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    Bad Education: Hugh Jackman se envolve em escândalo financeiro em trailer de comédia da HBO

    28 de março de 2020 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Bad Education”, comédia que traz Hugh Jackman (“Logan”) como superintendente de um colégio em Long Island envolvido num escândalo financeiro. Inspirado em fatos reais, o filme acompanha Frank Tassone (Jackman) e Pam Gluckin (Allison Janney, de “Mom”), que reinam em seu distrito escolar após promover um recorde de admissões em universidades e aumentar o valor dos imóveis da região. Quando vem à tona um esquema de desvio de recursos que ameaça destruir tudo o que construíram, Frank se vê obrigado a manter a ordem e o sigilo, custe o que custar. O elenco também inclui Ray Romano (“O Irlandês”), Alex Wolff (“Hereditário”) e Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”). Dirigido por Cory Finley (“Puro Sangue”), “Bad Education” teve première mundial no Festival de Toronto, em setembro passado, ocasião em que arrancou elogios da crítica – alguns, replicados no trailer – e atingiu 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de abril na TV paga e na plataforma HBO Go.

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    Hollywood reage a incêndio na Austrália e reforça pedido de prioridade ambiental no mundo

    3 de janeiro de 2020 /

    O astro australiano Hugh Jackman (“Logan”) usou as redes sociais nesta sexta (3/1) para se solidarizar com a população atingida pelo incêndio florestal na Austrália e agradecer aos bombeiros que lutam para conter os estragos, enquanto as chamas expulsam várias famílias de seus lares. “Queremos expressar nossa profunda gratidão às pessoas na Austrália que estão combatendo esses incêndios devastadores. Nosso coração está com todos impactados, especialmente aqueles que perderam suas casas, negócios e entes queridos. Isto é uma tragédia imensa para nossa pátria”, escreveu Jackman, incluindo a imagem de um bombeiro em meio às chamas. Ele foi um dos mais recentes a se manifestar, refletindo o clima de desolação diante da gravidade da catástrofe que assola o país. O norte-irlandês Sam Neill (“Jurassic Park”), que vive numa fazenda australiana, publicou várias imagens do incêndio, reclamando da incapacidade do governo para lidar com a situação. Em vez de tratar o desastre com a seriedade que ele merecia, os líderes do país repetiram o Brasil ao dizer que a situação era corriqueira e normal para essa época do ano, priorizando discurso ideológico (anti-ambientalista) à ações. “ISTO NÃO É NORMAL”, Neill escreveu na véspera do Ano Novo. Em outra foto compartilhada, ele registrou o fogo avançando sobre uma rodovia, num visual mais impressionante que qualquer efeito de filme de catástrofe. “A ideia de que não é correto falar sobre mudanças climáticas neste período difícil é, francamente, uma besteira conveniente. Veja como é a vida agora para os combatentes de incêndios”, desabafou no Twitter. A mensagem ganhou retuíte do neozelandês Russell Crowe (“Noé”), que anteriormente tinha compartilhado fotos e vídeos do incêndio que devastou sua fazenda em Nova Gales do Sul, mostrando que mesmo após terem sido apagadas, as chamas voltavam espontaneamente devido ao calor e ao clima seco. “Meu coração está com todos na região”, acrescentou. Crowe fez mais que publicar imagens. Ele foi até a região e precisou usar motosserras para atravessar as estradas de terra para chegar onde pretendia, devido à várias quedas de árvores comprometidas. Ele gravou um vídeo da situação que encontrou, mostrando-se inconsolável. A atriz inglesa Jameela Jamil (da série “The Good Place”) politizou o incêndio ao declarar na quinta-feira (2/1) no Twitter: “Esse tópico é claro, exaustivo e comovente sobre a devastação total dos incêndios na Austrália e a decisão imperdoável dos líderes mundiais de não discutir as mudanças climáticas no momento em que elas mais nos encaram”. Além deles, o americano Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”) foi um dos primeiros a se manifestar. O ator também usou tom engajado, ao avisar em novembro que a ausência de uma política ambientalista na região alimentava uma tragédia. “Nosso coração está voltado para as vítimas dos incêndios atuais, que sabemos que foram exacerbados pelo declínio da biodiversidade nativa”, escreveu DiCaprio no Instagram, acrescentando que a Austrália é o país em que mais espécies de mamíferos sofrem ameaças de extinção e, como consequência, esse desequilíbrio no ecossistema elimina animais que mantém as florestas úmidas. “Os esforços de conservação australianos precisam de uma revisão radical”, completou. We want to express our deep gratitude to the people in Australia who are fighting these devastating bushfires Our hearts are with everyone impacted especially those who have lost homes businesses and loved ones This is an immense tragedy for our home country #AustraliaBushfires pic.twitter.com/xcsPWSpDeS — Hugh Jackman (@RealHughJackman) January 3, 2020 Australia. This is the road between Canberra and the Coast I think yesterday. The idea that it is somehow not right 'to talk about #ClimateChange at this difficult time' is frankly convenient bulllshit. Click on image to see what life is like now for the #firefighters . pic.twitter.com/ckrnf4uocS — Sam Neill (@TwoPaddocks) December 21, 2019 During this extraordinary #bushfirecrisis, v irritating to hear Aus Environment Minister @sussanley on @RadioNZ– 'we are doing our bit… we will exceed our targets' etc. Rubbish. THIS IS NOT NORMAL. [Ok- all you frothing denial nutters- cue trolling now] Mallacoota- be safe. pic.twitter.com/VD90NZsYBl — Sam Neill (@TwoPaddocks) December 30, 2019 This thread is clear, thorough and heartbreaking about the full devastation of the fires in Australia and the unforgivable decision of leaders to not discuss climate change at this time when it is most staring us in the face. https://t.co/ghRnq9YaDp — Jameela Jamil 🌈 (@jameelajamil) January 3, 2020 When we first came across this it was smoking but not burning. As we were cutting other things back around it , the flames just popped up again . pic.twitter.com/0mLQjwiQCq — Russell Crowe (@russellcrowe) November 26, 2019 Sent this to a friend. Thought I’d share with you too . Fires still burning , logs smoking everywhere you look. Got halfway to where we were trying to get to, will try again in the morning when it’s cooler. pic.twitter.com/eCjR8QXXMm — Russell Crowe (@russellcrowe) November 25, 2019 Ver essa foto no Instagram I’m not in Australia. My family are safe, billeted with friends. Fire hit my place late in the day yesterday. My heart goes out to everyone in the valley. Uma publicação compartilhada por Russell Crowe (@russellcrowe) em 12 de Nov, 2019 às 11:33 PST Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @aussieark: Officials have issued a warning of "catastrophic fire danger" as firefighters battle over 60 blazes raging across the Australian state of New South Wales, which has caused the tragic loss of lives and livelihoods. There have already been significant harmful impacts to wildlife, with entire ecosystems up in smoke and individual species affected, including around 350 Koalas presumed dead – all before the fires reach their peak. Our hearts go out to the victims of the current fires, which we know have been exacerbated by the decline of native biodiversity. Australia has the worst mammal extinction rate on Earth, and the country is amongst the worst 7 countries worldwide for biodiversity loss. Australian conservation efforts need a radical overhaul. Mitigating the intensity of these fires, mostly set by humans and their activities, can be achieved by restoring our native ecosystem engineers, such as bandicoots, bettongs and potoroos. These species help to maintain healthy forests by continually turning over and breaking down forest leaf litter, thereby drastically reducing fuel load. In their absence, fires are more intense, often reaching the treetops, which can affect populations of species already on the brink, like the Koala. Slow growing and ancient Australian East coast temperate forests are of global significance, as these forests have some of the highest carbon storage on the planet. Fires of this intensity threaten their very existence but managing wildlife to reduce fire intensity and protect forests is underappreciated for its importance in reducing the release of carbon into the atmosphere. Aussie Ark works with Australia’s most threatened and imperiled wildlife, several of which are extinct on the mainland. Native wildlife conservation sanctuaries provide refuge, as well as source populations for rewilding and restoring Australia’s native ecosystems. Our sincere well wishes go out to all those affected by these devastating fires. If you encounter any injured wildlife, please contact your local animal authorities for rescue and rehabilitation. Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 13 de Nov, 2019 às 9:02 PST

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  • Filme

    Novo filme de Hugh Jackman chega direto em streaming no Brasil

    24 de abril de 2019 /

    O mais recente filme de Hugh Jackman está chegando direto em streaming no Brasil. A Sony lançou “O Favorito” (The Front Runner) nesta quarta (24/4) nas plataformas NOW, SKYPlay, Vivo Play, iTunes, GooglePlay, Looke, Oi, Playstation Store e Filmes & TV Microsoft. Drama político baseado em fatos reais, “O Favorito” foi dirigido por Jason Reitman (“Amor sem Escalas”) e acompanha o senador Gary Hart (Jackman), candidato democrata à presidência dos EUA em 1988. Considerado favorito a vencer George Bush na disputa, ele teve sua campanha promissora interrompida pela divulgação de um escândalo sexual, que se tornou uma das maiores histórias dos tabloides da época. Considerado mulherengo, apesar de casado, ele foi seguido por paparazzi em suas viagens, que flagraram um caso extraconjugal com Donna Rice, futura CEO da ONG Enough Is Enough. Sara Paxton (série “Murder in the First”) interpreta Donna Rice no longa, que ainda tem em seu elenco Vera Farmiga (série “Bates Motel”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Kaitlyn Dever (série “Last Man Standing”), Molly Ephraim (também de “Last Man Standing”), Ari Graynor (série “I’m Dying Up Here”), Mike Judge (o criador da série “Silicon Valley”) e Kevin Pollak (“Cães de Guerra”). O filme foi lançado em novembro do ano passado nos Estados Unidos e participou de vários festivais internacionais. Mas dividiu opiniões da crítica, recebendo aprovação de 59% no site Rotten Tomatoes.

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  • Filme

    Hugh Jackman e Rebecca Ferguson vão estrelar sci-fi da criadora de Westworld

    30 de janeiro de 2019 /

    Os atores Hugh Jackman (“Logan”) e Rebecca Ferguson (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) vão protagonizar a sci-fi “Reminiscence”, primeiro longa escrito e dirigido por Lisa Joy, co-criadora da série “Westworld”. O roteiro chegou a entrar na Black List (a lista dos melhores roteiros não produzidos de Hollywood) de 2013. Após a repercussão de “Westworld”, chamou atenção de uma agência de talentos que buscou o comprometimento dos dois astros para levar o projeto para o mercado. “Reminiscence” será apresentado para investidores durante o Festival de Berlim, que começa no próximo dia 7 de fevereiro, e a expectativa é que atraia ofertas de grandes estúdios – e provavelmente da Netflix. A produção representará um reencontro entre Jackman e Ferguson, que trabalharam juntos em “O Rei do Show”, em 2017. A trama se passa no futuro, numa Miami parcialmente submersa pelos efeitos do aquecimento global. Jackman vive um detetive especializado em “recapturar” as memórias de seus clientes, que se sentirá incomodado ao aceitar o contrato da personagem de Ferguson, envolvendo-se mais do que deveria. Não há mais detalhes sobre a história, que o site Deadline descreve como complexa e cheia de camadas. Além de escrever e dirigir, Lisa Joy também vai assinar a produção, ao lado do marido Jonathan Nolan (co-criador de “Westworld”), Michael De Luca (produtor de “Cinquenta Tons de Cinza”) e Aaron Ryder (produtor de “A Chegada”). O longa deve ser filmado durante o período de outono nos Estados Unidos, entre setembro e novembro, e não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Hugh Jackman vai fazer sua primeira turnê musical internacional

    29 de novembro de 2018 /

    O ator Hugh Jackman anunciou nesta quinta-feira (29) sua primeira turnê musical internacional. Ele vai fazer shows em diversos países cantando hits dos musicais de sua carreira, como “O Rei do Show” e “Os Miseráveis”. Além desses trabalhos no cinema, Jackman também venceu um Tony por sua performance em “The Boy from Oz”, apresentado em 2003 na Broadway. Intitulada “The Man. The Music. The Show.”, a turnê vai começar com uma apresentação em Hamburgo, na Alemanha, em 13 de maio, e terá uma orquestra providenciando a música do espetáculo. Depois de seguir pela Europa, a maratona será estendida para diversas cidades dos Estados Unidos. Por enquanto, não há shows confirmados para a América Latina. Jackman já fez apresentações musicais antes. Entre 3 e 15 de maio de 2011, cantou no Curran Theatre, em San Francisco, várias canções da Broadway e de musicais hollywoodianos, acompanhado de uma orquestra de 17 músicos. Esta, porém, será a primeira vez que levará os shows para a estrada, apresentando-se em turnê por vários países com o mesmo repertório.

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  • Filme

    Criador de Deadpool faz campanha para que Hugh Jackman estrele um filme de Wolverine e Deadpool

    22 de novembro de 2018 /

    O criador de Deadpool, o artista Rob Liefeld, juntou-se a Ryan Reynolds na campanha para que Hugh Jackman reconsidere sua aposentadoria de Wolverine para fazer um filme ao lado de Deadpool. A motivação foi uma entrevista recente de Jackman, que nesta semana reforçou que realmente se despediu do papel em “Logan” e ainda disse que duvidava haver interesse do público por esse crossover. Rob Liefeld escreveu uma carta aberta para o ator no Instagram, pedindo que ele reconsiderasse sua decisão, porque, sim, os fãs querem ver muito este crossover. “Querido Hugh Jackman, apenas aparecendo aqui para te assegurar, após seus comentários recentes, que, sim, os fãs desejam absolutamente com o mais profundo nível possível de afeto e emoção, ver você voltar como Wolverine ao lado de Ryan como Deadpool. Estando no ramo dos quadrinhos por 33 anos e falando como alguém que criou alguns encontros memoráveis entre Logan e Wade, posso garantir e confirmar um público e uma reação como nada que você já experimentou!! Wolverine é meu personagem favorito na história dos quadrinhos, ele inspirou todos os aspectos da criação de Deadpool!! Por favor, dê alguma consideração para voltar a usar suas garras em mais uma aventura gloriosa!” Vale lembrar que quando anunciou sua aposentadoria do papel, Jackman brincou que só uma coisa o faria voltar a viver Wolverine: um filme que juntasse os X-Men e os Vingadores. Na época, ele não acreditava que isso seria possível, porque os X-Men habitavam um universo paralelo da Marvel, lançado pela Fox. Agora que a Disney comprou a Fox, não vai demorar para os X-Men se juntarem aos Vingadores. Será que Jackman vai cumprir a promessa? Visualizar esta foto no Instagram. Dear @thehughjackman just checking in to reassure you per your recent comments that, yes, fans absolutely desire on the deepest possible level of affection and excitement that we can collectively muster to see you return as Wolverine alongside Ryan as Deadpool. Being in the comic business for 33 years and speaking as someone who has crafted a few memorable encounters between Logan and Wade, I can guarantee and confirm an audience and a reaction like nothing you have ever before experienced!! Wolverine is my favorite character in the history of comics, he inspired every aspect of Deadpool’s creation!! Please give some consideration to unsheathing your claws for one more glorious adventure! #wolverine #deadpool #marvel p.s. please feel free to adapt directly from Wolverine #154-155 and feature The Administrator, The Watchtower! Unapologetically and unashamedly, your pal, Rob! #BiggerthanInfinityWar #robliefeld Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em 21 de Nov, 2018 às 8:18 PST

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  • Filme

    Missing Link: Nova animação de monstros do diretor de ParaNorman ganha primeiro trailer

    8 de novembro de 2018 /

    A produtora Laika divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer de “Missing Link”, sua nova animação de stop-motion com temática de terror. “Missing Link” mostra a descoberta do Elo Perdido, popularmente conhecido como o monstro Pé Grande, por um explorador britânico que se surpreende pelos modos civilizados da criatura, que sabe falar e até escrever. Cansado de fugir da humanidade, o monstro pede ajuda ao famoso aventureiro para acompanhá-lo numa jornada ao outro lado do mundo, querendo encontrar o resto de sua família perdida, os abomináveis homens da neve, que vivem no vale lendário de Shangri-La. O elenco de dubladores originais destaca o comediante Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Pé-Grande e Hugh Jackman (“Logan”) como o explorador Sir Lionel Frost, além de Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), Matt Lucas (“Doctor Who”) e Stephen Fry (franquia “O Hobbit”). Roteiro e direção são de Chris Butler, que dirigiu “ParaNorman” (2012) e também trabalhou nas outras animações do estúdio, fazendo a animação de “Coraline e o Mundo Secreto” (2009) e o roteiro de “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016). Em comunicado, Butler descreveu o filme como “uma aventura épica com um espírito gentil e doce”, e diz que “Missing Link” é uma homenagem a um dos seus filmes favoritos, “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981). Ainda sem previsão de lançamento no Brasil, “Missing Link” chega aos cinemas americanos em 12 de abril.

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  • Etc

    Ryan Reynolds e Hugh Jackman trocam provocações em vídeos nas redes sociais

    2 de novembro de 2018 /

    A zoeira não para entre Ryan Reynolds e Hugh Jackman, que se provocam sem cansar desde que trabalharam juntos em “X-Men Origens: Wolverine” (2009). Por conta disso, Reynolds não desiste de cobrar que Jackman volte a viver Wolverine num filme de “Deadpool”. E esta sexta (2/11) a campanha atingiu novo nível. Tudo começou com um vídeo nas redes sociais de Reynolds, em que o ator explica porque Jackman não deveria ser indicado a prêmios por sua interpretação em “The Front Runner”, em que vive Gary Hart, candidato à presidência dos Estados Unidos em 1988. Entre os motivos apontados, estão o fato dele mentir seu nome, já que se chama Hugh Michael Jackman, mas principalmente por se recusar a voltar a viver Wolverine. Ao final, ele faz propaganda do filme. Em resposta, Jackman postou outro vídeo. Menos elaborado, registra apenas o ator recolhendo o cocô feito por seu cachorro em cima de uma foto de Reynolds/Deadpool. Na legenda, ele ironizou: “high road”, que significa “atitude superior” na gíria americana. Confira abaixo. Visualizar esta foto no Instagram. How well do we really know this man? @thehughjackman Uma publicação compartilhada por Ryan Reynolds (@vancityreynolds) em 2 de Nov, 2018 às 9:11 PDT Visualizar esta foto no Instagram. HIGH ROAD. @vancityreynolds Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman) em 2 de Nov, 2018 às 12:09 PDT

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  • Filme

    Pretensões políticas de Hugh Jackman são arruinadas por escândalo em trailer dramático

    31 de agosto de 2018 /

    A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “The Front Runner”, drama político em que Hugh Jackman (“Logan”) encarna um personagem da vida real. A trama acompanha o senador Gary Hart (Jackman), candidato democrata favorito à presidência dos EUA em 1988, cuja campanha promissora foi interrompida pela divulgação de um escândalo sexual, que se tornou uma das maiores histórias dos tabloides da época. Considerado mulherengo, ele foi seguido por paparazzi em suas viagens, que flagram uma pernoite de Donna Rice, futura CEO da ONG Enough Is Enough, apesar dele ser casado. Sara Paxton (série “Murder in the First”) interpreta Donna Rice no longa, que ainda tem em seu elenco Vera Farmiga (série “Bates Motel”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Kaitlyn Dever (“Last Man Standing”), Molly Ephraim (também de “Last Man Standing”), Ari Graynor (“I’m Dying Up Here”), Mike Judge (o criador da série “Silicon Valley”), Kevin Pollak (“Cães de Guerra”) e Alex Karpovsky (“Girls”). A direção é de Jason Reitman (“Tully”) e a estreia está marcada para 21 de novembro nos Estados Unidos. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Música

    Trilha sonora de O Rei do Show atinge 1º lugar nas paradas de sucessos dos Estados Unidos

    8 de janeiro de 2018 /

    A trilha do filme “O Rei do Show” (The Greatest Showman) chegou nesta semana ao 1º lugar das paradas de álbuns da Billboard e do iTunes. Trata-se do primeiro disco de trilha sonora a atingir a posição desde “Cinquenta Tons Mais Escuros” em março do ano passado. Mas com uma diferença: as músicas de “O Rei do Show” não são cantadas por astros da música pop, mas pelo elenco do filme. A façanha aconteceu ao mesmo tempo em que a música “This Is Me”, da trilha do filme, venceu o Globo de Ouro 2018 de Melhor Canção. Na última semana, foram comercializadas mais de 100 mil cópias do disco (78 mil físicas). Mas levaram quatro semanas para essa vendagem engrenar. O disco estreou em 71º lugar e foi dando saltos, semana após semana. O trabalho cinematográfico anterior dos compositores Benj Pasek e Justin Paul, a trilha de “La La Land”, também fez muito sucesso, mas não passou do 2º lugar na Top 200 da Billboard. Mas o mais curioso é que este não é o primeiro disco campeão de vendas da carreira musical de Hugh Jackman e Zac Efron, astros de “O Rei do Show”. Os dois atores-cantores já tinham emplacado três álbuns de trilhas sonoras no topo das paradas: respectivamente, do filme “Os Miseráveis” (2013) e dos telefilmes “High School Musical” (2006) e “High School Musical 2” (2007).

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  • Filme

    O Rei do Show é um musical bonito, cafona, mas pouco espetacular

    26 de dezembro de 2017 /

    A cota de filmes musicais poderia ser maior, levando em consideração o sucesso de “La La Land”. Mas só “O Rei do Show” conseguiu uma vaga fácil no Globo de Ouro 2018 devido a este aspecto. “O Rei do Show” até tem dois compositores do filme de Damien Chazelle. Mas acontece que Benj Pasek e Justin Paul não fizeram as belas canções do longa premiado com seis Oscars, apenas as letras. E isso faz alguma diferença, pois as canções do musical deste ano, por mais que sejam grudentas, não são tão especiais. Ainda assim, não dá para negar a beleza da produção do filme do estreante Michael Gracey, vindo da publicidade para o cinema. Também não incomoda tanto a história simplória. Em geral, as histórias de musicais são simples mesmo. O que importa é o modo como essa trama é contada a partir de um bom conjunto de canções que deveriam emocionar. E é aí que começam os problemas. “O Rei do Show” busca uma sonoridade mais contemporânea que “La La Land”, mas acaba por se inspirar no que de pior há na música pop atual. Ou seja, aquele tipo de música que costuma ser cantada em programas de calouros, que valorizam mais a extensão vocal do que qualquer outra coisa. Assim, a cafonice dá o tom e a melodia do filme, que conta uma história até bastante curiosa: a trajetória de P.T. Barnum, vivido por Hugh Jackman. Vindo de família muito pobre, mas apaixonado por uma menina rica de sua cidade, ele cresce, consegue se estabelecer financeiramente e leva a garota (Michelle Williams) consigo, para desgosto do pai dela. A ideia de construir um circo com pessoas singulares, que eram vistas como aberrações por boa parte da população, surgiu quando ele viu um anão atravessando a rua. E é curioso como esse tema se tornou tabu com a passagem do tempo, já que vender pessoas pelos seus “defeitos” ou singularidades tornou-se politicamente incorreto – o que já foi colocado em filmes que denunciam a exploração perversa de tipos físicos, como o clássico “Homem-Elefante” (1980) e o mais recente “Vênus Negra” (2010). Até a exibição de truques de animais sob chicote, como era tradição nos circos, é praticamente escondida na nova produção. São assuntos delicados. Mas o filme busca encontrar uma forma de abordá-los. A principal justificativa é mostrar essas pessoas como se fossem especiais, no melhor sentido da palavra, além de dignas de aplausos, mesmo não sendo muito bem-vistas pelo crítico de teatro que teima em alfinetar o espetáculo de Barnum. Há ainda algumas subtramas capazes de envolver, como a da paixão do ator de teatro vivido por Zac Efron (que deveria se concentrar apenas em comédias mesmo) pela trapezista (Zendaya). Mas a mais importante é a que envolve a mulher considerada melhor cantora da Europa, Jenny Lynd, vivida por uma deslumbrante Rebecca Ferguson. E ela é desperdiçada. Ferguson, aliás, está tão atraente e cheia de brilho que nem precisa se esforçar muito para parecer mais interessante do que a esposa de Barnum – o que aconteceu com Michelle Williams, que vive estampando agora um sorriso sem graça? Ela sempre foi assim ou foi piorando? Acontece que o filme não explora o perigo do adultério de Barnum. Há um pouco (muito pouco) de tensão no ar, mas o roteiro de Jenny Bicks (“Rio 2”) e Bill Condon (“A Bela e a Fera”) prefere brincar com clichês manjados. As canções, em vez de ajudar, entrecortando as cenas dramáticas, acabam por estragar o clima ainda mais. E é nesta toada que “O Rei do Show” busca se firmar como o musical do ano, num ano em que sua única concorrência foi “A Bela e a Fera”, esquecido até pelo Globo de Ouro.

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    Diretor de Logan participou em sigilo de refilmagens de O Rei do Show

    21 de dezembro de 2017 /

    A revista Variety revelou que o diretor James Mangold foi convocado a ajudar seu velho amigo Hugh Jackman nos bastidores de “O Rei do Show”, novo longa estrelado pelo astro de “Logan”. Ele teria sido chamado em sigilo para supervisionar a produção e refilmar algumas cenas cruciais, após a 20th Century Fox se mostrar preocupada com o fato de o diretor Michael Gracey se mostrar intimidado pelo tamanho do filme. Gracey, que está fazendo sua estréia no cinema, tem um extenso currículo de trabalhos publicitários, mas, segundo a Variety, teve dificuldades para se ajustar à pressão de comandar um filme orçado em US$ 84 milhões. Prevendo problemas, a Fox estabeleceu contratualmente que ele poderia ser acompanhado por um cineasta veterano no processo de pós-produção. Além de realizar refilmagens, Mangold também ajudou a editar o longa. Mas, curiosamente, seu nome aparecerá no filme entre os produtores executivos. Além de créditos de produção, ele recebeu um salário de sete dígitos por suas contribuições. Uma fonte ouvida pela revista, porém, contesta a versão de que Gracey teria perdido o controle da produção. Esta fonte afirma que o diretor original completou toda a filmagem principal dentro do cronograma, e depois ainda acompanhou o trabalho de Mangold. Desta forma, a contribuição do “substituto”, embora extensa, foi bastante colaborativa, quase como uma consultoria. Vale lembrar que o filme só existe por causa de Gracey, que lutou por mais de cinco anos para que “O Rei do Show” recebesse sinal verde da Fox. Ele conheceu Jackman no set de um comercial de chá em 2010, e desde então mantinha o objetivo de fazer o musical com o ator. A escolha por Mangold para completar o trabalho se deu por o cineasta ter dirigido “Johnny & June” (2005), que tinha elementos musicais, e por sua longa associação com Jackman. Os dois trabalharam juntos em três filmes: “Logan” (2017), “Wolverine – Imortal” (2013) e “Kate & Leopold” (2001). Segundo a Variety, a aprovação do filme, em testes de audiência, teria melhorado após a incorporação das cenas refilmadas. “O Rei do Show” acabou conquistando nota A no CinemaScore, pesquisa que registra a opinião do público, mas dividiu a crítica, com apenas 50% de aprovação. Mesmo assim, recebeu três indicações ao Globo de Ouro 2018. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Hugh Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por apresentar freaks – anões, mulher barbada, etc – como se fosse um espetáculo. Ele também criou um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e bichos exóticos, que revolucionou os shows circenses – e o maltrato aos animais. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre, ao mesmo tempo revisionista e anacrônico, e com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”. O elenco ainda inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). O filme entrou em cartaz nesta quinta-feira (21/12) no Brasil.

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  • Filme

    Estreias europeias são destaques da semana, de animação para crianças ao vencedor do Festival de Berlim

    21 de dezembro de 2017 /

    A maior aposta dos cinemas no feriadão de Natal é uma animação espanhola, visando o público infantil, que superou a concorrência do musical circense de Hugh Jackman (“Logan”) e da tentativa de George Clooney (“Ave César”) de se tornar um dos irmãos Coen (“Ave César”), para vir ocupar mais de 400 telas nesta quinta-feira (21/12). Apesar disso, os cinéfilos não ficarão sem presente de Papai Noel. A programação do circuito limitado traz um dos melhores filmes de 2017 – para incluir naquelas listas obrigatórias de fim de ano. Leia abaixo para saber mais detalhes e clique nos títulos para ver os trailers de cada estreia. “As Aventuras de Tadeo 2: O Segredo do Rei Midas” traz aos cinemas a continuação da simpática animação espanhola de 2012 sobre o herói Tadeo Jones, inspirado em Indiana Jones. Criado por Enrique Gato, Tadeo sonhava virar arqueólogo, mas acabou se tornando pedreiro, até embarcar numa viagem ao Peru, onde reencontrou sua vocação – em luta contra um grupo de mercenários, ao lado de uma exploradora e com a descoberta do tesouro de uma cidade perdida. A história continua com uma nova aventura mirabolante, envolvendo uma relíquia mística, sua parceira favorita, bichinhos de estimação e a múmia com quem ele fez amizade no primeiro filme. As duas outras produções com distribuição ampla não entusiasmam tanto a crítica, apesar de terem sido feitas com pretensões sérias para a temporada de premiações. “O Rei do Show”, que estreia simultaneamente na América do Norte, ficou com 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. Curiosamente, os maiores elogios e os comentários mais negativos tiveram o mesmo alvo: o clima de exaltação otimista, a energia positiva e a cafonice conservadora, sem matizes, do longa. Com roteiro escrito por Jenny Bicks (“Sex and the City”) e revisado por Bill Condon (“A Bela e a Fera”), o filme gira em torno da figura controvertida de P.T. Barnum (papel de Hugh Jackman), empresário que começou a trabalhar com shows de variedades em Nova York em 1834 e ficou conhecido por apresentar freaks – anões, mulher barbada, etc – como se fosse um espetáculo. Ele também criou um novo formato de circo itinerante, com um picadeiro e bichos exóticos, que revolucionou os shows circenses – e o maltrato aos animais. A isso ele dava o nome de “O Maior Espetáculo da Terra”. A história é transformada num musical alegre, ao mesmo tempo revisionista e anacrônico, e com composições inéditas de Justin Paul e Benj Pasek, vencedores do Oscar 2017 por “La La Land”, e direção de Michael Gracey, que faz sua estreia no cinema após se destacar na publicidade. O elenco ainda inclui Michelle Williams (“Manchete à Beira-Mar”), Zac Efron (“Baywatch”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Nação Fantasma”) e Keala Settle (“Ricki and the Flash: De Volta Para Casa”). “Suburbicon – Bem-Vindos ao Paraíso” fez mais barulho ao fracassar. Tentativa de criar um noir de humor negro, o filme foi incluído em vários festivais importantes e acabou ridicularizado pela crítica – 29% de aprovação no Rotten Tomatoes. E olha que George Clooney chegou a chamar os irmãos Coen para ajudar no roteiro. A trama se passa num bairro tranquilo de subúrbio, durante o verão de 1959, e envolve o assassinato misterioso da mulher de Matt Damon (“Perdido em Marte”), a máfia, a cunhada pronta para ajudar o viúvo e um agente de seguros cheio de suspeitas. E é para o meio disso que se muda a primeira família negra da vizinhança. Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”) estão no elenco. Em compensação, o circuito limitado tem um filme que atingiu 92% de aprovação. O grande destaque entre os lançamentos da semana é o romance húngaro “Corpo e Alma”, que venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim e está na disputa por uma indicação ao Oscar 2018, na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira. “Corpo e Alma” é o sétimo longa da diretora Ildiko Enyedi, a quinta mulher a ganhar o Urso de Ouro, e seu trabalho mais sensual desde que venceu a Câmera de Ouro do Festival de Cannes por “My Twientieth Century” em 1989. A trama é um romance inusual, com toques de surrealismo, muito erotismo e violência animal. Uma bela mulher com síndrome de Asperger descobre que tem os mesmos sonhos de seu chefe, um homem mais velho e solitário que sofre sintomas de AVC. Ambos se veem como cervos apaixonados em seus sonhos, interagindo numa floresta nevada, e isto faz com que se aproximem, mesmo não tendo nada em comum. A simbologia ainda inclui um detalhe: os dois trabalham num matadouro, e as imagens explicitam a brutalidade do ambiente. O circuito limitado também inclui duas produções francesas completamente diferentes entre si. Cinemão comercial, “Assim É a Vida” é a nova comédia dos diretores do blockbuster “Intocáveis” (2011), Olivier Nakache e Eric Toledano, passada nos bastidores de um casamento milionário onde tudo dá errado. Apesar de convencional, supera os similares americanos. Já “Jovem Mulher” representa a nova geração do cinema de arte francês. Rendeu a Câmera de Ouro no Festival de Cannes para a diretora estreante Léonor Serraille, mas sua grande revelação é a atriz Laetitia Dosch, que vive uma “Frances Ha” francesa e energética. Sua personagem não é tão jovem quanto acredita ser, nem tem dinheiro, planos ou mesmo um teto, mas está decidida a não se deixar abalar e recomeçar do zero após sair de um relacionamento. Sem se preocupar em resolver totalmente a trama, o filme é um estudo de personagem apaixonante. Por fim, “Todas as Meninas Reunidas Vamos Lá” apresenta um projeto de resistência roqueira e feminista nacional: o Girls Rock Camp Brasil, um acampamento só para meninas em Sorocaba, interior de São Paulo, em que elas aprendem a tocar instrumentos, formam bandas, desenvolvem a criatividade, exploram a autoestima e experimentam o empoderamento. Bacana. Mas pena que pareça mais um infomercial do curso do que um documentário de verdade.

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