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    “Druk – Mais uma Rodada” deve ganhar remake com Leonardo DiCaprio

    26 de abril de 2021 /

    Um dia depois de vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional, o dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” teve seu remake americano confirmado. Uma joint venture das produtoras Endeavor Content, Appian Way (de Leonardo DiCaprio) e Makeready adquiriu os direitos para realizar a refilmagem em inglês do longa de Thomas Vinterberg. Endeavour e Makeready vão financiar a produção do filme, que pode ser estrelado… por DiCaprio! A comédia dramática dinamarquesa de Vinterberg foi estrelada por Mads Mikkelsen no papel de um professor do ensino médio que resolve se juntar a outros colegas numa experiência: beber moderadamente para melhorar o humor e a vida. Mas se o projeto dá inicialmente certo, logo dá origem ao abuso, levando-o a enfrentar uma crise de meia-idade alimentada pelo alcoolismo. Vinterberg, que também que co-escreveu “Druk – Mais uma Rodada”, deve participar do remake como produtor executivo. Veja abaixo o trailer do filme original. Mas antes de considerar a possibilidade de comparar DiCaprio e Mikkelsen, vele observar que outros remakes de sucessos internacionais premiados, adquiridos com fanfarra por produtores famosos, nunca saíram do papel, como foram os casos do japonês “Pais e Filhos” (2013), de Hirokazu Koreeda, que teve seus direitos negociados por Steven Spielberg, e o alemão “Toni Erdmann” (2016), de Maren Ade, cuja refilmagem deveria tirar Jack Nicholson da aposentadoria.

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    Mads Mikkelsen busca vingança em trailer de filme de ação

    18 de abril de 2021 /

    A Magnolia Pictures divulgou o pôster e o trailer do thriller dinamarquês “Riders of Justice”, que traz Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”) em busca de vingança. Na trama, Mikkelsen é um militar que volta para casa após a morte da esposa e é visitado por um grupo de ativistas com evidências de que sua perda não foi uma acidente, mas resultado de um atentado à bomba. Juntando-se aos amadores bem intencionados, ele forma um esquadrão de vigilantes para encontrar os extremistas responsáveis e impedir que realizem novos crimes. A direção é de Anders Thomas Jensen (“Entre o Bem e o Mal”) e o elenco também destaca Nikolaj Lie Kaas (da série “Britannia”), Lars Brygmann (“O Gênio e o Louco”), Nicolas Bro (“O Alienista”/”The Alienist”) e a adolescente Andrea Heick Gadeberg (“Daniel”) como filha do protagonista. O filme teve première mundial no Festival de Rotterdã, na Holanda, em fevereiro passado, agradando a crítica com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial vai acontecer em 21 de maio nos EUA, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil. Veja abaixo o trailer os cartazes dinamarqueses e o pôster americano da produção

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    Mads Mikkelsen entra em Indiana Jones 5

    15 de abril de 2021 /

    O ator dinamarquês Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”) entrou no elenco de “Indiana Jones 5”. Seu papel é mantido em segredo, mas Mikkelsen é conhecido em Hollywood por viver vilões, desde Le Chiffre em “007: Cassino Royale” (2006) até Grindelwald no vindouro “Animais Fantásticos 3”, atualmente em produção. O quinto filme de “Indiana Jones” voltará a ser estrelado por Harrison Ford como o arqueólogo aventureiro e terá como novidade a participação da atriz Phoebe Waller-Bridge (“Fleabag”) como protagonista feminina. Em desenvolvimento desde 2015, quando foi anunciado pelo então CEO da Disney, Bob Iger, o filme teve um roteiro inicial recusado. Escrito por David Koepp, o longa seria inicialmente uma continuação direta de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008), do mesmo roteirista. Desde então, o estúdio passou a trabalhar com uma história de Jonathan Kasdan, filho de Lawrence Kasdan – que foi o roteirista do primeiro filme de Indiana Jones, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Pai e filho trabalharam juntos recentemente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Uma mudança ainda maior aconteceu nos bastidores pela dificuldade de Steven Spielberg para conciliar sua agenda de filmagens. O cineasta tem adiado seguidamente os planos dessa produção, sempre priorizando outro filme sobre seu retorno à Indiana Jones. Assim, o quinto longa será o primeiro da franquia sem o diretor original. Em seu lugar, “Indiana Jones 5” será comandado por James Mangold (“Logan”, “Ford vs. Ferrari”). As filmagens devem começar no verão norte-americano (nosso inverno) para um lançamento em julho de 2022.

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    Armie Hammer perde terceiro projeto após denúncias de violência sexual

    29 de março de 2021 /

    O ator Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”) perdeu mais um projeto após mensagens privadas de violência sexual virem à tona. As acusações escalaram para uma denúncia de estupro há duas semanas. Hammer deveria estrelar “Billion Dollar Spy” ao lado do dinamarquês Mads Mikkelsen (“Druk – Mais uma Rodada”), mas não faz mais parte do elenco. A diretora Amma Asante e a produtora Walden Media não comentaram a mudança, que foi noticiada pela revista Variety. Antes de perder este papel, Hammer também alegou ter pedido afastamento do elenco de “Shotgun Wedding”, em que ele contracenaria com Jennifer Lopez, e foi dispensado da série “The Offer”, produção da Paramount Plus sobre os bastidores do filme “O Poderoso Chefão”. Ele também foi dispensado por sua agência de talentos e não tem nenhum projeto profissional agendado, mas completou dois filmes da ex-Fox/Disney antes do escândalo. São eles a superprodução “Morte no Nilo”, continuação do suspense “Assassinato no Expresso do Oriente”, que reúne o ator-diretor Kenneth Brannagh com um grande elenco, e a comédia “Next Goal Wins”, dirigida por Taika Waititi (“Jojo Rabbit”). A Disney já anunciou o adiamento da estreia de “Morte no Nilo” para o ano que vem.

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    Favorito ao Oscar 2021, Druk será lançado em streaming no Brasil

    21 de março de 2021 /

    Com duas indicações ao Oscar 2021, o drama dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” teve sua estreia no Brasil impactada pela pandemia de coronavírus. Com boa parte das salas de cinema fechada no país, o filme de Thomas Vinterberg será lançado na quinta-feira (25/3) de forma simultânea nas poucas salas de cinemas que estiveram abertas e nas muitas plataformas digitais que oferecem locação digital de filmes. Inicialmente, “Druk” tinha previsão de chegar aos cinemas antes de ir para o streaming. “Com a atual situação da saúde pública, os comércios e cinemas estão fechados até o final do mês de março. Adiantamos a chegada do filme nas plataformas digitais para que o público tenha a possibilidade de assistir na data de estreia”, disse o sócio e diretor da distribuidora Vitrine Filmes, Felipe Lopes, responsável pelo lançamento. O filme concorre ao Oscar de Melhor Direção (com Vinterberg) e é favoritíssimo como Melhor Filme Internacional, após vencer o Festival de Londres, o César (o Oscar francês) da categoria e o prêmio de Melhor Filme Europeu, conferido pela Academia Europeia de Cinema. “Druk” marca um reencontro entre Vinterberg e o ator Mads Mikkelsen, após o êxito da pareceria no também premiado “A Caça” (2012). A trama gira em torno de Martin, interpretado por Mikkelsen, professor, marido e pai que já foi brilhante, mas se torna apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica com colegas acadêmicos para testar uma teoria. O favoritismo de “Druk – Mais uma Rodada” é reforçado pela ausência de “Minari”, que venceu o Globo de Ouro e o Critics Choice como Melhor Filme em Língua Estrangeira. O longa de Lee Isaac Chung ficou fora da categoria Internacional por ser uma produção americana, ainda que falada em coreano, e concorre diretamente ao Oscar de Melhor Filme do ano. Veja abaixo, o trailer legendado do drama dinamarquês.

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    Críticos dizem que novos filmes de Tom Holland são “bombas”

    6 de março de 2021 /

    Tom Holland deve encontrar alívio por estar filmando o terceiro filme do Homem-Aranha, porque seus últimos filmes fora da Marvel estão sendo dilacerados pela crítica. Lançado na sexta-feira (5/3) nos cinemas americanos, a sci-fi “Mundo em Caos”, em que ele contracena com Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”), implodiu com míseros 24% de aprovação no Rotten Tomatoes e deve dar enorme prejuízo nas bilheterias. Filmado originalmente em 2017, o filme teve que passar por extensas refilmagens após reações abismais nas exibições de teste. Mas pela repercussão crítica, nem isso salvou sua história. A crítica do jornal The New York Times chamou o filme de “distopia padrão”, a revista Hollywood Reporter apelou para Shakespeare para descrevê-lo como “som e fúria não significando nada de interessante” e o The Boston Herald resumiu que “Rey Skywalker e o Homem-Aranha mereciam um filme melhor do que este.” Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta o primeiro volume da franquia literária homônima de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”) e deveria (mas não vai) originar uma trilogia cinematográfica. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, fazendo com que os pensamentos de todos os homens sejam externados sem controle, o caos se instala, as mulheres desaparecem misteriosamente e um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) se instala no poder. É neste lugar distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. Considerada uma ameaça para os homens, que não conseguem saber o que ela pensa, a jovem tem ajuda de um adolescente (Holland) que nunca viu uma mulher na vida para escapar da política de genocídio. Ao mesmo tempo, sua presença também é sinal de que outras mulheres podem existir além das fronteiras conhecidas. “Mundo em Caos” estreia no Brasil apenas em 8 de abril. Antes disso, já na sexta que vem (12/3) o público brasileiro poderá ver “Cherry”, lançamento da Apple TV+ que reúne Tom Holland com os irmãos Russo, que o escalaram como Homem-Aranha em “Capitão América: Guerra Civil” e o dirigiram em dois blockbusters dos Vingadores. Sem ser tão ruim quanto o outro, “Cherry” também decepcionou quem esperava algo mais desse reencontro, com uma pontuação decepcionante de 38% no Rotten Tomatoes. A CNN descreveu o longa como “um filme irregular”, a revista Radio Times chama o enredo de “previsível” e o ritmo estonteante do filme de “cansativo”, acrescentando que o estilo sobrecarregado adotado pelos Russo não faz nada para melhorar a história. “Dificilmente há um momento em ‘Cherry’ que seja crível, mas o verdadeiro crime do filme é que dificilmente há um momento nele que seja agradável também”, dissecou a revista Variety. “Uma tentativa de ser tudo ao mesmo tempo, o que faz com que não pareça nada”, reclamou o Daily Beast. Ou, na definição do site The Wrap: “Uma história dolorosamente familiar de trauma e vício que muitas vezes parece uma versão cover de filmes antigos e melhores sobre guerra e drogas”. O jornal canadense Globe and Mail foi particularmente cruel: “Tenho quase certeza que, em seus corações, os irmãos Russo sentiam que estavam criando uma resposta forte e artística para aqueles que acreditavam que eles só servem para coreografar destruição criada por computação gráfica. Mas ‘Cherry’? É uma bomba”. A história do longa é real. A produção baseia-se no livro de memórias de Nico Walker, um ex-médico do Exército que voltou do Iraque com estresse pós-traumático, ficou viciado em opiáceos e começou a roubar bancos. Ele foi capturado em 2011 e passou oito anos preso. Os direitos foram adquiridos numa disputa feita por leilão, que incluiu a Warner e a Sony, e levou o autor a usar todos os minutos que tinha disponíveis no telefone da prisão para garantir o seu futuro como milionário. Os Russo venceram a competição pelo fato de também vir de Cleveland como o escritor e terem perdido amigos para o vício, o que lhes fez querer se focar nesse problema como tema de seu primeiro filme após “Vingadores: Ultimato” – a maior bilheteria de cinema de todos os tempos. Vale observar que, apesar das notas muito baixas, o público parece ter gostado dos dois filmes. Veja abaixo a pontuação de crítica e público no Rotten Tomatoes.

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    Druk – Mais uma Rodada vence prêmio de Melhor Filme Europeu do ano

    12 de dezembro de 2020 /

    A Academia Europeia de Cinema (EFA, na sigla em inglês) consagrou “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), novo longa do diretor Thomas Vinterberg, como Melhor Filme Europeu do ano. Grande vencedor da cerimônia de premiação, que aconteceu de forma virtual na tarde deste sábado (12/12), “Druk – Mais uma Rodada” conquistou todos os quatro troféus a que concorria, incluindo ainda Melhor Direção, Roteiro (também de Vinterberg) e Ator (Mads Mikkelsen). O cineasta dinamarquês é um velho frequentador da premiação. Ele já tinha sido consagrado com o Prêmio Descoberta (da Crítica) em 1998 por um de seus primeiros longas, “Festa de Família”, e vencido o troféu de Roteiro por “A Caça”, em 2012. Mas é a primeira vez que leva o troféu principal dos European Awards, bem como o reconhecimento por ter feito a Melhor Direção do ano. Já Mads Mikkelsen venceu seu prêmio após bater na trave três vezes anteriormente. Ele chegou a ser considerado favorito por “A Caça”, após ser premiado no Festival de Cannes pelo papel, mas precisou fazer nova parceria com Vinterberg para ter seu talento reconhecido pela Academia. Um dos filmes mais elogiados de 2020, “Druk – Mais uma Rodada” também já tinha sido premiado no Festival de Londres, San Sebastian e Ghent. A trama gira em torno de Martin, interpretado por Mikkelsen, um tutor, marido e pai que já foi brilhante, mas se tornou apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica para testar uma teoria. A 33ª edição da premiação europeia também destacou a alemã Paula Beer como Melhor Atriz por seu trabalho em “Undine”, três anos após sua primeira indicação (por “Frantz”). Comandado pelo apresentador de TV alemão Steven Gätjen, que apresentou os prêmios em Berlim, com participação remota dos indicados, o evento ainda definiu a produção francesa “Un Triomphe”, de Emmanuel Courcol, como Melhor Comédia do ano, “Collective”, de Alexander Nanau, como Melhor Documentário, e “Josep”, de Aurel, como a Melhor Animação. A maioria dos premiados pela EFA ainda é inédita no Brasil, mas os assinantes da Netflix conhecem bem pelo menos um dos títulos: o terror espanhol “O Poço”, vencedor da categoria de Efeitos Visuais e que deu muito o que falar quando foi lançado em streaming no começo do ano. Veja abaixo a lista completa dos vencedores. Melhor Filme Europeu “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Diretor Europeu Thomas Vinterberg, “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Ator Europeu Mads Mikkelsen, “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Atriz Europeia Paula Beer, “Undine” Melhor Roteirista Europeu Thomas Vinterberg & Tobias Lindholm, “Druk – Mais uma Rodada” Melhor Comédia Europeia “Un Triomphe”, de Emmanuel Courcol Melhor Animação Europeia “Josep”, de Aurel Melhor Documentário Europeu “Collective”, de Alexander Nanau Melhor Curta Europeu “All Cats Are Grey In The Dark”, de Lasse Linder Melhor Fotografia Europeia Matteo Cocco, de “A Vida Solitária de Antonio Ligabue” Melhor Edição Europeia Maria Fantastica Valmori, “Il Varco – Once More Unto the Breach” Melhor Desenho de Produção Europeu Cristina Casali, “The Personal History Of David Copperfield” Melhor Figurino Europeu Ursula Patzak, “A Vida Solitária de Antonio Ligabue” Melhor Cabelo e Maquiagem Europeus Yolanda Pina, Felix Terrero, Nacho Diaz, “La Trinchera Infinita” Melhor Trilha Sonora Europeia Dascha Dauenhauer, “Berlin Alexanderplatz” Melhor Som Europeu Yolande Decarsin, “Pequena Garota” Melhores Efeitos Visuais Europeus Inaki Madariaga, “O Poço” Prêmio EFA para Narrativa Inovadora Mark Cousins, “Women Make Film: A New Road Movie Through Cinema” Descoberta Europeia – Prêmio da Crítica Carlo Sironi, “Sole” Prêmio de Coprodução Eurimages Luis Urbano

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    Mads Mikkelsen entra no lugar de Johnny Depp em Animais Fantásticos 3

    25 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. oficializou a participação de Mads Mikkelsen (o “Hannibal”) em “Animais Fantásticos 3”. O astro dinamarquês foi escalado como o bruxo Gellert Grindelwald no lugar de Johnny Depp, que o estúdio pressionou a se demitir da produção. Depp desempenhou o papel no final do primeiro filme e dominou o segundo, que foi batizado com o nome de seu personagem, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Na época, sua escalação gerou controvérsias e levou o tabloide britânico The Sun a questionar a decisão da Warner de trabalhar com um “espancador de esposa”, referindo-se a insinuações existentes na época do divórcio entre o ator e a atriz Amber Heard. Depp não gostou da frase e decidiu processar o jornal. O processo aconteceu neste ano e o ator perdeu. Ele ainda tentou apelar, mas nesta quarta (23/11) teve a tentativa barrada pela justiça britânica por não haver “uma perspectiva razoável de sucesso” em sua causa. O processo, porém, trouxe à tona vários detalhes pouco lisonjeiros da vida privada de Depp, com fotos, gravações e testemunhos de seu comportamento violento e sua relação desregrada com as drogas e o álcool, que levaram o juiz Andrew Nicol a concluir que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. Após a sentença, a Warner pediu a Depp para desistir do filme e anunciou que estava procurando um novo ator para substituí-lo. Muitos fãs imaginaram voltar a ver Colin Farrell na franquia. Ele apareceu como um disfarce de Grindelwald no primeiro filme, de 2016, mas está atualmente ocupado com as filmagens de “Batman”, onde vive o Pinguim. “Animais Fantásticos 3” tem roteiro de J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores. E o elenco voltará a juntar os intérpretes dos filmes anteriores, incluindo Eddie Redmayne, Jude Law, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol e Ezra Miller – outro envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Após os últimos desdobramentos, a estreia do longa, que estava programada para 12 de novembro de 2021, foi adiada para 15 de julho de 2022.

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    Mundo em Caos: Sci-fi com Tom Holland e Daisy Ridley ganha trailer legendado

    19 de novembro de 2020 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “Mundo em Caos” (Chaos Walking), sci-fi distópica estrelada por Tom Holland (o Homem-Aranha da Marvel) e Daisy Ridley (a Rey de “Star Wars”). Junto com os pôsteres e fotos revelados pelo estúdio americano Lionsgate, o vídeo marca o começo da campanha promocional da produção, após mais de três anos das filmagens originais – a primeira foto oficial veio à tona em 2017! A grande ironia é que, diante do quadro atual, o melhor para o filme seria um atraso maior. Afinal, os planos de estreia – marcada para janeiro – podem ser revistos a qualquer momento, diante do aumento crescente de casos de covid-19. Com direção de Doug Liman (“No Limite do Amanhã”), o filme adapta o primeiro volume da franquia literária homônima de Patrick Ness (autor de “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”) e pode originar uma trilogia cinematográfica. A trama se passa em outro planeta, após a Terra ficar inabitável. Quando um vírus infecta aquela civilização, exterminando as mulheres e fazendo com que os pensamentos de todos os homens sejam externados sem controle, o caos se instala e abre caminho para um autocrata corrupto (Mads Mikkelsen, de “Rogue One”) tomar o poder. É neste lugar distópico que a astronauta vivida por Daisy Ridley vai parar, após sua nave apresentar problemas. Considerada uma ameaça para os homens, que não conseguem saber o que ela pensa, a jovem tem ajuda de um adolescente (Holland) que nunca viu uma mulher na vida para escapar da política de genocídio. Ao mesmo tempo, sua presença também é sinal de que outras mulheres podem existir além das fronteiras conhecidas. O grande elenco de “Mundo em Caos” ainda inclui David Oyelowo (“Selma”), Nick Jonas (“Jumanji: Próxima Fase”), Ray McKinnon (“Mayans FC”), Kurt Sutter (criador de “Sons of Anarchy”), Cynthia Erivo (“The Outsider”), Demián Bichir (“A Freira”) e Óscar Jaenada (“Rambo: Até o Fim”). Até segunda ordem, a estreia deve acontecer em 28 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento do filme nos EUA.

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    Mads Mikkelsen negocia substituir Johnny Depp em Animais Fantásticos 3

    10 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. abriu negociações com o ator dinamarquês Mads Mikkelsen (“Hannibal”) para substituir Johnny Depp na franquia “Animais Fantásticos”. O ator viveria o vilão Gellert Grindelwald no terceiro filme e, caso a produção tenha boa bilheteria, em mais dois longas escritos por J.K. Rowling, a criadora de “Harry Potter”. Depp foi forçado pelo estúdio a pedir demissão após perder uma batalha judicial contra o jornal britânico The Sun, que o descreveu como “espancador de esposa”. O ator processou o jornal para refutar a afirmação, mas o julgamento serviu apenas para piorar a situação, trazendo à tona detalhes desabonadores de seu comportamento durante o casamento com Amber Heard. Ao final, o juiz do caso concordou com a publicação, aceitando 12 dos 14 relatos da ex-esposa de Depp como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens do quinto “Piratas do Caribe”. O ator diz que vai recorrer da sentença para limpar seu nome. Os fãs de “Animais Fantásticos” esperavam que Depp fosse substituído por Colin Farrell, intérprete de um disfarce de Grindelwald em “Animais Fantásticos e Onde Habitam” (2016). Mas Farrell está atualmente envolvido em outra produção da Warner: o novo filme de “Batman”, em que vive o vilão Pinguim. As filmagens do terceiro longa começaram em 20 de setembro em Londres com direção de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter”, que assinou os dois longas anteriores. Após a troca de antagonista e os atrasos na produção, devido à pandemia de coronavírus, os planos para a estreia foram alterados, culminando num adiamento para 15 de julho de 2022 nos EUA.

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    Druk – Mais uma Rodada: Drama de Thomas Vinterberg vence o Festival de Londres

    18 de outubro de 2020 /

    A organização do Festival de Londres anunciou os vencedores de seus prêmios neste domingo (18/10), eleitos por meio do voto popular. O drama dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), de Thomas Vinterberg, levou para casa o prêmio principal da competição. O filme marca um reencontro entre o cineasta e o ator Mads Mikkelsen, após o também premiado “A Caça” (2012). A trama gira em torno de Martin, interpretado por Mikkelsen, um tutor, marido e pai que já foi brilhante, mas se tornou apenas uma sombra de si mesmo após embarcar numa jornada alcoólica para testar uma teoria. “Obrigado ao público do Festival de Cinema de Londres por trazer este prêmio para nós. Estamos muito orgulhosos de receber isso do público britânico, é uma grande honra. Mas ficamos tristes por não podermos estar aí pessoalmente”, disse o diretor, por meio de videoconferência, sobre seu prêmio. Exibido no Festival de Toronto, o drama de Vinterberg também foi premiado no Festival de San Sebastian. O público também elegeu “The Painter and the Thief” como Melhor Documentário. O longa de Benjamin Ree detalha o vínculo incomum entre um pintor tcheco e o norueguês que roubou duas de suas obras. Já o júri do evento deu o prêmio Star of Tomorrow para a diretora estreante Cathy Brady por seu trabalho em “Wildfire”. “’Wildfire’ é uma história convincente, contada com habilidade e diferente de tudo que tínhamos visto no cinema britânico antes. Cathy tece uma história íntima e emocionalmente rica de duas irmãs elegantemente enquadradas em um cenário mais amplo e politicamente carregado, ela diz muito sem dizer muito”, disse a atriz Michaela Coel ao anunciar o prêmio para o filme. “Ótimos filmes fazem você pensar e tirá-lo da sua zona de conforto, da melhor maneira que ‘Widlfire’ é deliciosamente desconfortável!”. Veja abaixo os trailers de “Another Round”, “The Painter and the Thief” e uma cena de “Wildfire”.

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    Mads Mikkelsen vira alcoólatra no trailer do novo drama de Thomas Vinterberg

    9 de junho de 2020 /

    “Druk – Mais uma Rodada” (Another Round), novo filme do dinamarquês Thomas Vinterberg (“Kursk – A Última Missão”, “A Comunidade”), ganhou seu primeiro trailer americano (isto é, com legendas em inglês). A produção volta a juntar o diretor e o ator Mads Mikkelsen, que fizeram juntos o excepcional “A Caça”, pelo qual Mikkelsen venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes. A trama explora os efeitos do álcool, a partir de uma experiência realizada por um grupo de amigos. Inspirados pela teoria de um filósofo norueguês que afirma que o homem nasce com um nível de álcool muito baixo no sangue, esses amigos, todos professores com o desejo de escapar da rotina diária, começam a experimentar grandes quantidades de álcool para ver se conseguem melhorar suas capacidades profissionais. A princípio bem-sucedida, logo a experiência se degenera, com o vício e o aumento do consumo dos envolvidos. Vinterberg planeja esse filme há pelo menos oito anos. Em 2012, quando lançou justamente “A Caça”, ele mencionou seu plano de filmar uma “celebração ao álcool”. “Os britânicos venceram uma guerra mundial com Churchill sempre bêbado. É minha convicção que você pode aprofundar a sua vida com o álcool. Mas, claro, acaba-se por morrer disso”, disse o cineasta ao jornal The Telegraph na ocasião. Além de Mads Mikkelsen, o elenco de “Druk – Mais uma Rodada” reúne Thomas Bo Larsen (“A Onda”), Lars Ranthe e Magnus Millang (ambos de “A Comunidade”) como o grupo de amigos etílicos. A estreia está marcada para setembro na Dinamarca e ainda não há previsão de lançamento no resto do mundo.

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    Death Stranding ganha trailer dublado em português

    13 de novembro de 2019 /

    O aguardado videogame “Death Stranding” ganhou um trailer em português para o lançamento do jogo, já disponível no Brasil. A prévia destaca o realismo e a enorme quantidade de detalhes da produção, mas, entre as cenas cinematográficas, também há mostras da jogabilidade, quase que para provar que não se trata de um filme. Afinal, a produção tem visual e elenco de cinema. A lista de astros que estrelam o jogo, transformados em animação gráfica realista, inclui Norman Reedus (série “The Walking Dead”), Mads Mikkelsen (“Rogue One”), Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”), Margaret Qualley (“The Leftovers”), os cineastas Guillermo del Toro (“A Forma da Água”), Nicolas Winding Refn (“Demônio de Neon”) e até a atriz Lindsay Wagner, que, rejuvenescida digitalmente, volta a ter a aparência que os fãs lembram da série clássica “A Mulher Biônica” (1976-78). “Death Stranding” é a nova obra do gênio dos games Hideo Kojima, um dos cérebros por trás do sucesso da empresa japonesa Konami, criador do fenômeno “Metal Gear Solid” e reconhecido como o primeiro grande autor do universo dos games. Ele trabalha em “Death Strandling” desde que saiu da Konami em 2015 para lançar sua própria empresa, Kojima, tendo revelado a primeira prévia há três anos. Já na época era impressionante. O curioso é que a premissa de “Death Strandling” é propositalmente vaga, tanto que algumas cenas do novo vídeo surpreendem pelas situações inesperadas. Segundo a sinopse, o tema é o relacionamento entre as pessoas e a importância de se criar conexões uns com os outros. O protagonista Sam, interpretado por Norman Reedus, tem a complexa tarefa de restabelecer uma América devastada. A relação entre a vida e a morte também é um tema bastante explorado e adiciona um tom sobrenatural à experiência. Apesar disso, de acordo com o vídeo abaixo, o jogo pode ser resumido na missão de salvar bebês de proveta desse futuro pós-apocalíptico. O game foi disponibilizada para o PlayStation 4 na sexta (8/11) e ganhará lançamento para PC em 2020.

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