Tempo para Morrer” – US$ 7,8 milhões “My Hero Academia: World Heroes ‘Mission” – US$ 6,4 milhões “Venom: Tempo de Carnificina” – US$ 5,7 milhões “A Última Noite em Soho” – US$ 4,2 milhões “Espíritos Obscuros” – US$ 4,2 milhões

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