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    Ennio Morricone (1928 – 2020)

    6 de julho de 2020 /

    O grande compositor Ennio Morricone, criador de trilhas sonoras inesquecíveis, morreu nesta segunda-feira (6/7) em Roma aos 91 anos, por complicações de uma queda sofrida na semana passada. Ele teve uma carreira de quase 70 anos como instrumentista e 60 anos como compositor de obras para o cinema, TV e rádio. Suas músicas acompanharam mais de 500 filmes, venderam cerca de 70 milhões de discos e criaram a identidade sonora de gêneros inteiros, como o spaghetti western, também conhecido como “bangue-bangue à italiana”, o giallo ultraviolento, os filmes americanos de máfia e reverberaram por toda a indústria cinematográfica italiana. “O Maestro”, como era conhecido, nasceu em 10 de novembro de 1928 em uma área residencial de Roma. Seu pai, Mario, tocava trompete, e este foi o primeiro instrumento que o jovem aprendeu a tocar. Graças a essa convivência, ele começou a compor músicas aos 6 anos. Quando tinha cerca de 8 anos, Morricone conheceu seu grande parceiro, o cineasta Sergio Leone, no ensino fundamental. Os dois voltaram a se encontrar duas décadas mais tarde para fazer História. O jovem Morricone começou a carreira compondo músicas para dramas de rádio, ao mesmo tempo em que tocava numa orquestra especializada em trilhas para filmes. “A maioria era muito ruim e eu acreditava que poderia fazer melhor”, disse ele numa entrevista de 2001. Ele trabalhou com Mario Lanza, Paul Anka, Charles Aznavour, Chet Baker e outros como arranjador de estúdio na gravadora RCA e com o diretor Luciano Salce em várias peças. Quando Salce precisou de uma trilha para seu filme “O Fascista” (1961), lembrou do jovem e deu início à carreira de compositor de cinema de Morricone. Depois de alguns filmes, Morricone reencontrou Leone, iniciando a lendária colaboração. O primeiro trabalho da dupla, “Por um Punhado de Dólares” (1964), marcou época e estabeleceu um novo patamar no gênero apelidado de spaghetti western – além de ter lançado a carreira de Clint Eastwood como cowboy de cinema. Os dois assinaram com pseudônimos americanos, e muita gente realmente acreditou que se tratava de uma produção de Hollywood, tamanha a qualidade. Ao todo, Morricone e Leone trabalharam juntos em sete filmes, dos quais o maestro considerava “Era uma Vez no Oeste” (1968) a obra-prima da dupla. O segredo da combinação é que Leone pedia para Morricone compor as músicas antes dele filmar, usando-a como elemento narrativo, muitas vezes dispensando diálogos. Nesta fase, ele também inaugurou duradouras parcerias com Bernardo Bertolucci e Pier Paolo Pasolini. Do primeiro, compôs a trilha de “Antes da Revolução” (1964), mas só retomou as colaborações na década seguinte. Já com o segundo, foi fundo na cumplicidade do período mais controvertido do diretor, embalando clássicos que desafiaram a censura, como “Teorema” (1968), “Orgia” (1968), “Decameron” (1971), “Os Contos de Canterbury” (1972) e “As Mil e Uma Noites” (1974). Serviu até de consultor musical para o mais ultrajante de todos, “Salò, ou os 120 Dias de Sodoma” (1975), proibidíssimo e talvez relacionado ao assassinato nunca resolvido do diretor naquele ano. Fez também muitas comédias picantes e uma profusão de obras sobre crimes e gângsteres de especialistas como Alberto Martino e Giuliano Montaldo. A verdade é que, no começo da carreira, Morricone chegava a compor até 10 trilhas por ano, entre elas composições de clássicos como “De Punhos Cerrados” (1965), de Marco Bellochio, e “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo. E o sucesso dos westerns de Leone – como “Por uns Dólares a Mais” (1965) e “Três Homens em Conflito” (1966), igualmente estrelados por Clint Eastwood – , aumentou muito mais a procura por seus talentos. Sua música não só ressoava em dezenas de filmes, como os demais compositores tentavam soar como ele, especialmente os que musicavam westerns italianos. Morricone ainda deixou sua marca num novo gênero, ao assinar a trilha de “O Pássaro das Plumas de Cristal” (1970), de Dario Argento, considerado o primeiro giallo, uma forma de suspense estilizada e sanguinária, que geralmente envolvia um serial killer e mortes brutais. Confundindo-se com a tendência, fez trilhas para outros giallos famosos, como “O Gato de Nove Caudas” e “Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza”, ambos de Argento, além de “O Ventre Negro da Tarântula” e “Uma Lagartixa num Corpo de Mulher”, só para citar trabalhos feitos num período curto. As trilhas destes quatro filmes foram criadas em 1971, simultaneamente a uma dezena de outras, entre elas partituras de pelo menos três clássicos, “Decameron”, de Pier Paolo Pasolini, “Sacco e Vanzetti”, de Giuliano Montaldo, e “A Classe Operária Vai para o Paraíso”, de Elio Petri, sem esquecer uma nova colaboração com Leone, “Quando Explode a Vingança”. Para dar ideia, ele chegou a recusar o convite para trabalhar em “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick, porque não daria conta. Requisitadíssimo, Morricone assinou as trilhas da franquia “Trinity”, que popularizou a comédia western italiana e virou fenômeno de bilheteria mundial, e começou a receber pedidos de produções francesas – teve uma forte parceria com o cineasta Henri Verneuil em thrillers de Jean-Paul Belmondo – e alemãs. Quando Clint Eastwood retornou aos EUA, convocou o maestro a fazer sua estreia em Hollywood, assinando a música de seu western “Os Abutres Têm Fome” (1970), dirigido por Don Siegel. Mas foi preciso um terror para que se estabelecesse de vez na indústria americana. Morricone tinha recém-composto a trilha do épico “1900” (1976), de Bernardo Bertolucci, quando foi convidado a trabalhar em “O Exorcista II: O Herege” (1977), contratado ironicamente devido a uma de suas obras menores, “O Anticristo” (1974). A continuação do clássico de terror decepcionou em vários sentidos, mas o compositor começou a engatar trabalhos americanos, como “Orca: A Baleia Assassina” (1977) e o filme que o colocou pela primeira vez na disputa do Oscar, “Cinzas do Paraíso” (1978). A obra-prima de Terrence Malick era um drama contemplativo, repleto de cenas da natureza, que valorizou ao máximo seu acompanhamento musical. E deu reconhecimento mundial ao trabalho do artista. Apesar da valorização, ele não diminuiu o ritmo. Apenas acentuou sua internacionalização. Musicou o sucesso francês “A Gaiola das Loucas” (1978), o polêmico “Tentação Proibida” (1978), de Alberto Lattuada, e voltou a trabalhar com Bertolucci em “La Luna” (1979) e “A Tragédia de um Homem Ridículo” (1981), ao mesmo tempo em que compôs suspenses/terrores baratos americanos em série. Dois terrores desse período tornaram-se cultuadíssimos, “O Enigma de Outro Mundo” (1982), em que trabalhou com o diretor – e colega compositor – John Carpenter, e “Cão Branco” (1982), uma porrada de Samuel Fuller com temática antirracista. Foi só após um reencontro com Sergio Leone, desta vez em Hollywood, que Morricone deixou os filmes baratos americanos por produções de grandes estúdios. Os dois velhos amigos colaboraram pela última vez em “Era uma Vez na América” (1984), antes da morte de Leone, que aconteceria em seguida. Ambos foram indicados ao Globo de Ouro e o compositor venceu o BAFTA (o Oscar britânico). A repercussão de “Era uma Vez na América” levou o maestro a trabalhar em “A Missão” (1986), de Roland Joffé, que como o anterior era estrelado por Robert De Niro. O filme, passado no Rio Grande do Sul, rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar. Em seguida veio seu filme americano mais conhecido, novamente com De Niro no elenco. “Os Intocáveis” (1987), de Brian De Palma, foi sua terceira indicação ao Oscar – e, de quebra, lhe deu um Grammy (o Oscar da indústria musical). O compositor recebeu sua quarta indicação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por outro filme de gângster, “Bugsy” (1991), de Barry Levinson. Mas nunca se mudou para os Estados Unidos, o que lhe permitiu continuar trabalhando no cinema europeu – em obras como “Busca Frenética” (1988), de Roman Polanski, o premiadíssimo “Cinema Paradiso” (1988), de Giuseppe Tornatore, “Ata-me” (1989), de Pedro Almodóvar, e “Hamlet” (1990), de Franco Zeffirelli. Eventualmente, voltou a bisar parcerias com De Palma, Joffé e até fez alguns blockbusters de Hollywood, como “Na Linha de Fogo” (1993), em que reencontrou Clint Eastwood, “Lobo” (1994), de Mike Nichols, e “Assédio Sexual” (1994), novamente de Levison. Mas sua última indicação ao Oscar foi uma produção italiana, outra colaboração com Tornatore: “Malena” (2000). Na verdade, Morricone musicou todos os filmes de Tornatore desde “Cinema Paradiso”. Foram 10 longas e alguns curtas, até 2016. Seu ritmo só diminuiu mesmo a partir de 2010, quando, em vez de 10 trabalhos anuais, passou a assinar 4 trilhas por ano. Apesar de convidado, ele nunca trilhou um filme dirigido por Eastwood, decisão da qual mais se arrependia, mas recebeu das mãos do velho amigo o seu primeiro Oscar. Foi um troféu honorário pelas realizações de sua carreira, em 2007. Morriconi ainda veio a receber outro prêmio da Academia, desta vez pelo trabalho num filme: a trilha de “Os Oito Odiáveis”, western dirigido por Quentin Tarantino em 2015. Esta criação sonora também lhe rendeu o Globo de Ouro e o BAFTA. E ele fez sem ver o longa, no estúdio particular de sua casa. Grande fã de sua obra, Tarantino já tinha usado algumas de suas composições como música incidental em “Kill Bill”, “Django Livre” e “Bastardos Inglórios”. E deu completa liberdade para Morricone, que, em troca, disse que trabalhar com o diretor em “Os Oito Odiáveis” tinha sido “perfeito… porque ele não me deu pistas, orientações”, permitindo que criasse sua arte sem interferência alguma. “A colaboração foi baseada em confiança”. O maestro ainda ganhou muitos outros prêmios, entre eles 10 troféus David di Donatello (o Oscar italiano) ao longo da carreira – o mais recente por “O Melhor Lance” (2013), de Tornatore. Foi uma carreira realmente longa, que seu velho parceiro Tornatore transformou em filme, “Ennio: The Maestro” (2020), um documentário sobre sua vida e obra, finalizado pouco antes de sua morte, que deve ser lançado ainda neste ano. Mas a última palavra sobre sua vida foi dele mesmo. Morricone escreveu seu próprio obituário, que seu advogado leu para a imprensa após o anúncio de sua morte. “Eu, Ennio Morricone, estou morto”, começa o texto, em que o maestro agradeceu a seus amigos e familiares, e dedicou “o mais doloroso adeus” a sua esposa Maria Travia, com quem se casou em 1956, dizendo “para ela renovo o amor extraordinário que nos unia e que lamento abandonar”. Relembre abaixo alguns dos maiores sucessos do grande mestre.

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  • Série

    SyFy cancela Krypton e descarta série centrada em Lobo

    16 de agosto de 2019 /

    O canal pago americano SyFy cancelou a série “Krypton”, sobre a origem do Superman. Assim, o fim da 2ª temporada, exibido na quarta-feira (14/8) nos EUA, virou o final da atração. Além do cancelado de “Krypton”, o SyFy também decidiu não desenvolver uma série derivada, que seria estrelada pelo caçador espacial de recompensas Lobo, personagem icônico dos quadrinhos da DC Comics, que foi introduzido na 2ª temporada do programa original. O ator Emmett J. Scanlan (“Safe”) interpretou o personagem em “Krypton” e iria reprisar o papel na série derivada. Os produtores de “Krypton” já estão conversando com outros canais e plataformas, visando continuar a explorar a franquia, considerando em especial os serviços de streaming DC Universe e HBO Max. Quando a série foi lançada, em março de 2018, o SyFy registrou recorde de público. Porém, a 2ª temporada teve uma queda inesperada de audiência – de uma média de 1,8 milhão de espectadores para 350 mil no capítulo final. O cancelamento de “Krypton” reflete uma crise criativa no SyFy, que desandou a cancelar séries, inclusive produções cultuadas como “Deadly Class”, “Happy!”, “Channel Zero”, “Blood Drive”, “Dark Matter” e “The Expanse”. Apenas a última foi resgatada, pela plataforma da Amazon.

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  • Série

    Lobo vai ganhar série própria após aparecer em Krypton

    12 de junho de 2019 /

    O personagem dos quadrinhos Lobo vai ganhar uma série própria, após sua participação na 2ª temporada de “Krypton”. O acordo do canal pago americano Syfy com a produtora Warner e o ator Emmett J. Scanlan (da série “Safe”), intérprete de Lobo, veio à tona nesta quarta (12/6), dia da estreia dos novos episódios de “Krypton”. Ou seja, antes de o público opinar sobre a caracterização do anti-herói na televisão. Considerado um dos personagens mais brutais da DC, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine e Justiceiro com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo foi concebido como um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Desde então, vaga pelo universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano passado, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegou a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman e Supergirl.

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    Novo trailer de Krypton destaca os vilões Zod, Brainiac, Apocalipse e Lobo

    12 de maio de 2019 /

    A DC divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Krypton”, série sobre os antepassados de Superman, exibida pelo canal pago SyFy. A prévia destaca os vilões da história: o infame General Zod (Colin Salman), o alienígena Brainiac (Blake Ritson), o monstro Apocalipse e o mercenário Lobo (Emmett J. Scanlan). A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado por um viajante do futuro com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu famoso neto. A 2ª temporada de “Krypton” examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman e Supergirl. A volta de “Krypton” está marcada para 12 de junho nos Estados Unidos.

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    Krypton: Trailer da 2ª temporada marca a estreia de Lobo

    19 de abril de 2019 /

    A DC divulgou o pôster e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Krypton”, série sobre os antepassados de Superman, exibida pelo canal pago SyFy. A prévia destaca a estreia do anti-herói Lobo, famoso personagem dos quadrinhos, que é interpretado por Emmett J. Scanlan (da série “Safe”). Considerado um dos personagens mais brutais da DC, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga pelo universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegou a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman e Supergirl. Mas Lobo não será a única ameaça enfrentada pelo protagonista, que, como demonstram trailer e pôster, ainda terá pela frente o infame General Zod (Colin Salman), o monstro Apocalipse e o vilão Brainiac (Blake Ritson). A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado por um viajante do futuro com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu famoso neto. A volta de “Krypton” está marcada para 12 de junho nos Estados Unidos.

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    Krypton: Intérprete de Lobo aparece à caráter na primeira foto do personagem

    4 de outubro de 2018 /

    A produção da série “Krypton” divulgou a primeira foto de Emmett J. Scanlan (série “Safe”) como o anti-herói Lobo, famoso personagem da DC Comics. Na imagem, ele está bem caracterizado como o personagem nos quadrinhos, que, contudo, em carne e osso parece bem politicamente incorreto – um “white face” com dreadlocks. Considerado um dos personagens mais brutais da DC, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegou a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman. A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto. A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019 no canal pago Syfy.

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    Krypton escala intérprete do anti-herói Lobo em sua 2ª temporada

    3 de outubro de 2018 /

    A produção da série “Krypton” escalou Emmett J. Scanlan para interpretar o anti-herói Lobo, famoso personagem da DC Comics. O ator irlandês é mais conhecido por estrelar produções britânicas, como as séries “The Fall”, “In the Flesh” e a recente “Safe”, da Netflix. Considerado um dos personagens mais brutais da editora de quadrinhos, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel, em diferentes fases. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegaram a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. Os produtores ainda não explicaram como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, redefinindo o planeta natal de Superman. A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto. A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019.

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    2ª temporada de Krypton vai introduzir o herói/vilão Lobo

    23 de julho de 2018 /

    A 2ª temporada de “Krypton” vai finalmente dar carne e osso a um super-herói/vilão famoso da DC Comics. Lobo será o grande antagonista dos próximos capítulos, informou o canal pago SyFy durante a San Diego Comic-Con. Considerado um dos personagens mais brutais da editora de quadrinhos, Lobo é um mercenário e caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável, que combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. Criado por Keith Giffen e Roger Slifer em 1983 como o último sobrevivente do planeta pacífico Czarnia, Lobo nasceu feito um demônio no meio da utopia e, ainda adolescente, massacrou sozinho toda a sua civilização. Agora, vaga o universo em sua motocicleta espacial, sendo pago para fazer o que mais ama: assassinato e desordem. O personagem chegou a ser cotado para ter seu próprio filme. A adaptação ficou em desenvolvimento por pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados, em diferentes fases, no papel. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. E, no começo do ano, o cineasta Michael Bay (“Transformers”) chegaram a abrir conversas, mas o projeto nunca saiu do papel. O intérprete de Lobo em “Krypton” ainda não foi anunciado. Nem como o personagem entrará na 2ª temporada de “Krypton”, que examinará as consequências do arco inicial e, de certa forma, verá a série começar de novo, com os produtores redefinindo o planeta natal de Superman. A série segue o avô de Superman, Seg-El (Cameron Cuffe), como um jovem confrontado com o dilema de salvar seu planeta ou deixá-lo ser destruído para preservar o destino de seu futuro neto. A volta de “Krypton” está prevista para a primavera norte-americana, entre março e maio de 2019.

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  • Filme

    Warner quer Michael Bay como diretor da adaptação dos quadrinhos de Lobo

    8 de fevereiro de 2018 /

    A Warner cogita produzir um filme do anti-herói “Lobo” com direção de Michael Bay (“Transformers”). Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, as negociações entre estúdio e cineasta ainda não começaram, mas já existiria “um começo de dança”. A avaliação da publicação é que tudo dependerá do roteiro encomendado para Jason Fuchs. Ele é um dos roteiristas creditados pela história de “Mulher-Maravilha” (2017), mas o filme passou por tantas reescritas que não se sabe o que sobrou de seu texto na tela. Anteriormente, ele assinou o fraquíssimo “Peter Pan” (2015) para o estúdio. Considerado um dos personagens mais brutais da DC Comics, Lobo é um caçador de recompensas alienígena com superforça e praticamente invulnerável. Abusado, desbocado e sem paciência para frescuras, ele combina a violência de Wolverine com o humor ácido de Deadpool. E adora fumar charutos. A adaptação dos quadrinhos está em desenvolvimento há pelo menos 15 anos, com Will Smith e Dwayne Johnson interessados no papel. Em 2009, a Warner queria o diretor inglês Guy Ritchie à frente da produção. Mas, em vez disso, Ritchie foi implodir outra franquia no estúdio, “Rei Arthur”. Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) também esteve na lista de cineastas cotados para a produção. Um dos roteiros descartados pela Warner, escrito por Don Paine (“Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado”), acompanhava a chegada de Lobo à Terra, com sua motoca espacial, atrás de quatro fugitivos, que quebram tudo o que encontram no planeta. Para ajudar (ou atrapalhar) em sua caçada, Lobo se aliaria a uma adolescente de cidadezinha interiorana dos EUA. Os filmes de Michael Bay são conhecidos por explodir literalmente seus orçamentos, com pirotecnias gigantescas, ampliadas por efeitos apocalípticos. As fontes do THR dizem que o atual roteiro de “Lobo” projeta o orçamento para a casa dos US$ 200 milhões, algo que Bay está acostumado a torrar, mas que assusta a Warner. O estúdio pediu uma reescrita, antes de propor o negócio ao cineasta.

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  • Filme

    Warner anuncia dois novos filmes “misteriosos” de super-heróis da DC Comics

    6 de abril de 2016 /

    O “fracasso” de “Batman vs. Superman” deve ter subido à cabeça da Warner Bros. No dia em que o longa superou os US$ 700 milhões de bilheteria mundial, o estúdio anunciou a produção de mais dois filmes de super-heróis da DC Comics em seu já lotado calendário de lançamentos. Os novos filmes, ainda sem título ou maiores detalhes, foram programados para 5 de outubro 2018 e 1 de novembro de 2019, dando início a diversas especulações. Nos últimos dias, o diretor Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) comentou que gostaria de filmar mais uma aventura solo de Superman, e os agentes de Ben Affleck comentaram que ele escreveu o roteiro de um novo filme de “Batman”. Mas a Warner também encomendou um roteiro sobre o anti-herói espacial Lobo. As novas datas aumentam os lançamentos já confirmados de adaptações dos quadrinhos da DC Comics. O calendário da Warner prevê ainda as estreias de “Esquadrão Suicida” em agosto, “Mulher-Maravilha” em junho de 2017, “Liga da Justiça – Parte 1” em novembro de 2017, “Flash” em março de 2018, “Aquaman” em julho de 2018, “Shazam!” em abril de 2019, “Liga da Justiça – Parte 2” em junho de 2019, “Ciborgue” em abril de 2020 e “Tropa dos Lanternas Verdes” em junho de 2020.

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  • Filme

    Roteirista de Mulher Maravilha vai escrever o filme do anti-herói Lobo

    18 de março de 2016 /

    A Warner Bros. começa a desenvolver mais uma filme baseado nos quadrinhos da DC Comics. O estúdio contratou o roteirista Jason Fuchs (“Peter Pan”), que também escreveu “Mulher-Maravilha”, para desenvolver a história do anti-herói espacial “Lobo”, informou o site da revista Variety. Criado em 1983 por Keith Giffen e Roger Slifer, o personagem é um caçador de recompensas alienígena, natural do planeta Czárnia, que possuiu visual imponente, com 1,93 metros de altura e cerca de 138 quilos, além de pele branca, super-força, olfato supersensível, capacidade de regeneração, vício em charutos e mau humor nato. As similaridades com Wolverine costumam ser consideradas paródia, e até o mestre Stan Lee, símbolo-vivo da Marvel, já declarou que Lobo é um de seus personagens favoritos. O projeto de transformar “Lobo” num filme é antigo e o cineasta Brad Peyton (“Terremoto: A Falha de San Andreas”) chegou a ser contratado para dirigir a produção. Mas, após muitos anos na gaveta, o roteiro em que ele trabalharia foi descartado. Com isso, não está claro se ele continua no projeto, que ainda não tem cronograma definido.

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