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    Retrospectiva: As Melhores Séries de 2019

    9 de janeiro de 2020 /

    Nunca se fez tantas séries como em 2019. O mais impressionante nem é a quantidade, mas a qualidade do material. A disputa por conteúdo premium, alimentada pela consagração do padrão HBO, fez com que o investimento nas produções atingisse níveis cinematográficos. A temporada final de “Game of Thrones” foi uma coleção de filmes. E quem apostava que a HBO sentiria falta dessa série, pode ter se surpreendido com a rapidez com que o canal superou sua ausência com “Chernobyl”, “Euphoria”, “Watchmen” e “Succession”, programas completamente diferentes entre si, mas realizados com o mesmo apuro que alimenta a inveja dos rivais. Não foi por acaso que a WarnerMedia escolheu o nome HBO Max para seu vindouro serviço de streaming. Os lançamentos da Disney+ (Disney Plus) e da Apple TV+ reforçam que as novas plataformas decidiram abordar o streaming como uma variação da TV paga premium. Caríssimas, “The Mandalorian”, da Disney, e “See”, da Apple, buscam o impacto das grandes produções de cinema – ou de “Game of Thrones” – , assim como “The Witcher” e “Perdidos no Espaço”, na Netflix, “Britannia” na Amazon, e outras. Enquanto essas produções buscam esticar os limites épicos das telas pequenas, projetos de sensibilidade indie também cumprem papel importante, revolucionando as comédias. Produções como “Fleabag”, na Amazon, e “Ramy”, infelizmente inédita no Brasil, demonstram que textos adultos e refinados estão tomando o lugar das piadas fáceis. Ainda há produções feitas para quem não quer pensar. Mas são cada vez mais divertidas as séries que buscam risos com maior ambição. Ainda que muitas das produções de 2019 não tenham chegado aos canais nacionais, a maioria encontrou distribuição, graças ao aumento de opções provenientes da guerra dos streamings. Apple TV+ e Starz Play foram as principais novidades do mercado, juntando-se à Netflix, Amazon e uma ousada Globoplay, que, além de material próprio, também apostou fortemente na oferta de séries internacionais. Mas este cenário de crescimento pode enfrentar turbulência no Brasil em 2020. A Disney+ (Disney Plus) não tem previsão de estreia no país e a HBO Max considera friamente nem lançar sua plataforma por aqui. No caso da Disney+ (Disney Plus), o problema é o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), que pretende rever a compra da Fox pela Disney. O órgão foi uma das últimas entidades governamentais no mundo a aprovar a transação. Em relação à HBO Max, o entrave é a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), que tem posição contrária à compra da Warner pela AT&T, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no Brasil. O que acontece é que a WarnerMedia é controladora dos canais Turner, Cartoon, Warner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira, e é proibido no país que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. As leis brasileiras foram ultrapassadas pelas fusões mundiais de conglomerados, fomentadas como estratégia de negócios para priorizar o streaming. E, em vez de avançar essa discussão, o Congresso programou votações de projetos de lei para taxar esses serviços – o que, estrategicamente, deveria ser discutido após a chegada deles no pais, não antes. Além dos citados Disney+ (Disney Plus) e HBO Max, o Brasil poderia receber em breve os serviços Peacock, Hulu e CBS All Access. Esta globalização de conteúdo, porém, é inevitável e já gera impacto cultural, capaz de produzir um fenômeno como “La Casa de Papel”, sucesso internacional que se tornou mais referenciado no Brasil que muitas séries americanas, além de polêmicas, como a briga do governo russo com a HBO por conta de “Chernobyl”, ou protestos do governo polonês contra o Especial de Natal do Porta dos Fundos. Outro aspecto desta explosão de conteúdo é que, quando maior a produção, mais vozes têm ganhado representação, numa democratização histórica de temas e personagens. Uma série como “Pose”, com elenco majoritariamente transexual, é consequência direta dessa multiplicação de opções. Há 15 anos, “The L Word” era exceção. Hoje, não faltam séries com temas LGBTQIA+ – e até “The L Word” ganhou revival. Tampouco faltam séries com super-heróis negros, como “Black Lightning” e “Raising Dion”. Nem séries teen centradas em adolescentes fora da normatização branca heterossexual de antigamente, que o digam Rue, Jules e Kat de “Euphoria”. Outro detalhe. Se é fato que a HBO influenciou a qualidade da nova geração das séries, a Netflix se tornou a principal inspiração para as narrativas do fim da década. O costume das maratonas liberou os roteiristas para criarem tramas mais complexas, como “Dark” ou “Undone”, que funcionam melhor numa sequência de episódios, e ainda eliminou o costume dos recordatórios e referências mastigadas, que ajudavam ao espectador lembrar o que aconteceu nos episódios anteriores. Quem se perder, sempre pode voltar ao episódio prévio. Eles agora estão disponíveis o tempo inteiro e não apenas quando passam na TV. Com isso, as tramas dramáticas de estilo procedimental, que resolvem um caso (crime, paciente, cliente) por semana, acabaram restritas à TV aberta, que mantém o público mais conservador das séries. São uma espécie em extinção, diante da expansão do streaming. A multiplicação de opções também gerou um efeito colateral negativo, ao tornar mais difícil acompanhar tantas séries. Muitas produções de qualidade acabaram perdendo chances preciosas para se tornar um novo “Breaking Bad” – série que quase foi cancelada em sua 2ª temporada por baixa audiência. A Netflix bateu recorde de cancelamentos em 2019, mas não foi a única empresa. O canal pago Starz fez o absurdo de cancelar “Counterpart”, série com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes em suas duas temporadas produzidas. Ao menos, a trama teve fim, ao contrário das também ótimas “The OA”, “Deadly Class” e outras. As listas abaixo, compiladas pelo editor da Pipoca Moderna, levam em conta essas peculiaridades do mercado. Além do Top 10 primordial, foram relacionados diversos Top 5 em diferentes categorias, que não se limitam às divisões tradicionais de gênero. Com exceções de duas listas, a avaliação considerou apenas séries disponibilizadas no Brasil em 2019, tanto na programação de TV quanto em streaming. Confira os resultados abaixo. 10 MELHORES SÉRIES DE 2019 1. Chernobyl | HBO 2. Fleabag | Amazon 3. Succession | HBO 4. Inacreditável (Unbelievable) | Netflix 5. Pose | Fox Play 6. Euphoria | HBO 7. Dark | Netflix 8. Watchmen | HBO 9. Undone | Amazon 10. Killing Eve | Globoplay     5 MELHORES SÉRIES BRASILEIRAS DE 2019       1. Sob Pressão | Globo 2. 3% | Netflix 3. Segunda Chamada | Globo 4. Sintonia | Netflix 5. Irmãos Freitas | Space             5 MELHORES SÉRIES ESTREANTES DE 2019       1. Euphoria | HBO 2. Watchmen | HBO 3. Sex Education | Netflix 4. Undone | Amazon 5. Dickinson | Apple TV+           5 MELHORES MINISSÉRIES DE 2019       1. Chernobyl | HBO 2. Inacreditável (Unbelievable) | Netflix 3. Olhos que Condenam (When They See Us) | NETFLIX 4. Years and Years | HBO 5. Fosse/Verdon | Fox Play         5 MELHORES SÉRIES DE DRAMA DE 2019       1. Succession | HBO 2. Euphoria | HBO 3. Pose | Fox Play 4. Billions | NETFLIX 5. Orange Is the New Black | NETFLIX           5 MELHORES SÉRIES DE COMÉDIA DE 2019       1. Fleabag | Amazon 2. Castrophe | Amazon 3. Sex Education | NETFLIX 4. Boneca Russa (Russian Doll) | NETFLIX 5. Derry Girls | NETFLIX           5 MELHORES SÉRIES CRIMINAIS DE 2019       1. Mindhunter | Netflix 2. Peaky Blinders | Netflix 3. Trapped | Netflix 4. Bosch | Amazon 5. True Detective | HBO           5 MELHORES SÉRIES DE AÇÃO DE 2019       1. Killing Eve | Globoplay 2. Wayne | YouTube 3. Jack Ryan | Amazon 4. Informer | Amazon 5. Treadstone | Amazon           5 MELHORES SÉRIES DE QUADRINHOS DE 2019       1. Watchmen | HBO 2. The Boys | Amazon 3. The Umbrella Academy | Netflix 4. Arrow | Warner 5. Deadly Class | Globoplay             5 MELHORES SÉRIES DE FANTASIA DE 2019       1. Game of Thrones | HBO 2. The Witcher | Netflix 3. His Dark Materials | HBO 4. Britannia | Fox Play 5. The Magicians | Syfy           5 MELHORES SÉRIES SCI-FI DE 2019       1. Dark | Netflix 2. Counterpart | Starz 3. Stranger Things | Netflix 4. Lost in Space | Netflix 5. The Expanse | Amazon           5 MELHORES SÉRIES DE TERROR DE 2019       1. Marianne | Netflix 2. Evil | Globoplay 3. The Kingdom | Netflix 4. Servant | Apple TV+ 5. Legacies | Warner           5 MELHORES SÉRIES DE ANIMAÇÃO DE 2019       1. Undone | Amazon 2. Love, Death & Robots | Netflix 3. Tuca & Bertie | Netflix 4. Rick and Morty | Netflix 5. Big Mouth | Netflix           5 MELHORES SÉRIES DE ANIME DE 2019   1. Demon Slayer | Crunchyroll 2. The Promised Neverland | Crunchyroll 3. Dororo | Amazon 4. Carole & Tuesday | Netflix 5. Blade – A Lâmina do Imortal (Blade the Immortal) | Amazon         5 MELHORES SÉRIES DOCUMENTAIS DE 2019     1. Nosso Planeta | Netflix 2. História Secreta do Pop Brasileiro | Music Box Brasil 3. Bandidos na TV | Netflix 4. Eu Te Amo, Agora Morra | HBO 5. Deixando Neverland | HBO           5 MELHORES SÉRIES SUBESTIMADAS DE 2019     1. The Deuce | HBO 2. Perdidos no Espaço | Netflix 3. Los Espookys | HBO 4. Legacies | Warner 5. Arrow | Warner             5 MELHORES SÉRIES CANCELADAS DE 2019     1. Counterpart | Starz – inédita no Brasil 2. Lodge 49 | Amazon 3. Wayne | YouTube 4. The OA | Netflix 5. Deadly Class | Globoplay           5 MELHORES SÉRIES DE 2019 AINDA INÉDITAS NO BRASIL       1. The Mandalorian | Disney+ (Disney Plus) 2. Perpetual Grace, LTD | Epix 3. Ramy | Hulu 4. Pen15 | Hulu 5. Godfather of Harlem | Epix        

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    1917 e Era uma Vez em Hollywood vencem o Globo de Ouro 2020

    6 de janeiro de 2020 /

    O Globo de Ouro 2020 premiou “1917” e “Era uma Vez em Hollywood” como Melhores Filmes do ano, respectivamente nas categorias de Drama e Comédia. Seus diretores, também. Sam Mendes levou o troféu de Melhor Direção e Quentin Taratino o de Melhor Roteiro. Mas na soma de prêmios, “Hollywood” levou um troféu a mais: Melhor Ator Coadjuvante, conquistado por um sorridente Brad Pitt. As estatuetas de interpretação dramática ficaram com os favoritos, Joaquin Phoenix, por “Coringa”, e Renée Zellweger, por “Judy”, enquanto Taron Egerton e Awkwafina venceram em Comédia ou Musical, respectivamente por “Rocketman” e “The Farewell”. Vale ressaltar que “The Farewell” representa o desempenho mais dramático da carreira de Awkwafina. Embora a atriz seja conhecida como comediante, o filme da diretora Lulu Wang não é, de forma alguma, uma comédia. Assim como é possível questionar o quanto “Era uma Vez em Hollywood” é mais cômico que os demais filmes de Tarantino – todos considerados Dramas nos Globos de Ouro pregressos. O fato é que essas imprecisões só aumentam o folclore a respeito da falta de seriedade do troféu com o globo dourado, mesmo com interesses corporativos reforçando o mito da sua suposta importância – nunca é demais lembrar que no máximo 90 votantes elegem os 25 vencedores. A relevância do prêmio é alimentada pela rede NBC, que assumiu sua transmissão após perder o Oscar para a ABC em 1976, e pelos estúdios de cinema, que inflam o significado do prêmio para impulsionar filmes recém-lançados. É o caso de “1917”, que só vai chegar aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Podem apostar: o filme vai ganhar um novo pôster com seus dois Globos de Ouro em destaque. O próprio Sam Mendes apontou, ao receber o troféu de Melhor Filme, que o reconhecimento ajudaria a levar mais público para ver seu filme no cinema. E isso realmente é verdade. O Globo de Ouro não é um premiação da indústria de entretenimento americana, como o Oscar, mas sua transmissão televisiva é uma forte ferramenta de divulgação, que inclui um verniz de prestígio embalado e marketado por Hollywood. Pela falta de solenidade, o Globo de Ouro é também a cerimônia em que os vencedores jogam as regras para cima, dando discursos muito mais longos que o combinado, repletos de palavrões e também mais politizados – o que torna o Oscar monótono, em comparação. Um exemplo típico foi representado por Joaquin Phoenix, ao receber seu troféu de atuação por “Coringa”. Metade de seu agradecimento foi censurada, com corte de som, tornando-se mais desconexo do que o habitual. Mas outros discursos desafiaram limites de duração para ressoar de forma integral, cortados apenas por aplausos efusivos. Ao agradecer sua vitória como Melhor Atriz de Minissérie, por “Fosse/Verdon”, Michelle Williams fez um verdadeiro manifesto, frisando a palavra choice (escolha), um dos slogans da luta feminista por direitos como contracepção e aborto. “Quando você coloca isso [troféu] nas mãos de uma pessoa, reconhece as escolhas que ela fez como ator. Momento a momento, cena a cena, dia a dia”, ela começou. “Mas você também reconhece as escolhas que ela faz como pessoa. A educação que ela busca, o treinamento que procura, as horas que dedica. Sou grata pelo reconhecimento das escolhas que fiz e também por viver em um momento em nossa sociedade em que essa escolha existe, porque, como mulheres e meninas, coisas podem acontecer aos nossos corpos”, ela continuou. “Eu não teria sido capaz de fazer meu papel sem empregar meu direito de escolher como uma mulher”, acrescentou. “Escolher quando ter meus filhos e com quem. Quando me sentir apoiada e capaz de equilibrar nossas vidas, sabendo, como todas as mães sabem, que a balança deve se inclinar para nossos filhos”. A atriz acrescentou que suas escolhas podem ser diferentes das dos espectadores. “Mas graças a Deus, ou a quem você ora, que vivemos em um país fundado no princípio de que eu sou livre para viver pela minha fé e você é livre para viver pela sua”, disse ela. “Então, mulheres, de 18 a 118 anos, quando for a hora de votar, faça-o por seu próprio interesse. É o que os homens fazem há anos, e é por isso que o mundo se parece tanto com eles”, continuou ela. “Não esqueçam que somos o maior gênero de eleitores neste país. Vamos fazer com que ele se pareça mais com a gente”. Com esse texto vigoroso, Michelle Williams mostrou quão sem graça e ultrapassado se tornou Ricky Gervais, o apresentador da noite, que em seu monólogo inicial também soltou uma palavrão, mas para condenar discursos politizados no evento. De fato, Gervais desafinou completamente do tom da premiação, que já tinha embutido politização na escolha de uma de suas homenageadas, Ellen DeGeneres, cujo pioneirismo em se assumir gay na televisão americana, durante os anos 1990, abriu caminho para um mundo muito mais tolerante. Alguém poderia dizer até que abriu caminho para o século 21, mas, infelizmente, num outro país, piadas sobre homossexualidade ainda geram coquetéis molotov de militantes fascistas. Algumas marcas do próprio Globo de Ouro merecem ser citadas antes da lista dos vencedores. Com sua vitória por “The Farewell”, Awkwafina se tornou a primeira atriz asiática premiada pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. A islandesa Hildur Guðnadóttir também fez história ao conquistar o troféu de Melhor Trilha Sonora por “Coringa”, virando a primeira mulher a vencer o prêmio sozinha desde que ele foi criado – até então, apenas outra compositora tinha ficado com a estatueta, Lisa Gerrard, que dividiu a honra com Hans Zimmer por “Gladiador”, há 20 anos. Também chamou atenção o fiasco da Netflix. Estúdio com maior quantidade de indicações – 34, somadas entre filmes e séries – , a plataforma só venceu dois prêmios, ambos de interpretação. As performances de Olivia Colman, Melhor Atriz em Série Dramática, por “The Crown”, e de Laura Dern, Melhor Atriz Coadjuvante de cinema, por “História de um Casamento”, impediu um desastre maior – como, por exemplo, o desempenho de “O Irlandês”, grande aposta da empresa, premiada zero vezes. A sensação deve ter sido ainda mais amarga nas categorias televisivas, onde a plataforma ficou atrás da HBO e de seus rivais de streaming, Amazon e Hulu. Graças a “Chernobyl” e “Succession”, a HBO liderou a relação de séries, com quatro troféus. Amazon e Hulu aparecem em seguida com dois troféus cada, enquanto Showtime e FX empataram com a Netflix com um Globo de Ouro televisivo. Confira abaixo a lista completa dos premiados. CINEMA Melhor Filme de Drama “1917” Melhor Ator de Drama Joaquin Phoenix, “Coringa” Melhor Atriz de Drama Renee Zellweger, “Judy” Melhor Filme de Comédia ou Musical “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Ator de Comédia ou Musical Taron Egerton, “Rocketman” Melhor Atriz de Comédia ou Musical Awkwafina, “The Farewell” Melhor Diretor Sam Mendes, “1917” Melhor Ator Coadjuvante Brad Pitt, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Atriz Coadjuvante Laura Dern, “História de um Casamento” Melhor Animação “Link Perdido” Melhor Filme Estrangeiro “Parasita” Melhor Roteiro Quentin Tarantino, “Era Uma Vez em Hollywood” Melhor Trilha Sonora “Coringa”, Hildur Gudnadóttir Melhor Canção “I’m Gonna Love Me Again”, de “Rocketman” TELEVISÃO Melhor Série de Drama “Succession” (HBO) Melhor Série de Comédia “Fleabag” (Amazon) Minissérie ou Telefilme “Chernobyl” (HBO) Melhor Ator de Drama Brian Cox, “Succession” (HBO) Melhor Atriz de Drama Olivia Colman, “The Crown” (Netflix) Melhor Ator de Comédia ​Ramy Yousef, “Ramy” (Hulu) Melhor Atriz de Comédia ​Phoebe Waller-Bridge, “Fleabag” (Amazon) ​​Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Russell Crowe, “The Loudest Voice” (Showtime) Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Michelle Williams, “Fosse/Verdon” (FX) Melhor Ator Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Stellan Skarsgård, “Chernobyl” (HBO) Melhor Atriz Coadjuvante de Série, Minissérie ou Telefilme Patricia Arquette, “The Act” (Hulu)

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    Jeffrey Dean Morgan posta foto com a máscara do Comediante e sugere retorno a Watchmen

    1 de janeiro de 2020 /

    O ator Jeffrey Dean Morgan postou uma foto em seu Twitter com a máscara do Comediante, personagem que ele interpretou na versão de cinema de “Watchmen”, em 2009. Com tom de brincadeira, ele apareceu com a máscara sobre seus óculos, dizendo que ela tinha sido encontrada por seu filho Gus, mas sugeriu um “retorno mascarado em 2020”. “Gus encontrou a máscara. Ainda serve como uma luva. E parece ainda maior com meus óculos bifocais. Um brinde para um retorno mascarado em 2020”, escreveu. “Watchmen” virou uma série de sucesso da HBO e poderia incluir Morgan em alguma cena de flashback da 2ª temporada, que ainda não foi confirmada. O showrunner Damon Lindelof afirmou que estava tirando um tempo para descobrir se encontrava uma boa ideia para continuar a história. Morgan, de todo modo, faz parte atualmente do elenco de “The Walking Dead”, na qual vive Negan. Ele poderá ser visto novamente nesse papel a partir de 23 de fevereiro, quando a Fox começa a exibir a segunda metade da 10ª temporada da série de zumbis. Gus found the comedian mask. Still fits like a glove. And looks extra extra with my badass bifocals. Here’s to a masked comeback in 2020. pic.twitter.com/Df7WHuaNnN — Jeffrey Dean Morgan (@JDMorgan) December 31, 2019

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    Chernobyl: Sobrevivente do desastre nuclear diz que sua vida virou inferno após a série

    24 de dezembro de 2019 /

    A russa Lyudmilla Ignatenko, sobrevivente do desastre nuclear de Chernobyl, disse que sua vida virou um inferno após ter sido retrata na série da HBO. O drama de Ignatenko foi um dos mais tristes de “Chernobyl”. Ela era a mulher do bombeiro Vasily Ignatenko, que, após visitá-lo grávida no hospital em que ele recebia tratamento por encenamento radioativo em 1986, acabou perdendo seu bebê. Na produção, ela foi interpretada pela atriz irlandesa Jessie Buckley (“As Loucuras de Rose”). Em entrevista à rede BBC, Lyudmilla relatou que as pessoas se chocaram com sua história e passaram a atacá-la, dizendo “que eu matei meu bebê”. “Havia pessoas me perseguindo no meu apartamento. Chegou ao ponto em que os jornalistas batiam a porta com o pé e tentavam gravar entrevistas comigo.” “As pessoas ficavam perguntando por que eu estava ao lado do meu marido, sabendo que estava grávida na época. Mas me diga, como eu poderia deixá-lo? Eu pensei que meu bebê estivesse seguro dentro de mim. Não sabíamos nada sobre radiação naquele momento”, contou, relatando os fatos abordados pela série. Lyudmila reclamou da HBO e da Sky, coprodutoras da atração, pela forma como foi retratada. “Acho que a produtora se comportou muito mal por não me conhecer”, afirmou. “Houve um telefonema de Moscou. Eles disseram que estavam filmando na Letônia e em Kiev e queriam entrar em contato comigo, mas não conseguiram.’Gostaríamos de pagar US$ 3 mil’, disseram eles. Mas a série já estava gravada”. Ela contou que, quando perguntou para que era o dinheiro, lhe disseram: “Por você existir”. “Claro que pensei que era algum tipo de fraude”, declarou. A HBO e a Sky negaram as alegações de Lyudmila sobre seu contato com a produção em um comunicado. “Durante todo o processo de produção de ‘Chernobyl’, os produtores se comprometeram totalmente a descrever todos os eventos, incluindo a história de Lyudmila e Vasily Ignatenko, com a máxima sensibilidade”, diz a nota. “A equipe de produção, por meio de representantes locais, teve várias trocas com Lyudmila Ignatenko – antes, durante e depois das gravações – com o objetivo expresso de torná-la ciente do projeto e da descrição de suas experiências, conforme documentado anteriormente em várias contatos em primeira pessoa. Lyudmila também teve a oportunidade de participar do processo de contar a história e fornecer feedback. Em nenhum momento durante essas trocas, ela expressou que não queria que sua história ou a de seu marido, Vasily, fossem incluídas. Os cineastas fizeram todos os esforços para representar sua história e a de todos os afetados por essa tragédia com autenticidade e respeito”, conclui o texto oficial.

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    The Plot Against America: Minissérie da HBO divulga fotos com John Turturro e Winona Ryder

    22 de dezembro de 2019 /

    A HBO divulgou as primeiras fotos de “The Plot Against America”, que destacam o elenco da minissérie, formado por Winona Ryder (“Stranger Things”), John Turturro (“Transformers”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”). Trama de História Alternativa, a produção adapta o livro homônimo de 2004 do renomado autor Philip Roth (“Pastoral Americana”), lançado no Brasil como “Complô Contra a América”, e imagina o que aconteceria se o aviador Charles Lindbergh tivesse se candidatado a presidente e vencido Franklin D. Roosevelt em 1940. Lindbergh simpatizava com a filosofia nazista, manifestando-se contra a miscigenação racial e a “predominância” dos judeus nos EUA. A narrativa acompanha uma família judia de classe média, que mora em Nova Jersey. Ryder interpreta Evelyn, que não pode aproveitar sua juventude porque estava cuidando de sua mãe, gravemente doente. Quando um apoiador de Lindbergh se apaixona por ela, Evelyn fica dividida entre sua herança cultural e este novo amor. Tururro vive o apaixonado Lionel Bengelsdorf, que apesar de ser rabino apoia Lindbergh. Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) vive a irmã mais nova de Evelyn, uma dona de casa dedicada que vê seu mundo desmoronar com as tensões criadas pelo novo presidente, além de Morgan Spector (“Homeland”) como seu marido, Azhy Robertson (“Juliet, Nua e Crua”) e o estreante Caleb Malis como seus filhos, e Anthony Boyle (“Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”) no papel de um sobrinho rebelde. A minissérie é criação do premiado roteirista-produtor David Simon (criador de “A Escuta/The Wire” e “The Deuce”) em parceria com o ator-produtor-roteirista-diretor Edward Burns (criador de “Public Morals”). “The Plot Against America” tem estreia marcada para 16 de março.

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    Watchmen: Damon Lindelof já considera fazer a 2ª temporada

    17 de dezembro de 2019 /

    Anteriormente irredutível sobre seu plano de tratar “Watchmen” como uma minissérie completa, o produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) já considera a possibilidade de fazer uma 2ª temporada. Em entrevista para a revista Variety, ele ponderou que tudo vai depender de ter uma boa ideia para continuar a história. Ele vai, inclusive, tirar um período para refrescar a cabeça, aproveitando que a produção acabou – com recorde de audiência na HBO – , para pensar sobre o poderia acrescentar a esse universo. “O que quero dizer é que vou esticar minha antena para ver se ela capta alguma coisa. Se não captar nada em um período de tempo razoável – talvez até março – , então acho que passamos à outra pergunta. Se não eu, quem poderia fazer mais?”, ele explicou. E foi além. “Eu realmente concordo com a HBO que essa deve ser uma série contínua. Talvez continue daqui a um ano ou dois, talvez continue depois de quatro anos ou o que for, mas eu também quero ver mais ‘Watchmen'”. Lindelof diz que vê “Watchmen” como “Fargo” e “True Detective”. “São eram programas de antologia, em que cada temporada tem a aparência de uma minissérie, com começo, meio e fim, que permite que as temporadas subseqüentes apresentem personagens totalmente diferentes, ou até se passem em períodos de tempo completamente diferentes. É por isso que acho que a HBO está chamando de uma série contínua. Eu não disse a eles: ‘Gente, serão nove episódios, e será como ‘Chernobyl’, e então devemos abandoná-la’. Ele é honesto ao dizer que a sequência vai envolver uma negociação, de onde se deduz que provavelmente vai pedir mais dinheiro, agora que o sucesso da produção foi comprovado. “São conversas pessoais e privadas que ainda precisam acontecer entre a HBO e eu. Meu palpite é que algumas dessas conversas começarão a acontecer nesta semana e provavelmente não as compartilharei com a imprensa”. E se não fizer uma nova temporada? Ele diz que adoraria simplesmente escrever para algum showrunner que admira, como Donald Glover, Sam Esmail ou Jill Solloway, porque “meio que sinto que, para a próxima fase da minha narrativa, eu preciso voltar um pouco para a escola”. Por isso, gostaria de aprender mais sobre como comandar uma série com as pessoas que fazem produções que ele admira – e Lindelof cita, nominalmente, “Atlanta”, “Mr. Robot” e “Transparent”.

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    Final de Watchmen bate recorde de audiência da série

    17 de dezembro de 2019 /

    O final de “Watchmen”, exibido na noite de domingo (15/12) nos Estados Unidos, bateu o recorde de audiência da série nos Estados Unidos. Ao todo, 1,6 milhão de espectadores sintonizaram a HBO para assistir ao desfecho da, por enquanto, minissérie, um crescimento de 17% em relação à estreia, exibido em 20 de outubro. O número, porém, explode quando se considera a audiência online, incluindo os assinantes do serviço HBOGo. “Watchmen” chegou ao fim com uma média de 7 milhões de espectadores por episódio em todas as temporadas, tornando-se a série nova mais assistida da HBO desde “Big Little Lies”, de 2017. Concebida pelo produtor-roteirista Damon Lindelof (criador de “Lost” e “The Leftovers”) como minissérie, “Watchmen” também encerrou sua trama, embora tenha deixado ganchos para uma continuação. Lindelof, porém, diz que a série poderia ganhar 2ª temporada – lançando seu próprio gancho negociar aumento salarial.

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    Curb Your Enthusiasm: Trailer da 10ª temporada mostra participação de Jon Hamm

    12 de dezembro de 2019 /

    A HBO divulgou o pôster e o trailer completo da 10ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”, que revelam a data de estreia da atração. A prévia também apresenta diversas participações especiais. Entre os convidados dos novos episódios, destacam-se Jon Hamm (“Mad Men”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Jane Krakowski (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) e Fred Armisen (“Saturday Night Live”). E a estreia foi marcada para 19 de janeiro. Os fãs de “Curb Your Enthusiasm” estavam esperando essa definição faz tempo. A 9ª temporada foi ao ar há dois anos, completados em 3 de dezembro, e a anterior demorou ainda mais, cinco anos para ser exibida. Cultuadíssima, a produção foi premiada com o Globo de Ouro em 2003 e acompanha Larry David no papel de si mesmo, vivendo as misérias e fatos sem sentido de sua vida cotidiana. Co-criador da série “Seinfeld”, David também conseguiu reunir o elenco original da atração estrelada por Jerry Seinfeld na 7ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”, que serviu como um reencontro e matou as saudades dos fãs da comédia clássica. Infelizmente, a produção vai voltar sem um integrante importante em seu elenco. O ator Bob Einstein, que interpretava Marty Funkhouser, o melhor amigo de David na série, faleceu em janeiro passado.

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    Rodrigo Santoro é capa do suplemento fashion do New York Post

    12 de dezembro de 2019 /

    O ator Rodrigo Santoro compartilhou em seu Instagram fotos da reportagem de capa da Alexa, suplemento fashion do jornal norte-americano New York Post. A matéria é uma entrevista sobre o trabalho do brasileiro na 3ª temporada de “Westworld”, que ainda não tem previsão de estreia, e “Reprisal”, que estreou na semana passada na plataforma Hulu. O texto usa o apelido “Brad Pitt do Brasil” para falar do ator, além de citar sua mulher, a modelo e atriz Mel Fronckowiak, e a filha do casal, Nina, de 2 anos. Também pincela sua carreira internacional, citando seu começo sem falar inglês e a participação na comédia britânica “Simplesmente Amor”, de 2003, que o colocou no mapa, até o sucesso que ele fez durante a recente New York Comic Con. “Estou tendo o momento da minha vida”, comemorou Santoro sobre a atual popularidade. Mas a rotina, diz ele, anda puxada. “Tem sido desafiador, porque os papéis são muito diferentes. Eu preciso ir para Los Angeles por uma semana, e então voo de volta e pulo em ‘Reprisal'”, contou sobre a série da Hulu, que foi gravada na Carolina do Norte. A frondosa barba que Santoro ostenta na capa é parte de sua personificação de Joel, seu personagem em “Reprisal”. Ela foi cultivada por três meses e o ator está louco para se livrar dela. “A barba no calor é… suada. É muito úmido na Carolina do Norte, e nós filmamos durante todo o verão. Meu Deus, Joel sua muito, e isso se tornou parte do personagem. Aquele suor que você vê na tela é real”, finaliza. Criada por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”, série da plataforma Sony Crackle), “Reprisal” é descrita como uma “história de vingança hiper-cinética”, ou, na definição de Santoro, “um acidente de carro com Quentin Tarantino e David Lynch”. A trama gira em torno da personagem de Abigail Spencer (de “Timeless”), uma femme fatale que é atacada e deixada para morrer. Mas sobrevive e busca vingança contra a gangue responsável pela violência. Santoro interpreta Joel Kelly, um membro antigo da gangue The Banished Brawlers, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e sua luta agora é para manter a paz. O papel não impede que Santoro retorne a “Westworld”, onde vive o pistoleiro Hector Escaton. Apesar de o personagem (alerta de spoiler) ter sido morto na batalha do final da 2ª temporada do programa da HBO, ele foi visto nos trailers do terceiro ano da produção. “Não posso falar sobre ‘Westworld’ ou eles…”, diz Santoro, completando a frase com um gesto de cabeça cortada. Ele também poderá ser visto em 2020 num filme da Netflix, ao lado de Joseph Gordon-Levitt e Jamie Foxx. “E só posso dizer que a filmagem foi muito divertida”, resumiu. Ver essa foto no Instagram Thank you, @alexa_nypost, for this article. Had a great time sharing my experiences with you. . Obrigado, @alexa_nypost, por este artigo. Adorei compartilhar minhas experiências com vocês. Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 11 de Dez, 2019 às 1:30 PST

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    The New Pope: Trailer traz John Malkovich e Jude Law em batalha papal

    10 de dezembro de 2019 /

    A HBO divulgou um novo trailer de “The New Pope”, que introduz uma batalha papal, entre o novo papa vaidoso vivido por John Malkovich (“Bird Box”) e o papa jovem interpretado por Jude Law (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”), que volta milagrosamente à vida após entrar num coma que se supunha irreversível. A reviravolta faz com que o Vaticano tenha dois papas simultâneos, situação nunca vista anteriormente, originando uma luta pelo poder. Por curiosidade, a premissa serve como uma antítese completa da história afetuosa de “Dois Papas”, filme de Fernando Meirelles disponibilizado pela Netflix. “The New Pope” é continuação de “The Young Pope”, protagonizada por Law em 2016, e também foi criada e dirigida pelo cineasta italiano Paolo Sorrentino (“A Grande Beleza”). Com nove episódios, a nova série será lançada em 13 de janeiro.

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  • Série

    Watchmen: Maquiagem de Dr. Manhattan ganha close nas redes sociais

    9 de dezembro de 2019 /

    O ator Yahya Abdul-Mateen II, que viveu o vilão Raia Negra em “Aquaman”, compartilhou nas redes sociais uma foto bem detalhada de sua maquiagem como Dr. Manhattan em “Watchmen”. O intérprete do personagem, assim como o visual, vinha sendo mantido em segredo pelos produtores até a exibição do episódio de domingo passado (8/12), o penúltimo da série (ou da temporada). Criada por Damon Lindelof (“The Leftovers”), a série se passa 30 anos após os acontecimentos vistos nos quadrinhos dos anos 1980 e no filme de 2009, em uma realidade em que os vigilantes são tratados como vilões e a polícia usa uniformes de super-heróis. Uma das personagens principais é Angela Abar/Sister Night (Regina King), que começa a descobrir uma grande rede de intrigas e segredos envolvendo a polícia e um grupo extremista chamado de Sétima Kavalaria. “Watchmen” é transmitida todos os domingos pela HBO, às 23h, e também tem seus episódios disponibilizados no aplicativo HBO Go. O último episódio, intitulado “Se How They Fly”, vai ao ar no dia 15 de dezembro. E a sinopse diz que “tudo vai acabar. Desta vez, de verdade”. Tonight was CRAZY!!! One more episode to go!! #WatchmenHBO pic.twitter.com/dCJGlVH79k — Yahya Abdul-Mateen 2 (@yahya) December 9, 2019

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    Curb Your Enthusiasm: Larry David arranja confusão até na espera da 10ª temporada

    9 de dezembro de 2019 /

    A HBO divulgou o segundo teaser da 10ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”, que traz o criador e protagonista Larry David arranjando nova confusão. O vídeo registra como ele resolve sentar na sala de espera de um médico, sem ter consulta marcada ou interesse em ser atendido, com o argumento de que precisava de um lugar para ficar esperando algo por um tempo. Interpretada por Rebecca Romjin (“Star TreK: Discovery”), a recepcionista do consultório fica impressionada com a cara de pau. “Você só está usando a sala de espera…”, ela tenta entender. “Para esperar!”, ele emenda, concluindo. Os fãs de “Curb Your Enthusiasm” também estão esperando faz tempo. A 9ª temporada foi ao ar há dois anos, completados na terça (3/12), e a anterior demorou ainda mais, cinco anos para ser exibida. Cultuadíssima, a produção foi premiada com o Globo de Ouro em 2003 e acompanha Larry David no papel de si mesmo, vivendo as misérias e fatos sem sentido de sua vida cotidiana. Co-criador da série “Seinfeld”, David também conseguiu reunir o elenco original da atração estrelada por Jerry Seinfeld na 7ª temporada de “Curb Your Enthusiasm”, que serviu como um reencontro e matou as saudades dos fãs da comédia clássica. Infelizmente, a produção vai voltar em janeiro sem um integrante importante em seu elenco. O ator Bob Einstein, que interpretava Marty Funkhouser, o melhor amigo de David na série, faleceu em janeiro passado.

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    The Outsider: Novo trailer da adaptação de Stephen King capricha na tensão

    9 de dezembro de 2019 /

    A HBO divulgou o pôster e um novo trailer legendado de “The Outsider”, minissérie baseada no livro mais recente (da fonte inesgotável) de Stephen King. A prévia é extremamente tensa. Começa como uma investigação criminal comum, mas logo as pistas começam a entrar em contradição e apontar para o impossível. Publicado no Brasil em junho como “Outsider” (sem o “The”), o livro foi adaptado por Richard Price (criador de “The Night of”) e gira em torno da investigação do assassinato de um menino 11 anos, encontrado morto num parque. Testemunhas e impressões digitais apontam como principal suspeito uma das figuras mais conhecidas da cidade – o treinador da Liga Infantil de beisebol, que também é professor, casado e pai de duas filhas. Entretanto, ele tem um álibi que o coloca bem longe da cena do crime no momento do assassinato. Conforme a investigação policial avança, mais situações inexplicáveis começam a aparecer. É quando entra em cena uma detetive diferente, especializada no paranormal. O elenco destaca Ben Mendelsohn (“Rogue One”) como o detetive policial, Jason Bateman (“A Noite do Jogo”) como o principal suspeito e Cynthia Erivo (“As Viúvas”) como a investigadora paranormal, além de Bill Camp (“Coringa”), Mare Winningham (“American Horror Story”), Paddy Considine (“A Morte de Stalin”), Julianne Nicholson (“Àlbum de Família”), Summer Fontana (“The Originals”), Derek Cecil (“House of Cards”), Michael Esper (“Trust”), Max Beesley (“Mad Dogs”) e Marc Menchaca (“Ozark”). Além de estrelar, Jason Bateman também dirigiu os dois primeiros episódios da série, que serão exibidos simultaneamente no dia 12 de janeiro.

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