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    Brie Larson, Michael B. Jordan e Jamie Fox vão estrelar filme sobre famoso caso de racismo judicial

    11 de agosto de 2018 /

    Os atores Brie Larson (“Kong: Ilha da Caveira”), Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) e Jamie Foxx (“Em Ritmo de Fuga”) vão estrelar o drama “Just Mercy”, próximo filme do cineasta indie Destin Daniel Cretton. O longa vai adaptar o livro de memórias “Just Mercy: A Story of Justice and Redemption”, que conta a história real de Bryan Stevenson, um jovem advogado que luta por igualdade judicial em um sistema legal racista, e que se envolve num caso famoso do final dos anos 1980. Jordan vai interpretar Stevenson e Foxx dará vida a Walter McMillian, um homem falsamente acusado e condenado por assassinado, que passou seis anos no corredor da morte por um crime que não cometeu. O papel de Brie Larson não foi divulgado. Mas este será o terceiro filme consecutivo do diretor com participação da atriz. Ela despontou para as premiações de cinema em “Temporário 12” (2013), vencendo o troféu de Melhor Atriz do Festival de Locarno e obtendo indicação ao Spirit Awards, dois anos de conquistar o Oscar por “O Quarto de Jack” (2015), e reprisou a parceria com Cretton em “O Castelo de Vidro” no ano passado. A previsão de estreia é para janeiro de 2020.

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    Tom Hardy vira Al Capone na primeira foto oficial de Fonzo

    9 de agosto de 2018 /

    O diretor Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) divulgou em seu Twitter a primeira foto oficial de Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como Al Capone no filme “Fonzo”. A imagem mostra o ator irreconhecível, de charuto na boca, cicatrizes no rosto, cabelo mais ralo e envelhecido. O título é derivado de um apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Além de dirigir, ele assina o roteiro do longa, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia.

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  • Série

    Minissérie de fuga de prisão estrelada por Patricia Arquette, Benicio del Toro e Paul Dano ganha trailer

    6 de agosto de 2018 /

    O canal pago Showtime divulgou o primeiro trailer de “Escape at Dannemora”, minissérie sobre uma fuga verídica de prisão, que aconteceu no estado de Nova York em 2015. A prévia mostra como dois assassinos condenados seduziram uma mulher de 51 anos, mãe de família e empregada da alfaiataria do presídio, para ajudá-los a escapar. O mais difícil, porém, é reconhecer Patricia Arquette, vencedora do Oscar por “Boyhood”, como a idosa enredada por Benicio del Toro (“Sicario: Dia do Soldado”) e Paul Dano (“Okja”). A minissérie também conta com outro ator famoso, mas atrás das câmeras. Ben Stiller (“Zoolander”) assina a produção executivo e a direção dos oito episódios. Criada pela dupla Brett Johnson e Michael Tolkin, roteiristas de “Ray Donovan”, “Escape at Dannemora” tem estreia marcada para 18 de novembro nos Estados Unidos.

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    Trailer traz Kristen Stewart e Chloë Sevigny em versão lésbica da chacina de Lizzie Borden

    4 de agosto de 2018 /

    A Roadside Attractions divulgou o primeiro de “Lizzie”, suspense indie que reimagina um dos assassinatos mais brutais dos Estados Unidos, ao apresentar uma versão lésbica de Lizzie Borden, jovem acusada de matar os próprios pais à machadas no final do século 19. Chloë Sevigny (série “Bloodline”) vive a personagem-título, que nesta versão é uma mulher que busca se libertar do pai dominador e agressivo. Ela encontra uma cúmplice na empregada da família, Bridget Sullivan (Kristen Stewart, de “Personal Shopper”), que sofre assédio de seu pai, enquanto sua mãe finge não ver. A identificação das duas vira romance e, a partir daí, tudo transcorre para o desfecho trágico que marcou a história dos crimes americanos. Apesar do roteiro ser creditado ao iniciante Bryce Kass, a teoria do relacionamento lésbico entre Lizzie e Bridget foi formulada originalmente pelo escritor Ed McBain em seu romance de 1984, que também se chamava apenas “Lizzie”. O caso real se tornou o primeiro julgamento midiático dos Estados Unidos e seu veredito rende discussões e teorias até hoje, já que deixou em aberto a identidade do verdadeiro(a) assassino(a). Mesmo inocentada, Lizzie Borden acabou virando lenda urbana e entrou na cultura pop, tendo rendido várias músicas, filmes e séries. Entre as diversas atrizes que já interpretaram a personagem estão Elizabeth Montgomery (estrela da série clássica “A Feiticeira”) e Christina Ricci (“O Cavaleiro sem Cabeça”), que estrelou um telefilme e uma série recentes no canal pago americano Lifetime – respectivamente, “A Arma de Lizzie Borden” (2014) e “The Lizzie Borden Chronicles” (2015). Dirigido por Craig William Macneill (do terror “O Garoto Sombrio”), o filme ainda inclui no elenco Jamey Sheridan (“Spotlight”), Fiona Shaw (“Killing Eve”), Kim Dickens (“Fear the Walking Dead”) e Denis O’Hare (“American Horror Story”). “Lizze” foi exibido no Festival de Sundance 2018, onde recebeu muitos elogios – atingiu 70% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia comercial está marcada para 14 de setembro nos Estados Unidos, mas ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    Sophie Charlotte vai estrelar O Anjo de Hamburgo, minissérie sobre a brasileira que salvou centenas de judeus do nazismo

    29 de julho de 2018 /

    A Globo definiu Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”) como protagonista da minissérie “O Anjo de Hamburgo”, dramatização da história de Aracy Moebius de Carvalho Guimarães Rosa (1908-2011), a brasileira que salvou cerca de 200 famílias de judeus da prisão e da morte na Alemanha nazista. A emissora chegou a considerar Alice Braga para o papel, mas as gravações da série americana “Queen of the South” (A Rainha do Sul) criaram conflito de agenda. Ao final, a opção se provou a mais apropriada possível. Afinal, Sophie Charlotte é filha de mãe alemã e nasceu em Hamburgo, exatamente onde a história se passa, tendo vindo morar no Brasil com sete anos de idade. Além de ser uma das melhores atrizes da atual geração. O roteiro é escrito por Mário Teixeira, autor de “Liberdade, Liberdade”, e a direção-geral está a cargo de Jayme Monjardim, que filmou “Olga” (2004), sobre Olga Benário Prestes, morta em 1942 justamente em um campo de extermínio nazista. A produção terá dez capítulos e pretende reunir um elenco com vários nomes internacionais. Atores alemães estão sendo convidados para trabalhar ao lado de Sophie Charlotte, Mateus Solano, Tony Ramos e Fernanda Montenegro, já confirmados. Mas os produtores também buscam astros norte-americanos. As gravações acontecerão entre novembro e fevereiro. Entretanto, a equipe não se deslocará para a Alemanha. A produção se dará em locações e estúdios no Brasil e na Argentina. A trama vai contar como Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, segunda esposa do escritor Guimarães Rosa, usou sua posição como funcionária da embaixada brasileira em Hamburgo para conceder vistos a judeus entre os anos de 1938 até 1942, permitindo sua fuga para o Brasil. O chamado Anjo de Hamburgo não só fornecia vistos, como também ajudava os refugiados financeiramente e com suprimentos para a viagem, comprados com o dinheiro de seu próprio bolso. Ela ainda chegou a abrigar alguns deles, livrando-os da prisão e da morte.

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    Natalie Portman negocia dirigir e estrelar filme sobre irmãs gêmeas rivais

    29 de julho de 2018 /

    A atriz Natalie Portman está em negociações para dirigir e estrelar um filme em que teria papel duplo, interpretando duas irmãs gêmeas rivais. Baseado num caso real, o filme, ainda sem título, pretende contar a história das irmãs gêmeas Ann Ester e Pauline Friedman, conhecidas pelos apelidos de Eppie e Popo, que eram as melhores amigas, a ponto de marcarem seus casamentos no mesmo dia, até serem contratadas, ao mesmo tempo, para escrever colunas em jornais diferentes, dando conselhos aos leitores. Elas nasceram em 1918 e morreram há poucos anos – em 2002 e 2013, respectivamente – , carregando ressentimentos por toda a vida. O mais curioso é que as filhas das duas, Margo e Jeanne, assumiram as colunas de suas mães e, assim, continuaram a rivalidade fraternal. O filme tem roteiro de Katie Robbins (da série “The Affair”) e ainda não tem cronograma de produção nem previsão de estreia.

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    Já existem seis projetos de filmes sobre o resgate dos meninos da Tailândia

    20 de julho de 2018 /

    A comoção mundial sobre o resgate de um time de futebol de meninos de uma caverna inundada da Tailândia pode render pelo menos seis filmes. Este é o número atual de produções em desenvolvimento sobre o drama real, de acordo com o ministério da Cultura da Tailândia. “Cinco produtoras internacionais propuseram a ministérios tailandeses fazer filmes e documentários sobre a operação de resgate”, afirmou o ministro da Cultura, Vira Rojpojchanarat, em entrevista citada pela Variety. Além disso, uma companhia tailandesa também está interessada nisso. Por conta desse interesse, ele explicou que será fundada uma comissão especial para supervisionar as iniciativas com foco no dramático caso. O ministro não revelou os nomes das empresas interessados, mas algumas iniciativas já vieram a público, como a da produtora Pure Flix, especializada em filmes evangélicos, e do cineasta Jon M. Chu (“Truque de Mestre: O 2º Ato”). Além disso, o Discovery Channel já gravou um programa documentar de uma hora, chamado “Operation Thai Rescue”, que será exibido na próxima segunda-feira nos Estados Unidos.

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    A Menina que Matou os Pais: Crime de Suzane Von Richthofen vai virar filme

    18 de julho de 2018 /

    O crime brutal cometido por Suzane Von Richthofen, que encomendou o assassinato dos próprios pais em 2002, vai virar filme. Intitulado “A Menina que Matou os Pais”, a produção será dirigida por Maurício Eça (de “Carrossel: O Filme”) e já começou a selecionar os atores que interpretarão os papéis principais. A trama vai focar no julgamento de Suzane, então com 19 anos, e seu namorado Daniel Cravinhos, réu confesso do assassinato. O roteiro é de Ilana Casoy, escritora considerada a maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor de literatura policial e autor do roteiro de “Praça Paris” (2017). “O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato, entranto, em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso”, prometeu o diretor Maurício Eça, em comunicado. “Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme traz um tema que muita gente conhece e tem ideias preconcebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, completa o diretor. “Tivemos todos os cuidados necessários para construir um roteiro inovador. Foram meses de pesquisa e entrega de todos envolvidos; não é fácil, psicologicamente, ter acesso a tantos detalhes e construir uma proposta de filme sobre um crime tão bárbaro. Será um desafio para nós, não só atrair a quem conhece o caso como também jovens que não tiveram acesso aos fatos na época”, acrescentou o produtor Marcelo Braga. “A Menina Que Matou os Pais” deve chegar aos cinemas no segundo semestre de 2019.

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    Diretor de Truque de Mestre 2 também vai filmar resgate dos meninos da Tailândia

    12 de julho de 2018 /

    Após a produtora americana de filmes evangélicos Pure Flix anunciar seus planos de produzir um “drama inspirador” sobre o resgate do time de futebol dos meninos tailandeses de um complexo de cavernas na Tailândia, o diretor Jon M. Chu (“Truque de Mestre 2” e “G.I. Joe: Retaliação”) divulgou intenção de comandar projeto semelhante. Americano de origem asiática, Chu anunciou sua iniciativa pelo Twitter, defendendo sua versão como uma forma de impedir Hollywood de se apropriar da história do resgate da caverna tailandesa para contá-la da perspectiva da classe média branca americana. “Eu me recuso a deixar Hollywood embranquecer a história de resgate da caverna da Tailândia. De forma alguma. Não sob nossa vigilância. Isso não vai acontecer, do contrário nós transformaremos a vida deles num inferno. Há ali uma linda história sobre seres humanos salvando outros seres humanos. Portanto, ninguém (melhor que nós) tem condições de abordar essa história de forma correta e respeitosa”, concluiu. Em tempos de correção política histérica, é interessante ver como Chu usa as redes sociais para diferenciar-se de Hollywood e se identificar com o povo tailandês. Entretanto, ele é nascido e criado na Califórnia, e seu pai é um famoso chef, que tem um restaurante na Califórnia desde os anos 1970. Um restaurante, diga-se, de comida chinesa. Também deve-se destacar que os produtores da Pure Flix realmente mencionaram planos para “embranquecer” a história. “Eu vejo isso como um grande filme de Hollywood com os maiores astros do Cinema”, disse Michael Scott à agência Australian Associated Press. Em seu projeto, Chu voltará a se associar com a produtora Ivanhoe, com quem acaba de filmar a comédia “Podres de Rico” (Crazy Rich Asians), e, de acordo com informações da revista Variety, já está em conversas com funcionários do governo tailandês sobre as filmagens. A saga na Tailândia lembra o resgate de 33 mineiros chilenos que ficaram presos durante 69 dias em 2010, acontecimento que foi transformado no filme “Os 33”, de 2015, estrelado não por chilenos, mas pelo espanhol Antonio Banderas e o brasileiro Rodrigo Santoro, com direção da mexicana Patricia Riggen. Como o resgate chileno, o drama tailandês representa a coragem da vida real diante de circunstâncias angustiantes. Mas, mais importante que isso para Hollywood, ambos tiveram cobertura frenética da mídia mundial. E terminaram com um final feliz. Veja abaixo os tuítes de Chu sobre a importância de contar a história sob “nossa” perspectiva. Não a perspectiva de um Apichatpong Weerasethakul, mas de um asiático americano que avalia que isso é empoderamento. I refuse to let Hollywood #whitewashout the Thai Cave rescue story! No way. Not on our watch. That won’t happen or we’ll give them hell. There’s a beautiful story abt human beings saving other human beings. So anyone thinking abt the story better approach it right & respectfully. — Jon M. Chu (@jonmchu) July 11, 2018 Its a bit early 2truly discuss but the biggest lesson I learned frm making #CrazyRichAsians is that we must tell our stories especially the important ones so history doesnt get it wrong.This one is too important 2 let others dictate who the real heroes are https://t.co/ZmnSBFvPI3 — Jon M. Chu (@jonmchu) July 12, 2018 We have the power to not only MAKE history but be the historians that RECORD it too. So that it’s told correctly and respectfully. Couldn’t just sit here watching how others would “interpret” this important story. https://t.co/kRv5k9plDU — Jon M. Chu (@jonmchu) July 12, 2018 Why did it take me 38 years to realize… we can fight back. https://t.co/AqmVANFVDN — Jon M. Chu (@jonmchu) July 12, 2018

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    Produtores de Hollywood “atropelam” resgate por direito de filmar tragédia dos meninos da Tailândia

    10 de julho de 2018 /

    Dois produtores de Hollywood foram até a Tailândia para acompanhar o resgate dos meninos que ficaram presos em uma caverna no Norte do país junto com o treinador do time de futebol do qual fazem parte. Os americanos Michael Scott e Adam Smith planejam um filme sobre a tragédia da equipe dos Wild Boars (Javalis Selvagens). “Haverá outras empresas de produção chegando, por isso temos que agir muito rapidamente”, disse Smith a um site australiano de notícias, quando foi perguntado se suas ações podem ser vistas como insensíveis em um momento tão delicado. Enquanto mergulhadores enfrentavam o difícil percurso para trazer os garotos, com idades entre 11 e 16 anos, à segurança, durante a operação de resgate, os produtores realizavam entrevistas preliminares nos arredores da caverna de Tham Luang e buscavam registrar os direitos exclusivos das suas histórias. Scott, sócio-direitor da produtora cristã Pure Flix, afirmou que a empresa também já pensa em levar um roteirista ao local. “Eu vejo isso como um grande filme de Hollywood com os maiores astros do Cinema”, disse Scott à agência Australian Associated Press. A empresa Pure Flix é conhecida por produzir filmes cristãos maniqueístas, que fazem propaganda de uma agenda evangélica de direita. Um de seus títulos mais famosos foi “Deus Não Está Morto” (2014), que ganhou uma sequência voltada a pressionar mudanças de leis no Congresso americano. A história do time de futebol, que passou 17 dias preso numa caverna submersa, teve uma repercussão mundial similar ao desastre dos mineiros do Chile, que ficaram soterrados durante 69 dias. Este desastre também virou filme, “Os 33”, estrelado por Antonio Banderas e Rodrigo Santoro em 2015. Mas, neste caso, o produtores esperaram os mineiros serem resgatados, reencontrarem suas famílias e retomarem suas vidas, antes de pensar em fazer dinheiro com suas tragédias.

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    Produtora defende decisão polêmica de lançar filme estrelado por Kevin Spacey

    18 de junho de 2018 /

    A produtora Vertical Entertainment emitiu um comunicado para defender sua decisão de lançar nos cinemas o filme “Billionaire Boys Club”, último trabalho estrelado pelo ator Kevin Spacey. A participação do ator, vencedor de dois Oscars, tornou-se um fardo para a produção, após ele ser acusado por diversas pessoas de assédio e abuso sexual. As denúncias acabaram com sua carreira, levando-o a ser demitido da série “House of Cards” e ter sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. Ao abordar a polêmica, a produtora chamou atenção para o fato de o filme ter envolvido o trabalho de dezenas de outras pessoas, que deram duro para finalizar o produto, e que não mereciam ser penalizadas por conta do mal comportamento de uma pessoa. “Esperamos que essas alegações angustiantes relativas ao comportamento de uma pessoa – que não eram conhecidas publicamente quando o filme foi feito há quase três anos – não manchem o lançamento”, explicou a empresa em nota à imprensa. “Não toleramos o assédio sexual em qualquer nível e apoiamos totalmente as vítimas. Ao mesmo tempo, lançar este filme nos cinemas não é uma decisão fácil nem insensível, mas acreditamos em dar ao elenco, assim como centenas de membros da equipe que trabalharam duro no filme, a chance de ver seu produto final chegar ao público”, completa o curto texto. O filme foi produzido em meados de 2016, quando seus dois outros protagonistas, os jovens Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”), estavam começando a chamar atenção, mas sua estratégia de aproveitar o sucesso da dupla para conseguir maior visibilidade saiu pela culatra com o excesso de visibilidade do caso de Spacey. Sem a mesma verba de Ridley Scott para refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo”, os produtores se viram sem alternativas para recuperar o investimento. Na verdade, viram-se numa armadilha não muito diferente da experimentada pelos personagens da trama. Escrito e dirigido por James Cox (“Tudo em Família”), o longa é, ainda por cima, inspirado por um escândalo real, ao narrar como um grupo de estudantes ricos de Los Angeles se deixam engabelar por um golpista nos anos 1980, ao arquitetarem um esquema para ganhar dinheiro de forma fácil, convencendo diversos amigos a investirem em seu negócio. Até que o pilantra que os incentivou some com todo o dinheiro, deixando-os endividados e incriminados. A história virou um caso criminal famoso e não terminou nada bem para nenhum dos personagens reais. Foi tão midiático que chegou a ganhar um telefilme em 1987, estrelado por Judd Nelson, logo após estrelar “O Clube dos Cinco” – no papel agora vivido por Ansel Elgort. O próprio Judd Nelson também integra o elenco da nova versão, numa homenagem, ao lado ainda de Emma Roberts (série “Scream Queens”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”). É um ótimo elenco. Mas a decisão de ir adiante com um filme que mostra Kevin Spacey abusando de imberbes autodenominados “boys” pode ser considerada indigesta demais, diante das acusações de pedofilia que pesam contra o ator – que, para se defender, resolveu se assumir homossexual, ultrajando também a comunidade LGBT+. Ficou curioso? Veja o trailer aqui. A estreia está marcada para o dia 3 de agosto.

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    Apple encomenda série de mistério inspirada em repórter mirim da vida real

    17 de junho de 2018 /

    A Apple encomendou uma nova série de mistério, inspirada pela história real de Hilde Lysiak (foto acima), uma menina de apenas 11 anos, que obcecada em virar repórter desvendou um crime sozinha. A produção, que ainda não tem título, foi criada pelas produtoras-roteiristas Dana Fox (do filme “Como Ser Solteira”) e Dara Resnik (da série “Castle”), e terá 10 episódios. A série contará a história de uma menina que se muda do Brooklyn para a terra natal de seu pai, uma pequena cidade à beira do lago. Quando chega lá, sua perseguição obstinada pela verdade a leva a desenterrar um caso criminal que todos na cidade, incluindo o próprio pai, tentaram enterrar. A premissa evoca exatamente o que aconteceu com Hilde Lysiak, que foi a primeira a expor um assassinato em sua cidade natal, Selinsgrove, Pensilvânia, publicando a notícia num jornal local que ela própria criou, o Orange Street News (conheça o site oficial). As habilidades de investigação de Hilde chamaram atenção da mídia nacional e internacional. Mas a história também atraiu muitos comentários negativos, que tentaram minimizar o feito. Hilde rebateu o pouco caso ao tornar sua reportagem viral. Hoje, ela lidera uma iniciativa para capacitar a próxima geração de influenciadores, ativistas e líderes dos Estados Unidos.

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    Ryan Gosling é o Primeiro Homem na lua em trailer do novo filme do diretor de La La Land

    9 de junho de 2018 /

    A Universal divulgou dois pôsteres, fotos e o primeiro trailer de “Primeiro Homem” (First Man), filme sobre a conquista da Lua que volta a reunir o ator e o diretor de “La La Land”. O clima tenso e a iconografia remete ao clássico “Os Eleitos”, do qual a trama é sucessora. Ryan Gosling vive o personagem do título, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na lua. O filme dirigido por Damien Chazele e com roteiro de Josh Singer (“Spotlight”), mostra os bastidores de sua viagem espacial, revelando o custo humano da missão, descrita como a mais perigosa de todos os tempos, mas lembrada também como uma das mais bem-sucedidas. “Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”, nas palavras famosas do próprio Armstrong, ao pisar na Lua em 20 de julho de 1969. O elenco ainda destaca Claire Foy (série “The Crown”), Kyle Chandler (“A Noite do Jogo”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Jason Clarke (“Mudbound”), Pablo Schreiber (“Covil de Ladrões”), Shea Whigham (série “Agent Carter”), Lukas Haas (“O Regresso”), Patrick Fugit (série “Outcast”), Brian d’Arcy James (série “13 Reasons Why”), Ethan Embry (série “Sneaky Pete”), Ciarán Hinds (série “Game of Thrones”) e Cory Michael Smith (serie “Gotham”). A estreia está marcada para 11 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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