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    Tolkien: Trailer de cinebiografia revela inspiração para O Senhor dos Anéis

    6 de março de 2019 /

    A Fox Searchlight divulgou o segundo trailer de “Tolkien”, cinebiografia do escritor que criou o universo de “O Senhor dos Anéis”. A prévia mostra a juventude de J.R.R. Tolkien, em particular seus dias de escola e a participação no conflito da 1ª Guerra Mundial, evocando seu universo de fantasia em momentos como a “irmandade” formada com os colegas de classe e a jornada pela devastação da guerra. O roteiro é de David Gleeson (“Caubóis e Anjos”) e Stephen Beresford (“Orgulho e Esperança”) e se concentra nos anos de formação de Tolkien, quando o jovem órfão forma um grupo de amigos com outros aspirantes a artistas, inspirando-se a virar escritor, ao mesmo tempo em que se apaixona por sua futura esposa Edith e ingressa no exército britânico para lutar na guerra. O papel do escritor é vivido por Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e o elenco também inclui Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), Colm Meaney (“Hell on Wheels”), Tom Glynn-Carney (“Dunkirk”), Patrick Gibson (“The OA”), Craig Roberts (“Red Oaks”) e Anthony Boyle (“Ordeal By Innocence”). Com direção de Dome Karukoski (“Tom of Finland”), um dos diretores mais premiados do cinema finlandês, o filme estreia em 10 de maio nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Nicholas Hoult é o jovem Tolkien no trailer da cinebiografia do escritor de O Senhor dos Anéis

    12 de fevereiro de 2019 /

    A Fox Searchlight divulgou o primeiro trailer de “Tolkien”, cinebiografia do escritor que criou o universo de “O Senhor dos Anéis”. A prévia combina imagens da juventude de J.R.R. Tolkien, em particular sua participação no conflito da 1ª Guerra Mundial, com cenas de seu universo de fantasia, resultantes da experiência traumática da guerra. O roteiro é de David Gleeson (“Caubóis e Anjos”) e Stephen Beresford (“Orgulho e Esperança”) e se concentra nos anos de formação de Tolkien, quando o jovem órfão forma um grupo de amigos com outros rejeitados, inspiração para a Sociedade dos Anéis, apaixona-se pela futura esposa Edith e entra no exército britânico. O papel do escritor é vivido por Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e o elenco também inclui Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), Colm Meaney (“Hell on Wheels”), Tom Glynn-Carney (“Dunkirk”), Patrick Gibson (“The OA”), Craig Roberts (“Red Oaks”) e Anthony Boyle (“Ordeal By Innocence”). A direção é de Dome Karukoski (“Tom of Finland”), um dos diretores mais premiados do cinema finlandês. A estreia está marcada para 10 de maio nos Estados Unidos e ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Netflix compra filme do serial killer Ted Bundy estrelado por Zac Efron

    5 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix comprou os direitos do drama indie “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, em que Zac Efron (“Baywatch”) interpreta o serial killer Ted Bundy. O filme teve sua première mundial no Festival de Sundance 2019, onde chamou atenção pela força da interpretação do ator, sendo considerado pela crítica americana o melhor trabalho da carreira de Efron. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, a plataforma adquiriu a produção por US$ 9 milhões, quantia bastante elevada para o padrão das negociações de Sundance. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” foi o único filme de ficção adquirido pela Netflix no festival deste ano, após a plataforma privilegiar a compra de documentários. E, curiosamente, o negócio também reflete o investimento da Netflix em documentários, já que serve de acompanhamento para a bem-sucedida série documental “Conversations with a Killer: The Ted Bundy Tapes”, sucesso em streaming criado pelo mesmo diretor do filme, Joe Berlinger. A obra de ficção traz uma perspectiva diferente para a história de Bundy, já que é filtrada pelo olhar de sua namorada, Elizabeth Kloepfer, vivida por Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”). Kloepfer demorou a acreditar que Bundy era um serial killer, mesmo diante dos fatos trazidos à tona durante seu julgamento. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. O THR afirma que a intenção da Netflix é tentar emplacar o filme no Oscar 2020, dando ênfase ao desempenho de Efron na busca de prêmios. Por conta disso, o longa não deve ser imediatamente disponibilizado em streaming. Para entrar na temporada de premiações, tende a ser guardado para o final do ano. Em 2017, a Netflix adquiriu “Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo” e disponibilizou o longa um mês após sua vitória no Festival de Sundance. Como resultado, ninguém lembrou dele na temporada de premiações daquele ano.

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    Zac Efron vira o serial killer Ted Bundy no primeiro trailer surpreendente de drama indie

    25 de janeiro de 2019 /

    O estúdio indie Voltage divulgou o trailer de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. A prévia subverte expectativas ao mostrar o vilão como um bom marido e pai de família, que jura inocência e é capaz de criar dúvidas mesmo diante dos fatos, enquanto se vangloria de ter ficado mais popular que o parque Disney World. A recriação dos anos 1970 é assinada pelo diretor Joe Berlinger, que ficou conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, responsável por ajudar a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Antes do novo trabalho, Berlinger só tinha feito um filme de ficção e há 18 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”), Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” fará sua estreia mundial neste sábado (26/1), durante o Festival de Sundance 2019, em janeiro, e ainda não tem previsão para seu lançamento comercial.

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    Zac Efron vira o serial killer Ted Bundy em fotos de filme indie

    29 de novembro de 2018 /

    O drama indie “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” revelou 22 fotos da sua produção, que traz o ator Zac Efron (“Baywatch”) como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Além de mostrá-lo caracterizado no papel, as imagens também revelam os visuais de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), irreconhecível de óculos e cabelos curtos, Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Angela Sarafyan (“Westworld”), Grace Victoria Cox (“Under the Dome”) e destacam o clima dos bastidores com o diretor Joe Berlinger. O cineasta é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Berlinger dirigiu apenas um filme de ficção e há 18 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui Terry Kinney (série “Billions”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” fará sua estreia mundial no Festival de Sundance 2019, em janeiro, e ainda não tem distribuidora para seu lançamento comercial.

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    Minissérie baseada em Os Miseráveis revela primeiros fotos com Lily Collins, David Oyelowo e Dominic West

    15 de julho de 2018 /

    A rede BBC divulgou as primeiras fotos de sua nova adaptação de “Os Miseráveis”, um dos romances mais filmados de todos os tempos. Seis anos após a estreia da versão musical, a história clássica de Victor Hugo será transformada uma minissérie épica, que trará nos papéis principais os atores fotografados: Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como Fantine, David Oyelowo (“Selma”) como Javert, e Dominic West (série “The Affair”) como Jean Valjean. “Os Miseráveis” já foi exibido em diversas configurações na televisão, incluindo minisséries. Entre as mais recentes, estão a versão francesa estrelada por Gerard Depardieu em 2000 e até como uma telenovela mexicana em 2014. No cinema, já são mais de 100 anos de versões, iniciadas por uma produção muda em 1912. A nova adaptação está a cargo do roteirista Andrew Davies, especialista em minisséries baseadas em obras clássicas, como “Orgulho e Preconceito (1995), “Razão e Sensibilidade” (2008) e o recente “Guerra e Paz” (2016). Ele também foi criador da versão original de “House of Cards” (1990). Já a direção é de Tom Shankland (da série “The Missing”). A minissérie terá seis episódios e ainda não possui previsão de estreia.

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    Fotos de bastidores do filme do serial killer Ted Bundy revelam visual de Zac Efron, Kaya Scodelario e Lily Collins

    19 de fevereiro de 2018 /

    O ator Zac Efron (“Baywatch”) divulgou algumas fotos de bastidores de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, em que vive Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Além de mostrá-lo caracterizado no papel, as imagens também revelam os visuais de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), irreconhecível de óculos e cabelos curtos, e Lily Collins (“O Mínimo para Viver”). O filme tem direção de Joe Berlinger, que também pode ser vistos nas imagens. Ele é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após um assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Berlinger dirigiu apenas um filme de ficção e há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e o elenco também inclui John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”), Dylan Baker (série “The Good Wife”) e o cantor do Metallica James Hetfield, em sua estreia como ator. Ainda não há previsão para a estreia. Excited to welcome the amazing @kayascods as Carole Ann ? ?#wickedcrew #behindthescenes Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 15 de Fev, 2018 às 3:57 PST When Ted met Liz #behindthescenes ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 1 de Fev, 2018 às 12:00 PST Schemin’ #behindthescenes? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 26 de Jan, 2018 às 2:33 PST #BugLife #behindthescenes ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 30 de Jan, 2018 às 7:22 PST

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    James Hetfield vai virar ator no filme sobre o serial killer Ted Bundy

    12 de fevereiro de 2018 /

    James Hetfield vai estrear como ator de cinema aos 54 anos. O cantor e guitarrista da banda Metallica entrou no elenco de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, filme sobre o serial killer mais famoso dos EUA, Ted Bundy. O roqueiro interpretará o oficial Bob Hayward, um patrulheiro rodoviário veterano de Utah, que foi o primeiro policial a prender Bundy em 1975. Será a primeira vez que Hetfield terá um papel diferente de si mesmo numa produção live action. Ele já tinha aparecido anteriormente em séries, filmes e até animações como cantor do Metallica. Joe Berlinger, diretor do filme, já filmou Hetfield previamente nos documentários “Metallica: Some Kind of Monster” (2004) e “Metallica: This Monster Lives” (2014). Ele também é conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). O elenco destaca Zac Efron (“Baywatch”), que tem o papel principal, além de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”), Jim Parsons (série “Big Bang Theory”), Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”) e Dylan Baker (série “The Good Wife”). A trama se concentrará na relação disfuncional entre Bundy (Efron) e sua namorada Liz Kloepfer (Collins), que durou sete anos. Os dois se conheceram em 1969 e por três vezes ela o denunciou à polícia por comportamento violento. Nos anos 1970, Bundy ficou famoso por raptar, violentar e assassinar mulheres jovens. Antes de ser executado na cadeira elétrica em 1989, aos 42 anos, Bundy confessou 30 assassinatos, ocorridos, segundo ele, entre 1974 e 1978. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. O novo longa ainda não tem previsão de estreia.

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    Jim Parsons entra no filme do serial killer Ted Bundy

    4 de fevereiro de 2018 /

    Os atores Jim Parsons (da série “Big Bang Theory”) e Haley Joel Osment (o menino agora crescido de “O Sexto Sentido”) entraram no elenco de “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, filme sobre o serial killer mais famoso dos EUA, Ted Bundy. Eles vão se juntar a Zac Efron (“Baywatch”), que tem o papel principal, além de Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”), Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Terry Kinney (série “Billions”) e Dylan Baker (série “The Good Wife”). A trama se concentrará na relação disfuncional entre Bundy (Efron) e sua namorada Liz Kloepfer (Collins), que durou sete anos. Os dois se conheceram em 1969 e por três vezes ela o denunciou à polícia por comportamento violento. Nos anos 1970, Bundy ficou famoso por raptar, violentar e assassinar mulheres jovens. Antes de ser executado na cadeira elétrica em 1989, aos 42 anos, Bundy confessou 30 assassinatos, ocorridos, segundo ele, entre 1974 e 1978. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). O filme ainda não tem previsão de estreia.

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    Kaya Scodelario será esposa do famoso serial killer Ted Bundy em filme com Zac Efron

    29 de janeiro de 2018 /

    A atriz Kaya Scodelario (“Maze Runner: A Cura Mortal”) entrou no filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”, cinebiografia de Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos. Ela vai viver a esposa do assassino vivido por Zac Efron (“Baywatch”). O filme tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). Ted Bundy assumiu a culpa pelo assassinato de pelo menos 30 mulheres, cometidos em sete estados americanos diferentes, entre 1974 e 1978 — entretanto, as investigações apontam que o número de vítimas pode ter sido muito maior. Ele foi preso pela primeira vez em 1975, quando a polícia ainda não sabia a extensão de seus crimes, escapou e só foi detido definitivamente em 1978. Condenado à pena de morte, passou mais de uma década na prisão, até ser executado em 1989. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” também conta no elenco com Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), como uma namorada de Bundy, e John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), como o juiz que o condenou. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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    Zac Efron divulga primeira foto como o serial killer Ted Bundy

    17 de janeiro de 2018 /

    O ator Zac Efron (“Baywatch”) divulgou nas redes sociais a primeira foto em que aparece caracterizado como Ted Bundy, um dos serial killers mais famosos dos Estados Unidos, para o filme “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile”. A imagem registra os bastidores de uma cena da produção, após a prisão do homem que descreveu a si mesmo como “o maior filho da mãe de coração frio que você já conheceu”. O filme tem direção de Joe Berlinger, conhecido por realizar a trilogia de documentários “Paradise Lost”, que acabou ajudando a libertar três jovens presos injustamente após o assassinato ritual de crianças em West Memphis. O caso rendeu comoção nacional, porque eles foram condenados por serem fãs de heavy metal. Além destes e outros documentários, ele dirigiu apenas um filme de ficção há 17 anos, o terror “A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras” (2000), que, em retrospectiva e comparado ao novo “Bruxa de Blair” (2016), não era tão ruim assim. O roteiro é de Michael Werwie (do vindouro suspense “Lost Girls”, com Sarah Paulson) e a produção está a cargo de Nicolas Chartier, responsável pelos filmes premiados no Oscar “Guerra ao Terror” (2009) e “Clube de Compra Dallas” (2013). A escalação de Efron para viver Bundy faz sentido. Afinal, o assassino foi descrito pelas vítimas que sobreviveram a seu ataque como um homem educado e bonito. Ele também tinha preferência por mulheres “jovens e atraentes”, como as descrevia, para raptar, estuprar e matar. Costumava invadir residências e preferia estuprar as mulheres depois de matá-las, muitas vezes decapitando suas cabeças. Ted Bundy assumiu a culpa pelo assassinato de pelo menos 30 mulheres, cometidos em sete estados americanos diferentes, entre 1974 e 1978 — entretanto, as investigações apontam que o número de vítimas pode ter sido muito maior. Ele foi preso pela primeira vez em 1975, quando a polícia ainda não sabia a extensão de seus crimes, escapou e só foi detido definitivamente em 1978. Condenado à pena de morte, passou mais de uma década na prisão, até ser executado em 1989. A vida de Bundy já inspirou alguns filmes, a maioria feita para a TV e nenhum particularmente memorável. “Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile” também conta no elenco com Lily Collins (“O Mínimo para Viver”), como namorada de Bundy, e ainda não tem previsão de estreia. Meet Ted. #BehindTheScenes ? pic.twitter.com/42IREG2kX6 — Zac Efron (@ZacEfron) January 17, 2018

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    Lily Collins será namorada de serial killer famoso dos anos 1970

    4 de novembro de 2017 /

    A atriz Lily Collins (“O Mínimo para Viver”) entrou no elenco de “Extremely Wicked, Shockingly Evil, and Vile”, filme que traz Zac Efron (“Baywatch”) como o serial killer Ted Bundy. Sua personagem será a namorada do protagonista, Elizabeth, cujo ponto de vista será o foco narrativo do longa. Esta, por sinal, é a diferença do filme, o sétimo produzido sobre o psicopata. A ideia é mostrar como Ted Bundy conseguiu esconder seus crimes chocantes durante os anos 1970, quando assassinou pelo menos 30 mulheres em sete estados norte-americanos. O roteiro do estreante Michael Werwie chegou a figurar na black list de Hollywood, a lista anual com os melhores roteiros ainda não filmados. A direção é de Joe Berlinger (“A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras”) e ainda não há previsão de estreia. Lily Collins está atualmente filmando “Tolkien“, cinebiografia do escritor JRR Tolkien, criador de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”.

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    O Mínimo para Viver é um dos piores filmes bem-intencionados já feitos

    30 de julho de 2017 /

    Drama de doença, “O Mínimo para Viver” (To The Bone) é o primeiro longa-metragem dirigido por Marti Noxon, criadora das séries “UnReal” e “Girlfriends’ Guide to Divorce”. E é um prato cheio para quem quiser ilustrar uma aula sobre como não se deve fazer cinema. De forma apropriada, a produção evita as salas e chega direto em streaming pela Netflix. Por mais que seja motivada por boas intenções, ao tocar um assunto delicado e pouco explorado em filmes, a diretora novata passa a sensação de ter medo de enfrentar o problema da anorexia de frente e prefere, em vez disso, olhar com simpatia sua protagonista. Obviamente, quer abrir os olhos de todos, inclusive busca diálogo aberto com quem sofre ou sofreu com a doença. Mas é o filme mais feliz e censura livre que você verá na vida sobre o tema. Este problema se manifesta porque “O Mínimo para Viver” não parece saber qual caminho quer percorrer e o desequilíbrio entre cada mudança na história é grave. Tem hora que a trama quer ser dura, mas não demais. Depois, descamba para um estilo mais John Green, o autor de “A Culpa É das Estrelas”. Em outro momento, sem intenção, lembra “A Viagem”. A novela, não o filme, refletindo problemas na comunicação entre pacientes e o médico interpretado por Keanu Reeves (“John Wick”), coadjuvante de luxo, mas o pior doutor dos filmes recentes, que trata a protagonista sorrindo e pregando que a vida é bela. Anorexia é uma doença que pode levar à morte e pede uma abordagem e situações mais contundentes. Para piorar, a diretora parece não saber onde posicionar a câmera para convencer o público de que Lily Collins (“Os Instrumentos Mortais – A Cidade dos Ossos”) realmente ficou magra como o roteiro pede, pois os planos poucas vezes flagram a magreza da atriz, preferindo esconder seu corpo. E quando vemos Lily por inteiro, talvez seja tarde demais para crer. Fica parecendo que toda a revelação é um truque visual. É claro que o trabalho de atuação não se limita somente ao aspecto físico, mas, caramba, como fazer um filme sobre anorexia sem que isso seja importante?

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