Diário de um Confinado terá especial de Natal
A série “Diário de um Confinado” vai ganhar um especial de Natal com participação dos atores que apareceram nas duas temporadas exibidas na Globoplay. Primeira série da Globo feita remotamente durante a fase de quarentena da pandemia, a série acompanha Murilo, um homem solteiro que passa por situações cômicas durante o isolamento. Criada e estrelada por Bruno Mazzeo, no papel de Murilo, a produção também inclui Renata Sorrah como a mãe neurótica do protagonista, Debora Bloch como a vizinha paranoica e Fernanda Torres como sua terapeuta. Depois do sucesso da 1ª temporada, lançada em junho, o programa voltou em setembro com participações de Tonico Pereira, Luis Lobianco, Renato Góes, Marcello Novaes e Leticia Colin. As gravações do especial do Natal devem contar com todos eles. Com direção de Joana Jabace, a produção está prevista para começar no fim deste mês.
Globo transforma minissérie Nada Será Como Antes em telefilme
A Globo exibe neste sábado (19/9) no Supercine uma versão resumida da série “Nada Será Como Antes”, transformada em telefilme como parte das comemorações do aniversário de 70 anos da televisão brasileira. Escrita por Guel Arraes, Jorge Furtado e João Falcão, a série conta de forma ficcional os bastidores desse momento histórico, quando as primeiras transmissões começaram. O título “Nada Será Como Antes” alude justamente à transformação que a TV causaria no país. A minissérie tinha originalmente 12 capítulos com direção de José Luiz Villamarim (minissérie “Justiça”). A trama gira em torno do casal Saulo (Murilo Benício) e Verônica (Debora Falabella), um empreendedor que aposta que aquele veículo é o futuro do entretenimento e uma locutora de rádio, que faz a transição para estrela da tela. A personagem de Débora Falabella é Verônica Maia, locutora de uma rádio do interior, cuja voz encanta um vendedor de aparelhos radiofônicos, Saulo Ribeiro, interpretado por Murilo Benício , que se mostra um visionário das telecomunicações. Querendo tirá-la do anonimado, ele a leva ao Rio e a transforma em estrela dos comerciais da Rádio Copacabana. Mas ainda não é o bastante: Saulo acredita que chegou a hora da televisão ocupar o lugar do rádio e, para isso, procura Pompeu Azevedo Gomes (Osmar Prado) para financiar a abertura da primeira emissora de televisão brasileira, a TV Guanabara. Para cativar o público e seu patrocinador, que se mostra incrédulo, Saulo tem a ideia de transformar o clássico literário “Anna Karenina”, de Leon Tolstoi numa novela, a primeira da TV brasileira. E a sacada se prova revolucionária, alçando Verônica Maia, intérprete do papel-título, ao estrelado nacional. A história é fictícia – existiu uma TV Guanabara, mas fundada em 1977, já no início da rede Bandeirantes, e a primeira telenovela brasileira foi “Sua Vida me Pertence”, exibida na TV Tupi a partir de dezembro de 1951 – duas vezes por semana. Mas a ideia não era ser documental, apenas evocar o espírito dos pioneiros da TV nacional. O elenco também inclui Daniel de Oliveira, Fabrício Boliveira, Cássia Kis Magro, Jesuíta Barbosa e Bruna Marquezine, que, no papel de cantora e dançarina de cabaré, viveu um romance lésbico com Leticia Colin e deu muito o que falar. Na época da série, Marquezine acabou roubando todas as atenções, mostrando seu amadurecimento ao interpretar uma personagem bastante sensual e ousada. Veja abaixo uma apresentação da minissérie original com cenas e depoimentos da equipe criativa.
Onde Está Meu Coração: Nova série da Globoplay ganha trailer impactante
A Globoplay divulgou o primeiro trailer de “Onde Está Meu Coração”, nova série em streaming da plataforma. Tenso, dramático e realmente impactante, o vídeo resume a história de uma forma que parece mais cinema que produção serializada. A trama gira em torno da personagem de Letícia Colin (destaque das novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”), uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack, vivendo o dilema de ceder aos impulsos ou manter emprego, posição, família e marido. A série tem 10 episódios com roteiros de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). A produção também destaca Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Completam o elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. A estreia vai acontecer no primeiro semestre de 2020, em data ainda não marcada.
Globoplay anuncia lançamento de 16 produções “originais” em 2020
A plataforma Globoplay anunciou que pretende lançar 16 novas produções originais para 2020. Mas, por enquanto, só liberou o título de sete. Todas já tinham sido antecipadas, como as aguardadas “Desalma”, terror com Cássia Kis e Cláudia Abreu, “Onde está Meu Coração”, com Letícia Colin e Fábio Assunção, “As Five”, spin-off de “Malhação: Viva a Diferença”, a adaptação do podcast criminal “Caso Evandro”, a cargo do diretor Aly Muritiba (“Ferrugem”), e a 2ª temporada de “Aruanas”, todas produzidas pelos Estúdios Globo. Em parceria com produtoras independentes, o serviço de streaming também prepara “Arcanjo Renegado” e a 2ª temporada de “A Divisão”, duas séries de ação ambientadas no Rio de Janeiro. Além destas, a conta inclui a transformação dos filmes “Hebe” e “Chacrinha” em minisséries e o relançamento de “O Auto da Compadecida” – que não são produções “originais”. As demais atrações serão reveladas durante a CCXP 2019, que começou nesta quinta (5/12) e se estende até domingo em São Paulo.
Letícia Colin começa a gravar nova série da Globoplay sobre médica drogada
A Globo começou as gravações de “Onde Está Meu Coração”, nova série de streaming que será estrelada pela atriz Letícia Colin após se destacar nas novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”. Na atração, ela interpretará uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack e luta para largar o vício, enquanto busca manter emprego, posição, família e marido. A série terá 10 episódios e está sendo desenvolvida para a plataforma Globoplay com roteiro de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). O elenco também inclui Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção (“Onde Nascem os Fortes”) e Mariana Lima (“O Banquete”) como os pais e Manu Morelli (“Domingo”) como a irmã. Também estão no elenco Camila Márdilla, Ana Flávia Cavalcanti, Michel Melamed, Cacá Carvalho, Rodrigo Garcia, Rodrigo dos Santos e Bárbara Colen, entre outros. “Onde Está Meu Coração” é a 10ª série atualmente em produção na Globo, um número recorde, que decorre da decisão de estabelecer o Globoplay no mercado de streaming. Para isso, é necessário conteúdo. As outras séries em produção são “Carcereiros”, “Sob Pressão”, “Os Experientes”, “Pais de Primeira”, “Aruanas”, “Ilha de Ferro”, “Shippados”, “Desalma” e “Eu, a Vó e a Boi”.
Série baseada em Cine Holliúdy ganha data de estreia na Globo
A Globo marcou a data de estreia da série “Cine Holliúdy”, baseada no filme homônimo do diretor Halder Gomes, sucesso de bilheteria de 2013. A atração será exibida às terças, a partir de 7 de maio, após a novela “O Sétimo Guardião”. A série foi gravada no ano passado e será novamente estrelada pelo ator Edmilson Filho, no papel do cineclubista Francisgleydisson, que luta para manter viva a arte do cinema no interior do Ceará depois que um aparelho de televisão chega à cidade. O elenco coadjuvante, porém, foi bastante modificado em relação aos dois filmes do personagem. Matheus Nachtergaele (“Trinta”) vai integrar o elenco como o prefeito de Pitombas, cidade fictícia do Ceará em que a trama se passa. Heloísa Périssé (“Odeio o Dia dos Namorados”) foi escalada como sua esposa, “importada” de São Paulo, que está decidida em modernizar a comunidade ao colocar televisão na praça para que a população possa assistir às novelas. E Letícia Colin (“Entre Irmãs”) será sua filha – batizada, apropriadamente, de Marilyn. Ao ver seu faturamento de bilheteria cair, Francisgleydisson vai se desdobrar para tornar seu cinema mais atrativo, buscando se reinventar e até fazer graça da sua desgraça. O diretor do filme vai compartilhar a direção da série com Patrícia Pedrosa (de “Mister Brau”), e o elenco contará com muitas participações especiais, como Miguel Falabella (série “Sai de Baixo”), Ney Latorraca (“Irma Vap: O Retorno”), Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”). A produção da Globo será a terceira versão da história, já que “Cine Holliúdy” começou como um curta – “Cine Holiúdy: O Artista Contra o Cabra do Mal”, de 2004. Além de ter rendido um longa em 2013, a trama também teve continuação nos cinemas com o lançamento de “Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral” na semana passada.
Letícia Colin vai estrelar nova série da Globoplay passada em hospital
Após se destacar nas novelas “Novo Mundo” e “Segundo Sol”, a atriz Letícia Colin vai protagonizar uma nova série de streaming da Globo, “Onde Está Meu Coração”. Na atração, ela interpretará uma médica do pronto-socorro de um hospital de São Paulo que se vicia em crack e luta para largar o vício, enquanto busca manter emprego, posição, família e marido. A série terá 10 episódios e está sendo desenvolvida para a plataforma Globoplay com roteiro de George Moura e Sergio Goldenberg, autores de “Onde Nascem os Fortes” (2018) e “O Rebu” (2014). O elenco também inclui Daniel de Oliveira (“Aos Teus Olhos”) como marido de Letícia, Fábio Assunção e Patrícia Pillar (ambos de “Onde Nascem os Fortes”). “Onde Está Meu Coração” é a décima série atualmente em produção na Globo, um número recorde, que decorre da decisão de estabelecer o Globoplay no mercado de streaming. Para isso, é necessário conteúdo. As outras séries em produção são “Carcereiros”, “Sob Pressão”, “Os Experientes”, “Pais de Primeira”, “Aruanas”, “Ilha de Ferro”, “Shippados”, “Desalma” e “Eu, a Vó e a Boi”.
Cine Holliúdy vai virar série de comédia da Globo
A comédia “Cine Holliúdy”, sucesso inesperado do cinema brasileiro em 2013, vai virar série da Globo. Dirigido por Halder Gomes, o filme começou como fenômeno cearense, exibido em apenas nove salas do estado, para virar uma das maiores bilheterias do ano e vencer o prêmio de Melhor Comédia, conferido pela Academia Brasileira de Cinema. Mistura de “Os Trapalhões” e “Cinema Paradiso”, o filme contava as peripécias de um cineclubista – ou melhor, “cinemista” – para exibir filmes no único cinema de sua cidadezinha do interior cearense, durante os anos 1970. Segundo o jornal O Globo, a série vai manter a ambientação e voltará a trazer o ator Edmilson Filho no papel do idealista Francisgleydisson, dono do Cine Holliúdy, mas mudará a premissa, tomando emprestado de “O Bem Amado” o antagonismo do prefeito local. Além disso, o personagem de Edmilson deixará de ser um homem de família para virar um solteirão, que se envolve com a enteada de seu rival. Matheus Nachtergaele (“Trinta”) vai integrar o elenco como o prefeito de Pitombas, cidade fictícia do Ceará em que a trama se passa. Heloísa Périssé (“Odeio o Dia dos Namorados”) foi escalada como sua esposa, “importada” de São Paulo, e Letícia Colin (“Entre Irmãs”) como a enteada do prefeito – batizada, apropriadamente, de Marilyn. É para agradar as duas que o prefeito Olegário decide comprar a primeira televisão da cidade, e instala o aparelho em praça pública. “Com a chegada da televisão, o cinema perde seu público. Mas Francisgleydisson é um contador de histórias e começa a produzir seus próprios filmes para atrair as pessoas”, conta Halder Gomes. O diretor do filme vai compartilhar a direção da série com Patrícia Pedrosa (de “Mister Brau”), e o elenco contará com muitas participações especiais, como Miguel Falabella (série “Sai de Baixo”), Ney Latorraca (“Irma Vap: O Retorno”), Tonico Pereira (série “A Grande Família”) e Ingrid Guimarães (“De Pernas pro Ar”). A produção da Globo, que ainda não tem previsão de estreia, será a terceira versão da história, já que “Cine Holliúdy” começou como um curta – “Cine Holiúdy: O Artista Contra o Cabra do Mal”, de 2004. Além da série, Halder Gomes também trabalha numa continuação para o cinema. “Cine Holliúdy 2: A Chibata Sideral” já foi totalmente filmado e deverá ganhar lançamento ainda neste semestre.
Entre Irmãs beira o novelão, mas atrizes valorizam o melodrama
Um dos méritos do cinema de Breno Silveira é a sua vontade desavergonhada de emocionar a audiência, não importando se isso resulte em um produto cafona. No entanto, nem sempre o cineasta consegue um bom equilíbrio, e às vezes pode acontecer de a história ter pouca substância ou de o roteiro não ser tão bem cuidado a ponto de prejudicar, como em “Entre Irmãs”, seu mais recente trabalho, que beira o novelão. O que acaba por contar pontos positivos no filme é justamente o fato de termos um bom diretor e um par de protagonistas ótimas, que garantem momentos de boa dramaturgia. Nanda Costa (de “Gonzaga: De Pai pra Filho”) e Marjorie Estiano (“Sob Pressão”), que interpretam as duas moças do sertão que são separadas de forma traumática e trilham caminhos bem distintos, são o que há de mais valioso em “Entre Irmãs”. Principalmente Marjorie, que tem se revelado cada vez mais uma atriz impressionante. Seu papel recente em uma série da Rede Globo, “Sob Pressão”, é admirável, e ela está extraordinária em “As Boas Maneiras”, o novo trabalho da dupla Marco Dutra e Juliana Rojas, que venceu o Festival do Rio. “Entre Irmãs”, ainda que seja mais irregular do que os trabalhos mais incensados de Silveira, é produto de sua passagem pelas locações em que trabalhou. Seu filme anterior, “Gonzaga – De Pai pra Filho” (2012), o apresentou ao sertão nordestino, e sua vontade de contar uma história da época do cangaço em uma produção épica foi o que o levou a adaptar o livro “A Costureira e o Cangaceiro”, de Frances de Pontes Peebles. Apesar de o título do livro enfatizar a história de amor entre uma das irmãs e o cangaceiro que a captura de sua família, Silveira preferiu contar as duas histórias em paralelo. No fim das contas, a história da outra irmã, Emília (Marjorie), tem mais força e desperta mais interesse do que a história de Luzia (Nanda), uma versão “genérica” da história de Lampião e Maria Bonita. O paralelismo entre as duas histórias é bem costurado em uma edição que ainda tem o mérito de transformar o filme de quase três horas de duração em uma narrativa que parece ter uma hora e meia. Assim, quando vemos a infelicidade de Emilia no campo sentimental, ao descobrir que o marido (Rômulo Estrela, da novela “Novo Mundo”) casou com ela por conveniência, vemos também o início de uma maior aproximação de Luzia com o líder dos cangaceiros, o Carcará (Júlio Machado, de “Hoje Eu Quero Voltar Sozinho”). Há outro momento particularmente bonito, quando as duas jovens leem no mesmo jornal notícias sobre a irmã distante: uma na caatinga, vivendo como nômade e fora-da-lei, e a outra na alta sociedade do Recife. A história na capital, inclusive, ainda conta com a presença muito bem-vinda de Letícia Colin (“Ponte Aérea”), vivendo uma amiga de Emilia. Assim, por mais que Silveira não tenha conseguido atingir o grau de arrebatamento emocional de “2 Filhos de Francisco” (2005) e de “À Beira do Caminho” (2012), duas obras que o elevaram à categoria de mestre do melodrama, “Entre Irmãs” tem sim as suas qualidades e merece ser visto, principalmente por quem não se incomoda diante de uma narrativa bem clássica e antiquada.
Sonia Braga vai participar de nova série de comédia da Globo
A próxima série cômica da Globo, “Cidade Proibida”, contará com participações especiais de um elenco feminino de peso. Segundo a coluna Outro Canal da Folha de S. Paulo, Sonia Braga, Claudia Abreu, Andrea Beltrão, Tais Araújo, Giovanna Antonelli, Mariana Ximenes, Letícia Colin e Débora Nascimento já são nomes confirmados. “Cidade Proibida” se passa no Rio de Janeiro dos anos 1950 e toda semana contará uma investigação diferente do detetive particular Zózimo Barbosa, vivido por Vladimir Brichta. Ex-policial, ele vira detetive especializado em investigar casos extraconjugais. Os personagens fixos incluem a prostituta Marli (Regiane Alves), o violento delegado Paranhos (Ailton Graça) e o malandro e sedutor profissional Bonitão (José Loreto). Criada por Mauro Wilson e Maurício Farias, que também assina a direção, a série terá 12 episódios que começam a ser gravados nesta semana, com estreia prevista para setembro.
Didi e Dedé voltam a se juntar no trailer de Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood
A Downtown Filmes divulgou o primeiro trailer de “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, 50º filme de Renato Aragão como Didi e que ainda marca a volta da grife “Os Trapalhões” aos cinemas, 18 anos após último filme em que Aragão filmou com o velho parceiro Dedé Santana, “Simão, o Fantasma Trapalhão” (1998). Trata-se de uma adaptação do recente musical de teatro “Os Saltimbancos Trapalhões” (2014), por sua vez inspirado no filme homônimo de 1981, estrelado pelos quatro trapalhões: Didi, Dedé, Mussum (1941-1994) e Zacarias (1934-1990). O detalhe é que o longa dos anos 1980 já era uma adaptação do musical infantil “Os Saltimbancos” (1977), com canções de Chico Buarque, que, por sua vez, também não era original, mas uma adaptação de um espetáculo italiano. É, portanto, a adaptação da adaptação da adaptação da adaptação. Entendeu, ô da poltrona? O saudosismo deve ser o maior apelo da produção, porque a prévia não parece especialmente engraçada, nem as coreografias vistas sugerem algo mais elaborado. O elenco ainda inclui Roberto Guilherme, outro membro do programa original “Os Trapalhões”, mais lembrado como o Sargento Pincel. A eles se unem Letícia Colin, Alinne Moraes, Emílio Dantas, Maria Clara Gueiros, Livian Aragão, Rafael Vitti, Nelson Freitas, Marcos Frota e Dan Stulbach. O longa conta a história da trupe do Grande Circo Sumatra que, juntos, tentam reverter a crise financeira da companhia. A trupe vai em busca de uma saída para a crise e Didi acredita – por meio de seus sonhos mirabolantes com animais falantes – que encontrarão a solução. Um novo show começa a ser criado, mas a ganância do Barão (Roberto Guilherme), a vigarice do Satã (Marcos Frota) e o poder manipulador do prefeito da cidade (Nelson Freitas) podem colocar tudo a perder. Dirigido por João Daniel Tikhomiroff (“Besouro”), “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” tem estreia marcada para 19 de janeiro.
Volta dos Trapalhões aos cinemas ganha primeiras fotos oficiais
A produção de “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” divulgou as primeiras fotos oficiais do filme, que registra a volta dos Trapalhões aos cinemas, após hiato de nada menos que 25 anos. O último filme em que Renato Aragão usou o nome Trapalhão tinha sido “Didi, o Cupido Trapalhão”, de 2003. Mas Trapalhões no plural não rendia título desde “Os Trapalhões e a Árvore da Juventude”, de 1991, derradeiro filme de Mussum e único dos “Trapalhões” sem Zacarias. No filme, Renato volta a se juntar com seu velho parceiro Dedé Santana. Os dois sobreviventes da trupe de humoristas ainda são acompanhados por Roberto Guilherme, outro saudoso membro do programa “Os Trapalhões”, mais lembrado como o Sargento Pincel. A eles se une uma nova geração de atores, como Letícia Colin, Alinne Moraes, Emílio Dantas, Maria Clara Gueiros, Livian Aragão, Rafael Vitti, Nelson Freitas, Marcos Frota e Dan Stulbach. A produção é baseada na versão musical de “Os Saltimbancos Trapalhões”, peça montada em 2014 com a participação do eterno Didi, que foi inspirada no filme homônimo dos “Trapalhões” de 1981. O detalhe é que o filme original já era uma adaptação do musical infantil “Os Saltimbancos” (1977), com canções de Chico Buarque, que, por sua vez, também era uma adaptação de um espetáculo italiano. A nova versão não chega a ser exatamente um remake, pois inclui nova história e até uma música inédita de Chico Buarque. O longa conta a história da trupe do Grande Circo Sumatra que, juntos, tentam reverter a crise financeira da companhia, provocada pela lei que proíbe a participação de animais em espetáculos. A trupe vai em busca de uma saída para a crise e Didi acredita – por meio de seus sonhos mirabolantes com animais falantes – que encontrarão a solução. Um novo show começa a ser criado, mas a ganância do Barão, a vigarice do Satã e o poder manipulador do prefeito da cidade podem colocar tudo a perder. Em comunicado, Renato Aragão afirmou que o longa vai resgatar a memória afetiva daqueles que acompanharam Os Trapalhões: “Esse filme vai atingir duas ou três gerações. O pai, o filho e o neto. O pai vai induzir o filho e ele mesmo, com certeza, vai ter aquele saudosismo de relembrar o primeiro filme ao assistir o segundo”. Dirigido por João Daniel Tikhomiroff (“Besouro”), “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood” tem estreia marcada para 19 de janeiro.
Nada Será como Antes: Beijo de Bruna Marquezine em Letícia Colin esquenta a internet
Há quem defenda que o beijo lésbico de Bruna Marquezine em Letícia Colin na série “Nada Será como Antes” foi mais quente que a cena vazada de sexo entre Bruna e Daniel de Oliveira. Tanto é assim que fãs de Bruna já trataram de espalhar o beijo pela internet. E ainda que tenha sido empurrado pelos diretores para fora das câmeras, o resultado é bem satisfatório. Confira as faíscas abaixo. O episódio com o beijo e a cena de sexo foi ao ar na noite de terça (18/10). E mostrou que os segundos anteriormente vazados foram tudo o que tinha de mais forte na série de época – uma produção de “classe”. Cenas mais intensas só na TV paga. #MeChamaDeBruna, por sinal, está pegando.









