Trailer de cinebiografia traz Matt Smith como o inovador e polêmico fotógrafo Robert Mapplethorpe
O estúdio Samuel Goldwyn Films divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Mapplethorpe”, cinebiografia do fotógrafo Robert Mapplethorpe, que tem Matt Smith (“The Crown”) no papel principal. Robert Mapplethorpe foi um dos mais importantes fotógrafos do século 20. Suas fotografias em preto e branco causaram furor e marcaram os anos 1970 e 80 por conta da controvérsia trazida à tona por uma exposição de sua obra dedicada à cena gay sadomasoquista. Na época, a exposição foi taxada de pornografia e rendeu discussão acalorada sobre o que, afinal, é arte. Ele também fotografava personalidades famosas e uma de suas fotos de Patti Smith ilustrou o icônico disco “Horses” (1975), um dos primeiros lançamentos da cena punk nova-iorquina. Os dois, por sinal, viveram juntos do final dos anos 1960, quando a cantora se mudou para Nova York, até 1974. Seu talento, infelizmente, derivada de um estilo de vida autodestrutivo que, alimentado pela promiscuidade sexual, acabou levando-o à morte por Aids em 1989. O filme que vai contar toda essa história tem roteiro e direção da documentarista Ondi Timoner (“Dig!”), à frente de sua segunda obra de ficção. O elenco destaca Marianne Rendón (da série “Imposters”) como Patti Smith, além de Hari Nef (“Transparent”), John Benjamin Hickey (“The Good Fight”), Mark Moses (“The Last Ship”), Carolyn McCormick (“The Post”), Brian Stokes Mitchell (“Mr. Robot”) e McKinley Belcher III (“Ozark”). A premiére aconteceu no Festival de Tribeca, em 22 de abril nos Estados Unidos, quando rachou a crítica. Desde então, o longa venceu vários festivais LGBTQ ao redor do mundo. Mas ainda não ganhou previsão de lançamento comercial.
Matt Smith reforça elenco de Star Wars: Episódio IX
O ator Matt Smith, que já foi o protagonista de “Doctor Who” e o príncipe Philip de “The Crown”, entrou no elenco de “Star Wars: Episódio IX”. Segundo fontes da revista Variety, ele terá um papel importante no filme, mas não há maiores detalhes de seu personagem, que pode ser tanto de um aliado dos rebeldes quanto da Primeira Ordem. Ele vai se juntar a outros novatos na franquia, como Dominic Monaghan (“O Senhor dos Anéis”), Keri Russell (“The Americans”), Richard E. Grant (“Logan”) e Naomi Ackie (“Lady Macbeth”), que também não tiveram seus papéis revelados. As filmagens do final da terceira trilogia começaram no início deste mês, também trarão de volta diversos integrantes da franquia, como Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Lourd, Anthony Daniels, Billy Dee Williams, Mark Hamill e até a falecida Carrie Fisher, que aparecerá por meio de imagens não utilizadas de “O Despertar da Força”. A estreia está marcada para dezembro de 2019.
Filme de zumbis com atores de The Crown e Game of Thrones ganha primeiro trailer
A Vertical Entertainment divulgou o trailer de “Patient Zero”, um novo filme de zumbis estrelado por Matt Smith (série “The Crown”), Natalie Dormer (“Game of Thrones”) e Stanley Tucci (“Transformers: A Era da Extinção”). A prévia se passa num abrigo nuclear e acompanha testes de cientistas em busca de uma cura para a epidemia, até que zumbis inteligentes são encontrados. Os elementos da premissa evocam o clássico “Dia dos Mortos” (1985), de George Romero, todo passado num abrigo nuclear – além do recente “Melanie – A Última Esperança” (The Girl with all the Gifts, 2016). Além do trio principal, o elenco ainda inclui Clive Standen (série “The Vikings”), John Bradley (“Game of Thrones”) e Agyness Deyn (“Hard Sun”). A direção é do cineasta austríaco Stefan Ruzowitzky, que retorna ao terror após se destacar em dramas premiados. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Os Falsários” (2007), ele começou a chamar atenção com o slasher “Anatomia” (2000) e sua continuação (de 2003). “Patient Zero” estreia em 14 de setembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Olivia Colman aparece como a Rainha Elizabeth II na primeira foto da 3ª temporada de The Crown
A Netflix divulgou a primeira imagem da 3ª temporada de “The Crown”, que traz a atriz Olivia Colman (série “Broadchurch”), substituta de Claire Foy no papel da rainha Elizabeth II. Todo o elenco central vai mudar nos novos episódios para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. No elenco central, Tobias Menzies (série “Outlander”) passará a viver o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) será a princesa Margaret – papéis anteriormente vividos por Matt Smith e Vanessa Kirby. Além deles, o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) terá destaque no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. Apesar do começo da divulgação, ainda não foram revelados os intérpretes de alguns personagens importantes, como o príncipe Charles, Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série para ganhar mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Por outro lado, a Netflix informou que irá produzir o quarto ano simultaneamente, com o mesmo elenco, o que diminuirá o intervalo de exibição entre as duas temporadas.
The Crown confirma os protagonistas de sua 3ª temporada
A Netflix oficializou o elenco central da 3ª temporada de “The Crown”, série sobre a família real britânica, que mudou seus protagonistas para refletir a passagem do tempo. A maioria dos nomes já tinham sido adiantados, como Olivia Colman (série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy no papel da rainha Elizabeth II, assim como Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip e Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret. “Não tenho certeza se estou com mais medo de fazer justiça ao papel da princesa Margaret ou repetir a grande atuação da Vanessa Kirby como a princesa”, brincou Carter, a mais famosa de todos os integrantes do elenco, no comunicado do anúncio. Além deles, foi anunciado o ator Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. “Estou encantado por ser parte desta série. E também muito entusiasmado por trabalhar novamente com Peter Morgan. Harold Wilson é um personagem fascinante e muito importante para a nossa história”, disse Jason Watkins. O ator e o criador de “The Crown” colaboraram antes na minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, em 2014. Apesar do anúncio, ainda falta definir alguns personagens importantes, como o príncipe Charles, Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série da Netflix, passado nos anos 1970, e ganhará mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. Esta situação também será abordada na 4ª temporada. A 3ª temporada vai começar a ser gravada para lançamento apenas em 2019. Por outro lado, a Netflix informou que irá produzir a 4ª temporada na sequência, com o mesmo elenco.
Claire Foy será compensada após revelação de que ganhou menos que Matt Smith em The Crown
A atriz Claire Foy, intérprete da rainha Elizabeth II na série “The Crown”, irá receber uma compensação financeira devido à diferença entre seu cachê e do colega Matt Smith. Segundo o jornal britânico Daily Mail, a atriz irá receber 200 mil libras, o que equivale a mais de R$ 960 mil. O valor sugere que Smith, que na série vive o príncipe Philip, marido de Elizabeth, ganhou pelo menos 10 mil libras a mais que Foy por cada um dos 20 episódios das primeiras temporadas série. A atriz recebeu 29 mil libras por episódio para o papel, valor considerado baixo para os padrões de Hollywood. Uma fonte ouvida pelo Daily Mail confirmou que “tudo foi amigavelmente resolvido”. Mas nada disso foi assumido oficialmente pela produção da série ou pela Netflix. A diferença de salários era desconhecida, até os produtores Suzanne Mackie e Andy Harries quebrarem a confidencialidade e entregarem a discrepância durante uma convenção internacional de TV, realizada em Israel no começo do ano. Eles admitiram que Smith recebeu mais por conta de sua fama como ex-protagonista da série britânica “Doctor Who”. Os dois acrescentaram que “no futuro, ninguém receberá mais que a rainha”. Isso, porém, não melhoraria a situação de Foy, já que a atriz, que venceu um Globo de Ouro pela série e foi indicada ao Emmy, não retornará nas próximas temporadas. Para retratar o envelhecimento dos personagens, todo o elenco será substituído, e a rainha Elizabeth 2ª passará a ser interpretada por Olivia Colman (“Broadchurch”). Na internet, fãs chegaram a criar uma petição pedindo que Smith doasse parte de seu salário ao fundo de defesa de vítimas de assédio e abuso da Time’s Up, organização criada por estrelas de Hollywood para lutar contra a discriminação de gênero. Após a repercussão, a produtora britânica Left Bank, responsável pela produção da série, pediu desculpas publicamente aos atores Claire Foy e Matt Smith pelos problemas que possa ter causado.
Ator de Outlander e Game of Thrones será o novo Príncipe Philip em The Crown
O ator Tobias Menzies (das séries “Game of Thrones” e “Outlander”) fechou com a Netflix assumir o papel do Príncipe Philip na 3ª temporada de “The Crown”, assumindo o papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Anteriormente, a produção tentou fechar com Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”), mas a negociação foi encerrada, sem que nenhum motivo tenha sido dado para a desistência. Tobias Menzies vai se juntar a Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).
Produtora de The Crown pede desculpas a atores por revelar discrepância salarial
Após quebrar a confidencialidade sobre os salários recebidos pelos protagonistas de “The Crown”, a produtora britânica Left Bank, responsável pela produção da série, pediu desculpas publicamente aos atores Claire Foy e Matt Smith pelos problemas que possa ter causado, e afirmou que trabalharia com a iniciativa Times’ Up, daqui em diante, para eliminar diferenças financeiras relacionadas a gênero. A revelação de que a atriz Claire Foy, que viveu a Rainha Elizabeth II na série, recebeu menos que seu colega de elenco Matt Smith, durante os dois primeiros anos da produção, gerou diversos protestos na internet e levou à criação de uma petição para que o ator doasse parte de seu salário para movimentos de igualdade de gênero. A polêmica veio à tona durante um comentário dos produtores na conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles justificaram ter pago menos à atriz vencedora de dois troféus do Sindicato dos Atores, o SAG Awards, do que para o intérprete de seu marido, porque Matt Smith tinha sido protagonista de “Doctor Who”, uma das séries mais populares do Reino Unido. No comunicado emitido nesta terça (20/3), a empresa insiste que os atores não sabiam quanto cada um ganhou e não podem ser responsabilizados por quaisquer discrepâncias. A responsabilidade pela decisão dos salários diferenciados é exclusivamente da Left Bank “Nós queremos pedir desculpas para Claire Foy e para Matt Smith, atores brilhantes e amigos, que entraram no centro de um turbilhão midiático nesta semana sem terem culpa”, diz o comunicado. “Nós da Left Bank Pictures somos responsáveis por orçamentos e salários; os atores não estão cientes de quem ganha o quê, e não podem ser pessoalmente responsabilizados pelo pagamento de seus colegas.” Os produtores disseram estar “absolutamente unidos à luta por pagamento justo” e por um “reequilíbrio” do tratamento de mulheres na indústria. E que irão garantir maior isonomia daqui em diante. O comunicado não fala em compensação retroativa a Claire Foy. Nem ela, nem Matt Smith ou a Netflix, que disponibiliza a série, manifestaram-se sobre a polêmica.
Diferença de salário entre astros de The Crow motiva petição de fãs
A revelação de que Claire Foy ganhou menos do que Matt Smith pelo trabalho na série “The Crown”, mesmo tendo o papel da protagonista, a rainha Elizabeth 2ª, criou uma grande saia justa. Diante da discriminação sexual, um grupo de fãs se mobilizou para criar uma petição, na plataforma Care2, pedindo para o ator doar o valor correspondente à diferença entre seu salário e o da colega. O valor seria destinado ao fundo de defesa de vítimas de assédio e abuso da Time’s Up, organização criada por estrelas de Hollywood para lutar contra a discriminação de gênero. Em seu lançamento na manhã de segunda-feira (19/3), a petição tinha a meta de conseguir 25 mil assinaturas, e em poucas horas já reuniu mais de 23 mil apoiadores. A discrepância salarial foi informada pelos produtores Suzanne Mackie e Andy Harries durante a conferência Innovative TV (INTV), em Israel. Eles admitiram que Smith recebeu mais por ter maior projeção profissional, como um dos protagonistas da série britânica “Doctor Who”. Em “The Crown”, ele interpreta o príncipe Philip, marido da rainha. Os produtores acrescentaram que “no futuro, ninguém receberá mais que a rainha”. Isso, porém, não melhora a situação de Foy: a atriz, que venceu um Globo de Ouro pela série e foi indicada ao Emmy, não retornará para as próximas temporadas. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970. Segundo uma estimativa da revista Variety, Foy ganhou US$ 40 mil por episódio na série. O valor é considerado baixo para os padrões hollywoodianos, ainda mais se tratando de uma série que figura entre as mais caras da história, com um orçamento de US$ 7 milhões por episódio. A iniciativa da petição aconteceu dois meses após caso similar ter ocorrido na produção do filme “Todo o Dinheiro do Mundo”, que levou o ator Mark Wahlberg a fazer uma generosa doação ao Time’s Up.
Claire Foy recebeu menos que Matt Smith para estrelar a série The Crown
A atriz Claire Foy, que viveu a Rainha Elizabeth II em “The Crown”, recebeu menos que seu colega de elenco Matt Smith durante os dois primeiros anos da produção. Quem revelou esta disparidade salarial foram os próprios produtores do drama de época da Netflix, durante um painel realizado na conferência Innovative TV, em Israel. Clare Foy venceu dois troféus do Sindicato dos Atores, o SAG Awards, pelo trabalho nas duas temporadas, além de um Globo de Ouro, e teve mais tempo de tela que Smith, intérprete do Príncipe Philip na série. Os produtores se justificaram dizendo que a diferença se devia ao trabalho anterior de Matt Smith como protagonista de “Doctor Who”, uma das séries mais populares do Reino Unido, por quatro anos. Entretanto, a produtora Suzanne Mackie assegurou que esse tipo de discriminação não aconteceria mais: “De agora em diante, ninguém ganha mais do que a Rainha”. Pena que Claire Foy não poderá aproveitar a nova política, já que não retorna para a 3ª temporada de “The Crown”. Graças a um salto temporal na trama, a atriz será substituída por Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que viverá a Rainha Elizabeth II nos anos 1970.
Assassinato de Sharon Tate inspira mais dois filmes além do projeto de Tarantino
Quentin Tarantino não é o único cineasta desenvolvendo um filme em torno do assassinato da atriz Sharon Tate (é ela na foto acima). O fato de o crime completar 50 anos em 2019 anima mais dois projetos. A produção de maior potencial está a cargo de Mary Herron, a diretora de “Psicopata Americano” (2000). Intitulado “Charlie Says”, o filme examinará os assassinatos infames cometidos pela “família” de Manson, a seita de hippies sanguinários que barbarizou os EUA no final dos anos 1960. A trama será centrada nas três mulheres que foram condenadas à prisão perpétua por levar adiante o assassinato de Tate e outras pessoas. O roteiro, já finalizado, é de Guinevere Turner, com quem Harron trabalhou em “Psicopata Americano”. O ator Matt Smith (ex-“Doctor Who” e “The Crown”) viverá o psicopata americano real e o elenco inclui Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Hannah Murray (série “Game of Thrones”), Odessa Young (“A Filha”), Marianne Rendon (série “Imposters”), Carla Gugino (“Terremoto: A Falha de San Andreas”), Kaylie Carter (série “Godless”) e Merritt Wever (também de “Godless”). Outro projeto em desenvolvimento é “The Haunting of Sharon Tate”, em que Hilary Duff (série “Younger”) interpreta a atriz assassinada. O filme tem roteiro e direção de Daniel Farrands, roteirista de “Halloween 6: A Última Vingança” (1995), produtor de “Evocando Espíritos” (2009) e diretor de diversos documentários sobre franquias de terror. E foi rodado em duas semanas com baixo orçamento. Trata-se de uma história de terror, mas baseada em fatos reais. A trama pretende examinar os últimos dias de vida de Tate e é inspirada por uma entrevista real da atriz, publicada um ano antes de sua morte. Nela, a atriz revelou ter sonhos sobre fantasmas que assombravam sua casa e previu sua própria morte nas mãos de um culto satânico. O elenco também inclui Jonathan Bennett (série “Awkward”), Lydia Hearst (série “South from Hell”) e o estreante Ben Mellish como Charles Mason. Ao contrário de “Once Upon a Time em Hollywood”, o filme de Tarantino que estreia em 9 de agosto de 2019 nos Estados Unidos, exatamente o dia em que se completará 50 anos do assassinato de Sharon Tate, nenhuma das demais produções têm previsão de lançamentos. Vale lembrar que esta história também foi recentemente encenada na série “Aquarius”, que durou duas temporadas, exibidas entre 2015 e 2016.
Keira Knightley vai viver espiã que tentou impedir a guerra do Iraque em thriller baseado em fatos reais
Keira Knightley (“Mesmo se Nada Der Certo”) e Matt Smith (série “The Crown”) vão estrelar “Official Secrets”, um thriller de espionagem baseado em fatos reais, com direção de Gavin Hood (“Ender’s Game: O Jogo do Exterminador”). A trama vai acompanhar a denúncia da funcionária da inteligência britânica Katharine Gun (Knightley), que em 2003 vazou um memorando secreto da NSA (Agência de Segurança Nacional) sobre uma operação conjunta de espionagem ilegal entre os EUA e o Reino Unido contra membros do Conselho de Segurança da ONU para aprovar a invasão do Iraque. Ela foi acusada de alta traição, virou causa célebre de ativistas, mas seu caso nunca foi a julgamento. O governo britânico retirou a acusação, porque um julgamento público obrigaria a exibição de evidências comprometedoras sobre os bastidores da guerra do Iraque. O filme vai adaptar o livro “The Spy Who Tried to Stop A War”, de Marcia e Thomas Mitchell, e representará uma volta de Gavin Hood ao tema da guerra no Oriente Médio, que ele abordou em seu filme anterior, o elogiado “Decisão de Risco” (2015). A produção é do estúdio britânico eOne, em parceria com a produtora de Mark Gordon (“Assassinato no Expresso Oriente”). As filmagens vão começar em março na Inglaterra, mas ainda não há previsão para a estreia.
Paul Bettany não fecha acordo e fica fora da série The Crown
Os produtores da série “The Crown” não entraram em acordo com o ator Paul Bettany (o Visão da franquia “Vingadores”) e a negociação para que ele interpretasse o Príncipe Philip na 3ª temporada foi encerrada. Nenhum motivo foi dado para a desistência. Agora, os produtores avaliarão outros candidatos ao papel desempenhado por Matt Smith nas duas primeiras temporadas. Todo o elenco vai mudar no próximo arco da história da família real britânica, que avançará uma década no tempo para mostrar o Reino Unido nos anos 1970 – época do Jubileu de Prata do reinado de Elizabeth II, do punk rock e da música “God Save the Queen”, dos Sex Pistols. Por enquanto, o elenco tem confirmadas apenas Olivia Colman (da série “Broadchurch”), que substituirá Claire Foy como a rainha Elizabeth II, e Helena Bonham Carter (“Alice Através do Espelho”), nova intérprete da princesa Margaret, vivida nas duas primeiras temporadas por Vanessa Kirby. Além dos personagens vistos nas duas primeiras temporadas, a série também introduzirá Camilla Parker-Bowles e a jovem Diana Spencer, futura Princesa Diana. A Netflix ainda não marcou a data de estreia dos novos episódios da série criada por Peter Morgan (“A Rainha”).












