Milly Alcock promove “Supergirl” no Rio com equipe da DC
Atriz participou de coletiva e evento para fãs ao lado de Craig Gillespie, Ana Nogueira e Peter Safran
Trailer final de “Supergirl” traz Superman, Lobo e missão para salvar Krypto
A prévia da Warner Bros. destaca a heroína vivida por Milly Alcock em luta para salvar a vida de seu cachorro alienígena
Novo trailer de “Supergirl” traz Superman, Lobo e missão para salvar Krypto
A prévia da Warner Bros. destaca a heroína vivida por Milly Alcock em luta para salvar a vida de seu cachorro alienígena
Novo teaser mostra Supergirl com Krypto
Prévia mostra primeiro encontro da heroína com seu cachorro e cenas da destruição do planeta Krypton
Jason Momoa surge como Lobo em novo teaser de “Supergirl”
Warner revela visual oficial do anti-herói com direito a presas e moto no segundo longa-metragem do novo universo cinematográfico da DC Studios
Teaser introduz versão punk de “Supergirl”
Prévia apresenta Kara Zor-El como anti-heroína marcada por traumas e antecipa participação de Jason Momoa como Lobo
Jason Momoa compartilha imagens do roteiro de filme com Lobo
Ator mostrou ter recebido a história para as filmagens, que estão marcadas para 13 de janeiro
Jason Momoa confirma que será Lobo em novo filme da DC
Ator troca Aquaman pelo anti-herói, que estreia no DCU em 2026 no filme da Supergirl
Globo quer Larissa Manoela como protagonista de “Êta Mundo Bom! 2”
Afastada da emissora desde "Além da Ilusão", atriz ainda não aceitou o convite para viver a nova mocinha criada por Walcyr Carrasco
Jason Momoa assume pessimismo sobre futuro de Aquaman
Há uma semana do novo filme de Aquaman, Jason Momoa revelou incertezas sobre o futuro do herói e da franquia. Em uma entrevista recente ao ET Online, o ator compartilhou suas dúvidas sobre continuar a interpretar o super-herói subaquático, papel que assumiu pela primeira vez em 2017 no filme “Liga da Justiça”, e depois no filme solo que arrecadou $1,15 bilhões em 2018. Ao avaliar o potencial de um terceiro filme após “Aquaman 2: O Reino Perdido”, ele disparou: “A verdade é — quero dizer, se o público amar, ainda há uma possibilidade”, disse ele ao ET. “Mas agora, estou tipo, ‘Não parece muito bom.'” Momoa mencionou como motivo para a dúvida as mudanças na liderança da DC, com James Gunn e Peter Safran desejando “começar a sua própria coisa”. Mesmo expressando seu desejo de continuar como Aquaman, ele reconheceu que “não é realmente, tipo, uma escolha”. Estas declarações surgem apesar de “Aquaman 2: O Reino Perdido” ter uma projeção de abertura de US$ 50 milhões a US$ 60 milhões na América do Norte. O filme chega quase cinco anos após o lançamento do primeiro “Aquaman”, que se tornou o filme de maior bilheteria da DC. O ator também falou que está aberto a novos papéis – há boatos fortes de que ele viverá Lobo no novo DCU. “Se houver um lugar no mundo deles para mim, adoraria fazer parte disso. Esta é a minha casa. Warner e DC são definitivamente a minha casa. Então, é tudo o que direi.”
Keith Giffen, criador de Besouro Azul, Lobo e Rocket Racoon, morre aos 70 anos
Keith Giffen, um dos artistas mais influentes da indústria de quadrinhos, morreu na segunda-feira (9/10), aos 70 anos, após sofrer um acidente vascular cerebral no domingo (8/10). Conhecido por seu trabalho em “Liga da Justiça” e “Legião dos Super-Heróis”, Giffen também foi co-criador de personagens icônicos como Rocket Raccoon, Lobo e Jaime Reyes, o novo Besouro Azul. Rocket e o começo na Marvel Nascido em Queens, Nova York, em 30 de novembro de 1952, Giffen iniciou sua carreira nos quadrinhos com a história “The Sword and The Star” em 1976, publicada pela Marvel. No mesmo ano, criou Rocket Raccoon em parceria com o roteirista Bill Mantlo, antes do personagem se tornar um dos membros mais famosos dos Guardiões da Galáxia. Legião dos Super-Heróis Depois disso, levou seu talento para a DC, onde formou uma parceria histórica com Paul Levitz à frente da revista da Legião dos Super-Heróis. Sua longa passagem pela publicação, que durou mais de uma década, é considerada a melhor fase dos heróis do futuro da DC. Giffen e Levitz conceberam a premiada “Saga das Trevas Eternas” e a transformação do gibi numa publicação sci-fi. O sucesso foi tanto que Levitz foi promovido à editor da DC, escalando cargos até virar Presidente da editora, enquanto seu parceiro artista passava a assumir sozinho os rumos da Legião, como desenhista e roteirista. Giffen realizou um reboot, passado cinco anos depois das histórias de Levitz, e criou diversos spin-offs. Um desses spin-offs foi um especial cômico centrado na Legião dos Super-Heróis Substitutos, heróis com poderes menos úteis, que não conseguiram entrar na Legião. O especial de 1983 se tornou um best-seller e ganhou uma sequência em 1985, que surpreendeu a própria DC, tornando-se uma obra icônica. Liga da Justiça Com o êxito das investidas cômicas, Giffen se juntou a J.M. DeMatteis e ao desenhista Kevin Maguire para experimentar a mesma fórmula na Liga da Justiça, num relançamento com uma formação menos competente e abordagem piadista. Lançada em 1989, esta versão foi batizada de “Liga da Justiça Internacional” e virou um fenômeno pop. Durante vários anos, a publicação foi a mais vendida da DC. Acabou ganhando até spin-off, centrado na formação da Liga da Justiça da Europa. O trabalho de Giffen com o grupo de heróis mais tradicional da editora foi marcado por um senso de humor subversivo e sarcástico, que não tinha medo de explorar o absurdo de personagens como Batman, Lanterna Verde (Guy Gardner) e Caçador de Marte. Entretanto, muita gente na editora – e entre os fãs – preferia o estilo mais sombrio que vinha ganhando popularidade desde “O Cavaleiro das Trevas”, de Frank Miller, e Giffen e seu time acabaram abandonando a publicação em 1992. Lobo, Besouro Azul Seu estilo irreverente também influenciou a criação de Lobo em 1983, inicialmente um vilão brutal que mais tarde se tornou uma paródia de personagens excessivamente musculosos dos anos 1980, antes de se tornar um anti-herói popular. Depois de recriar o personagem Besouro Azul (versão de Ted Kord) nos quadrinhos da Liga da Justiça de 1989, apenas para vê-lo ser morto de forma brutal, nas mãos de outra equipe, Giffen conseguiu convencer a DC a lhe permitir criar outra versão do herói em 2006, dando o origem a Jaime Reyes, o Besouro Azul que acaba de ganhar seu primeiro filme no cinema. Crossovers Giffen ainda trabalhou em outros marcos da DC, como os crossovers “52”, “Os Novos 52” e “Contagem Regressiva para a Crise Final”, criados para rebutar os quadrinhos da editora, além de “Aniquilação”, uma saga cósmica da Marvel. Ele deixa um legado inestimável na indústria de quadrinhos, tanto como escritor quanto como artista. Homenagens Paul Levitz se despediu do velho parceiro escrevendo nas redes sociais que o velho Legionário tinha ido “criar novos mundos que estão além do nosso alcance”. Ele também chamou Giffen de “a mente criativa mais fértil da nossa geração” e “um amigo que me fazia parecer melhor do que eu era”, lamentando que ele, “como muitos artistas, não levava um estilo de vida saudável, o que conduziu a períodos difíceis”. J.M. DeMatteis também não poupou elogios a “um dos humanos mais brilhantes e criativos que já conheci”, dDefinindo-o como “um colaborador generoso” e “um velho e querido amigo”. Para completar, o cocriador da Liga da Justiça Internacional também citou como sua esposa descrevia o parceiro: “Ele parecia um personagem saído de uma história de Keith Giffen”.
Jason Momoa diz que pode interpretar “diferentes personagens” da DC
Quando James Gunn e Peter Safran assumiram a parte criativa da DC nos cinemas, uma grande onda de mudanças e cancelamentos foram anunciadas, mas parece que isso não afetou a franquia de Aquaman. Em entrevista feita no Festival de Sundance, Jason Momoa, falou um pouco sobre o seu personagem e o seu provável futuro no universo da DC. O ator reforçou que “ama James Gunn” e que “muitas coisas legais” estão sendo feitas. E revelou que estará incluso em mais de um projeto da DC. “Existe espaço para que eu interprete diferentes personagens. Já vi outros atores fazerem isso e eu também quero!”, disse o ator, que brincou com o fato de Ryan Reynolds ser intérprete de Lanterna Verde e Deadpool. Especulações indicam que Momoa poderia assumir o papel do Lobo, abraçando uma nova fase como ator dentro da DC em um novo papel. Mas ele também disse que “vou ser sempre Aquaman”. “Muita coisa boa está sendo feita na DC, mas, infelizmente não posso dizer nada”, lamentou o ator. O primeiro “Aquaman”, de 2018, é até hoje a maior bilheteria de um filme da DC, superando US$ 1 bilhão arrecadados. A continuação, “Aquaman e o Reino Perdido”, está prevista para chegar nos cinemas em dezembro deste ano.
James Gunn sobre cancelamentos e futuro da DC: “Nem todos vão ficar felizes”
James Gunn publicou no Twitter uma reação à notícia de que cancelou “Mulher-Maravilha 3” e possivelmente “O Homem de Aço 2”. Publicada pelo site The Hollywood Reporter, a reportagem original apurou que o diretor e Peter Safran, responsáveis pelo recém-lançado DC Studios, rejeitaram a abordagem para o terceiro filme da heroína, apresentada pela diretora Patty Jenkins, e pretendem abandonar todos os projetos relacionados ao snyderverso – os filmes da DC com personagens introduzidos pelo diretor Zack Snyder – para relançar os personagens com novos intérpretes. “Então. Quanto à história no Hollywood Reporter, parte dela é verdadeira, parte é meia verdade, parte não é verdade e parte ainda não decidimos se é verdade ou não”, ele postou nesta quinta-feira (8/12). “Embora este primeiro mês na DC tenha sido frutífero, construir os próximos dez anos de história leva tempo e ainda estamos apenas começando”, acrescentou. “Peter e eu escolhemos dirigir o DC Studios sabendo que estávamos entrando em um ambiente turbulento, tanto nas histórias contadas quanto entre o próprio público, e haveria um período de transição inevitável, à medida que passássemos a contar uma história coesa entre filmes, TV, animação e jogos”, continuou Gunn no Twitter. “Mas, no final, as desvantagens desse período de transição foram ofuscadas pelas possibilidades criativas e pela oportunidade de desenvolver o que funcionou na DC até agora e ajudar a corrigir o que não funcionou. Sabemos que nem todos vão ficar felizes nesse caminho, mas podemos prometer que tudo o que fazemos é feito a serviço da HISTÓRIA e a serviço dos PERSONAGENS da DC que sabemos que vocês apreciam e nós valorizamos durante nossos vidas inteiras.” “Quanto a mais respostas sobre o futuro do DCU, infelizmente terei que pedir que esperem. Estamos dando a esses personagens e às histórias o tempo e a atenção que merecem e nós mesmos ainda temos muito mais perguntas a fazer e responder”, concluiu. Gunn, que dirigiu “O Esquadrão Suicida” e a série “Pacificador” com personagens da DC Comics, começou seu trabalho como co-presidente e co-CEO do DC Studios em 1º de novembro. Além de suas funções na DC, Gunn ainda tem pela frente o lançamento de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, da Marvel, previsto para maio. Neste meio tempo, a Warner tem quatro filmes da DC para lançar no ano que vem: “Shazam! Fúria dos Deuses”, “The Flash”, “Besouro Azul” e “Aquaman e o Reino Perdido”. O que virá depois disso ainda é uma incógnita. So. As for the story yesterday in the Hollywood Reporter, some of it is true, some of it is half-true, some of it is not true, & some of it we haven’t decided yet whether it’s true or not. — James Gunn (@JamesGunn) December 8, 2022 As for more answers about the future of the DCU, I will sadly have to ask you to wait. We are giving these characters & the stories the time & attention they deserve & we ourselves still have a lot more questions to ask & answer. pic.twitter.com/sxwKGRD3vc — James Gunn (@JamesGunn) December 8, 2022











