Titãs: Atriz deficiente viverá Barbara Gordon na nova temporada
A produção da série “Titãs” oficializou a intérprete de Barbara Gordon, a Batgirl original, nos episódios da 3ª temporada da atração, que agora será exibida na plataforma HBO Max. Em uma postagem em seu Instagram, a atriz e cantora Savannah Welch finalmente pôde se dizer “honrada” por ter sido escolhida para viver a personagem icônica. Em 15 anos de carreira, ela já apareceu em filmes como “A Árvore da Vida” (2011) e “Boyhood: Da Infância à Juventude” (2014), além da série “Six” (em 2018), mas o papel será seu maior trabalho, além de representar uma segunda chance em sua carreira. Um detalhe da escalação de Welch sugere a forma como Barbara será retratada. A atriz sofreu um acidente em 2016 e precisou amputar uma das pernas, o que interrompeu sua ascensão. Nos quadrinhos, Barbara teve uma longa fase como cadeirante. Ela chegou a aposentar o uniforme de Batgirl quando se viu confinada em uma cadeira de rodas após um ataque do Coringa. Mas superou a restrição especializando-se em informática e virando a Oráculo, fonte de informações cruciais para Batman, além de formar seu próprio grupo de vigilantes femininas, as Aves de Rapina, transformando Canário Negro e Caçadora em suas “pernas”. Welch começou a treinar para lutar numa cadeira de rodas em novembro passado. Sem revelar qual era o trabalho, ela postou um vídeo de seus ensaios com bastão no Instagram, comentando: “Sempre sonhei em treinar para cenas de ação quando tinha as duas pernas, mas em mais de 15 anos de atuação, nunca tive a chance… até agora. Acontece que ‘corpo capaz’ é um termo que podemos redefinir como acharmos adequado”. Veja abaixo. Apesar de registrar a fase cadeirante, a série vai mostrar um desenvolvimento diferente para a personagem. A filha do Comissário Gordon aparecerá no antigo posto do pai, comandando o Departamento de Polícia de Gotham City. Já outra característica importante da evolução da personagem nos quadrinhos foi mantida. A nova versão televisiva de Barbara teve, no passado, um relacionamento amoroso com Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin/Asa Noturna, que deve gerar faíscas quando os dois se reencontrarem na nova temporada. Este relacionamento existiu nos quadrinhos e os dois até hoje esquentam o clima quando se encontram nas publicações da DC Comics. Savannah Welch será a quarta intérprete de Barbara Gordon nas telas. A personagem surgiu em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada. Yvonne Craig não só foi a primeira intérprete como também modelo físico para a heroína, que foi integrada aos quadrinhos simultaneamente à sua estreia na série. Apesar de ter se tornado uma das mais populares heroínas da DC Comics, ela só voltou a ganhar carne e osso 30 anos depois, quando Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). Finalmente, em 2002, a versão Oráculo de Barbara Gordon estreou na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer. A 3ª temporada de “Titãs” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Savannah Rose Welch (@savannahwelch) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Savannah Rose Welch (@savannahwelch)
Zack Snyder diz que nova Liga da Justiça será filme de 4 horas
Nas primeiras entrevistas sobre a nova versão de “Liga da Justiça”, após a oficialização do projeto, Zack Snyder disse que o conteúdo poderia ser uma minissérie. Durante o evento DC FanDome, ele anunciou que o lançamento chegaria à plataforma HBO Max com quatro episódios com uma hora de duração cada. Entretanto, ele parece ter mudado de ideia. Em resposta a um fã na rede social Vero, o cineasta afirmou que sua reedição de “Liga da Justiça” será um filme com 4h de duração. “Quatro horas sólidas”, ele escreveu, quando perguntado se a produção seria um longa-metragem desta duração. Vale observar que a resposta curta pode ser apenas um mal-entendido, pois a questão surgiu em meio a outra discussão, a respeito da possibilidade da Warner exibir o conteúdo no cinema. Snyder afirmou que sim. E considerando que o diretor restaurou o formado de IMAX da produção original, o circuito das telas gigantes parece ser o caminho mais natural para a projeção cinematográfica. Além disso, Snyder confirmou que o filme não terá uma cena pós-créditos e que a estreia deve acontecer em março. O filme vai restaurar as cenas filmadas por Snyder e que foram abandonadas quando Joss Whedon assumiu o comando do longa nas refilmagens, aproveitando que o diretor original pediu para se afastar após uma tragédia pessoal. Segundo o cineasta, 80% das imagens nunca foram vistas pelo público.
Na Mira do Perigo: Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias nos EUA
“Na Mira do Perigo” (The Marksman), novo thriller de ação de Liam Neeson, liderou a bilheteria do fim de semana na América do Norte, onde 60% de todos os cinemas estão fechados. A produção da Open Road, que tem estreia marcada para 18 de fevereiro no Brasil, foi o segundo filme de Neeson lançado durante a pandemia. O anterior, “Legado Explosivo”, também abriu em 1º lugar em outubro passado. Curiosamente, ambos foram rejeitados pela crítica. “Na Mira do Perigo” conquistou apenas 33% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. O chefe da Open Road, Tom Ortenberg, comemorou os US$ 3,2 milhões arrecadados pelo longa entre sexta e domingo (17/1), dizendo em comunicado que “é uma verdade universal que mesmo em um mercado deprimido existem oportunidades”. “Como ‘Legado Explosivo’, ‘Na Mira do Perigo’ preencheu uma lacuna no mercado. São distribuidores de médio porte como nós que conseguem preencher o vazio e atender às necessidades. Há uma grande sede de produto entre os consumidores e a oportunidade está aí. A competição é leve e podemos comercializar e distribuir filmes por menos dinheiro”. A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal/DreamWorks Animation, ficou com o 2º lugar, somando mais US$ 2 milhões para atingir US$ 40,1 milhões após oito fins de semana em cartaz. O desempenho é considerado um sucesso não apenas devido à pandemia, mas principalmente porque o filme já está disponível em PVOD (locação digital premium) nos EUA há quatro semanas. A boa arrecadação de “Os Croods 2” é, na verdade, mundial. Antes mesmo de estrear no Brasil, o desenho já somou US$ 134,8 milhões em todo o mundo. O lançamento nacional só vai acontecer em 25 de março. O Top 3 norte-americano provavelmente se completa com “Mulher-Maravilha 1984”, mas os valores dos ingressos vendidos ainda não foram divulgados pela Warner. O site Box Office Mojo especula que o filme tenha arrecadado US$ 1,9 milhão no fim de semana, elevando seu montante para US$ 36 milhões nos EUA e Canadá desde seu lançamento em 25 de dezembro. Em todo mundo, seriam US$ 135 milhões, bem menos que os cerca de US$ 200 milhões gastos na filmagem. Mas a Warner já anunciou uma continuação, dizendo-se feliz com o resultado do lançamento simultâneo em streaming. A heroína da DC Comics atraiu muitos assinantes novos para a HBO Max, mas esses números também estão sendo mantidos em segredo pela empresa.
Comercial da HBO Max torna filmes inéditos da Warner em atrações de streaming
A HBO Max divulgou um novo comercial, para atrair assinantes para a plataforma, que celebra a programação completa de filmes da Warner Bros. em 2021 como títulos que irá lançar em streaming, simultaneamente aos cinemas nos EUA – e em outros países em que começará a operar neste ano. A decisão polêmica da WarnerMedia azedou as relações do estúdio com os profissionais de cinema e vai cobrar um preço muito maior que os executivos da empresa imaginavam. Neste momento, a Warner realiza reuniões atrás de reuniões com os produtores dos filmes afetados, que não foram avisados antecipadamente sobre esta estratégia. E vai precisar compensar financeiramente todos os parceiros que possuem cláusulas de divisão de lucro de bilheterias pela iniciativa unilateral. Cineastas como Christopher Nolan e M. Night Shyamalan já falaram mal do estúdio publicamente. Nolan chegou a batizar a HBO Max de “pior serviço de streaming” do mundo e sugerir que a Warner traiu o cinema. Mas os cinemas estão inviabilizados pela pandemia de coronavírus. A Warner teria avaliado que 2021 será igual ou pior que 2020, com mais salas fechadas e bilheterias irrisórias. Diante da decisão de adiar tudo para 2022 ou lançar em streaming, optou pela segunda opção e manteve aberta a possibilidade de exibir os filmes nos cinemas que estiverem funcionando. Alguns filmes são caríssimos, como demonstram as primeiras cenas de “Godzilla vs. Kong” e as imagens inéditas de “O Esquadrão Suicida” exibidas no comercial. A lista também inclui “Duna”, “Mortal Kombat” e até “Matrix 4”, num total de 17 títulos previstos para 2021. “Estamos vivendo em uma época sem precedentes que exige soluções criativas, incluindo esta nova iniciativa para a Warner Bros. Pictures Group”, disse a presidente da WarnerMedia Studios, Ann Sarnoff, em comunicado. “Ninguém deseja mais que nós que os filmes voltem às telas grandes. Sabemos que conteúdo inédito é a força vital da exibição cinematográfica, mas temos que equilibrar isso com a realidade de que a maioria dos cinemas nos Estados Unidos provavelmente operará com capacidade reduzida ao longo de 2021. Com esse plano exclusivo de um ano, podemos apoiar nossos parceiros de exibição com um fluxo constante de filmes de nível mundial, ao mesmo tempo que damos aos espectadores, que podem não ter acesso aos cinemas ou não estão prontos para voltar ao cinema, a chance de ver nossos incríveis filmes de 2021.” A WarnerMedia tem planos de expandir o alcance da HBO Max para a América Latina (e o Brasil) já no começo de 2021, de modo que muitos dos 17 títulos de cinema previstos para 2021 também poderão ser vistos simultaneamente em streaming no país.
James Gunn revela começo das gravações da série do Pacificador
O diretor James Gunn, de “Os Guardiões da Galáxia”, anunciou em seu Twitter que começou a gravar a série do Pacificador, derivada de seu vindouro filme do Esquadrão Suicida. No post, o cineasta lembrou que começou a escrever o roteiro do programa de brincadeira, como uma forma de se divertir enquanto trabalhava na edição do filme da DC Comics e no script de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” para a Marvel. O primeiro dia de gravação foi na sexta (15/1). Desenvolvida para a plataforma HBO Max, “Peacemaker” será estrelada por John Cena (“Bumblebee”), intérprete do vilão Pacificador no filme “O Esquadrão Suicida”. Produzido por Gunn, Cena e Peter Safran (produtor de “Aquaman”), a atração irá explorar a origem do Pacificador, embora o cineasta aponte que isso não a torna automaticamente um prólogo de “O Esquadrão Suicida”. A série também pode apresentar aparições de outros membros da Força Tarefa X (mais conhecida como Esquadrão Suicida) e tem confirmada a presença do anti-herói Vigilante, que será vivido por Freddie Stroma (“Bridgerton”). O elenco também contará com Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Christopher Heyerdahl (“Van Helsing”), Chukwudi Iwuji (“Cidade Pássaro”), Lochlyn Munro (“Riverdale”), Annie Chang (“Shades of Blue”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”) e Steve Agee (também de “Brightburn”). Os dois últimos aparecerão em “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Com oito episódios, a atração ainda não recebeu uma data de estreia na HBO Max. 5 months ago, while quarantining, I started writing a TV series, mostly for fun, in-between Guardians drafts & cutting #TheSuicideSquad. I wrote the 1st season of #Peacemaker in 8 weeks. & now, here I am, on the 1st day of shooting. Life is surreal. Let’s go (& go safely!) ❤️☮️🕊 pic.twitter.com/dAyAJmwYVB — James Gunn (@JamesGunn) January 15, 2021
Novo filme de Mortal Kombat ganha primeiras fotos
A Warner divulgou as primeiras fotos oficiais de “Mortal Kombat”, reboot cinematográfico da franquia de games. São ao todo nove fotos, que destacam o elenco principal: atores sem trajetória de blockbusters como Ludi Lin (“Power Rangers”), Mehcad Brooks (“Supergirl”), Sisi Stringer (“Colheira Maldita”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Josh Lawson (“House of Lies”), Jessica McNamee (“Megatubarão”), Max Huang (“Operação Zodíaco”), Chin Han (“Marco Polo”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Joe Taslim (“Warrior”) e Lewis Tan (“Into the Badlands”). A produção está a cargo de James Wan (diretor de “Invocação do Mal” e “Aquaman”), que contratou o pouco experiente Simon McQuoid para dirigir o longa, a partir de um roteiro desenvolvido por Dave Callaham (“Os Mercenários”) e Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”). A franquia já rendeu dois filmes nos anos 1990. O primeiro foi dirigido por Paul W.S. Anderson (franquia “Resident Evil”) em 1995 e é considerada a primeira adaptação bem-sucedida de um videogame. A sequência, “Mortal Kombat: Aniquilação” (1997), ficou a cargo de John R. Leonetti, que por coincidência trabalhou com James Wan como diretor de fotografia de “Invocação do Mal” (2013). Mas o filme foi um fracasso. Depois disso, veio uma série de TV, “Mortal Kombat: Conquest”, com apenas uma temporada em 1998, e a série de streaming de Kevin Tancharoen, “Mortal Kombat: Legacy”, que durou duas temporadas em 2011 e 2012. Antes marcado para janeiro, o filme chegou a sair do calendário, antes de ressurgir com nova data de lançamento, após mudança de estratégia da Warner para enfrentar a pandemia. O novo “Mortal Kombat” vai chegar simultaneamente aos cinemas e na HBO Max em 16 de abril nos EUA. No Brasil, o lançamento está marcado para um dia antes, em 15 de abril – por enquanto, apenas nos cinemas.
Godzilla vs Kong tem estreia antecipada para março
Com a definição da estratégia de lançar seus filmes de 2021 simultaneamente no cinema e na HBO Max, a Warner decidiu mexer em seu calendário novamente para antecipar a estreia de “Godzilla vs. Kong”. O filme já está pronto. Deveria ter estreado em maio passado, mas foi adiado em um ano devido à pandemia de coronavírus, para maio de 2021. Só que o estúdio tem um buraco em sua programação de março. A falta de previsão para um filme no período poderia afetar seus planos de atrair assinantes para a HBO Max com títulos de cinema. Assim, “Godzilla vs Kong” teve sua estreia adiantada para 26 de março de 2021 – e chegará aos cinemas no mesmo dia em que será disponibilizado na HBO Max, serviço disponível apenas nos EUA por enquanto. A antecipação também mostra uma reaproximação entre a Warner, distribuidora do filme, e a Legendary Pictures, produtora responsável pelo título, que vinha protestando contra a estratégia do estúdio de lançar todos os seus filmes de 2021 diretamente no streaming. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo filme juntará os dois gigantes principais desse universo compartilhado. Além da briga dos monstros, o filme vai acompanhar a agência Monarch em uma missão perigosa, que descobre pistas sobre a origem dos Titãs, além de uma conspiração dos humanos para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além do trio remanescente Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), que apareceram em “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
Diretor de Batman vai produzir série sci-fi tecnológica na HBO Max
A HBO Max encomendou uma nova série sci-fi intitulada “The Future”, que conta com produção de Matt Reeves, diretor da franquia “Planeta dos Macacos” e do vindouro filme de Batman. A atração é um drama tecnológico baseado no romance inédito de Dan Frey, “The Future Is Yours”, que será lançado em fevereiro nas livrarias americanas. A trama gira em torno de dois melhores amigos que inventaram o dispositivo tecnológico mais revolucionário da história da humanidade. Apesar de se passar no Vale do Silício atual, trata-se de uma sci-fi com questões prementes sobre nossa relação com a tecnologia, contadas por meio de um estilo multimídia inovador que, segundo o anúncio oficial, nunca foi visto na TV. O roteiro será escrito pelo próprio autor do romance e os episódios contarão com direção do cineasta Aneesh Chaganty. Ele tem experiência com “estilo multimídia inovador” após ter dirigido o suspense digital “Buscando…”. Reeves vai produzir a atração por meio de sua empresa, 6th & Idaho, que tem um rico contrato de desenvolvimento com a Warner Bros. TV. “The Future” também marca o segundo projeto da 6th & Idaho para a HBO Max. A outra produção é um spin-off do filme “Batman” centrado nos policiais do departamento de polícia de Gotham City.
Ator de The Blacklist será o Caçador de Marte na nova versão de Liga da Justiça
O ator Harry Lennix (o chefe do FBI da série “The Blacklist”), que apareceu em “Homem de Aço” (2012) e “Batman vs. Superman” (2015), vai virar um super-herói do universo cinematográfico da DC. Em entrevista ao site Collider, ele confirmou que será o Caçador de Marte na nova versão de Zack Snyder de “Liga da Justiça”. Na versão inicial de “Liga da Justiça”, seria revelado que o general Swanwick, personagem de Lennix, era um alter-ego do herói marciano, cujo nome real é J’onn J’onzz. A reviravolta, porém, nunca saiu do papel, especialmente com a substituição de Snyder nas refilmagens do projeto, e o fato do ator estar ocupado na ocasião com as gravações da série “The Blacklist”. Agora, com a segunda chance do diretor, o plano original foi retomado e Lennix viverá o Caçador de Marte na nova versão. Criado por Jack Miller e Joe Certa em 1955, J’onn J’onzz surgiu nos quadrinhos como um marciano teletransportado para a Terra e impedido de voltar para casa após a morte do cientista que o enviou. No novo lar, ele usava seus poderes – que iam de metamorfose a telecinese – para combater o crime, chegando a integrar a Liga da Justiça. Porém, após a “Crise nas Infinitas Terras”, J’onzz ganhou uma nova origem que o estabeleceu como o último sobrevivente de sua raça, abrigando-se em nosso mundo como um refugiado e usando seus poderes para combater o mal. A nova versão de “Liga da Justiça” será uma minissérie de quatro horas, disponibilizada na plataforma HBO Max. Segundo o diretor, a previsão de estreia é para março.
Estrelas de Sex and the City terão cachê milionário para retomar série
As protagonistas da série clássica “Sex and the City”, Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis, vão receber um cachê milionário para participar do revival da série. A revista americana Variety apurou que cada uma das protagonistas vai receber mais de US$ 1 milhão por episódio. Além de atuar, o trio principal também terá créditos como produtoras executivas da nova atração, que terá 10 episódios com exibição prevista para a plataforma de streaming HBO Max. Procurados para confirmar as cifras, representantes das três atrizes não responderam os pedidos da publicação. Mas a Variety não considerar os valores supreendentes, já que esse cachê virou referência para projetos de elenco cobiçado nos últimos anos. Nicole Kidman, Jeff Bridges e Reese Witherspoon, entre outros, estão entre os atores que fecharam contratos nesse valor para realizar séries na própria HBO, além da Netflix e Hulu. Intitulada “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original, a nova trama acompanhará as personagens Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. A produção deve começar a ser gravada em Nova York ainda no primeiro semestre de 2021.
Criador de Giri/Haji será responsável pela série de Batman na HBO Max
O roteirista britânico Joe Barton, criador da série “Giri/Haji” na Netflix, juntou-se à série derivada do novo longa de “Batman” como showrunner e produtor executivo, substituindo Terence Winter (“Boardwalk Empire”), que se afastou do projeto em novembro, alegando diferenças criativas com o diretor do filme, Matt Reeves. Desenvolvida para a plataforma HBO Max, a produção pretende acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. A ideia é inspirada nos quadrinhos de “Gotham Central”, criado pelos roteiristas Ed Brubaker e Greg Rucka. Ainda sem título definido, a série se passaria durante o “Ano Um” da carreira de Batman. Isto localiza a trama como um prólogo de “Batman”, que Reeves já disse ser ambientado durante o “Ano 2” do personagem-título. Ao anunciar o projeto em agosto passado, o diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da GCDP (departamento de polícia de Gotham). Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências ao herói. Dito isto, não está claro se as estrelas de “Batman”, Robert Pattinson (Batman/Bruce Wayne) e Jeffrey Wright (James Gordon), aparecerão no lançamento da HBO Max.
Continuação de Sex and the City é oficializada na HBO Max
“Sex and the City” está oficialmente voltando para a televisão. As estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), anunciaram no domingo (10/1) que voltarão numa minissérie na HBO Max, que se chamará “And Just Like That…”, frase bastante utilizada na série original. Veja o teaser oficial abaixo. A nova trama acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte enquanto elas navegam pela amizade em seus 50 anos. Já Samantha ficou de fora, porque a atriz Kim Cattrall se envolveu em brigas de bastidores com as colegas e tornou público seu desejo de deixar a franquia. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy durante seu tempo no ar – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. A trama acompanha quatro amigas que lidavam com a vida de solteiras em Nova York no final dos anos 1990, enquanto uma delas escrevia uma coluna sobre o assunto. Após o final, o quarteto original ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. O primeiro longa foi um sucesso de público e crítica. Já o segundo, basta dizer que implodiu os planos de uma trilogia. Michael Patrick King, que ganhou um Emmy por seu trabalho de direção da série e escreveu e dirigiu os dois filmes, também está de volta na produção executiva do projeto, que terá 10 episódios. Já Darren Star, criador da série original, que tem um rico contrato geral com a ViacomCBS, não está envolvido. Uma busca por um showrunner está atualmente em andamento, visando começar a produção no final da primavera (depois de março) em Nova York. “Eu cresci com essas personagens e mal posso esperar para ver como sua história evoluiu neste novo capítulo, com a honestidade, a pungência, o humor e a cidade amada que sempre as definiu”, disse Sarah Aubrey, diretora da originais na HBO Max, em comunicado. Há quem defenda que a série envelheceu muito mal, ficando datada ao apresentar uma visão comercial do empoderamento feminino com consumismo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SJP (@sarahjessicaparker)
Críticas negativas transformam Mulher-Maravilha 1984 em “tomate podre”
“Mulher-Maravilha 1984” perdeu um pouco mais de sua aprovação crítica, chegando a 59% no Rotten Tomatoes, principal termômetro da crítica, por agregar e pontuar resenhas de cinema em inglês. Apesar de ter sido inicialmente certificado como “Fresh” (ou fresco) com 88% de aprovação dos críticos, novas resenhas foram adicionadas após o lançamento norte-americano e a nota despencou, fazendo o filme perder o selo de aprovação. Pior que isso: com 59% o filme recebeu o selo de “tomate podre” – isto é, tornou-se desaprovado pela crítica. Essa mudança impressionante de nota também demonstra como o entusiasmo dos fanboys pode distorcer a percepção de um filme. Resenhistas de blogs geeks chegaram a manifestar elogios rasgados à produção, ao registrarem suas “primeiras impressões” no Twitter. Eles também foram os primeiros a publicar suas críticas, colocando a nota do filme lá em cima e influenciando até a imprensa oficial. Mas após um começo entusiasmado, houve uma queda inédita de cerca de 30% na avaliação, que transforma “Mulher-Maravilha 1984” num caso de estudo. Das 377 resenhas compiladas pelo site, 224 são positivas, enquanto 153 são negativas. Como parâmetro do comparação, o primeiro “Mulher-Maravilha”, de 2017, teve 93% de aprovação. Segundo avalia o próprio site, o consenso geral é que “’Mulher-Maravilha 1984′ luta com todo o excesso que acompanha uma sequência, mas ainda oferece um escapismo vibrante para satisfazer os fãs da franquia e da clássica personagem central”. Além de estar disponível nos cinemas, o filme também foi lançado simultaneamente na HBO Max para o público norte-americano.












