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  • Filme

    Matt Damon vai repetir parceria com diretor de Ford vs. Ferrari em filme policial

    23 de janeiro de 2020 /

    Matt Damon vai reprisar a parceria com o diretor James Mangold, após o bem-sucedido filme “Ford vs. Ferrari”. O ator vai estrelar “The Force”, no papel do chefe de uma equipe de elite da polícia de Nova York, envolvida num escândalo de corrupção. A trama é uma adaptação do best-seller homônimo de Don Winslow (autor de “Selvagens”) e o primeiro roteiro foi elaborado pelo dramaturgo David Mamet (criador da série “The Unit”). Entretanto, Mangold está desenvolvendo uma nova abordagem com o roteirista Scott Frank. Os dois também já trabalharam juntos anteriormente: no excelente “Logan”. O longa está sendo desenvolvido na 20th Century Studios, novo nome da divisão da Disney anteriormente conhecida como 20th Century Fox – que lançou os citados “Ford vs. Ferrari” e “Logan”. Um dos produtores executivos é o cineasta Ridley Scott, que ainda dirigiu Damon em “Perdido em Marte”. “The Force” não tem previsão de estreia. Mas “Ford vs Ferrari” ainda pode ser visto nos cinemas. O drama de carros de corrida concorre a quatro Oscars.

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  • Filme,  Música

    Timothée Chalamet negocia estrelar cinebiografia de Bob Dylan

    6 de janeiro de 2020 /

    O ator Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) está negociando com a Fox Searchlight o papel do cantor Bob Dylan no filme “Going Electric”, que será dirigido por James Mangold, cineasta responsável por “Logan” e “Ford Vs Ferrari”. O filme tem a benção do cantor de 78 anos, que participa como produtor, e vai adaptar o livro “Dylan Goes Electric”, de Elijah Wald, que traça a conturbada transformação de Dylan em roqueiro, após um começo de carreira dedicado à música folk. Esta transição foi registrada no famoso documentário “Don’t Look Back”, de 1967. O roteiro da adaptação está a cargo de Jay Cocks, parceiro de Martin Scorsese em “A Época da Inocência” (1993), “Gangues de Nova York” (2002) e “Silêncio” (2016). “Going Electric” será a primeira cinebiografia convencional de Dylan, que já teve sua história de vida adaptada de forma alegórica em “Não Estou Lá” (2007), de Todd Haynes, em que Cate Blanchet, Ben Whishaw, Christian Bale, Richard Gere e Heath Ledger se revesaram como personas do cantor. Dylan também foi personagem importante de “Uma Garota Irresistível” (2006), interpretado por Hayden Christensen – e identificado no filme como “O Músico”. A produção segue a nova tendência de cinebiografias roqueiras, na esteira do sucesso e das premiações conquistadas por “Bohemian Rhapsody”, sobre a banda Queen, e “Rocketman”, sobre Elton John. Timothée Chalamet será visto a seguir em “Adoráveis Mulheres”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (9/11), além de já ter terminado as filmagens do remake de “Duna”, no qual tem o papel principal. A estreia da sci-fi vai acontecer em dezembro.

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  • Filme

    James Mangold desabafa sobre sua luta para colocar Ford vs. Ferrari no cinema

    17 de novembro de 2019 /

    Após a vitória de “Ford vs. Ferrari” nas bilheterias do fim de semana, o cineasta James Mangold fez um longo desabafo para o jornalista Anthony D’Alessandro, do site Deadline, contando neste domingo (17/11) como precisou lutar para dirigir o filme e a dificuldade que esse tipo de drama enfrenta atualmente na própria indústria cinematográfica para chegar às telas. Ele revelou que queria filmar essa história há 10 anos, mas sempre foi bloqueado. “Era um filme que eu perseguia, que existia de outras formas com outras pessoas ligadas a ele. Não exatamente esse roteiro, mas um projeto sobre esse período e história. Eu ficava ouvindo que a produção não estava disponível ou não era para mim. Comecei a demonstrar interesse em 2010. Depois de cada filme que terminava, consultava a Fox para dizer que estava disponível, mas sempre parecia que outras pessoas estavam envolvidas”, disse. De fato, uma versão anterior do projeto tinha Joseph Kosinski (“Tron: O Legado”) vinculado à direção, além de Tom Cruise e Brad Pitt negociando os papéis principais. “Até que, depois de ‘Logan’, não sei se foi o sucesso daquele filme ou apenas boa sorte, perguntei novamente e de repente foi possível pegar o projeto. E eu entrei com tudo e comecei a trabalhar como louco com os roteiristas Jez e John-Henry Butterworth”. “A razão pela qual o filme teve tantos problemas para sair do papel anteriormente foi o custo. Tenho certeza que você está ciente, é difícil conseguir fazer um filme voltado para adultos, com temas adultos, atualmente. Existimos em um mundo segregado, em que filmes adultos não podem custar mais de US$ 30 milhões, enquanto os grandes orçamentos são reservados para produções voltadas a adolescentes ou para streaming”, acrescentou o cineasta. “A ideia de fazer um filme caro de cinema para adultos é um desafio real e árduo”. “Ford vs. Ferrari” foi orçado em US$ 95 milhões. “Todo estúdio planeja as finanças de um filme baseado na expectativa do fracasso, de que seu filme vai ser ruim. Assim, eles calculam como não perder dinheiro se o filme for uma merda… Faz sentido, já que, na prática, as chances de um filme se provar excelente são de apenas 20%”, explicou Mangold. “Por isso, eles precisam pensar no que acontece se o filme for considerado ruim: ‘Podemos lucrar com isso?’. Um filme como ‘Ford vs Ferrari’ não dá margem de cálculo se não for bom. Porque pessoas com mais de 30 anos não saem de casa a menos que ouçam que é bom.” As críticas positivas, portanto, foram de grande incentivo para transformar o filme em sucesso. “Ford vs. Ferrari” recebeu 92% de aprovação da crítica norte-americana. Mas para ser elogiado, o filme precisou ser feito. Por conta disso, Mangold fez questão de estender os créditos do sucesso aos produtores, que podem ter colocado seus empregos em risco ao bancarem o projeto. Ele agradeceu efusivamente a equipe da Fox. “Eles mostraram muita fé, por causa da aposta nesse filme. Tinha que ser uma estreia decente para eles não terem problemas [com a Disney]. É por isso que a equipe da Fox – Emma Watts e Steve Asbell – e outras pessoas merecem crédito por isso, porque esse é o tipo de filme que cria problemas quando não funciona. É o tipo de filme que, quando fracassa, inspira questionamentos de cima: ‘Por que vocês fizeram isso?’. Pelos critérios atuais, com base em quem vai ao cinema atualmente, não deveria funcionar. Então, eles merecem muito crédito.” Após o sucesso, a Disney rapidamente pegou carona no resultado positivo. “Desde o início, nós amamos este filme. Em todo lugar que mostramos, as pessoas se apaixonaram por ele, então não é surpreendente ver a resposta positiva. Toda vez que o mostramos, tivemos a mesma reação”, disse Cathleen Taff, chefe do setor de distribuição de filmes da Disney. Com o resultado, a Disney deve reforçar o orçamento de divulgação de “Ford vs. Ferrari” de olho na temporada de premiações, com destaque para o trabalho de Mangold e para os desempenhos de Matt Damon e Christian Bale nos papéis principais.

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  • Filme

    Ford vs Ferrari: Drama esportivo com Christian Bale e Matt Damon ganha novo trailer, em versões legendada e dublada

    15 de setembro de 2019 /

    A Fox/Disney divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “Ford vs Ferrari”, em versões dublada e legendada em português. O novo filme do diretor James Mangold (“Logan”) traz Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Pequena Grande Vida”) nos papéis principais. Apesar do título, Bale e Damon não interpretam os fundadores das famosas companhias automobilísticas. Os protagonistas, na verdade, são o piloto britânico Ken Miles (Bale) e o designer de carros americano Carroll Shelby (Damon). Juntos, os dois tentaram criar um carro que permitiria à Ford destronar a Ferrari na famosa corrida francesa de 24 Horas de Le Mans, em 1966. A missão era considerada impossível. “É uma história sobre dois amigos tentando descobrir como lidar com estes idiotas de terno que não sabem nada sobre o esporte”, comentou Bale para a revista Entertainment Weekly. “O filme vai além da corrida, e captura o espírito das pessoas que estão dispostas a arriscar tudo por sua paixão”. O elenco de “Ford vs Ferrari” também conta com Caitriona Balfe (“Outlander”), Tracy Letts (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Jon Bernthal (“O Justiceiro”) no elenco. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Christian Bale e Matt Damon divertem-se com briga “patética” entre “Batman e Jason Bourne” em novo filme

    8 de setembro de 2019 /

    Os atores Christian Bale (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Matt Damon (“Jason Bourne”) deram uma divertida entrevista em vídeo para a revista The Hollywood Reporter sobre novo filme, “Ford vs Ferrari”, dirigido por James Mangold (“Logan”), que será exibido em première na segunda-feira (0/9) no Festival de Toronto. O tema destacado pela publicação foi a luta de seus personagens, que se envolvem numa disputa física no meio da história, totalmente sem vontade e sem nenhuma violência efetiva. Enquanto Damon definiu a luta como “a mais patética” de sua carreira, Bale declarou que “foi a sequência de luta mais divertida que já fiz”, onde a maior dificuldade era não rir enquanto trocava socos fracotes. Ele ainda afirmou, com seu sotaque britânico original, que estava “entediado” de filmar lutas coreografadas de filmes de ação. O que inspirou Damon a declarar: “Teve um momento ali em que cheguei a pensar: ‘Não acredito que [os lutadores] são Batman e Jason Bourne'”, fazendo Bale cair na gargalhada. Veja o vídeo abaixo. No filme, Bale e Damon interpretam, respectivamente, o piloto britânico Ken Miles e o designer de carros americano Carroll Shelby. Juntos, os dois tentaram criar um carro que permitiria à Ford destronar a Ferrari na famosa corrida francesa de 24 Horas de Le Mans, em 1966. A missão era considerada impossível. Para o papel, Bale voltou a perder peso. E é curioso, nesse sentido, que ele também tenha sido cotado para estrelar uma cinebiografia de Enzo Ferrari, mas acabou desistindo por não querer engordar para viver o fundador da escuderia. Além de Bale e Damon, “Ford vs Ferrari” conta com Caitriona Balfe (“Outlander”), Tracy Letts (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Jon Bernthal (“O Justiceiro”) no elenco. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. "I can't believe that is #Batman and #JasonBourne." Matt Damon and Christian Bale discuss their "pathetic" fight scene in #FordvFerrari. #THRatTIFF pic.twitter.com/4w1tp9Wzkg — Hollywood Reporter (@THR) September 8, 2019

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    Christian Bale e Matt Damon aceleram no primeiro trailer legendado de Ford vs Ferrari

    3 de junho de 2019 /

    A Fox/Disney divulgou o pôster internacional e o primeiro trailer legendado de “Ford vs Ferrari”, novo filme do diretor James Mangold (“Logan”), que traz Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Pequena Grande Vida”) nos papéis principais. Apesar do título, Bale e Damon não interpretam os fundadores das famosas companhias automobilísticas. Os protagonistas, na verdade, são o piloto britânico Ken Miles (Bale) e o designer de carros americano Carroll Shelby (Damon). Juntos, os dois tentaram criar um carro que permitiria à Ford destronar a Ferrari na famosa corrida francesa de 24 Horas de Le Mans, em 1966. A missão era considerada impossível. Para o papel, Bale voltou a perder peso. E é curioso, nesse sentido, que ele também tenha sido cotado para estrelar uma cinebiografia de Enzo Ferrari, mas acabou desistindo por não querer engordar para viver o fundador da escuderia. “É uma história sobre dois amigos tentando descobrir como lidar com estes idiotas de terno que não sabem nada sobre o esporte”, comentou Bale para a revista Entertainment Weekly. “O filme vai além da corrida, e captura o espírito das pessoas que estão dispostas a arriscar tudo por sua paixão”. Por sua vez, Mangold explicou que procurou usar o mínimo de efeitos especiais para encenar as corridas. “Eu tentei fazer com que este fosse um filme emocional e fisicamente realista. Não queria ver mais um filme de corrida em que os carros são criações digitais”, comentou. Para Damon, o realismo fez a diferença. “Sentir aqueles carros vindo em sua direção, ouvir os motores… É por isso que as pessoas amam corridas. Foi muito excitante de filmar, porque não precisei usar a minha imaginação. Estava tudo acontecendo ao meu redor”, disse. Além de Bale e Damon, “Ford vs Ferrari” conta com Caitriona Balfe (“Outlander”), Tracy Letts (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Jon Bernthal (“O Justiceiro”) no elenco. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Christian Bale e Matt Damon surgem nas primeiras fotos de Ford vs Ferrari

    24 de maio de 2019 /

    As revistas Entertainment Weekly e Empire incluíram seus logotipos nas primeiras imagens liberadas pela Fox/Disney de “Ford vs Ferrari”, novo filme do diretor James Mangold (“Logan”), que traz Christian Bale (“Vice”) e Matt Damon (“Pequena Grande Vida”) nos papéis principais. Apesar do título, Bale e Damon não interpretam os fundadores das famosas companhias automobilísticas. Os protagonistas, na verdade, são o piloto britânico Ken Miles (Bale) e o designer de carros americano Carroll Shelby (Damon). Juntos, os dois tentaram criar um carro que permitiria à Ford destronar a Ferrari na famosa corrida francesa de 24 Horas de Le Mans, em 1966. Para o papel, Bale voltou a perder peso. E é curioso, nesse sentido, que ele também tenha sido cotado para estrelar uma cinebiografia de Enzo Ferrari, mas acabou desistindo por não querer engordar para viver o fundador da escuderia. “É uma história sobre dois amigos tentando descobrir como lidar com estes idiotas de terno que não sabem nada sobre o esporte”, comentou Bale para a revista EW. “O filme vai além da corrida, e captura o espírito das pessoas que estão dispostas a arriscar tudo por sua paixão”. Por sua vez, Mangold explicou que procurou usar o mínimo de efeitos especiais para encenar as corridas. “Eu tentei fazer com que este fosse um filme emocional e fisicamente realista. Não queria ver mais um filme de corrida em que os carros são criações digitais”, comentou. Para Damon, o realismo fez a diferença. “Sentir aqueles carros vindo em sua direção, ouvir os motores… É por isso que as pessoas amam corridas. Foi muito excitante de filmar, porque não precisei usar a minha imaginação. Estava tudo acontecendo ao meu redor”, disse. Além de Bale e Damon, “Ford vs Ferrari” conta com Caitriona Balfe (“Outlander”), Tracy Letts (“Lady Bird: A Hora de Voar”) e Jon Bernthal (“O Justiceiro”) no elenco. A estreia está marcada para 14 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Lucasfilm teria suspendido todos os spin-offs de Star Wars

    20 de junho de 2018 /

    A Lucasfilm teria suspendido a produção de novos spin-offs da saga “Star Wars”, após o desempenho decepcionante de “Han Solo: Uma História Star Wars”. A desculpa oficial é que o estúdio pretende focar todos os seus esforços no “Episódio 9”, ainda sem título oficial, que chega aos cinemas apenas no final de 2019. Segundo o site Collider, os filmes solos de Obi-Wan Kenobi e de Boba Fett, que deveriam ser produzidos paralelamente ao final da terceira trilogia, serão deixados de lado. Oficialmente, porém, as duas produções jamais foram confirmadas pela Lucasfilm, embora discussões com elenco, diretores e roteiristas alimentassem especulações de bastidores. O site The Hollywood Reporter já tinha ligado o diretor Stephen Daldry (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) ao filme de Obi-Wan Kenobi, que deveria ser novamente vivido por Ewan McGregor, e James Mangold (“Logan”) ao longa de Boba Fett. “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016) foi o primeiro filme paralelo da saga e rendeu mais de US$ 1 bilhão nos cinemas mundiais. Mas o segundo, “Han Solo”, foi marcado por problemas de bastidores, com demissão e substituição de diretores em meio às filmagens, e após um mês em cartaz conseguiu apenas US$ 343 milhões de bilheteria. As novas produções oficialmente confirmadas são duas trilogias separadas, uma delas criada por Rian Johnson (diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e a outra pela dupla David Benioff e DB Weiss, responsáveis pela série “Game of Thrones”. Mas estes projetos nem sequer tem previsão de estreia. “Star Wars: Episódio 9” é o único filme da saga com lançamento marcado. A conclusão da terceira trilogia espacial será dirigida por J.J. Abrams, que assinou o maior sucesso da franquia, “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A estreia vai acontecer em dezembro de 2019.

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    Diretor de Logan filmará “uma história de Star Wars” de Boba Fett

    25 de maio de 2018 /

    O diretor James Mangold, responsável por “Logan”, vai comandar o próximo spin-off da franquia “Star Wars”, que será focado em Boba Fett, o caçador de recompensas espacial. Embora a Lucasfilm e a Disney não tenham feito um anúncio oficial, fontes da revista The Hollywood Reporter informaram que o diretor co-escreverá o roteiro com Simon Kinberg, que também produzirá o longa. Os dois já trabalharam juntos em “Logan”, filme de super-herói produzido pelo primeiro, que rendeu a Mangold uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado – dividida com Michael Green e Scott Frank. Boba Fett foi apresentado em “O Império Contra-Ataca”, de 1980, e rapidamente se tornou um personagem querido pelos fãs, apesar do papel relativamente pequeno e da qualificação como um dos vilões da trama. Na trilogia que serviu de prólogo para a saga, George Lucas mostrou a origem do caçador de recompensas, dando ainda mais destaque para ele. Mas as principais histórias do personagem foram originadas no chamado “universo expandido”, publicadas em livros e quadrinhos que não são oficialmente reconhecidos como integrantes do cânone oficial. Além desse projeto, a Lucasfilm estaria desenvolvendo spin-offs centrados em outros personagens, como Obi-Wan Kenobi. Stephen Daldry (“Trash: A Esperança Vem do Lixo”) é quem estaria em negociações para dirigir o longa do mentor de Luke Skywalker.

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    Logan é primeiro filme de super-herói e Dee Rees a primeira negra indicados ao Oscar de Roteiro

    23 de janeiro de 2018 /

    O filme “Logan”, que marcou a despedida de Hugh Jackman do papel de Wolverine, fez história no Oscar 2018, tornando-se o primeiro longa-metragem de super-heróis indicado na categoria de Melhor Roteiro Adaptado da premiação da Academia. A inclusão não foi totalmente inesperada, porque a produção da Fox já tinha sido indicado ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas. Mas os fãs de super-heróis ainda aguardavam indicações para “Mulher-Maravilha”, que não entrou em nenhuma categoria. Scott Frank, Michael Green e o diretor James Mangold, que assinam a trama de “Logan”, disputarão o Oscar com a cineasta Dee Rees, que também conquistou um feito histórico, ao se tornar a primeira mulher negra indicada na categoria, por “Mudbound”. Os outros concorrentes são o veterano cineasta James Ivory (por “Me Chame Pelo Seu Nome”) , o premiado Aaron Sorkin (“A Grande Jogada”), e a jovem dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber (“Artista do Desastre”). Na categoria de Melhor Roteiro Original, a disputa está concentrada em diretores-roteiristas. Greta Gerwig (“Lady Bird: É Hora de Voar”), Jordan Peele (“Corra!”), Martin McDonagh (“Três Anúncios Para Um Crime”) e Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) disputam o troféu com Emily V. Gordon e Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”). A cerimônia de entrega de prêmios acontece no dia 4 de março, com apresentação de Jimmy Kimmel e transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT. Confira aqui a lista completa dos indicados.

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    Fox cancela filme de James Mangold sobre Patty Hearst após protestos contra “romantização de estupro”

    13 de janeiro de 2018 /

    A Fox anunciou o cancelamento de um filme sobre o famoso sequestro da herdeira milionária Patricia Cambell Hearst, mais conhecida como Patty Hearst, após ela protestar publicamente contra a produção. “A 20th Century Fox e seus parceiros de produção decidiram cancelar o projeto do estúdio com base no livro ‘American Heiress'”, resumiu um comunicado oficial. O filme, que seria dirigido por James Mangold (“Logan”) e estrelado por Elle Fanning (“Demônio de Neon”), foi denunciado por Hearst por usar uma fonte que ela condenava, o livro de Jeffrey Toobin, “American Heiress”, que também alimenta uma série de documentários da CNN, prevista para fevereiro. Em uma longa declaração, Hearst acusou o escritor de romantizar sua “tortura e estupro”. Ela disse ter sido inspirada pelo movimento #MeToo e os discursos empoderados do Globo de Ouro 2018 para denunciar a exploração de sua tragédia por quem não viveu a experiência na própria pele e tem uma visão misógina sobre o que é se submeter à violência sexual. “Estou triste e consternada por a Fox ter concordado em financiar e produzir um filme baseado no livro de Toobin (com um roteiro similarmente problemático, também escrito por homens) e que a CNN concordou em continuar perpetuando um diálogo unilateral, romantizando minha tortura e estupro através da lente distorcida de Toobin”, ela afirmou. A saga de Hearst causou grande fascinação durante os anos 1970. Isto porque, meses após seu sequestro em 1974, aos 19 anos de idade, ela reapareceu diante de câmeras de um banco, trajada com roupas pseudo-militares e de metralhadora em punho, para praticar um assalto como integrante de um grupo de terroristas marxistas. A radicalização da herdeira milionária – neta de William Randolph Hearst, o rei da imprensa americana e inspiração do filme “Cidadão Kane” – , foi um dos temas mais comentados da década, e durante muito tempo dividiu opiniões. A justiça entendeu que ela tinha se juntado voluntariamente com os criminosos, condenando-a a sete anos de prisão pelo assalto. Mas muitos questionavam se ela sofrera lavagem cerebral, e sua história completa só veio à tona anos depois, quando Patty revelou ter passado meses trancada num quarto escuro, onde era espancada e estuprada repetidamente, para ceder completamente às vontades de seus raptores. O presidente Jimmy Carter mandou soltá-la após 22 meses de prisão. O sequestro já rendeu um filme, “Patty Hearst”, dirigido por Paul Schrader em 1988, que adaptou o livro de memórias da própria Hearst. Desta vez, a trama contaria uma história mais controvertida, detalhando a tortura sexual sofrida por Patty para se juntar ao Exército Simbionês de Libertação. “O livro de Jeffery Toobin, que cita um dos meus sequestradores como sua principal fonte, romantiza meu estupro e tortura e chama meu sequestretro de ‘uma aventura divertida’. Este projeto está tentando reescrever a história e vai diretamente contra o movimento #MeToo, após tantos progressos em relação ao espaço conseguido para dar voz àqueles que sofreram abusos”. Apesar do cancelamento do filme, a CNN mantém sua programação baseada no livro. Em descrição oficial, o canal de notícias afirma que a série de documentários, intitulada “The Radical Story of Patty Hearst”, teve acesso sem precedentes a figuras-chave na história, incluindo Bill Harris, o homem que sequestrou Hearst de seu apartamento em 1974 e Steven Weed, o noivo que testemunhou tudo. “A série mostra sua educação, o sequestro, transformação em terrorista, prisão e julgamento subseqüentes, e sua transição para a realeza americana”. Além da série, a CNN está planejando um podcast semanal, “Patty Has a Gun: The Life and Crimes of Patricia Hearst”, apresentado por Toobin e Brian Stelter da CNN, que será disponibilizado a partir de 26 de janeiro no iTunes.

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    Diretor de Logan participou em sigilo de refilmagens de O Rei do Show

    21 de dezembro de 2017 /

    A revista Variety revelou que o diretor James Mangold foi convocado a ajudar seu velho amigo Hugh Jackman nos bastidores de “O Rei do Show”, novo longa estrelado pelo astro de “Logan”. Ele teria sido chamado em sigilo para supervisionar a produção e refilmar algumas cenas cruciais, após a 20th Century Fox se mostrar preocupada com o fato de o diretor Michael Gracey se mostrar intimidado pelo tamanho do filme. Gracey, que está fazendo sua estréia no cinema, tem um extenso currículo de trabalhos publicitários, mas, segundo a Variety, teve dificuldades para se ajustar à pressão de comandar um filme orçado em US$ 84 milhões. Prevendo problemas, a Fox estabeleceu contratualmente que ele poderia ser acompanhado por um cineasta veterano no processo de pós-produção. Além de realizar refilmagens, Mangold também ajudou a editar o longa. Mas, curiosamente, seu nome aparecerá no filme entre os produtores executivos. Além de créditos de produção, ele recebeu um salário de sete dígitos por suas contribuições. Uma fonte ouvida pela revista, porém, contesta a versão de que Gracey teria perdido o controle da produção. Esta fonte afirma que o diretor original completou toda a filmagem principal dentro do cronograma, e depois ainda acompanhou o trabalho de Mangold. Desta forma, a contribuição do “substituto”, embora extensa, foi bastante colaborativa, quase como uma consultoria. Vale lembrar que o filme só existe por causa de Gracey, que lutou por mais de cinco anos para que “O Rei do Show” recebesse sinal verde da Fox. Ele conheceu Jackman no set de um comercial de chá em 2010, e desde então mantinha o objetivo de fazer o musical com o ator. A escolha por Mangold para completar o trabalho se deu por o cineasta ter dirigido “Johnny & June” (2005), que tinha elementos musicais, e por sua longa associação com Jackman. Os dois trabalharam juntos em três filmes: “Logan” (2017), “Wolverine – Imortal” (2013) e “Kate & Leopold” (2001). Segundo a Variety, a aprovação do filme, em testes de audiência, teria melhorado após a incorporação das cenas refilmadas. “O Rei do Show” acabou conquistando nota A no CinemaScore, pesquisa que registra a opinião do público, mas dividiu a crítica, com apenas 50% de aprovação. Mesmo assim, recebeu três indicações ao Globo de Ouro 2018. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Hugh Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por apresentar freaks – anões, mulher barbada, etc – como se fosse um espetáculo. Ele também criou um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e bichos exóticos, que revolucionou os shows circenses – e o maltrato aos animais. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre, ao mesmo tempo revisionista e anacrônico, e com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”. O elenco ainda inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). O filme entrou em cartaz nesta quinta-feira (21/12) no Brasil.

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    Diretor de Logan diz que está escrevendo um spin-off centrado em X-23

    25 de outubro de 2017 /

    O diretor de “Logan”, James Mangold, informou que já está escrevendo o roteiro do filme de X-23, também conhecida como Laura, a jovem mutante vivida por Dafne Keen no último filme de Wolverine. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele afirmou que o sucesso de “Mulher Maravilha” abriu as portas para mais filmes protagonizados por heroínas. “O sucesso de Mulher-Maravilha faz com que os estúdios tenham menos medo de fazer um filme com uma protagonista femina, isso me dá mais espaço para mudar o jogo e explorar essa personagem e dizer ‘o que vamos fazer com ela agora?’. Estamos nessa fase com o roteiro de Laura, sonhando.” Craig Kyle, que criou X-23 em 2003, na série animada “X-Men: Evolution”, está trabalhando com Mangold na história do spín-off. Kyle também é um dos roteiristas de “Thor: Ragnarok”, que estreia nesta quinta (26/10). O filme ainda está em estágio inicial, mas definitivamente está nos planos da 20th Century Fox.

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