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    Daniel Radcliffe satiriza “Mad Max” no novo trailer de “Miracle Workers”

    31 de maio de 2023 /

    O canal pago americano TBS divulgou o trailer e a data de estreia da 4ª temporada de “Miracle Workers”. Depois de episódios no Céu e no passado da Terra, a antologia de comédia estrelada por Daniel Radcliffe (“Harry Potter”) vai ao futuro distópico, com novos episódios no mês de julho. Inspirada pelo visual da franquia “Mad Max”, a atração coloca Radciffe num mundo pós-apocalíptico repleto de mutantes radioativos, robôs assassinos e uma associação tirânica de proprietários com taxas de locação exorbitantes. Entre os muitos desafios que os esperam, o casal protagonista, formado por um guerreiro do deserto (Radcliffe) e uma lutadora implacável (Geraldine Viswanathan), precisarão enfrentar o pesadelo mais distópico de todos: se estabelecer nos subúrbios do fim do mundo. O elenco fixo também é formado por Steve Buscemi (“Boardwalk Empire”), Jon Bass (“Mulher Hulk”) e Karan Soni (“Deadpool”), que interpretarão, respectivamente, um rico comerciante de sucatas, um cão de guerra e um robô assassino que adora festas. Criada por Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, e comandada pelos showrunners Dan Mirk (“Future Man”) e Robert Padnick (“The Office”), a atração ainda terá nesta temporada as participações especiais de Quinta Brunson (“Abbott Elementary”), Garcelle Beauvais (“Real Housewives of Beverly Hills”), Kyle Mooney (“Saturday Night Live”), Ego Nwodim (“Saturday Night Live”), Lolly Adefope (Shrill), Paul F. Tompkins (“HouseBroken”) e Lisa Loeb (“‘Frango Robô'”). Os novos episódios estreiam nos Estados Unidos no dia 10 de julho. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner e é disponibilizada pela HBO Max.

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    Kim Cattrall vai retornar como Samantha no spin-off de “Sex and The City”

    31 de maio de 2023 /

    Kim Cattrall surpreendeu os fãs de “Sex and The City” com a notícia de que vai reprisar seu papel como Samantha Jones no spin-off da série. A plataforma HBO Max confirmou a volta da personagem com um post nas redes sociais. Entretanto, a atriz fará apenas uma breve aparição no final da 2ª temporada de “And Just Like That”. Segundo o site Deadline, a cena breve e misteriosa foi feita em um carro durante os últimos dias de gravação da série em Nova York, no mês de março. A última aparição da personagem na franquia foi no longa “Sex and The City 2”, lançado nos cinemas em 2010. Com a estreia do spin-off, a série confirmou que a personagem não estava morta. No entanto, a ausência de Samantha foi justificada por um desentendimento dela com Carrie, personagem de Sarah Jessica Parker. Desde então, ficou entendido que a empresária passou a viver em Londres. Embora detalhes sobre sua participação na nova temporada ainda estejam mantidas em sigilo, a atriz não teve interações com o restante do elenco ou com o showrunner Michael Patrick King. Sua participação ficou restrita apenas à cena gravada no carro. Muitos fãs da série dos anos 1990 ficaram decepcionados com a ausência de Cattrall no spin-off, motivado por desavenças entre ela e a estrela Sarah Jessica Parker. Em 2018, as duas tiveram uma confusão nas redes sociais, após a morte do irmão da intérprete de Samantha. “Seu contato contínuo é uma dolorosa lembrança do quanto você é má, antes e agora. Deixe-me falar bem claro se ainda não fiz isso. Você não é minha família. Você não é minha amiga. Então estou escrevendo para você uma última vez para parar de explorar nossa tragédia para tentar restaurar sua imagem de ‘boa moça’”, escreveu Cattrall em resposta a uma mensagem de condolências da ex-colega. Além disso, Cattrall expressou seu descontentamento publicando o link de uma matéria do The New York Times, que falava sobre os bastidores da franquia iniciada em 1998. Segundo a reportagem, ela era colocada de lado pelas outras integrantes do quarteto porque Sarah Jessica Parker teria ciúmes dela e manipulava as demais. Após as acusações, Cattrall se recusou a participar de um terceiro filme da série. Dessa forma, a participação inédita da personagem no spin-off pode indicar que os conflitos, se ainda são águas passadas, pelo menos começaram a desaguar num ambiente menos tenso. A 2ª temporada de “And Just Like That” estreia seus dois primeiros episódios no dia 22 de junho, na HBO Max. O segredo foi revelado, Samantha Jones está de volta… por demanda popular. 💅🏻 Enquanto esperamos ansiosos, não deixe de maratonar todas as temporadas e os filmes de #SATC, só na HBO Max. 💜 pic.twitter.com/c0S1H75AWj — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) May 31, 2023

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    Armie Hammer não enfrentará acusações de agressão sexual por falta de evidências

    31 de maio de 2023 /

    O escritório da promotoria de Los Angeles desistiu de levar adiante as acusações de agressão sexual contra Armie Hammer (“Me Chame Pelo Seu Nome”). Após uma longa investigação realizada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), o escritório explicou por comunicado que não foi possível comprovar as alegações de estupro feitas contra o ator. Com o pronunciamento, o escritório ressaltou que os casos de agressão sexual são analisados rigorosamente. “Neste caso, os promotores conduziram uma revisão extremamente completa, mas determinaram que, neste momento, não há provas suficientes para acusar o Sr. Hammer de um crime”, esclareceram. Os promotores destacaram a complexidade do relacionamento entre ele e a acusadora como uma das justificativas para o arquivamento. A acusadora, identificada como Effie, procurou a polícia em fevereiro de 2021, alegando ter sido vítima de abusos físicos durante um relacionamento intermitente que durou quatro anos. Effie também afirmou ter sido violentamente estuprada por Hammer em 2017. No entanto, o ator negou todas as acusações feitas contra ele. Encorajadas pelas acusações de Effie, várias outras mulheres decidiram se pronunciar como vítimas dos comportamentos abusivos de Hammer. As acusações incluíam referências a canibalismo e fetiches BDSM (sigla para Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo). Com as declarações, foram compartilhadas imagens de conversas sinistras do ator com as mulheres que o acusaram. Em meio à polêmica, Hammer foi dispensado de sua agência, a reconhecida WME, e foi afastado das produções em que estava envolvido. Na época, ele estava envolvido nas filmagens do longa “Morte do Nilo” (2022). Devido aos altos custos para uma refilmagem, a Disney decidiu não cortá-lo do filme, mas ele não participou da divulgação e a produção foi seu último projeto desde então. Hammer deu sua primeira entrevista sobre a polêmica em fevereiro passado, após mais de um ano em silêncio. Durante a conversa com o boletim Air Mail, ele afirmou que todas as suas relações sexuais tiveram consentimento. O ator também revelou ter pensado em suicídio diante do escândalo. Negando qualquer envolvimento em atividades criminosas, ele criticou a cultura do cancelamento que o fez ser dispensado de vários projetos e encerrou sua carreira – até o momento. Em 2022, o Discovery+ lançou o documentário “House of Hammer” (Casa de Hammer, em tradução livre). Dividida em três partes, a série mergulhou nas acusações contra o ator e explorou o histórico escandaloso de sua família. No Brasil, a produção também está disponível na HBO Max.

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    Jeremy Strong revela final alternativo – e trágico – de “Succession”

    29 de maio de 2023 /

    O fenômeno da HBO “Succession” chegou ao fim neste domingo (28/5) e encerrou a história dos herdeiros da família Roy após quatro temporadas. No entanto, a série teve um final alternativo que não foi ao ar. Em entrevista ao podcast oficial da atração, o ator Jeremy Strong, que deu vida ao ambicioso Kendall Roy, revelou que uma cena mudaria completamente o destino do seu personagem. No episódio final, Kendall, Roman (Kieran Culkin) e Shiv (Sarah Snook) perderam a disputa pelo cargo de CEO da Waystar Royco após a morte do pai, Logan Roy (Brian Cox). Com isso, a posição foi entregue para Tom (Matthew Macfadyen), deixando os três irmãos frustrados com a decisão tomada por Lukas Matsson (Alexander Skarsgård). Embora cada um tenha recebido a notícia com decepção, a reação de Kendall poderia ter um final ainda mais trágico. Durante a cena exibida, ao perceber que havia perdido a batalha pelo comendo da empresa, o ex-executivo sai andando por Nova York, até que se senta em um banco à beira do rio. De acordo com as revelações de Strong, as gravações finalizaram com uma cena de suicídio do personagem. “Em uma das tomadas, eu subi por cima da barreira. Sempre senti que não havia retorno [para Kendall] a partir dali. Olhei para aquelas ondas, estava tão ventoso e frio. Havia um pedaço de metal batendo, era um som terrível e eu não suportava mais”, conta. “Me levantei lentamente e caminhei em direção à barreira, subindo por cima dela. E na verdade, eu não sabia o que planejava fazer. O ator que interpretava Colin me viu, correu e me impediu de prosseguir”. Da forma como foi exibida, a cena deixou em aberto o que passa pela cabeça de Kendall. “É um final completamente trágico, da minha perspectiva”, disse Strong. “Acho que Jesse [Armstrong] talvez tenha pretendido isso ao escrever, esse sentido que Kendall perdeu, mas talvez ele esteja livre. E talvez ele continue andando”. O criador da série, Jesse Armstrong, revelou em uma entrevista divulgada pela HBO que o destino do personagem sempre esteve traçado. “Isso nunca deixará de ser o evento central de sua vida”, disse. “Talvez ele pudesse abrir uma empresa ou fazer alguma coisa. Mas as chances de ele alcançar o tipo de status corporativo que seu pai alcançou são muito baixas. E acho que isso vai marcar toda a sua vida”. Todos os episódios de “Succession” estão disponíveis na HBO Max. Confira abaixo um vídeo de bastidores do último episódio.

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    HBO diz que “Euphoria”, “The Last of Us” e “White Lotus” só voltam em 2025

    26 de maio de 2023 /

    A HBO revelou que o retorno de três das séries mais populares da plataforma vai demorar bem mais que o previsto. Devido à greve dos roteiristas, agendas lotadas do elenco e planejamento de produção, “Euphoria”, “The Last of Us” e “The White Lotus” só devem retornar em 2025. Francesca Orsi, chefe de séries de drama da HBO, revelou que o atraso na 3ª temporada de “Euphoria” também se deve à produção de “The Idol”, do mesmo produtor. Sam Levinson escreve e dirige os episódios de ambas as séries. “Começamos a trabalhar nos roteiros de ‘Euphoria’ durante a pós-produção de ‘The Idol’. Por isso, estamos com poucos roteiros”, admitiu Francesca ao Deadline. “Não podemos iniciar as gravações devido à greve, então a estreia dependerá de Sam. A previsão é que ocorra em 2025”. Isso deixará uma distância de mais de três anos entre os novos episódios e a 2ª temporada, que chegou no streaming em janeiro de 2022. No entanto, essa não é a primeira vez que a série enfrenta atrasos, já que a produção da 2ª temporada também passou por diversos adiamentos por conta da pandemia. Já a 2ª temporada de “The Last of Us” tem roteiros apenas para meia temporada. No caso de “The White Lotus”, o cenário é mais tranquilo. Segundo a executiva, se alguma série estrear em 2024, será a trama que aborda ricaços em hotéis de luxo. Os roteiros já estavam praticamente finalizados e as locações definidas. E para facilitar sua realização, as gravações da nova temporada ocorrerão na Tailândia, longe dos protestos de Hollywood. No entanto, como o criador e showrunner da série, Mike White, é membro do Sindicato dos Roteiristas, que organiza a greve, ele só poderia exercer funções de produtor. Caso a série começasse a ser gravada agora, ele não poderia fazer alterações nos diálogos ou na trama até que um acordo desse fim à greve atual. De fato, a HBO só tem uma série garantida durante a paralisação. A 2ª temporada de “A Casa do Dragão” deve começar a ser gravada em breve, já que seus roteiros foram terminados antes da grave. A previsão de estreia é para 2024. Francesca expressou a esperança de que roteiristas e produtores possam chegar a um acordo em breve. “Caso contrário, teremos que reavaliar nossa programação para 2024 e determinar quais séries serão adiadas para 2025”, afirmou. “Neste momento, as séries planejadas não estarão prontas a tempo, e isso pode piorar se a greve durar mais de seis meses”.

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    Principais séries da semana tem Schwarzenegger e vencedores do Oscar. Confira os destaques

    26 de maio de 2023 /

    Séries com Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”), Forest Whitaker (“Pantera Negra”) e os vencedores do Oscar Michelle Yeoh e Ke Huy Quan (“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”) deixam a programação de séries mais cinematográfica nesta semana. Mas também há várias opções interessantes fora dos sets de Hollywood, que podem ser conferidas abaixo, na seleção das 10 novidades de maior potencial das plataformas de streaming.   | A JORNADA DE JIN WANG | DISNEY+   A comédia de ação e fantasia volta a reunir Michelle Yeoh e Ke Huy Quan após vencerem o Oscar por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022). A trama gira em torno de Jin Wang (interpretado por Ben Wang, de “A Jogada de Chang”), um estudante do ensino médio que tem a vida alterada após conhecer o colega Wei-Chen (Jimmy Liu, de “Light the Night”). O rapaz é filho de uma deusa mitológica (Michelle Yeoh) e está em uma missão – impedir que uma rebelião abra os portais entre o Céu e a Terra – para a qual alista seu colega de escola como guia e aliado humano. Ke Huy Quan vive o pai de Jin Wang. A série foi criada por Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”) e tem direção e produção do cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”). E além de Yeoh e Quan, tem mais dois atores de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”: Stephanie Hsu e Jamea Hong. Completam o elenco Daniel Wu (“Into the Badlands”), Yeo Yann Yann (“Estação das Chuvas”), Chin Han (“Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Sydney Taylor (“Mystery City”). Elogiadíssima pela crítica internacional, soma 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | FUBAR | NETFLIX   A primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger mistura ação com comédia para contar a história de pai e filha espiões. Luke (Schwarzenegger) e Emma Brunner (Monica Barbaro, de “Top Gun: Maverick”) passaram a vida inteira sem saber que trabalhavam como agentes da CIA. Eles só percebem quando Luke aceita uma última missão antes se aposentar, e descobre que precisa resgatar a própria filha. Com elementos de “True Lies” (filme de 1994 com o próprio Schwarzenegger) e “Sr. e Sra. Smith” (2005), a série foi desenvolvida por Nick Santora (“Scorpion”) e o elenco ainda conta com Jay Baruchel (“É o Fim”), Fortune Feimster (“Kenan”), Milan Carter (“Meu Nome é Dolemite”), Travis Van Winkle (“Você”) e Gabriel Luna (“The Last of Us”). Lançado com fanfarra pela Netflix, a produção frustrou fãs do gênero por efeitos especiais de promoção e pouco cuidado em disfarçar o dublê do astro nas cenas de ação. A propósito do título: “Fubar” é a sigla em inglês de “Fuck*d Up Beyond All Recognition”, ou “totalmente ferrado” numa simplificação sem palavrões, expressão usada em muitas resenhas para descrever a série, que atingiu 50% de aprovação no Rotten Tomatoes – medíocre. Mas o público, aparentemente, gostou da pancadaria – 76% na avaliação espontânea.   | GODFATHER OF HARLEM 3 | STAR+   A serie criminal de época dos criadores de “Narcos” (Chris Brancato e Paul Eckstein) encerra sua trama mostrando o destino de seus personagens, principalmente o gângster Bumpy Johnson, vivido por Forest Whitaker (“Pantera Negra”). A produção é inspirada na vida real de Bumpy e retrata uma colisão do movimento dos direitos civis dos anos 1960 com o submundo do crime. Após cumprir dez anos de prisão e reencontrar o Harlem, que ele comandou, controlado pela máfia italiana, o ex-poderoso chefão decide se aliar ao ativista radical Malcolm X, pegando carona nos discursos de agitação social para iniciar uma guerra pelo tráfico de drogas, que ameaça destruir Nova York. No começo da 3ª temporada, Bumpy se encontra em apuros mais uma vez, após perder suas drogas num incêndio, e diante da possibilidade de ceder o controle de Harlem para as famílias mafiosas, ele opta pela guerra total, sob a vigília do governo e até da CIA. O elenco também destaca Giancarlo Esposito (“Better Call Saul”) como o congressista Adam Clayton Powell Jr., mas a série sofreu uma mudança significativa com a substituição de Nigél Thatch (“Selma”) por Jason Alan Carvell (“NCIS: Nova Orleans”) no papel icônico de Malcolm X, uma transição que exige algum tempo para ser assimilada. Ao longo das temporadas, o elenco grandioso ainda incluiu Vincent D’Onofrio (o Chefão do Crime de “Demolidor”), Ilfenesh Hadera (“Billions”), Chazz Palminteri (“Lendas do Crime”), Lucy Fry (“11.22.63”), Kelvin Harrison Jr. (“StartUp”), Kathrine Narducci (“Power”) e o recém-falecido Paul Sorvino (“Os Bons Companheiros”).   | O CULTO SECRETO | STAR+   A minissérie australiana de suspense é baseada num best-seller de J.P. Pomare e na história real de “The Family”, um culto de Melbourne que operou em segredo desde meados dos anos 1960 até o final dos anos 1980, sob a liderança de uma professora de ioga. As atividades da seita só vieram à público em 1987, quando a polícia invadiu sua grande propriedade rural, levando para custódia protetiva meia dúzia de crianças vestidas com roupas idênticas e todas com cabelos loiros tingidos. Elas foram adotadas quando bebês, criadas como se fossem filhos naturais da professora, torturadas e drogadas com LSD numa tentativa de incentivá-las em direção à plena consciência. A trama da adaptação gira em torno de uma mulher que sobreviveu a uma infância de abusos no culto, e que agora vive traumatizada com receio de seu filho ser sequestrado. A história se alterna entre passado e presente, revelando porque a paranoia da protagonista não é infundada. A personagem principal é vivida por Teresa Palmer (“A Descoberta das Bruxas”), a líder do culto por Miranda Otto (“O Mundo Sombrio de Sabrina”) e o elenco ainda inclui Guy Pearce (“Mare of Easttown”) como um acólito.   | AS GINASTAS | PARAMOUNT+   O drama italiano lembra uma versão adulta de “Make It or Break It”, ao acompanhar a jornada de uma equipe de ginastas rumo a um torneio cobiçado. As diferenças para a antiga série teen logo ficam claras, conforme a narrativa adota uma estrutura similar a de “Élite”, em que a história é contada através do interrogatório de uma adolescente, alternando a poderosos flashbacks. O questionamento da ginasta mais outsider do grupo (vivida pela estreante Alessia De Falco) sugere um crime grave e é conduzido por Barbara Chichiarelli (conhecida pela série “Suburra”). Os flashbacks com ambientação na neve, além de adicionar uma atmosfera soturna ao visual, também servem de metáfora do isolamento profundo das jovens protagonistas, rodeadas por adultos inescrupulosos que exploram suas habilidades para atingir seus próprios objetivos. Os episódios ainda abordam temas polêmicos como doping, bullying entre meninas e body shaming, representado pela obsessão pela perfeição física entre as atletas. A violência, tanto física quanto psicológica, escala ao longo da trama, rendendo momentos extremos sob a direção de Cosima Spender (“Palio”) e Valerio Bonelli (editor de “Cyrano”).   | MAR BRANCO | NETFLIX   O drama criminal português (que se chama “Rabo de Peixe” no país natal) é vagamente baseado numa história real. Quando um barco repleto de cocaína afunda nas proximidades de uma ilha, um grupo de jovens amigos veem uma oportunidade arriscada de ganhar dinheiro e realizar sonhos impossíveis. Resgatando o carregamento no mar, eles fazem planos de vender a droga no continente, enquanto os traficantes chegam em busca da mercadoria desaparecida. Primeira série criada por Augusto Fraga, diretor premiado em vários festivais de publicidade (inclusive Cannes), destaca em seu elenco José Condessa (“O Crime do Padre Amaro”), Helena Caldeira (“A Lista”) e Rodrigo Tomás (“Salgueiro Maia – O Implicado”).   | NÃO ESTOU MORTA! | STAR+   A nova comédia estrelada por Gina Rodriguez (“Jane the Virgin”) é baseada no livro “Confessions of a Forty-Something F**k Up”, de Alexandra Potter, e gira em torno da personagem Nell Stevens, um desastre assumido que acaba de voltar a ser solteira. Dedicando-se a reiniciar a vida e a carreira que deixou para trás, após 10 anos de relacionamento, ela consegue ser aceita para apenas um trabalho: escrever obituários. Mas acaba se surpreendendo com um efeito colateral do novo emprego: ver fantasmas, que lhe dão conselhos de vida. Além de estrelar, Rodriguez produz a atração com os criadores David Windsor e Casey Johnson (ambos de “The Real O’Neals”) e o cineasta McG (“As Panteras”).   | CONEXÃO: COMER, AMAR E MATAR | STAR+   Romance com trama criminal, a série sul-coreana acompanha um homem e uma mulher que se conectam de forma misteriosa. Gye Hoon (Yeo Jin-gu, de “Além do Mal”) é um chef que costumava ter forte ligação com a irmã gêmea, que desapareceu em sua infância. Um dia, ele encontra a mesma ligação com uma garota chamada Da Hyun (Moon Ga-young, de “True Beauty”), uma estudante universitária, que costuma ser perseguida por um assediador. Quando o assédio se transforma em ataque, ela acaba matando o agressor, e com a ajuda de sua mãe e avó, esconde o corpo em uma geladeira vazia, que surpreendentemente pertence a Gye Hoon. Assim começam muitas as reviravoltas mórbidas do romance do casal, numa história que envolve até um serial killer de crianças. O contraste desses elementos mais sombrios com as cenas fofas são típicas das produções coreanas, que costumam misturar gêneros de forma inusitada.   | GREMLINS: SEGREDOS DE MOGWAI | HBO MAX   O desenho derivado do famoso filme de Joe Dante se passa na Xangai dos anos 1920, onde a família Wing conhece o jovem mogwai chamado Gizmo. Sam Wing (o futuro lojista Sr. Wing de “Gremlins”) aceita a perigosa tarefa de levar Gizmo para seu lar misterioso e embarca em uma jornada pelo interior da China. Sam e Gizmo se juntam a uma adolescente chamada Elle e, juntos, eles encontram e até lutam com monstros coloridos e espíritos do folclore chinês, enquanto são perseguidos por um industrial sedento por poder e seu crescente exército de malvados Gremlins. A versão original de “Gremlins” contava a história de Billy Peltzer (Zach Galligan), um adolescente que ganha um novo bichinho de estimação: um mogwai fofinho chamado Gizmo, sem imaginar que, se não seguisse as regras de como tratá-lo, poderia liberar no mundo verdadeiras pestinhas monstruosas. O filme chegou aos cinemas em 1984 e ganhou uma continuação em 1990, com “Gremlins 2: A Nova Geração”. No elenco de vozes da animação estão Izaac Wang (“Bons Meninos”), Ming-Na Wen (“Agents of SHIELD”), BD Wong (“Jurassic World”), James Hong (“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”), AJ LoCascio (“Croods, o Início”), Gabrielle Green (“Força Danger”) e Matthew Rhys (“The Americans”), além dos artistas convidados Sandra Oh (“Killing Eve”), Randall Park (“Wandavision”), George Takei (“Jornada nas Estrelas”), Bowen Yang (“Saturday Night Live”) e Zach Galligan (o protagonista original de “Gremlins”)   | PROJETO CLONAGEM | HBO MAX   Os clones adolescentes da animação clássica “Clone High” estão de volta. A série original foi criada por Phil Lord, Chris Miller (ambos de “Uma Aventura Lego” e “Homem-Aranha no Aranhaverso”) e Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Ted Lasso”), hoje diretores, roteiristas e produtores consagrados. A trama se passava em uma escola secundária para clones adolescentes de figuras históricas, como Abraham Lincoln (Abe), Cleópatra (Cleo) e Joana D’Arc (Joan), mas só durou uma temporada entre 2002 e 2003. A atualização explica que, depois que o segredo do experimento vazou, os clones precisaram ser congelados, mas agora retornam na surdina com novos colegas clones, desatualizados em relação às normas culturais de 2023, mas ainda vivendo como adolescentes excessivamente dramáticos. Os dubladores incluem Will Forte (“The Last Man on Earth”) reprisando seu papel como Abe, Nicole Sullivan (“The King of Queens”) como Joan, Mitra Jouhari (“Three Busy Debras”) como Cleo, Donald Faison (“Scrubs”) como George Washington Carver, Phil Lord como Scudworth e Chris Miller como JFK, entre outros.

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    “Super Mario Bros” chega em casa. Confira as estreias de streaming

    25 de maio de 2023 /

    A programação de filmes das plataformas de streaming e das locadoras digitais se renova nesta semana com blockbusters, terrores, dramas premiados no Oscar e no Festival de Cannes, thriller de ação europeu e rock brasileiro. Confira abaixo a seleção das 10 novidades de maior potencial.   | SUPER MARIO BROS – O FILME | VOD*   Uma das animações mais bem sucedidas de todos os tempos e maior bilheteria de adaptação de videogame da História, o desenho baseado no game clássico da Nintendo traz o encanador Mario e seu irmão Luigi viajando por um labirinto subterrâneo até chegar no Reino dos Cogumelos, onde atendem aos apelos da Princesa Peach para se juntar à luta contra um poderoso invasor chamado Bowser – e aliados como Donkey Kong. A produção é do estúdio Illumination (o mesmo dos “Minions”), tem direção da dupla Aaron Horvath e Michael Jelenic (da série “Jovens Titãs em Ação”) e, em sua versão em inglês, conta com dublagens de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) como Mario, Charlie Day (“Círculo de Fogo”) como Luigi, Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”) como a Princesa Peach, Keegan-Michael Key (“A Festa de Formatura”) como Toad, Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”) como o vilão Bowser e Seth Rogen (“Vizinhos”) como Donkey Kong.   | SHAZAM! FÚRIA DOS DEUSES | HBO MAX   Menos empolgante que o primeiro, mas ainda divertido, o segundo filme encontra Billy Batson e seus irmãos adotivos aprendendo a conciliar a vida adolescente com seus alter egos de super-heróis adultos. Essa rotina é abalada quando as três Filhas de Atlas chegam à Terra em busca da magia roubada dos deuses, dando início a uma batalha por seus superpoderes, suas vidas e o destino do mundo. Com muitas cenas de ação, lutas e até dragões voadores, a continuação é novamente dirigida por David F. Sandberg e volta a trazer Zachary Levi (“Chuck”) como Shazam, Asher Angel (série “Andi Mack”) como seu alter ego Billy Batson, Jack Dylan Grazer (“It – A Coisa”) como Freddie Freeman, Adam Brody (“Um Caso de Detetive”) como sua versão adulta, o Shazam Jr., Grace Fulton (“Annabelle 2: A Criação do Mal”) como Mary, antigamente conhecida como Mary Marvel, Ian Chen (série “Fresh Off the Boat”) como Pedro Choi, Ross Butler (“Riverdale”) como sua versão heroica, Jovan Armand (série “The Middle”) como Pedro Peña, DJ Cotrona (“G.I. Joe: Retaliação”) como seu alter-ego poderoso, Faithe Herman (série “This Is Us”) como Darla Dudley e Meagan Good (“Minority Report”) como sua contraparte adulta. Já as Filhas de Atlas, que não existem nos quadrinhos e foram criadas para o filme, são interpretadas por Helen Mirren (“A Rainha”), Lucy Liu (“As Panteras”) e Rachel Zegler (estrela do remake de “Amor, Sublime Amor”).   | ENTRE MULHERES | VOD*   Vencedor do Oscar de Melhor Filme e Melhor Roteiro Adaptado, o novo drama de Sarah Polley (“Longe Dela”) reúne um espetacular elenco feminino para contar uma história de rebelião. A trama se passa em 2010 numa comunidade religiosa isolada, quando mulheres submissas resolvem conversar entre si sobre os abusos, inclusive sexuais, que sofrem dos maridos e de outros homens. Impedidas de protestar devido à sua fé, elas começam a questionar tudo, divididas entre se submeter ou enfrentar o patriarcado, correndo o risco de perder o único mundo que já conheceram – abrindo mão também, conforme suas crenças, da chance de ir para o Céu. O elenco é encabeçado por Rooney Mara e Claire Foy, que curiosamente já viveram versões diferentes da mesma personagem no cinema, respectivamente em “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres” (2011) e “Millennium: A Garota na Teia de Aranha” (2018), além de Jessie Buckley (“A Filha Perdida”), Judith Ivey (“Hospital New Amsterdam”), Ben Whishaw (“007: Sem Tempo para Morrer”) e Frances McDormand (“Nomadland”).   | TESLA | VOD*   O drama biográfico traz Ethan Hawke (“Cavaleiro da Lua”) como o gênio visionário Nicola Tesla, cientista inventor que já foi vivido por Nicholas Hoult em “A Batalha das Correntes” (2017) e David Bowie em “O Grande Truque” (2006). Cada um desses filmes tomou suas liberdades com a história, mas desta vez a produção acrescenta elementos anacrônicos, como computadores, celulares e microfones modernos para apresentar Tesla como o rockstar elusivo da Era Elétrica. O filme foi escrito e dirigido por Michael Almereyda, cineasta que gosta de experimentos cinematográficos e que já comandou Hawke em duas adaptações shakespeareanas passadas em tempos modernos – “Hamlet: Vingança e Tragédia” (2000) e “Cymbeline” (2014). A produção também destaca Eve Hewson (“Robin Hood”) como Anne Morgan, a filha do famoso financista JP Morgan, que serve como narradora do filme, além de Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”) e o comediante Jim Gaffigan (“Tropa Zero”) como o inventor Thomas Edison e o empresário George Westinghouse, respectivamente.   | O EXORCISTA DO PAPA | VOD*   O terror traz Russell Crowe (“Thor: Amor e Trovão”) como Gabriele Amorth, um lendário (e verdadeiro) padre italiano que realizou mais de 100 mil exorcismos para o Vaticano. Na história do filme, um demônio possuiu uma criança e exige a presença do padre, num plano premeditado para possuir o exorcista do Papa. Dirigido por Julius Avery (“Operação Overlord”), o filme é baseado nos livros de memórias publicados por Amorth, que morreu em 2016, e seu elenco conta com Franco Nero (“Django”), Laurel Marsden (“Ms. Marvel”), Cornell S. John (“Gangs of London”), Alex Essoe (“Missa da Meia-Noite”) e Daniel Zovatto (“Station Eleven”).   | HELLRAISER | PARAMOUNT+   A franquia dos anos 1980 volta repaginada, com uma história inédita sobre incautos que ousam decifrar o segredo do cubo maldito e abrir as portas do inferno para a chegada dos cenobitas. Mas se a premissa é a de sempre, o monstro demoníaco Pinhead, símbolo da franquia, volta bem diferente nesse reboot, aparecendo pela primeira vez com visual andrógino. Quem vive Pinhead na nova versão é a atriz Jamie Clayton, que teve destaque em “Sense8” e atualmente está na série “The L Word: Generation Q”. Ela é a primeira transexual no papel do líder dos cenobitas, que até então tinha sido vivido por Doug Bradley em oito filmes, além de Stephan Smith Collins e Paul T. Taylor nas duas produções mais recentes. No livro de Clive Barker, o personagem não tem sexo definido. A dupla Ben Collins e Luke Piotrowski assina o roteiro, enquanto a direção ficou a cargo de David Bruckner. O trio é o mesmo responsável pelo ótimo terror “A Casa Sombria” (2020), com Rebecca Hall.   | LEGALIZE JÁ | NETFLIX   O filme narra a história do Planet Hemp por meio da amizade entre os formadores da banda, Marcelo D2 e o falecido rapper Skunk. A produção supera expectativas ao mostrar o encontro dos músicos e as dificuldades da vida de D2 – expulso de casa, sem dinheiro e com a namorada grávida – antes de formarem a banda que se tornaria a mais famosa do Brasil nos anos 1990, ao juntar rock, funk, rap e defender abertamente a legalização da maconha. O filme, porém, não tem final feliz. Logo depois da gravação da primeira demo, Skunk morreu de complicações decorrentes da Aids. Marcelo D2 participou ativamente da produção desde o início do projeto, que durou nove anos. Ele é um dos responsáveis pela trilha sonora do longa, que foi premiado na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que antes fizeram a comédia de boy band da meia-idade “Chocante” (2017), o longa destaca em seu elenco Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como D2, Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk, além de Ernesto Alterio (“Infância Clandestina”), Marina Provenzzano (“A Frente Fria que a Chuva Traz”), Stepan Nercessian (“Os Penetras”) e Rafaela Mandelli (“O Negócio”).   | SANGUE E OURO | NETFLIX   O thriller de ação alemão se passa no fim da 2ª Guerra Mundial e acompanha um desertor (Robert Maaser, de “Bárbaros”) e uma jovem camponesa (Jördis Triebel, de “A Imperatriz”), que se envolvem em uma batalha sangrenta contra um grupo de nazistas em busca de uma fortuna de barras de ouro escondida. Com violência estilizada, ao estilo das obras de Tarantino, o filme tem direção de Peter Thorwarth, que caiu nas graças na Netflix com o terror “Céu Vermelho-Sangue” (2021), segundo filme em língua não inglesa mais visto da plataforma em todos os tempos. O tom ultrajante tem sido comparado a “Bastardos Inglórios” (2009).   | TIN & TINA | NETFLIX   O terror espanhol acompanha um jovem casal que, com problemas para ter filhos, resolve adotar crianças abandonadas. Eles optam por dois irmãos mais crescidos, e o fato dos escolhidos terem o visual das crianças de “A Cidade dos Amaldiçoados” (1995) devia servir-lhes de alerta. Bastante alegres e agitados, os jovens logo começam a demonstrar predileção por brincadeiras violentas e comportamento bizarro. Primeiro longa dirigido por Rubin Stein, traz Milena Smit (“A Garota na Fita”) e Jaime Lorente (“La Casa de Papel”) como os adultos da história.   | UNCLENCHING THE FISTS | MUBI   Vencedor da mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes passado, o drama russo se passa em uma cidade mineradora na Ossétia do Norte. A história segue Ada, uma jovem mulher que vive uma existência controlada e reprimida pelo seu pai doente e possessivo, que decide quando ela e seus irmãos podem sair de casa. Ada sofreu ferimentos durante um sequestro na escola e precisa de uma cirurgia, que o pai se recusa a permitir. Quando o irmão mais velho retorna da cidade, ele promete ajudá-la a obter o tratamento. No entanto, o auxílio tem um matiz perturbador, sugerindo um subtexto incestuoso. O contato físico constante entre os membros da família – carícias, lutas, embates – é habilmente captado pela proximidade da câmera, permitindo ao público sentir a pressão de que Ada deseja escapar. Apesar da natureza tensa e opressiva da trama, a obra da diretora Kira Kovalenko (“Sofichka”) tem cenas de humor sombrio e momentos de ternura, e contém uma atuação impressionante da estreante Milana Aguzarova no papel principal.

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  • Filme

    Atrizes de “O Mundo Sombrio de Sabrina” serão lutadoras de “Mortal Kombat 2”

    25 de maio de 2023 /

    As atrizes Adeline Rudolph e Tati Gabrielle, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”, vão integrar o elenco da continuação de “Mortal Kombat” (2021). Elas interpretaram as bruxas Agatha Nitght e Prudence Blackwood do trio das Irmãs Estranhas na série da Netflix. Na continuação da história do grupo de lutadores desajustados e mestres das artes marciais, que defendem o mundo de ataques de um reino sombrio, as atrizes vão interpretar personagens famosas do jogo, introduzidas em “Mortal Kombat II”. Rudolph será a Princesa Kitana, conhecida por suas letais lâminas de aço, que se tornou uma das personagens mais emblemáticas da série de videogames. A personagem também tem um vínculo próximo com sua guarda-costas Jade, papel de Gabrielle, uma heroína que atua como assassina. No início do mês, o ator Karl Urban (“The Boys”) também foi confirmado na sequência como o lutador Johnny Cage. Lançado em abril de 2021, “Mortal Kombat” estreou simultaneamente nos cinemas e na HBO Max. E em plena pandemia conseguiu ser um sucesso nas bilheterias, superando seu orçamento de US$ 55 milhões com US$ 184,4 milhões arrecadados pelo mundo inteiro. O filme também se tornou um dos principais títulos na plataforma da HBO Max desde a estreia do serviço de streaming. A adaptação de 2021 foi focada em Cole Young (Lewis Tan), um lutador de MMA que é caçado pelo Imperador da Exoterra, Shang Tsung (Chin Han), e seu guerreiro Sub-Zero (Joe Taslim). Com ajuda de Sonya Blade (Jessica McNamee) e o soldado Jax (Mehcad Brooks), Cole logo encontra refúgio no templo de Lorde Raiden (Tadanobu Asano), onde passa a treinar com figuras como Kung Lao (Max Huang), Liu Kang (Ludi Lin) e Kano (Josh Lawson) para desbloquear seu verdadeiro potencial e se preparar para a luta contra as forças da Exoterra. A continuação contará novamente com direção de Simon McQuoid e produção de James Wan. Já o roteiro é assinado por Jeremy Slater, criador das séries “Cavaleiro da Lua” (2022) e “The Umbrella Academy” (2019). “Mortal Kombat 2” ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Série

    Jennie, do BLACKPINK, revela porque aceitou papel em “The Idol”

    24 de maio de 2023 /

    A cantora Jennie Kim, membro do grupo de K-pop BLACKPINK, comentou sua estreia como atriz na polêmica série “The Idol”, da HBO, que estreou no Festival de Cannes nesta segunda-feira (22/5). Em entrevista ao jornal Women’s Wear Daily, ela revelou o que a atraiu inicialmente para o papel na série detonada pela crítica. Jennie confessou que já admirava o trabalho do diretor Sam Levinson, criador do fenômeno “Euphoria” (2020), há muito tempo, mas o que mais a fascinou no projeto foi o fato de ser uma história sobre a indústria musical. “Achei que poderia contribuir com algo para o papel”, revelou a cantora. “Eu confiei em Sam para colaborar com todas as cenas em que estaríamos trabalhando juntos”. Como alguém que cresceu na indústria sul-coreana, enfrentando um treinamento rigoroso para alcançar o estrelato, Kim enxergou o papel de Dyanne como “uma oportunidade de ser eu mesma e ser corajosa”. “Não me preparei especificamente para isso, Sam queria que eu fosse apenas eu mesma”, confessa. Durante a experiência como atriz, a cantora admitiu que foi desafiador trabalhar ao lado de artistas experientes, como a atriz Lily-Rose Depp (“Viajantes: Instinto e Desejo”), que interpreta a protagonista. Ao dar vida a sua personagem, Jennie admitiu que nunca havia passado algo parecido antes e que foi como quebrar uma barreira para ela. Inclusive, segundo ela, a presença de Depp foi bastante reconfortante durante as gravações. Embora tenha aceitado descobrir seu novo lado artístico com o projeto, Jennie continua em turnê com o grupo BLACKPINK. Devido a première no Festival de Cannes, ela esteve junto à equipe da série para a primeira exibição e afirmou que se sente “honrada pela oportunidade de comparecer”. “É impressionante, mas sou grata e agradecida. Todas essas coisas ao mesmo tempo”, finalizou a entrevista. Na trama, Jennie estrela ao lado de Depp e Abel Tesfaye, mais conhecido como o cantor The Weeknd, que também atua como produtor. A história acompanha uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Após a exibição dos dois primeiros episódios no Festival de Cannes, a crítica especializada detonou a produção. Comentários como “grosseira”, “nojenta” e “sexista” foram alguns utilizados para descrever a série, que exagera no conteúdo sexual e aposta em uma frequente nudez dos personagens. Criada por Levinson e The Weeknd em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”) e o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”). A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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  • Série

    Destruída pela crítica, “The Idol” é “grosseira, nojenta e sexista” com só 9% de aprovação

    23 de maio de 2023 /

    Antes mesmo de estrear no Festival de Cannes, a série “The Idol” já acumulava polêmicas envolvendo a produção e o conteúdo explícito da história. Durante o evento, o diretor Sam Levinson (“Euphoria”) e o elenco, incluindo os protagonistas Lily Rose Depp (“Viajantes: Instinto e Desejo”) e o cantor The Weeknd (“Joias Brutas”), marcaram presença para a exibição dos dois primeiros episódios. Embora tenha recebido cinco minutos de aplausos, a crítica especializada tem bombardeado a série desde então. Acumulando críticas negativas, “The Idol” começou a terça-feira (23/5) com 20% de aprovação no site agregador de avaliações Rotten Tomatoes. O número que já era ruim, abaixou ainda mais no decorrer do dia, caindo para baixíssimos 9% de aprovação, um “tomate podre” nos parâmetros do site. Em contraste, o sucesso de Levinson, “Euphoria” (2020), registra 80% de aprovação nas duas temporadas. Os críticos ressaltaram que a série peca pelo exagero em seu conteúdo sexual e pela frequente nudez, argumentando que esses elementos não acrescentam nada à narrativa e servem apenas para chocar o telespectador. Além disso, apontaram que a trama se sustenta em clichês, deixando a desejar em termos de originalidade. No começo do ano, a revista americana Rolling Stone publicou uma matéria com diversas acusações sobre a série, desde clima de caos no set a relatos de que The Weeknd teria pedido alterações na trama por ela ser “feminista demais”. A reportagem destacou a substituição da diretora Amy Seimetz por Sam Levinson como uma das razões para a produção tumultuada. Após a estreia no festival, Levinson fez um comentário sobre a reportagem e revelou que a crítica apenas o convenceu de que a série será uma das mais comentadas. “Quando a minha mulher leu a matéria para mim, eu disse: ‘Vamos ter a maior série do verão’”, ele disse na entrevista coletiva logo após a sessão. Na mesma hora, a atriz Lily Rose Depp também se pronunciou em defesa da produção e das críticas sobre o figurino de sua personagem. “Sempre é triste ver coisas falsas e maldosas ditas sobre alguém de quem gostamos. Não foi minha experiência no set”, defendeu. “Ela [Jocelyn] se veste para expressar algo. Eu nunca estive tão envolvida nas conversas sobre todos os detalhes da personagem quanto nesta série”. O cantor The Weeknd, que agora atende como Abel Tesfaye, revelou que muitas das experiências vividas pela personagem de Depp são baseadas nele mesmo. “Inicialmente queria fazer um conto de fadas sombrio na indústria musical. Queria fazer algo especial, ousado, empolgante, divertido. Que faça alguns rirem, que irrite outros”, disse. “Muito do que Jocelyn vive é baseado nas minhas experiências e nas de outros artistas. Eu tenho sorte de ter tomado as decisões certas”. As críticas, porém, discordam destas “decisões certas”. Com briga já comprada na véspera, a Rolling Stone foi fundo: “Desagradável, brutal, [parece] muito mais longa do que parece e muito, muito pior do que você esperava”. “A sensualidade está ausente em ‘The Idol’, apesar de toda a beleza de Depp. Em vez disso, [a série] parece mais pornografia desprezível e tortura”, descreveu o London Evening Standard. “Resumindo, é grosseira, nojenta e sexista”, publicou o Playlist. “Sombrio, grosseiro e vulgar”, ecoou o Showbiz 411. “Até a música é horrível”, acrescentou o Telegraph. “O roteiro parece calculado para enganar o público fazendo-o pensar que está observando como Hollywood funciona, quando muito disso se resume a clichês espalhafatosos”, lamentou a revista Variety. “O que Levinson percebe como provocativo e subversivo é bastante decepcionante. Como pode um programa com tanta nudez, sexo e erotismo ser tão sem graça?”, questionou o site Collider. “Levinson aplica sua direção eficiente e elegante a cada cena. Algumas delas têm impulso, outras são contraditórias e a maioria delas é confusa. Isso faz você se perguntar se, ao tentar tanto ser transgressivo, o programa acaba se tornando regressivo”, apontou o site The Hollywood Reporter. “O desdém do programa (intencional ou não) seria uma coisa, mas é a apresentação hedionda e auto-desculpável da cultura do estupro que irrita”, reclamou o Daily Beast. A trama gira em torno de Jocelyn, uma cantora pop ambiciosa, que tem paralelos com Britney Spears. Após um colapso nervoso que interrompeu sua última turnê, ela está determinada a recuperar seu merecido status como a maior e mais sensual estrela pop dos EUA. Criada por Sam Levinson e The Weeknd em parceria com Reza Fahim (“Untitled the Weeknd & Trey Edward Shults Project”), o elenco ainda inclui Suzanna Son (“Red Rocket”), Moses Sumney (“Creed”), Jane Adams (“Hung”), Dan Levy (“Schitt’s Creek”), Hank Azaria (“Brokmire”), Eli Roth (“Bastardos Inglórios”), Rachel Sennott (“Shiva Baby”), Hari Nef (“País da Violência/Assassination Nation”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome é Dolemite”), Ramsey (“Clementine”), o produtor musical Mike Dean, a recém-falecida Anne Heche (“Chicago P.D”), o cantor Troye Sivan (“Boy Erased”) e ninguém menos que Jennie Ruby Jane, mais conhecida como Jennie Kim do fenômeno musical sul-coreano BLACKPINK. A série estreia na HBO Max simultaneamente com o canal HBO no dia 4 de junho.

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  • TV

    HBO Max vira oficialmente Max nos Estados Unidos

    23 de maio de 2023 /

    A HBO Max passou a se chamar Max nos Estados Unidos às 0h desta terça (23/5). A nova plataforma, com visual azul (no lugar do púrpura da HBO Max), oferece uma seleção de novos programas originais (conhecidos como Max Originals) e uma interface de usuários atualizada que inclui conteúdo da HBO e da rede americana HGTV. Os novos títulos trazem ainda as opções dos canais Discovery, incluindo Food Network e TLC. Porém, o streaming Discovery+ não foi descontinuado e continuará a ser oferecido como opção independente. A transição causou alguns problemas relatados pelos usuários entre as 4h e 7h da manhã. No entanto, a implementação continua ocorrendo ao longo desta terça-feira em todo os Estados Unidos. A empresa havia confirmado a mudança em abril, durante um evento na sede da Warner Bros. Discovery em Burbank, Califórnia. Para facilitar, a maioria dos assinantes atuais da HBO Max teve seus aplicativos atualizados automaticamente, embora alguns usuários estejam sendo solicitados a fazer o download do aplicativo Max. Quem já é assinante também terá sua conta migrada para o novo sistema sem precisar fazer nada. A mudança trouxe um novo visual à plataforma, e também maior ênfase na ultra definição, com mais de 1.000 filmes e episódios em 4K UHD no lançamento e a promessa de adicionar novos conteúdos do gênero mensalmente. Com a mudança, até filmes clássicos como “Casablanca” (1942), “Laranja Mecânica” (1971) e “Os Bons Companheiros” (1990) poderão ser vistos em 4k. “Entendemos o valor de oferecer aos nossos usuários uma experiência de visualização cinematográfica e, para esse fim, implementamos fluxos de trabalho de tecnologia mais avançada que nos permitem liberar mais conteúdo 4K de maneira mais rápida e eficiente”, disse Sudheer Sirivara, EVP de plataforma de tecnologia da Warner Bros. Discovery. De acordo com a WBD, todos os novos lançamentos de filmes dos estúdios da empresa chegarão ao serviço disponíveis em 4K UHD. Além disso, o conteúdo mais recente também contará com formatos aprimorados como 60 quadros por segundo — que oferecem imagens mais nítidas e cores mais profundas. Os usuários também terão suporte para Dolby Atmos e Vision para aparelhos capazes de reproduzir essas tecnologias. Os preços também subiram. Confira os valores: Max Com Anúncios: US$ 9,99 por mês (R$ 49) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD 1080p, sem downloads, com anúncios. Max Sem Anúncios: US$ 15,99 por mês (R$ 79) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD, 30 downloads, sem anúncios. Max Ultimate: US$ 19,99 por mês (R$ 99). 4 telas simultâneas, resolução 4K UHD, 100 downloads, sem anúncios. A mudança deve chegar ao Brasil no último trimestre de 2023. A empresa não revelou se pretende alterar o preço dos planos por assinatura atuais no país, mas confirmou que os assinantes do HBO Max terão suas contas migradas automaticamente.

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  • Série

    Série documental contará história da Warner Bros. Veja o trailer

    19 de maio de 2023 /

    A HBO Max divulgou o trailer de uma série documental sobre a história da Warner Bros., em homenagem aos 100 anos do estúdio completados no último 4 de abril. “100 Years of Warner” vai contar com depoimentos de mais de 60 atores, cineastas e especialistas da indústria, incluindo Martin Scorsese (“O Irlandês”), Oprah Winfrey (“Uma Dobra no Tempo”), Keanu Reeves (“John Wick 4”), Todd Phillips (“Coringa”), Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha 1984”) e George Clooney (“Ingresso para o Paraíso”). “A Warner Bros. estava lá desde o começo – não apenas criando uma forma de arte, mas também uma indústria – e você tinha que ser firme”, diz Scorsese no trailer. “Todos procuramos a Warner Bros. em busca de filmes que tivessem uma qualidade especial para eles e arriscamos”. Dividido em quatro partes, a série contará com a narração do ator Morgan Freeman. A direção é assinada por Leslie Iwerks, que também foi responsável pelo documentário sobre os parques temáticos da Disney, “A História do Imagineering”, lançado em 2019. Com clipes de filmes e séries de televisão produzidos pelo estúdio, a série vai contar a história da Warner Bros. desde sua fundação, passando pelas diferentes fases de evolução do estúdio, que fizeram a empresa se tornar uma potência global do entretenimento. Criada pelos irmãos Harry, Albert, Sam e Jack Warner no início dos anos 1920, a Warner Bros. é dona de uma longa lista de títulos, incluindo as franquias “Harry Potter”, “Matrix” e os longas de super-heróis da DC Comics. As duas primeiras partes chegam na HBO Max na próxima quinta-feira (25/5), após estrearem no Festival de Cannes um dia antes. As duas partes restantes estarão disponíveis em 1º de junho.

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  • Série

    HBO Max anuncia série sobre Roberto Gómez Bolaños, o eterno Chaves

    19 de maio de 2023 /

    A HBO Max (em breve, apenas Max) está desenvolvendo uma série sobre o ator, roteirista e produtor Roberto Gómez Bolaños, conhecido pelo seu papel como Chaves na série clássica de 1973. O projeto contar a carreira de Bolaños em tom de homenagem ao interprete e criador do Chapolim Colorado. A atração vai se chamar “Sin Querer Queriendo”, referência à famosa frase que Chaves usava de justificativa para suas traquinagens – “Foi sem querer querendo”, na tradução nacional. A produção é uma parceria da plataforma com a produtora mexicana THR3 Media Group, que revelou interesse em criar uma série biográfica sobre Bolãnos e seus personagens pela primeira vez em 2019. A produção ainda terá a supervisão de de Roberto Gómez Fernández, filho do ator. “Ter a oportunidade de contar a história de seu pai pode ser uma grande alegria. Principalmente quando seu pai é Roberto Gómez Bolaños”, comentou Fernández em comunicado à imprensa. “Meu pai era um homenzinho com um grande coração. E, assim, teremos a tarefa de mostrar ao mundo o ser talentoso e, ao mesmo tempo, o pai, o marido, o amigo, o irmão…”. “Sin Querer Queriendo” é descrito como um “melodrama biográfico” e planeja mostrar a história do ator e o seu papel no mundo do entretenimento mexicano. “Na HBO Max, buscamos aquelas histórias latino-americanas que tenham a capacidade de gerar uma conexão muito especial e única com nosso público, com personagens poderosos e feitos com o melhor talento”, acrescentou Mariano Cesar, da Warner Bros. Discovery. Nascido em 21 de fevereiro de 1929, na Cidade do México, Roberto Gómez Bolaños foi um artista multifacetado, atuando como ator, comediante, dramaturgo, escritor, roteirista, compositor, diretor e produtor de televisão. Ele faleceu aos 85 anos, em 28 de novembro de 2014, em decorrência de um estado de saúde fragilizado. “Sin Querer Queriendo” ainda não tem previsão de estreia.

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