Filme do videogame Sonic ganha pôster animado
A Paramount divulgou o primeiro pôster de “Sonic – O Filme”, versão live action do famoso ouriço azul dos videogames. O cartaz foi disponibilizado em versão nacional e também com efeito de animação. Na imagem, Sonic aparece mais peludo que os fãs já viram nos games. Confira abaixo. A produção vai misturar atores reais com a animação do ouriço Sonic, que, por sua vez, será dublado em inglês pelo ator Ben Schwartz (da série “House of Lies”). Ele tem se especializado em dublagens nos últimos anos, com papéis na nova versão de “DuckTales” e em “Bojack Horseman”, além de ter feito alguns dos sons de BB-8, o robôzinho simpático de “Star Wars” – ele dividiu o papel em “O Despertar da Força” com Bill Hader (“Barry”). Já o elenco “humano” inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”) e Jim Carrey (“Sim Senhor”), que viverá o vilão clássico dos games, Dr. Ivo Robotnik (que foi rebatizado de Dr. Eggman nos games mais recentes), cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic. A direção está a cargo de Jeff Fowler, que fará sua estreia em longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). Já a história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller (criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto). Além desta turma, o filme contará com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. “Sonic – O Filme” tem estreia marcada para 14 de novembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. The guys that brought you Deadpool and The Fast and the Furious are bringing SONIC THE HEDGEHOG to the big screen! #SonicMovie speeds into theatres November 2019. Check out the new teaser poster, and head to the link in our Instagram Story to read what they had to say about making the film. Uma publicação compartilhada por Paramount Pictures (@paramountpics) em 10 de Dez, 2018 às 6:00 PST
Kidding: Série estrelada por Jim Carrey é renovada para a 2ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “Kidding”, série que marca a volta do comediante Jim Carrey para a TV, mais de duas décadas após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. A série não se tornou um fenômeno de audiência. Ao contrário. Cercada de expectativas, foi vista apenas por 440 mil pessoas ao vivo em sua estreia e a maioria perdeu o interesse após ver do que se tratava. O episódio mais recente, o quinto, teve apenas 199 mil telespectadores e um registro de 0,05 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Os números já se aproximam do fiasco de “I’m Dying Up Here” (média de apenas 150 mil telespectadores por episódio), por coincidência uma produção de Jim Carrey, que foi cancelada pelo Showtime na 2ª temporada. Dizem que esta série só chegou tão longe porque o canal queria cultivar uma relação com Carrey para que ele estrelasse “Kidding”. A série recém-renovada marca o reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondy assina a direção dos episódios, o que confere à produção uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Em “Kidding”, Carrey interpreta Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua alegria é posta em cheque quando um acidente o faz passar por uma crise, em que pode colocar tudo a perder. O resultado é bem mais dramático que a premissa sugere. Além de Carrey, o ótimo elenco da série também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here”, e estreou em 9 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
I’m Dying Up Here é cancelada após duas temporadas
O canal americano Showtime cancelou a série “I’m Dying Up Here”, produzida por Jim Carrey, ao final da 2ª temporada. O último episódio foi exibido em julho e o cancelamento era esperado devido à baixíssima audiência. “I’m Dying Up Here” tinha uma média de apenas 150 mil espectadores por episódio. E dizem que só chegou à 2ª temporada porque o canal queria cultivar uma relação com Carrey para estrelar “Kidding”, recém-lançada pelo Showtime. Carrey envolveu-se como produtor de “I’m Dying Up Here” após se apaixonar pela premissa, que adapta o livro homônimo de William Knoedelseder. Na obra jornalística, os “personagens” são comediantes reais, como Jay Leno, David Letterman, Andy Kaufman, Richard Lewis, Robin Williams, Elayne Boosler e Tom Dreesen. E Carrey, claro, viveu Kaufman no cinema, na cinebiografia “O Mundo de Andy” (1999). Entretanto, a série alterou todos os nomes, tirando o interesse principal na trama, sobre um grupo de comediantes de stand-up dos anos 1970. A história deveria focar o surgimento dos clubes de comédia e o início da geração mais inovadora do humor americano. Mas o potencial nunca foi atingido e também dividiu a crítica, com 51% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O elenco, ao menos, era de tirar o chapéu: Melissa Leo (“A Grande Aposta”), Michael Angarano (“O Reino Proibido”), Clark Duke (“A Ressaca”), RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota que Vai Morrer”), Sebastian Stan (“Capitão América: O Soldado Invernal”), Ari Graynor (“Celeste e Jesse para Sempre”), Andrew Santino (série “Mixology”), Erik Griffin (série “Workholics”), Ginger Gonzaga (“Ted”), Al Madrigal (série “About a Boy”), Stephen Guarino (“Os Delírios de Consumo de Becky Bloom”), Jake Lacy (série “Girls”), Dylan Baker (“Selma”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). Ao todo, foram produzidos 20 episódios. E a grande ironia disso é que uma série sobre a cena stand-up acabou se tornando o maior sucesso de crítica do ano: “The Marvelous Mrs. Maisel”, da Amazon – vencedora do Emmy 2018.
Kidding: Série estrelada por Jim Carrey ganha novo trailer e vídeos de bastidores
O canal pago americano Showtime divulgou dois pôsteres, um novo trailer e vídeos de bastidores de “Kidding”, série que marca a volta do comediante Jim Carrey para a TV, de onde saiu há 23 anos, após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Mais que isso, a série também marca o reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondy assina a direção dos episódios, o que confere ao trailer uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Em “Kidding”, Carrey interpreta Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua alegria é posta em cheque quando um acidente o faz passar por uma crise, em que pode colocar tudo a perder. O ótimo elenco também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey), e estreia em 9 de setembro nos Estados Unidos.
Primeira foto do filme de Sonic faz referência ao game clássico da Sega
A primeira foto do set do filme do ouriço mais famoso dos videogames chegou na internet, e de uma fonte pouco usual: pelo Twitter de um YouTuber especializado em vídeos sobre “Sonic”. Veja acima. A imagem revela um cenário clássico do primeiro jogo de “Sonic the Hedgehog”: ao lado de um carro de polícia, destaca-se uma placa que dá boas-vindas à cidade de Green Hill. Trata-se, claro de uma referência a Green Hill Zone, o primeiro nível do game original, lançado em 1991 para o console Sega Genesis. As filmagens começaram no início do mês, mas até agora nada tinha transpirado da produção, além do nome de alguns integrantes do elenco, como Jim Carrey (“Debi & Lóide”), James Marsden (o Teddy da série “Westworld”) e Tika Sumpter (“Policial em Apuros”). A produção da Paramount Pictures vai misturar atores reais com a animação do ouriço Sonic. A direção está a cargo de Jeff Fowler, que fará sua estreia em longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). Já a história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller (criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto). Além desta turma, o filme contará com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. A estreia está prevista para 15 de novembro de 2019.
Jim Carrey negocia viver o vilão do filme com atores do game Sonic
O ator Jim Carrey está em negociação para se juntar ao elenco de “Sonic the Hedgehog”, primeiro filme do ouriço mais rápido do mundo dos games. Segundo a revista Variety, o ator vai viver o Dr. Eggman, o cientista maluco que é o grande inimigo do protagonista. Desenvolvido pela Paramount, o filme pretende capturar o tom irreverente do game, reunindo alguns dos personagens mais famosos da franquia de jogos da Sega, como o citado vilão Dr. Eggman. A ideia é criar um híbrido de animação e live-action, em que Sonic contracenaria com atores reais. Caso Carrey feche o acordo, ele se juntará a James Marsden (o Teddy da série “Westworld”) e Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), primeiros atores contratados no projeto, que não tiveram seus papéis revelados. A direção está a cargo de Jeff Fowler, que fará sua estreia em longas, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). Já a história foi concebida por Evan Susser e Van Robichaux (dupla da comédia “Te Pego na Saída”) e transformada em roteiro por Patrick Casey e Josh Miller, criadores da série animada “Golan the Insatiable”, voltada para o público adulto. Além desta turma, o filme contará com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler. A estreia já está marcada no Brasil: para 14 novembro de 2019, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Kidding: Trailer da série revela visual fabuloso do reencontro de Jim Carrey e Michel Gondry
O canal pago americano Showtime divulgou o primeiro trailer de “Kidding”, série que marca a volta do comediante Jim Carrey para a TV, de onde saiu há 23 anos, após estrelar o humorístico “In Living Color” entre 1990 e 1994. Mais que isso, a série também marca o reencontro de Carrey com o diretor francês Michel Gondry, responsável por um dos filmes mais cultuados do ator, “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças”, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Original em 2005. Gondy assina a direção dos episódios, o que confere ao trailer uma aparência de fábula, bem ao estilo de seus filmes, em que os limites da fantasia e da realidade parecem se confundir. Em “Kidding”, Carrey interpreta Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua alegria é posta em cheque quando sua família passa por uma crise. O ótimo elenco também inclui Judy Greer (“Homem-Formiga”), Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como a mulher do protagonista, o produtor de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey), e estreia em 9 de setembro nos Estados Unidos.
Dark Crimes: Suspense sombrio estrelado por Jim Carrey ganha primeiro trailer
A Saban Films divulgou o pôster e o primeiro trailer do suspense “Dark Crimes”, anteriormente conhecido como “True Crimes”, que traz o comediante americano Jim Carrey num raro papel dramático. Na prévia, ele aparece bastante sério, no papel de um detetive policial, que se depara com um submundo de sadomasoquismo na investigação de um assassinato. Rodado na Polônia, o filme tem equipe e elenco europeu e vai marcar a estreia do premiado diretor grego Alexandros Avranas (“Miss Violence”) numa produção falada em inglês. Baseado em um artigo da revista New Yorker, “Dark Crimes” gira em torno da investigação do assassinato de um empresário, cujas pistas são encontradas num romance que descreve em detalhes um crime exatamente igual. Assim, o escritor se torna o principal suspeito. O roteiro foi escrito pelo belga Jeremy Block (“O Último Rei da Escócia”) e o elenco ainda inclui o neozelandês Marton Csokas (série “Into the Badlands”), a francesa Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), a finlandesa Kati Outinen (“O Porto”), o romeno Vlad Ivanov (“Toni Erdmann”) e a polonesa Agata Kulesza (“Ida”). Esta mistura de nacionalidades é resultado de uma coprodução dos EUA, Polônia e Reino Unido. O produtor americano é o cineasta Brett Ratner (“A Hora do Rush”), envolvido na onda de escândalos sexuais que abalou Hollywood, e a distribuição pertence à Saban Films, estúdio responsável pelo filme dos “Power Rangers”. Exibido pela primeira vez no Festival de Varsóvia há nada menos que dois anos, “Dark Crimes” vai finalmente estrear em 11 de maio nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Judy Greer será mulher de Jim Carrey em nova série de comédia
A atriz Judy Greer (“Homem-Formiga”) entrou no elenco da série de comédia “Kidding”, que será estrelada por Jim Carrey (“Sim Senhor”). Em “Kidding”, Carrey vai interpretar Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua felicidade vai acabar quando sua família passa por uma crise. Greer vai interpretar a mulher do protagonista, que está separada e vive uma fase de rebeldia. Além dos dois, o elenco também inclui Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e a atriz Catherine Keener (“Corra!), respectivamente como produtor do programa infantil de Mr. Pickles e a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey). “Kidding” será a primeira atração televisiva estrelada por Carrey desde o humorístico “In Living Color”, do qual ele participou entre 1990 e 1994. Além disso, marcará um reencontro entre o ator e o diretor de seu filme mais cultuado. O cineasta de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (2004), o francês Michel Gondry, vai dirigir os episódios da série. A estreia vai acontecer no canal pago Showtime, mas ainda não há data definida.
Jim Carrey se livra de processos pela morte da ex-namorada
O ator Jim Carrey não vai enfrentar desgastantes processos jurídicos pela morte de sua ex-namorada, Cathriona White. O site The Hollywood Reporter apurou que as duas ações contra ele foram recusadas pela justiça de Los Angeles. Um representante de Carrey confirmou que os processos foram arquivados em 25 de janeiro, e disse que o ator está ansioso para continuar com sua vida. Os processos foram movidos pelo ex-marido e pela mãe de Cathriona White, que se suicidou em setembro de 2015, por meio de uma overdose de remédios fornecidos pelo ator. A mãe da jovem, Brigid Sweetman, alega que Carrey passou doenças sexualmente transmissíveis para sua filha, pressionou para que ela se tratasse em segredo e lhe deu os remédios que ela usou para se matar. A ação do ex-marido anexou cartas que comprovariam as acusações, em que Cathriona confronta Carrey sobre as DSTs. Mensagens de texto do ator respondem que ela pode ter contraído as doenças antes do início da relação entre os dois, que durou de 2012 a 2015. Carrey contra-atacou os dois processos com uma moção que acusa os autores de tentarem explorar um astro famoso. Um especialista contratado pelo ator também afirmou que o teste para doenças sexuais realizado pela jovem, supostamente antes de começar a se relacionar com Carrey, tinha sido falsificado por Mark Burton, o ex-marido. Os advogados de Burton e Sweetman não quiseram comentar a decisão da justiça.
Frank Langella e Catherine Keener entram no elenco da série de comédia de Jim Carrey
O veterano ator Frank Langella (indicado ao Oscar por “Frost/Nixon”) e a atriz Catherine Keener (“Corra!) entraram no elenco de “Kidding”, nova série de comédia do canal pago Showtime, que será estrelada por Jim Carrey (“Sim, Senhor”). Em “Kidding”, Carrey vai interpretar Jeff, também conhecido como Mr. Pickles, um ícone infantil da TV americana, que representa uma marca bilionária de licenciamentos. Mas sua felicidade vai acabar quando sua família passa por uma crise. Langella será seu mentor e produtor do programa infantil, enquanto Kenner interpretará a criadora dos fantoches do programa. A série foi criada por Dave Holstein, roteirista-produtor de “Weeds” e “I’m Dying Up Here” (por sinal, produzida por Carrey). “Kidding” será a primeira atração televisiva estrelada por Carrey desde o humorístico “In Living Color”, do qual ele participou entre 1990 e 1994. Além disso, marcará um reencontro entre o ator e o diretor de seu filme mais cultuado. O cineasta de “Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” (2004), o francês Michel Gondry, vai dirigir os episódios da série. Por sua vez, Langella ainda deve ser visto na 6ª e última temporada de “The Americans”, na qual interpreta o espião russo Gabriel. O final da série vai ao ar neste ano no canal pago FX. E Kenner é uma das dubladores originais do vindouro “Os Incríveis 2”, com estreia marcada para junho.
Jim e Andy: Trailer de documentário revela bastidores surreais do clássico O Mundo de Andy
A Netflix divulgou o trailer do documentário “Jim e Andy”, dedicada aos bastidores do filme “O Mundo de Andy”. No longa de 1999, Jim Carrey interpretou seu ídolo Andy Kaufman, pioneiro do stand-up e astro da série “Taxi” (1978–1983), falecido em 1984. E assim como Andy fazia com seus personagens na vida real, Jim Carrey virou Andy Kaufman durante todo o período da produção, sem deixar de vivê-lo nem quando as câmeras se desligavam. As cenas dos bastidores ficaram guardadas por quase 20 anos e só agora revelam toda a experiência surreal, acompanhadas por uma entrevista atual de Jim Carrey – irreconhecível, sob a barba espessa – e a música tema do longa original, “Man on the Moon”, composta pela banda R.E.M.. “O Mundo de Andy” rendeu a Jim Carrey o troféu Globo de Ouro. O filme também conquistou o Urso de Prata no Festival de Berlim pela direção de Milos Forman. O documentário tem direção de Chris Smith (“The Yes Men”) e estreia em 17 de novembro.
Jim Carrey revela clima ruim com Tommy Lee Jones em Batman Eternamente
O ator Jim Carrey deu detalhes sobre o clima errado nos bastidores de “Batman Eternamente” (1995), um dos piores filmes de super-heróis já feito. No longa, Carrey fez o papel do vilão Charada e precisou contracenar com Tommy Lee Jones, que odiou toda a experiência, mas principalmente trabalhar com o comediante. Jones interpretou o Duas-Caras e os dois tinha uma grande cena juntos. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, Carrey disse só ter percebido que algo estava errado ao encontrar o colega num restaurante, fora dos sets. “Eu o encontrei e disse ‘Hey, Tommy, tudo bem?’ E o sangue foi completamente drenado do rosto dele, como se ele estivesse pensando em mim 24h por dia. Isso foi antes da grande cena que tivemos juntos no filme. O sangue simplesmente sumiu do rosto dele. Ele começou a tremer… acho que ele tinha uma fantasia de me matar, ou algo assim. Ele me abraçou e disse ‘odeio você, realmente não gosto de você’ e eu disse ‘cara, qual é o problema?’. Eu puxei uma cadeira, o que provavelmente não foi muito esperto, e ele disse ‘não consigo aprovar suas palhaçadas’ […]. Eu era a estrela, e esse era o problema. Apesar disso, ele é um ator fenomenal. Ainda gosto dele”. Dirigido por Joel Schumacher, “Batman Eternamente” só não é pior que “Batman e Robin” (1997), do mesmo diretor. Os dois filmes quase destruíram a franquia do super-herói da DC Comics, que só voltou aos cinemas após um hiato de oito anos, em “Batman Begins” (2005), de Christopher Nolan.












