Brasileira dirigiu episódio mais falado da 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale”
O episódio mais comentado da atual 5ª temporada de “The Handmaid’s Tale” foi dirigido por uma brasileira. A paulista Natalia Leite assinou “No Man’s Land”, exibido na quarta passada (19/10) nos EUA, que mostrou June (Elizabeth Moss) e Serena (Yvonne Strahovski) numa situação desesperadora. “No Man’s Land” só vai ficar disponível em 30 de outubro na plataforma brasileira Paramount+. Além disso, o episódio seguinte, “Motherland”, também é dirigido por Leite. A brasileira se para Nova York em 2006, onde ela começou a escrever, dirigir e produzir seus próprios curtas-metragens de baixo orçamento, que foram exibidos em festivais internacionais. Depois, começou a dirigir dirigiu documentários para a Vice Media, incluindo o show “Every Woman”, onde ela viveu e trabalhou como stripper em uma parada de caminhões no Novo México, que ela descobriu, enquanto procurava locações para seu primeiro longa, “Bare”. Lançado em 2015, o drama “Bare” (2015) teve première no Festival de Tribecca, enquanto o segundo, o terror “M.F.A.” (2017), estrelato por Francesca (a filha de Clint) Eastwood, atingiu 80% de aprovação no Rotten Tomatoes ao ser exibido no Festival SXSW. Natalia Leite também foi co-criadora da websérie “Be Here Nowish” e dirigiu dois episódios das séries “Love, Victor”, “Love Life”, “Minx” e “No Escuro” (In the Dark). Atualmente, ela está dirigindo seu primeiro piloto de série: “Black Cake”, drama de Marissa Jo Cerar (roteirista de “The Handmaid’s Tale”) em desenvolvimento para a plataforma americana Hulu, ainda sem previsão de estreia.
Minissérie sobre primeiro clube de strippers masculinos ganha trailer
A plataforma de streaming Star+ divulgou um novo trailer de “Bem-vindos ao Clube da Sedução” (Welcome to Chippendales), minissérie sobre a história do clube pioneiro de strip-tease masculino. A prévia foca na ascensão e queda de Somen “Steve” Banerjee, vivido por Kumail Nanjiani (“Os Eternos”), que foi dono do Chippendales. Baseada em uma história real, a minissérie foi criada pelo própria Nanjiani, em parceria com Robert Siegel (“Pam & Tommy”), e vai narrar a trajetória de Banerjee desde que ele era um pobre imigrante indiano, passando pela criação dos Chippendales no final da década de 1970 e culminando no envolvimento dele numa trama de assassinato. Embora a história de Banerjee seja desconhecida pelo grande público, alguns dos personagens que aparecem na série são bem famosos, como é o caso do falecido cineasta Peter Bogdanovich (“A Última Sessão de Cinema”), interpretado por Philip Shahbaz (“SEAL Team”), e da playmate Dorothy Stratten – vivida por Nicola Peltz (“Bates Motel”) – cujo assassinato pelo marido Paul Snider (Dan Stevens, de “Apóstolo”) rendeu várias manchetes em 1980. O elenco ainda conta com Annaleigh Ashford (“B Positive”), Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Quentin Plair (“Roswell, New Mexico”), Robin de Jesus (“tick, tick… BOOM!”) e Andrew Rannells (“Black Monday”). Além de ser cocriador da série, Siegel também é produtor e showrunner, ao lado de Jenni Konner (produtora de “Girls”). “Bem-vindos ao Clube da Sedução” ainda conta com roteiros de Rajiv Joseph (“A Grande Escolha”) e Mehar Sethi (“China, IL”), e direção de Matt Shakman (“WandaVision”). A estreia está marcada para 22 de novembro tanto na Star+ quanto na plataforma americana Hulu, responsável pela produção original.
Cara Delevingne passou por educação sexual para série
A atriz e modelo Cara Delevingne (“Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”) vai estrelar a série documental “Planet Sex”, da plataforma americana Hulu, que a levou a pesquisar a sexualidade em lugares variados, até se chocar quando entrou num seminário de masturbação. A revelação foi feita pela própria Delevingne, enquanto participava do evento internacional de TV Mipcom, em Cannes, nessa terça (18/10). “Entrei no seminário de masturbação pensando que seria uma sala de aula e eu teria um bloco de notas, e em vez disso tinha um tapete de ginástica de couro rosa no chão, com seis pessoas dizendo: ‘Bem, tire sua calcinha. Aqui está o lubrificante’”, explicou Delevingne. “Eu não sabia que era uma puritana até isso. Eu achava que era uma garota descolada, jovem, legal, que topava qualquer coisa, mas eu fiquei tipo: ‘Desculpe, o quê? Desculpe, não, absolutamente não, eu não vou fazer isso.’ Mas eu meio que fiz tudo que me senti confortável em fazer.” Ela também explicou um pouco da sua rotina enquanto gravava a série. “Eu perguntava tipo: ‘O que estamos fazendo hoje?’ Porque todo dia era completamente diferente. Estou acostumada a ser um camaleão, mas isso era um absurdo. Um dia você vai tirar seu sangue enquanto tem um orgasmo, no dia seguinte você vai a uma biblioteca de pornografia. Eu pensava: ‘Certo, ok, ponha minha cabeça de volta [depois de explodi-la].’” Simon Andreae, da produtora televisiva britânica Fremantle, explicou o conceito da série. Segundo ele, “em cada episódio, Cara explora uma das grandes questões [sobre sexualidade], faz questionamentos, faz uma viagem de descoberta através de laboratórios, culturas diferentes, indivíduos diferentes, sua própria mente e corpo, e termina com uma conclusão.” No evento, foram exibidos 10 minutos do primeiro episódio onde, de cara, Delevingne se declara “100%” queer – algo que ela diz não ter feito antes de forma tão clara e evidente. “Planet Sex” foi desenvolvida para o serviço de streaming Hulu e pelo canal britânico BBC. Andreae explicou que a série queria evitar a atitude clássica hollywoodiana de se manter em cima de muro pra não ofender ninguém. Segundo o produtor, as versões exibidas no Hulu e na BBC serão “ligeiramente diferentes”, com a versão britânica sendo a “a mais explícita da série”. Além de apresentar “Planet Sex”, Delevingne também é produtora da atração. E, segundo ela, a experiência lhe abriu os olhos para questões antes ignoradas. “Eu sinto que precisava disso na minha vida, honestamente”, disse ela. “Talvez não para fazer isso diante das câmeras – quero dizer, isso era algo que eu queria fazer por outras pessoas, mas, em termos pessoais, eu também cresci muito. Eu tinha escolhido dar um passo para trás no amor e nos relacionamentos por um tempo, mas a série me fez perceber novamente o quanto eu precisava consertar certas coisas na minha vida e seguir em frente. Eu realmente cresci muito.” “Planet Sex” tem estreia marcada para 18 de novembro. Além da exibição no Hulu e na BBC, a série já foi vendida para 92 mercados internacionais e deve chegar no Brasil pela Star+.
“The Hardy Boys” vai acabar na 3ª temporada
A série infantil “The Hardy Boys”, disponibilizada no Brasil pela Disney+, vai acabar em sua vindoura 3ª temporada. A produção dos oito capítulos finais começou nesta semana no Canadá. Muito famosos, os irmãos Hardy já venderam dezenas de milhões de livros de mistérios juvenis desde sua concepção em 1927, e tiveram sua primeira série da Disney em 1957, além de um desenho animado em 1969 e uma atração conjunta com Nancy Drew em 1977. Desenvolvida para o streaming pelos roteiristas Jason Stone (“É o Fim”), Chris Pozzebon (“Blindspot”) e Steve Cochrane (“Lost Girl”), a trama acompanha Frank (Rohan Campbell, de “Virgin River”) e Joe Hardy (Alexander Elliot, de “Noite Infeliz”) de mudança com o pai para a cidadezinha de Bridgeport. Ao procurar respostas para uma recente tragédia que mudou suas vidas, eles acabam descobrindo algo muito mais sinistro – mas também novos amigos. A temporada final vai seguir os meninos e seus amigos enquanto eles descobrem mais segredos e conspirações e continuam montando o mapa de seu bisavô, para descobrir uma poderosa relíquia antes que ela caia em mãos erradas. Os últimos episódios também contarão com Bailee Madison (“Pretty Little Liars: Um Novo Pecado”) como atriz convidada. Ela interpretará Drew Darrow, uma “nova aliado divertida, mas muitas vezes frustrante, com uma mente brilhante e apetite por magia e mistérios”. Sem data de estreia marcada, os novos episódios da série são esperados para 2023 na plataforma americana Hulu e na Disney+ brasileira. Veja abaixo o trailer da série.
Netflix quebra recorde ao lançar mais de mil episódios no trimestre
A Netflix quebrou o seu próprio recorde de episódios lançados em um único trimestre. De acordo com dados da firma MoffettNathanson, de Wall Street, o serviço de streaming lançou 1026 episódios de séries ao longo do terceiro trimestre (Q3), referente ao período de julho a setembro de 2022. Além de superar os lançamentos anteriores da própria plataforma, o número se torna ainda mais impressionante quando comparado à concorrência. A Amazon Prime Video ficou em 2º lugar nesse ranking ao lançar 223 novos episódios no mesmo período, seguida pela Hulu com 194 episódios, a Disney+ com 140 e a HBO Max como 114. Ao todo, a Netflix lançou 159 séries originais nesse período, também superando o seu recorde anterior de 143 séries lançadas no último trimestre (Q4) de 2021 – o que, por sua vez, totalizou 900 episódios. Entre as séries que a Netflix estreou nesse período incluem-se os sucessos “Dahmer: Um Canibal Americano”, que tem quebrado recordes de audiência semanalmente, “Sandman”, a 5ª temporada de “Cobra Kai”, a 3ª temporada de “Locke & Key” e os episódios finais da 4ª temporada de “Stranger Things”. A linha de séries originais do terceiro trimestre da Netflix abrangeu formatos de ficção, documentários, reality shows e programas infantis. O serviço de streaming também investiu pesado em produções internacionais, com destaque para as séries sul-coreanas “Uma Advogada Extraordinária”, “Alquimia das Almas” e “Young Lady and Gentleman”. O aumento no número de lançamentos no Q3 de 2022 ocorreu após uma desaceleração na produção ocasionada pelos atrasos causados pela pandemia. Nesse meio tempo, o mercado de streaming dos EUA cresceu e atingiu 81% dos lares do país, de acordo com dados de pesquisa da HarrisX, encomendada pela MoffettNathanson. “A penetração do streaming nos lares americanos atingiu a maturidade com quase todos os serviços individuais, exceto os mais novos participantes como Peacock e Paramount+”, escreveu a empresa em seu relatório. “Os serviços de streaming não estão mais competindo para adicionar novos clientes ao streaming, mas para adicionar (e manter) clientes que já estão no ecossistema de streaming.” Nesse sentido, a Netflix tem adotado a estratégia de oferecer um pouco de tudo, para manter seu público e atrair os assinantes da concorrência. Entretanto, quantidade não é o mesmo que qualidade. Conforme a pesquisa mostra, por mais que a HBO Max tenha lançado um número de episódios nove vezes menor do que o da Netflix, os seus poucos episódios agradaram e atraíram assinantes. A série “A Casa do Dragão”, prólogo de “Game of Thrones”, por exemplo, mantém uma audiência considerável de 29 milhões de espectadores por episódio entre a TV paga e o streaming.
Após desistência de Keanu Reeves, série de DiCaprio e Scorsese perde diretor
Depois de perder Keanu Reeves, a série “The Devil in the White City” também perdeu seu diretor. A produção ambiciosa de Leonardo DiCaprio e Martin Scorsese desmorona com a saída do cineasta Todd Field, indicado ao Oscar por “Entre Quatro Paredes” (2001) e “Pecados Íntimos” (2006), e que está cotado novamente este ano por “Tár”. Não houve explicações para a saída de Reeves e Field. Mas o revés é significativo. A equipe, que já tinha começado a buscar um novo intérprete principal, agora está atrás também de um novo diretor. As perdas reforçam a dificuldade de tirar o projeto do papel. A série foi encomendada pela plataforma Hulu, da Disney, em agosto passado, após ficar em desenvolvimento por mais de uma década. “The Devil in the White City” é uma adaptação do romance homônimo (“O Demônio na Cidade Branca”, no Brasil) escrito por Erik Larson, e conta a história verídica de dois homens, um arquiteto e um assassino em série, cujos destinos se tornaram interligados pela Feira Mundial de Chicago de 1893. A trama segue Daniel H. Burnham, um arquiteto brilhante e meticuloso que tenta deixar sua marca no mundo, e Henry H. Holmes, um médico que tem como ideal arquitetônico um “Castelo do Assassinato” – um palácio construído para seduzir, torturar e mutilar mulheres jovens. As páginas de Larson levam o leitor a uma jornada de assassinato, romance e mistério durante a era dourada do final do século 19. Os direitos do livro foram adquiridos por Leonardo DiCaprio em 2010, visando estrelar uma versão cinematográfica dirigida por Martin Scorsese. Mas desde então projeto foi reconfigurado como uma série, com DiCaprio e Scorsese assinando a produção. A adaptação foi escrita por Sam Shaw (criador de “Castle Rock”) e, caso/quando for finalmente produzida será lançada no Brasil pela plataforma Star+.
Keanu Reeves desiste de estrelar série produzida por DiCaprio e Scorsese
Dois meses depois da plataforma Hulu anunciar que Keanu Reeves estrelaria a série “Devil in the White City”, produzida por Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio, o astro de “Matrix” saiu do projeto. A notícia foi publicada pelos principais sites de entretenimento dos EUA, mas nem representantes da Hulu e ou de Reeves comentaram. Fontes dizem que a plataforma da Disney já está procurando uma estrela substituta para protagonizar o drama, que foi encomendado em agosto após ficar em desenvolvimento por mais de uma década. A série é uma adaptação do romance “O Demônio na Cidade Branca”, escrito por Erik Larson, e conta a história verídica de dois homens, um arquiteto e um assassino em série, cujos destinos se tornaram ligados pela Feira Mundial de Chicago de 1893. A trama segue Daniel H. Burnham, um arquiteto brilhante e meticuloso que tenta deixar sua marca no mundo, e Henry H. Holmes, um médico que tem como ideal arquitetônico um “Castelo do Assassinato” – um palácio construído para seduzir, torturar e mutilar mulheres jovens. As páginas de Larson levam o leitor a uma jornada de assassinato, romance e mistério durante a era dourada do final do século 19. Os direitos do livro foram adquiridos por Leonardo DiCaprio em 2010, visando estrelar uma versão cinematográfica dirigida por Martin Scorsese. Mas desde então projeto foi reconfigurado como uma série para a plataforma Hulu, com DiCaprio e Scorsese assinando a produção. A adaptação foi escrita por Sam Shaw (criador de “Castle Rock”) e a direção, por sua vez, ficará a cargo de Todd Field, cineasta indicado ao Oscar por “Entre Quatro Paredes” (2001) e “Pecados Íntimos” (2006), e que está cotado novamente este ano por “Tár”. Keanu Reeves tem pela frente a nova continuação da franquia “John Wick”, que estreia em março de 2023, além de “BRZRKR”, adaptação de uma história em quadrinhos que ele mesmo escreveu e estaria considerando também dirigir.
Solar Opposites é renovada para 5ª temporada
A plataforma americana Hulu renovou “Solar Opposites” para sua 5ª temporada. O anúncio foi feito com bastante antecipação, já que o quarto ano da série animada só vai estrear em 2023. Lançada em 2020, a série também vai ganhar um especial de Halloween em 26 de outubro (data no Brasil). Desenvolvida por Justin Roiland (co-criador de “Rick & Morty”), a atração acompanha uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA, dividindo-se entre achar que a Terra é horrível e impressionante. Enquanto dois deles só veem a poluição, o consumismo grosseiro e a fragilidade humana, os outros dois amam os seres humanos e toda a sua TV, junk food e coisas divertidas. O elenco de vozes destaca o próprio Roiland, Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Mary Mack (dubladora de “Golan the Insatiable”) e Sean Giambrone (“The Goldberg”) como os alienígenas, e vários astros famosos como coadjuvantes, entre eles Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Amanda Leighton (“This Is Us”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Echo Kellum (“Arrow”) e Jason Mantzoukas (“The Good Place”). A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Reservation Dogs: Série do diretor de “Thor” é renovada para 3ª temporada
O canal pago americano FX anunciou a renovação de “Reservation Dogs” para sua 3ª temporada. A série de comédia, passada em território nativo-americano, gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Amor e Trovão”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirige episódios e é coprodutor da atração com Waititi. Aclamada pela crítica, “Reservation Dogs” é notável por ser a primeira série a apresentar uma equipe totalmente nativa de escritores, diretores e elenco, e é um dos programas mais assistidos do FX disponibilizados na plataforma de streaming Hulu. “’Reservation Dogs’ continua sua trajetória notável com críticos, fãs e prêmios, todos reconhecendo o brilho singular da série criada por Sterlin Harjo e Taika Waititi”, disse Nick Grad, presidente de programação original da FX. “O FX tem orgulho de se juntar aos nossos parceiros da Hulu para encomendar uma 3ª temporada com o incrível elenco e todos os artistas que entregam um dos programas mais originais, envolventes e engraçados da televisão.” Sterlin Harjo também se manifestou sobre a renovação: “Eu não poderia estar mais orgulhoso desta série que criei com meu amigo Taika Waititi. Ela nasceu de uma conversa na cozinha de Taika e agora entrou na vida das pessoas em todo o mundo.” O elenco destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. “Reservation Dogs” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+. Confira abaixo o trailer nacional da 2ª temporada da atração, que se encerra na próxima quarta (28/9) nos EUA e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Logan Lerman e Joey King vão estrelar série sobre Holocausto
Os atores Logan Lerman (“Hunters”) e Joey King (“A Barraca do Beijo”) vão estrelar a minissérie “We Were the Lucky Ones”, desenvolvida para a plataforma de streaming Hulu. Baseada no livro “Somos os que Tiveram Sorte”, de Georgia Hunter, a série vai contar a história de uma família judaica que foi separada no início da 2ª Guerra Mundial, mas está determinada a se reencontrar. Lerman vai interpretar Addy, o filho do meio daquela família. Ele é descrito como uma pessoa aventureira que vive em Paris e trabalha como engenheiro e como compositor de música. O personagem é inspirado na história do avô da escritora Georgia Hunter. O papel de Joey King não foi divulgado. A minissérie foi escrita e será produzida por Erica Lipez (“The Morning Show”), que também vai atuar como showrunner da atração. Já a direção dos episódios ficará por conta de Thomas Kail (“Fosse/Verdon”). “We Were the Lucky Ones” ainda não tem previsão de estreia. Logan Lerman e Joey King trabalharam juntos recentemente no filme “Trem-Bala” (2022). Além disso, Logan Lerman será visto em breve na 2ª temporada de “Hunters” e na comédia “College Republicans”, que vai marcar a sua nova parceria com o diretor James Schamus (“Indignação”), ambos sem previsão de estreia. Joey King, por sua vez, está envolvida na comédia sobre amadurecimento “Camp” e na sci-fi “Uglies”, dirigida por McG (“A Babá”), ambas também sem data de estreia.
Trailer do reboot de “Hellraiser” destaca novo monstro Pinhead
A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer do reboot da franquia clássica de terror “Hellraiser”. A prévia mostra que se trata de uma história inédita, sobre incautos que ousam tentam decifrar o segredo do cubo maldito e abrem as portas do inferno para a chegada dos cenobitas – entre eles o monstro demoníaco Pinhead, símbolo da franquia, que retorna andrógino. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira atriz transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. Concebido como um reboot da franquia iniciada em 1987, a produção também destaca em seu elenco Odessa A’zion (“Grand Army”), Brandon Flynn (“13 Reasons Why”), Goran Visnjic (“Timeless”), Drew Starkey (“Outer Banks”), Adam Faison (“Everything’s Gonna Be Okay”), Aoife Hinds (“Normal People”), Selina Lo (“Boss Level”) e Hiam Abbass (“Blade Runner 2049”). A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall. O novo “Hellraiser” estreia em 7 de outubro nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil. Normalmente, as produções da Hulu são disponibilizadas na Star+.
Série vai contar história dos strippers Chippendales. Veja o trailer
A plataforma de streaming Star+ divulgou o primeiro trailer de “Bem-vindos ao Clube da Sedução” (Welcome to Chippendales), minissérie estrelada por Kumail Nanjiani (“Os Eternos”). A prévia foca na ascensão de Somen “Steve” Banerjee (Nanjiani), que foi dono do maior negócio de strippers masculinos do mundo. Baseada em uma história real, “Bem-vindos ao Clube da Sedução” foi criada pelo própria Nanjiani, em parceria com Robert Siegel (“Pam & Tommy”), e vai narrar a trajetória de Banerjee desde que ele era um pobre imigrante indiano, passando pela criação dos Chippendales no final da década de 1970 e culminando no envolvimento dele numa trama de assassinato. Embora a história de Banerjee seja desconhecida pelo grande público, alguns dos personagens que aparecem na série são bem famosos, como é o caso do falecido cineasta Peter Bogdanovich (“A Última Sessão de Cinema”), interpretado por Philip Shahbaz (“SEAL Team”), e da playmate Dorothy Stratten – vivida por Nicola Peltz (“Bates Motel”) – cujo assassinato pelo marido Paul Snider (Dan Stevens, de “Apóstolo”) rendeu várias manchetes em 1980. O elenco ainda conta com Annaleigh Ashford (“B Positive”), Juliette Lewis (“Yellowjackets”), Quentin Plair (“Roswell, New Mexico”), Robin de Jesus (“tick, tick… BOOM!”) e Andrew Rannells (“Black Monday”). Além de ter criado a série, Siegel também vai produzir a atração e atuar como showrunner, ao lado de Jenni Konner (produtora de “Girls”). “Bem-vindos ao Clube da Sedução” também tem roteiros de Rajiv Joseph (“A Grande Escolha”) e Mehar Sethi (“China, IL”), e direção de Matt Shakman (“WandaVision”). A estreia está marcada para 22 de novembro tanto na Star+ quanto na plataforma americana Hulu, responsável pela produção original.
HBO e HBO Max vencem Netflix no Emmy 2022
A combinação do canal pago HBO e da plataforma HBO Max superou com folga a rival Netflix na contagem geral do Emmy deste ano. Após vencer uma dúzia dos prêmios principais da Academia de Artes e Ciências Televisivas na noite de segunda (12/9), as HBOs chegaram a um total de 37 vitórias, incluindo os troféus preliminares, entregues em 3 e 4 de setembro. As séries mais premiadas do streaming do conglomerado Warner Bros. Discovery foram “The White Lotus” (10 prêmios), “Euphoria” (6) e “Succession” (4). Já Netflix levou para casa um total de 26 troféus, mas apenas três na cerimônia de segunda. Os destaques do streaming mais antigo foram “Round 6” (6), “Stranger Things” (5) e “Arcane” (4). O resultado representa uma reversão das fortunas de 2021, quando a Netflix teve 44 Emmys no total, contra 19 da HBO/HBO Max. O resultado é importante especialmente para a HBO Max, que enfrenta uma crise administrativa após a fusão da Warner e da Discovery, com cancelamentos repentinos e sumiços de séries na plataforma. Também reforça a estratégia de Casey Bloys, chefe de conteúdo das HBOs, de priorizar produtos de qualidade sobre quantidade. Este parece ser justamente o problema da Netflix, que produz uma quantidade inigualável de atrações. Só que o excesso faz com que até produções de qualidade se percam na página inicial da plataforma, sem que o público consiga descobri-las. Com a ambição de reconhecimentos no Emmy e até no Oscar, a Netflix pode ter que repensar seus métodos de produção, aproveitando para transformar a atual crise de assinantes da empresa numa oportunidade para rever seu modelo de negócios. No caso, não se trata sequer de reinvenção, mas de volta às origens. Vale lembrar que, em seus primeiros anos, a aposta da plataforma era em produções de prestígio, como “House of Cards” e “Orange is the New Black”, que fizeram História no Emmy e mudaram a cara da “televisão” para sempre. Em meio à essa disputa, é importante prestar atenção ainda no crescimento das plataformas da Disney, Hulu (equivalente à Star+ no Brasil) e Disney+. Elas tiveram seis vitórias cada, gerando uma dúzia de prêmios somados. Durante a D23 Expo, convenção da Disney realizada no último fim de semana, o CEO da companhia, Bob Chapek, confirmou planos de juntar Hulu e Disney+ num único streaming – o que já acontece na Europa. Isto só não foi adiante ainda nos EUA porque a Disney não detém 100% da Hulu – a Comcast, dona da NBCUniversal, possui 33%. Mas a situação deve mudar a partir de 2024, quando está prevista contratualmente a possibilidade de compra das ações minoritárias pelo império comandado por Chapek. Na D23, o executivo afirmou que gostaria, inclusive, de apressar esse cronograma, revelando que tem participado de conversas com a NBCUniversal sobre o tema. A médio prazo, isso pode significar uma ameaça para o reinado da HBO e da Netflix nas premiações da indústria.












