Lady Gaga vai cantar “Smelly Cat” no especial de “Friends”
O diretor e produtor de “Friends: The Reunion”, Ben Winston, revelou como vai acontecer a participação de Lady Gaga no especial de reencontro dos atores de “Friends”. A cantora vai participar de um momento icônico, ao fazer dueto com Lisa Kudrow na música “Smelly Cat”. A música desafinada e constrangedora marcou a trajetória de Phoebe Buffay, personagem da atriz, que tentava decolar como artista na série. Em entrevista à revista Variety, Winston explicou que Kudrow concordou em reviver a canção no especial, mas queria realizar um dueto com algum artista. Assim, ambos procuraram quem topasse, até confirmarem a presença de Lady Gaga. “Ambos concordamos que Gaga, se conseguíssemos, seria a melhor porque ela se identifica e se sente muito próxima da Phoebe de várias formas. A própria Gaga diz isso no especial. Foi um momento realmente lindo”, contou o diretor. “Friends: The Reunion” terá ainda participações de Justin Bieber e BTS, além de vários atores que apareceram ao longo dos dez anos de exibição original de “Friends”. Mas Winston já jogou água fria em que espera um número musical do grupo sul-coreano, dizendo que eles aparecem apenas para dizer como foram influenciados pela série. O especial estreia já na quinta (27/5) nos EUA, mas os fãs brasileiros precisarão esperar ainda mais um mês para assistir a reunião, que será disponibilizado com exclusividade pela plataforma HBO Max. A data de estreia da plataforma no Brasil foi revelada nesta quarta (26/5): marcada para o dia 29 de junho.
Apresentação da HBO Max revela cena hilária do especial inédito de “Friends”
A apresentação da HBO Max para o mercado latino, que aconteceu de forma virtual na manhã desta quarta (26/5), revelou um longo trecho de “Friends: The Reunion”, especial inédito de reencontro do elenco da série “Friends”. A prévia mostra uma cena em que Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlan, David Schwimmer e Matthew Perry leem e reagem ao roteiro de um episódio clássico, “Aquele em que Todos Descobrem”, sobre a revelação do namoro secreto entre Chandler (Perry) e Monica (Cox). A reencenação é hilária. Fãs brasileiros terão acesso ao especial completo junto com o lançamento da plataforma da WarnerMedia, que chegará oficialmente ao país – e à toda América Latina – no dia 29 de junho. Veja abaixo a apresentação com a cena do especial de “Friends”, que começa na altura dos 17 minutos do vídeo completo do evento.
HBO Max revela data, preço e outros detalhes do lançamento no Brasil
Uma das novas plataformas de streaming lançadas para concorrer com a Netflix, a HBO Max finalmente definiu sua data de lançamento e preço no Brasil. Uma apresentação da Warner realizada nesta quarta-feira (26/5) anunciou que o serviço chegará oficialmente ao país – e à toda América Latina – no dia 29 de junho. Com isso, os planos de expansão da HBO Max se mantém inalterados, apesar das mudanças esperadas após a fusão da WarnerMedia com a Discovery na semana passada, que criará em breve um novo grupo de mídia responsável pelo futuro da plataforma. Em seu lançamento nacional, a HBO Max terá uma experiência de degustação, com os primeiros episódios de algumas séries disponibilizados de forma gratuita, além de um período de 7 dias de teste. As assinaturas serão oferecidas com dois preços. A opção Mobile, que permite acesso individual em celulares e tablets com exibição otimizada para pequenos dispositivos, terá custo mensal de R$ 19,97. Já a opção Multitelas, para exibição de 4k em Smart TVs e até três telas simultâneas, com possibilidade de criação de cinco perfis personalizados, sairá por R$ 28,00. Planos anuais abatem os custos, com assinaturas mobile por RS$ 14,21 e multitelas por RS$ 20,07. E há ainda um plano trimestral, com preços intermediários. O anúncio da plataforma revelou que a versão nacional não repetirá a estratégia americana de usar a distribuição simultânea de novos filmes nos cinemas e no streaming para atrair assinantes. Mas a janela entre o multiplex e o cinema em casa será diminuída. Todos os filmes da Warner serão disponibilizados na HBO Max 35 dias após a estreia nas salas de exibição. Isso inclui títulos como “Duna”, “O Esquadrão Suicida” e o novo “Space Jam”. Outro detalhe importante é que, a partir da chegada da HBO Max, a HBO Go será descontinuada. Assinantes do streaming da HBO serão automaticamente transferidos para a nova plataforma, bem como aqueles que assinam o canal pago por meio de provedores de TV por assinatura. Os usuários serão instruídos sobre a transição quando a data se aproximar. Além do conteúdo da HBO, a HBO Max também vai oferecer produções da Warner Bros. Pictures, Warner Bros. Television, Cartoon Network e outras empresas da WarnerMedia. Na prática, isso coloca na mesma plataforma filmes e séries de super-heróis da DC Comics, clássicos como “Cidadão Kane” e “Casablanca” e programas televisivos de sucesso, como “The Big Bang Theory”, “Friends” e “Rick and Morty”. O serviço também contará com esportes, como a transmissão, por exemplo, dos jogos da Champions League, a liga europeia de futebol, que serão apresentados ao vivo. Além disso, a HBO Max seguirá investindo em conteúdo próprio, como as séries “The Flight Attendant”, estrelada por Kailey Cuoco, “Raised by Wolves”, de Ridley Scott, e o especial de reencontro de “Friends”. E pretende estender essa produção à América Latina, prometendo realizar 100 produções originais na região até 2022. Dois projetos brasileiros foram anunciados: o reality show “Pop Divas”, apresentado por Pabllo Vittar e Luísa Sonza, e “Jornada Astral”, programa de astrologia apresentado por Giovanna Ewbank. A empresa também pretende ampliar o serviço, depois do lançamento na América Latina, para o resto do mundo ainda em 2021. Streaming no máximo a partir de 29 de junho.#HBOMax pic.twitter.com/STBbih8Wlq — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) May 26, 2021
Jesse Plemons vai se juntar a Elizabeth Olsen em série criminal da HBO
O ator Jesse Plemons (“Judas e o Messias Negro”) vai contracenar com Elizabeth Olsen (“WandaVision”) na minissérie “Love and Death”, em desenvolvimento para a plataforma HBO Max. A trama acompanha dois casais religiosos, que convivem harmonicamente e compartilham o mesmo modo de vida conservador numa pequena cidade no Texas. Até o dia que alguém pega um machado. A série é baseada na história verídica da dona de casa texana Candy Montgomery, que assassinou sua amiga da igreja, Betty Gore, à machadadas em 1980. Na minissérie, Olsen interpretará Candy Montgomery, que foi condenada pelo assassinato de sua vizinha, enquanto Plemons viverá o marido da vítima, Allan Gore. “Love and Death” é inspirada no livro “Evidence of Love: A True Story of Passion and Death in the Suburbs”, de John Bloom e Jim Atkinson, que está sendo adaptado por David E. Kelley. Ele também produz a atração em parceria com a atriz Nicole Kidman, depois dos dois trabalharem juntos nas séries “Big Little Lies” e “The Undoing”, ambas lançadas pela HBO. Para o novo projeto, a dupla ainda se associou à diretora Lesli Linka Glatter, indicada cinco vezes ao Emmy pela série “Homeland”. Coproduzida pela Lionsgate Television, a minissérie ainda não tem previsão de estreia.
Elenco de “Titãs” revela quando estreia a 3ª temporada
O elenco de “Titãs” se juntou num vídeo, divulgado nas redes sociais, para anunciar que a 3ª temporada da série vai estrear em agosto na plataforma HBO Max. No Brasil, as duas primeiras temporadas foram disponibilizadas pela Netflix. Ainda não há confirmação se “Titãs” também passará a ser lançada pela HBO Max no Brasil, a partir da chegada da plataforma no país em junho. Além da data, o vídeo revela os novos integrantes do elenco e discretamente confirma que Conor Leslie continua na atração, entregando que a morte (banal) de Donna Troy (a Moça Maravilha) foi, digamos, notícia exagerada da temporada anterior. Passada em Gotham City, a 3ª temporada de “Titãs” introduzirá outros dois personagens importantes dos quadrinhos de Batman: Barbara Gordon (a primeira Batgirl/Oráculo) e Tim Drake (o terceiro Robin). Eles serão interpretados pela atriz e cantora Savannah Welch (“Boyhood”), que tem uma perna amputada, e por Jay Lycurgo (“I May Destroy You”), que, ao contrário do personagem dos quadrinhos, é preto. Por acaso, ele também está no vindouro novo filme de “Batman”. Fazendo a última aparição do vídeo, em tom mau humorado e ameaçador, o ator Vincent Kartheiser (o Pete Campbell de “Mad Men”) também entrou na série no papel de Jonathan Crane (o vilão Espantalho). EVERYBODY, LISTEN@HBOMAX #DCTitans pic.twitter.com/HKqYp1xUlN — DC Titans on Max (@DCTitans) May 21, 2021
The Staircase: Juliette Binoche vai estrelar série criminal de Antonio Campos
A diva do cinema francês Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”) vai estrelar a primeira série de sua carreira. Ela foi anunciada nesta quinta (20/5) no elenco de “The Staircase”, atração criminal da HBO Max, que está sendo desenvolvida pelo cineasta Antonio Campos (“O Diabo de Cada Dia”), filho do jornalista brasileiro Lucas Mendes (“Manhattan Connection”). “The Staircase” é baseada na produção francesa “Morte na Escadaria”, uma das primeiras séries documentais sobre crimes verdadeiros a estourar na TV, em 2004. A produção original do diretor Jean-Xavier de Lestrade contava a história de Michael Peterson, um romancista policial acusado de matar sua esposa Kathleen, encontrada morta ao pé de uma escada em sua casa, e a batalha judicial de 16 anos que se seguiu. Anos depois do lançamento original, o diretor acrescentou três novos episódios à produção para um relançamento na Netflix em 2018. O elenco da adaptação dramática é internacional. Além de Binoche, estão confirmados o astro britânico Colin Firth (“Kingsman – Serviço Secreto”), a australiana Toni Collette (“Hereditário”) e a americana Rosemarie DeWitt (“Pequenos Incêndios por Toda a Parte”). Firth terá o papel de Michael Peterson, enquanto Collette será a esposa morta. Os papéis de Binoche e DeWitt não foram revelados. Ao anunciar a série em março passado, Antonio Campos disse: “Este é um projeto no qual venho trabalhando de uma forma ou de outra desde 2008. Tem sido um caminho longo e sinuoso, mas valeu a pena esperar para poder encontrar parceiros como a HBO Max, a [produtora] Annapurna, minha co-showrunner Maggie Cohn e o incrível Colin Firth para dramatizar uma história tão complexa da vida real. ” Veja abaixo o trailer do documentário “Morte na Escadaria” (que também se chama “The Staircase” em inglês).
HBO Max lançará novas séries animadas de Batman e Superman
A HBO Max anunciou a produção de novas séries animadas de Batman e Superman, que serão conduzidas pelo co-criador de “Batman: A Série Animada”, Bruce Timm, e o presidente da Warner Bros. Animation, Sam Register. Com maior impacto, “Batman: Caped Crusader” trará Bruce Timm de volta ao universo que já rendeu para o estúdio a personagem da Arlequina. Ele vai trabalhar no novo projeto com ninguém menos que os cineastas JJ Abrams (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Matt Reeves (do vindouro filme do “Batman”. “Estamos muito empolgados em trabalhar juntos para trazer esse personagem de volta, para contar novas histórias cativantes em Gotham City”, disseram o trio num comunicado conjunto. “A série será emocionante, cinematográfica e evocativa das raízes noir do Batman, enquanto mergulha mais fundo na psicologia desses personagens icônicos. Mal podemos esperar para compartilhar este novo mundo.” “’Batman: A Série Animada’ foi uma obra-prima que moldou a percepção do personagem para toda uma geração de fãs”, acrescentou Sam Register. “É com esse espírito que estamos reunindo três mestres contadores de histórias em JJ, Matt e Bruce – cada um com sua própria compreensão intuitiva e afeição pelo personagem – para criar uma nova série que continuará o mesmo legado inovador.” Register é o principal produtor de “My Adventures With Superman”, que está mais adiantada, tem dubladores definidos, e vai estrear com a 2ª temporada já encomendada. A atração vai mostrar Clark Kent, identidade do super-herói mais poderoso do mundo, em seus primeiros dias como repórter do Planeta Diário. A trama vai destacar sua parceria como seu melhor amigo, o fotógrafo Jimmy Olsen, conforme eles começam a descobrir o que podem realizar juntos como uma equipe de jornalismo investigativo. Olsen será retratado como um jovem preto, seguindo a mudança estabelecida pela série “Supergirl”, em vez do visual ruivo dos quadrinhos originais. A série também destacará Lois Lane como uma estrela das notícias, que coloca Jimmy sob sua proteção, enquanto começa a se apaixonar por Clark. Os atores Jack Quaid (“The Boys”) e Alice Lee (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) darão voz aos supernamorados mais conhecidos dos quadrinhos. “Tem sido uma ótima parceria trabalhar com Cartoon Network e HBO Max para trazer mais super-heróis da DC para a plataforma de maneiras novas e criativamente interessantes”, declarou Register. “Esta é a primeira série animada do Superman em muitos anos e queremos contar nossa história do Superman através do trio formado por Clark, Lois e Jimmy – cuja dinâmica de relacionamento permitirá tramas ricas, serializadas e envolventes, enquanto exploramos suas vidas como indivíduos e seu crescimento como melhores amigos.” As séries terão abordagens e visuais bem diferentes, como se pode ver pelo material adiantado. A atração de Batman se inspira nos desenhos mais sombrios de Bob Kane, criador do personagem em 1939, enquanto o material de Superman assume uma aparência moderna e leve de anime. As fotos acima e abaixo já são registros das duas produções.
Jeremy Irvine negocia viver Lanterna Verde gay na HBO Max
A Greg Berlanti Productions começou a definir o elenco de sua série baseada nos quadrinhos do “Lanterna Verde”. Depois de escolher Finn Wittrock (“American Horror Story”) como Guy Gardner, os produtores agora negociam com Jeremy Irvine (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) para o papel de Alan Scott. Scott é um dos personagens gays de maior destaque no Universo DC, embora sua sexualidade seja um desenvolvimento recente. Ele foi criado em 1940 como o Lanterna Verde original, duas décadas antes da editora redefinir o personagem como um herói espacial encarnado por Hal Jordan. Com o sucesso da versão de Jordan, o original ficou esquecido até ser reintroduzido como um Lanterna Verde de uma Terra paralela. Graças aos sucessivos reboots da DC, Scott acabou rejuvenescido e reconcebido como gay, como parte de uma iniciativa por maior inclusão na editora. Desenvolvida para a plataforma HBO Max, a série deverá ser a mais cara produção de Greg Berlanti, o mentor do “Arrowverso”, trazendo vários Lanternas Verdes diferentes. O projeto pretende apresentar a Tropa dos Lanternas Verdes como uma saga que se estende por décadas e galáxias. Nos quadrinhos, os Lanternas Verdes são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. O roteiro da adaptação está a cargo de Seth Grahame-Smith (“Lego Batman: O Filme”) e Marc Guggenheim (co-criador do “Arrowverso”). E curiosamente representa uma segunda chance para Berlanti e Guggenheim de acertar a mitologia desses personagens. Os dois assinaram o roteiro do fracassado filme do “Lanterna Verde” (com Michael Green, de “Logan”).
Atriz de “Grey’s Anatomy” viverá personagem não-binária no revival de “Sex and the City”
A atriz Sara Ramirez (a Callie de “Grey’s Anatomy”) é a primeira novidade confirmada no revival de “Sex and the City”. E põe novidade nisso. Ela interpretará a primeira personagem não-binária a aparecer na franquia. Ramirez interpretará Che, que usará os pronomes neutros (em inglês) “they/them” por não se ver nem como homem nem como mulher. Comediante de stand-up, Che também apresenta um podcast, no qual Carrie (Sarah Jessica Parker) é uma convidada frequente. “Com uma grande personalidade e um coração ainda maior, um bom humor irrepreensível e uma visão progressista e humanitária dos papéis de gênero, Che é muito popular no mundo dos podcasts e da comédia”, diz a descrição da personagem. Vale lembrar que a própria Sara Ramirez revelou, em 2020, que se identifica como uma pessoa não-binária. Em “Grey’s Anatomy”, sua personagem viveu um triângulo amoroso com pessoas de sexo diferentes. Ela também se destacou na série “Madam Secretary”, onde passou a adotar uma aparência mais masculina. A atriz mostrou seu entusiasmo com a opção dos produtores com um post do roteiro do revival no Instagram. A inclusão de uma personagem não-binária demonstra que “Sex and the City” vai voltar bem diferente na plataforma HBO Max. Não por acaso, até o título será outro: “And Just Like That…”, uma frase usada por Carrie na série original. Ainda sem data de estreia definida, o reboot terá 10 episódios e vai seguir três das estrelas originais da atração dos anos 1990, Sarah Jessica Parker (Carrie), Kristin Davis (Charlotte) e Cynthia Nixon (Miranda), enquanto lidam com a evolução de suas vidas após os 50 anos em Nova York. Criada por Darren Star (hoje à frente de “Emily em Paris”), a série original durou seis temporadas, entre 1998 e 2004 na HBO, e venceu vários prêmios Emmy – incluindo troféus de Melhor Atriz para Parker e Melhor Atriz Coadjuvante para Nixon. Após o final, o quarteto central ainda se reuniu em dois filmes, em 2008 e 2010. Mas enquanto o primeiro foi um sucesso de público e crítica, o fracasso do segundo implodiu os planos de uma trilogia e fez Kim Catrall (Samantha) jurar nunca mais voltar à franquia, criticando Parker. Das quatro protagonistas da série original, Kim Cattrall é a única que não participará do retorno – e há sites de apostas promovendo lances sobre o destino de Samantha na trama. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sara Ramirez (@therealsararamirez)
Especial de reencontro de “Friends” ganha trailer oficial
A HBO Max divulgou o pôster nacional e o trailer do especial de reencontro do elenco de “Friends”. A prévia mostra David Schwimmer, Jennifer Aniston, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Courteney Cox e Matt LeBlanc conversando entre si numa réplica do cenário original da série, sendo entrevistados por James Corden e encontrando atores que participaram da atração dos como convidados, como Tom Selleck, que esteve nas primeiras temporadas. O trailer reforça que o foco do programa são as lembranças da sitcom – há até um jogo de memória entre os protagonistas – , exibida originalmente em dez temporadas, entre 1994 e 2004, e maratonada até hoje em streaming. Mas o vídeo não deixa claro como serão as participações dos músicos Justin Bieber, BTS e Lady Gaga, além da ativista Malala Yousafzai, o ex-jogador de futebol David Beckham, a ex-modelo Cindy Crawford e os atores Kit Haringon (o Jon Snow de “Game of Thrones”), Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”) – todos confirmados. Falando sobre o BTS, o responsável pelas gravações afirmou que eles só dariam um depoimento dizendo como gostam da série… O responsável é Ben Winston (justamente do “The Late Late Show with James Corden”), que assina sozinho a direção e compartilha a produção com os criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros. Chamado de “Friends: The Reunion”, o especial vai chegar daqui a uma semana na HBO Max, no dia 27 de maio, mas os fãs brasileiros precisarão esperar ainda mais um mês pela estreia da plataforma no Brasil – “disponível em junho”, segundo o cartaz do programa, que garante o lançamento após a fusão da WarnerMedia com a Discovery.
Warner e Discovery oficializam fusão
A AT&T, gigante das telecomunicações que comprou a Warner, confirmou nesta segunda (15/5) os planos de fusão da WarnerMedia com a Discovery, que é dona de vários canais de TV. O negócio tem o objetivo de unir os conteúdos das duas companhias numa nova empresa com foco em streaming, que teria as produções roteirizadas (filme e séries) da WarnerMedia e as atrações sem roteiro (variedades, ciência e culinária) da Discovery. O valor estimado da nova empresa é de US$ 150 bilhões, juntando um portfólio de canais que inclui Discovery, HGTV, Food Network, TLC e Animal Planet ao grupo Warner, dono de estúdios de cinema e TV e canais como HBO, CNN, TNT e Cartoon Network, além da editora DC Comics e metade da rede The CW. Isto tornaria a nova empresa mais valiosa que a Netflix e a NBCUniversal, ficando atrás apenas do grupo Walt Disney em termos de empresas de mídia americanas. Segundo os termos do acordo, os acionistas da AT&T controlarão 71% da nova empresa, enquanto os acionistas da Discovery deterão 29%. Os conselhos de ambas as empresas já aprovaram o pacto e a transação deve ser concluída em meados de 2022, sujeita à aprovação dos reguladores públicos e acionistas do Discovery. Mas dois principais apoiadores do Discovery, o executivo de mídia John Malone e a empresa de mídia Advance, já adiantaram que votarão a favor da transação. As duas empresas definiram em conjunto que David Zaslav será o CEO da nova companhia, que ainda não foi batizada. Ele lidera a Discovery desde 2007 e seu foco no crescimento dos negócios manteve a empresa competitiva, embora tenha uma escala muito menor do que vários de seus rivais. Vale lembrar que a WarnerMedia investiu recentemente na HBO Max, streaming que substitui a HBO GO e reúne suas maiores propriedades. O plano de expansão da plataforma inclusive previa seu lançamento em junho no Brasil (e em toda a América Latina). Mas a Discovery também tem uma plataforma própria, chamada de Discovery+, que da mesma forma traçava planos de chegar ao Brasil nos próximos meses. Ainda não há detalhes sobre o que acontecerá com os dois serviços de streaming após a fusão. E o fato de Jason Killar, CEO da WarnerMedia, não ter sido escolhido para comandar a nova empresa é significativo. Killar nem sequer está sendo mencionado nos comunicados e entrevistas que acompanham o anúncio. O negócio marca uma reviravolta abrupta para a AT&T, que está claramente descartando seus ativos da Warner depois de pouco menos de três anos de sua compra da Time Warner. Nos últimos meses, a empresa sofreu cortes em seu quadro de funcionários e passou a vender partes do grupo, como o provedor de TV paga DirecTV, comercializado com o fundo TPG, a plataforma Crunchyroll, negociada pela Sony por US$ 1,2 bilhão, e o fim de sua participação no serviço de streaming Hulu, adquirida pela Disney. A verdade é que a AT&T não tinha afinidade com o negócio de produção de conteúdo e implodiu a empresa que comprou. A plataforma DC Universe, que lançou com sucesso as melhores séries baseadas em quadrinhos da empresa, foi canibalizada pela HBO Max. Os principais executivos da WarnerMedia que ajudaram a construir a HBO e a Tuner Sports foram demitidos. A empresa ficou sem um chefe de vendas de anúncios por um ano. E as escolhas da AT&T para novos diretores de conteúdo levaram veteranos como Bob Greenblatt e Kevin Reilly – que se sentiram desprestigiados – a se juntarem ao êxodo geral de executivos de ponta. Originalmente uma empresa de telefonia, a AT&T se atrapalhou para conduzir a WarnerMedia, endividou-se e passou a sofrer pressão de seus acionistas para voltar a se concentrar em seu lucrativo negócio primário. Segundo o CEO da companhia, John Stankey, o foco principal é mesmo retomar a atividade de empresa de tecnologia de comunicação, especialmente com a chegada do 5G e novidades impulsionadas por um wifi mais potente. Ao anunciar a fusão, a AT&T basicamente admitiu que precisava sair do negócio de conteúdo. “Ficou claro para mim nos últimos meses … que estávamos atingindo a velocidade de fuga”, afirmou Stankey nesta segunda. “Ficou claro para mim que precisaríamos de uma estrutura de capital diferente”, disse ele, e “produtos melhores virão da empresa de mídia e da empresa de telecomunicações como resultado dessa mudança”. Por enquanto, porém, a notícia da fusão apenas desvaloriza (mais) a WarnerMedia, que deve perder seu nome e ser comandada por um executivo da Discovery. De fato, o CEO escolhido para liderar a nova empresa pretende combinar os ativos da Discovery e da Warner, não mantê-los separados, o que levará à eliminação de áreas e marcas concorrentes. Se por um lado é fácil ver como isso faz sentido em acordos esportivos da WarnerMedia com a NHL, MLB e NCAA e o portfólio de direitos esportivos europeus do Discovery, bem como as operações de notícias internacionais do Discovery dentro da estrutura da CNN, as duas empresas têm, como apontado, plataformas de streaming diferentes. Zaslav já reconheceu que terá que determinar se a Discovery Plus e a HBO Max vão continuar a existir da forma atual. Mas fontes próximas ao negócio informaram à revista Variety que, a princípio, a empresa manterá os planos de lançamento da HBO Max no Brasil no mês que vem. “Tanto a HBO Max quanto a Discovery Plus chegaram longe nos últimos meses; voltar atrás seria bastante complicado”, disse um profissional da AT&T ouvido pela publicação americana. Uma apresentação do projeto de fusão está agendada para esta terça-feira (18/5), onde os encarregados pelas mudanças abordarão o que está por vir – especialmente em relação ao streaming, que foi alardeado como prioridade da nova empresa.
Warner estaria negociando fusão com a Discovery
A AT&T, dona da WarnerMedia, abriu negociações com a Discovery Inc, dona dos canais Discovery, para as duas empresas formarem uma joint venture, visando uma fusão da WarnerMedia e a Discovery para enfrentar a Disney, a Amazon, a Netflix e o próprio Google, dono do YouTube. Segundo apurou o site de notícias Bloomberg, um anúncio oficial pode ser feito nesta semana. A união representaria a criação de uma nova empresa de mídia avaliada em pelo menos US$ 150 bilhões, juntando um portfólio de canais que inclui Discovery, HGTV, Food Network, TLC e Animal Planet ao grupo Warner, dono de estúdios de cinema e TV e canais como HBO, CNN, TNT e Cartoon Network, além de metade da rede The CW. Mas o foco do negócio deve ser mesmo o streaming. A Discovery divulgou em abril que havia alcançado 15 milhões de assinantes após lançar sua própria plataforma de streaming, a Discovery+, enquanto a HBO Max, da WarnerMedia, contabilizava 44 milhões de assinantes até o final de março. Os números estão muito distantes dos líderes do mercado. Lançada há pouco mais de um ano, a Disney+ já superou 100 milhões de assinantes, enquanto a Netflix tem mais de 200 milhões. A união seria uma forma de crescer com mais rapidez num negócio muito competitivo, no qual quem tem mais conteúdo leva maior vantagem. Esta é a visão otimista do negócio. Mas há a pessimista, que avalia que a AT&T teria se arrependido da compra da Time Warner por mais de US$ 80 bilhões em 2018 e busca uma forma de se livrar do conglomerado de mídia sem parecer que esteja fazendo exatamente isso. Afinal, a compra da Warner transformou a AT&T na empresa mais endividada do mundo e qualquer fusão penduraria suas dívidas no bolso de novos sócios. Os gigantes de tecnologia estariam percebendo, aos poucos, que produzir conteúdo não é o bom negócio que aparentava. A tendência é bem clara na venda da divisão de mídia da Verizon (concorrente da ATT&T), com propriedades como o Yahoo e AOL, para a Apollo Global Management Inc. por US$ 5 bilhões. O clima de venda da WarnerMedia pode ser intuído pelos sinais dados pela empresa nos últimos meses, com cortes em seu quadro de funcionários e comercialização de partes do grupo, como o provedor de TV paga DirecTV, vendido para o fundo TPG, a plataforma Crunchyroll, negociada para a Sony por US$ 1,2 bilhão, e o fim de sua participação no serviço de streaming Hulu, adquirida pela Disney. Originalmente uma empresa de telefonia, a AT&T sofre pressão de seus acionistas para voltar a se concentrar em seu lucrativo negócio primário. Segundo o CEO da companhia, John Stankey, o foco principal deve voltar ser tecnologia de comunicação, especialmente com a chegada do 5G e novidades impulsionadas por um wifi mais potente. Claro que o acordo entre AT&T e Discovery pode nunca sair do papel, considerando os entraves comerciais de tamanha negociação. Além disso, é interessante considerar que a Discovery nem foi a primeira opção de sociedade buscada para a WarneMedia. O site Deadline apurou que a NBCUniversal chegou a ser visada anteriormente, mas sua controladora, Comcast, não viu vantagem na fusão, já que também é concorrente da AT&T em telefonia, preferindo apostar que seu próprio portfolio seria suficiente para a era do streaming – mesmo que seu serviço, o Peacock, seja o mais atrasado em planos de expansão entre as novas plataformas digitais.
Novo “Jogos Mortais” estreia em 1º lugar nos EUA
A estreia de “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” liderou as bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá, arrecadando US$ 8,7 milhões em 2,8 mil cinemas. O valor é similar ao atingido na semana passada pelo lançamento de “Infiltrado”, novo thriller de ação estrelado por Jason Statham, e aponta que o mercado estabilizou em nível baixo. Apesar da vacinação avançada e da liberação do uso de máscaras nos EUA, ainda há cerca de 45% de cinemas fechados na América do Norte, especialmente no Canadá. A situação aflige estúdios que olham para o calendário e veem que em duas semanas tem feriadão com os lançamentos de “Cruella” e “Um Lugar Silencioso – Parte II”. Enquanto “Infiltrado” segurou o segundo lugar, com US$ 3,7 milhões em 3 mil telas, os sinais de alerta piscaram forte para o lançamento de “Aqueles que Me Desejam a Morte”, thriller de ação estrelado por Angelina Jolie, que faturou apenas US$ 2,8 milhões em mais salas (3,1 mil) que qualquer outro filme na semana. “Aqueles Que Me Desejam a Morte” estreou simultaneamente na HBO Max, como todos os outros títulos da Warner Bros neste ano, mas ao contrário dos anteriores, como “Godzilla vs Kong” e “Mortal Kombat”, o estúdio não investiu tanto em publicidade. Se dependesse da crítica, o filme dirigido por Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”) mereceria mais público. Considerado convencional, mas tenso na medida certa para o gênero, o thriller atingiu 64% de aprovação no Rotten Tomatoes. Bem mais que os 39% do novo “Jogos Mortais”, que foi considerado uma oportunidade perdida de reviver a franquia. A maior novidade da semana, entretanto, foi um lançamento que nem apareceu no Top 5, mas representa um acordo inédito entre a Netflix e as salas de cinema para começar a exibir produções feitas para a plataforma nos cinemas dos EUA, uma semana antes da estreia em streaming. Sem a pandemia, esse negócio seria inimaginável, devido o clima de rivalidade do circuito exibidor com as plataformas digitais. A novidade permitiu a estreia de “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”, o filme de zumbis de Zack Snyder, em pouco mais de 400 telas. Ainda é pouco, mas muito mais que a dezena de salas que a Netflix costumava mobilizar em suas antigas tentativas de qualificação para o Oscar. Apesar disso, a falta de publicidade não deve ter rendido um estouro de vendas. Só que ninguém sabe ao certo quanto foi a bilheteria, porque a Netflix não liberou a contabilidade, mantendo a obscuridade que cerca seus números também no levantamento da venda de ingressos.











