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  • Filme

    Gal Gadot vai dublar uma personagem da animação WiFi Ralph: Quebrando a Internet

    10 de agosto de 2018 /

    A atriz Gal Gadot (a “Mulher-Maravilha”) vai dublar uma personagem na nova animação da Disney, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, continuação do sucesso “Detona Ralph”. Ela própria contou a novidade no Twitter, compartilhando uma foto da personagem – que parece com a atriz. Veja acima. “Estou tão animada por finalmente poder anunciar que estou interpretando uma personagem chamado Shank em ‘WiFi Ralph’ da Disney”, ela escreveu. “Foi uma experiência muito incrível fazer parte deste projeto, com um elenco e equipe tão maravilhosos”, completou. Sua personagem fará parte de um jogo on-line visitado pelos personagens principais do filme, intitulado “Slaughter Race”. Segundo o Deadline, Ralph e Vanellope encontram Shank, uma piloto de corrida de rua durona, em uma de suas primeiras paradas pelo mundo da internet. Vale lembrar que Gadot já viveu uma piloto de rua na franquia “Velozes e Furiosos”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Entre outors personagens, Vanellope encontrará as princesas encantadas da Disney num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. I’m so excited to finally announce that I am playing a character named Shank in Disney’s #RalphBreaksTheInternet hitting theaters this November! Such an amazing experience to be apart of this project with such great creators and cast! Welcome to Slaughter Race! ??? pic.twitter.com/MxLuWFPJ0L — Gal Gadot (@GalGadot) 10 de agosto de 2018

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  • Filme

    Foto de WiFi Ralph mostra as Princesas da Disney como nunca foram vistas antes

    9 de agosto de 2018 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou uma nova imagem da animação “WiFi Ralph”, que mostra as princesas Disney como o público nunca tinha visto antes: “desmontadas”. Elas aparecem sem tiaras, vestidos longos e sapatinhos de cristal, relaxando de moletons, camisetas, shorts, jeans e tênis. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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  • Filme

    J.J. Abrams anuncia começo de filmagens de Star Wars: Episódio IX com homenagem a Carrie Fisher

    3 de agosto de 2018 /

    As filmagens de “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título oficial, já começaram. O cineasta J.J. Abrams divulgou a primeira foto do set no Twitter, inaugurando sua conta na rede social. Embora desfocada e pouca reveladora, a imagem lhe permitiu prestar sua homenagem à atriz Carrie Fisher, ao criador da franquia George Lucas e ao diretor que o precedeu na saga, Rian Johnson. “É agridoce começar esse próximo capítulo sem Carrie, mas graças ao nosso extraordinário elenco e equipe, estamos prontos. Sou grato a Rian Johnson e quero deixar um agradecimento especial a George Lucas por criar esse incrível mundo e começar a história da qual todos nós somos sortudos por fazer parte,” escreve o diretor. Veja abaixo. A participação de Carrie Fisher foi confirmada na semana passada, junto da divulgação do elenco completo da produção, graças à existência de cenas inéditas, filmadas para a produção de “O Despertar da Força”, que acabaram ficando de fora do filme lançado no final de 2015. A atriz morreu aos 60 anos repentinamente em dezembro de 2016, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo entre Londres e Los Angeles, justamente quando estava retomando a carreira com a franquia “Star Wars”. Sua participação seria importante na conclusão da nova trilogia, mas a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, tinha dito que não pretendia forçar sua inclusão na história por meio de animação computadorizada. Quem também voltará, apesar de ter aparentemente morrido em cena de “Os Últimos Jedi”, é Mark Hamill, intérprete de Luke Skywalker. Além disso, a produção também resgatará o personagem Lando Calrissian, que voltará a ser interpretado por Billy Dee Williams, seu intérprete nos anos 1980 – nos filmes “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). Com roteiro de Abrams e Chris Terrio (“Batman vs Superman”), “Star Wars: Episódio IX” só chegará aos cinemas em dezembro de 2019. Bittersweet starting this next chapter without Carrie, but thanks to an extraordinary cast and crew, we are ready to go. Grateful for @rianjohnson and special thanks to George Lucas for creating this incredible world and beginning a story of which we are lucky to be a part. #IX pic.twitter.com/FOfnGwVut5 — JJ Abrams (@jjabrams) 1 de agosto de 2018

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  • Filme

    Carrie Fisher e Mark Hamill são confirmados em Star Wars: Episódio IX

    28 de julho de 2018 /

    A atriz Carrie Fisher voltará a interpretar a Princesa/General Leia uma última vez nos cinemas, informou a Lucasfilm na sexta-feira (27/7). Ela vai aparecer em “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido, por meio de cenas inéditas, filmadas para a produção de “O Despertar da Força”, que acabaram ficando de fora do filme lançado no final do ano passado. “Nós amamos desesperadamente Carrie Fisher”, disse o diretor JJ Abrams, responsável pelo “Episódio IX”, em comunicado. “Encontrar um final satisfatório para a conclusão da saga Skywalker sem ela é ilusão. Jamais iria escalar outra atriz ou usar computação gráfica. Com o apoio de sua filha, Billie, nós encontramos uma forma de honrar o legado de Fisher como Leia no Episódio XI, usando gravações nunca antes vistas que fizemos para ‘Episódio VIII’ (O Despertar da Força)”. Carrie Fisher morreu aos 60 anos repentinamente em dezembro de 2016, depois de sofrer um ataque cardíaco durante um voo entre Londres e Los Angeles, quando estava retomando a carreira com a franquia “Star Wars”. Ela era a última integrante do trio original de protagonistas humanos da franquia que não tinha morrido na trama. Mas a produtora Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, tinha dito que não pretendia forçar sua inclusão na história por meio de animação computadorizada. Apesar disso, a atriz chegou a ser recriada digitalmente para a cena final de “Rogue One” (2016), que mostrava sua versão jovem. Ela ainda estava viva e aprovou o resultado. A Lucasfilm também anunciou que Mark Hamill voltará ao personagem Luke Skywalker, que, aparentemente, tinha morrido no filme anterior. E confirmou que Billy Dee Williams retomará o papel de Lando Calrissian, que ele interpretou em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983). “Star Wars: Episódio IX” começará a ser filmado em 1º de agosto e sua estreia está prevista para 19 de dezembro de 2019 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Trailer revela resgate de Star Wars: The Clone Wars, primeira série do serviço de streaming da Disney

    23 de julho de 2018 /

    A Lucasfilm divulgou de surpresa o pôster e o trailer de série mais festejado da San Diego Comic-Con. E que surpresa: o vídeo revela a retomada de “Star Wars: The Clone Wars” após hiato de quatro anos, e com um hashtag para comemorar o “salvamento” da atração, tirada do ar no Cartoon Network após a Disney comprar o estúdio. A prévia é repleta de clones e easter eggs, além de voltar a reunir os protagonistas Obi Wan Kenobi, Anakin Skywalker, Ahsoka Tano e o Capitão Rex. O anúncio do revival coincide com a celebração dos dez anos de estreia da série original, multipremiada com o Emmy Awards. O resgate tem a intenção de concluir a trama, que tinha ficado incompleta. Vale lembrar que o “cancelamento” foi iniciativa da Disney, para evitar que uma produção do cânone de “Star Wars” – situada entre os filmes “Ataque dos Clones” (2002) e “A Vingança dos Sith” (2005) – , rendesse audiência para o Cartoon Network, integrante do conglomerado Warner e rival do canal Disney XD. Mas o mesmo comunicado que informou a interrupção abrupta, também avisava que havia planos de retomar a história em outro local. A série voltará em 12 episódios inéditos, produzidos por Dave Filoni, responsável pela produção original, e com visual ligeiramente aprimorado. E será exibida no serviço de streaming da Disney. Isto mesmo. O trailer de “Star Wars: The Clone Wars” é o primeiro vislumbre de conteúdo exclusivo da aguardada plataforma, que será lançada em 2019 para concorrer com a Netflix. Por conta disso, a data de estreia da atração ainda não está definida, mas ela deve ser disponibilizada junto com o lançamento do serviço.

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    Billy Dee Williams vai voltar a viver Lando Calrissian em Star Wars

    10 de julho de 2018 /

    O último dos rebeldes originais vai voltar à luta. Billy Dee Williams teve seu retorno confirmado a uma galáxia muito distante. O ator voltará a interpretar Lando Calrissian, papel que consagrou em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), no desfecho da nova trilogia, “Star Wars: Episódio IX”. Nos últimos anos, Williams voltou ao viver Calrissian em várias séries de desenhos animados e videogames. O personagem é uma dos mais populares no universo de Star Wars e apareceu de uma forma importante no prólogo “Han Solo: Uma História Star Wars” neste ano, em versão jovem interpretada por Donald Glover. Ainda sem título oficial, o “Episódio IX” é o próximo da franquia espacial e será dirigido por J.J. Abrams, que comandou “Star Wars: O Despertar da Força”. O filme voltará a reunir Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac e Adam Driver, entre outros, e recentemente anunciou Keri Russell (da série “The Americans”) como uma das novas adições ao elenco. A estreia está marcada para 19 de dezembro de 2019 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Lucasfilm teria suspendido todos os spin-offs de Star Wars

    20 de junho de 2018 /

    A Lucasfilm teria suspendido a produção de novos spin-offs da saga “Star Wars”, após o desempenho decepcionante de “Han Solo: Uma História Star Wars”. A desculpa oficial é que o estúdio pretende focar todos os seus esforços no “Episódio 9”, ainda sem título oficial, que chega aos cinemas apenas no final de 2019. Segundo o site Collider, os filmes solos de Obi-Wan Kenobi e de Boba Fett, que deveriam ser produzidos paralelamente ao final da terceira trilogia, serão deixados de lado. Oficialmente, porém, as duas produções jamais foram confirmadas pela Lucasfilm, embora discussões com elenco, diretores e roteiristas alimentassem especulações de bastidores. O site The Hollywood Reporter já tinha ligado o diretor Stephen Daldry (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) ao filme de Obi-Wan Kenobi, que deveria ser novamente vivido por Ewan McGregor, e James Mangold (“Logan”) ao longa de Boba Fett. “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016) foi o primeiro filme paralelo da saga e rendeu mais de US$ 1 bilhão nos cinemas mundiais. Mas o segundo, “Han Solo”, foi marcado por problemas de bastidores, com demissão e substituição de diretores em meio às filmagens, e após um mês em cartaz conseguiu apenas US$ 343 milhões de bilheteria. As novas produções oficialmente confirmadas são duas trilogias separadas, uma delas criada por Rian Johnson (diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e a outra pela dupla David Benioff e DB Weiss, responsáveis pela série “Game of Thrones”. Mas estes projetos nem sequer tem previsão de estreia. “Star Wars: Episódio 9” é o único filme da saga com lançamento marcado. A conclusão da terceira trilogia espacial será dirigida por J.J. Abrams, que assinou o maior sucesso da franquia, “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A estreia vai acontecer em dezembro de 2019.

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    WiFi Ralph: Vanellope foge de stormtroopers e encontra princesas da Disney no novo trailer dublado

    4 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou um novo pôster e o trailer dublado de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph” (2012), que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney após ser perseguida por stormtroopers de “Star Wars”. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Destaque do trailer, 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Outro detalhe do trailer mostra os personagens discutindo o título da produção. Nos Estados Unidos, assim como quase aconteceu no Brasil, o filme vai se chamar “Detona Ralph 2: Ralph Quebra a Internet”, repetindo duas vezes o nome do protagonista, o que torna o título maior do que o necessário. O mercado internacional não gostou. Assim, a animação virou “WiFi Ralph” no Brasil. Mais curto, o nome definitivo inverte a (i)lógica da titulagem nacional, que costuma batizar lançamentos com títulos duas, três até quatro vezes maiores que os originais – “Little Fockers” (2010) virou “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, por exemplo. O detalhe é que o Brasil não foi o único país a adotar “WiFi Ralph”. Além disso, na França a continuação virou “Ralph 2.0”. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil. Confira também abaixo o trailer em inglês com as vozes das princesas originais, que não foi disponibilizado com legendas.

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  • Filme

    Vanellope encontra princesas da Disney em imagem da continuação de Detona Ralph

    1 de junho de 2018 /

    A Disney divulgou uma nova imagem de “WiFi Ralph”, continuação de “Detona Ralph”, que mostra Vanellope em meio às princesas das animações da Disney. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Emilia Clarke diz que Ron Howard “salvou” Han Solo

    27 de maio de 2018 /

    Emilia Clarke assumiu sua felicidade pela substituição dos diretores demitidos de “Han Solo: Uma História Star Wars”, Phil Lord e Chris Miller, pelo cineasta Ron Howard. Em entrevista para a revista Vanity Fair, ela alega que o veterano diretor, vencedor do Oscar por “Uma Mente Brilhante” (2001), “salvou” a produção. “Salve Kathy [Kennedy] por contratar Ron.” Ela também inclui o que pode ser considerado uma crítica sutil aos ex-diretores: “Eu lutei muito com Qi’ra”, disse Clarke sobre sua personagem. “Eu reclamava, tipo: ‘Vocês todos precisam parar de me dizer que ela é ‘film noir’, porque isso não é uma explicação’.” Não é complicado presumir que “vocês todos” em questão são Lord e Miller. “Quando se trata dessa quantidade de dinheiro, você quase espera que isso aconteça”, acrescentou Clarke sobre a demissão da dupla na metade das filmagens. “O dinheiro ferra tudo, não é? Há muita pressão. Han Solo é um personagem muito amado. Este é um filme realmente importante para a franquia como um todo. É uma tonelada ferrada de dinheiro. Uma quantidade ferrada de gente. Uma tonelada ferrada de expectativas”, resumiu, com um vocabulário um pouco mais, digamos, explícito. “Han Solo: Uma História Star Wars” estreou na quinta-feira no Brasil, mas os primeiros resultados já apontam que seu lançamento mundial não repetirá as bilheterias dos filmes mais recentes da saga espacial.

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    Han Solo mostra que “fan service” é pouco para sustentar um filme

    26 de maio de 2018 /

    Han Solo conhecendo Chewbacca? Confere. Han e Chewie entrando na Millennium Falcon pela primeira vez? Confere. A Millennium Falcon fazendo o Percurso de Kessel em menos de 12 parsecs? Tudo lá! Só faltou inspiração para o diretor Ron Howard e os roteiristas Lawrence e Jonathan Kasdan entregarem uma aventura empolgante e surpreendente em “Han Solo: Uma História Star Wars”. Afinal, era o que um dos personagens mais adorados da saga criada por George Lucas merecia. Mas esse filme de origem não combina com ele. Não se deve culpar Alden Ehrenreich, porque o garoto faz um trabalho competente emulando trejeitos e o espírito do contrabandista e mercenário eternizado por Harrison Ford. E não se limita a imitá-lo, esforçando-se para entregar sua própria versão de um jovem Han Solo anos antes de encontrar Luke Skywalker, Obi-wan Kenobi, C-3PO e R2-D2 numa certa cantina em Tatooine. Alden é um novo Han e consegue fazer o público aceitar o personagem numa versão diferente da eternizada por Harrison Ford. O processo é similar à aprovação de Roger Moore, Pierce Brosnan ou Daniel Craig num papel que nasceu e entrou para a história do cinema com Sean Connery. Enfim, mérito do ator. O problema de “Han Solo: Uma História Star Wars” é a impressão de que Lawrence Kasdan – autor dos textos de “O Império Contra-Ataca”, “O Retorno de Jedi” e “O Despertar da Força” – entrou nessa pela grana, quando ele mesmo demonstrou em entrevistas que estava de saco cheio de “Star Wars”. Teve a companhia do filho, Jonathan Kasdan, para escrever o filme. Mas, diante do resultado, fica clara a razão pela qual Phil Lord e Chris Miller, os diretores demitidos no meio das filmagens, entraram em colisão com o veterano roteirista e acabaram defenestrados pela Lucasfilm. Responsáveis por “Tá Chovendo Hambúrguer”, “Uma Aventura Lego” e a versão cinematográfica de “Anjos da Lei”, Lord e Miller nasceram da comédia. Lawrence Kasdan é bem mais sério e um talento consagrado de um cinema mais classudo, operístico. E isso não combina muito com o estilo de Han Solo, quando ele ainda não conheceu elementos dramáticos mais grandiosos, como o amor verdadeiro, a nobreza dos jedi, a mística em torno da Força e o sacrifício exigido por uma guerra. É provável que Lord e Miller tenham tentado quebrar o gelo e imprimir um tom menos sisudo. Isso não quer dizer que a intenção era avacalhar e deixar Solo com cara de bobo, afinal devem ser fãs de “Star Wars”, como todo diretor de sua geração. Mas, provavelmente, a dupla percebeu que o filme podia ser, no mínimo, mais divertido, e com isso mais eletrizante e, por que não, emocionante. Coisa que o substituto, Ron Howard, não fez. Porque o tom de “Han Solo” é frio, lento e, por vezes, sonolento. O filme, não o personagem. A verdade é que o protagonista passa a sensação de estar em outro filme. Assim como Donald Glover como o jovem Lando Calrissian, que honra o personagem interpretado por Billy Dee Williams na trilogia original, mas tem pouco tempo para fazer algo inesperado – embora isso seja exatamente que se espera de Donald Glover. Como sempre, Ron Howard entrega o que pediram. Respeitou 100% o Kasdan pai e a amiga e presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy, que lhe confiou seu produto. Sim, essa é a palavra que define “Han Solo: Uma História Star Wars”: produto. Mas se Howard ficar para possíveis sequências, afinal Alden Ehrenreich assinou para três filmes, talvez tenha como pedir um texto mais leve e inspirado, para entregar finalmente um filme de verdade, porque é um cineasta que sabe como se faz. E uma nova abordagem é inevitável, pois Lawrence Kasdan admitiu que esta foi sua última contribuição para “Star Wars”. É aquela velha história: “Han Solo” reafirma que filme não se faz somente com fan service. É preciso paixão aliada à habilidade de se contar uma história que, aqui, foi concebida como uma lista de “eventos” que precisavam ser mostrados e ficou muito difícil para Howard sair disso. É um filme tão errado que nem mesmo há um vilão – o que não é uma regra, mas neste caso a trama precisava desesperadamente de um (mesmo que fosse um vilão patético). Assim como era necessário ver uma cena de ação decente, capaz de tirar a situação do marasmo. Elas existem, mas são modorrentas quando temos um protagonista aficcionado por velocidade numa década em que o cinema nos deu algo como “Mad Max: Estrada da Fúria”. Em vez disso, “Han Solo” tem muito falatório, flerta superficialmente com política e aposta tudo em referências da saga para os fãs mais ardorosos. A estranheza aumenta com relação à abordagem cinematográfica da produção. Desde que a Disney comprou a Lucasfilm, “Star Wars” explorou cenários e planos abertos, gigantescos, uma herança da câmera de Peter Jackson em “O Senhor dos Anéis”, que tem os filmes mais influentes do século e poucos notaram. É só reparar o olhar épico, que preenche toda a tela em “O Despertar da Força”, “Os Últimos Jedi” e até mesmo no problemático “Rogue One”. Mas isso não acontece com “Han Solo”. Como o filme é o mais caro de todos da saga, não se trata de restrição orçamentária, mas de opção assumida por planos mais fechados e cenas em ambientes internos. Talvez Howard quisesse homenagear a “simplicidade” que a produção do primeiro “Guerra nas Estrelas”, lançado em 1977, deve sugerir hoje em dia. Mas se o clássico de George Lucas é atemporal, “Han Solo” parece querer ser simplesmente antigo. Com tantos senões, é bom deixar claro que “Han Solo” não é ruim como outros lançamentos da saga espacial. Não há momentos constrangedores de envergonhar os fãs, como Anakin Skywalker (Hayden Christensen) se equilibrando num boi e dando frutinha na boca de Padmé (Natalie Portman), em “Ataque dos Clones”, ou Jar Jar Binks fazendo palhaçadas em “A Ameaça Fantasma”. Mas também não há uma cena que empolgue, embora haja uma surpresa no finalzinho, que parece deslocada neste ponto da saga, a ponto de parecer plantada para uma continuação – e, com isso, afetar não só o futuro da série, mas também seu passado. A curiosidade despertada por esta aparição inesperada é o que “Han Solo” deveria ter provocado no restante do filme. Surpresa, emoção, ansiedade. Infelizmente, o filme se contenta em ser a versão de cinema da wikipedia do protagonista. O encontro com Chewie, o jogo com Lando, a Millennium Falcon, etc. Mas precisava MESMO explicar o sobrenome do personagem?

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    Diretor de Logan filmará “uma história de Star Wars” de Boba Fett

    25 de maio de 2018 /

    O diretor James Mangold, responsável por “Logan”, vai comandar o próximo spin-off da franquia “Star Wars”, que será focado em Boba Fett, o caçador de recompensas espacial. Embora a Lucasfilm e a Disney não tenham feito um anúncio oficial, fontes da revista The Hollywood Reporter informaram que o diretor co-escreverá o roteiro com Simon Kinberg, que também produzirá o longa. Os dois já trabalharam juntos em “Logan”, filme de super-herói produzido pelo primeiro, que rendeu a Mangold uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado – dividida com Michael Green e Scott Frank. Boba Fett foi apresentado em “O Império Contra-Ataca”, de 1980, e rapidamente se tornou um personagem querido pelos fãs, apesar do papel relativamente pequeno e da qualificação como um dos vilões da trama. Na trilogia que serviu de prólogo para a saga, George Lucas mostrou a origem do caçador de recompensas, dando ainda mais destaque para ele. Mas as principais histórias do personagem foram originadas no chamado “universo expandido”, publicadas em livros e quadrinhos que não são oficialmente reconhecidos como integrantes do cânone oficial. Além desse projeto, a Lucasfilm estaria desenvolvendo spin-offs centrados em outros personagens, como Obi-Wan Kenobi. Stephen Daldry (“Trash: A Esperança Vem do Lixo”) é quem estaria em negociações para dirigir o longa do mentor de Luke Skywalker.

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    Vídeo de bastidores revela grandiosidade da produção do filme de Han Solo

    21 de maio de 2018 /

    A Disney divulgou um novo vídeo legendado de “Han Solo: Uma História Star Wars”, que desvenda os bastidores da produção em toda a sua grandiosidade, flagrando filmagens e trazendo comentários não apenas do diretor e do elenco, mas da equipe técnica. Entre outras coisas, o vídeo revela que “Han Solo” é o filme com mais figurinos diferentes de toda a saga “Star Wars”, além de contar com cenários e naves realistas, e menos efeitos computadorizados do que se imagina. Totalmente diferente das produções da saga “Star Wars”, a trama de “Han Solo” é um prólogo que antecede a rebelião, portanto é o primeiro filme da franquia a mostrar como era a vida há muito tempo, numa galáxia distante, sob o domínio do Império. A prévia também enfatiza o design ambicioso – e sombrio – de diferentes planetas, alienígenas, robôs e naves. “Han Solo: Uma História Star Wars” tem roteiro do veterano Lawrence Kasdan (“O Império Contra-Ataca”) e de seu filho Jon Kasdan (“A Primeira Vez”), e Ron Howard assina a direção final, após a demissão da dupla Christopher Miller e Phil Lord (“Anjos da Lei”) pela Lucasfilm, no meio das filmagens. A estreia está marcada para quinta, dia 24 de maio, no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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