“Gigantes de Aço” vai virar série da Disney+
A sci-fi “Gigantes de Aço”, estrelada por Hugh Jackman em 2011, vai virar série. A notícia foi dada em primeira mão pelo site Collider e confirmada no Twitter pelo diretor do filme, Shawn Levy (“Free Guy”), que trabalhará na adaptação. Em uma mensagem dirigida ao público do filme, Levy celebrou a produção afirmando que ela só se materializou porque os fãs “nunca esqueceram esse filme e nunca me deixam esquecer seu amor”. Desenvolvida para a plataforma Disney+, a adaptação ainda está em estágios iniciais e nem sequer definiu seu roteirista principal. Mas a premissa – com muitos pontos em comum com o primeiro volume dos mangás de “Alita: Anjo de Combate” – deve ser mantida, acompanhando um garoto, seu pai falido e um robô descoberto no lixo em lutas do campeonato de boxe robotizado do futuro. Lembre o trailer da produção abaixo. This is happening because of all you amazing people who never forgot this movie, and never let me forget the love . #yoursecretssafewithme https://t.co/NV5tko0dM5 — Shawn Levy (@ShawnLevyDirect) January 13, 2022
Teatros da Broadway viram focos de covid-19
Os teatros da Broadway viraram focos de covid-19 em Nova York. Dezenas de atores testaram positivos para a infecção, levando à suspensão das exibições de várias peças, antes que o governo estadual se prontificasse a agir. Oficialmente, os teatros não foram obrigados a fechar. Mas há poucos funcionando, devido à abrangência da contaminação. O ator Hugh Jackman foi a vítima mais recente. Por conta de seu teste positivo nesta terça (28/12), a apresentação da peça que ele estrela, “Music Man”, juntou-se à lista de atrações suspensas. Jackman disse em sua conta no Twitter que tinha apenas sintomas leves, incluindo a garganta irritada e o nariz escorrendo, e que em breve estaria liberado para estar novamente no palco. Um dia antes, ele tinha comentado para a plateia do espetáculo, sobre outro caso no elenco: “Em toda a Broadway, esta é uma época que nunca conhecemos”. O ator testou positivo após sua co-estrela Sutton Foster adoecer com o coronavírus na semana passada, e ser substituída por uma suplente. Dezenas de outros espetáculos, entre eles “Hamilton”, “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”, “O Rei Leão” e “Aladdin”, também foram forçados a cancelar apresentações nas últimas duas semanas, enquanto a variante ômicron se alastra pelo país, forçando a suspensão de apresentações não apenas em Nova York, mas nas maiores cidades dos EUA. Em Los Angeles, por exemplo, a covid-19 afetou com força o elenco da montagem californiana de “Hamilton”. Além disso, o show de Natal dos Rockettes no Radio City Music Hall foi suspenso completamente, enquanto musicais como “Jagged Little Pill” e “Ain’t Too Proud” fecharam semanas antes do previsto por conta do avanço de casos. Para completar, os ingressos para os espetáculos estão enfrentando um período de baixa vendagem, numa época que normalmente é mais movimentada, devido ao fluxo de turistas nas férias de final de ano. As bilheterias refletem o receio de infecção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hugh Jackman (@thehughjackman)
Anthony Hopkins vai retomar parceria com diretor de “Meu Pai”
Anthony Hopkins vai retomar sua parceria com o diretor francês Florian Zeller após vencer o Oscar por “Meu Pai” (em inglês, “The Father”). Ele se juntará à Hugh Jackman (“Logan”), Laura Dern (“Jurassic Park”) e Vanessa Kirby (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) num filme de nome similar: “The Son”, que assim como o anterior será baseado numa peça de Zeller, escrita pelo próprio cineasta em parceria com Christopher Hampton (“Ligações Perigosas”). Após lidar com a demência na Terceira Idade, “The Son” explorará a depressão na adolescência. A trama gira em torno de Peter (Jackman), quando sua vida agitada com a nova parceira Emma (Kirby) e seu bebê é abalada pela chegada da ex-esposa (Dern) com seu filho adolescente, Nicholas (o novato Zen McGrath). O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. “The Father” forma com “The Son” uma trilogia escrita por Zeller para o teatro. O terceiro título se chama “The Mother”, que ainda não tem adaptação cinematográfica prevista. Em comunicado, Zeller, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Meu Pai”, revelou ter criado um personagem especialmente para Hopkins, que não existia na versão para o palco, apenas para contar com o ator em seu novo trabalho. “Depois de nossa jornada em ‘Meu Pai’, eu não poderia fazer outro filme sem Anthony”, disse o diretor em um comunicado. “Ele foi o primeiro a ler o roteiro de ‘The Son’, já que um dos personagens foi escrito especialmente para ele. Tê-lo ao nosso lado para contar esta nova história é uma honra, uma grande alegria e também muito emocionante. ” “The Son” ainda não tem previsão de estreia.
Hugh Jackman enlouquece fãs com imagens de Wolverine e do chefão da Marvel
Hugh Jackman está dando o que falar nas redes sociais, graças à duas postagens feitas em seu Stories no Instagram. Na verdade, ele fez três publicações que, de certo modo, são relacionadas, mas a primeira foi uma homenagem a Richard Donner, cineasta falecido nesta segunda (5/7), que produziu o filme dos “X-Men” e também o primeiro derivado de Wolverine. Em seguida, ele postou um desenho do Wolverine sem texto. Só que a imagem seguinte mudou completamente o contexto. Jackman publicou sem legendas uma foto em que aparece ao lado de Kevin Feige, chefão do Marvel Studios. Pode ser só uma forma de lembrar que Feige também trabalhou no primeiro longa dos “X-Men”, como produtor associado. Mas também pode ser a prévia da notícia que os fãs querem ver confirmada imediatamente: a volta de Jackman como Wolverine num filme da Marvel – provavelmente em “Deadpool 3”. Vale lembrar que, ao declarar que tinha se aposentado do papel do herói com “Logan” (2017), o ator brincou que só voltaria a viver Wolverine numa condição: se fosse num filme dos Vingadores. Na época, ninguém nem sonhava com os planos da Disney para comprar a 20th Century Fox, o que acabou acontecendo dois anos depois. Com isso, Wolverine já pode estrelar um filme dos Vingadores! Além de “Deadpool 3” – onde a participação é um desejo pessoal de Ryan Reynolds – , também há um boato antigo sobre um filme que juntaria Wolverine e Hulk. Após o alarme falso de “WandaVision”, Kevin Feige não revelou até o momento como vai introduzir mutantes conhecidos, como Wolverine e os X-Men, nas produções do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel).
Hugh Jackman vai estrelar novo drama do diretor de Meu Pai
O novo filme do diretor francês Florian Zeller, que concorre ao Oscar 2021 por sua estreia no cinema, “Meu Pai”, começou a definir seu elenco. Depois de dirigir Anthony Hopkins como o pai do longa que concorre a seis troféus da Academia, ele vai filmar Hugh Jackman (“Logan”) num drama chamado “The Son” (o filho). Assim como “Meu Pai” (em inglês, “The Father”), “The Son” é adaptação de uma peça de Zeller, escrita pelo próprio cineasta em parceria com Christopher Hampton (“Ligações Perigosas”). Curiosamente, apesar do título, “The Son” também é sobre um pai em meio a uma crise familiar: o personagem de Jackman. A trama gira em torno de Peter (Jackman) quando sua vida agitada com a nova parceira Emma e seu bebê é abalada pela chegada da ex-esposa com seu filho adolescente, Nicholas. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto Peter se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição de Nicholas coloca a família em um rumo perigoso. Além de Jackman, a produção escalou Laura Dern (“História de um Casamento”) como a ex-esposa. Em comunicado, Zeller definiu “The Son” como “uma história profundamente humana que, acredito, conecta todos nós”. “Espero que o público fique profundamente comovido com a jornada desta família. Hugh e Laura transmitem naturalmente grande calor, compaixão e vulnerabilidade… convidando nosso público a abraçar e sentir cada momento. A história se passa em uma Nova York vibrante e muito viva, que é um personagem importante, e deve nos fazer ligar para a família e amigos para dizer-lhes que eles são amados e não estão sozinhos”, disse o diretor.
Criadores de Game of Thrones desenvolvem nova série com Hugh Jackman
Os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e DB Weiss, se juntaram ao astro Hugh Jackman (“Logan”) para desenvolver um novo projeto para a Netflix. Os três vão produzir uma adaptação do livro “The Overstory”, de Richard Powers. Vencedora do Prêmio Pulitzer, “The Overstory” é o 12º romance de Powers e conta a história de um mundo ao lado do nosso, que é vasto, interconectado, cheio de recursos, magnificamente inventivo e quase invisível para nós. Um punhado de pessoas díspares aprende como ver esse mundo e é atraído para uma catástrofe que se desenrola nele. A adaptação está a cargo de Richard Robbins (“12 Macacos”), que escreveu o roteiro do piloto. “The Overstory” é o terceiro anúncio da série de Benioff e Weiss desde que assinaram seu contrato com a Netflix em 2019. Eles também são escritores e produtores executivos da adaptação da trilogia de livros de ficção científica “O Problema dos Três Corpos”, de Cixin Liu, e da comédia dramática “The Chair”, estrelada por Sandra Oh (“Killing Eve”) e coproduzida pela atriz Amanda Peet (“Dirty John”), esposa de Benioff.
Premiação preliminar do Emmy destaca Eddie Murphy, Rick and Morty e Má Educação
A premiação do Emmy realiza sua cerimônia oficinal neste domingo (20/9), mas vários artistas e produções já foram premiadas preliminarmente ao longo da semana, no que é chamado de Creative Arts do Emmy. São as categorias técnicas e de gêneros menos badalados, como animação, reality show, documentário e variedades. Nos últimos anos, a lista também passou a incluir o Melhor Telefilme. Como são praticamente uma centena de prêmios, os vencedores foram anunciados em cinco cerimônias consecutivas, realizadas de segunda (14/9) a sábado (19/9) passados. E entre as conquistas antecipadas, destaca-se o primeiro Emmy da carreira de Eddie Murphy, que venceu como Melhor Ator Convidado em Comédia, como apresentador do humorístico “Saturday Night Live”. O equivalente feminino deste prêmio ficou com Maya Rudolph, também por participação no “Saturday Night Live”, em que interpretou a senadora Kamala Harris, candidata a vice-presidente dos EUA. Assim como Murphy, ela nunca tinha vencido o Emmy. O detalhe é que a comediante foi duplamente premiada, pois também venceu um troféu pelo trabalho de dublagem na animação “Big Mouth”. As categorias de Convidados em Drama tiveram vitórias de Ron Cephas Jones por “This is Us” e de Cherry Jones por “Succession”. Apesar de compartilharem o mesmo sobrenome, os dois não são parentes, mas a filha do primeiro, Jasmine Cephas Jones, também foi premiada no evento, como Melhor Atriz em Série Curta por “#FreeRayshawn” – da plataforma Quibi. A vitória de Jasmine Cephas Jones marcou, ainda, um recorde para o Emmy, ao premiar um desempenho que durou exatamente 15 segundos na tela, tempo em que a atriz disse apenas três palavras. Entre os artistas, outro destaque ficou com RuPaul Charles, do reality “RuPaul’s Drag Race”, que quebrou um recorde ao faturar o quinto Emmy seguido como Melhor Apresentador de Reality Show. O vencedor da categoria de Melhor Telefilme foi a produção da HBO “Má Educação”, estrelada por Hugh Jackman e Allison Janney. Já nas categorias animadas, “Ricky and Morty” faturou seu segundo Emmy como Melhor Série do gênero e a Pixar, produtora campeã do Oscar, conquistou o primeiro Emmy de sua existência, com o desenho do Garfinho de “Toy Story”, “Forky Asks a Question”, premiado como Melhor Curta Animado pelo episódio “What is Love?”. Para completar, as categorias técnicas foram dominadas pelas séries “The Mandalorian”, que levou o merecido Emmy de Melhores Efeitos Visuais, e “Watchmen”, ambos com sete vitórias cada. A lista completa dos premiados pode ser conferida abaixo. Mas é só o aperitivo da premiação principal, que acontece a partir das 21h deste domingo, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT. Melhor Série de Animação Rick and Morty por “The Vat of Acid Episode” Melhor Ator Convidado em Série de Comédia Eddie Murphy por “Host: Eddie Murphy” – Saturday Night Live Melhor Atriz Convidada em Série de Comédia Maya Rudolph por “Host: Eddie Murphy” — Saturday Night Live Melhor Ator Convidado em Série de Drama Ron Cephas Jones por “After the Fire” — This Is Us Melhor Atriz Convidada em Série de Drama Cherry Jones por “Tern Haven” — Succession Melhor Telefilme Má Educação Melhor Série Documental The Last Dance Melhor Elenco em Série Limitada, Telefilme ou Especial Victoria Thomas, Meagan Lewis — Watchmen Mérito Excepcional em Documentário The Cave Melhor Apresentador de Reality Show ou Programa de Competição RuPaul Charles — RuPaul’s Drag Race Melhor Edição de Som em Série Limitada, Telefilme ou Especial Brad North, Harry Cohen, Jordan Wilby, Tiffany S. Griffith, Antony Zeller, A.J. Shapiro, Sally Boldt, Zane Bruce, Lindsay Pepper por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Maquiagem Contemporânea (Não-Prostética) Doniella Davy, Kirsten Sage Coleman, Tara Lang Shah por “And Salt The Earth Behind You” — Euphoria Melhor Figurino Contemporâneo Debra Hanson, Darci Cheyne por “Happy Ending” — Schitt’s Creek Melhor Cabelo de Época Michelle Ceglia, Barry Lee Moe, George Guzman, Michele Arvizo, Maria Elena Pantoja por “A Hollywood Ending” — Hollywood Melhor Especial de Variedade (Pré-Gravado) Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Composição Musical Para Série (Trilha Sonora Dramática Original) Ludwig Göransson por “Chapter 8: Redemption” — The Mandalorian Melhor Coreografia para Programação Roteirizada Mandy Moore, Coreógrafa, por Zoey’s Extraordinary Playlist Melhor Coreografia em Série de Variedade ou Reality Show Al Blackstone — So You Think You Can Dance Melhor Design de Abertura Mason Nicoll, Peter Pak, Giovana Pham, Cisco Torres — Godfather of Harlem Melhor Reality Show Não-Estruturado Cheer Melhor Série Infantil The Dark Crystal: Age of Resistance [empate] We Are The Dream: The Kids Of The Oakland MLK Oratorical Fest [empate] Melhor Comercial Back-to-School Essentials – Sandy Hook Promise Melhor Fotografia em Série de Única Câmera (Uma Hora) M. David Mullen por “Its Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Direção em Especial de Variedade Stan Lathan — Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Edição em Série de Comédia de Única Câmera Nena Erb, Lynarion Hubbard por “Lowkey Trying” — Insecure Melhor Roteiro em Especial de Variedade Dave Chappelle — Dave Chappelle: Sticks & Stones Melhor Direção e Design de Iluminação em Série de Variedade Trevor Brown por “Host: John Mulaney” — Saturday Night Live Melhor Design de Produção em Série com Narrativa de Época ou de Fantasia (Uma Hora ou Mais) Martin Childs, Mark Raggett, Alison Harvey por “Aberfan” — The Crown Melhor Mixagem de Som em Série de Drama ou Comédia (Uma Hora) Ron Bochar, Matthew Price, George A. Lara, David Boulton por “A Jewish Girl Walks Into the Apollo…” — The Marvelours Mrs. Maisel Melhor Coordenação de Dublês em Série de Drama, Série Limitada ou Telefilme Ryan Watson — The Mandalorian Melhor Extensão Interativa De Uma Série Linear Mr. Robot — Season _4.0 ARG Melhor Elenco em Série de Comédia Lisa Parasyn, Jon Comerford — Schitt’s Creek Melhor Elenco em Série de Drama Amy Kaufman — Succession Melhor Série de Curta-Metragem Drama ou Comédia Better Call Saul Emplyee Training: Legal Ethics with Kim Wexler Melhor Série Animada de Curta-Metragem Forky Asks a Question: What Is Love? Melhor Programa Interativo Derivado Big Mouth Guide to Life Melhor Programa Interativo Original The Messy Truth VR Experience Inovação em Programação Interativa Ricardo Laganaro, Diretor, Ricardo Justus e Edouard de Montmort, Produtores – A Linha Sam Wasserman e Joseph Gordon-Levitt, Produtores, por Hitrecord: Create Together Melhor Design de Movimento Leanne Dare, Diretor de Criação, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes e David Navas, Animadores, por Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates Melhor Supervisão Musical Robin Urdang, Amy Sherman-Palladino, Daniel Palladino por “It’s Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Composição Musical em Série Limitada, Telefilme ou Especial (Trilha Dramática Original) Trent Reznor, Atticus Ross por “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” — Watchmen Melhor Letra e Música Labirinth – “All For Us” por “And Salt the Earth Behind You” — Euphoria Melhor Música Original em Abertura Nathan Barr — Hollywood Melhor Coordenação de Dublês em Série de Comédia ou de Variedade Eddie Perez — Shameless Melhor Dublador Maya Rudolph por “How to Have an Orgasm” — Big Mouth Melhor Ator em Série de Drama ou Comédia de Curta-Metragem Laurence Fishburne — #FreeRayshawn Melhor Atriz em Série de Drama ou Comédia de Curta-Metragem Jasmine Cephas Jones — #FreeRayshawn Melhor Coreografia em Programa Roteirizado Mandy Moore por “Routines: All I Do is Win, I’ve Got the Music in Me, Crazy” — Zoey’s Extraordinary Playlist Melhor Realização Individual em Animação Jill Dykxhoorn — Archer Dan MacKenzie por “Vavilov” — Cosmos: Possible Worlds Genndy Tartakovsky por “Spear and Fang” — Primal Scott Wills por “Spear and Fang” — Primal Stephen DeStefano por “A Cold Death” — Primal Melhor Motion Design Leanne Dare, Eben McCue, Sebastian Hoppe-Fuentes, David Navas — Inside Bill’s Brain: Decoding Bill Gates Melhores Efeitos Visuais Richard Bluff, Jason Porter, Abbigail Keller, Hayden Jones, Hal Hickel, Roy Cancino, John Rosengrant, Enrico Damm, Landis Fields por “Chapter 2: The Child” — The Mandalorian Melhores Efeitos Visuais em Papel Coadjuvante Dominic Remane, Bill Halliday, Becca Donohue, Leann Harvey, Tom Morrison, Ovidiu Cinazan, Jim Maxwell, Ezra Waddell, Warren Lawtey por “The Best Laid Plans” — Vikings Melhor Fotografia em Série Limitada ou Telefilme Gregory Middleton por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Fotografia em Série Multicâmera Donald A. Morgan por “It Ain’t My Fault” — The Ranch Melhor Fotografia em Série de Única Câmera (Meia Hora) “Chapter 7: The Reckoning” — The Mandalorian Melhor Cabelo Contemporâneo em Série Araxi Lindsey, Robert C. Mathews III, Enoch Williams por “Hair Day” — Black-ish Melhor Maquiagem (Não Prostética) em Série de Época ou Personagem Patricia Regan, Claus Lulla, Joseph A. Campayno, Margot Boccia, Michael Laudati, Tomasina Smith, Roberto Baez, Alberto Machuca por “It’s Comedy or Cabbage” — The Marvelous Mrs. Maisel Melhor Maquiagem Prostética em Série, Série Limitada, Telefilme ou Especial James Robert Mackinnon, Vincent Van Dyke, Richard Redlefsen, Alexei Dmitriew, Neville Page, Michael Ornelaz por “Absolute Candor” — Star Trek: Picard Melhor Figurino em Série de Fantasia/Ficção Sharen Davis, Valerie Zielonka por “It’s Summer and We’re Running Out of Ice” — Watchmen Melhor Figurino em Série de Época Amy Roberts, Sidonie Roberts, Sarah Moore por “Cri de Coeur” — The Crown Melhor Edição em Série de Comédia Multicâmera Cheryl Campsmith por “Boundaries” — One Day at a Time Melhor Edição em Série de Drama Única Câmera Bill Henry, Venya Bruk por “This Is Not For Tears” — Succession Melhor Edição em Série Limitada ou Telefilme Única Câmera Hank Van Eeghen por “A God Walks Into Abar” — Watchmen Melhor Mixagem de Som em Série de Comédia ou Drama de Meia Hora ou Animação Shawn Holden, Bonnie Wild, Chris Fogel por “Chapter 2: The Child” — The Mandalorian Melhor Mixagem de Som em Série Limitada ou Telefilme Douglas Axtell, Joe DeAngelis, Chris Carpenter por “This Extraordinary Being” — Watchmen Melhor Edição de Som em Série de Comédia ou Drama de Uma Hora Craig Henighan, Williams Files, Ryan Cole, Kerry Dean Williams, Angelo Palazzo, Katie Halliday, David Klotz, Steve Baine por “Chapter Eight: The Battle of Starcourt” — Stranger Things Melhor Edição de Som em Série de Drama ou Comédia de Meia Hora ou Animação David Acord, Matthew Wood, Bonnie Wild, James Spencer, Richard Quinn, Richard Gould, Stephanie McNally, Ryan Rubin, Ronni Brown, Jana Vance por “Chapter 1: The Mandalorian” — The Mandalorian Melhor Design de Produção em Série com Narrativa de Meia Hora Andrew L. Jones, Jeff Wisniewski, Amanda Serino por “Chapter 1: The Mandalorian” — The Mandalorian Melhor Design de Produção em Série com Narrativa Contemporânea de Uma Hora ou Mais Elisabeth Williams, Martha Sparrow, Robert Hepburn por “Household” — The Handmaid’s Tale Melhor Direção Musical Rickey Minor — The Kennedy Center Honors Melhor Curta-Metragem de Série de Variedade Carpool Karaoke: The Series Melhor Figurino em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show Marina Toybina, Grainne O’Sullivan, Gabrielle Letamendi, Candice Rainwater por “The Season Kick-Off Mask-Off: Group A” — The Masked Singer Melhor Cabelo Contemporâneo em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show Curtis Foreman por “I’m That Bitch” — RuPaul’s Drag Race Melhor Maquiagem Contemporânea em Série de Variedade, Não-Ficção ou Reality Show David Petruschin por “I’m That Bitch” — RuPaul’s Drag Race Melhor Roteiro em Série de Variedade Dan Gurewitch, Jeff Maurer, Jill Twiss, Juli Weiner, John Oliver, Tim Carvell, Daniel O’Brien, Owen Parsons, Charlie Redd, Joanna Rothkopf, Ben Silva, Seena Vali — Last Week Tonight With John Oliver Melhor Direção em Série de Variedade Don Roy King por “Host: Eddie Murphy” — Saturday Night Live Melhor Design e Direção de Iluminação em Especial de Variedade Robert Barnhart, David Grill, Pete Radice, Patrick Brazil, Jason Rudolph — Super Bowl LIV Halftime Show Starring Jennifer Lopez and Shakira Melhor Edição em Programa de Variedade Ryan Barger pelo segmento “Eat Shit Bob!” — Last Week Tonight with John Oliver Melhor Mixagem de Som em Série de Variedade ou Especial Paul Sandweiss, Tommy Vicari, Biff Dawes, Pablo Munguia, Kristian pedregon, Patrick Baltzell, Michael Parker, Christian Schrader, John Perez, Marc Repp, Thomas Pesa — The Oscars Melhor Direção Técnica, Trabalho de Câmera e Controle de Vídeo em Especial Eric Becker, Kevin Faust, Ron Hirshman, Ed Horton, Helena Jackson, Jon Purdy, Jimmy Velarde, Allen Merriweather,...
Produtores de X-Men confirmam rumores de mau comportamento de Bryan Singer
Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre os 20 anos do filme “X-Men” trouxe à tona a roupa suja dos bastidores da saga, revelando uma rotina de tumultos envolvendo o diretor Bryan Singer, responsável por quatro dos sete filmes da franquia. De acordo com o artigo, o comportamento do cineasta já incomodava o elenco no primeiro longa, lançado em 2000, mas a situação piorou muito no segundo, de 2003, a ponto de todo os intérpretes se unirem contra ele. Singer tinha apenas 34 anos quando filmou “X-Men, e os relatos revelam abusos de drogas, brigas com roteiristas e até se envolvido em denúncias de assédio sexual. Um ator que esteve no filme processou a produção, alegando ter sido estuprado por pessoas ligadas ao cineasta. Surgiram até rumores de que Singer estava escalando atores em troca de sexo. Um caso emblemático foi do desconhecido Alex Burton, então com 18 anos e sem qualquer experiência notável, que acabou ganhando o papel de Pyro – apenas para ser substituído no segundo filme por Aaron Stanford. Um executivo da Fox que não quis ser identificado definiu assim a situação: “Seu comportamento era terrível. Nós acomodamos as coisas no primeiro filme, acomodamos no segundo… E seguidamente. E criamos um monstro” A produtora Lauren Shuler Donner deu aval à constatação. “O cinema é um negócio engraçado. Nós homenageamos a criatividade e o talento. Inconscientemente, acho que fechamos os olhos para todo o resto que acontece em volta”. Uma das situações que quase levou à demissão do diretor aconteceu durante uma briga com o produtor Tom DeSanto, que tentou impedir que uma cena de ação fosse filmada em “X-Men 2” sem o coordenador de dublês. Na ocasião, Singer estaria “incapacitado” de fazer seu trabalho direito por estar sob efeito de drogas. Quando a cena foi rodada, Hugh Jackman, um dos principais nomes da franquia, se machucou a ponto de sair coberto de sangue. Ainda assim, os executivos da Fox ficaram do lado de Singer, fazendo DeSanto deixar a produção. Em resposta, o elenco inteiro, com exceção de Ian McKellen e Rebecca Romijn, que não tinham gravações naquele dia, cercaram o cineasta em seu trailer, avisando que deixariam o filme caso DeSanto não retornasse. O diretor completou o filme, mas foi dispensado de “X-Men: O Confronto Final” (2006). Só que este filme foi um fracasso completo. A Fox tentou um reboot da franquia em “X-Men: Primeira Classe” (2011), também com desempenho abaixo do esperado. E assim Singer foi resgatado para filmar “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). O lançamento eletrizou os fãs, mas o diretor precisou ser afastado da divulgação devido a um processo por abuso de menor. O caso acabou abandonado por inconsistências da acusação – a vítima alegava que Singer teria viajado com ele ao Havaí em data em que estava filmando em Toronto. Com a acusação desacreditada, Singer pôde comandar “X-Men: Apocalipse” (2016). Mas os problemas continuaram, com Olivia Munn, que viveu Psylocke, reclamando publicamente de várias ausências do diretor durante as filmagens. A Fox continuou do lado do diretor, que enfrentou nova acusação de abuso sexual enquanto filmava “Bohemian Rhapsody”. Até perder a paciência quando Singer desapareceu do set durante dias, deixando atores – e os integrantes da banda Queen – sem saber o que fazer. Ele acabou demitido e substituído por Dexter Fletcher (“Rocketman”), que terminou as filmagens. Ninguém mais falou seu nome, especialmente durante os (muitos) agradecimentos da temporada de premiação. Pressionado a se manifestar, Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator pelo filme, afirmou apenas que sua relação com Singer foi bastante “desagradável”. Para completar, a reportagem questionou como alguém tão complicado fez tantos filmes de grande orçamento e contou com apoio irrestrito do estúdio por tanto tempo. “Vocês precisam entender. O cara era brilhante”, explicou Donner. “É por isso que o toleramos por tanto tempo. Se ele não fosse tão f*****, seria visto como um grande diretor”. O também produtor Ralph Winter, que interviu nas filmagens de “X-Men 2”, defende a franquia e separa os filmes de seu diretor. “Acredito que ‘X-Men’ irá sobreviver ao teste do tempo. Eu não acho que o filme esteja manchado de nenhuma forma por conta de qualquer coisa que tenha a ver com Bryan. E com sorte Bryan também irá sobreviver de alguma forma através de sua carreira como cineasta”. Desde a demissão por abandono em “Bohemian Rhapsody”, Bryan Singer não encontrou mais trabalho como diretor.
Hugh Jackman vai estrelar cinebiografia do fundador da Ferrari
O antigo projeto de Michael Mann, “Ferrari”, voltou ao mercado em nova configuração, visando começar filmagens em 2021. Segundo o site Deadline, Hugh Jackman (“Logan”) finalmente aceitou assumir o papel de Enzo Ferrari, fundador da escuderia, e Mann recentemente reescreveu o roteiro, concebido pelo falecido Troy Kennedy Martin (“Uma Saída de Mestre”). Para dar noção do quanto esse projeto é antigo, Martin faleceu há 11 anos. E Jackman está “negociando” o papel de Ferrari há três anos. A produção, entretanto, começou a ser desenvolvida por Mann há nada menos que duas décadas e já teve Christian Bale escalado para o papel. O filme quase aconteceu em 2016 com o intérprete de Batman, mas o ator precisou desistir por recomendações médicas, ao ter dificuldades para ganhar peso. “Enzo Ferrari” será ambientado no ano de 1957, o período mais tumultuado da vida de Ferrari, em que ele enfrentou um rivalidade dura com a Maserati e lidou com fracassos e um processo criminal, em decorrência de um acidente que levou à morte seu piloto Alfonso de Portago e nove espectadores durante uma corrida. A história é baseada no livro escrito por Brock Yates, “Enzo Ferrari: The Man, the Cars, the Races”. Além deste filme, uma cinebiografia rival chegou a ser anunciada em 2015, com Robert De Niro no papel principal, mas esse projeto também jamais saiu da garagem. A STX vai distribuir o filme de Mann nos EUA, Reino Unido e Irlanda, enquanto a Amazon negocia ficar com a distribuição internacional. O diretor, que conhece a família Ferrari, foi produtor executivo de “Ford vs Ferrari”, que venceu dois Oscars em 2020. E pretende superar esse filme com a construção de uma verdadeira frota de carros de época – em outras palavras, seu filme não será barato.
Hugh Jackman e Ryan Reynolds encerram briga de brincadeira por boa causa
A briga de brincadeira entre Hugh Jackman e Ryan Reynolds vai ganhar pausa por uma boa causa. Bons “inimigos” desde que trabalharam juntos em “X-Men Origens: Wolverine” (2009), os dois decidiram encerrar momentaneamente a troca de farpas num projeto para arrecadar doações para ONGs que distribuem alimentos para famílias carentes nos Estados Unidos. Em vídeo divulgado na quarta-feira (22/4), a dupla promete trabalhar junta em uma barraca de limonadas com o filho ou filha do vencedor de um sorteio organizado pela All In Challenge. No site oficial da campanha, os interessados podem comprar cupons de US$ 10 a US$ 100 para participar do sorteio. O valor será revertido integralmente para as organizações Feeding America, Meals On Wheels, World Central Kitchen e No Kid Hungry. Nos últimos dias, a campanha All In Challenge tem organizado diferentes leilões para arrecadar doações para o American Food Fund. Ainda nesta semana, a empresa divulgou um sorteio para que um fã compareça à gravação do especial de reencontro de “Friends” e até um “papel” no próximo filme estrelado por Leonardo DiCaprio, a adaptação do livor “Assassinos da Lua das Flores”.
Bad Education: Hugh Jackman se envolve em escândalo financeiro em trailer de comédia da HBO
A HBO divulgou o pôster e o trailer de “Bad Education”, comédia que traz Hugh Jackman (“Logan”) como superintendente de um colégio em Long Island envolvido num escândalo financeiro. Inspirado em fatos reais, o filme acompanha Frank Tassone (Jackman) e Pam Gluckin (Allison Janney, de “Mom”), que reinam em seu distrito escolar após promover um recorde de admissões em universidades e aumentar o valor dos imóveis da região. Quando vem à tona um esquema de desvio de recursos que ameaça destruir tudo o que construíram, Frank se vê obrigado a manter a ordem e o sigilo, custe o que custar. O elenco também inclui Ray Romano (“O Irlandês”), Alex Wolff (“Hereditário”) e Geraldine Viswanathan (“Não Vai Dar”). Dirigido por Cory Finley (“Puro Sangue”), “Bad Education” teve première mundial no Festival de Toronto, em setembro passado, ocasião em que arrancou elogios da crítica – alguns, replicados no trailer – e atingiu 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 25 de abril na TV paga e na plataforma HBO Go.
Hollywood reage a incêndio na Austrália e reforça pedido de prioridade ambiental no mundo
O astro australiano Hugh Jackman (“Logan”) usou as redes sociais nesta sexta (3/1) para se solidarizar com a população atingida pelo incêndio florestal na Austrália e agradecer aos bombeiros que lutam para conter os estragos, enquanto as chamas expulsam várias famílias de seus lares. “Queremos expressar nossa profunda gratidão às pessoas na Austrália que estão combatendo esses incêndios devastadores. Nosso coração está com todos impactados, especialmente aqueles que perderam suas casas, negócios e entes queridos. Isto é uma tragédia imensa para nossa pátria”, escreveu Jackman, incluindo a imagem de um bombeiro em meio às chamas. Ele foi um dos mais recentes a se manifestar, refletindo o clima de desolação diante da gravidade da catástrofe que assola o país. O norte-irlandês Sam Neill (“Jurassic Park”), que vive numa fazenda australiana, publicou várias imagens do incêndio, reclamando da incapacidade do governo para lidar com a situação. Em vez de tratar o desastre com a seriedade que ele merecia, os líderes do país repetiram o Brasil ao dizer que a situação era corriqueira e normal para essa época do ano, priorizando discurso ideológico (anti-ambientalista) à ações. “ISTO NÃO É NORMAL”, Neill escreveu na véspera do Ano Novo. Em outra foto compartilhada, ele registrou o fogo avançando sobre uma rodovia, num visual mais impressionante que qualquer efeito de filme de catástrofe. “A ideia de que não é correto falar sobre mudanças climáticas neste período difícil é, francamente, uma besteira conveniente. Veja como é a vida agora para os combatentes de incêndios”, desabafou no Twitter. A mensagem ganhou retuíte do neozelandês Russell Crowe (“Noé”), que anteriormente tinha compartilhado fotos e vídeos do incêndio que devastou sua fazenda em Nova Gales do Sul, mostrando que mesmo após terem sido apagadas, as chamas voltavam espontaneamente devido ao calor e ao clima seco. “Meu coração está com todos na região”, acrescentou. Crowe fez mais que publicar imagens. Ele foi até a região e precisou usar motosserras para atravessar as estradas de terra para chegar onde pretendia, devido à várias quedas de árvores comprometidas. Ele gravou um vídeo da situação que encontrou, mostrando-se inconsolável. A atriz inglesa Jameela Jamil (da série “The Good Place”) politizou o incêndio ao declarar na quinta-feira (2/1) no Twitter: “Esse tópico é claro, exaustivo e comovente sobre a devastação total dos incêndios na Austrália e a decisão imperdoável dos líderes mundiais de não discutir as mudanças climáticas no momento em que elas mais nos encaram”. Além deles, o americano Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”) foi um dos primeiros a se manifestar. O ator também usou tom engajado, ao avisar em novembro que a ausência de uma política ambientalista na região alimentava uma tragédia. “Nosso coração está voltado para as vítimas dos incêndios atuais, que sabemos que foram exacerbados pelo declínio da biodiversidade nativa”, escreveu DiCaprio no Instagram, acrescentando que a Austrália é o país em que mais espécies de mamíferos sofrem ameaças de extinção e, como consequência, esse desequilíbrio no ecossistema elimina animais que mantém as florestas úmidas. “Os esforços de conservação australianos precisam de uma revisão radical”, completou. We want to express our deep gratitude to the people in Australia who are fighting these devastating bushfires Our hearts are with everyone impacted especially those who have lost homes businesses and loved ones This is an immense tragedy for our home country #AustraliaBushfires pic.twitter.com/xcsPWSpDeS — Hugh Jackman (@RealHughJackman) January 3, 2020 Australia. This is the road between Canberra and the Coast I think yesterday. The idea that it is somehow not right 'to talk about #ClimateChange at this difficult time' is frankly convenient bulllshit. Click on image to see what life is like now for the #firefighters . pic.twitter.com/ckrnf4uocS — Sam Neill (@TwoPaddocks) December 21, 2019 During this extraordinary #bushfirecrisis, v irritating to hear Aus Environment Minister @sussanley on @RadioNZ– 'we are doing our bit… we will exceed our targets' etc. Rubbish. THIS IS NOT NORMAL. [Ok- all you frothing denial nutters- cue trolling now] Mallacoota- be safe. pic.twitter.com/VD90NZsYBl — Sam Neill (@TwoPaddocks) December 30, 2019 This thread is clear, thorough and heartbreaking about the full devastation of the fires in Australia and the unforgivable decision of leaders to not discuss climate change at this time when it is most staring us in the face. https://t.co/ghRnq9YaDp — Jameela Jamil 🌈 (@jameelajamil) January 3, 2020 When we first came across this it was smoking but not burning. As we were cutting other things back around it , the flames just popped up again . pic.twitter.com/0mLQjwiQCq — Russell Crowe (@russellcrowe) November 26, 2019 Sent this to a friend. Thought I’d share with you too . Fires still burning , logs smoking everywhere you look. Got halfway to where we were trying to get to, will try again in the morning when it’s cooler. pic.twitter.com/eCjR8QXXMm — Russell Crowe (@russellcrowe) November 25, 2019 Ver essa foto no Instagram I’m not in Australia. My family are safe, billeted with friends. Fire hit my place late in the day yesterday. My heart goes out to everyone in the valley. Uma publicação compartilhada por Russell Crowe (@russellcrowe) em 12 de Nov, 2019 às 11:33 PST Ver essa foto no Instagram #Regram #RG @aussieark: Officials have issued a warning of "catastrophic fire danger" as firefighters battle over 60 blazes raging across the Australian state of New South Wales, which has caused the tragic loss of lives and livelihoods. There have already been significant harmful impacts to wildlife, with entire ecosystems up in smoke and individual species affected, including around 350 Koalas presumed dead – all before the fires reach their peak. Our hearts go out to the victims of the current fires, which we know have been exacerbated by the decline of native biodiversity. Australia has the worst mammal extinction rate on Earth, and the country is amongst the worst 7 countries worldwide for biodiversity loss. Australian conservation efforts need a radical overhaul. Mitigating the intensity of these fires, mostly set by humans and their activities, can be achieved by restoring our native ecosystem engineers, such as bandicoots, bettongs and potoroos. These species help to maintain healthy forests by continually turning over and breaking down forest leaf litter, thereby drastically reducing fuel load. In their absence, fires are more intense, often reaching the treetops, which can affect populations of species already on the brink, like the Koala. Slow growing and ancient Australian East coast temperate forests are of global significance, as these forests have some of the highest carbon storage on the planet. Fires of this intensity threaten their very existence but managing wildlife to reduce fire intensity and protect forests is underappreciated for its importance in reducing the release of carbon into the atmosphere. Aussie Ark works with Australia’s most threatened and imperiled wildlife, several of which are extinct on the mainland. Native wildlife conservation sanctuaries provide refuge, as well as source populations for rewilding and restoring Australia’s native ecosystems. Our sincere well wishes go out to all those affected by these devastating fires. If you encounter any injured wildlife, please contact your local animal authorities for rescue and rehabilitation. Uma publicação compartilhada por Leonardo DiCaprio (@leonardodicaprio) em 13 de Nov, 2019 às 9:02 PST
Novo filme de Hugh Jackman chega direto em streaming no Brasil
O mais recente filme de Hugh Jackman está chegando direto em streaming no Brasil. A Sony lançou “O Favorito” (The Front Runner) nesta quarta (24/4) nas plataformas NOW, SKYPlay, Vivo Play, iTunes, GooglePlay, Looke, Oi, Playstation Store e Filmes & TV Microsoft. Drama político baseado em fatos reais, “O Favorito” foi dirigido por Jason Reitman (“Amor sem Escalas”) e acompanha o senador Gary Hart (Jackman), candidato democrata à presidência dos EUA em 1988. Considerado favorito a vencer George Bush na disputa, ele teve sua campanha promissora interrompida pela divulgação de um escândalo sexual, que se tornou uma das maiores histórias dos tabloides da época. Considerado mulherengo, apesar de casado, ele foi seguido por paparazzi em suas viagens, que flagraram um caso extraconjugal com Donna Rice, futura CEO da ONG Enough Is Enough. Sara Paxton (série “Murder in the First”) interpreta Donna Rice no longa, que ainda tem em seu elenco Vera Farmiga (série “Bates Motel”), J.K. Simmons (“Whiplash”), Kaitlyn Dever (série “Last Man Standing”), Molly Ephraim (também de “Last Man Standing”), Ari Graynor (série “I’m Dying Up Here”), Mike Judge (o criador da série “Silicon Valley”) e Kevin Pollak (“Cães de Guerra”). O filme foi lançado em novembro do ano passado nos Estados Unidos e participou de vários festivais internacionais. Mas dividiu opiniões da crítica, recebendo aprovação de 59% no site Rotten Tomatoes.












