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  • Série

    American Horror Story: 1984 revela primeiros vídeos com elenco em roupas de época

    11 de julho de 2019 /

    O produtor Ryan Murphy postou em seu Instagram dois vídeos de “American Horror Story: 1984”, que apresentam o elenco e o visual retrô dos personagens da 9ª temporada da antologia de terror. Os vídeos destacam as presenças de veteranos da série, como Emma Roberts, Cody Fern, Billie Lourd e Leslie Grossman. E entre as novidades, o maior destaque é Matthew Morrison, que estreia – de bigode e shorts amarelo – no terror após estrelar outra série famosa de Ryan Murphy, “Glee”. Os demais novatos são o esquiador olímpico Gus Kenworthy, DeRon Horton (de “Cara Gente Branca”), Zach Villa (“Shameless”) e a atriz transexual Angelica Ross, que também faz parte da família de séries de Murphy, vinda de “Pose”. Por sinal, esta participação merece à parte. Saiba mais aqui. Como os novos episódios vão se passar nos anos 1980, os atores aparecem vestindo roupas típicas das academias da época, quando os exercícios aeróbicos e os colantes “sexy” estavam na moda. Outro detalhe que chama atenção é o cenário de uma cabana com várias camas, que sugere um acampamento de verão. Estas referências se juntam a um psicopata mascarado, que abre o vídeo, para indicar uma homenagem aos slashers passados em campings, como “Sexta-Feira 13” (1980), “Chamas da Morte” (1981) e “Acampamento Sinistro” (1983). “American Horror Story: 1984” estreia em 18 de setembro nos Estados Unidos, pelo canal pago FX, o mesmo que exibe a atração no Brasil. Ver essa foto no Instagram To celebrate the first day of filming the NINTH Season of AMERICAN HORROR STORY, here's the official 1984 cast announcement along with some amazing 80s lewks. Enjoy! Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 11 de Jul, 2019 às 9:25 PDT

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  • Série

    Nikolaj Coster-Waldau vai estrelar série sobre Hollywood dos anos 1980

    19 de junho de 2019 /

    O ator dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau, intérprete de Jaime Lannister em “Game of Thrones”, vai continuar atuando na TV americana após o final da atração da HBO. Ele entrou no piloto de “Gone Hollywood”, série em desenvolvimento para o canal pago FX. A trama se passa em Hollywood, durante os anos 1980. O papel de Coster-Waldau é um agente de celebridades chamado Jack DeVoe. Junto com alguns colegas, ele deixa uma das agências de talentos mais famosas de Hollywood para fundar sua própria empresa. Segundo a FX, os personagens de Gone Hollywood serão fictícios, mas seus clientes não. Assim, a trama vai incluir celebridades reais, que marcaram a década de 1980. Além de Coster-Waldau, o elenco inclui John Magaro (“The Umbrella Academy”), Lola Kirke (“Mozart in the Jungle”) e os veteranos Jonathan Pryce (“A Esposa”) e Judd Hirsch (“Independence Day”). A participação de nomes famosos indica a força do projeto. “Gone Hollywood” é criação do roteirista Ted Griffin (de “Onze Homens e Um Segredo” e criador da série “Terriers”), que escreveu e vai dirigir o piloto, além de atuar como showrunner caso (quando) a série seja (for) aprovada.

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  • Série

    Piloto de Y: O Último Homem será refeito por nova showrunner da série

    18 de junho de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série derivada dos quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man) em fevereiro passado. Mas, desde então, a produção voltou à estaca zero, com a saída dos responsáveis pela adaptação, Michael Green (“Logan”) e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”), que se demitiram após uma crise criativa com a emissora. A produção só foi retomada nesta semana, com o anúncio da contratação de Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”) como nova showrunner. Em comunicado, ela se declarou fã dos quadrinhos originais. “Há uma década, devorei a coleção completa dos quadrinhos de ‘Y: O Último Homem’, imaginando como ela poderia tomar forma na tela”, disse Clark. “Estou feliz em contar essa história e trabalhar com esse elenco imensamente talentoso”, acrescentou. Com a nova showrunner definida, o piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna) deve passar por regravações, visando tirar da série elementos que causaram a crise com os showrunners anteriores. O material original, concebido por Brian K. Vaughan e Pia Guerra, é repleto de situações de potencial polêmico, que podem ser consideradas até inapropriadas para a TV. Mas não há declarações oficiais sobre o que teria sido excessivo a ponto de levar roteiristas conceituados como Green e Kroal a abandonar a produção. Não é por acaso que a série levou uma década para sair do papel. A trama chegou a ser considerada como filme pela Warner e passou até pela HBO, que faz parte do mesmo conglomerado – assim como a DC Comics, editora dos quadrinhos originais, via seu selo adulto Vertigo – , mas nunca superou a fase inicial de desenvolvimento de roteiro, originando sua fama de ser arriscada demais. Foi o próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, quem trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green. Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado, com reservas. As reservas foram a razão do atrito. Para quem não conhece, “Y: O Último Homem” é um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, que venceu nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e se tornou a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, Vaughan e Guerra contaram a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), transformados em atração da plataforma Hulu. A adaptação do FX será chamada apenas de “Y” e seu elenco traz Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”).

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  • Série

    Pose é renovada para 3ª temporada após estreia elogiada do segundo ano

    17 de junho de 2019 /

    O canal pago americano FX renovou “Pose” para sua 3ª temporada. O anuncio foi feito após a exibição do primeiro capítulo do segundo ano da produção de Ryan Murphy e Brad Falchuck (a dupla de “American Horror Story”) em parceria com Steven Canals, que reúne o maior elenco de atores transgêneros da TV. A 2ª temporada estreou na terça passada (11/6) com críticas muito positivas – 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – e foco maior nos personagens trans da trama – Blanca (Mj Rodriguez), Elektra (Dominique Jackson) e Angel (Indya Moore). A atração também registrou aumento de público, sendo vista ao vivo por 1,2 milhões em seu retorno. Trata-se da maior audiência da série, superando os 781 mil que assistiram ao primeiro season finale. E com reprises e exibições na plataforma digital do canal durante os primeiros três dias desde a estreia, o total de espectadores chegou a 1,8 milhão. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York da virada dos anos 1980 para os 1990, durante o auge do garage (estilo house com vocais de divas), da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna) e da epidemia da Aids. A trama acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca na época, mostrando suas conquistas e decepções com o mundo ao seu redor. Os novos episódios se passam no verão de 1990 e devem mostrar o impacto do sucesso da música “Vogue”, de Madonna, sobre a cena LGBTQIA+ mostrada na série. No Brasil, “Pose” é exibida no canal pago Fox Premium.

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  • Série

    Pose: Trailers e pôsteres da 2ª temporada destacam personagens e anos 1990

    24 de maio de 2019 /

    O canal pago FX divulgou quatro pôsteres, um trailer e três vídeos de personagens de “Pose”, série criada por Ryan Murphy e Brad Falchuck (a dupla de “American Horror Story”) em parceria com Steven Canals, que reúne o maior elenco de atores transgêneros da TV. Os vídeos destacam individualmente um dos três personagens trans centrais da trama, Blanca (Mj Rodriguez), Elektra (Dominique Jackson) e Angel (Indya Moore), que aparecem dançando e confessando seus desejos, cada um numa jornada bem diferente, enquanto a trama avança para os anos 1990 no embalo do “club mix” de um dos maiores sucessos da época, “Back to Life”, do Soul II Soul – que na verdade foi lançado em 1989. “Pose” se passa na cena dançante de Nova York do período, durante o auge do garage (estilo house com vocais de divas) e da dança Vogue (que inspirou o hit homônimo de Madonna). A trama acompanha a trajetória de um grupo de jovens que tenta deixar sua marca na cena da época. Por sinal, a música de Madonna vai ser muito importante para os novos episódios. A 2ª temporada mostrará a descoberta da cena underground LGBTQIA+ pela mídia comercial, graças à repercussão alcançada pelo hit “Vogue”. Inspirada nos ballrooms transexuais, a música também descontextualizou a inspiração e ganhou um vídeo com dançarinos exclusivamente cisgêneros. A série deve mostrar a reação dos personagens a essa apropriação cultural, mas não está claro como isso será abordado, nem quando – provavelmente só no final da temporada. A série retorna em 11 de junho nos Estados Unidos. No Brasil, “Pose” é exibida no canal pago Fox Premium.

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  • Série

    Série do filme O que Fazemos nas Sombras é renovada para 2ª temporada

    7 de maio de 2019 /

    O canal pago americano FX renovou a série “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia vampírica homônima (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), para a 2ª temporada. Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme, Taika Waititi (que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (visto em outro projeto recente da Marvel, como ator na série “Legion”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. O filme original foi concebido como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses e venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, e a mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Já a série sofreu várias mudanças, além da locação e do elenco. Para começar, os protagonistas não são três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”) e Harvey Guillen (“The Magicians”). Atualmente em seu quinto episódio (metade da 1ª temporada), a série vem atraindo cerca de 500 mil telespectadores ao vivo.

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  • Etc,  Filme

    John Singleton (1968 – 2019)

    29 de abril de 2019 /

    O cineasta John Singleton, conhecido por seu trabalho em filmes como “Os Donos da Rua” e “+Velozes +Furiosos”, morreu nesta segunda (29/4) aos 51 anos. Um representante da família informou que o diretor morreu tranquilamente cercado de familiares e amigos no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles. A família de Singleton optou por desligar os aparelhos que mantinham o diretor vivo desde que ele sofreu um derrame, há quase duas semanas. Singleton fez história em Hollywood ao se tornar, em 1992, o primeiro cineasta negro indicado ao Oscar de Melhor Direção, por seu filme de estreia, “Os Donos da Rua” (Boyz n the Hood). Com 23 anos na época, ele também se tornou o cineasta mais jovem nomeado na categoria. E ainda foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original pelo filme, que lançou a carreira do rapper Ice Cube como ator, mas acabou perdendo as duas estatuetas. Após a aclamação da estreia, Singleton não repetiu o sucesso em seus novos dramas. Ele chegou a transformar a cantora Janet Jackson e o rapper Tupac Shakur em par romântico em “Sem Medo no Coração” (1993), tratou de racismo na universidade em “Duro Aprendizado” (1995) e retratou um histórico ataque racista no drama de época “O Massacre de Rosewood” (1997). Tudo mudou quando assinou o remake de “Shaft” (2000), estrelado por Samuel L. Jackson, fazendo sua transição para o cinema de ação. O filme estourou nas bilheterias. Ele também lançou a carreira do ator Tyrese Gibson no cinema, com o drama “Baby Boy – O Rei da Rua” (2001), e o levou ao estrelado em “+Velozes +Furiosos”, segundo filme da franquia “Velozes e Furiosos”, que ainda introduziu o rapper Lucadris na franquia. Com “Shaft” e “+Velozes +Furiosos” (2003), Singleton demonstrou que podia fazer grandes filmes de Hollywood. E seu próximo lançamento foi a comprovação de seu talento para thrillers de ação. Estrelado por Mark Wahlberg, além de Tyrese Gibson, “Quatro Irmãos” (2005) acompanhava os irmãos do título, dois brancos e dois negros, que resolvem se vingar após sua mãe adotiva ser assassinada num roubo. A crítica ficou dividida, mas o filme se tornou cultuadíssimo em DVD. O diretor seguiu no gênero com o lançamento de “Sem Saída” (2011), uma aposta para transformar o ator Taylor Lautner (de “Crepúsculo”) em astro de ação. Entretanto, o fracasso da produção comprometeu a carreira de ambos, ator e diretor. John Singleton nunca mais dirigiu outro filme, mas trabalhou bastante na TV nos últimos anos de sua carreira, assinando episódios de “Empire”, “American Crime Story”, “Rebel” e “Billions”. O cineasta também criou, produziu e dirigiu vários capítulos de “Snowfall”, série da FX que exibe sua 3ª temporada ainda este ano. Em comunicado oficial sobre a morte, a família de Singleton, que teve sete filhos, lamentou que sua carreira tenha sido interrompida pela tragédia. “John foi uma estrela tão brilhante na juventude que é fácil se esquecer que ele estava apenas começando”, escreveram. “Nós sempre vamos celebrar o legado de seu trabalho, mas estávamos também ansiosos para ver os filmes que John teria feito nos próximos anos”, concluíram.

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  • Série

    Teaser de American Horror Story revela título e tema da nova temporada

    10 de abril de 2019 /

    O canal pago FX divulgou o primeiro teaser da 9ª temporada de “American Horror Story”, que revela o título do novo arco da atração. A próxima história da antologia de terror foi batizada de “American Horror Story: 1984”. E apesar de o título-data evocar o livro homônimo de George Orwell, não são cenas de distopia opressora que acompanham sua revelação. Ao som de “Six Feet Under”, de Billie Eilish, a prévia mostra uma cena típica de terror slasher dos anos 1980, com uma mulher correndo no meio da mata, até se proteger numa cabana de um serial killer armado com uma faca. Embora a música seja atual, as imagens sugerem o tema e qual abordagem se pode esperar de uma trama passada em 1984. A 9ª temporada deve estrear no outono norte-americano (entre setembro e novembro) no FX. “American Horror Story” encontra-se renovada até sua 10ª temporada.

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  • Série

    Emmy 2019 tira American Horror Story da disputa de série limitada

    9 de abril de 2019 /

    Colecionadora de prêmios Emmy como Série Limitada (ou Telefilme!), “American Horror Story” não poderá competir nesta categoria na premiação deste ano da indústria televisiva americana. Ao reprisar personagens durante o arco “Apocalypse”, exibido em sua 8ª temporada, a produção do canal FX caiu numa tecnicalidade, que diferencia as séries limitadas das convencionais pela falta de personagens contínuos em suas temporadas. “American Horror Story: Apocalypse” retomou personagens vistos em temporadas anteriores – respectivamente, no primeiro e no terceiro ano da série. Por isso, foi desqualificada como minissérie/série limitada. Além dela, “The Sinner” e “American Vandal” também foram enquadradas na mesma situação e não poderão concorrer como séries limitadas. Para disputar prêmios em 2019, elas devem ser inscritas como séries de drama ou comédia. A qualificação do que é série limitada tem sido motivo de controvérsia constante no Emmy. O caso de “American Horror Story” aconteceu após várias reclamações de concorrentes, pelo fato de a série produzir temporadas e apresentar o mesmo elenco todos os anos, ainda que em diferentes papéis. Outro fator recente de polêmica na categoria foi a premiação de “Big Little Lies” no ano passado, simultaneamente à revelação de que a atração teria 2ª temporada, virando série convencional na HBO. Por outro lado, o mesmo canal pago inscreveu “True Detective” como Drama e não Série Limitada em sua 1º temporada, o que pode ter custado maior reconhecimento à produção no Emmy 2014, quando enfrentou de frente o final consagrado de “Breaking Bad”.

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  • Série

    Better Things é primeira série renovada pelo FX após virar canal da Disney

    26 de março de 2019 /

    O canal pago americano FX anunciou sua primeira renovação após ser adquirido pela Disney. A série de comédia “Better Things”, estrelada por Pamela Adlon, vai para a 4ª temporada. O anúncio veio após a exibição do quarto episódio do terceiro ano, que registrou uma queda significativa de audiência (cerca de 100 mil telespectadores) em relação à temporada anterior. Apesar de não ter grande audiência, trata-se de uma atração queridinha da crítica, com 97% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, correu risco de ser cancelada no final de 2017, após o escândalo sexual de Louis C.K., co-criador e produtor original da atração. Ele foi demitido de todas as produções que comandava no FX, mas, contrariando expectativas, “Better Things” conseguiu sobreviver – assim como a premiada “Baskets”. “Better Things” foi co-criada e é estrelada por Pamela Adlon no papel de uma atriz divorciada, que tenta criar suas três filhas. A 4ª temporada só vai estrear em 2020.

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    Fosse/Verdon: Minissérie estrelada por Sam Rockwell e Michelle Williams ganha trailer dramático

    1 de março de 2019 /

    O canal pago FX divulgou o pôster e o segundo trailer da minissérie “Fosse/Verdon”, estrelada por Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) respectivamente como o diretor e coreógrafo Bob Fosse e a atriz e dançarina Gwen Verdon. A prévia é dramática, mas também repleta de coreografias que recriam momentos famosos da carreira do casal, como os espetáculos da Broadway “Charity, Meu Amor”, “Cabaret” e “Chicago”. A minissérie vai acompanhar suas trajetórias como um casal de artistas que, como destaca o release da FX, “mudou a cara do entretenimento americano – a um custo perigoso”. O elenco da série também inclui Margaret Qualley (“The Leftovers”), Norbert Leo Butz (“Bloodline”), Aya Cash (“You’re the Worst”), Susan Misner (“Billions”) e Bianca Marroquín (“Eleanor”), Paul Reiser (“Stranger Things”), além de Nate Corddry (“Mindhunter”) como Neil Simon, Kelli Barrett (“O Justiceiro”) como Liza Minnelli e Laura Osnes (“City of Dreams”) como Shirley MacLaine. “Fosse/Verdon” estreia em 9 de abril nos Estados Unidos.

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  • Série

    Emma Roberts e esquiador olímpico viverão casal na 9ª temporada de American Horror Story

    6 de fevereiro de 2019 /

    O produtor Ryan Murphy revelou os primeiros detalhes da 9ª temporada de “American Horror Story” no Instagram. Num post com uma foto do esquiador e medalhista olímpico Gus Kenworthy, ele escreveu que o atleta vai atuar na série, no papel de namorado de uma nova personagem de Emma Roberts. Não será a primeira aparição do esquiador numa série. Premiado com a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Inverno de Sochi, em 2014, Kenworthy apareceu, interpretando a si mesmo, em “The Real O’Neals” e no quinto filme da franquia “Sharknado”. Roberts, por sua vez, fará sua quinta aparição na antologia de terror, após atuar em “Coven” (3ª temporada), “Freak Show” (4ª temporada), “Cult” (7ª temporada) e “Apocalypse” (8ª temporada). Ainda não há pistas sobre o tema, sinopse ou outros atores confirmados na atração, que deve estrear na temporada de outono (entre setembro e novembro) no canal pago FX. “American Horror Story” encontra-se renovada até sua 10ª temporada. Visualizar esta foto no Instagram. That special moment when you realize you have an Olympic medal AND will be playing Emma Roberts’ boyfriend on “American Horror Story” Season 9. Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em 6 de Fev, 2019 às 9:52 PST

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  • Série

    Série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem ganha primeira foto

    5 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago americano FX divulgou a primeira foto da série baseada nos cultuados quadrinhos de “Y: O Último Homem” (Y: The Last Man). Em desenvolvimento há uma década, a produção da 1ª temporada foi anunciada nesta semana. A imagem mostra o cenário apocalíptico do começo da história, revelando o protagonista Yorik com a máscara de gás que caracteriza suas aparições iniciais nos quadrinhos, em meio a uma pilha de cadáveres que se estende pelo seu caminho. A série vai se chamar apenas “Y” e já tem elenco completo, encabeçado por Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”). O próprio criador de “Y”, Brian K. Vaughan, trouxe o projeto para o FX há quatro anos, em parceria com o roteirista Michael Green (“Logan”). Mas o piloto só foi produzido no ano passado e apenas recentemente aprovado. Um dos quadrinhos mais cultuados da Vertigo, a linha adulta da DC Comics, e vencedor de cinco prêmios Eisner, o Oscar dos quadrinhos, “Y: O Último Homem” teve 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, em que contou a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres mal-intencionadas descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos Fugitivos (Runaways), transformado em atração da plataforma Hulu. Além disso, Vaughan é um roteirista experiente de séries, tendo trabalhado em “Lost” e “Under the Dome”. E Green é um dos escritores mais valorizados da atualidade por Hollywood, autor de “Logan”, “Blade Runner 2049” e “O Assassinato do Expresso Oriente”, além de cocriador da série “American Gods”. Michael Green e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”) serão showrunners da série, que teve seu piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna). Apesar da foto – que é do piloto – a estreia é esperada apenas em 2020, pois não se trata de uma produção simples e barata.

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