Entrave à fusão de Disney e Fox no Brasil pode cair na próxima semana
Único país do mundo que ainda não autorizou a fusão definitiva entre a Disney e a Fox, o Brasil finalmente pode dar fim ao impasse na próxima sessão do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), marcada para quarta que vem (6/5). A reunião dos conselheiros, que deveria ser presencial, vai acontecer à distância, via videochamada, devido à pandemia do novo coronavírus. Mas o UOL Esporte teve acesso e publicou com antecedência o relatório do conselheiro Luis Henrique Bertolino Braido, responsável por analisar o caso. E ele sinaliza para a aprovação da fusão. A demora na definição se deve à concentração de canais esportivos que a aquisição da Fox deixará nas mãos da Disney. Proprietária da ESPN, a Disney também ficará com o Fox Sports. Por isso, o Cade, assim como seu similar mexicano, condicionaram a aprovação do negócio à venda da Fox Sports. Só que a Disney não conseguiu fazer isso no Brasil durante o prazo estipulado. Em fevereiro, a Disney apresentou todas as ofertas recebidas para compra do Fox Sports, mostrando que o negócio não aconteceu porque o próprio Cade impediu propostas do maior interessado, o grupo Globo, e empresas como a joint-venture Simba, a produtora espanhola Mediapro e a DAZN não reuniram as condições necessárias, exigidas pelo Cade, para a transação. De acordo com o UOL, o relatório de Bertolino Braido condiciona a aprovação a um “Acordo em Controle de Concentrações”, que obrigará a Disney a oferecer algumas garantias para os profissionais do Fox Sports e para sua estrutura nos próximos anos, como estabilidade de emprego e até continuidade do canal esportivo por algum tempo. A proposta será discutida e colocada para votação na quarta. Apesar da ênfase dada pelo Cade ao futuro do canal Fox Sports, a demora na aprovação da fusão está atrasando outros investimentos da Disney no país, em especial o lançamento da plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). O objetivo é inaugurar o serviço ainda em 2020 no Brasil, acompanhando o lançamento em outros países da América Latina, já confirmados. A empresa americana espera a aprovação da fusão com a Fox para tomar decisões sobre a vinda do streaming e outros projetos no país.
Marvel dispensa showrunners de O Justiceiro e da série inédita Helstrom
A Marvel encerrou os contratos de dois showrunners. Segundo informações do site da revista The Hollywood Reporter, o estúdio teria dispensado Steve Lightfoot, que trabalhou na série “O Justiceiro”, cancelada pela Netflix, e Paul Zbyszewski, responsável pela série “Helstrom”, que ainda nem estreou na plataforma Hulu. Os dois foram os primeiros showrunners dispensados durante a pandemia, no momento em que estúdios de todos os tamanhos começam a apertar seus respectivos cintos. Mas não está claro se o corte tem relação com a crise sanitária. “O Justiceiro” já tinha acabado e “Helstrom” foi a última série produzia pela Marvel Television, divisão encerrada e absorvida no final do ano passado pela Marvel Studios, responsável pelos filmes da empresa. Neste contexto, as dispensas podem fazer parte de uma reorganização maior do estúdio. Zbyszewski ainda acompanhará os trabalhos de pós-produção de “Helstrom”, que conseguiu gravar toda a sua temporada inaugural antes da paralisação das atividades por precaução contra o novo coronavírus. Procurada pelo THR, a Marvel não quis se manifestar. Zbyszewski era produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost” e sua dispensa deixa incerto o futuro de “Helstrom”, já que todas as outras produções live-action da Marvel Television foram canceladas – de “Agents of SHIELD”, que ainda vai exibir sua última temporada em maio, até “Fugitivos” (Runaways), encerrada na Hulu. Nos quadrinhos, o protagonista de “Helstrom” é Daimon Helstrom, filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretendia mudar tudo isso. Na adaptação, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O elenco destaca Elizabeth Marvel (presidente nas séries “House of Cards” e “Homeland”) como Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero de um episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicariam suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Ariana Guerra (“Raising Dion”), Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”). Detalhe: a personagem de Ariana Guerra, Gabriella Rosetti, é um homem nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973), conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios.
Netflix renova Locke & Key para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série de terror “Locke & Key” para a 2ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. “Estamos entusiasmados por continuar a jornada de ‘Locke & Key’ ao lado de todos os nossos incríveis colaboradores”, disseram os co-showrunners Carlton Cuse e Meredith Averill no texto oficial, divulgado nesta segunda-feira (30/3). “Somos gratos à Netflix por todo o seu apoio, especialmente neste momento difícil, e esperamos trazer a você o emocionante próximo capítulo da nossa história”. O anúncio foi apenas uma formalidade, porque Cuse e Averill já trabalhavam nos roteiros da 2ª temporada desde a estreia da série em fevereiro passado, devido à repercussão da produção. Excessivamente bem divulgada em comparação a outros conteúdos da plataforma, a série se tornou um sucesso evidente na Netflix, após fracassar em sua tentativa de ser aprovada em outros canais. A estreia aconteceu após a produção sofrer quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a série. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse (de “Lost” e “Bates Motel”) se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse e Hill decidiram assumir a produção e levá-la para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – naquela que é terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. “Locke & Key” acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. A data de retorno da série não está definida, uma vez que toda as produções estão paralisadas devido à pandemia de coronavírus. Essa é a chave de Locke & Key que eu queria: A QUE CONFIRMA A SEGUNDA TEMPORADAAAAAAA pic.twitter.com/hMDArAfYRC — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) March 30, 2020
Mrs. America: Cate Blanchett ataca feministas em trailer de nova série
O canal pago americano FX divulgou o pôster e o trailer de “Mrs. America”, série sobre o movimento feminista estrelada por Cate Blanchett. “Mrs. America” vai narrar a história da pela igualdade de gêneros nos Estados Unidos, mas em vez de narrar a história pelo olhar feminista, vai girar em torno de Phyllis Schlafly (papel de Blanchett), uma ativista conservadora, conhecida por sua postura anti-feminista e seu papel crucial na derrota da Emenda de Igualdade de Direitos na década de 1970. O elenco também destaca Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), Rose Byrne (“X-Men: Apocalipse”), Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”), James Marsden (“Westworld”), Margo Martindale (“The Americans”), Sarah Paulson (“American Horror Story”), John Slattery (“Madman”), Tracey Ullman (“Caminhos da Floresta”), Kayli Carter (“Godless”), Ari Graynor (“Artista do Desastre”), Melanie Lynskey (“Castle Rock”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). Por conta do tema, a produção vai apresentar várias feministas famosas, como Gloria Steinem (Byrne), Betty Friedan (Ullman), Shirley Chisholm (Aduba) e até a republicana Jill Ruckelshaus (Banks), entre outras. Criada por Dahvi Waller, produtora-roteirista de “Mad Men” e “Halt and Catch Fire”, a minissérie terá nove episódios, que estreia em 15 de abril na plataforma Hulu. Originalmente concebida para o FX, a série mudou de endereço com o lançamento da iniciativa FX on Hulu, que leva produções do canal pago – consagradas ou inéditas – para o serviço de streaming adulto da Disney. A primeira série exclusiva dessa faixa foi “Devs”, sci-fi tecnológica de Alex Garland (diretor de “Ex Machina” e “Aniquilação”), lançada em 5 de março.
Solar Opposites: Nova série animada do criador de Rick & Morty ganha primeiro trailer
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Solar Opposites”, nova animação adulta de Justin Roiland, co-criador de “Rick & Morty”. “Solar Opposites” acompanha uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA. Os quatro sobreviventes se dividem entre achar que a Terra é horrível e impressionante. Enquanto dois deles só veem a poluição, o consumismo grosseiro e a fragilidade humana, os outros dois amam os seres humanos e toda a sua TV, junk food e coisas divertidas. O elenco de vozes destaca o próprio Roiland, Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Mary Mack (dubladora de “Golan the Insatiable”) e Sean Giambrone (“The Goldberg”) como os alienígenas. Além deles, vários astros famosos aparecem na 1ª temporada, como Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Amanda Leighton (“This Is Us”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Echo Kellum (“Arrow”) e Jason Mantzoukas (“The Good Place”). A série é produzida pela 20th Century Television e estréia em 8 de maio no Hulu.
Future Man: Josh Hutcherson “quebra o tempo” no trailer da temporada final
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o trailer da 3ª e última temporada da comédia sci-fi “Future Man”, em que Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”) interpreta Josh, um viajante do tempo. Faxineiro durante o dia, Josh só é bom numa coisa: o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo – quase como em “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984). Na 1ª temporada, ele é enviado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. Já no segundo ano, vai parar no futuro. Finalmente, na nova temporada, ele e seus companheiros de aventura, Tiger (Eliza Coupe) e Wolf (Derek Wilson), viram foragidos por “quebrar o tempo” e passam a ser perseguidos por uma sociedade futurista distópica que eles próprios, inadvertidamente, ajudaram a criar. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg dirigiram alguns episódios. E Rogen ainda aparece como Susan, o líder da sociedade distópica. como ator. Os últimos oito episódios serão disponibilizados na próxima sexta-feira (3/4) em streaming nos EUA.
The Great: Elle Fanning é a imperatriz Catarina, a Grande em trailer de minissérie do roteirista de A Favorita
A plataforma Hulu divulgou o trailer de “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796. A prévia se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre monarca do século 18. “The Great” se passa antes da ascensão ao trono de Catarina II, focando em sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que é vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A trama é descrita como “uma história ligeiramente real, divertida e anacrônica de uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Vale lembrar que o período mais avançado do reinado da imperatriz foi coberto por outra minissérie recente, “Catherine the Great”, na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A produção da Hulu representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao partir de “Skins”, em 2007. Com 10 episódios, “The Great” estreia em 15 de maio na plataforma de streaming norte-americana.
Fox Premium vai exibir série baseada em Quatro Casamentos e Um Funeral
A Fox Premium vai exibir no Brasil a minissérie “Four Weddings and a Funeral”, inspirada no filme homônimo, lançado no Brasil como “Quatro Casamentos e Um Funeral”. Os mais velhos devem lembrar que a romântica britânica foi responsável por um renascimento do gênero nos anos 1990, além de ter transformado o galã Hugh Grant no Noah Centineo de sua geração. A atração foi originalmente disponibilizada no ano passado na plataforma americana Hulu. E o detalhe é que a atriz Andie MacDowell, que estrelou o filme de 1994, também faz participação especial na série. Como no filme, a série acompanha um grupo de amigos à medida que suas vidas se cruzam entre cinco eventos. A diferença é que a produção da Hulu gira em torno de quatro amigos americanos, formado por Nathalie Emmanuel (a Missandei de “Game of Thrones”), Brandon Mychal Smith (“You’re the Worst”), Rebecca Rittenhouse (“The Mindy Project”) e John Reynolds (“Search Party”), que se reúnem para um fabuloso casamento em Londres. Mas depois que uma bomba no altar balança a estabilidade de suas vidas, eles devem resistir a um ano tumultuado de romances e desgostos. A trama envolve relacionamentos, que são iniciados e interrompidos, escândalos políticos expostos e, claro, quatro casamentos e um funeral. O elenco também inclui Zoe Boyle (“Frontier”), Jennie Jacques (“Vikings”), Nikesh Patel (“Invasão a Londres”), Harish Patel (“Maratona do Amor”) e Guz Khan (“Borderline”). A adaptação foi desenvolvida pela comediante Mindy Kaling ao lado do roteirista Matt Warburton, respectivamente criadora e showrunner de “The Mindy Project”. Além deles, a produção conta com o roteirista do filme original, o mestre das comédias românticas Richard Curtis. A minissérie chega na terça (24/3) às 23h30 no canal pago Fox Premium 1 e no aplicativo da Fox para assinantes. Veja abaixo o trailer original da atração em inglês.
Série Little Fires Everywhere antecipa primeiros três episódios em streaming
Em contraponto aos adiamentos de estreias de cinema, com o fechamento do parque exibidor na maior parte do mundo, o serviço de streaming Hulu resolveu adiantar o lançamento dos primeiros episódios da minissérie “Little Fires Everywhere”, visando oferecer entretenimento para o público que já começou a viver em tempos de quarentena. A atração estrelada por Reese Witherspoon e Kerry Washington teve seus três primeiros capítulos disponibilizados de uma vez nesta semana nos EUA, numa mudança da estratégia de lançar um capítulo por vez. E as estrelas comentaram a decisão em entrevista ao site The Hollywood Reporter. “É meio bizarro estar aqui falando sobre uma série de TV [neste momento]”, comentou Witherspoon. “Mas, se temos a oportunidade de distrair ou entreter [o público], eu me sinto muito sortuda de fazer parte de uma comunidade que está ajudando a fazer isso”. Kerry Washington ainda acrescentou: “Buscar momentos de calma e alegria, mesmo nesses tempos, é importante. O nosso nível de estresse impacta a nossa imunidade. Eu sei que, quando estamos fazendo tudo o que podemos para ficar saudáveis, a prioridade é conseguir as melhores informações, cuidar de nós mesmos e de nossas famílias. Mas também precisamos encontrar uma forma de cultivar tranquilidade”. Adaptação do livro homônimo de Celeste Ng, lançado no Brasil sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”, a minissérie de oito episódios acompanha duas famílias distintas que se aproximam devido aos filhos, numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. A trama segue os destinos entrelaçados da perfeita família Richardson – liderada por Witherspoon e Joshua Jackson (de “The Affair”) – e uma enigmática mãe e filha – interpretadas por Washington e Lexi Underwood (de “Reunião de Família”) – que viram as vidas do primeiro casal ao avesso. A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre. Quem assina os roteiros é a showrunner Liz Tigelaar (criadora da série “Life Unexpected”) e a produção foi realizada pela Hello Sunshine, empresa de Witherspoon, que também fez “Big Little Lies” no canal pago HBO e emplacou “The Morning Show” e mais duas séries, ainda inéditas, na Apple TV+. O elenco também inclui Lexi Underwood (“Reunião de Família”), Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”), Jordan Elsass (“Macabre”), Gavin Lewis (“O Príncipe de Peoria”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Lu Huang (“Pássaro do Subúrbio”). Veja o trailer da série abaixo.
Marvel consegue terminar 1ª temporada de Helstrom, a série do Filho de Satã
A Marvel conseguiu terminar as gravações de uma nova série, antes da paralisação completa dos trabalhos como medida de prevenção contra a pandemia de coronavírus. O ator Alain Uy (de “The Passage”) anunciou o fim da produção da 1ª temporada de “Helstrom” na segunda-feira (16/3). Veja abaixo. A série era o último programa da extinta Marvel Television em desenvolvimento e chegará à plataforma Hulu em um futuro não muito distante. Nos quadrinhos, Daimon Helstrom é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série deve mudar tudo isso. Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. A adaptação está a cargo de Paul Zbyszewski, produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost” e o elenco destaca Elizabeth Marvel (presidente nas séries “House of Cards” e “Homeland”) como Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero de um episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicarão suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Ariana Guerra (“Raising Dion”), Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e o citado Alain Uy. Detalhe: a personagem de Ariana Guerra, Gabriella Rosetti, é um homem nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973), conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios.
Hillary Duff pede para mudar revival de Lizzy McGuire da Disney+ (Disney Plus) para a Hulu
A atriz Hillary Duff lançou uma campanha em seu Instagram para que o anunciado revival de “Lizzie McGuire” não seja produzido com censura livre, como parece querer a Disney. Ela pede que a atração seja remanejada, saindo da plataforma Disney+ (Disney Plus) para integrar a Hulu, como já aconteceu recentemente com duas séries durante suas produções. O apelo, inclusive, veio após a atriz comentar rapidamente a mudança da série “Love, Victor”, que deveria estrear na Disney+ (Disney Plus) e foi para a Hulu. A troca teria ocorrido devido à abordagem de temas mais maduros na série, que a empresa pretende evitar na plataforma com seu nome. Para a atriz, o revival da atração dos anos 2000, que ela chama apenas de “Lizzie”, não vai agradar aos fãs se não mostrar de forma mais realista o cotidiano de uma mulher de 30 anos, idade que ela e a personagem terão na trama. Ela acredita que isso não será possível com uma censura livre. “Estava muito animada para lançar “Lizzie” no D+ e minha paixão permanece! No entanto, eu sinto uma grande responsabilidade em honrar a relação dos fãs com ‘Lizzie’, que, assim como eu, cresceram se vendo na personagem. Eu estaria fazendo um grande desserviço a todos limitando a realidade de sua jornada aos 30 anos com uma classificação livre. É importante para mim que, da mesma forma como suas experiências como pré-adolescente e adolescente navegando a vida foram autênticas, que seus próximos capítulos sejam igualmente reais e autênticos. Seria um sonho se a Disney nos deixasse levar a série ao Hulu, se eles estivessem interessados, e eu pudesse trazer esta personagem à vida novamente”. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta. Mas agora a produção do revival foi parar no limbo, após a Disney afastar a criadora da atração, Terri Minsky, do comando da produção e paralisar as gravações. Na época, um porta-voz da Disney disse ao site TVLine: “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série. Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. A paralisação do projeto ameaça a permanência de todo o elenco central, que estava confirmado – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Ver essa foto no Instagram Lizzie McGuire Uma publicação compartilhada por Hilary Duff (@hilaryduff) em 28 de Fev, 2020 às 4:52 PST
Hilary Duff alfineta Disney após mudança da série Love, Victor para a Hulu
A atriz Hilary Duff alfinetou a Disney ao comentar a mudança da série “Love, Victor” da plataforma Disney+ (Disney Plus) para a Hulu. Num Story de seu Instagram, ela circulou o título de um artigo que diz que o motivo da troca foi a série não ser “de família”, e acrescentou: “Soa familiar”. Veja abaixo. O comentário pode ser uma referência à situação atual do revival de “Lizzie McGuire” na Disney+ (Disney Plus). A Disney afastou a criadora da atração dos anos 2000, Terri Minsky, do comando da produção e paralisou as gravações, deixando o projeto no limbo desde janeiro. Na época, um porta-voz da Disney disse ao site TVLine: “Os fãs têm um apego sentimental a ‘Lizzie McGuire’ e grandes expectativas para uma nova série. Depois de gravar dois episódios, concluímos que precisamos avançar em uma direção criativa diferente e estamos colocando uma nova abordagem na série”. O comentário de Duff pode indicar que a Disney achou o conteúdo muito maduro para a plataforma de streaming, como aconteceu com o derivado do filme “Com Amor, Simon”, que abordaria sexualidade e, por isso, foi transferido para a Hulu, plataforma com produções para o público mais progressista. A paralisação do projeto representa uma grande frustração para os fãs, porque todo o elenco central estava confirmado – além de Hilary Duff no papel-título, Hallie Todd (Jo), Robert Carradine (Sam) e Jake Thomas (Matt) voltariam a viver os parentes da protagonista. Para quem não lembra, “Lizzy McGuire” fez muito sucesso ao mostrar as aventuras de uma garota adolescente em seu dia-a-dia, com um detalhe: seus pensamentos e emoções eram expressados por um alter-ego animado e cheio de sarcasmo. A continuação pretendia manter essa característica. Só que o alter-ego animado não cresceu. Ainda é uma jovem Lizzie, que faz comentários “sincerões” sobre as situações da protagonista adulta. A ideia original era mostrá-la morando em Nova York e lidando com questões da vida adulta.
Bob Iger deixa cargo de CEO da Disney
Homem mais poderoso de Hollywood, Robert “Bob” Iger deixou o posto de CEO da Disney após 15 anos no cargo. O anúncio foi feito por meio de uma nota da assessoria de imprensa do estúdio, que confirmou nesta terça-feira (25/2) sua substituição por Bob Chapek, até então chefe da divisão de parques da empresa. “Com o lançamento bem-sucedido do empreendimento direto ao consumidor da Disney e a integração do 21st Century Fox bem encaminhada, acredito que esteja na hora de iniciar a transição para um novo CEO”, afirmou Iger no comunicado oficial à imprensa, referindo-se à inauguração da plataforma Disney+ (Disney Plus) e à aquisição dos antigos estúdios Fox. Bob Iger assumiu o cargo de CEO da Disney em 2005, após Michael Eisner deixar a presidência da companhia sob pressão de Roy Disney. Antes, nos anos 1990, o empresário foi presidente da rede ABC, hoje parte do império Disney, e COO e vice-presidente da Disney entre 2000 e 2005. Iger, porém, ainda não se aposentou. Ele continuará ligado à empresa, agora no cargo de presidente executivo, e supervisionará empreendimentos criativos da Disney até 31 de dezembro de 2021, quando termina seu contrato. O executivo afirmou ainda que se sente animado com o futuro da empresa nas mãos de Chapek, com quem trabalhará na transição administrativa pelos próximos 22 meses. O novo CEO, por sua vez, se disse honrado pela chance de servir como sétimo presidente da empresa e afirmou que seguirá as estratégias de expansão de Iger nos próximos anos. E que expansão. Sob o comando de Iger, a Disney comprou a Pixar, a Marvel, a LucasFilm e a Fox, tornando-se a maior empresa cinematográfica do mundo, quebrando recordes de faturamento mundial. Também trouxe essas aquisições para alimentar sua produção televisiva, assumindo o controle de vários canais de TV e três plataformas de streaming – ESPN, Hulu e a recém-lançada Disney+ (Disney Plus). Graças a essa estratégia, a Disney também se tornou uma força na TV e no streaming, consolidando-se como a maior potência do entretenimento no começo do século 21. A saída de Iger do cargo de CEO não representa, necessariamente, o fim de uma era. Ao falar com investidores, numa teleconferência feita após o anúncio oficial, Iger explicou melhor seu novo papel na empresa. Cada vez mais entusiasmado com o aspecto criativo das produções da Disney, ele está abrindo mão do dia-a-dia dos negócios para se focar exclusivamente em conteúdo. Irá se dedicar, a partir de agora, ao desenvolvimento de novos projetos com os principais talentos da empresa, visando aproveitar melhor os recursos da Fox e vitaminar as plataformas Hulu e Disney+ (Disney Plus) para seus lançamentos mundiais. “A empresa ficou maior e mais complexa nos últimos 12 meses”, disse Iger na teleconferência, segundo o site The Hollywood Reporter. “Com a base de ativos em vigor e nossa estratégia essencialmente implementada, senti que deveria gastar o máximo de tempo possível com o lado criativo dos nossos negócios… porque essa se tornará nossa maior prioridade em 2021.” Ele também contou que Bob Chapek foi escolhido para sucedê-lo há bastante tempo, em decisão tomada por consenso na diretoria da empresa. E acrescentou: “Tenho a maior confiança em Bob e espero trabalhar em estreita colaboração com ele nos próximos 22 meses, pois ele assume essa nova função e se aprofunda nos negócios e operações globais multifacetadas da Disney, enquanto eu ficarei mais focado nos esforços criativos da empresa”.











