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    Star Trek: Discovery dará mais destaque aos klingons que qualquer outra série

    24 de julho de 2017 /

    Uma das principais novidades do painel de “Star Trek: Discovery” na Comic-Con foi a revelação de que os klingons terão mais espaço que nunca na nova série, ganhando maior destaque que nas produções anteriores do universo trekker. A atração dará um foco considerável a sua cultura, revelando aspectos desconhecidos da vida desses alienígenas. “Eles têm seu próprio orgulho, interesses e talentos – é uma cultura muito fascinante. Ser capaz de expandir o que já foi criado e aprofundar o conhecimento desse grupo foi fantástico”, revelou a produtora executiva Gretchen J. Berg. O detalhe é os klingons não falarão em inglês. Eles se expressarão em seu próprio idioma, que será traduzido para o público por meio de legendas. “Star Trek: Discovery” estreia em 24 de setembro nos Estados Unidos e no dia seguinte no Brasil, via Netflix, que disponibilizará a série no mercado internacional na proporção de um episódio por semana.

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    Novo trailer de Star Trek: Discovery traz klingons e um vilão clássico da franquia espacial

    22 de julho de 2017 /

    A Netflix divulgou o novo trailer de “Star Trek: Discovery” na Comic-Con. A prévia já legendada se concentra em cenas de ação sem contexto e na protagonista melancólica Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”). Entre os destaques, há aparições de klingons, do trapaceiro clássico Harry Mudd (agora vivido por Rainn Wilson, de “The Office”), do vulcano Sarek (James Frain, de “Gotham”) e dois capitães da frota estelar, interpretados por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”) e Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs. E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. Os três personagens também ilustram novas fotos, que podem ser vistas abaixo. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento foi agendado para o dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, ela será disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional, na proporção de um episódio por semana.

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    Star Trek: Discovery finalmente ganha data de estreia

    19 de junho de 2017 /

    A rede CBS finalmente divulgou a data de estreia da aguardada série “Star Trek: Discovery”. A atração será lançada no dia 24 de setembro nos Estados Unidos. Seguindo o padrão estabelecido em outras parcerias da Netflix, ela deve ser disponibilizada no dia seguinte no mercado internacional, via plataforma de streaming. Originalmente, “Star Trek: Discovery” tinha a missão de inaugurar o serviço de streaming da própria CBS no começo do ano, mas os atrasos em sua produção fizeram com que o spin-off de “The Good Wife”, intitulado “The Good Fight”, tivesse esta honra em fevereiro passado. Como chamariz, a CBS vai exibir apenas o primeiro episódio na TV aberta, lançando os demais em sua plataforma, CBS All Access. O resgate televisivo da cinquentenária franquia espacial vai estrear 12 anos após o cancelamento de “Star Trek: Enterprise” (2001–2005), última atração televisiva desse universo. Assim como aquela série, a nova também é um prólogo da missão original de “Jornada nas Estrelas (1966-1969). A trama se passa uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Por isso, um dos personagens que se destacam é Sarek (James Frain, de “Gotham”), o pai do Sr. Spock. Mas ainda não se sabe exatamente em que contexto se dará sua participação, muito menos sua relação com a Tenente Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), protagonista da série. “Star Trek: Discovery” foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o elenco ainda inclui Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”), Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”), Shazad Latif (o Dr. Jeckyll da série “Penny Dreadful”), Maulik Pancholy (série “30 Rock”), Kenneth Mitchell (série “Frequency”), Rekha Sharma (série “Battlestar Galactica”) e Terry Serpico (“12 Horas Para Sobreviver: O Ano da Eleição”). Aproveite e veja o primeiro trailer divulgado neste link.

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  • Série

    Alienígenas e atriz de The Walking Dead se destacam nos trailers de Star Trek: Discovery

    18 de maio de 2017 /

    A CBS e a Netflix divulgaram o pôster, fotos e os primeiros trailers da aguardada série “Star Trek: Discovery”, resgate televisivo da cinquentenária franquia espacial, que vai estrear 12 anos após o cancelamento de “Star Trek: Enterprise”. Assim como aquela série, a nova atração também é um prólogo. Os vídeos a situam uma década antes dos eventos do filme “Star Trek” (2009). Por isso, um dos personagens que se destacam é Sarek (James Frain, de “Gotham”), o pai do Sr. Spock. Mas o contexto de sua participação não é explicado, muito menos sua relação com a Tenente Michael Burnham, vivida por Sonequa Martin-Green (série “The Walking Dead”), com quem aparece num flashback no planeta Vulcano. Tampouco há justificativa para o conflito com os klingons ou o clima de rebelião de Burnham diante da Capitã vivida por Michelle Yeoh (“O Tigre e o Dragão”). A ênfase fica para os efeitos que materializam naves espaciais e a variedade de maquiagens dos alienígenas. A falta de detalhes alimenta especulações, já que, originalmente, a personagem de Michelle Yeoh foi apresentada como Capitã Georgiou, oficial comandante da nave da Frota Estelar Shenzou, mais tarde renomeada Discovery. Também foi antecipado que o Capitão da Discovery seria vivido por Jason Isaacs (Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter”). E que uma jovem tenente, papel de Sonequa, tomaria o comando para si. A série foi desenvolvida originalmente por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (criador da série “Hannibal”, que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”). Mas Fuller, que tinha a função principal de showrunner, acabou saindo para se dedicar ao lançamento de “American Gods”. Em seu lugar, assumiram seus assistentes, Gretchen Berg e Aaron Harberts, que trabalharam com o produtor em “Pushing Daisies”. O piloto foi dirigido por David Semel (séries “Hannibal” e “The Strain”) e o lançamento é aguardado para a temporada americana de outono, com distribuição no Brasil via Netflix. At the edge of the universe, Discovery begins. https://t.co/xIWmNDREAb #StarTrekDiscovery pic.twitter.com/xlpH3Oe238 — Star Trek: Discovery (@startrekcbs) May 17, 2017

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    Rainn Wilson vai viver personagem clássico de Star Trek na nova série da franquia

    1 de abril de 2017 /

    O ator Rainn Wilson (série “The Office”) entrou para o elenco da nova série “Star Trek: Discovery”. A rede CBS anunciou que ele vai interpretar um personagem conhecido do universo trekker: Harry Mudd, um criminoso trapaceiro muito carismático, que fez tanto sucesso que acabou aparecendo em dois episódios da série “Jornada nas Estrelas” nos anos 1960 (na 1ª e na 2ª temporada), além de ganhar um capítulo na série animada da década de 1970. Ele não deve fazer parte do elenco fixo, que já conta com Jason Isaacs (o Lucius Malfoy da franquia “Harry Potter”), Sonequa Martin-Green (a Sasha de “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”) e James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai de Spock – além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), intérpretes de klingons. Ainda sem previsão de estreia, a série será exibida por streaming no serviço CBS All Access nos EUA e na Netflix no resto do mundo.

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    Vilão de Harry Potter será o capitão de Star Trek: Discovery

    7 de março de 2017 /

    O ator Jason Isaacs, que viveu o vilão Lucius Malfoy na franquia “Harry Potter” e foi visto mais recentemente na série “The OA”, foi contratado para viver o capitão da nave Discovery, na nova série do universo “Star Trek”. Seu personagem será o Capitão Lorca e sua escalação contradiz uma entrevista do antigo showrunner da produção, Bryan Fuller (série “Hannibal”), que em agosto afirmou que “Star Trek: Discovery” seria centrada numa protagonista feminina e não teria capitão. Desde então, Fuller saiu da produção – ou foi saído – para se concentrar em outros projetos e tudo pode ter mudado. Mas qualquer afirmação a esta altura é pura conjectura. O fato de a série ainda estar escalando seu elenco condiz com o clima tumultuado que parece existir em seus bastidores. Além da saída de Fuller, a atração teve estreia adiada duas vezes e ninguém assume a responsabilidade de dizer quando ela poderá ser vista. Isaacs vai se juntar a um elenco que já tem confirmadas as participações de Sonequa Martin-Green (a Sasha de “The Walking Dead”), Michelle Yeoh (estrela de “O Tigre e o Dragão”), Anthony Rapp (“Uma Mente Brilhante”), Doug Jones (conhecido por viver monstros em produções de Guillermo del Toro, como “Hellboy”, “O Labirinto do Fauno” e “Mama”) e James Frain (série “Gotham”) como Sarek, o pai de Spock – além do trio Chris Obi (minissérie “Raízes”), Shazad Latif (o Jekyll de “Penny Dreadful”) e Mary Chieffo (“Miss Dial”), intérpretes de klingons. “Star Trek: Discovery” será a primeira série da franquia em mais de dez anos e foi concebida por trekkers de três gerações diferentes: Nicholas Meyer (diretor de “Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan” e roteirista de “Jornada nas Estrelas IV – A Volta para Casa”, nos anos 1980), Bryan Fuller (que começou a carreira escrevendo episódios das séries “Star Trek: Deep Space Nine” e “Star Trek: Voyager”, nos anos 1990), e Alex Kurtzman (roteirista dos dois primeiros filmes do reboot da franquia, “Star Trek” e “Além da Escuridão: Star Trek”).

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    Volta do diretor de O Chamado ao terror, A Cura é constrangedora

    16 de fevereiro de 2017 /

    O fiasco de “O Cavaleiro Solitário” (2013), aquele filme em que Johnny Deep fazia o papel de Tonto, o índio trapalhão, exigia que o diretor Gore Verbisnki encontrasse urgentemente um filme que recolocasse sua reputação de realizador nas alturas. “A Cura” é essa aposta. Uma tentativa do cineasta de investir num caminho que já tinha trilhado com sucesso anteriormente: o terror – Verbinski se projetou como diretor de “O Chamado” (2002). O que, para os executivos da Fox, pareceu uma barbada. O resultado, contudo, é constrangedor. Verbinski e o roteirista Justin Haythe (também de “O Cavaleiro Solitário”) trabalham até um mote interessante, a história de um financista de Nova York (Dane DeHaan) que acaba internado numa clínica suíça e, cada vez que tenta escapar, uma força misteriosa parece prendê-lo ainda mais forte. Mas nada funciona no filme. O roteiro é mal estruturado, confuso e não revela habilidade nem mesmo para criar sustos. Uma cena é mais previsível que a outra. DeHaan (o Duende Verde de “O Espetacular Homem Aranha 2”) tem até o perfil ansioso adequado para perambular pelo sanatório dirigido por um médico (Jason Isaacs, da franquia “Harry Potter”) com sotaque alemão muito suspeito. É o tipo de cara que abre as portas e só depois pergunta se era proibido, mas cai tolamente numa armação, e não consegue provar pra polícia que realmente está sendo vítima dos médicos do sanatório. E essa situação se repete, se prolonga por intermináveis duas horas e meia. Nada prospera em cena, nem mesmo a atriz Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”), que interpreta a filha do médico. Mia acaba sendo a expressão máxima da visão anêmica do filme: ela parece assombrada e morta de fome. Em seu fracasso, Verbinski é literalmente épico. Se o filme é ruim, pelo menos o visual é caprichado. A fotografia austera de Bojan Bozelli (outro egresso de “O Cavaleiro Solitário”) favorece o cinza e tons de verde, variando de bile a musgo. O vestuário de Jenny Beavan (“Mad Max: Estrada da Fúria”) capricha nas peças retro-góticas e os cenários de Eve Stewart (“Victor Frankenstein”) são opulentos e passam a ideia certa de frieza e morbidez. Depois de uma meia hora de filme, a sugestão de gelidez é perfeita. Isso, porém, só aumenta a sensação de desperdício. De que adianta o capricho na atmosfera, quando a trama não ajuda, o diretor se enrosca nos chavões e os atores dançam como loucos pelos cenários, já que as boas ideias estão lá, mas ninguém sabe muito bem que direção tomar? Enfim, se essa era a Cura que Verbinski almejava para seus males, não deu certo. Melhor tentar outra receita.

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    Netflix renova The Oa para sua 2ª temporada

    8 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix anunciou a renovação da série “The Oa” para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito por meio de um anúncio divertido, em que os fãs usam seus poderes – e os gestos e as caretas de quem precisa usar o banheiro – , conforme vistos na série, para conseguir receber uma mensagem de texto do serviço de streaming. Com muita energia positiva, veio o resultado abaixo. Criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”), a série surgiu com uma estratégia de divulgação misteriosa da Netflix, que acabou dando resultado, viciando o público com a história de sua protagonista, uma jovem desaparecida (Marling), que ressurge sete anos. O detalhe é que a menina era cega quando sumiu, mas retornou, já adulta, com a visão perfeita. E se recusa a falar sobre o que aconteceu enquanto estava sumida, nem para os pais e nem para o FBI. Marling desenvolveu “The OA” com seu habitual parceiro Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Os dois já tinham trabalhado juntos nos filmes “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). O elenco também inclui a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Scott Wilson (série “The Walking Dead”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Alice Krige (Thor: O Mundo Sombrio”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”) e Victor Slezak (série “Hell on Wheels”) Batmanglij dirigiu os oito episódios, que foram disponibilizados na plataforma de streaming em 16 de dezembro. Apesar do anúncio de renovação, ainda não há previsão para a estreia da 2ª temporada.

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    Comercial dublado anuncia as maravilhas de A Cura, apesar dos efeitos colaterais serem um terror

    7 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo comercial de “A Cura” (A Cure for Wellness), que marca o retorno do cineasta Gore Verbinski (franquia “Piratas do Caribe”) ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). O vídeo foi divulgado durante o Super Bowl e chega em versões legendada e dublada, evocando uma propaganda de remédio. O problema da cura são os efeitos colaterais. A trama acompanha Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”), que vai a um spa sinistro para buscar seu chefe, cumprindo ordens de levá-lo de volta ao trabalho. Mas apesar da cortesia inicial, ele logo aprende, graças a uma paciente vivida por Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”), que ninguém sai daquele lugar. Isto aparentemente o inclui, após um acidente fazê-lo estender seus planos de visita, deixando-o aos cuidados do médico interpretado por Jason Isaacs (o Lucius Malfoy, da franquia “Harry Potter”). Não demora e ele descobre que o local tem um propósito muito mais sinistro do que apenas servir os seus pacientes. Na produção, Verbinski volta a trabalhar com o roteirista Justin Haythe, responsável por “O Cavaleiro Solitário” (2013), cujo fracasso abalou a carreira de ambos. A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Dane DeHaan se vê preso numa clínica em sete comerciais do terror A Cura

    5 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou um novo pôster e sete comerciais de “A Cura” (A Cure for Wellness), que marca o retorno do cineasta Gore Verbinski (franquia “Piratas do Caribe”) ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). As prévias focam diferentes pedaços da trama, enfatizando os elementos góticos da produção, passada num velho castelo europeu, que foi transformado numa clínica/spa particular. A trama acompanha Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”), que vai ao spa sinistro para buscar seu chefe, cumprindo ordens de levá-lo de volta ao trabalho. Mas apesar da cortesia inicial, uma paciente vivida por Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”) o alerta que ninguém sai daquele lugar. E logo um acidente comprova a teoria, fazendo-o estender seus planos de visita para ser tratado por Jason Isaacs (o Lucius Malfoy, da franquia “Harry Potter”). Não demora e ele descobre que o local tem um propósito muito mais sinistro do que apenas servir os seus pacientes. Na produção, Verbinski volta a trabalhar com o roteirista Justin Haythe, responsável por “O Cavaleiro Solitário” (2013), cujo fracasso abalou a carreira de ambos. A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Veja 32 fotos do terror A Cura, que marca a volta ao gênero do diretor de O Chamado

    14 de janeiro de 2017 /

    A Fox divulgou 32 fotos de “A Cura” (A Cure for Wellness), que marca o retorno do cineasta Gore Verbinski (franquia “Piratas do Caribe”) ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). As imagens enfatizam a bela fotografia (de Bojan Bazelli, o mesmo cinematógrafo de “O Chamado”) e os elementos góticos da produção, passada num velho castelo europeu, que foi transformado numa clínica/spa particular. A trama acompanha Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”), que vai ao spa sinistro para buscar seu chefe, cumprindo ordens de levá-lo de volta ao trabalho. Mas apesar da cortesia inicial, uma paciente vivida por Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”) o alerta que ninguém sai daquele lugar. E logo um acidente comprova a teoria, fazendo-o estender seus planos de visita para ser tratado por Jason Isaacs (o Lucius Malfoy, da franquia “Harry Potter”). Não demora e ele descobre que o local tem um propósito muito mais sinistro do que apenas servir os seus pacientes. Na produção, Verbinski volta a trabalhar com o roteirista Justin Haythe, responsável por “O Cavaleiro Solitário” (2013), cujo fracasso abalou a carreira de ambos. A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Dane DeHaan se vê preso numa clínica em novo trailer do terror A Cura

    21 de dezembro de 2016 /

    A Fox divulgou um novo trailer de “A Cura” (A Cure for Wellness), que marca o retorno do cineasta Gore Verbinski (franquia “Piratas do Caribe”) ao terror, 15 anos após “O Chamado” (2002). A prévia explica melhor a trama que os vídeos anteriores, enfatizando os elementos góticos da produção, passada num velho castelo europeu, que foi transformado numa clínica/spa particular. A trama acompanha Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2: A Ameaça de Electro”), que vai ao spa sinistro para buscar seu chefe, cumprindo ordens de levá-lo de volta ao trabalho. Mas apesar da cortesia inicial, uma paciente vivida por Mia Goth (“Ninfomaníaca: Volume 2”) o alerta que ninguém sai daquele lugar. E logo um acidente comprova a teoria, fazendo-o estender seus planos de visita para ser tratado por Jason Isaacs (o Lucius Malfoy, da franquia “Harry Potter”). Não demora e ele descobre que o local tem um propósito muito mais sinistro do que apenas servir os seus pacientes. Na produção, Verbinski volta a trabalhar com o roteirista Justin Haythe, responsável por “O Cavaleiro Solitário” (2013), cujo fracasso abalou a carreira de ambos. A estreia está marcada para 16 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    The OA: Veja quatro fotos e uma cena legendada da nova série misteriosa da Netflix

    13 de dezembro de 2016 /

    A Netflix divulgou quatro fotos oficiais e uma cena legendada de “The OA”, nova série misteriosa, criada e estrelada por Brit Marling (“A Outra Terra”). A prévia foca o “milagre” da trama, sem revelar o gênero da produção, que pode ou não ser sci-fi. Trata-se do reencontro de uma jovem desaparecida (Marling) com sua família, sete anos após seu desaparecimento misterioso. O detalhe é que a menina era cega quando sumiu, mas retornou, já adulta, com a visão perfeita. Na história, o que muitos consideram um milagre pode ter uma explicação perigosa. Mas ela se recusa a falar sobre o que aconteceu enquanto estava sumida, nem para os pais e nem para o FBI. Marling desenvolveu “The OA” com seu habitual parceiro Zal Batmanglij (irmão do ex-guitarrista da banda Vampire Weekend). Os dois já trabalharam juntos em “A Seita Misteriosa” (2011) e “O Sistema” (2013). O elenco também inclui a espanhola Paz Vega (“O Mensageiro”), Scott Wilson (série “The Walking Dead”), Emory Cohen (“Brooklyn”), Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”), Phyllis Smith (série “The Office”), Alice Krige (Thor: O Mundo Sombrio”), Will Brill (“Not Fade Away”), Patrick Gibson (minissérie “The Passing Bells”) e Victor Slezak (série “Hell on Wheels”) Batmanglij dirigiu os oito episódios, que serão disponibilizados na plataforma de streaming na sexta-feira, dia 16 de dezembro. Se ainda não viu, veja também o trailer completo, já disponibilizado.

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