Ezra Miller quebra silêncio sobre acusação de assédio infantil
Ezra Miller, conhecido por seu papel em “The Flash”, se pronunciou pela primeira vez após ter sido acusado de assédio infantil. No Instagram, o ator comemorou a revogação de uma ordem temporária de restrição contra uma criança de 12 anos. Na sexta-feira (30/6), o Tribunal Distrital de Greenfield suspendeu a ordem apresentada por Shannon Guin na cidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, que acusava o ator de ter assediado seu filho, embora nenhuma queixa criminal tenha sido feita contra Miller. “Estou confiante com o resultado de hoje e muito grato neste momento a todos que estiveram ao meu lado e procuraram garantir que esse uso indevido do sistema de ordem de proteção fosse interrompido”, escreveu o artista. “Ordens protetivas são feitas para promover segurança para os indivíduos, famílias, e crianças que estão em perigo. Elas não foram feitas para serem usadas como armas por aqueles que buscam por atenção ou um espaço na fama ou certo tipo de vingança pessoal quando existem pessoas que verdadeiramente precisam desses serviços.” Miller ainda destacou ter sido vítima de uma injustiça: “Venho sendo alvo injustamente por um indivíduo cujos fatos mostram sua história com ações manipuladoras e destrutivas. (…) Eu quero que todo mundo saiba que eu continuo fazendo o meu melhor para preservar o meu bem-estar e para reverter os danos colaterais que essa provação trouxe para mim e para os meus próximos.” Apoio da defesa Marissa Elkins, a advogada do ator, também emitiu uma declaração sobre as “alegações falsas” feitas por Shannon Guin. A defesa destacou que Miller “nunca estava sozinho” com a criança durante seus “breves encontros”. “Frustrantemente para Ezra, Guin apresentou suas falsas alegações em um momento em que Ezra estava lutando com problemas significativos de saúde mental e foi incapaz de comparecer ao tribunal para se defender das alegações espúrias feitas por esse indivíduo”, ela pontuou. “Se Ezra tivesse comparecido ao tribunal no ano passado e compartilhado a verdade sobre suas interações muito limitadas com a Sra. Guin, estou confiante de que a ordem original nunca teria sido emitida.” Relembre o caso O pedido de Massachusetts surgiu apenas uma semana depois que os pais de Tokata Iron Eyes entraram com uma acusação de manipulação e agressão em Dakota do Norte, em junho do ano passado. No caso, a família de Tokata acusou o ator de se relacionar com a menina desde que ela tinha apenas 12 anos. A Justiça chegou a emitir uma ordem de restrição para que ele não se aproxime mais da vítima. “Ezra usa violência, intimidação, ameaça, medo, paranoia, delírios e drogas para dominar a jovem adolescente Tokata”, dizia o documento, obtido por vários veículos de comunicação. Posteriormente, os pais de Tokara retiraram o pedido de restrição e o Tribunal Tribal Sioux de Standing Rock também indeferiu a ordem de assédio por falta de acusações formais contra Ezra Miller.
Irmão de Pedro Scooby é preso por dívida de pensão alimentícia
João Vitor da Mota Vianna, irmão do surfista Pedro Scooby, foi preso na quinta-feira (29/6) por dívida de pensão alimentícia. A decisão foi emitida pela Justiça do Rio de Janeiro por um prazo de 30 dias. Em nota, os policiais civis da 32ª Delegacia da Taquara confirmaram o pedido. “Segundo a 32º DP, o homem foi conduzido por um oficial de justiça à delegacia, onde foi cumprido um mandado de prisão por dívida de pensão alimentícia”, diz o texto. A ação foi movida por Thalita Iorio Barbosa, ex-mulher de João Vitor e mãe da filha dele. O processo corre em segredo de Justiça, mas o G1 apurou que o acusado possui uma dívida de mais de R$ 31 mil. Na manhã desta sexta (30/6), a juíza Mônica Poppe de Figueiredo Fabião, da 3ª Vara de Família da Barra da Tijuca, determinou a soltura de João Vitor. “Considerando o pagamento do débito, revogo o decreto prisional. Expeça-se alvará de soltura com urgência, considerando que o executado encontra-se acautelado na 32ª DP.” Até o momento, Pedro Scooby não se pronunciou sobre o caso. É de família? No final do ano passado, Pedro Scooby deu no que falar após ter sido exposto por Luana Piovani devido justamente a suposto atraso no pagamento da pensão alimentícia. A atriz promoveu uma verdadeira novela ao realizar cobranças públicas, que, por sinal, surtiram efeito rápido. No entanto, o surfista moveu um processo na Justiça contra Piovani, tentando recuperar a guarda de seus três filhos. Outro caso A prisão por pensão alimentícia não foi a primeira do irmão de Scooby. Em 2015, João Vitor da Mota Vianna foi preso em flagrante por tentar subordinar policiais da 1ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), da Corregedoria da PM. Ele estava presente em um bar durante ação policial feita em Vila Isabel, Zona Norte do Rio. As autoridades tentavam apreender máquinas caça-níqueis, onde João Vitor produziria um evento. Pai de dois meninos, João foi descrito por Scooby no “BBB 22” como “parceiro de vida”. Na ocasião, o surfista afirmou que o irmão “já deu trabalho” e que “se acalmou” após um perrengue, sugerindo o caso de 2015.
Justiça suspende ação de Rose Miriam por união estável com Gugu
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) suspendeu nesta quinta-feira (29/6) a ação de Rose Miriam pelo reconhecimento de união estável com Gugu Liberato (1959-2019). A decisão provisória foi emitida após um pedido de Thiago Salvático, o suposto namorado do apresentador. Segundo a ministra Nancy Andrighi, há um “descompasso processual” entre as ações judiciais de Salvático e Rose Miriam, que tentam provar intimidade com o falecido apresentador do “Domingo Legal”. “A ação de reconhecimento de união estável proposta pelo requerente [Salvático] foi julgada extinta sem resolução de mérito antes mesmo da citação dos réus”, disse a ministra, que descreve o processo de Rose Miriam como “em fase procedimental bastante avançada”. A decisão da ministra ainda diz que o andamento desigual dos processos pode ser prejudicial. “Diante desse cenário, o descompasso processual entre as duas ações é incontroverso e nitidamente prejudicial não apenas ao requerente [Salvático], mas ao próprio descobrimento da verdade a respeito das supostas relações havidas entre as partes e a pessoa [Gugu] com quem dizem ter mantido união estável em período concomitante, com repercussões familiares e sucessórias que devem ser adequadamente investigadas”, afirmou. A próxima audiência de Rose Miriam estava marcada para a segunda-feira (3/7), mas foi cancelada. Enquanto isso, Thiago Salvático tem 48 horas para apresentar novos documentos que comprovem o andamento de sua ação movida por união estável. União estável de Gugu Na última semana, Thiago Salvático comemorou a decisão da justiça de São Paulo em reavaliar seu pedido de reconhecimento de união estável com o apresentador, uma solicitação que havia sido anulada em janeiro deste ano. O Tribunal permitiu a reabertura do caso, dando a Salvático uma nova oportunidade de pleitear uma parcela da herança de Gugu Liberato. A alteração na decisão judicial foi divulgada no Diário da Justiça Eletrônico. A mudança do status da solicitação de Salvático foi promovida pelo desembargador Galdino Toledo Júnior e documentada no Diário da Justiça Eletrônico, determinando o retorno do processo à primeira instância para que a família do apresentador seja citada e possa responder ao recurso apresentado. Em janeiro de 2023, o pedido de união estável havia sido rejeitado pela Justiça, quando o juiz responsável decidiu extinguir a ação sem julgar o mérito. Salvático, que questionou a conduta do magistrado que extinguiu a ação, ainda teve uma outra vitória: o desembargador encaminhou a “suspeição” para análise da Câmara Especial do Tribunal.
Gillian Anderson e Lena Headey vão estrelar western do criador de “Sons of Anarchy”
A atriz Gillian Anderson (“The Crown” e “Sex Education”) vai estrelar uma nova série dramática da Netflix ao lado de Lena Headey (“Game of Thrones”). Intitulada “The Abandons” (“Os Abandonados”, em tradução livre), a atração é um western criado por Kurt Sutter, conhecido pela criação da série “Sons of Anarchy”. A nova produção explora as consequências da violência e os segredos de uma família que luta para manter sua terra. Ambientada no estado americano de Oregon em 1850, a história acompanha um grupo de diversas famílias isoladas que buscam realizar seu Destino Manifesto, uma ideologia que surgiu nos Estados Unidos no século XIX. O conceito está relacionado à crença de que os Estados Unidos tinham uma missão divina de expandir seu território e seus valores pela América do Norte. No entanto, uma força corrupta de riqueza e poder está determinada a tomar as terras das famílias e as força a abandoná-las. Mas ao serem empurradas para a margem da sociedade, essas pessoas se unem para formar uma nova família e lutar para se vingar sem piedade. Nesse processo sangrento, a noção de “justiça” se estende além dos limites da lei. Gillian Anderson assume posto de antagonista Na trama, Anderson interpretará Constance, a matriarca da rica família Van Ness. Sua personagem herdou a fortuna de mineração de seu marido e conseguiu dobrá-la. Apesar do preconceito que as mulheres enfrentam na cidade, Constance utiliza seu dinheiro, charme e crueldade para criar uma rede de aliados políticos. Para ela, poder, riqueza e linhagem estão acima de tudo. Já Headey interpretará Fiona, descrita como uma matriarca forte e devota que, incapaz de ter seus próprios filhos, acolheu quatro órfãos para criar como sua própria família. Impulsionada por um propósito maior – e um temperamento irlandês obstinado – sua fé e amor por sua família a tornam destemida. É importante ressaltar que as atrizes foram escaladas antes da greve dos roteiristas, que tem paralisado diversas produções em Hollywood. Kurt Sutter, criador da série, também assume o papel de showrunner e produtor executivo. Emmy Grinwis (produtora de “The Fall of the House of Usher”), Stephen Surjik (diretor em “The Umbrella Academy”) e Otto Bathurst (diretor de “Robin Hood – A Origem”) também compartilham a produção. “The Abandons” ainda não tem previsão de lançamento.
Kelly Clarkson faz forte desabafo sobre divórcio: “Não conseguia parar de chorar”
Kelly Clarkson abriu o coração sobre o processo de divórcio com Brandon Blackstock. No podcast Las Culturistas, a cantora disse ter abusado de antidepressivos para superar a batalha judicial contra o ex-marido. A artista afirmou ter passado por momentos turbulentos durante o divórcio, o que a impedia de resolver outros problemas internos com psicoterapia. “Olhei para o meu terapeuta e simplesmente não conseguia parar de chorar”, ela contou. “Pensei: ‘Na verdade, tive que cancelar um pouco [dos compromissos] do outro dia porque não conseguia parar de chorar. Não posso fazer isso’”, relatou a cantora. “E foi uma daquelas coisas em que eu realmente tive que deixar meu orgulho de lado e passar a olhar para outros problemas meus de qualquer tema.” Kelly Clarkson ainda revelou ter sido medicada com antidepressivos por ao menos dois meses, antes de retomar suas apresentações. “Eu simplesmente não conseguia mais sorrir para a América naquele momento. Não estava feliz e precisava de ajuda… Eu não teria conseguido [sem a medicação]”, garantiu a cantora. Divórcio polêmico Kelly Clarkson e Brandon Blackstock foram casados por sete anos, mas pediram divórcio em junho de 2020. Contudo, o processo de separação se iniciou apenas em julho de 2021, quando tiveram o status definido pela Justiça. Um ano depois, o ex-casal fechou acordo sobre a divisão de bens e a guarda dos filhos de River Rose, de 9 anos, e Remington Alexander, de 7. “Não sei como as pessoas passam por algo assim, porque não vou dizer que fiz isso com elegância. Não consegui fazer sozinha, portas fechadas”, admitiu a cantora.
Ratinho tem recurso negado em processo contra ex-BBB
Ratinho teve um pedido negado no processo movido contra a ex-BBB Ariadna Arantes, que recebeu o benefício de Justiça gratuita após ter sido condenada a indenizar o apresentador. A defesa de Ratinho afirmou que Ariadna teria condições de arcar com as custas do processo, pois a influencer “ostenta luxuoso padrão de vida” nas redes sociais. No processo, ainda anexou preços de procedimento estético e de passagens para a Europa, região para onde a influencer se mudou em 2022. No documento, Ariadna declara ter renda anual de apenas R$ 15 mil. A defesa esclarece que o valor não seria suficiente para pagar as custas processuais, entre R$ 2 mil e R$ 4 mil. Além disso, os advogados de Ratinho tentaram argumentar que a influencer teria fez insinuações de que o apresentador ganhou a ação judicial por ser influente e porque seu filho é governador do Paraná. Contudo, a juíza Renata Eliza Fonseca de Barcelos Costa rejeitou o pedido da defesa sob alegação de “argumentos genéricos” e sem comprovação. “Portanto, trata-se de pessoa hipossuficiente economicamente, não podendo fazer frente às custas processuais, sem lesar o próprio sustento e o de sua família”, escreveu a magistrada na sentença. Relembre o caso Em março deste ano, Ratinho alegou à Justiça que as acusações teriam começado em novembro de 2021, quando a maquiadora saiu em defesa de Anitta, que teve sua carreira musical criticada. A situação teria resultado numa enxurrada de comentários danosos. Após a decisão judicial, a modelo reclamou no Instagram que o imbróglio não teria sido justo. “Irei recorrer dessa sentença. Não fui ouvida. Não teve audiência. Não foi levado em consideração os fatos de que em um programa ao vivo o mesmo fez brincadeiras com a situação”, disse ela. Ariadna Arantes ainda explicou que as desavenças começaram em meados de 2011, quando foi convidada ao “Programa do Ratinho” e teria sido destratada por ser uma mulher transexual. Ela acrescentou que o Ratinho é conhecido por desmerecer minorias, como homossexuais, mulheres e transexuais, bem como artistas que lutam por uma sociedade ética e respeitosa.
Michael Jackson pode virar réu por abuso sexual após nova acusação
Michael Jackson pode voltar a ser réu por abuso sexual após receber novas acusações. O artista teria molestado o coreógrafo Wade Robson durante a infância. As informações são do TMZ. Segundo o site, o abuso sexual teria ocorrido nas dependências do Rancho Neverland, quando Robson tinha entre 7 e 14 anos. Em outro processo, a vítima testemunhou que nunca havia sido abusado por Jackson. Robson tenta processar MJJ Productions Ins., a corporação que pertencia ao cantor. Na primeira instância, o tribunal acatou os argumentos dos advogados da empresa, que alegam não ter controle sobre os atos de Jackson. No entanto, o Tribunal de Apelação deferiu a decisão e decidiu enviar o suposto caso de assédio sexual de volta a julgamento. Acusações de Michael Jackson Michael Jackson foi julgado por molestar outro menino em 2005, quando o coreógrafo testemunhou ter dormido na cama do cantor. Na época, Robson afirmou que nada havia acontecido. Em 2013, Robson deu uma nova versão dos fatos à imprensa. Ele ainda abriu um processo contra a empresa de Jackson sob alegação de que havia sofrido “manipulação completa e lavagem cerebral” no testemunho anterior. A corporação do artista ainda virou ré em outra ação semelhante, movida por James Safechuck. O caso também terá seu dia no Tribunal de Apelação.
Ministério Público pede fim da concessão da Jovem Pan
O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública solicitando o cancelamento das permissões para o funcionamento da Rádio Jovem Pan. A ação é devido à emissão contínua de conteúdos considerados falsos e ataques ao processo eleitoral, às instituições e ao regime democrático pela emissora. A ação movida pelo MPF solicita o cancelamento das três outorgas de radiodifusão concedidas à Jovem Pan, abordando especificamente o funcionamento da rádio, um serviço público concedido pelo governo. Vale notar que a programação da emissora no YouTube e na TV por assinatura não está em discussão nesta ação. Além da cassação da concessão, o MPF propõe que a Jovem Pan seja condenada ao pagamento de R$ 13,4 milhões como indenização por danos morais coletivos. Este valor corresponde a 10% dos ativos da emissora apresentados em seu último balanço. A ação civil também pede que a Justiça Federal obrigue a Jovem Pan a veicular mensagens com informações oficiais sobre a confiabilidade do processo eleitoral durante quatro meses, ao menos 15 vezes por dia entre as 6h e as 21h. Mais consequências Além do cancelamento do serviço de rádio, o MPF também recomendou que a Controladoria-Geral da União (CGU) instaure um processo administrativo e declare a Jovem Pan inidônea “para licitar ou contratar com a Administração Pública”. Caso a CGU não acolha a recomendação, o tema poderá ser incluído como uma das pretensões da ação civil pública ajuizada. Para o MPF, o conteúdo disponibilizado no YouTube é o mesmo veiculado em suas transmissões de rádio, portanto, para garantir a preservação das provas, o órgão requer que a emissora seja proibida de apagar conteúdos de seu canal na plataforma. Incitação a atos antidemocráticos Em 2022, a Jovem Pan posicionou-se a favor do então candidato à reeleição, Jair Bolsonaro, apenas reconhecendo a vitória de Luis Inácio Lula da Silva (PT) dois meses após a eleição e após perder anunciantes. Segundo o MPF, o discurso dos comentaristas da rádio estava alinhado com a proposta editorial da emissora, defendendo uma ruptura institucional e incitando a desobediência de ordens judiciais supostamente ilegais. A ação cita a cobertura da emissora dos atos antidemocráticos de 8 de janeiro deste ano como evidência de seu alinhamento. A ação diz ainda que “a Jovem Pan contribuiu para que um enorme número de pessoas duvidasse da idoneidade do processo eleitoral ou tomasse ações diretas como as vistas após o anúncio do resultado da votação, especialmente o bloqueio de estradas em novembro passado e o ataque de vandalismo em Brasília no dia 8 de janeiro. As outorgas de rádio da emissora estão em operação em São Paulo e Brasília, mas a rede conta com mais de cem afiliadas que retransmitem o sinal a centenas de municípios em 19 estados, alcançando milhões de ouvintes. Linha editorial A ação cita numerosos exemplos de discursos feitos entre 1º de janeiro de 2022 e 8 de janeiro deste ano, com foco nos programas “Os Pingos nos Is”, “3 em 1”, “Morning Show” e “Linha de Frente”, que extrapolam limites de liberdade de expressão e de radiodifusão. O MP afirma que os discursos configuram manifestações ilícitas, feitas por mais de 20 comentaristas durante o período. Todas convergiram para a defesa das mesmas teses, que, por isso, podem ser identificadas com a linha editorial da emissora. A Jovem Pan, por sua vez, afirmou que a defesa do Grupo será manifestada exclusivamente nos autos do processo e reafirmou seu compromisso com a sociedade brasileira e a democracia. Financiamento dos ataques de 8 de janeiro Para complicar o caso, Milton de Oliveira Júnior, dono de uma rádio afiliada a Jovem Pan em Itapetininga (SP), sofreu mandado de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (27/6), dentro da 13ª fase da Operação Lesa Pátria. Ele admitiu, durante participação em um programa local, ter financiado os atos de ataque às instituições de 8 de janeiro. Oliveira chegou a ironizar em um programa a possibilidade de ser preso por conta da confissão. “Se eu tiver que ser preso porque ajudei patriotas a irem para a Brasília fazer protesto contra um governo ilegítimo, que eu seja preso, não há problema nenhum. Temos que assumir os compromissos que fazemos. Não tenho medo da Justiça. Eu contribuí, deputada, se a senhora quiser eu mando no seu WhatsApp os recibos de pix, está tudo com o meu CPF”, afirmou. Depois da confissão, a Jovem Pan rompeu contrato com sua afiliada de Itapetininga, por prática que “expõe a marca” da emissora e “viola cláusulas” contratuais.
Laudo psiquiátrico de Rose Miriam pode anular contrato de criação de filhos com Gugu
A disputa pela herança bilionária de Gugu Liberato recebeu mais um capítulo bárbaro nesta segunda-feira (26/6). O colunista Erlan Bastos revelou um laudo psiquiátrico de Rose Miriam di Matteo que pode anular o contrato de criação de filhos assinado com o apresentador. Segundo o documento, Rose Miriam apresentava transtornos psiquiátricos e era considerada “descompassada”. O laudo ainda diz que a médica era “incapaz” de assinar o Contrato de Compromisso Conjunto para Criação dos Filhos, feito em 25 de março de 2011. Na semana passada, as redes sociais foram tomadas por uma carta homofóbica de Rose Miriam, onde a médica afirmou ter escrito em momento de “desespero ao saber da traição e da bissexualidade do marido”. O contrato assinado pelo casal veio à tona neste contexto. O documento aponta que “ambos deliberaram que por meio de inseminação artificial teriam três filhos”. Além disso, eles “assumiram que todas as decisões voltadas aos interesses das crianças, de qualquer natureza que fossem, sempre seriam, sem exceção, por eles conjuntamente discutidas e tomadas”. Os advogados da família consideraram a assinatura do termo como prova cabal de não houve uma união estável. Contudo, o laudo psiquiátrico de Rose Miriam pode causar uma reviravolta na disputa bilionária, já que o documento de criação de filhos pode ser anulado. Detalhes do laudo O parecer médico foi emitido neste mês por Thiago Fernando da Silva, médico psiquiatra formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e especializado em psiquiatria forense. O laudo psiquiátrico surgiu a pedido da defesa de Rose Miriam, que tenta provar a internação da médica entre janeiro e fevereiro de 2011. Na ocasião, ela teria tentado se matar ao ingerir 12 comprimidos de Rivotril, 4 de Dramin, 10 de Dipirona, entre outros medicamentos. No prontuário, ainda consta que a profissional de saúde recebeu o diagnóstico de “episódio depressivo”, quando ela teria vivido crises de choro dizendo que não era uma boa mãe e que se sentia solitária. Ela mostrava “sintomas obsessivos preexistentes associadas ao relacionamento afetivo” e teria dependência de bebidas alcoólicas. Antes da internação, Rose Miriam era acompanhada por um psicológico desde abril de 2009. A médica fazia uso de diversos remédios psiquiátricos e também apresentava transtorno obsessivo compulsivo (TOC). Ela continuou o uso de medicamentos após o período reclusa, pois era considerada “instável” devido aos transtornos que afetaram sua capacidade cognitiva. O laudo apresentado à Justiça também esclarece que a médica precisou de uma “equipe de suporte com familiares, empregados, bem como profissionais na área da psiquiatria e psicologia” durante um ano, entre janeiro de 2011 a janeiro de 2012. Reviravolta familiar No documento obtido pelo colunista, Rose Miriam teria enviado uma mensagem por e-mail em que reconhece quebra de confiança com o ex-marido. “Eu cometi inúmeros atos feios, bizarros e até mesmo perigosos nos últimos tempos. Mas eu vou precisar do teu perdão e, mais ainda, embora eu saiba que será difícil, da tua confiança”, ela teria dito. “Fiz um voto com Deus de não ingerir uma gota de álcool sequer, assim também quanto ao abuso de comprimidos. Seguirei respeitavelmente as condutas do Dr. Pérsio e da Dra. Vera. Estou ciente da gravidade dos erros que eu cometi, mas também estou ciente de que farei o possível e o impossível para não errar.” O médico responsável pelo laudo afirmou ter feito uma análise detalhada dos documentos sobre Rose Miriam, onde foi identificado “um quadro psiquiátrico grave e descompassado, com diversos transtornos psiquiátricos comórbidos” no momento da assinatura do termo. “Em março de 2011, seus sintomas psiquiátricos encontravam-se descompassados, tendo acabado de sair de uma internação hospitalar por tentativa de suicídio, e encontrava-se incapaz para os atos da vida civil.”
Lisa Gomes é intimada a depor contra cantor Bruno em ação de transfobia
A repórter Lisa Gomes foi abordada nesta segunda-feira (26/6) por uma viatura de policiais e um oficial de Justiça ao chegar na sede paulista da RedeTV!. Ela terá que depor sobre o episódio transfóbico que sofreu ao entrevistar o cantor Bruno. Segundo fontes do colunista Gabriel Perline, a jornalista foi recebida com uma intimação para prestar depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em São Paulo, nos próximos dias. Além disso, Lisa se constrangeu com a abordagem e tentou entender do que se tratava a intimação. A repórter já havia notificado seus advogados de que não entraria com uma ação criminal contra o sertanejo. Ela prefere manter as acusações na esfera cível. No entanto, um processo criminal está sendo movido pelo Ministério Público (MP), que pretende entender a situação por meio de denúncias. Lisa Gomes não tem relação com esse procedimento, que pode acarretar na prisão do cantor Bruno. Ao procurá-la, as autoridades tentaram acalmá-la e explicaram se tratar de uma ação necessária para dar andamento à investigação. Os oficiais acrescentaram que uma escrivã colherá seu depoimento quando for à delegacia. Relembre o caso O caso ocorreu no dia 12 de maio, durante um evento realizado no Villa Country, em São Paulo. Bruno constrangeu a repórter Lisa Gomes, uma mulher trans, ao fazer uma piada considerada transfóbica durante a entrevista. A pergunta feita pelo cantor sertanejo, “Você tem pau?”, deixou Lisa sem reação. Jornalistas e testemunhas que estavam presentes no local confirmaram o ocorrido, que terminou em processo judicial.
Filha se pronuncia por processo contra vocalista do Raça Negra
Renata Francine, filha do vocalista do Raça Negra, se pronunciou sobre o processo aberto contra o próprio pai. No domingo (25), a jovem esclareceu ter sido chamada de interesseira pelo cantor Luiz Carlos. A jovem contou ao “Domingo Espetacular” que nunca pediu dinheiro para o patriarca, mas precisou pedir ajuda por conta da filha. A bebê tem paralisia cerebral e terá que realizar um tratamento de alto custo. “Eu tenho meus defeitos, porque eu não sou santa. Mas não sou mau caráter”, disse ela, que ainda rebateu a atitude de Luiz Carlos: “Preferia um pai pobre, mas um pai que pelo menos amasse a filha.” Casos de Família Renata Francine Rodrigues da Silva entrou com um processo após ter sido vítima de danos morais praticados pelo vocalista do Raça Negra. A ação corre no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) desde dezembro de 2022. Na Justiça, a jovem acusa Luiz Carlos de não ter prestado assistência financeira e não estabelecer qualquer vínculo afetivo. Ela pede uma indenização de R$ 40 mil pelos danos causados à família. Renata Francine é fruto de um relacionamento de DOIS anos de Luiz Carlos com uma mulher desconhecida. O pagodeiro teria sugerido que ela fosse abortada. Nos autos do processo, a jovem ainda relatou a luta para ser reconhecida como filha, já que ele se recusou a fazer um exame de DNA.
Integrante da “Máfia dos Tigres” é condenado por tráfico de animais selvagens
O dono de zoológico Bhagavan “Doc” Antle, que foi destaque na série documental “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), da Netflix, foi condenado na sexta-feira (24/6), nos Estados Unidos, em quatro acusações criminais relacionadas à compra e venda de animais ameaçados de extinção. A sentença será revelada em 14 de setembro e Antle pode pegar até 20 anos de prisão, após ser acusado de comprar ilegalmente filhotes de leão ameaçados de extinção para exibir em seu zoológico na Carolina do Sul e de traficar animais selvagens, incluindo chimpanzés e guepardos, violando a legislação federal sobre o tema. Por outro lado, Antle foi absolvido de cinco acusações de crueldade contra animais, e o juiz Alexander Iden rejeitou quatro acusações adicionais de crueldade contra Antle e todas as acusações contra suas duas filhas adultas. Após sua passagem na 1ª temporada de “A Máfia dos Tigres”, Antle se tornou o foco de seu próprio documentário na Netflix, “A Máfia dos Tigres: A História de Doc Antle”, lançado em 2021, que cobria várias denúncias de atividades ilegais. Em 2020, Antle foi alvo de duas acusações criminais relacionadas ao tráfico de animais selvagens. Ele ainda enfrentou denúncias de ter relacionamentos inadequados com menores e de operar uma seita em seu negócio em Myrtle Beach. Na ocasião, Antle negou as alegações. Apesar das alegações, ele mantinha boas conexões com Hollywood. Antle forneceu animais para filmes como “O Poderoso Joe Young” e “O Livro da Selva”, foi creditado como “principal treinador de animais” nas duas comédias de “Ace Ventura” e foi contratado como especialista em animais em “Dr. Dolittle”. Vale lembrar que o principal personagem de “A Máfia dos Tigres” também está preso. Joe Exotic foi sentenciado em janeiro de 2020 a duas décadas de prisão por planejar o assassinato de sua rival, a ativista Carole Baskin.
Klara Castanho vence processo contra Antonia Fontenelle por danos morais
A atriz Klara Castanho alcançou uma significativa vitória na tarde de sexta-feira (23/6), em ação judicial contra Antonia Fontenelle. A influenciadora foi condenada a pagar uma indenização de R$ 50 mil a Klara por exposição pública indesejada, relacionada a um abuso sexual que culminou em uma gravidez. A bolsonarista Antonia Fontenelle, que já pleiteou uma vaga de deputada federal pelo Rio de Janeiro, foi acusada de infringir a privacidade de Klara, ao revelar publicamente a violência sexual sofrida pela atriz e a consequente entrega de seu bebê para adoção. A decisão foi proferida pela juíza Flávia Viveiro de Castro, da 2ª Vara Cível da Barra, na zona oeste do Rio de Janeiro, mas ainda cabe recurso. Durante o processo, Klara se emocionou ao assistir trechos da transmissão ao vivo na qual Fontenelle a critica por entregar o recém-nascido, fruto da violência sexual, para adoção. A influenciadora chegou a acusar a atriz de “abandono de incapaz”. A sentença foi proferida com base na live, na ofensa aos princípios da dignidade da pessoa humana e na ausência de solidariedade da ré. Processo criminal continua Além do processo por danos morais contra Fontanelle, Klara Castanho também abriu uma queixa-crime contra Leo Dias, Antonia Fontenelle e Adriana Kappaz, conhecida como Dri Paz, por calúnia, difamação e injúria. As acusações se baseiam na exposição da atriz em notícias publicadas na internet. Klara foi obrigada a vir à publico revelar o que aconteceu após as publicações. Em junho do ano passado, ela publicou o que chamou de “o relato mais difícil da minha vida”, revelando que sofreu um estupro, engravidou e entregou o bebê para adoção. A confissão foi feita após a notícia se espalhar com exposição da atriz. A defesa da atriz alegou que o Leo Dias injuriou a artista ao inferir “que Klara Castanho seria uma atriz ‘que vende uma imagem que todo mundo acha que é santinha’, que tem uma ‘história de trama’ e que o que ela fez é de ‘perder a fé na humanidade'”. Fontenella foi ainda pior. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a influencer bolsonarista no YouTube, classificando a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Dri Paz seguiu na mesma linha, publicando na rede social Kwai um vídeo “imputando” o crime de abandono de incapaz a atriz. Ela teria afirmado que a jovem pagou para “sumirem com a criança”, o que configura difamação e calúnia. Klara seguiu todos os trâmites e agiu de acordo com a lei para doar o filho fruto de estupro, e jamais pretendeu que o caso viesse à público. O pedido de condenação exige que Leo Dias, Antonia e Adriana cheguem a um acordo com o Ministério Público, aceitando cumprir a pena de maneira imediata, que poderá resultar desde multas até serviços comunitários.












