PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Brasil entra na lista de países intolerantes em nova HQ dos X-Men

    22 de setembro de 2019 /

    A mais nova edição de “House of X”, publicação que marca a volta dos X-Men aos quadrinhos da Marvel, coloca o Brasil entre as nações inimigas e hostis aos mutantes. O país foi listado ao lado de Rússia, Venezuela e Irã como o grupo mais intolerante, que não se dispõe a aceitar o reconhecimento de uma nação mutante na ONU. Na trama concebida por Jonathan Hickman, Charles Xavier luta na ONU para que a Ilha de Krakoa, povoada apenas por mutantes, seja considerada uma nação soberana. Para convencer os outros países, o Professor oferece remédios feitos a partir de uma planta nativa. O Brasil rejeita a proposta, ao lado dos países citados. Sem entrar em detalhes, a recusa é resumida a um quadro que ilustra o mapa da rejeição. Veja abaixo. Como todo fã dos X-Men sabe, os personagens são metáforas para minorias perseguidas. O registro acontece após o prefeito do Rio de Janeiro tentar censurar uma publicação da editora, por conter um beijo gay entre dois super-heróis. A notícia repercutiu nos Estados Unidos. A trama de “House of X” parece refletir uma mudança mundial de percepção sobre o país. Antes celebrado por sua aparente tolerância generalizada, o país passou a ser encarado como um dos mais intolerantes do mundo. Para demonstrar que os quadrinhos não estão exagerando, nesta semana vieram à tona na imprensa os planos do Brasil para comandar uma reação conservadora na ONU, visando impedir que minorias tenham seus direitos reconhecidos. Usando a defesa da família como escudo, o país se juntou ao Egito e aos regimes mais conservadores do Oriente Médio e do mundo islâmico para evitar que direitos LGBTQs e femininos apareçam em documentos da ONU. No Brasil, ONGs solicitaram acesso aos documentos do Itamaraty sobre o assunto, e o acesso foi negado.

    Leia mais
  • Filme

    Marvel libera curta integral do Porco-Aranha com dublador do Aranhaverso

    21 de setembro de 2019 /

    A Marvel divulgou em seu canal no YouTube o curta animado “Peter Porker – O Espetacular Porco-Aranha” (“Spider-Ham: Caught in a Ham”), que mostra uma aventura solo do personagem de “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018). Peter Porker fazia parte de um universo antropomórfico da Marvel, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. A tentativa de lançar quadrinhos de humor da Marvel teve curta duração. Por isso, a ideia de um Porco-Aranha só foi voltar a fazer rir numa piada aleatória do filme de “Os Simpsons” (em 2007), antes de ganhar proeminência no primeiro longa animado do Homem-Aranha. O curta foi lançado originalmente como um extra do blu-ray do filme vencedor do Oscar de Melhor Animação, e traz o comediante John Mulaney repetindo seu papel vocal como Porco-Aranha. Na trama, ele enfrenta seu grande inimigo, o Dr. Crawdaddy (voz de Aaron LaPlante, dublador dos Gremlins de “Hotel Transilvânia 3”) Roteiro e direção são de Miguel Jiron, que trabalhou na animação do “Aranhaverso”. Além de vencer o Oscar, “Homem-Aranha no Aranhaverso” foi sucesso de público e crítica e já teve sua sequência encomendada.

    Leia mais
  • Etc

    Quadrinhos escritos por J.J. Abrams introduzem tragédia e novo Homem-Aranha na Marvel

    18 de setembro de 2019 /

    A estreia do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”) como roteirista de quadrinhos chegou nas bancas americanas. E trouxe surpresas para os fãs do Homem-Aranha. Nem todas boas. Spoilers! Trata-se da história de origem de um novo Homem-Aranha. Muitos spoilers abaixo! O diretor assina a trama com seu filho Henry e a arte está a cargo de Sara Pichelli. Os três conceberam um vilão chamado Cadaverous, que em poucas páginas transforma a vida de Peter Parker num pesadelo, ao mutilá-lo – ele perde a mão, como Luke Skywalker – e simplesmente matar Mary Jane. A história avança 12 anos e passa a acompanhar Ben Parker, o filho do casal, já adolescente e enfrentando problemas muito parecidos ao que seu pai vivia nessa idade. O final da primeira edição completa o arco com uma cena da Tia May dando a Ben o uniforme do Homem-Aranha, abandonado após a aposentadoria – por invalidez – de Peter. É, no mínimo, sombrio. Intitulada apenas de “Spider-Man” (Homem-Aranha), a publicação completa terá apenas cinco edições, que depois devem ser reunidas numa graphic novel. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Final alternativo de Homem de Ferro citava X-Men, Hulk e Homem-Aranha

    18 de setembro de 2019 /

    A Marvel revelou uma cena pós-crédito alternativa do filme “Homem de Ferro” (2008), que fazia referência a super-heróis da editora que já tinham aparecido em filmes de outros estúdios. A cena, que não foi utilizada no filme, foi compartilhada pelo chefão do MCU, Kevin Feige, durante uma premiação. Na cena alternativa, Nick Fury (Samuel L. Jackson) aparece diante de Tony Stark (Robert Downey Jr.) para falar sobre a iniciativa Vingadores, mencionando a existência de outros heróis. “Se acidentes com raio gama, picadas de insetos radioativos e diversos mutantes não fossem suficientes, eu tenho de lidar com um menino mimado que não sabe brincar com os outros e quer manter todos os seus brinquedos para si próprio”, diz Fury. Embora não cite o nome dos personagens, as referências são claras ao Hulk (acidente com raio gama), ao Homem-Aranha (picada de inseto) e aos X-Men (mutantes). À época do lançamento do filme, os direitos dos X-Men e do Homem-Aranha estavam com a Fox e a Sony, respectivamente. Por conta disso, a Marvel decidiu não utilizar a cena. Três meses depois, a Marvel lançou “O Incrível Hulk”. Em 2016 foi a vez de o Homem-Aranha ser integrado ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). E agora, após a Disney comprar a Fox, os X-Men também serão introduzidos nos filmes do estúdio. This newly-released 'never-before-seen' deleted alternate scene from 2008's #IronMan reveals Nick Fury mentioning "radioactive bug bites" and "mutants" in his Avengers Initiative dialogue! (via @SaturnAwards) pic.twitter.com/n75fGeQB4S — MCU Direct (@MCU_Direct) September 14, 2019

    Leia mais
  • Série

    Loki: Tom Hiddleston diz que a série vai responder principais perguntas dos fãs

    17 de setembro de 2019 /

    O ator Tom Hiddleston deu as primeiras dicas sobre o que esperar da série “Loki”, em que volta a interpretar o vilão favorito do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). Ele revelou os detalhes durante entrevista a Stephen Colbert no programa “The Late Show”, que foi ao ar na noite de segunda (16/9) nos Estados Unidos. Veja o vídeo abaixo. “Nos anos desde o lançamento de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, e depois ‘Vingadores: Ultimato’, as duas principais perguntas que me fazem são: Loki está realmente morto? E o que ele está fazendo com aquele cubo? A série vai dar as respostas”, comentou. Em “Guerra Infinita”, o personagem de Hiddleston foi assassinado por Thanos (Josh Brolin) antes do famoso “estalar de dedos”, que dizimou metade da população do universo. Enquanto as vítimas do estalo retornaram, Loki esteve entre aqueles cuja morte se mostrou definitiva. No entanto, em “Ultimato”, o personagem voltou a aparecer em consequência de uma viagem no tempo, quando os heróis voltaram para 2012, durante os eventos do primeiro filme dos Vingadores. Na confusão causada pelo retorno ao passado, Loki consegue roubar o cubo mencionado por Hiddleston, conhecido como Tesseract e também como a Joia do Espaço de Thanos, e se teletransporta para longe. A série vai acompanhar esse Loki de 2012, que ainda está vivo e de posse do Tessaract. A atração ainda não começou a ser gravada, mas sua estreia está prevista para 2021 na plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Veja abaixo a entrevista do ator no programa “The Late Show”.

    Leia mais
  • Filme

    Robert Downey Jr estaria no elenco do filme da Viúva Negra

    16 de setembro de 2019 /

    O site Deadline deixou a internet em polvorosa ao plantar o rumor de que Robert Downey Jr. voltará a aparecer como Homem de Ferro após sua despedida em “Vingadores: Ultimato”. Em duas linhas de informação entre parêntesis num texto sobre uma premiação, o site afirma que o ator faria parte do elenco do filme “Viúva Negra”, que acompanha a heroína do título (vivida por Scarlett Johansson) após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil”. Tony Stark faria parte da história, que vai mostrar a Viúva Negra fugindo dos Vingadores após ajudar o Capitão América e o Soldado Invernal. A Marvel não confirmou a informação, que deve ser tratada como rumor. A diferença desse boato para tantos outros que lotaram as redes sociais nos últimos dias é que o Deadline tem acesso a fontes legítimas, ao contrário das publicações que inventam notícias só para conquistar cliques. “Viúva Negra” também destaca em seu elenco Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O roteiro foi escrito por Jac Schaeffer (do curta “Olaf em uma Nova Aventura Congelante de Frozen”) e a direção é da australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”). A estreia está prevista para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

    Leia mais
  • Etc

    Harry Potter e filmes de quadrinhos alimentam fake news da cultura pop

    14 de setembro de 2019 /

    Isto é um serviço de utilidade pública para o leitor ocasional da Pipoca Moderna. Lembra das notícias mais empolgantes de produções de filmes que surgiram nos últimos dias? Harry Potter ia ganhar um novo filme com o elenco original. Professor X e Magneto seriam negros no X-Men da Disney. Keanu Reeves faria outro filme como Constantine. Etc. Você não leu nada disso na Pipoca Moderna. Mas pode ter encontrado com alguma facilidade na internet. A gente não publicou porque é tudo invenção e depois teria que fazer novas matérias desmentindo. Trata-se de click bait pura e simples. E tem endereço conhecido: o site We Got This Covered. Em julho, o cineasta Guillermo Del Toro usou o Twitter para avisar seus seguidores que o site estava mentindo ao dizer que ele faria uma versão live-action de “Atlantis: O Reino Perdido”(2001), da Disney. Veja abaixo. Os mesmos redatores desse endereço também inventaram diversas notícias sobre adaptações da DC Comics: o astro de “Aladdin” seria o Gavião Negro no cinema, Michael B Jordan interpretaria o Raio Negro, Rihanna seria Hera Venenosa no novo filme do Batman, Emilia Clark estaria cotada para viver Zatanna, a Warner estaria planejando um filme da Vixen, etc. A propósito, Colin Farrell seria Constantine em junho, três meses antes de o site mudar de ideia e definir que Keanu Reeves voltaria ao papel. Você acreditou em alguma dessas notícias? Não deveria. Sempre que ler We Got This Covered como fonte, na melhor das hipóteses é só rumor. Mas a repetição constante sugere má fé mesmo. O pior é que muitos sites brasileiros reverberam tudo o que eles plantam. E é tudo fake news. Fica a dica. via MEME

    Leia mais
  • Filme

    Minha Mãe É uma Peça 3 vai ter casamento gay… sem beijo!

    12 de setembro de 2019 /

    “Minha Mãe É Uma Peça 3” só estreia no dia 26 de dezembro nos cinemas, mas uma cena do filme – que ninguém viu – já está dando o que falar. A produção confirmou que a trama vai mostrar um casamento gay, entre os personagens Juliano (Rodrigo Pandolfo) e Thiago (Lucas Cordeiro). Mas o comediante Paulo Gustavo, estrela e autor do roteiro, anunciou que não terá beijo entre os noivos no filme, assim como aconteceu na cerimônia de seu próprio casamento com o médico dermatologista Thales Bretas. Em conversa com o UOL, o ator Rodrigo Pandolfo contou que chegou a questionar a decisão com o próprio Paulo Gustavo. “‘Por que não vai ter?’. Ele falou: ‘Olha, a gente está fazendo um filme popular. A gente sabe que o Brasil tem questões [relacionadas ao beijo gay] ainda, infelizmente. O Juliano já vai se casar’. Ele não sentiu a necessidade de colocar o beijo e expor publicamente”. Ao ser questionado se concorda com a decisão de Paulo Gustavo, Pandolfo diz que sim. “Eu entendo, de certa forma. O [primeiro] filme é a maior bilheteria da história do cinema brasileiro [não é, na verdade]. Se você coloca o beijo acontecendo, em uma sociedade que, infelizmente, ainda se assusta, talvez seja agressivo. O Paulo usou uma expressão que é: ‘A gente não precisa esfregar nenhuma opinião pessoal na cara do público. A gente já está mostrando um casamento gay. Mais do que isso não precisa’.” A decisão foi anterior à polêmica envolvendo a tentativa de censura do prefeito do Rio, o bispo Marcelo Crivella, que buscou impedir que um gibi antigo da Marvel com beijo entre dois super-heróis masculinos fosse vendido na recente Feira do Livro sem embalagem opaca e aviso de que era proibido para menores. A justificativa para a iniciativa foi a “defesa da família” contra “ato sexual” em publicação para menores. Com apoio de um desembargador estadual, o prefeito bispo quase conseguiu impedir a venda dos quadrinhos para menores ao comparar beijo gay com pornografia, diferente do beijo do príncipe na Branca de Neve. O STF impediu a censura. Paulo Gustavo pode ter se antecipado à interpretação dos setores mais conservadores do governo de que beijo gay seria, realmente, pornografia. E não é difícil imaginar que o governo Bolsonaro busque mesmo elevar a restrição etária a seu filme, caso veja um pornográfico beijo gay. Até a rede Globo se sujeitou à essa interpretação, censurando um beijo entre duas mulheres em sua novela das 18h. O carinho entre o casal Valéria (Bia Arantes) e Camila (Anajú Dorigon) deveria ter ido ao ar no capítulo de “Órfãos da Terra” de sexta passada (6/9), mas foi cortado por “decisão artística”, segundo a emissora, que passou a semana alardeando o “beijo apaixonado” na divulgação oficial da novela. Estas decisões “artísticas” são resultado de pressão assumida de um governo que pode causar prejuízo financeiro à entidades privadas apenas com uma canetada (mesmo que não seja mais da Bic), elevando classificação etária e inviabilizando comercialmente produções com beijos gay. Ou seja, o propalado liberalismo econômico, que teria ajudado Jair Bolsonaro a se eleger presidente, escondia não só o monstro do autoritarismo, mas também intervenção estatal na economia. A solução que busca evitar o confronto pode ser adequada para um primeiro momento. Mas se percebe, pelo andar do governo, que virão segundos e terceiros (reich) momentos. Enfrentar ameaças incipientes à liberdade ajuda a evitar a “normalização” da repressão. Pois se houve reação contundente contra a tentativa de censura do bispo prefeito do Rio, ela se deveu principalmente ao fato de que a maioria considera beijo gay normal. Quando a maioria voltar a achar que isso não é o normal – isso é, algo que se vê corriqueiramente em filmes, novelas e quadrinhos – , aí fica muito mais difícil evitar a repressão. Como diziam os famosos filósofos “marxistas” Menudos há mais de 30 anos: “Não se reprima”.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Quadrinhos que irritaram prefeito do Rio devem virar filme ou série da Disney

    10 de setembro de 2019 /

    Com ajuda da prefeitura do Rio, o grupo de heróis conhecido como Jovens Vingadores ganhou projeção internacional, indo parar em publicações de todo o mundo, e pode agora virar uma série da Disney. Os boatos nesse sentido dispararam em sites geeks americanos, como o ComicBook, mas também foram registrados pela revista The Hollywood Reporter. A tentativa de censura carioca da edição encadernada dos quadrinhos dos personagens, “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, porque continha uma cena de beijo entre dois super-heróis masculinos, colocou os Jovens Vingadores tanto na pauta da cobertura política quanto de Hollywood. E deixou os heróis juvenis mais visíveis que nunca, eliminando o maior entrave para a adaptação de seus quadrinhos: a falta de repercussão de suas histórias. Na última Comic-Con Internacional, a atriz Tessa Thompson já tinha sugerido que a homossexualidade da heroína Valquíria seria explorada no próximo filme de “Thor”. Após o sucesso de filmes protagonizados por super-herói negro (“Pantera Negra”) e super-heroína (“Capitã Marvel”), a comunidade LGBTQIA+ deve realmente ser a próxima da lista de “minorias” a ganhar destaque na Marvel. A plataforma progressista do estúdio tem enfrentado vozes ruidosas da extrema direita, que ataca cada iniciativa com campanhas de ódio nas redes sociais, propagando que super-heróis precisam ser sempre homens heterossexuais brancos. Mas as bilheterias dão razão à Marvel e diminuem a importância dos contrariados. O destaque obtido pela polêmica de “Vingadores: A Cruzada das Crianças” na Bienal do Livro do Rio vai ao encontro dessa abordagem inclusiva. Inicialmente, havia a perspectiva de os Jovens Vingadores assumirem o lugar dos Vingadores nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O principal sinal disso estava na trama de “Vingadores: Ultimato”, que avançou cinco anos no tempo e escalou Emma Fuhrmann (“Juntos e Misturados”) para viver a versão adolescente de Cassie Lang, a filha do Homem-Formiga (Paul Rudd). Cassie se torna a heroína Estatura nos quadrinhos dos Jovens Vingadores. Nesta semana, o estúdio revelou planos para apresentar outra jovem vingadora. Mas desta vez numa série da plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). A atriz Hailee Steinfeld abriu negociações para interpretar Kate Bishop, a aprendiz do Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), na série do herói (“Hawkeye”, em inglês). A Gaviã Arqueira também faz parte do grupo de heróis adolescentes. Um terceiro integrante da equipe tende a ser introduzido em “WandaVision”, a série da Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany): Wiccan, o filho de Wanda e um dos beijoqueiros do Rio. Já Hulkling, sua cara metade, tem sua história ligada à “Capitã Marvel”. Especula-se que esses personagens devem se unir em breve. Mas não tão breve assim. As séries do Gavião Arqueiro e da Feiticeira Escarlate têm previsão de lançamento apenas para 2021. Assim, o mais provável é que uma série ou filme dos Jovens Vingadores só se materialize após 2022, mais provavelmente em 2023. A produção de cinema ou streaming mais distante oficializada pela Marvel até o momento está datada para 2022 – o longa “Pantera Negra 2”.

    Leia mais
  • Etc

    Prefeito do Rio insiste em censura a obras LGBTQIA+

    9 de setembro de 2019 /

    O bispo e prefeito Marcelo Crivella não se deu por vencido. Após dois (não um, dois!) ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes e o presidente do tribunal, Dias Toffoli, mandarem suspender a (infr)ação da Prefeitura do Rio de apreensão de livros com temática LGBTQIA+ na Bienal do Livro, classificada judicialmente como “censura” e “discriminação de gênero”, Crivella voltou a publicar vídeo em desacato, usando a justificativa já desautorizada pelas decisões do Supremo: que ainda precisa cumprir a legislação do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Veja abaixo. Paralelamente, deu entrada num pedido de esclarecimento em relação à decisão do Supremo. Uma versão do recurso chegou às mãos de um dos advogados do evento. Nele, a prefeitura teria listado “As Gêmeas Marotas”, reproduzindo páginas do livro no embargo de declaração, em que personagens fofinhos praticam atos sexuais. As fotos parecem registrar uma feira literária, mas o preço do livro está em euro. Isto porque a obra nunca foi lançada no Brasil. As páginas fotografadas traziam textos em português de Portugal. De todo modo, o público-alvo do livro são adultos, pois se trata de uma paródia erótica de “As Meninas Gêmeas”, este sim um livro infantil do holandês Dick Bruna (1927-2017). A informação vazou na imprensa (inclusive aqui na Pipoca Moderna), mas a petição oficialmente protocolada não incluiu as fotos e a citação ao livro “As Gêmeas Marotas”. O texto é exatamente o mesmo, assim como a diagramação do arquivo. Mas a única “ameaça” da Bienal do Livro às crianças, listada no documento assinado pelo procurador-geral do município, Marcelo Silva Moreira Marques, e pelo subprocurador-geral, Paulo Maurício Fernandes Rocha, continuou sendo o beijo entre dois super-heróis masculinos nos quadrinhos de “Vingadores: A Cruzada das Crianças”. Sem saber a hora em que os embargos foram protocolados, não é possível afirmar que a houve mudanças de última hora, baseado na repercussão negativa. Por via das dúvidas, a Bienal do Livro emitiu um comunicado à imprensa assumindo a culpa por alimentar a desinformação. “Em nome da imagem e credibilidade construídas no Brasil ao longo dos últimos 38 anos, a organização da Bienal pede desculpas pelo erro e reforça que abomina fake news e nunca usou ou usará deste expediente. Transparência e verdade sempre pautaram e continuarão pautando o trabalho desta organização”, diz comunicado. “Diante deste infeliz contexto de fake news que permeou notícias e conversas em redes sociais durante o evento, a equipe jurídica contratada para esta ação judicial está empenhada em identificar a origem do suposto documento que chegou a um dos advogados que atuam no caso e acabou por induzir a comunicação ao erro.” Segundo apurou o portal G1, o documento com “As Gêmeas Marotas” foi obtido junto da assessoria do TJ-RJ e constaria da ação que obteve a limitar favorável à censura. Um assessor do TJ afirmou ao G1 ter recebido o documento da própria Prefeitura. Procurado pelo jornal O Globo, o órgão afirmou que “não vai mais falar sobre a Bienal, que se encerrou ontem”. Ao contrário do TJ-RJ, o prefeito segue a falar do tema e reforçou que sua intensão é “preservar nossas crianças” da influência LGTBQ+. “Não é censura nem homofobia como muitos pensam”, escreveu o bispo no Twitter, em texto que faz defesa da censura baseada numa visão de famílias constituídas apenas por heterossexuais, ao contrário do entendimento do STF. Senão, vejamos: “A questão envolvendo os gibis na Bienal tem um objetivo bem claro: cumprir o que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente. Queremos, apenas, preservar nossas crianças, lutar em defesa das famílias brasileiras e cumprir a Lei”. O discurso é reforçado pelo vídeo em que o bispo prefeito volta a insistir que “tem obrigação de fiscalizar”, culpa “setores da imprensa” por “confundir” censura e homofobia com apreensão arbitrária de livros e discriminação assumida de gênero, e segue insistindo: “O que a prefeitura fez foi cumprir Estatuto da Criança e do Adolescente”. Completa, ainda, de forma paradoxal: “Nós vamos continuar na luta na defesa da Constituição e da família”. Comprovando que fez a gravação abaixo após conhecer a decisão do STF, o bispo prefeito alude diretamente a ela no vídeo, mencionando os embargos de declaração. Mas diz que não entendeu porque foi proibido de censurar e discriminar gênero. Atordoado no vídeo, ele implora a “vossas excelências que nos esclareçam e orientem como cumprir a sentença sem contrariar o que determina o Estatuto da Criança e do Adolescente que impõe embalagem específica a esse tipo de publicação”. O bispo prefeito confessa-se incapaz de compreender a decisão do STF. Em seu despacho, Gilmar Mendes foi bastante claro ao escrever que a obstinação de Crivella, “além de violar diretamente a proibição constitucional a qualquer tipo de censura prévia, a decisão reclamada também contraria frontalmente a jurisprudência deste Supremo Tribunal Federal ao veicular uma interpretação das normas do ECA calcada em uma patente discriminação de gênero”. Dias Toffoli até respondeu, com antecipação, a dúvida do intelecto limitado. Ele escreveu que “não há como extrair do dispositivo legal [ECA] voltado às publicações do público infanto-juvenil, correlação entre publicações cujo conteúdo envolva relacionamentos homoafetivos com a necessidade de ‘obrigação qualificada de advertência'”. “Referida obrigação que se localiza apenas para as publicações que, por si, são impróprias ou inadequadas para o público infanto-juvenil (art. 78 do ECA), não pode ser invocada para destacar conteúdo que não seja, em essência, dotado daquelas características, sob pena de violação imediata ao princípio da legalidade”, anotou o ministro, referindo-se à justificativa do prefeito para mandar fiscais invadirem a Bienal do Livro, em busca de publicações de temática LGBTQIA+ que não estivessem em “embalagem específica”. Originalmente, Marcelo Crivella, mandara recolher apenas exemplares dos quadrinhos de “Vingadores: A Cruzada das Crianças”, porque mostravam um beijo entre dois personagens masculinos vestidos. Para o bispo, a publicação não poderia ser vendida fora de embalagem escura lacrada e sem aviso de conteúdo impróprio. Em vídeos publicados na quinta e na sexta (6/9), o político religioso sugeriu que beijo gay atentava contra a família, no sentido de representar “conteúdo sexual para menores”, e que isso era enquadrado no ECA. Mas se tratava de mentira deslavada. O gibi não tinha nenhum “conteúdo sexual” para justificar arbitrariedade. O Estatuto da Criança e do Adolescente não considera beijos como pornografia e não traz nenhuma linha contrária a publicações LGBTQIA+. Uma liminar obtida pela Bienal na sexta chegou a proibir as apreensões. Mas ela foi derrubada pelo presidente do TJ-RJ, desembargador Cláudio de Mello Tavares, que já tinha defendido, em liminar anterior, o direito de considerar homossexualismo uma doença. Tavares até aumentou o poder de censura dos fiscais municipais, ao permitir a apreensão de qualquer tipo de publicação com conteúdo que abordasse o que o prefeito Marcelo Crivella trata como “homotransexualismo” (sic). Com essa decisão, o bispo prefeito enviou fiscais para recolher todos os livros de temática LGBTQIA+ vendidos sem lacre e avisos de conteúdo na Bienal do Livro. Mas os censores não sabiam quais eram os títulos e encontraram prateleiras vazias, pois, numa ação de protesto, o youtuber e ator Felipe Neto (“Tudo por um Pop Star”) já havia comprado e distribuído gratuitamente 14 mil livros LGBTQIA+ entre os frequentadores do evento. Após a ação ostensiva da prefeitura, que enviou duas vezes fiscais para apreender livros em meio ao público da Bienal, a organização do evento e a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, buscaram o auxílio do STF para impedir a escalada de autoritarismo. [Este post foi editado e atualizado com novas informações] Não é censura nem homofobia como muitos pensam. A questão envolvendo os gibis na Bienal tem um objetivo bem claro: cumprir o que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente. Queremos, apenas, preservar nossas crianças, lutar em defesa das famílias brasileiras e cumprir a Lei. pic.twitter.com/CsWte3nsLG — Marcelo Crivella (@MCrivella) September 8, 2019

    Leia mais
  • Série

    Hailee Steinfeld negocia virar super-heroína da Marvel na série do Gavião Arqueiro

    9 de setembro de 2019 /

    A atriz Hailee Steinfeld (“Bumblebee”) está cotada para se juntar ao elenco da série do Gavião Arqueiro (Hawkeye) em desenvolvimento para a plataforma Disney+ (Disney Plus) (Disney Plus). Segunda a revista Variety, ela abriu negociações para viver Kate Bishop, jovem que é treinada por Clint Barton (Jeremy Renner, reprisando seu papel dos filmes) para se tornar a substituta do Gavião nos Vingadores. Ainda não há confirmação oficial da escalação pela Marvel. Curiosamente, a atriz já interpretou uma heroína da Marvel nos cinemas. Ela dublou a Gwen-Aranha em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Gavião Arqueiro será a terceira série da Marvel no Disney+ (Disney Plus), com lançamento previsto para o fim de 2021. Ela vai chegar na plataforma após “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision” e “Loki”. A série do Gavião Arqueiro será escrita e produzida por Jonathan Igla (de “Mad Men”).

    Leia mais
  • Etc

    Ação social de Felipe Neto repercute na revista americana The Advocate

    9 de setembro de 2019 /

    A revista The Advocate, principal veículo LGBTQIA+ dos Estados Unidos, que existe desde 1967, publicou um artigo sobre a ação social do youtuber e ator Felipe Neto (“Tudo por um Pop Star”), ao comprar e distribuir gratuitamente 14 mil livros com temática LGBTQIA+ na Bienal do Livro que se encerrou no domingo (9/8) no Rio de Janeiro. A iniciativa foi uma resposta à tentativa de censura do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que enviou fiscais à Bienal para recolher uma história em quadrinhos dos Vingadores em que dois super-heróis masculinos se beijavam. O prefeito, que é bispo evangélico, classificou o beijo como “impróprio” e exigiu que a publicação fosse lacrada com saco opaco e tivesse indicação de venda “proibida” para menores. Como a Bienal se recusou a considerar o beijo de um casal como pornografia, o prefeito chegou a ameaçar fechar o evento, enviando uma segunda leva de fiscais para recolher todo o material LGBTQIA+ que não estivesse ensacado. Os censores, porém, não encontraram nada, porque Felipe Neto já tinha comprado as publicações do gênero e distribuído entre o público. A reportagem da Advocate explicou a história para o público americano, citando os títulos dos livros que Felipe distribuiu. Para completar, ainda postou um link para a matéria no Twitter com uma dedicatória especial. “Obrigado, Felipe Neto”, disse a publicação, escrevendo em português. Obrigado, @felipeneto ???https://t.co/2cOKT07vih — The Advocate (@TheAdvocateMag) September 9, 2019

    Leia mais
  • Etc

    Felipe Neto vira alvo de campanha de ódio de integrantes do partido de Bolsonaro

    9 de setembro de 2019 /

    O youtuber e ator Felipe Neto (“Tudo por um Pop Star”) entrou na política. Ele (ainda) não é candidato a nada, mas já virou alvo de campanha destrutiva de membros de um partido. Integrantes do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, resolveram atacar o jovem após ele tomar o que muitos consideram a melhor e mais efetiva iniciativa social do ano, ao comprar e distribuir gratuitamente 14 mil livros com temática LGBTQIA+ na Bienal do Livro que se encerrou no domingo (9/8) no Rio de Janeiro. A iniciativa foi uma resposta à tentativa de censura do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, que enviou fiscais à Bienal para recolher uma história em quadrinhos dos Vingadores em que dois super-heróis masculinos se beijavam. O prefeito, que é bispo evangélico, classificou o beijo como “impróprio” e exigiu que a publicação fosse lacrada com saco opaco e tivesse indicação de venda “proibida” para menores. Como a Bienal se recusou a considerar o beijo de um casal como pornografia, o prefeito chegou a ameaçar fechar o evento, enviando uma segunda leva de fiscais para recolher todo o material LGBTQIA+ que não estivesse ensacado. Os censores, porém, não encontraram nada, porque Felipe Neto já tinha comprado as publicações do gênero e distribuído entre o público. A escalada autoritária do prefeito bispo também foi recebida com protestos dos frequentadores da Bienal. E acabou barrada pelo STF (Supremo Tribunal Federal), que definiu a intromissão do município como “censura” e “descriminação de gênero”. Ou seja, o verdadeiro comportamento impróprio. Inconformados pela derrota, a extrema direita encomendou um ataque de bots nas redes sociais, com a missão de espalhar o tópico #PaisContraFelipeNeto, que viralizou entre os comentários no Twitter. Segundo o cientista de dados Fábio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo, que analisou o ciclo viral, o ataque cibernético atingiu a média de 20 tuítes por minuto durante a madrugada. Malini identificou o deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) como responsável por criar o tópico. Com essa informação, Felipe Neto escreveu: “O deputado que começou a tag de ataque a minha reputação é o Carlos Jordy. Ele está sendo processado por mim após ter dito publicamente que eu tive ligação com o ataque terrorista na escola de Suzano. Ele criou fake news sem qualquer indício a respeito.” Em abril, o juiz Arthur Eduardo Magalhães Ferreira, da 1ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, determinou a exclusão de uma postagem no Twitter de Jordy que ligava Felipe Neto ao massacre em escola de Suzano, em São Paulo. O processo segue com pedidos de retratação pública e pedido indenizatório. Apesar desse antecedente, Carlos Jordy voltou a atacar Felipe Neto. No post que está sendo apontado como marco zero do surto viral, ele afirmou: “14 mil livros LGBTs distribuídos pelo Felipe Neto na Bienal. Ainda bem que, pelos vídeos, só aparecem militantes adultos pegando o material. Não permitam que seus filhos acessem conteúdo de quem quer que eles vejam material que contrarie suas convicções morais”. Os vídeos a que o deputado se refere registram milhares de adolescentes fazendo filas para receber os livros distribuídos pelo youtuber. Não são “militantes adultos”. Ou seja, trata-se de nova fake news. Mas Jordy não se prende a esse detalhe, pois em outros posts reclama da má influência de Felipe Neto para as crianças. Num dos posts mais claros em sua missão de promover a hashtag do ódio, o deputado afirmou: “#PaisContraFelipeNeto já está nos trending topics do Brasil. Não permitam que seus filhos tenham acesso ao conteúdo imoral desse sujeito que entra em suas casas julgando que pode ensinar a seus filhos a visão sexual e moral de mundo dele.” Outra integrante do PSL, a deputada Carla Zambelli acrescentou: “Felipe Neto retuitou foto com crianças segurando os livros impróprios para a idade. Sem problemas a distribuição para os mais velhos. Mas crianças?” O youtuber respondeu: “E os deputados do PSL seguem sendo o esgoto da política. Nenhuma criança pegou livro sem estar com os pais ou representantes legais. Os livros estavam lacrados. Eles mentem, distorcem, manipulam tudo em prol de sua agenda fascista e doente.” Ele ainda alterou o texto da “biografia” de seu perfil no Twitter para “Orgulhosamente odiado pelos integrantes do PSL”. Procurada pelo UOL, a assessoria de imprensa nacional do PSL disse que o partido não iria se manifestar sobre o caso porque é “impossível responder” sem saber se a acusação é contra o diretório nacional ou estadual da legenda. Além disso, afirmou que iria processar o youtuber e o UOL, caso ligasse os bots ao partido “sem apontar provas e sem esclarecer” contra quem é a acusação. Em reação aos bots, a hashtag #PaisComFelipeNeto começou a bombar. Entre os incentivadores, apareceu até o escritor Paulo Coelho. Mas não foi a única atitude da internet contra a campanha fundamentalista. Para completar, a hashtag do contra foi invadida por posts com fotos de beijos LGBTQIA+ e congratuações ao youtuber, transformando a corrente de ódio numa manifestação coletiva de apoio e amor. Com a dispersão, os bots tentaram emplacar nova hashtag, #FelipeNetoLixo. E o resultado foi o mesmo. “Clica na hashtag #FelipeNetoLixo e a maioria dos posts são a favor dele e contra a censura kkkkkk. Bots derrotados”, escreveu o jornalista Guga Noblat, da rádio Jovem Pan, no Twitter. Sem se dar por vencido, Carlos Jordy passou então a pregar o boicote ao canal do youtube de Felipe Neto. “Um cara que tem 34 milhões de seguidores no YouTube (público infantil) e quer influenciá-los com sua visão de mundo, contrariando as convicções morais dos pais e seu direito de educar seus filhos, é alguém perigoso. Não deixem que seus filhos assistam seus vídeos”, conclamou o político. Recebeu apoio de autodeclarados bolsominions convictos, que já não assistiam ao canal de Felipe Neto. E ajudou a aumentar, nas últimas 24 horas, em mais de 100 mil o número de inscritos no canal do jovem político em ascensão. Uma curiosidade. O cientista de dados Fábio Malini também observou que o PT, principal partido da esquerda brasileira, não se engajou na discussão sobre direitos LGBTQIA+ nem durante a ameaça de censura à Bienal. Houve raras exceções, e ainda assim marginais, como o retuíte de um post (de Marcelo Freixo, do PSOL) sobre o assunto por parte de Fernando Haddad, que não comentou diretamente a polêmica. Em contraste, Manuela d’Ávila (PCdoB), candidata a vice-presidente na chapa de Haddad, publicou vários comentários sobre o tema no fim de semana e até citou nominalmente Felipe Neto em ato de solidariedade. Terceiro colocado nas últimas eleições presidenciais, Ciro Gomes foi ainda mais incisivo ao chamar a tentativa de censura de fascista e em seus elogios à inciativa do youtuber. Já Marina Silva, candidata da Rede, que também é evangélica, foi mais petista que nunca, ignorando o assunto. O branco, o obscuro, é o pró-censura (7%). Contra, a maioria (93%). O Grafo possui 1.327.587 RTs feitos por 425.053 usuários. Ah! Deu branco no maior partido de esquerda do país, o PT, ausente da conversação no Twitter sobre a censura/homofobia de Crivella. pic.twitter.com/OJBmiZPJRB — Fabio Malini (@fabiomalini) September 8, 2019

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie