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    Nós, novo terror de Jordan Peele, assusta a concorrência com recorde de bilheteria nos EUA

    24 de março de 2019 /

    “Nós”, segundo filme dirigido por Jordan Peele, fez história ao arrecadar US$ 70 milhões em sua estreia neste fim de semana na América do Norte. O valor não só é muito maior que os US$ 38M (milhões) obtidos pela estreia elogiadíssima – e premiada com o Oscar – do diretor, o filme “Corra!” em 2017, como se trata da maior bilheteria inaugural de um terror que não faz parte de uma franquia – deixando muito para trás o antigo recordista, “Um Lugar Silencioso”, lançado com US$ 50,2M no ano passado. Mesmo diante das franquias, a estreia de “Nós” impressiona, sendo superada apenas por dois lançamentos de terror em todos os tempos, o fenômeno “It – A Coisa” (US$ 123,4M) e a sequência recente de “Halloween” (US$ 76,2M). Também é a segunda maior estreia do ano, atrás somente de “Capitã Marvel”, que arrecadou US$ 153M em sua abertura há três semanas. O terror de Peele sobre uma família confrontada por um grupo de sósias também assustou quem se baseou nas projeções dos “especialistas”, que estimavam inicialmente algo entre US$ 38M e 45M nos primeiros três dias. Com isso, a produção do estúdio Blumhouse, com distribuição da Universal, tirou o 1º lugar de “Capitã Marvel”, que após duas semanas no topo faturou US$ 35M entre sexta e domingo (24/3). Apesar da queda, o filme da super-heroína da Marvel não sofreu grande abalo, atingindo um total de US$ 321,4M na América do Norte e US$ 910,2M em todo o mundo. Sua entrada no clube do bilhão não deve passar do próximo fim de semana. Como não houve nenhum outro grande lançamento, o resto do ranking estendeu a despedida de alguns fracassos deste ano, como “Uma Aventura Lego 2” e “Alita: Anjo de Combate”, ambos em seu último fim de semana no Top 10. Mesmo com relativo sucesso internacional, “Alita” tornou amarga a despedida da Fox como estúdio independente. A produção orçada em US$ 200M sairá de cartaz em breve, sem ter nem sequer rendido US$ 100M no mercado doméstico. Seu prejuízo vai se somar aos elevados custos da compra da Fox pela Disney. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Nós Fim de semana: US$ 70,2M Total EUA e Canadá: US$ 70,2M Total Mundo: US$ 86,9M 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 35M Total EUA e Canadá: US$ 321,4M Total Mundo: US$ 910,2M 3. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 9M Total EUA e Canadá: US$ 29,4M Total Mundo: US$ 39,6M 4. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 8,7M Total EUA e Canadá: US$ 26,4M Total Mundo: US$ 32,7M 5. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 6,5M Total EUA e Canadá: US$ 145,7M Total Mundo: US$ 488M 6. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 4,5M Total EUA e Canadá: US$ 65,8M Total Mundo: US$ 66,8M 7. Gloria Bell Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 2,4M Total Mundo: US$ 3M 8. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 1,7M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ _ 9. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 103,3M Total Mundo: US$ 179,5M 10. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 83,7M Total Mundo: US$ 399,8M

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    Capitã Marvel supera Mulher-Maravilha e vira super-heroína de maior bilheteria mundial

    22 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” atingiu uma nova marca na quinta-feira (21/3), ao somar US$ 825 milhões ao redor do mundo. O valor ultrapassou o faturamento total de “Mulher-Maravilha” (US$ 821 milhões), transformando “Capitã Marvel” no filme de super-heroína de maior bilheteria mundial em todos os tempos. “Mulher-Maravilha” ainda lidera no território norte-americano, com US$ 412 milhões contra US$ 282 milhões de “Capitã Marvel”. No entanto, o mercado internacional dá ampla vantagem à personagem interpretada por Brie Larson. A rivalidade entre as heroínas da DC e da Marvel, porém, fica só nas bilheterias. Em entrevista recente, Brie Larson admitiu que chorou ao ver “Mulher-Maravilha”. E Gal Gadot mostrou seu apoio à colega ao postar uma ilustração das duas heroínas de braços dados em suas redes sociais, com a legenda “Estou tão feliz por você, irmã! Parabéns”. O filme da “Capitã Marvel” deve superar os US$ 900 milhões no fim de semana, gerando expectativa para a comemoração do faturamento de US$ 1 bilhão. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína precisou só de 15 dias para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M) e “Guardiões da Galáxia” (US$ 773,3M), sem esquecer todos os filmes dos X-Men (e Deadpool) da Fox.

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    Disney fecha Fox 2000, estúdio de A Culpa É das Estrelas e Clube da Luta

    22 de março de 2019 /

    Um dia após assumir o controle da Fox, a Disney desceu a guilhotina em seus novos funcionários, demitindo executivos veteranos de distribuição e marketing, entre outros departamentos que serão extintos na consolidação da fusão. A maior novidade, porém, foi o anúncio de que o estúdio Fox 2000 será fechado. Criado e comandado por Elizabeth Gabler desde 1999, o estúdio era especializado em filmes contemporâneos de médio orçamento. E lançou muitos sucessos, como “O Clube da Luta” (1999), “Nunca Fui Beijada” (1999), “Johnny & June” (2005), “O Diabo Veste Prada” (2006), “Marley & Eu” (2008), “A Culpa É Das Estrelas” (2014), “Joy: O Nome do Sucesso” (2015), “Ponte dos Espiões” (2015), “Estrelas Além do Tempo” (2016), “Com Amor, Simon” (2018) e “O Ódio que Você Semeia” (2018). A empresa será desativada após lançar “The Woman in the Window”, novo filme de Joe Wright (“Anna Karenina”), atualmente em pós-produção e previsto para chegar aos cinemas em outubro. Não há informação sobre se os demais projetos que estavam em desenvolvimento no estúdio foram cancelados ou se serão remanejados para outra divisão da Disney. Também não há posição oficial sobre a situação de Gabler – se ela será dispensada, virará executiva da Disney ou produtora associada. Curiosamente, a Fox 2000 fazia o tipo de filme que deve entrar em demanda com o lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus). A decisão de eliminar o estúdio é consequência de uma projeção de economia na cada dos US$ 2 bilhões com cortes de produções, cargos dobrados e redundâncias operacionais que decorreram da compra da Fox. Várias demissões aconteceram entre quarta e quinta (21/3) nos Estados Unidos e mais são esperadas ao redor do mundo. As divisões televisivas passaram sem muito trauma pela transição, mas a aquisição deixou a Disney com 11 estúdios de cinema: Walt Disney Pictures, Disney Animation, Pixar, Marvel, Lucasfilm, 20th Century Fox, Fox Searchlight, Fox Family, Fox Animation, Blue Sky e Fox 2000. Além de limar um estúdio, a Disney também vai diminuir a produção de filmes da Fox, que deixará de lançar cerca de 20 títulos por ano para se limitar a no máximo meia dúzia de lançamentos anuais a partir de 2020. Esta conta, ao menos, não incluirá os filmes dos X-Men, que passarão a ser produzidos pela Marvel. O detalhe é que a Marvel também vai diminuir – e não aumentar – a quantidade de seus lançamentos em decorrência do acúmulo de estúdios. Serão apenas dois filmes de super-heróis por ano.

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    Os Simpsons e Deadpool dão boas-vindas ao Mickey

    20 de março de 2019 /

    Os Simpsons e Deadpool amanheceram como personagens da Disney – literalmente, no site da Walt Disney Company. E o showrunner da animação e o intérprete do super-herói não deixaram passar a ocasião. O produtor Al Jean e o ator Ryan Reynolds se manifestaram nas redes sociais com posts sobre a compra da Fox. Reynolds publicou uma foto em que aparece como Deadpool, usando um chapéu do Mickey no interior de um ônibus da Disneylândia. E Jean publicou um desenho de Matt Groening, criador dos Simpsons, em que Homer enforca o próprio Mickey, enquanto Bart dá as boas vindas ao novo integrante da família. É amor, ao melhor estilo dos desenhos e dos filmes da Fox. Confira abaixo .@TheSimpsons Thank you Fox and welcome Disney! pic.twitter.com/01uPrPsf7r — Al Jean (@AlJean) March 19, 2019 Feels like the first day of ‘Pool. pic.twitter.com/QVy8fCxgqr — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) March 19, 2019

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    Capitã Marvel atinge US$ 800 milhões de bilheteria mundial em duas semanas

    20 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” continua acumulando bilheteria astronômica. Ao completar duas semanas em cartaz, o primeiro filme de super-heroína da Marvel atingiu US$ 800 milhões de bilheteria mundial. O valor foi completado nesta quarta (20/3), com ajuda dos mercados norte-americanos, chinês e até brasileiro, onde o lançamento continua a encher os cinemas. A superação da marca de US$ 1 bilhão de faturamento já é uma certeza. A expectativa agora é para a data em que o feito será comemorado. Há chances disso acontecer no fim de semana. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína vivida por Brie Larson precisou só de duas semanas para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M), “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M) e “Guardiões da Galáxia” (US$ 773,3M), sem esquecer todos os filmes dos X-Men (e Deadpool) da Fox.

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    Os Simpsons, Deadpool e Avatar já aparecem no site da Disney

    20 de março de 2019 /

    Desde a meia-noite desta quarta (20/3), a Fox é oficialmente parte da Disney. E o novo proprietário já exibe a novidade em seu site oficial. Atualizado nas últimas horas, o banner da site da Walt Disney Company agora traz os protagonistas de “Os Simpsons”, “Deadpool”, “Avatar”, “A Forma da Água” e da série “Atlanta” ao lado de Capitã Marvel, a Rey de “Star Wars”, o Woody de “Toy Story”, a Elsa de “Frozen” e, claro, o Mickey. Veja abaixo. A Disney pagou US$ 71,3 bilhões para fechar a compra, que começou a ser negociada em 2017 e foi concluída oficialmente nesta quarta. Com a transação, a Disney passa a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família de Rupert Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.

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    Disney vira oficialmente dona da Fox

    19 de março de 2019 /

    O site oficial da 21st Century Fox confirmou a previsão divulgada pela Disney na semana passada. A negociação do estúdio foi finalizada. O comunicado oficial, assinado pelos diretores da empresa, estabelece que a Disney será dona da maioria dos ativos da Fox a partir da meia-noite, no horário local – em torno da 1h da manhã em Brasília. Na semana passada, a Disney havia anunciado que os últimos obstáculos legais para a aquisição da Fox haviam sido superados, e estabelecido um prazo para que os executivos do estúdio decidissem como queriam ser pagos, visando assumir o controle de suas novas propriedades na quarta-feira (20/3). A Disney pagou US$ 71,3 bilhões para concluir o negócio, cifra consideravelmente maior do que a proposta inicialmente aceita por Rupert Murdoch e demais acionistas da Fox (US$ 52,4 bilhões). A diferença se deve a uma tática da rival Comcast, empresa proprietária do estúdio Universal, que decidiu entrar em leilão pela Fox, oferecendo mais dinheiro para sua aquisição. Graças a isso, a Disney precisou gastar quase US$ 20 bilhões a mais e se viu sem fôlego para superar a Comcast em outro front: na disputa pela rede de TV paga europeia Sky. A Fox, que detinha parte das ações da Sky, estava prestes a assumir o controle da empresa sediada na Inglaterra, com o compromisso de repassá-la para a Disney, mas a Comcast atropelou as duas, após exaurir as finanças da rival e jogar suas fichas no segundo leilão, ficando com a rede. Bob Iger, o CEO da Disney, recentemente esteve no Brasil para fechar o acordo no mercado nacional. Após sua vinda, ficou acertado que a empresa venderia o canal pago brasileiro Fox Sports quando assumisse o controle da Fox. Foi a única exigência feita pelo CADE para a aprovação da compra. Mesmo sem a Fox Sports, a compra da Fox pela Disney inclui estúdios de cinema e TV, redes de TV paga, fatias de empresas de streaming e negócios internacionais do magnata Rupert Murdoch. A partir desta quarta, a Disney passará a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.

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    Chefão da Netflix desdenha esforços de streaming de Disney e Apple: “atrasados”

    18 de março de 2019 /

    O executivo Ted Sarandos, chefe de programação da Netflix, provocou as concorrentes Apple e Disney ao desdenhar de seus esforços para lançar um serviço de streaming, dizendo que as empresas estão chegando “atrasadas para a festa”. Sarandos abordou os rivais ao responder um questionamento do site Deadline, durante um evento da empresa nos Estados Unidos, uma espécie de “Netfest” em que projetos da empresa foram apresentados à imprensa. A princípio, ele foi diplomático, dizendo: “Eu não tenho como saber exatamente o que eles estão fazendo até lançarem algo. Eu preciso reservar meu julgamento e meus comentários até isto acontecer”. Mas não se conteve, ao complementar a resposta. “O que eu posso dizer é que há anos estamos competindo com 500 canais a cabo, e mesmo assim estamos em quase todas as casas do mundo”, acrescentou. “No fim das contas, é só um aumento na mesa de competidores, e eles estão atrasados para a festa”. Sarandos ainda argumentou que a escala global da Netflix é sua principal vantagem em relação aos competidores. As plataformas novatas da Apple e da Disney devem se lançadas, num primeiro momento, apenas nos EUA. E a Netflix já está produzindo séries no mundo inteiro para diferentes audiências globais. “O que precisamos fazer é exportar tanto conteúdo de Hollywood quanto conteúdo do restante do mundo”, disse o executivo, que ainda destacou o acerto da estratégia com um exemplo concreto. “Às vezes, conseguimos algo como ‘La Casa de Papel’, que é um hit global no mesmo nível de ‘Stranger Things'”.

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    Capitã Marvel é visto por mais 1,5 milhão no segundo fim de semana no Brasil

    18 de março de 2019 /

    Em seu segundo fim de semana em cartaz no Brasil, “Capitã Marvel” atraiu mais de 1,5 milhão de pessoas aos cinemas, representando mais de 75% do total de pagantes dos filmes vistos no período. Isto equivale a uma arrecadação de cerca de R$ 28 milhões. A diferença para o segundo filme mais visto no Brasil entre os dias 14 e 17 de março é abissal. A animação infantil “Parque dos Sonhos” teve 174 mil espectadores e fez R$ 2,9 milhões. Este desempenho foi seguido ainda mais distante pelo thriller “Vingança a Sangue Frio” (91 mil pessoas e R$ 1,6 milhão), que completa o Top 3. Com as bilheterias do fim de semana, “Capitã Marvel” já foi visto por 5,5 milhões de espectadores e soma R$ 93 milhões no Brasil, segundo dados da consultoria comScore. O lançamento já tinha impressionado ao vender 3 milhões de ingressos em sua estreia nacional – a segunda maior estreia de cinema em todos os tempos no Brasil, atrás só de “Vingadores: Guerra Infinita”, que vendeu 3,6 milhões de ingressos no ano passado. Ao todo, o filme estrelado por Brie Larson atingiu US$ 760 milhões nas bilheterias mundiais, uma semana após se tornar a maior estreia mundial de um filme estrelado por mulher.

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    Capitã Marvel já soma 760 milhões de bilheteria mundial – em 11 dias

    17 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” segue na liderança das bilheterias em seu segundo fim de semana em cartaz. E os valores continuam astronômicos. Os US$ 69,3M (milhões) que arrecadou nos últimos três dias, nos Estados Unidos e Canadá, representam o maior segundo fim de semana de um lançamento do mês de março desde “A Bela e a Fera” (US$ 90,4M), há dois anos. Com isso, o faturamento doméstico atingiu US$ 266,2M em dez dias. Ainda mais impressionante é seu desempenho internacional, de quase US$ 500 mil em 11 dias. Ao todo, o novo longa da Marvel tem US$ 760,2M. E pode chegar a US$ 1 bilhão já no próximo fim de semana – no máximo, em duas semanas. Para dimensionar o tamanho de seu sucesso, basta lembrar que o filme da super-heroína vivida por Brie Larson precisou só de dois fins de semana para superar as bilheterias totais de outros sucessos da Marvel, como “Homem-Formiga e a Vespa” (US$ 622,6M), “Homem de Ferro 2” (US$ 623,9M), “Thor: O Mundo Sombrio” (US$ 644,5M), “Doutor Estranho” (US$ 677,7M) e “Capitão América: O Soldado Invernal” (US$ 714,3M). Diante desse domínio, as demais estreias precisaram se contentar com trocados. Em 2º lugar, o lançamento da animação “O Parque dos Sonhos” não passou dos US$ 16M. E ainda foi trucidado pela crítica – 30% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desenho também estreou no Brasil no fim de semana. O romance de adolescentes doentes “A Cinco Passos de Você” fez um pouco menos, US$ 13,1M, em 3º lugar. Mas a crítica não achou pavoroso, apenas medíocre, com 53% de aprovação. Estreia por aqui na quinta (21/3). Pior destino teve a sci-fi “A Rebelisão” (Captive State). Com um marketing que apostou no mistério, o filme não engajou o público e rendeu apenas US$ 3,1M em 7º lugar. Uma catástrofe em 2,5 mil salas, que foi ultrapassada nas bilheterias até por uma comédia mexicana de 472 telas. A história dos invasores espaciais “benevolentes”, que transformam o planeta numa ditadura, foi cancelada na TV em julho passado (“Colony”) e sua variação cinematográfica causou 48% de decepção da crítica. A invasão no Brasil acontece em 28 de março. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 69,3M Total EUA e Canadá: US$ 266,2M Total Mundo: US$ 760,2M 2. O Parque dos Sonhos Fim de semana: US$ 16M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 20,3M 3. A Cinco Passos de Você Fim de semana: US$ 13,1M Total EUA e Canadá: US$ 13,1M Total Mundo: US$ 13,1M 4. Como Treinar Seu Dragão 3 Fim de semana: US$ 9,3M Total EUA e Canadá: US$ 135,6M Total Mundo: US$ 466,5M 5. Um Funeral em Família Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 56M Total Mundo: US$ 59,7M 6. No Manches Frida 2 Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ _ 7. A Rebelião Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 2,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,3M Total Mundo: US$ 171,4M 9. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA e Canadá: US$ 81,8M Total Mundo: US$ 394M 10. Green Book Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 82,2M Total Mundo: US$ 274,6M

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    Netflix aumenta preços de assinaturas no Brasil

    14 de março de 2019 /

    Os assinantes brasileiros da Netflix terão que pagar mais para ter acesso ao acervo de filmes e séries da empresa. O serviço de streaming anunciou nesta quinta-feira (14/3) um aumento nos preços em todas as suas modalidades de serviços para os usuários do país. Os novos preços ficaram assim: Plano básico (uma tela, sem HD): de R$ 19,90 para R$ 21,90 Plano padrão (duas telas, HD): de R$ 27,90 para R$ 32,90 Plano premium (quatro telas, Ultra HD): de R$ 37,90 para R$ 45,90 Segundo a empresa, os novos preços passam a valer já a partir desta quinta-feira no Brasil. Esta é a primeira vez desde 2017 que a Netflix reajusta preços no país. Na ocasião anterior, a empresa encareceu os planos padrão e premium, mas manteve inalterado o plano básico, além de oferecer promoções para usuários mais antigos. Assim como em 2017, o aumento também é maior que a inflação registrada no período. “Mudamos nossos preços de tempos em tempos para continuar investindo no melhor do entretenimento, além de melhorar a experiência da Netflix para nossos membros no Brasil”, disse a empresa em comunicado. O aumento no Brasil acontece logo após a Netflix fazer reajuste de preços nos Estados Unidos. Em janeiro, os planos ficaram entre 13% e 18% mais caros por lá.

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    Capitã Marvel atinge US$ 500 milhões de bilheteria mundial em seis dias

    12 de março de 2019 /

    “Capitã Marvel” ultrapassou a marca dos US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais com apenas seis dias em cartaz – e ainda menos nos Estados Unidos e na China, os maiores mercados de cinema, onde está sendo exibido há cinco dias. A rapidez com que a quantia foi superada sugere que o filme atingirá rapidamente a cobiçada meta de todo blockbuster: entrar no clube dos bilionários, com faturamento acima de US$ 1 bilhão. Apesar de muito bem-sucedidos, nem todos os lançamentos da Marvel conseguem essa façanha. Apenas seis se tornaram bilionários: os três filmes dos “Vingadores”, “Homem de Ferro 3”, “Capitão América: Guerra Civil” e “Pantera Negra”. Fora dos Estados Unidos, o maior mercado internacional da super-heroína é a China, onde a produção já arrecadou US$ 95 milhões. O Brasil aparece em 5º lugar no ranking das principais bilheterias, graças a uma estreia de mais de R$ 50 milhões, a segunda maior de todos os tempos nos cinemas do país.

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    Disney anuncia que compra da Fox será finalizada na semana que vem

    12 de março de 2019 /

    O longo processo de aquisição da Fox pela Disney, que começou em dezembro de 2017, deve ser finalizado na semana que vem. Mais especificamente à meia-noite e dois segundos da quarta-feira que vem, dia 20 de março. A data foi divulgada em comunicado da Disney, que anunciou aos investidores a superação da última barreira internacional (no México) para a compra do estúdio. O obstáculo derradeiro, criado pelas autoridades mexicanas, foi superado com um compromisso similar ao assumido no Brasil, em que a Disney aceitou vencer os canais esportivos da Fox para outras empresas. A Disney também informou que os executivos da Fox devem decidir logo o quanto de dinheiro vivo e quanto de ações da Disney vão querer para completar os US$ 71,3 bilhões da finalização da compra. A cifra é consideravelmente maior do que a proposta inicialmente feita pela Disney e aceita pela Fox (US$ 52,4 bilhões). A diferença se deve a uma tática da rival Comcast, empresa proprietária do estúdio Universal, que decidiu entrar em leilão pela Fox, oferecendo mais dinheiro para sua aquisição. Graças a isso, a Disney precisou gastar quase US$ 20 bilhões a mais e se viu sem fôlego para superar a Comcast em outro front: na disputa pela rede de TV paga europeia Sky. A Fox, que detinha parte das ações da Sky, estava prestes a assumir o controle da empresa sediada na Inglaterra, com o compromisso de repassá-la para a Disney, mas a Comcast atropelou as duas, após exaurir as finanças da rival e jogar suas fichas no segundo leilão, ficando com a rede. Bob Iger, o CEO da Disney, recentemente esteve no Brasil para fechar o acordo no mercado nacional. Após sua vinda, ficou acertado que a empresa venderia o canal pago brasileiro Fox Sports quando assumisse o controle da Fox. Foi a única exigência feita pelo CADE para a aprovação da compra. Mesmo sem a Fox Sports, a compra da Fox pela Disney inclui estúdios de cinema e TV, redes de TV paga, fatias de empresas de streaming e negócios internacionais do magnata Rupert Murdoch. A partir da semana que vem, a Disney passará a controlar os estúdios de cinema 20th Century Fox, Fox Searchlight e Fox 2000, as produtoras de TV da Fox, os canais FX e National Geographic, a plataforma Hulu e os estúdios indianos Fox Star, além da fatia que restou na rede britânica Sky. Ficaram de fora do negócio a rede Fox americana e seus canais de notícias, Fox News, Fox Business, além da Fox Sports. Estas empresas continuam sob controle da família Murdoch e formarão uma nova Fox americana – sem relações com a Fox brasileira.

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