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  • Série

    Reese Witherspoon e Kerry Washington vão estrelar e produzir nova série dramática

    7 de março de 2018 /

    A atriz Reese Witherspoon (série “Big Little Lies”) e Kerry Washington (“Scandal”) vão estrelar e produzir uma série baseada no livro “Little Fires Everywhere”, de Celeste Ng. A própria Reese fez o anúncio, ao lado da escritora, num vídeo disponibilizado no Facebook. Veja abaixo. Segundo a revista The Hollywood Reporter, a produtora Hello Sunshine, de Witherspoon, está negociando a exibição do projeto com diversas emissoras e serviços de streaming, num verdadeiro leilão de propostas. Além de produzir “Big Little Lies” no canal pago HBO, a empresa já emplacou três séries na vindoura plataforma da Apple. A trama de “Little Fires Everywhere” acompanha duas famílias distintas que se aproximam devido aos filhos, numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. A adaptação está a cargo da roteirista-produtora Liz Tigelaar, criadora da série “Life Unexpected”, que também será a showrunner da série. O livro será publicado no Brasil em maio sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”, pela editora Intrínseca.

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  • Série

    Novo trailer da série de terror Castle Rock traz referências aos livros de Stephen King

    1 de fevereiro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, misteriosa série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia acompanha a chegada do personagem de André Holland (“Moonlight”) na cidade fictícia que dá nome à produção. Ele cita a prisão de “Um Sonho de Liberdade” (1994) e se encontra com o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, criada por Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de um livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. Mas depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. Além de André Holland e e Scott Glenn, o elenco da atração inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”),Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia prevista para o verão norte-americano (entre junho e agosto).

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  • Série

    Shut Eye é cancelada após duas temporadas

    31 de janeiro de 2018 /

    A plataforma americana de streaming Hulu cancelou a série “Shut Eye”, drama criminal estrelado por Jeffrey Donovan (“Burn Notice”), após duas temporadas. Donovan reagiu ao cancelamento no Twitter. “Gostei de ‘Shut Eye’. Mas todas as coisas boas devem terminar. Sou grato a Hulu e à Sony. Eles foram ótimos lugares para trabalhar. Avante e para cima”, o ator escreveu. A série tinha uma premissa interessante. Criada por Leslie Bohem (minissérie “Taken”), “Shut Eye” se passava no submundo dos médiuns de Los Angeles. A história girava em torno do personagem de Donovan, um mágico fracassado que supervisiona os negócios dos cartomantes em Los Angeles. Ele tem sua visão cínica desse mundo desafiada, quando começa a ter visões que podem ser reais. Esta reviravolta o faz questionar tudo que ele acredita, ao mesmo tempo em que é pressionado por uma poderosa família de ciganos, que controla a picaretagem psíquica da cidade. Não por acaso, ele começa a ter visões de sua própria morte. O elenco ainda incluía KaDee Strickland (série “Private Practice”), Angus Sampson (série “Fargo”), David Zayas (série “Dexter”), Susan Misner (série “The Americans”) e Emmanuelle Chriqui (série “Murder in the First”). A 2ª temporada foi disponibilizada em dezembro na plataforma Hulu. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Fox Premium.

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  • Série

    2ª temporada de The Handmaid’s revela novas personagens e participação de Marisa Tomei

    26 de janeiro de 2018 /

    As atrizes Marisa Tomei (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”), Cherry Jones (série “24 Horas”) e Sydney Sweeney (vista na série “Pretty Little Liars”) entraram na 2ª temporada da série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. Sweeney fará parte do elenco fixo do novo ano de produção, no papel de Eden, uma garota de 15 anos que é descrita como “religiosamente devota e obediente, alguém que simboliza a nova onda de fiéis em Gilead”. O sonho da menina é se tornar uma esposa de comandante e sua fé cega a torna perigosa às demais ao seu redor. A personagem será introduzido no quinto episódio e seguirá até quase o final da temporada. Já Tomei e Jones terão participações especiais em apenas um episódio cada uma. O papel de Tomei não foi identificado, mas acontecerá num capítulo passado nas colônias radioativas, local onde são mandadas as pessoas que não aceitam o regime totalitário de Gilead. Por sua vez, Jones viverá a mãe da protagonista Offred (Elisabeth Moss), descrita como feminista radical. No livro “O Conto da Aia”, de Margaret Atwood, que inspirou a série, Offred por vezes reflete sobre as opiniões da mãe, que um dia chegou a considerar um pouco extremistas. Mas, conforme o romance avança, ela percebe que sua mãe não estava tão errada assim. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada de The Handmaid’s Tale é marcado por imagens deslumbrantes

    14 de janeiro de 2018 /

    A plataforma de streaming Hulu divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, série vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018. A prévia amplia o alcance da trama, mostrando as colônias rurais do futuro distópico, para onde são exiladas as mulheres rebeldes e inférteis. Mas o que chama mais atenção é a beleza das imagens, registradas por uma fotografia deslumbrante, que já tinha sido marca da 1ª temporada. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount. [

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  • Série

    George Clooney vai voltar às séries em lançamento da plataforma Hulu

    13 de janeiro de 2018 /

    A plataforma Hulu, que está em alta graças às premiações de “The Handmaid’s Tale”, venceu a disputa pelos direitos de exibição da minissérie “Catch-22”, que marca a volta de George Clooney às atrações “televisivas”. Produzida pela Paramount Television, a minissérie é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e o cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). Passada durante a 2ª Guerra Mundial, a trama satírica gira em torno da inconformidade de um piloto americano com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. Clooney viverá um dos papéis principais, mas não o protagonista. Além de atuar, ele também vai dirigir a minissérie, que terá seis episódios. E, por enquanto, nenhum outro nome foi anunciado no elenco. O ator ficou famoso ao aparecer em séries como “Vivendo e Aprendendo”, “Roseanne” e principalmente “ER”, onde interpretou o médico galã Doug Ross. Ele deixou “ER” em 1999 e desde então construiu uma carreira bem sucedida no cinema, em filmes como a franquia de “Onze Homens e Um Segredo”, “Amor Sem Escalas” e “Gravidade”, além de ter se lançado como diretor de filmes. Recentemente, Clooney deu uma entrevista afirmando que não precisava mais atuar para ganhar dinheiro e só trabalharia no que gostasse, já que estava bilionário, graças à venda de uma empresa de destilados em que ele tinha investido. A decisão do ator de voltar às séries reflete uma tendência atual, que está invertendo o caminho tradicional da carreira das estrelas de Hollywood. Antigamente – entre a época de Clint Eastwood e do próprio Clooney – , atores que se destacavam na TV buscavam se lançar no cinema. Mas com a transformação da indústria cinematográfica no século 21, após efeitos visuais se tornaram as maiores estrelas de Hollywood, os talentos tem buscado espaço onde são mais valorizados, alimentando o prestígio das produções televisivas e de streaming. Entre os famosos que recentemente decidiram fazer séries estão Reese Witherspoon, Nicole Kidman, Julia Roberts, Robert De Niro, Anthony Hopkins, James Franco, Emma Stone, Jonah Hill e Drew Barrymore.

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  • Série

    The Handmaid’s Tale: 2ª temporada ganha primeira imagens

    12 de janeiro de 2018 /

    A premiada série “The Handmaid’s Tale”, vencedora do Emmy 2017 e do Globo de Ouro 2018, teve as primeiras imagens de sua 2ª temporada divulgadas pela plataforma de streaming Hulu. As fotos registram a protagonista June/Offred (Elisabeth Moss) ensanguentada, além de cenas de trabalhadoras rurais nas colônias e aias em trajes pretos, refletindo o luto durante um funeral. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o showrunner Bruce Miller adiantou que os novos episódios adentrarão território inexplorado, já que ultrapassarão a trama do livro original, “O Conto da Aia”. Ele e os roteiristas trabalharam com a escritora da obra, Margaret Atwood, para desenvolver ainda mais o mundo da série. “Margaret e eu começamos a falar sobre a forma da 2ª temporada já na metade da 1ª”, disse Miller. Entre as novidades, os próximos episódios irão explorar a vida dos refugiados (como Moira, vivida por Samira Wiley) que conseguiram escapar de Gileade, bem como os que foram exilados para as colônias (uma das fotos) e as áreas poluídas e contaminadas da América do Norte. A 2ª temporada estreia em abril na plataforma americana Hulu, um mês depois da temporada inaugural finalmente chegar no Brasil – via canal pago Paramount.

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    The Looming Tower: Série sobre ataque às Torres Gêmeas ganha trailer de “filme de Oscar”

    12 de janeiro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Looming Tower”, sua próxima série obrigatória. A prévia é instigante e chama atenção pela aparência de “filme de Oscar”, devido ao tema, ao elenco estelar e à qualidade da equipe envolvida. A trama adapta o livro homônimo de não ficção de Lawrence Wright, que venceu o prêmio Pulitzer e foi lançado no Brasil como “O Vulto das Torres: A Al-Qaeda e o Caminho até 11/9”. A adaptação foi feita por Dan Futterman (roteirista indicado ao Oscar por “Foxcatcher” e “Capote”) e Alex Gibney (vencedor do Oscar com o documentário “Um Táxi para a Escuridão”). A série promete cenas de tensão, ação e intriga, envolvendo a CIA e o FBI, agências federais americanas responsáveis por investigar suspeitas de terrorismo, relatando como o ciúmes entre oficiais superiores evitou o compartilhamento de informações cruciais em 2001, que poderiam ter evitado os ataques do dia 11 de setembro em Nova York. Entre os nomes escalados para a produção estão Jeff Daniels (“Steve Jobs”), Tahar Rahim (“O Profeta”), Peter Sarsgaard (“Jackie”), Michael Stuhlbarg (“A Chegada”), Alec Baldwin (“Missão Impossível: Nação Secreta”), Wrenn Schmidt (série “Outcast”), Ella Rae Peck (série “Gossip Girl”) e Virginia Kull (série “Gracepoint”). A estreia está marcada para 28 de fevereiro.

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    Chance: Série estrelada por Hugh Laurie é cancelada após duas temporadas

    10 de janeiro de 2018 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou o cancelamento da série “Chance”, estrelada por Hugh Laurie, após duas temporadas. Assim como os demais serviços de streaming, o Hulu não divulga dados de sua audiência, mas a série, que estreou no final de 2016 com boa aceitação da crítica (81% de aprovação), nunca foi muito comentada nas redes sociais ou na imprensa especializada. A 2ª temporada nem sequer tem nota no Rotten Tomatoes, comprovando o desinteresse. A série trouxe Hugh Laurie, o eterno Dr. House, de volta ao papel de um médico após o final de “House”. Como a famosa produção anterior, a atração era batizada com o nome do protagonista, o Dr. Eldon Chance. Mas as semelhanças acabam aí. Enquanto “House” era uma drama hospitalar, “Chance” seguia a linha do thriller policial, com ênfase no suspense e no clima noir. Na atração, Chance é um neuropsiquiatra forense de São Francisco que mergulha numa espiral de violência, após decidir se envolver no caso de uma paciente que sofre nas mãos do marido abusivo. Sem poder denunciar o caso, já que o suspeito também é um cruel detetive da polícia, ele se alia a um homem com histórico de violência (Ethan Suplee, da série “My Name Is Earl”) para “lidar com a situação” por conta própria. A 2ª temporada foi disponibilizada em outubro com uma nova história da dupla dinâmica. Baseada no livro homônimo de Kem Nunn (criador da série “John from Cincinnati”), que também assina a adaptação, a série teve episódios dirigidos pelo cineasta Lenny Abrahamson (do elogiado “O Quarto de Jack”) e era exibida no Brasil pelo canal pago Fox Premium.

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  • Série

    Criador de Hard Sun revela que a série é inspirada em música de David Bowie

    9 de janeiro de 2018 /

    Lançada na noite de sábado (6/1) no Reino Unido, dois dias antes do aniversário de David Bowie, a série sci-fi “Hard Sun” surpreendeu o público ao terminar seu episódio de estreia com uma música clássica do cantor, que soava estranhamente como um resumo da atração. A escolha da trilha não foi coincidência. O criador da série, Neil Cross (criador também da série “Luther”), acabou confessando para a imprensa britânica que escreveu a história inspirado na letra de “Five Years”, música que abre o álbum sci-fi de Bowie, “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, de 1972. “A canção de David Bowie, ‘Five Years’, foi mesmo a inspiração”, disse o roteirista e produtor, em entrevista para o site Radio Times.”‘Five Years’ é sobre um jovem Bowie caminhando por Londres após descobrir que a Terra tem apenas cinco anos antes de se extinguir. E agora que ele está ciente do fim do mundo, tudo se torna carregado de valor e maravilhamento”. “Mas esta música sobre o fim do mundo não é o que se poderia esperar”, ele acrescenta. “Não é um rock pesado, sombrio e niilista. É uma balada épica que, estranhamente, afirma a vida. E essa foi a inspiração para ‘Hard Sun’.”. Na trama da série, uma dupla de policiais londrinos formada por Jim Sturgess (“Tempestade: Planeta em Fúria”) e a ex-modelo Agyness Deyn (“Fúria de Titãs”) encontra um flashdrive roubado contendo informações secretas sobre um iminente “evento de nível de extinção”. De acordo com os dados, o mundo acabará em cinco anos. E ter essa informação faz a dupla ser perseguida por pessoas misteriosas e violentas, além de revelar a existência de uma conspiração. Com seis capítulos dirigidos por Brian Kirk (série “Game of Thrones”), Nick Rowland (“Ripper Street”) e Richard Senior (“Doctor Who”), a série não tem previsão de estreia no Brasil. Vale lembrar que as músicas de David Bowie inspiraram mais duas séries britânicas neste século, “Life on Mars” (2006-2007) e “Ashes to Ashes” (2008-2010) – a segunda é continuação da primeira. Além disso, a série “The Last Panthers” (2015) tinha como tema a canção “Blackstar”, um dos últimos trabalhos do cantor.

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  • Série

    Hulu renova as séries Runaways e Future Man

    8 de janeiro de 2018 /

    A série de super-heróis “Runaways” e a comédia sci-fi “Future Man” foram renovadas pela plataforma americana de streaming Hulu. Ambas terão 2ª temporada em 2018. A adaptação dos quadrinhos criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é uma das produções mais bem-avaliadas da Marvel, com 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. Entretanto, as mudanças foram positivas e apoiadas por Vaughan, que é consultor da série. A premissa básica é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na história original. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Já “Future Man” é uma série estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980, e 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. A trama gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial. Ele tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo. Neste ponto, a história evoca “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984), coincidência que, num instante de clareza, o próprio personagem comenta. Vale observar que, em vez de ir ao futuro, ele é levado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. E é simplesmente seu chefe, vivido no presente por Keith David (“A Viagem”). Assim, a história também evoca “O Exterminador do Futuro” (1984) e “De Volta ao Futuro” (1985), com Futturman encontrando versões jovens de seu chefe e até de seus próprios pais… nos anos 1980. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg ainda dirigiram o primeiro episódio.

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  • Série

    Produtores da Fox revelam ter recebido ligações da Disney sobre futuro de seus programas

    5 de janeiro de 2018 /

    Os criadores de série de terror “American Horror Story” e da animação adulta “Uma Família da Pesada” (Family Guy) revelaram ter recebido ligações do CEO da Disney, Bob Iger, para tranquilizá-los à respeito da aquisição da Fox e os planos da companhia para seus conteúdos. A informação foi compartilhada durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). Ryan Murphy, produtor de vários sucessos da Fox e da FX, incluindo “American Horror Story”, “American Crime Story”, “Feud” e o recente “9-1-1”, disse ter aproveitado a ligação para questionar Iger sobre como seus produtos se encaixaram na Disney. “As coisas que faço não são especificamente Disney. Estou preocupado com isso. Será que terei que colocar o Mickey Mouse em ‘American Horror Story?'”, ele contou ter perguntado ao novo patrão. Segundo Murphy, Iger respondeu que a Disney comprou a Fox por acreditar em seus produtos, executivos e criadores. O produtor lembrou o sucesso de Iger ao integrar a Pixar e a Marvel “mantendo suas comunidades intactas”. “Quero ver como essa empresa vai ficar antes de decidir para onde ir”, disse Murphy. Já Seth MacFarlane, criador de “Family Guy” e “The Orville”, também disse que Iger o tranquilizou. “Esse tipo de coisa acontece o tempo todo. Não acho que teremos grandes mudanças”, ele afirmou. Presente no evento, o co-presidente da rede Fox e da produtora 20th Century Fox Television, Gary Newman, confirmou que o negócio tem gerado ansiedade entre os produtores da empresa. Ele disse ter se reunido com muitos colegas para assegurá-los que o negócio continuará normalmente durante as avaliações regulatórias, que devem durar de 12 a 18 meses. “Quando os gerentes da Disney falaram conosco, fizeram questão de dizer o quanto admiram nossa marca, o quando admiram nossa programação”, compartilhou Newman. “Nossa expectativa não é que eles estejam comprando a Fox para transformá-la numa empresa para menores. Acho que eles vão encorajar nosso conteúdo”. Séries originalmente exibidas na Fox, porém, pode não continuar na rede, que não foi comprada pela Disney. Já o canal pago FX foi adquirido no negócio. Assim como a parte da Fox no serviço de streaming Hulu. Em entrevistas após a aquisição, Iger deu a entender que usará o Hulu para veicular as produções mais adultas do pacote de conteúdo da Fox. A Disney, que já detinha 30% de ações do serviço, comprou os 30% da Fox e passou a ser majoritária no negócio – originalmente, uma joint venture formada também pela Comcast (do estúdio Universal, que ainda detém 30%) e Warner (10%).

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  • Série

    Série animada dos Animaniacs vai ganhar duas temporadas inéditas

    5 de janeiro de 2018 /

    A plataforma de streaming Hulu anunciou que fará novos episódios de “Animaniacs”, a cultuada série animada dos anos 1990. A série ganhará duas novas temporadas. Só que vai demorar. Os episódios inéditos só começarão a ser exibidos em 2020. Mas com um bônus. Pinky e o Cérebro também voltarão junto dos irmãos Yakko, Wakko e Dot (os Animaniacs do título). Além dos personagens, Steven Spielberg também retorna ao projeto como produtor executivo, retomando a frente da colaboração entre a Warner Animation e a Amblin Television que originou a série. Inspirada nas animações histéricas da Warner, “Animaniacs” girava em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas de clássicos animados, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados, por serem considerados perigosamente malucos, e agora moravam na famosa torre d’água do estúdio Warner Bros. Enquanto os novos episódios não chegam, a Hulu vai disponibilizar todos os episódios da série original, além do spin-off de Pink e o Cérebro e até os Tiny Toons.

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