Continuação de Gossip Girl destacará personagens negros e gays
A continuação da série “Gossip Girl”, anunciada para a plataforma de streaming HBO Max, vai trazer uma mudança significativa em relação à produção original. O novo elenco vai destacar atores negros e gays. “Não houve muita representatividade na primeira vez”, ponderou Joshua Safran, roteirista e showrunner das duas versões da série, em entrevista para o site Vulture, do jornal New York Post. “Eu fui o único escritor gay que esteve durante o tempo todo na produção. Mesmo quando frequentei uma escola particular em Nova York nos anos 1990, a escola já não refletia necessariamente o que havia em ‘Gossip Girl'”, que foi ao ar na década seguinte. “Desta vez, os protagonistas não serão brancos”, garantiu Safran. “Também haverá muito conteúdo queer no programa, refletindo o mundo atual, pelo menos a parte de riqueza e privilégios, e como os jovens lidam com isso. ” A nova série terá 10 episódios e apresentará uma nova turma de estudantes lindos e ricos numa escola de elite de Manhattan. De acordo com a anúncio da HBO Max, o programa “abordará o quanto a mídia social – e a paisagem de Nova York – mudaram” desde o fim de “Gossip Girl”, exibida entre 2007 e 2012. A única coisa que permanecerá a mesma é a voz da personagem-título. A atriz Kristen Bell (“The Good Place”) foi confirmada como narradora da série, repetindo sua participação na atração da década passada. A série original foi um fenômeno entre o público adolescente e diversos de seus atores seguiram carreiras de sucesso, como Blake Lively, que virou atriz de cinema, Penn Badgley, atualmente matador na série “Você” (You), Leighton Meester, na série “Single Parents”, Chace Crawford, em “The Boys”, maior sucesso da Amazon, e Jessica Szohr, em “The Orville”. Mas também há o caso de Taylor Momsen, que trocou a carreira de atriz pela de roqueira endiabrada, à frente da banda The Pretty Reckless, e o de Ed Westwick, que recentemente sofreu várias denúncias de estupro. Ainda não há previsão de estréia para a “Gossip Girl 2.0”, que terá os mesmos produtores da primeira versão, os criadores Josh Schwartz, Stephanie Savage e o citado Joshua Safran.
Kristen Bell voltará a dar voz à Gossip Girl
O volta de “Gossip Girl”, em desenvolvimento para a plataforma de streaming HBO Max, vai manter sua narração clássica. A voz responsável por espalhar as fofocas virtuais da nova geração será a mesma da série original. A atriz Kristen Bell, estrela das séries “Veronica Mars” e “The Good Place”, e que ainda dubla a princesa Anna na animação “Frozen”, voltará como a voz oficial de “Gossip Girl” na nova produção. No comunicado em que anunciaram o retorno da atriz, os produtores Josh Schwartz, Stephanie Savage e Joshua Safran afirmaram que Bell “foi e sempre será a voz de Gossip Girl”. A nova série terá 10 episódios e apresentará uma nova turma de estudantes lindos e ricos das escolas de elite de Manhattan. De acordo com a anúncio da HBO Max, o programa “abordará o quanto a mídia social – e a paisagem de Nova York – mudaram” desde o fim de “Gossip Girl”, exibida entre 2007 e 2012. A série original foi um fenômeno entre o público adolescente e diversos de seus atores seguiram carreiras de sucesso, como Blake Lively, que virou atriz de cinema, Penn Badgley, atualmente matador na série “Você” (You), Leighton Meester, na série “Single Parents”, e Chace Crawford, em “The Boys”, maior sucesso da Amazon. Mas também há o caso de Taylor Momsen, que trocou a carreira de atriz pela de roqueira endiabrada, à frente da banda The Pretty Reckless, e o de Ed Westwick, que recentemente sofreu várias denúncias de estupro. Ainda não há previsão de estréia para a “Gossip Girl 2.0”.
Séries originais da HBO Max terão um episódio inédito por semana
Um dos detalhes que chamou atenção na apresentação da WarnerMedia para a plataforma HBO Max, realizada na noite de terça (29/10), foi o modelo de distribuição das séries. A plataforma da Warner pretende romper com o modelo de streaming estabelecido pela Netflix, disponibilizando apenas um episódio inédito de suas séries originais por semana. A ideia é repetir na plataforma o engajamento gerado pelas séries da HBO na TV paga. As maratonas esgotam rapidamente as discussões sobre as séries, enquanto a disponibilização semanal tem a capacidade de prolongar a duração do interesse do público nas produções. A estratégia “espelhará amplamente o padrão de lançamento da HBO”, disse o chefe de conteúdo do serviço de streaming Kevin Reilly. “Gostamos de criar impacto cultural e nutrir grande valor a partir de nossas propriedades intelectuais. Nossos criadores de conteúdo também veem o valor de implantar programas gradualmente e de deixá-los respirar. Sucessos da HBO como ‘Succession’ e ‘Chernobyl’ tornaram-se parte do zeitgeist com um cronograma semanal de lançamentos, em vez de desaparecer rapidamente após uma maratona de episódios. Sabemos que as pessoas gostam de maratonar e, na HBO Max, também poderão empilhar temporadas anteriores e o conteúdo do catálogo repleto de séries favoritas”. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear em maio de 2020 com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a HBO Max. A WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott será lançada pela HBO Max
A série sci-fi “Raised by Wolves”, produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”), será lançada com exclusividade pela plataforma HBO Max. A atração estava sendo desenvolvida para o canal pago TNT, mas mudou seu endereço com a promoção da diretora de conteúdo Sarah Aubrey, que encomendou a série, para o serviço de streaming da WarnerMedia. “Conforme nos esforçamos para estabelecer um nível alto de criatividade para a HBO Max, não há pessoa melhor para definir esse nível do que Ridley Scott, pois ele entrega uma realização visionária”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente dos canais TBS, TNT e truTV. “Raised by Wolves” já terminou a produção de sua 1ª temporada, que foi gravada na África do Sul. A paisagem do país servirá de cenário para outro mundo. Na trama, dois androides têm a missão de cuidar de crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam aprender como controlar as pessoas. O elenco é encabeçado pelo ator Travis Fimmel, que ficou conhecido por seu papel como Ragnar Lothbrok na série “Vikings”. Ele viverá Father (Pai), um dos robôs, e contracenará com a atriz dinamarquesa Amanda Collin (“Departamento Q: Uma Conspiração de Fé”), que desempenhará o papel de Mother (Mãe). Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013), do remake de “Papillon” (2017) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” também marcará a estreia de Ridley Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Para garantir que a série tenha um visual cinematográfico, Scott usou sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), no piloto da produção. “Os mundos de tirar o fôlego, personagens atraentes e histórias complexas que Ridley, Aaron e equipe criaram para este projeto são fascinantes”, disse Aubrey, sobre a produção.
HBO Max encomenda séries de comédia de Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling
A HBO Max anunciou a produção de três novas séries de comédia originais, que serão produzidas por Elizabeth Banks (do novo “As Panteras”), Issa Rae (“Insecure”) e Mindy Kaling (“Projeto Mindy”). As atrações foram reveladas na noite de terça (29/10) pela WarnerMedia, em evento dedicado a detalhar a plataforma de streaming, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. “Elizabeth Banks, Issa Rae e Mindy Kaling são três das mulheres mais talentosas de nossa indústria e agora estão trazendo seus projetos originais e impressionantes para a HBO Max”, disse Sarah Aubrey, diretora de conteúdo original da plataforma. “Esses três talentos incríveis incorporam as vozes distintas e diversas que darão vazão à promessa da marca HBO Max de qualidade para todos os públicos”, acrescentou Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. O programa de Kaling se chama “College Girls”, vai acompanhar três colegas de faculdade, irritantes e sexualmente ativas, e já ganhou encomenda de 13 episódios. A produção de Banks é “DC Super Hero High”. Escrita por Scott Weinger (“90210”) e inspirada nos quadrinhos da DC Comics, vai mostrar estudantes do Ensino Médio que podem se tornar super-heróis. E a atração de Rae, “Rap Sh*t”, reflete as aspirações de um grupo de hip-hop feminino de Miami. As duas últimas ainda estão em desenvolvimento. Ao todo, a HBO Max pretende oferecer 31 produções inéditas e exclusivas já em seu lançamento no ano que vem.
HBO Max terá novas séries animadas de Pernalonga, Zé Colmeia e do cineasta Robert Zemeckis
A WarnerMedia anunciou que a HBO Max será lar de novas séries animadas, incluindo produções com personagens famosos do estúdio, entre eles os tradicionais Pernalonga e Zé Colmeia. A revelação foi feita na noite desta terça (29/10) em evento dedicado à plataforma, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. As novas versões dos personagens clássicos existirão juntamente com todo o conteúdo animado da biblioteca da Warner, que será disponibilizado na plataforma de streaming. “Essas novas séries das equipes talentosas da Warner Bros. Animation e Cartoon Network Studios certamente se tornarão clássicos instantâneos”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max e presidente da TBS, TNT e TruTV. “Somos administradores de alguns dos maiores personagens animados de todos os tempos”, acrescentou Sam Register, presidente da Warner Bros. Animation. “E para cada nova série com esses personagens, nosso ponto de partida é sempre focar no que os tornou tão amados. Em primeiro lugar, com as novas séries ‘Looney Tunes’ e ‘Jellystone’, nossos artistas capturaram o charme atemporal desses personagens para criar cartoons que pais e filhos amarão assistir juntos”. “Looney Tunes Cartoons” será uma nova produção com Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu Piu, Papa-Léguas e toda a turma conhecida dos curtas de “Looney Tunes”. Ao todo, estão sendo produzidos 80 episódios de 11 minutos cada, que, além de histórias inéditas, incluirão remakes de curtas clássicos adaptados para o público atual. A produção da Warner Bros. Animation está a cargo de Sam Register (produtor de “Os Jovens Titãs em Ação!”) e Pete Browngardt (criador de “Titio Avô”). Já “Jellystone” vai juntar diversos personagens dos desenhos da Hanna-Barbera, incluindo Zé Colmeia, Catatau, Bibo Pai e Bobi Filho, Tutubarão, Capitão Caverna e muitos outros que vivem na cidade de Jellystone – onde eles não podem deixar de criar problemas uns para o outros. A produção também está a cargo de Register, desta vez em parceria com CH Greenblatt (criador de “Chowder” e “Harvey Beaks”). A lista de animações inéditas ainda vai incluir duas produções exclusivas da equipe do canal Cartoon Network, chamadas de “The Fungies!” e “Tig ‘n Seek”. Para completar, “Tooned Out” será uma série híbrida, produzida pelo cineasta Robert Zemeckis (“Uma Cilada para Roger Rabit”), que vai acompanhar um rapaz que passa a ver personagens de desenhos animados em sua vida cotidiana. Mas eles não surgem como piada e sim para ajudar o protagonista a superar um período difícil em sua vida.
HBO Max anuncia série live-action do Lanterna Verde
Os executivos da WarnerMedia fizeram uma série de anúncios nesta noite de terça (29/10) sobre a plataforma HBO Max, que estará disponível para assinantes americanos em maio de 2020. Além da data de inauguração, o evento de imprensa que aconteceu nos estúdios da Warner em Burbank, na grande Los Angeles, incluiu a oficialização de algumas produções novas. O destaque são duas novas séries de super-heróis da DC Comics. Uma delas é centrada no herói Lanterna Verde e a outra será a primeira antologia de super-heróis, intitulada “Strange Adventures”. Ambas terão produção de Greg Berlanti, maior especialista nas adaptações de quadrinhos da editora – ele produz todo o Arrowverso do canal CW, além de três séries de heróis na plataforma DC Universe. “As duas propriedades originais de DC que desenvolveremos para a HBO Max serão diferentes de tudo o que é visto na televisão”, disse Berlanti no evento para a imprensa americana. “Uma delas é uma antologia de contos passados num mundo onde os superpoderes existem, e, no que promete ser nossa maior série da DC já produzida, iremos ao espaço com os Lanternas Verdes, mas não posso revelar mais nada sobre isso ainda”. Vale lembrar que a Warner estava desenvolvendo um filme sobre a Tropa dos Lanternas Verdes, que deveria chegar aos cinemas em 2020. O projeto chegou a contratar roteiristas e foi até discutido na Comic-Con de San Diego em 2015, antes de sumir no buraco negro aberto pelo fiasco de “Liga a Justiça”. Mas isso não é o mais curioso. O detalhe que realmente chama atenção é que Greg Berlanti foi um dos autores do roteiro de “Lanterna Verde” (2011), o maior fracasso da DC Comics nos cinemas, estrelado por Ryan Reynolds. E ele escreveu a história em parceria com Marc Guggenheim, que é showrunner do Arrowverso. Não há maiores detalhes sobre a série do herói espacial, nem sequer se sabe o título oficial da produção, ao contrário de “Strange Adventures”, cujo nome deriva de uma publicação clássica da DC Comics. Lançada em 1950 com histórias de ficção científica e terror sobrenatural, a “Strange Adventures” dos quadrinhos também serviu de berço para os heróis Capitão Cometa, Homem-Animal e Desafiador (Dead Man), além de ter sido lar de Adam Strange. Nenhum personagem está confirmado na versão televisiva, que irá contar histórias completas com diferentes heróis a cada episódio. A série do Lanterna Verde e “Strange Adventures” elevam o número de programas de Berlanti para a HBO Max para quatro – sem contar quatro longas-metragens de tema adolescente encomendados. Com isso, seu recorde, que já era impressionante, subiu para um total de 22 séries atualmente em produção, em 7 canais/plataformas diferentes. Ninguém chega nem perto desse número absurdo de produções simultâneas. A lista inclui “Arrow” “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow”, “Black Lightning”, “Batwoman”, “Riverdale”, “All American” e “Katy Keene” na rede CW; “Prodigal Son” na Fox; “Blindspot” na NBC; “God Friended Me” na CBS; “Titãs” (Titans), “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Stargirl” na plataforma DC Universe, “Você” (You), “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina) e “The Girls on the Bus” na Netflix; mais “The Flight Attendant”, “Equal”, “Strange Adventures” e a série do “Lanterna Verde” (Green Lantern) na HBO Max. Todas essas séries são produzidas pela WBTV (Warner Bros. Television), que tem contrato de exclusividade com o produtor.
Plataforma HBO Max será lançada em maio nos Estados Unidos
A WarnerMedia anunciou nesta terça (29/10) que o serviço de streaming HBO Max será lançado em maio de 2020 nos Estados Unidos. O projeto é a aposta bilionária do conglomerado para enfrentar a guerra dos streamings, e vai chegar após a estreia dos concorrentes Apple TV+ (em 1 de novembro) e Disney+ (Disney Plus) (12 de novembro), que tentarão destronar Netflix e Amazon. Prometendo 10 mil horas de conteúdo já na sua estreia, o serviço terá conteúdo das emissoras HBO, TNT, TBS, TCM (Turner Classic Movies), TruTV e The CW, dos canais de animação Cartoon Network, Rooster Teeth, Adult Swim e Crunchyroll, e também todo o catálogo da Warner Bros., New Line, Looney Tunes, CNN e DC Entertainment, além de produções da BBC, num acordo recentemente firmado. Isso significa séries como “Game of Thrones”, “Big Little Lies”, “Pretty Little Liars”, “Doctor Who”, “The Alienist”, “Rick and Morty” e “Chernobyl”, além de milhares de filmes, atrações clássicas da TV – entre elas, o fenômeno “Friends”, que sairá da Netflix – e produções originais. O objetivo é estrear já com 31 atrações inéditas e exclusivas. A plataforma tem diversos projetos exclusivos em desenvolvimento, desde um filme inédito de Stephen Soderbergh (“Onze Homens e um Segredo”) até novas séries produzidas por Melissa Rosenberg (criadora de “Jessica Jones”), John Wells (criador de “Shameless”) e Lena Dunham (criadora de “Girls”), sem esquecer uma continuação de “Gossip Girl”, desenhos animados inéditos e séries de super-heróis da DC Comics, criadas especialmente para a plataforma. No evento de apresentação da plataforma, a WarnerMedia ainda revelou que a HBO Max custará mais que os serviços equivalentes dos rivais (US$ 14,99 por mês, contra US$ 12,99 da Netflix, US$ 6,99 da Disney+ (Disney Plus) e US$ 4,99 da Apple TV+), mas será oferecida gratuitamente por um ano para quem já é assinante da HBO. O lançamento da HBO Max deve acontecer rapidamente na América Latina, inclusive com a produção de séries locais, mas, por enquanto, o mercado brasileiro está fora dos planos. Em comunicado sobre sua expansão latina, a empresa explicou que “investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011). O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max. Veja abaixo, um vídeo de apresentação do novo serviço.
HBO Max pode não ser lançada no Brasil
O Brasil pode ficar sem a plataforma de streaming HBO Max. Foi o que a WarnerMedia revelou, por meio de um comunicado a respeito de sua estruturação na América Latina. O texto aborda a compra da parte do parceiro Ole Communications na administração da HBO, MAX, Cinemax e HBO Go nos países de língua espanhola da América Latina e no Caribe. Essa transação tem o objetivo de preparar terreno para o lançamento do HBO Max, serviço de streaming que englobará todas as produções da Warner Bros. Mas a aquisição das cotas de parceiros latinos deixou de fora o Brasil, “devido à incerteza regulatória existente no país”. “Temos a opção de adquirir os negócios no Brasil, mas não faremos isso no momento”, diz o comunicado. “Como dissemos, investimento direto adicional no Brasil não é atualmente atrativo para nós devido à incerteza regulatória existente no país. Apoiamos e continuamos otimistas quanto aos esforços em andamento para alterar a lei do SeAC de sorte a garantir que o setor de mídia tenha uma estrutura regulatória clara e previsível que promova o investimento e a inovação”. Trata-se da dificuldade encontrada no país para a legalização da compra da Warner pela AT&T, já finalizada nos Estados Unidos e em vários países do mundo. No Brasil, porém, a Anatel tem posição contrária ao negócio, em função das restrições à propriedade cruzada existentes no artigo 5 da Lei do SeAC (Lei.12.485/2011), citada no comunicado. O que acontece é que a Warner Media é controladora dos canais Turner e HBO e a AT&T é controladora da Sky, segunda maior operadora de TV paga brasileira. As regras da Lei do SeAC impedem que empresas de programação atuem como operadoras e vice-versa. Tanto a procuradoria da Anatel quanto as superintendências técnicas são contrárias à operação. Enquanto isso, o Congresso discute, em diferentes projetos de lei, uma mudança na Lei do SeAC que permita à AT&T manter o controle simultâneo da Sky e as operações da Warner Media no Brasil. A proposta mais avançada é o PLS 3.832/2019, do Senador Vanderlan Cardoso (PP/GO), que está na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicações e Inovações do Senado. O projeto, que é terminativo, chegou a ser trazido para a pauta de votação por três semanas seguidas, mas diante dos interesses conflitantes que apareceram sobretudo em relação às polêmicas sobre o enquadramento dos serviços de Internet à luz da Lei do SeAC, acabou sendo retirado de pauta e ainda não há data para a votação. O relatório do senador Arolde de Oliveira (PSD/RJ) sobre o projeto de lei quer tratar a questão da Internet juntamente com a questão da propriedade cruzada, e isso tem gerado atritos para a tramitação da matéria. Graças ao impasse, a WarnerMedia decidiu não avançar seus negócios no Brasil. Isto inclui o lançamento da plataforma de streaming HBO Max.
Hora de Aventura vai voltar com quatro especiais na HBO Max
A plataforma HBO Max anunciou que vai retomar a produção da série animada “Hora de Aventura”, cancelada no ano passado no Cartoon Network. Vencedora da Emmy, a atração voltará em mais quatro episódios especiais, com uma hora de duração e destacando, em cada um deles, um personagem diferente. Chamado de “Adventure Time: Distant Lands”, em inglês, o revival também teve o nome dos episódios especiais revelados. “BMO” será protagonizado pelo robô Beemo. A Princesa Jujuba e Marceline serão o foco do capítulo “Obsidian”, no qual tentarão impedir uma catástrofe na Cidade de Vidro. “Wizard City” explorará o passado do Mordomo Menta e sua história como estudante de magia. E, para completar, “Together Again” mostrará o retorno de Finn e Jake, protagonistas da série, que embarcarão na aventura mais importante de suas vidas. Criada por Pendleton Ward (roteirista de “As Trapalhadas de Flapjack”), “Hora de Aventura” foi exibida originalmente entre 2010 e 2018, contando com 10 temporadas e 283 episódios. Durante seu período no ar, a animação foi uma das mais populares do Cartoon Network. E, como se não bastasse, também acabou virando uma incubadora de talentos, gerando sucessos como “Steven Universo”, “Over The Garden Wall” e “Clarence”. Os primeiros dois especiais do revival serão disponibilizados no HBO Max em 2020.
Criador de Riverdale e Sabrina desenvolve séries de terror gótico para a HBO Max
O produtor-roteirista Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, está desenvolvendo duas séries, uma delas para a plataforma de streaming HBO Max, que será lançada no ano que vem. O primeiro projeto se chama “The Shelley Society”, e é descrito como um “’Arquivo X’ vitoriano”. A série será uma mistura de romance adolescente com horror gótico, e acompanhará a jovem Mary Shelley, a autora de “Frankenstein”, enfrentando monstros e criaturas sobrenaturais. Sacasa vai escrever os roteiros com Tessa Leigh Williams e James DeWille, dupla de “Riverdale”. O segundo chama-se “The Brides” e é inspirado na saga de Drácula – especialmente em “As Noivas de Drácula”. Na verdade, “The Brides” é um projeto antigo, que chegou a ser apresentado para a rede americana NBC em 2015. As noivas de Dracula foram criadas por Bram Stoker em seu clássico gótico “Drácula”. Eram originalmente três vampiras que viviam com Drácula em seu castelo na Transilvânia, onde usavam seu charme para seduzir e enfeitiçar os homens, antes de sugá-los, até serem exterminadas por Van Helsing. Além de aparecerem em inúmeros filmes sobre a origem de “Drácula”, elas também já tiveram um filme próprio em 1960, um clássico da Hammer lançado no Brasil como “As Noivas do Vampiro”. Na época em que estava sendo cogitado pela NBC, o projeto era descrito como uma “reimaginação sexy” da história das três noivas de Drácula, que não só sobreviveram ao ataque de Van Helsing como vivem na Nova York dos dias atuais. A trama iria acompanhar “o que elas fazem para manter a riqueza, o prestígio e o legado de sua família não-tradicional”. Em sua nova versão, “The Brides” é apresentada como “uma novela de terror sobre um grupo de protagonistas femininas e seus conflitos familiares”. Os dois projetos têm produção de Greg Berlanti, parceiro de Aguirre-Sacasa em suas séries derivadas da Archie Comics. Por enquanto, apenas a primeira atração teve piloto encomendado, dentro do contrato de exclusividade de Berlanti e Aguirre-Sacasa com a WBTV (Warner Bros. Television). Para a série sair do papel, o piloto precisa ser aprovado.
Musical clássico Grease vai virar série da HBO Max
O serviço de streaming HBO Max anunciou a produção de uma série derivada do clássico musical “Grease”, sucesso do cinema de 1978, estrelado por John Travolta e Olivia Newton-John. Intitulada “Grease: Rydell High”, a série vai explorar a vida dos estudantes da escola onde se passa a história original. Assim como no filme, a série será situada nos anos 1950 e terá formato musical, com canções originais. Os protagonistas serão diferentes, mas alguns dos personagens clássicos podem fazer aparições. Apesar da premissa estar definida, o projeto não tem roteirista. É, por enquanto, resultado de reunião de executivos, de um lado os representantes da plataforma de streaming da WarnerMedia e do outro os negociadores da Paramount, que detém os direitos do filme e recentemente produziram uma versão ao vivo do musical, “Grease Live!”, para a televisão. “‘Grease’ é um fenômeno de cultura pop que é capaz de envolver todas as gerações, e estou muito feliz que nossos amigos da Paramount aceitaram ampliar este universo para uma série semanal”, comentou Sarah Aubrey, chefe de conteúdo da HBO Max. Ela completou dizendo que a série “vai mostrar a vida de ensino médio em uma pequena cidade dos EUA, na escala de um musical rock n’ roll. É ‘Grease 2.0’, mas com o mesmo espírito, a mesma energia, e a mesma animação”. O anúncio teve direito a um pôster conceitual, que pode ser conferido abaixo.
HBO Max vai exibir Sésamo e derivados em acordo válido por cinco temporadas
A HBO Max, plataforma de streaming da WarnerMedia, vai ser o novo endereço dos personagens de “Sésamo”, série clássica infantil que os mais velhos ainda chamam de “Vila Sésamo”, seu título clássico, e que desde 2016 faz parte da programação da HBO “convencional”. A produtora Sesame Workshop fechou um contrato para transferir a exibição do program para a plataforma e a HBO Max ainda renovou a atração por mais cinco temporadas. Além da série principal, produzida desde 1969, o acordo inclui novos programas: cinco especiais anuais, um talk-show comandado pelo personagem Elmo, chamado “The Not Too Late Show”, duas séries animadas, uma nova temporada de “Esme & Roy” e uma série documental que abordará assuntos difíceis na perspectiva de crianças. Com isso, os personagens de “Sésamo” vai sair da TV paga, mas apenas em 2020. O contrato começa a valer a partir da 51ª temporada de “Sésamo”, que estreará primeiro na HBO Max antes de seguir para a PBS Kids, emissora há décadas responsável pela transmissão da série na TV aberta americana.











