Klara Castanho se manifesta após revelações: “Ventos de mudança”
Klara Castanho voltou a se manifestar nas redes sociais após as revelações de seu estupro, gravidez e doação de bebê. Ela comentou um post do Instagram da Zola Filmes, produtora responsável pela série “Bom Dia, Verônica”, que será seu próximo trabalho a ir ao ar. A atriz está na 2ª temporada e tem uma cena forte de estupro na produção. Na trama, Klara interpreta uma jovem de 18 anos que é abusada sexualmente pelo próprio pai, um líder religioso interpretado por Reynaldo Gianecchini. Os produtores tem buscado dar atenção especial à cena, de modo a não mostrar nada traumatizante, mas que reflita a trama. O post da Zola Filmes afirmou: “Estamos ao seu lado! Seu talento, carisma e profissionalismo encantaram a todos no set da 2ª temporada de ‘Bom Dia, Verônica’. Uma atriz genuína, uma pessoa doce e inteligente que só inspira amor e respeito”. O texto ainda declara que a produtora rejeita a forma como a intimidade da atriz foi devassada pela mídia. “Nenhuma mulher deveria ser obrigada a expor uma violência que passou. Lamentamos muitíssimo por todo horror e sofrimento que lhe causaram. Todo nosso repúdio a quem expõe e tripudia da dor do outro. Basta de desrespeito à vida das mulheres! Klara, receba nosso amor e respeito”, diz o texto. Ela respondeu à manifestação citando sua personagem na atração. “Que nossa Ângela traga ventos de mudanças. É só o que eu desejo agora. Obrigada pelo cuidado de vocês”, escreveu nos comentários. A postagem também recebeu o apoio da atriz Tainá Müller, protagonista da série, que comentou a publicação com três emojis de coração. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Z O L A (@zolafilmes)
Netflix se preocupa com cenas fortes de Klara Castanho em “Bom Dia, Verônica”
A Netflix vai dar atenção especial à edição das cenas de Klara Castanho na 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”. A atriz, que revelou recente ter sido estuprada, engravidado e dado o bebê para adoção, tem uma cena forte de estupro na produção. Na trama, Klara interpreta uma jovem de 18 anos que é abusada sexualmente pelo próprio pai, um líder religioso interpretado por Reynaldo Gianecchini. O desafio dos produtores é editar a cena de modo adequado, sem mostrar nada traumatizante, mas que reflita a trama. A 2ª temporada já foi totalmente gravada e a equipe está atualmente trabalhando na finalização dos episódios, que vão revelar que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da trama, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na produção do streaming, o personagem do ator é considerado “gente de bem”, livre de suspeitas. Por isso, será um inimigo difícil de ser combatido pela protagonista Verônica (Tainá Müller). Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.
Caso de Klara Castanho inspira projeto de lei
O caso de Klara Castanho, que doou bebê gerado por estupro e teve seu sigilo violado, está inspirando um projeto de lei estadual em São Paulo. A deputada estadual Erica Malunguinho protocolou o projeto nesta segunda-feira (27/6), na Assembleia Legislativa de São Paulo, visando garantir o sigilo para grávidas – mulheres cis e homens trans – que optem por entregar a tutela do bebê de forma legal para terceiros. Além de garantir os segredos de informações sobre o nascimento e a entrega da criança para adoção, a lei prevê punições para quem vazar as informações, incluindo os serviços de saúde e de assistência social. Um dos artigos ainda exige que “a pessoa gestante que optar por fazer a entrega direta do bebê para adoção deverá ser tratada com cordialidade pelos profissionais que lhe atenderem, sem que sua decisão seja confrontada a qualquer tempo”. De acordo com o texto protocolado, o descumprimento desta lei, se aprovada, acarretará em multas que variam entre cerca de R$ 16 mil e R$ 48 mil, além da suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 dias em caso de reincidência. “Embora o sigilo seja garantido por lei, não há responsabilização administrativa estipulada em caso da sua eventual quebra”, escreveu Malunguinho no Twitter. Ela também informou que o projeto faz parte de ação conjunta no âmbito nacional, numa proposta que inclui outras assembleias estaduais ao redor do país. A deputada pretende batizar a lei com o nome da atriz, mas apenas se Klara Castanho aprovar a ideia.
Juliana Paes e Gabi Brandt revelam que também tiveram dados médicos vazados
Depois da invasão de privacidade sofrida por Klara Castanho, a atriz Juliana Paes e a influenciadora Gabi Brandt revelaram que também já tiveram dados médicos vazados para a imprensa. Em participação no programa “Encontro” desta segunda (27/6), Juliana disse que o episódio aconteceu quando estava grávida de um de seus dois filhos. “Foi o próprio laboratório que acabou divulgando. Isso nem se compara com o caso de Klara Castanho, claro”, afirmou. “Não é porque a pessoa é pública que ela faz um apelo para ter a vida esmiuçada em todos os momentos. A gente escuta muito isso: ‘ah, quem manda ser famoso?’. Não existe nada mais cruel do que escutar isso”, lamentou a atriz. “Você é menos gente por ser famoso? Parem de julgar e achar que o famoso tem que ter toda a vida esmiuçada, falada”, acrescentou. “Como defensora para prevenção e eliminação de assuntos para a violência para mulher da ONU, eu escuto muitos casos assim. Isso acontece mais do que a gente imagina”, completou Juliana Paes. Dando novos exemplos, Gabi Brandt contou que teve dados vazados duas vezes, quando fez uma biópsia no final de 2020 e quando foi hospitalizada para tratar uma infecção nos rins em abril de 2021. “Esse negócio de hospital vazar coisa de paciente… Vocês têm ideia de quanto é absurdo?”, ela desabafou no Stories de seu Instagram. A influenciadora explicou que a família possui histórico de câncer de útero e ela fez exames para investigar se estava com a doença. “Tive suspeita e minha médica me indicou fazer uma biópsia. Fiquei internada no hospital. Eu não queria passar a notícia para a minha família, sobre a suspeita, porque eu não tinha certeza. Por que eu ia preocupar todo mundo?”, contou “Fui fazer a biópsia em segredo. Uma funcionária do hospital vazou a foto do meu prontuário do hospital”, continuou. “Tinha nome da minha médica, meu plano de saúde, data de entrada, horário de alta. Como não estava especificando que era uma biópsia para investigar um possível câncer, isso abriu margem para as pessoas especularem. Eu estava internada e minha mãe ficou sabendo”. “Até sair o resultado da biópsia levou um tempão, ficou todo mundo preocupado. Eu não podia escolher contar ou não isso. Não foi a primeira vez”, disse, acrescentando que o mesmo aconteceu quando teve infecção no rim. Gabi afirmou que não frequenta mais o hospital que vazou suas informações. “Um momento tão delicado… O mais surreal disso é a pessoa do hospital mandar as coisas. Quem está internado. Eu fiquei muito traumatizada. Nunca mais nem fui no hospital e nem vou. É muita invasão de privacidade, nunca vou entender”. Nenhuma das duas nomeou os estabelecimentos onde ocorreram os vazamentos. No caso de Klara Castanho, a enfermeira responsável pelo vazamento da informação teria sido demitida. Além disso, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) informou nesta segunda-feira (27/6) que está apurando sua conduta. O nome dela está sendo mantido em sigilo, ao contrário do que aconteceu com a atriz de 21 anos.
Colegas de Klara Castanho se manifestam após revelação de estupro
Depois de revelar estupro, gravidez e doação de bebê, a atriz Klara Castanho, de 21 anos, está recebendo carinho e manifestações de apoio de vários colegas, que tem usado as redes sociais para apoia-la, em meio a ataques de extremistas. Ela publicou uma carta aberta contando tudo o que passou – uma coleção de violências que continuaram até recentemente – numa postagem de Matheus Baldi nas redes sociais, na participação de Leo Dias no programa “The Noite” de 16 de junho e numa live de Antonia Fontenelle no sábado (26/6), que fizeram comentários sensacionalistas em troca de audiência. Maisa Silva, Tais Araújo, Giovanna Antonelli, Carol Castro, Larissa Manoela e Bruno Mazzeo foram alguns dos muitos nomes que usaram suas redes sociais para apoiar a jovem, que está na TV desde os seis anos de idade – estreou na série “Mothern” (2006), do GNT. “Amor que transborda. Sorte a nossa e azar de quem desconhece tal sentimento. Pra o que der e vier”, publicou Maisa em seu perfil no Twitter, relembrando uma interação com Klara no último mês de março. As duas trabalharam juntas no filme “Tudo por um Pop Star” (2018) e estão na série “De Volta aos 15” (2022), renovada na Netflix. Maisa também publicou várias fotos em que aparece ao lado de Klara nos Stories de seu Instagram, acompanhadas por coraçõezinhos e declarações de amizade eterna. Tais Araújo, que trabalhou com Klara na novela “Viver a Vida” (2009), quando ela tinha oito anos, disse que se sentiu “na obrigação” de acolhe-la publicamente, além do contato pessoal, porque “a violência que sofreu e a sua dor tornaram-se públicas sem que fosse um desejo seu, sem que fosse garantido o seu direito à privacidade”. E acrescentou: “Te conheço desde de criança, conheço sua mãe, sua família e tenho muito respeito e amor por vocês. Se cuide, se proteja e se preserve. Todo meu amor e respeito”. Giovanna Antonelli, que viveu a mãe de Klara na novela de Manoel Carlos, também se manifestou: “Você tão rara e tão menina quando conheci… sempre imaginava que se um dia tivesse filhas queria que fossem como você. Doce, inteligente, bom caráter, talentosa e cheia de personalidade! Conte com meu amor sempre, em meio a um mundo tão hostil a nossa volta. Te amo.” Pai de Klara no cinema, no filme “Chocante”, Bruno Mazzeo foi outro que se revoltou com o ódio contra a atriz: “Posto essa minha foto com Klarinha porque acho que ela simboliza, de alguma maneira, o carinho que sinto por ela. Fui seu pai no cinema, pude conhecer de perto, além do seu talento, a sua doçura. Acabo de ler o terrível relato postado por ela e lamento profundamente que a gente viva num mundo de valores completa e escrotamente invertidos. Seja por ignorância, seja por ódio, seja pelo inacreditável prazer de sentir ódio. Sou homem. Incapaz de sentir na pele a dor de um estupro. O que não me impede de ter a certeza de que ela é dilacerante, causa marcas profundas e cicatrizes eternas. Eu sinto muito, Klarinha.” Carol Castro, que atuou com Klara e três novelas – “Morde & assopra” (2011), “Amor eterno amor” (2012) e “Amor à vida” (2013) – , compartilhou uma foto com a atriz e fez um longo desabafo carregado de indignação. “Estou em choque”, escreveu Carol. Você não merecia passar por isso. Ninguém merecia passar por isso. Não posso imaginar a dor de todo o ocorrido e ainda com as ‘consequências’ de um ( ou vários) ‘vazamento’ de informações que vão virando um telefone sem fio de maldade… e muitas vezes são em troca de ‘um trocado’, ‘likes1, números… que falta de respeito! Que horror! Que brutal! É Desumano. Cruel. Ardiloso”. “Lamento muito o que você está passando nesse momento… esse turbilhão, todas essa exposição de um assunto delicado, doloroso e que deveria, sim, ser só seu e da sua família. Sua rede apoio. Pessoal e intransferível. Pra você ter seu tempo de cicatrização de uma dor imensa e ainda tendo que lidar com esse outro tipo de violência e abuso”, acrescentou. “Até quando as mulheres irão passar por esses tipos todos de violência?! Não tem nem palavras que cheguem perto da verdade do que você está passando… Conte comigo sempre, minha flor amada. Tô aqui. Sempre. Te amo sem fim”, completou. A escritora Thalita Rebouças, que viu Klara estrelar três filmes baseados em seus livros, também publicou “uma foto para falar de empatia”. “A gente fala, fala mas não pratica, né? Impressionante. Klarinha é mais que amiga. Depois de três filmes juntas ela virou minha filha do coração”, escreveu, também dizendo que a atriz poderia contar com ela para tudo. Larissa Manoela, colega de geração e de baladas, completou: “Que apesar de toda a maldade a gente ainda possa ter o presente de te ver sorrir. Todo o meu apoio, carinho e amor, Klara!”. Todo esse turbilhão começou porque Leo Dias revelou saber de uma informação “inacreditável” sobre uma atriz no “The Noite”, afirmando que a “conta” dela iria chegar, pois o caso “envolve vidas” e “carma”. Para deixar mais claro, no sábado (25/3) Antonia Fontenelle resolver dar mais detalhes, revelando que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. Não bastasse a fofoca, em seguida ela passou a fazer acusações e ataques. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a apresentadora, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou Fontenelle. Seus seguidores não tiveram dificuldades em relacionar a história à atriz de “Confissões de uma Garota Excluída”, apesar dela ter mais filmes que produções “globais” no currículo, e passaram a bombardear as redes sociais da jovem com comentários grosseiros, maldosos e agressivos. Sem chão, Klara então resolveu contar seu lado da história, com detalhes fortes sobre o drama que viveu nos últimos meses. “Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que eu sofri. Eu fui estuprada”, ela escreveu. Klara Castanho explicou que foi violentada sexualmente, mas não reportou o ocorrido à polícia por sentir “vergonha e culpa”. Acreditava que se fingisse que nada aconteceu, “talvez esquecesse”. A descoberta da gravidez veio ao passar mal. Porém, o médico que a atendeu não se solidarizou com sua dor, mesmo sabendo da história. Ela afirmou que seria incapaz de criar um filho fruto de estupro, então optou pela doação do bebê e fez todos os procedimentos legais. Entretanto, quando teve a criança, ela diz ter sido ameaçada por uma enfermeira, que quis levar o caso a público por meio da imprensa. E, de fato, Leo Dias a procurou quando ela ainda estava no hospital, para questionar sobre a gravidez e a adoção, mas, ao explicar a violência que sofreu, ele se comprometeu em não publicar nada a respeito, em demonstração de empatia. Entretanto, Matheus Baldi escreveu no dia 24 de maio que Klara tinha dado à luz uma criança. A pedido da própria atriz, esse post foi apagado. Só que aí Leo Dias não se conteve e soltou detalhes na TV. Após Klara assumir a história, ele ainda fez uma publicação com dados do nascimento da criança, incluindo hora e local de nascimento, cujo sigilo é resguardado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. A editora do portal mandou tirar do ar e, em seu lugar, o colunista escreveu um pedido de desculpas. Depois da repercussão, Fontenelle, que é pré-candidata a deputada federal, ressaltou que soube da gravidez por Leo Dias e achou um absurdo ficarem “revoltadinhos” com ela por “ter tido a coragem de mencionar uma história” – a adoção legal e legítima que ela distorceu para chamar de crime. Mas, ao ver o tamanho da repercussão, decidiu gravar um vídeo afirmando ter falado sem saber toda a história – segundo os dicionários, a definição do que é fofoca – e ofereceu-se para ajudar Klara, depois de ter tornado a vida da jovem um inferno. Leia abaixo a íntegra da declaração de Klara Castanho sobre a sucessão de violências que ela sofreu. “Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. Sempre mantive a minha vida afetiva privada, assim, expô-la dessa maneira é algo que me apavora e remexe dores profundas e recentes. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que sofri. Fui estuprada. Relembrar esse episódio traz uma sensação de morte, porque algo morreu em mim. Não estava na minha cidade, não estava perto da minha família, nem dos meus amigos. Estava completamente sozinha. Não, eu não fiz boletim de ocorrência. Tive muita vergonha, me senti culpada. Tive a ilusão de que se eu fingisse que isso não aconteceu, talvez eu esquecesse, superasse. Mas não foi o que aconteceu. As únicas coisas que tive forças para fazer foram: tomar a pílula do dia seguinte e fazer alguns exames. E tentei, na medida do possível e da minha frágil capacidade emocional, seguir adiante, me manter focada na minha família e no meu trabalho. Mas mesmo tentando levar uma vida normal, os danos da violência me acompanharam. Deixei de dormir, deixei de confiar nas pessoas, deixei uma sombra apoderar-se de mim. Uma tristeza infinita que eu nunca tinha sentido antes. As redes sociais são uma ilusão e deixei lá a ilusão de que a vida estava ok enquanto eu estava despedaçada. Somente a minha família sabia o que tinha acontecido. Os fatos até aqui são suficientes para me machucar, mas eles não param por aqui. Meses depois, eu comecei a passar mal, ter mal-estar. Um médico sinalizou que poderia ser uma gastrite, uma hérnia estrangulada, um mioma. Fiz uma tomografia e, no meio dela, o exame foi interrompido às pressas. Fui informada que eu gerava um feto no meu útero. Sim, eu estava quase no término da gestação quando eu soube. Foi um choque. Meu mundo caiu. Meu ciclo menstrual estava normal, meu corpo também. Eu não tinha ganhado peso e nem barriga. Naquele momento do exame, me senti novamente violada, novamente culpada. Em uma consulta médica contei ter sido estuprada, expliquei tudo o que aconteceu. O médico não teve nenhuma empatia por mim. Eu não era uma mulher que estava grávida por vontade e desejo, eu tinha sofrido uma violência. E mesmo assim esse profissional me obrigou a ouvir o coração da criança, disse que 50% do DNA eram meus e que eu seria obrigada a amá-lo. Essa foi mais uma da série de viol~encias que aconteceram comigo. Gostaria que tivesse parado por aí, mas, infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Eu ainda estava tentando juntar os cacos quando tive que lidar com a informação de ter um bebê. Um bebê fruto de uma violência que me destruiu como mulher. Eu não tinha (e não tenho) condições emocionais de dar para essa criança o amor, o cuidado e tudo o que ela merece ter. Entre o momento que eu soube da gravidez e o parto se passaram poucos dias. Era demais para processar, para aceitar e tomei a atitude que eu considero mais digna e humana. Eu procurei uma advogada e conhecendo o processo, tomei a decisão de fazer uma entrega direta para a adoção. Passei por todos os trâmites: psicóloga, ministério público, juíza, audiência, todas as etapas obrigatórias. Um processo que, pela própria lei, garante sigilo para mim e para a criança. A entrega foi protegida e em sigilo. Ser pai e/ou mãe não depende tão somente da condição econômica-financeira, mas da capacidade de cuidar. Ao reconhecer a minha incapacidade de exercer esse cuidado, eu optei por essa entrega consciente e...
Klara Castanho revela estupro e doação de bebê
A atriz Klara Castanho, de 21 anos, veio a público neste sábado (25/6) revelar que engravidou após ser estuprada e deu o bebê para adoção. Publicado nas redes sociais como “o relato mais difícil da minha vida”, a confissão foi feita após Matheus Baldi, Leo Dias e Antonia Fontenelle exporem a atriz. Todo esse turbilhão começou em 24 de maio, quando Matheus Baldi escreveu em suas redes sociais que Klara tinha dado à luz uma criança. A pedido da própria atriz, esse post foi apagado. Mas aí Leo Dias revelou saber de uma informação “inacreditável” sobre uma atriz, ao participar do programa “The Noite” de 16 de junho. Ele afirmou que a “conta” dela iria chegar, pois o caso “envolve vidas” e “carma”, e teria sido maldade. Pegando carona no tema, Antonia Fontenelle resolver dar mais detalhes no sábado (25/6), revelando que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. Em seguida, Fontenelle passou a fazer acusações e ataques. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a apresentadora, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Seus seguidores não tiveram dificuldades em relacionar a história à atriz de “Confissões de uma Garota Excluída”, apesar dela ter mais filmes que produções “globais” no currículo, e passaram a bombardear as redes sociais da jovem com comentários grosseiros, maldosos e agressivos. Sem chão, Klara então resolveu contar seu lado da história, com detalhes fortes sobre o drama que viveu nos últimos meses. “Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que eu sofri. Eu fui estuprada”, ela escreveu. Klara Castanho explicou que foi violentada sexualmente, mas não reportou o ocorrido à polícia por sentir “vergonha e culpa”. Acreditava que se fingisse que nada aconteceu, “talvez esquecesse”. A descoberta da gravidez veio ao passar mal. Porém, o médico que a atendeu não se solidarizou com sua dor, mesmo sabendo da história. Ela afirmou que seria incapaz de criar um filho fruto de estupro, então optou pela doação do bebê e fez todos os procedimentos legais. Entretanto, quando teve a criança, ela diz ter sido ameaçada por uma enfermeira, que quis levar o caso a público por meio da imprensa. E, de fato, um colunista a procurou quando ela ainda estava no hospital, para questionar sobre a gravidez e a adoção, mas, ao explicar a violência que sofreu, este e outro colunista que soube mais tarde se comprometeram em não publicar nada a respeito, em demonstração de empatia. Coube a Antonia Fontenelle fazer o que especialistas em fofocas se recusaram. Depois da repercussão, Fontenelle, que é pré-candidata a deputada federal, assumiu que soube da gravidez pelo colunista Leo Dias (um dos que não publicou a história) e achou um absurdo ficarem “revoltadinhos” com ela por “ter tido a coragem de mencionar uma história” – uma adoção legal e legítima que ela distorceu para chamar de crime. Após a divulgação da carta aberta de Klara, vários famosos se manifestaram em solidariedade à jovem. Pathy de Jesus, Cacau Protásio, Isabella Fiorentino, Sophia Abrahão, Fabiana Karla e Rosane Gofman foram algumas das que compartilharam declarações de amor e apoio. Leia abaixo a íntegra da declaração de Klara Castanho. “Esse é o relato mais difícil da minha vida. Pensei que levaria essa dor e esse peso somente comigo. Sempre mantive a minha vida afetiva privada, assim, expô-la dessa maneira é algo que me apavora e remexe dores profundas e recentes. No entanto, não posso silenciar ao ver pessoas conspirando e criando versões sobre uma violência repulsiva e de um trauma que sofri. Fui estuprada. Relembrar esse episódio traz uma sensação de morte, porque algo morreu em mim. Não estava na minha cidade, não estava perto da minha família, nem dos meus amigos. Estava completamente sozinha. Não, eu não fiz boletim de ocorrência. Tive muita vergonha, me senti culpada. Tive a ilusão de que se eu fingisse que isso não aconteceu, talvez eu esquecesse, superasse. Mas não foi o que aconteceu. As únicas coisas que tive forças para fazer foram: tomar a pílula do dia seguinte e fazer alguns exames. E tentei, na medida do possível e da minha frágil capacidade emocional, seguir adiante, me manter focada na minha família e no meu trabalho. Mas mesmo tentando levar uma vida normal, os danos da violência me acompanharam. Deixei de dormir, deixei de confiar nas pessoas, deixei uma sombra apoderar-se de mim. Uma tristeza infinita que eu nunca tinha sentido antes. As redes sociais são uma ilusão e deixei lá a ilusão de que a vida estava ok enquanto eu estava despedaçada. Somente a minha família sabia o que tinha acontecido. Os fatos até aqui são suficientes para me machucar, mas eles não param por aqui. Meses depois, eu comecei a passar mal, ter mal-estar. Um médico sinalizou que poderia ser uma gastrite, uma hérnia estrangulada, um mioma. Fiz uma tomografia e, no meio dela, o exame foi interrompido às pressas. Fui informada que eu gerava um feto no meu útero. Sim, eu estava quase no término da gestação quando eu soube. Foi um choque. Meu mundo caiu. Meu ciclo menstrual estava normal, meu corpo também. Eu não tinha ganhado peso e nem barriga. Naquele momento do exame, me senti novamente violada, novamente culpada. Em uma consulta médica contei ter sido estuprada, expliquei tudo o que aconteceu. O médico não teve nenhuma empatia por mim. Eu não era uma mulher que estava grávida por vontade e desejo, eu tinha sofrido uma violência. E mesmo assim esse profissional me obrigou a ouvir o coração da criança, disse que 50% do DNA eram meus e que eu seria obrigada a amá-lo. Essa foi mais uma da série de viol~encias que aconteceram comigo. Gostaria que tivesse parado por aí, mas, infelizmente, não foi isso o que aconteceu. Eu ainda estava tentando juntar os cacos quando tive que lidar com a informação de ter um bebê. Um bebê fruto de uma violência que me destruiu como mulher. Eu não tinha (e não tenho) condições emocionais de dar para essa criança o amor, o cuidado e tudo o que ela merece ter. Entre o momento que eu soube da gravidez e o parto se passaram poucos dias. Era demais para processar, para aceitar e tomei a atitude que eu considero mais digna e humana. Eu procurei uma advogada e conhecendo o processo, tomei a decisão de fazer uma entrega direta para a adoção. Passei por todos os trâmites: psicóloga, ministério público, juíza, audiência, todas as etapas obrigatórias. Um processo que, pela própria lei, garante sigilo para mim e para a criança. A entrega foi protegida e em sigilo. Ser pai e/ou mãe não depende tão somente da condição econômica-financeira, mas da capacidade de cuidar. Ao reconhecer a minha incapacidade de exercer esse cuidado, eu optei por essa entrega consciente e que deveria ser segura. No dia em que a criança nasceu, eu, ainda anestesiada do pós-parto, fui abordada por uma enfermeira que estava na sala de cirurgia. Ela fez perguntas e ameaçou: ‘imagina se tal colunista descobre essa história’. Eu estava dentro de um hospital, um lugar que era para supostamente para me acolher e me proteger. Quando cheguei no quarto já havia mensagens do colunista, com todas as informações. Ele só não sabia do estupro. Eu ainda estava sob o efeito da anestesia. Eu não tive tempo de processar tudo aquilo que estava vivendo, de entender, tamanha era era a dor que eu estava sentindo. Eu conversei com ele, expliquei tudo o que tinha me acontecido. Ele prometeu não publicar. Um outro colunista também me procurou dias depois querendo saber se eu estava grávida e eu falei com ele. Mas apenas o fato de eles saberem, mostra que os profissionais que deveriam ter me protegido em um momento de extrema dor e vulnerabilidade, que têm a obrigação legal de respeitar o sigilo da entrega, não foram éticos, nem tiveram respeito por mim e nem pela criança. Bom, agora, a notícia se tornou pública, e com ela vieram mil informações erradas e ilações mentirosas e cruéis. Vocês não têm noção da dor que eu sinto. Tudo o que fiz foi pensando em resguardar a vida e o futuro da criança. Cada passo está documentado e de acordo com a lei. A criança merece ser criada por uma família amorosa, devidamente habilitada à adoção, que não tenha as lembranças de um fato tão traumático. E ela não precisa saber que foi resultado de uma violência tão cruel. Como mulher, eu fui violentada primeiramente por um homem e, agora, sou reiteradamente violentada por tantas outras pessoas que me julgam. Ter que me pronunciar sobre um assunto tão íntimo e doloroso me faz ter que continuar vivendo essa angústia que carrego todos os dias. A verdade é dura, mas essa é a história real. Essa é a dor que me dilacera. No momento, eu estou amparada pela minha família e cuidando da minha saúde mental e física. Minha história se tornar pública não foi um desejo meu, mas espero que, ao menos, tudo o que me aconteceu sirva para que mulheres e meninas não se sintam culpadas ou envergonhadas pelas violências que elas sofram. Entregar uma criança em adoção não é um crime, é um ato supremo de cuidado. Eu vou tentar me reconstruir, e conto com a compreensão de vocês para me ajudar a manter a privacidade que o momento exige. Com carinho, Klara Castanho”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)
Carol Castro vai estrelar novo filme de Bruno Barreto
Cheia de trabalho, Carol Castro será vista a seguir em “Maldivas” e nas segundas temporadas de “Insânia” e “Natureza Morta”. E em meio a essa agenda corrida, ainda arranjou tempo para filmar o próximo longa de Bruno Barreto. “Férias Trocadas” é a nova incursão do diretor no terreno das comédias – o que não é seu forte, como pode ser visto por “Crô: O Filme” (2013). Com produção da Paris Entretenimento, o filme foi todo rodado entre março e abril na Colômbia em locações paradisíacas, reveladas pela atriz em suas redes sociais. Na produção, Carol Castro divide as cenas com Edmilson Filho (“Cabras da Peste”) e Matheus Costa (“Cinderela Pop”), que interpretam seu marido e seu filho, respectivamente. Klara Castanho (“De Volta aos 15”) e Aline Campos (“Vai que Cola”) também estão no elenco. O longa tem previsão de lançamento nos cinemas em dezembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carol Castro (@castrocarol) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carol Castro (@castrocarol) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carol Castro (@castrocarol) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Carol Castro (@castrocarol) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Edmilson Filho (@edmilson_filho) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)
Fotos de “Bom Dia, Verônica” mostram vilão vivido por Reynaldo Gianecchini
A Netflix divulgou duas imagens dos bastidores da 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, que registram as primeiras aparições de Camila Márdila (“Que Horas Ela Volta?”), Klara Castanho (“De Volta aos 15”) e Reynaldo Gianecchini (“A Dona do Pedaço”) na atração. Os novos episódios vão revelar que o personagem de Gianecchini é quem está por trás da perigosa organização criminosa da trama, responsável por infiltrar aliados em cargos importantes na polícia e no judiciário. Na produção do streaming, ele viverá um benfeitor conhecido, livre de suspeitas. Por isso, será um inimigo difícil de ser combatido pela protagonista Verônica (Tainá Müller). Produção da Zola Filmes, a série é baseada no romance policial de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes (autores de “A Menina que Matou os Pais”), lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também escrevem e produzem a atração, concebida pelo próprio Raphael Montes. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios. Pode vir, Verô 🔥 A 2ª temporada de Bom Dia, Verônica vem aí e tem rostinho novo no elenco: Reynaldo Gianecchini, Klara Castanho e Camila Márdila. pic.twitter.com/roCruhqXXM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) April 13, 2022
“De Volta aos 15” é renovada. Confira a reação do elenco
A Netflix anunciou a renovação de “De Volta aos 15” para a 2ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais, acompanha por um vídeo com reações de Maisa e Camila Queiroz, que interpretam a protagonista Anita em diferentes fases de sua vida. Maisa também se manifestou em suas próprias redes sociais, dizendo-se ansiosa pela 2ª temporada, assim como outros integrantes do elenco, como Klara Castanho, Amanda Azevedo e João Guilherme. Veja abaixo. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. E, no passado, Anita aproveitar esse “De Repente 15” para criar um “Efeito Borboleta”, tentando consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela, além de Fabricio (João Guilherme). Só que cada mudança que Anita faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. A série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento, e deve voltar para mais seis episódios em 2022. 🗣️🗣️🗣️: Minha série De Volta aos 15 foi renovada pra segunda temporada!!! E vão rolar muitas outras viagens no tempo pra vocês criarem teorias. Podem começar: pic.twitter.com/dMxkKtcKCz — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 21, 2022 Namoral…Pra todo mundo que pediu essa renovação: MUITO OBRIGADA.Eu falei que a gente teria que pedir mt e a patroa atendeu nossos desejos!!!! Tô ansiosa por essa segunda temporada, meu coração tá explodindo de felicidade ✨️😭❤ Dv15 2 — anitah_malukah2006 (@maisa) March 21, 2022 Eu tô taooooo felizzzz https://t.co/HaZv9Ho61N — Camila Queiroz (@Camiqueirozreal) March 21, 2022 Por mim a gente gravava as 2 juntas e digo mais!!!!! https://t.co/aH1Byh7Y4K — anitah_malukah2006 (@maisa) March 21, 2022 avisando azamiga que renovou 2a temporada de De Volta aos 15!! @pedroviniciusmb @KlaraCastanho @maisa pic.twitter.com/V5ca1xcdah — Amanda Azevedo #dv15 (@amandaazeved_o) March 21, 2022 NEM TO ACREDITANDO MEU DEUS QUE ISSO RENOVAMOS MESMO VOCES FAZEM TUDOOOOO! @NetflixBrasil a gente vai ter mais sofrencia 2000 pra reviver 🫂🫂❤️🔥❤️🔥❤️🔥 — Klåra #DV15 (@KlaraCastanho) March 21, 2022 SEMANA ABENÇOADA, RENOVAÇÃO CHEGOU! 2ª TEMPORADA DE “DE VOLTA AOS 15” TA AI 💕 VCS PEDIRAM 🥺 um pouco mais de fabrício — J҉O҉T҉I҉N҉H҉A҉ (@Joaoguiavila) March 21, 2022
Ivete Sangalo vai gravar música-tema de “Detetives do Prédio Azul”
Ivete Sangalo vai cantar a música de abertura do novo filme da franquia “Detetives do Prédio Azul”. Ela gravou, especialmente para o longa, uma nova versão da música-tema da série de TV, chamada “Um Barulho, um Sumiço”. Além de ser ouvida no cinema, a versão com a voz da estrela baiana será lançada em março em todas as plataformas musicais. O filme será o terceiro da franquia nos cinemas. Intitulado “Detetives do Prédio Azul 3: Uma Aventura no Fim do Mundo”, está pronto desde 2020, mas acabou tendo a estreia adiada devido à pandemia. A produção deve marcar a despedida do elenco atual, após um terceiro time de detetives mirins gravar novos episódios da série do canal pago infantil Gloob. O trio de protagonistas atuais é o segundo a encabeçar a franquia, formado por Bento (Anderson Lima), Sol (Leticia Braga) e Pippo (Pedro Motta). A aventura cinematográfica vai acompanhá-los até o fim do mundo – também conhecido como Argentina. Com ajuda da feiticeira-mirim Berenice (Nicole Orsini), que já é praticamente um membro honorário do grupo, eles embarcam para a cidade mais ao Sul do continente na tentativa de salvar o porteiro Severino (Ronaldo Reis) de um medalhão enfeitiçado. Dirigido por Mauro Lima (“Tim Maia”), o terceiro longa da franquia contará com várias participações especiais, entre elas uma dupla rival dos heróis, a bruxa Duvíbora (vivida por Alexandra Richter, de “Minha Mãe é uma Peça”) e sua filha Dunhoca (Klara Castanho, de “Tudo por um Pop Star”), que farão de tudo para colocar as mãos na relíquia de Severino. O elenco também inclui a volta de Suely Franco como a Vó Berta, além de Lázaro Ramos (“Mister Brau”) e Alinne Moraes (“Tim Maia”). A estreia nos cinemas está marcada para 21 de abril. Veja abaixo um trailer da produção.
Vídeo de “De Volta Aos 15” junta Maisa e Camila Queiroz
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “De Volta Aos 15”, série estrelada por Maisa e Camila Queiroz. A prévia mostra cenas das gravações e curiosidades da trama, que adapta o livro homônimo de Bruna Vieira. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a série gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. O detalhe é que a prévia sugere que essa troca de corpos entre a mesma personagem acontece várias vazes ao longo da história e não apenas uma vez – como no filme de 2004 estrelado por Jennifer Garner. O motivo das idas e vindas, aparentemente, é a vontade de Anita de aproveitar esse “De Repente 15” para criar um “Efeito Borboleta”, tentando consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela. Só que cada mudança que Anita faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. A série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento, e terá seis episódios, com lançamento em streaming na sexta-feira (25/2).
De Volta Aos 15: Netflix revela trailer da série de Maisa e Camila Queiroz
A Netflix divulgou o trailer completo “De Volta Aos 15”, série estrelada por Maisa e Camila Queiroz. A prévia detalha a premissa da trama, adaptação do livro homônimo de Bruna Vieira. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a trama gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. O detalhe é que o trailer sugere que essa troca de corpos entre a mesma personagem acontece várias vazes ao longo da história e não apenas uma vez – como no filme de 2004 estrelado por Jennifer Garner. O motivo das idas e vindas, aparentemente, é a vontade de Anita de aproveitar esse “De Repente 15” para tenta consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela. Só que cada mudança que Anita faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. A série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento. São ao todo seis episódios, que chegarão ao streaming em 25 de fevereiro.
De Volta aos 15: Série de Maisa e Camila Queroz ganha data de estreia
A Netflix divulgou dois pôsteres e o teaser “De Volta Aos 15”, série estrelada por Maisa e Camila Queiroz. O material destaca a era da internet discada e revela a data de estreia da atração. A adaptação do livro de Bruna Vieira chega ao streaming em 25 de fevereiro. Espécie de “De Repente 30” às avessas, a trama gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor, e de uma hora para outra se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. A protagonista é vivida por Camila Queiroz na fase adulta e por Maisa na adolescência. Decidida a aproveitar esse “De Repente 15”, ela tenta consertar a vida de todos ao seu redor: de Carol (Klara Castanho), sua prima que está envolvida com o maior boy lixo da cidade; de Luiza (Amanda Azevedo), sua irmã que vive presa no papel de princesinha da cidade; de César (Pedro Vinicius), seu novo amigo que precisa de coragem para ser quem é; e de Henrique (Caio Cabral), seu melhor amigo nerd que é secretamente apaixonado por ela. Só que cada mudança que Anita faz no passado impacta o futuro de todos – e nem sempre para melhor. A série foi desenvolvida por Janaina Tokitaka (“Spectros”) com produção da Glaz Entretenimento.








