“Better Things” vai acabar na 5ª temporada
Atualmente em produção, a 5ª temporada de “Better Things” vai encerrar a série de comédia do canal pago FX. Pamela Adlon, que co-criou, escreve, dirige, produz e estrela a atração, informou em comunicado que a história chegará ao fim em 2022. Na trama, ela vive Sam Fox, uma mãe solteira que tenta criar os filhos sozinha e ainda ser atriz em Hollywood. O programa tem sido um dos favoritos da crítica desde sua estreia em 2016 – a temporada mais recente, exibida em 2020, atingiu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. Também conta com um prêmio Peabody e duas indicações para Adlon ao Emmy de Melhor Atriz de Comédia por seu desempenho. Com o final de “Better Things”, Adlon encerra uma parceria polêmica com Louis C.K., cocriador da atração. Essa colaboração fez a série correr risco de ser cancelada no final de 2017, após o escândalo sexual do produtor, que foi denunciado e assumiu ter assediado várias colegas comediantes. Ele foi demitido de todas as produções que comandava no FX, mas, contrariando expectativas, “Better Things” conseguiu sobreviver, aparentemente devido ao crédito de cocriação de Adlon. No ano passado, a atriz assinou um contrato para desenvolver novas atrações para a Disney, companhia proprietária do canal FX.
Atriz de “Velozes e Furiosos 9” protagonizará remake de “Shogun”
A atriz e cantora Anna Sawai, integrante do grupo de J-Pop feminino FAKY, que teve uma pequena mas marcante participação em “Velozes e Furiosos 9”, foi escalada no papel de protagonista do remake de “Shogun”. Ela viverá Lady Mariko, uma samurai destemida, que tem muito a provar por vir de uma família desonrada. Baseada no romance homônimo de James Clavell, publicado em 1975 e transformado numa minissérie famosa de 1980, “Shogun” é uma história de ação e romance passada no Japão feudal. O nome Shogun refere-se a um antigo título militar, conferido pelo Imperador do Japão aos comandantes de seus exércitos, mas que acabou se tornando uma reverência dada aos governantes de algumas regiões, com poderes de ditadores militares. Na trama, um marinheiro britânico chamado John Blackthorne sobrevive a um naufrágio na costa do Japão no século 17, enfrenta provações para se tornar um samurai e se envolve na complexa teia política do país, virando confidente do Lord Toronaga, um poderoso aristocrata que pretende ascender ao shogunato. Seu status, porém, é abalado pela presença de Lady Mariko, que faz Blackthorne balançar e reconsiderar suas prioridades, tendo que escolher entre o coração, a ambição, a coragem e a honra. Os atores Hiroyuki Sanada (de “Mortal Kombat”) e Cosmo Jarvis (“Peaky Blinders”) tem os outros dois papéis principais. Jarvis viverá Blackthorne, que em 1980 foi interpretado por Richard Chamberlain (“Os Pássaros Feridos”), e Sanada será Toranaga, anteriormente vivido pelo icônico ator japonês Toshirô Mifune (“Os Sete Samurais”). Já Lady Mariko foi vivida por Yôko Shimada (“Marcada para Morrer”) em 1980. A atual adaptação está a cargo dos roteiristas Justin Marks (“Mogli – O Menino Lobo”) e a estreante Rachel Kondo, que também atuam como produtores. Eles terão a missão de superar a atração original, vencedora do Emmy de Melhor Minissérie, e adequar o texto de Clavell, cheio de anacronismos e uma visão colonialista de homem branco sobre o Japão, para as sensibilidades mais exigentes dos dias de hoje. Com dez episódios, o novo “Shogun” ainda não tem data de estreia, mas a expectativa é que vá ao ar em 2022. Veja abaixo o trailer da primeira adaptação.
“Archer” é renovada para 13ª temporada
O canal pago americano FXX renovou a série animada “Archer” para sua 13ª temporada. “’Archer’ continua sendo uma das séries mais características da FX e estamos felizes em estender seu legado com outra temporada de aventuras ao redor do mundo”, disse Nick Grad, presidente de Programação Original do grupo FX. Paródia hilária de séries e filmes clássicos de espionagem, “Archer” é uma criação de Adam Reed, que ficou conhecido por outra paródia animada: “Laboratório Submarino 2021”, sátira de um desenho clássico de 1972. A trama gira em torno do espião Sterling Archer, que atende pelo codinome nada másculo de Duquesa e trabalha para sua dominadora mãe e chefe, Malory, numa agência de espionagem internacional. Segundo o criador Adam Reed, a série já esteve para acabar duas vezes. Originalmente, a 7ª temporada exibida em 2016 deveria ter sido a última, mas ele teve “uma epifania” que o fez ter ideias para continuar a história até o 10º ano de produção. Só que então o protagonista, que deveria ter morrido, acaba acordando miraculosamente de seu coma, permitindo a produção de novas aventuras. Havia a expectativa da série finalmente se despedir neste ano após perder uma de suas principais dubladoras. Os próximos episódios serão os primeiros que não contarão com o talento da voz de Jessica Walter. A atriz, também conhecida pela série “Arrested Development”, interpretava a mãe de Archer, a espiã mestre Malory Archer, e faleceu em março passado, enquanto dormia em sua casa, em Nova York, aos 80 anos. Além de Jessica Walter, o elenco de dublagem original destaca H. Jon Benjamin (série “Master of None”) como a voz de Archer, Aisha Tyler (série “Criminal Minds”) como a espiã Lana Kane, Chris Parnell (“Anjos da Lei”) como o espião Cyril Figgis, Amber Nash (dubladora de “Frisky Dingo”) como a diretora do RH Pam Poovey e Judy Greer (“Homem-Formiga”) como a sexy secretária da agência secreta Cheryl Tunt.
Jeff Bridges diz que seu câncer está em remissão
O ator Jeff Bridges compartilhou uma boa notícia com os fãs. Ele contou, numa atualização de seu site oficial, que seu câncer está em remissão. O ator havia revelado que tinha encontrado um tumor no sistema linfático em outubro passado. “A massa de 22x30cm já diminuiu para o tamanho de uma bolinha de gude”, contou o vencedor do Oscar. Por outro lado, ele contou que ainda sente os efeitos prolongados da covid-19, que contraiu em março. “No momento, é passado, mas a covid realmente me pegou. Agora, estou vacinado duplamente e me sinto muito melhor. Ouvi dizer que a vacina ajuda as pessoas que já contraíram a doença a lidar com os efeitos a longo prazo, o que pode ser o motivo da minha recuperação”, escreveu. Bridges revelou que teve até que carregar um tanque de oxigênio durante alguns meses, recorrendo a ele sempre que se movimentava demais. “O barulho da respiração me lembrava Darth Vader”, comentou. Ele precisou trabalhar com um fisioterapeuta para recuperar a função respiratória, com o objetivo de levar sua filha mais nova, Hayley, até o altar no recente casamento dela. Mas conseguiu se sair melhor, dançando com ela na cerimônia. O ator agradeceu ao seu time médico pelo trabalho, e finalizou a mensagem dizendo-se ansioso para voltar ao trabalho na série “The Old Man”, produção do canal pago FX, que vai estrear na plataforma Hulu no ano que vem. Na atração, Bridges interpreta um agente da CIA aposentado. Ele publicou uma pequena prévia da produção em seu site, que pode ser conferida abaixo.
“Y: The Last Man” ganha trailer nacional para estreia na Star+
A plataforma Star+ divulgou o trailer nacional de “Y: The Last Man”, em versões legendada e dublada em português. A prévia apresenta rapidamente a catástrofe mundial que serve de premissa para a trama, baseada num dos quadrinhos mais premiados da Vertigo (a antiga divisão adulta da DC Comics). Lançada no Brasil sob o título de “Y: O Último Homem”, a HQ vencedora de cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e publicada ao longo de 60 edições entre 2002 e 2008 acompanha o jovem ilusionista Yorick Brown, que fica perplexo ao se descobrir sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções num mundo onde só restaram fêmeas de todas as espécies. A morte de todos os homens mergulha o planeta no caos, originando colapso energético, ao mesmo tempo em que a descoberta de um último sobrevivente masculino lança uma corrida entre nações rivais por sua posse. Encomendada há seis anos, a adaptação da obra de Brian K. Vaughan (criador também de “Fugitivos da Marvel”) teve bastidores conturbados e passou por duas escalações diferentes de elenco antes da estreia, conduzida por sua segunda showrunner, Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”). Ben Schnetzer, que participou de “A Menina que Roubava Livros” (2013), “Warcraft” (2016) e “7 Dias em Entebbe” (2018), vive o “Último Homem” e o elenco ainda destaca Diane Lane (“Batman vs Superman”), Olivia Thirlby (em sua segunda adaptação de quadrinhos, após “Dredd” em 2012) e Ashley Romans (“NOS4A2”). A estreia vai acontecer em 13 de setembro no Brasil, mesmo dia do lançamento da série na plataforma americana Hulu.
Reservation Dogs: Série de Taika Waititi é renovada para 2ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “Reservation Dogs”, série de comédia passada em território nativo-americano. A trama gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Ragnarok” e “Jojo Rabbit”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirigiu o piloto e é coprodutor da atração com Waititi. A renovação aconteceu na metade da exibição dos episódios previstos para a 1ª temporada, que estreou em 9 de agosto. “Mal podíamos esperar para compartilhar ‘Reservation Dogs’ com os telespectadores e ficamos mais entusiasmados porque eles parecem amar a série tanto quanto nós. Estamos felizes por fazer uma encomenda antecipada para outra temporada”, disse Nick Grad, presidente de programação original da FX. “Sterlin Harjo apresentou sua visão criativa, em parceria com Taika Waititi e o resto da equipe criativa, o elenco e a equipe brilhantes para criar uma das melhores comédias novas da TV e uma vitrine inovadora de representação e talento bruto.” O elenco destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. “Reservation Dogs” é originalmente exibida na plataforma Hulu, na seção FX on Hulu, e deve chegar ao Brasil pela Star+. A atração é o segundo sucesso de Waititi produzido para o FX. Ele também participa da produção de “What We Do in the Shadows”, baseada na comédia cinematográfica que codirigiu com Jemaine Clements em 2014. Confira abaixo o trailer da produção.
Músicos vencem cantor em briga pela série dos Sex Pistols
Vai ter músicas dos Sex Pistols na série sobre os Sex Pistols. A justiça britânica deu ganho de causa a dois ex-membros da banda contra John Lydon, o famoso Johnny Rotten, que tentou bloquear as canções de sua autoria no projeto. O guitarrista Steve Jones e o baterista Paul Cook processaram Lydon em Londres após ele vetar as músicas do álbum “Never Mind The Bollocks” na série “Pistol”. O cantor alegava que as autorizações não poderiam ser concedidas contra sua vontade e afirmou que cederia apenas com uma ordem judicial, depois de descrever a série ao jornal Sunday Times como “a m*rda mais desrespeitosa” que já viu. A série pretende contar a história do grupo de rock a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro de Steve Jones. A adaptação foi feita pelos roteiristas Craig Pearce (“Moulin Rouge!”) e Frank Cottrell Boyce. Este último já tinha abordado o período no filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). Lydon não gostou de saber que teria o ponto de vista de Jones, pois considera que o livro o apresenta “sob uma luz hostil e nada favorável”. Mas o advogado dos dois músicos, Edmund Cullen, lembrou que sob os termos de um acordo de 1998 entre os membros do grupo, as decisões de licenciamento deveriam ser tomadas “pela maioria dos votos”. A questão foi parar na Justiça para determinar se Lydon estaria violando este acordo ou se, como ele afirma, as licenças não poderiam ser concedidas contra sua vontade. A Alta Corte de Londres decidiu a favor de Jones e Cook nesta segunda (23/8), após audiências realizadas em julho. Vale lembrar que a banda original ainda incluía o baixista Glen Matlock, que foi substituído em 1977 por Sid Vicious (morto logo depois, por overdose em 1979), e tanto o integrante sobrevivente quanto os beneficiários do falecido também são a favor da produção. Matlock, inclusive, fez as pazes com os outros integrantes após ser demitido por “saber tocar direito”, e participou de vários shows de retorno dos Pistols. A banda que deu origem ao movimento punk britânico formou-se em 1975 e se separou em 1978, em meio a uma turnê pelo interior dos EUA. Mas o quarteto original voltou a se juntar em 1996 e fez algumas turnês, a mais recente em 2008. Dirigida por Danny Boyle (“Trainspotting” e “Quem quer ser um Milionário?”), a série “Pistols” deve estrear no próximo ano.
“Impeachment: American Crime Story” ganha novo trailer
O canal pago FX divulgou um novo trailer de “Impeachment: American Crime Story”, 3ª temporada da série de antologia de Ryan Murphy. Depois de explorar o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace, a atração vai cobrir em seus novos episódios o processo de Impeachment do ex-presidente Bill Clinton. A prévia destaca a importância de Linda Tripp no escândalo, que foi quem descobriu e vazou o envolvimento de Clinton com a estagiária Monica Lewinsky, informação que foi usada para tentar derrubar o presidente. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e destaca um irreconhecível Clive Owen (“Projeto Gemini”) como Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) idêntica à Monica Lewinsky, e Sarah Paulson (“American Horror Story”) como Linda Tripp, a mulher que gravou telefonemas em que Lewinsky admitia o caso com Clinton, além de Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”) como Paula Jones, que processou o ex-presidente por assédio sexual, e Edie Falco (“Nurse Jackie”) como Hillary Clinton. A equipe da 3ª temporada inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. A estreia está marcada para 7 de setembro nos EUA.
Atração inédita transforma Chris Pratt no ator mais bem pago das séries
Depois de entregar os rendimentos dos astros de filmes, a Variety revelou que Chris Pratt recebeu o cachê mais alto dentre os atores contratados para estrelar séries nos Estados Unidos. Segundo a revista, ele recebeu cerca de US$ 1,4 milhão por episódio de “The Terminal List”, que está atualmente em produção pela Amazon Prime Video. Só que ele não deve manter o posto por muito tempo. De acordo com a Variety, há rumores de que Robert Downey Jr negocia receber mais de US$ 2 milhões por capítulo para fazer “The Sympathizer” na HBO e HBO Max. “The Terminal List” começou a ser gravada em março e a previsão é que sua estreia aconteça em 2022. Na série, Pratt vive um militar que sobrevive a uma emboscada de seu pelotão de SEALs durante uma missão secreta e, ao voltar para casa, tem memórias conflitantes do evento e perguntas sobre sua culpabilidade. À medida que novas evidências vêm à tona, ele descobre forças obscuras trabalhando contra ele, colocando em risco não apenas sua vida, mas a vida daqueles que ele ama. Já “The Symphatizer” adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Downey Jr. deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O veterano Jeff Bridges, por sua vez, aceitou estrelar “The Old Man” ao receber a oferta de US$ 1 milhão por episódio da FX e da Hulu, Bryan Cranston voltou às séries para embolsar US$ 750 milhões por “Your Honor” e Kate Winslet faturou US$ 650 mil por cada um dos sete episódios de “Mare of Easttow”. O montante é o mesmo negociado por Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon e Kristin Davis para retomar seus papéis de “Sex and the City” em “…And Just Like That” na HBO Max. A lista dos mais bem pagos ainda inclui Pedro Pascal, estrela de “The Last of Us”, Michelle Pfeiffer, Viola Davis e Gillian Anderson, que estão na série “The First Lady”, Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, de “Only Murders in the Building”, que vão receber US$ 600 mil por episódio de seus novos trabalhos nos canais pagos HBO e Showtime e na plataforma Hulu. A relação também mostra um grande abismo salarial em relação aos atores de atrações da TV aberta. Estrelas de séries tradicionais, como Ted Danson e Angela Bassett, recebem entre US$ 400 e 450 mil pelas séries “Mr. Mayor” e “9-1-1”, respectivamente. A exceção fica por conta de Ellen Pompeo, que recebe mais de US$ 1 milhão por episódio de “Grey’s Anatomy”, graças à longevidade da série – e curiosamente foi esquecida na relação publicada pela Variety.
“What We Do in the Shadows” é renovada para 4ª temporada
O canal pago FX divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “What We Do in the Shadows” e anunciou que a série, baseada no filme de comédia homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), foi renovada para seu quarto ano de produção. Criada pelos mesmos responsáveis pelo filme, Taika Waititi (que ganhou proeminência após dirigir “Thor: Ragnarok” e “Jojo Rabbit”) e Jemaine Clement (ator na série “Legion”), a série acompanha o dia-a-dia de vampiros entediados de Nova York. O filme original foi concebido como um falso documentário sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses e venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, além da mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto. Mas a trama sofreu várias mudanças, incluindo locação e intérpretes, ao virar série. As mudanças se estenderam à própria premissa. Os protagonistas não são mais três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) e um assistente humano. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”). A 3ª temporada vai começar a ser exibida em 2 de setembro nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Star Hits. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por FX Networks (@fxnetworks)
FX encomenda série de mistério dos criadores de “The OA”
A FX encomendou “Retreat”, uma série limitada dos criadores da cultuada “The OA”, que a Netflix cancelou sem concluir. Os parceiros Brit Marling e Zal Batmanglij vão voltar a se juntar numa nova trama repleta de mistério. Desta vez, porém, sem elementos sci-fi. A trama de “Retreat” (retiro, em inglês) acompanha uma detetive amadora da Geração Z que tenta resolver um assassinato em um retiro isolado. Ao melhor estilo dos mistérios de Agatha Christie, a ação se passa num lugar remoto e traz uma dúzia de suspeitos, todos convidados a passar um fim de semana num hotel de luxo com vista deslumbrante por um bilionário recluso. O detalhe é que o assassinato pode ser o primeiro de 12 – a quantidade de pessoas no local. Sim, é basicamente o enredo do livro “Não Sobrou Nenhum” (antigamente conhecido como “O Caso dos Dez Negrinhos”), de Agatha Christie. Assim como aconteceu em “The OA”, Marling também vai atuar na nova atração. Ainda não há previsão para a estreia Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por FX Networks (@fxnetworks)
“American Horror Stories” é renovada para 2ª temporada
O canal pago FX anunciou a renovação de “American Horror Stories” para sua 2ª temporada, com estreia marcada para 2022. A renovação foi confirmada a poucos dias do final da 1ª temporada, que exibe seu último episódio em 19 de agosto na plataforma americana Hulu. De acordo com o canal, a atração foi o lançamento de maior sucesso de qualquer série da FX na Hulu até o momento. Spin-off de “American Horror Story” criada pelos mesmos idealizadores da série original, Ryan Murphy e Brad Falchuck, “American Horror Stories” é uma série de antologia semanal que apresenta uma história de terror diferente a cada um ou dois episódios. O detalhe é que as tramas se passam no mesmo universo da atração principal, algumas delas revisitando personagens, locações e eventos da produção anterior. Com um elenco numeroso graças à variedade de histórias, a 1ª temporada foi estrelada por Rhenzy Feliz, Virginia Gardner (ambos de “Fugitivos da Marvel”), Paris Jackson (filha de Michael Jackson), Danny Trejo (o “Machete”), Matthew Bomer (“Patrulha do Destino”), John Carroll Lynch (“Os 7 de Chicago”), Kevin McHale (“Glee”), Charles Melton (“Riverdale”), Madison Bailey (“Outer Banks”), Nico Greetham (“A Festa de Formatura”), Dyllón Burnside (“Pose”), Sierra McCormick (“A Vastidão da Noite”), Belissa Escobedo (“A Bela e o Padeiro”), Kyle Red Silvestein (“Yellowstone”), a top model Kaia Gerber (“Cidades Irmãs”), o cantor Gavin Creel (“O Maravilhoso Mundo de Disney”) e a estreante Ashley Martin Carter. Ainda inédita no Brasil, a nova série só deve chegar por aqui com o lançamento da plataforma Star+ (Star Plus), a “Hulu brasileira”, em 31 de agosto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por FX Networks (@fxnetworks) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)
“American Crime Story” vai abordar o Studio 54 na 4ª temporada
O canal pago FX anunciou o tema da 4ª temporada de “American Crime Story”. A atração vai explorar os bastidores do Studio 54, a discoteca mais badalada de Nova York durante o auge da disco music. “Studio 54: American Crime Story” contará a história de Steve Rubell e Ian Schrager, que em 1977 transformaram sua discoteca em Manhattan em uma meca internacional da vida noturna para ricos, famosos e anônimos em busca de glamour. Famosa por suas festas luxuosas, música, sexo e uso aberto de drogas, a casa noturna reuniu as maiores celebridades de sua época e ditou modismos, mas também veio à baixo em três anos, quando seus empresários foram condenados por fraude fiscal. Os problemas começaram depois de Rubell declarar que só a Máfia ganhava mais dinheiro do que o Studio 54 em Nova York. Uma malha fina da Receita Federal levou os proprietários da discoteca a serem acusados de evasão fiscal, obstrução da justiça e conspiração por supostamente sonegar cerca de US$ 2,5 milhões em receitas não declaradas. Rubell e Schrager foram sentenciados a três anos e meio de prisão e multados em US$ 20 mil cada pela acusação de evasão fiscal. Mas não ficaram no prejuízo. O Studio 54 foi vendido em novembro de 1980 por US$ 4,75 milhões. A produção ainda não tem previsão de estreia. A 3ª temporada da série ainda está inédita. Intitulada “Impeachment: American Crime Story”, vai abordar o escândalo sexual envolvendo o então presidente dos EUA Bill Clinton e a estagiária Monica Lewinsky, e tem lançamento previsto para 7 de setembro no canal americano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por FX Networks (@fxnetworks)












