Primeiro pôster de Deadpool 2 traz o herói no espírito do Dia de Ação de Graças
A Fox divulgou o primeiro pôster de “Deadpool 2”. No espírito do Dia de Ação de Graças, o cartaz traz o herói vivido por Ryan Reynolds servindo um peru, numa mesa que inclui os personagens do primeiro filme: Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni), além das duas principais novidades da nova produção: Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), sem esquecer o retrato de Stan Lee na parede. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.
Com audiência em queda, The Walking Dead já perdeu metade do público da temporada passada
A audiência da 8ª temporada de “The Walking Dead” não pára de despencar. O episódio mais recente, “Monsters”, exibido no último domingo (5/11), foi visto por apenas 8,52 milhões de telespectadores e registrou 3,8 pontos na demo (demografia cobiçada pelos anunciantes). Embora os números continuem a ser elevados para os padrões da TV paga americana, eles revelam que “The Walking Dead” perdeu metade da sua audiência no intervalo de apenas um ano. Para quem não lembra, a estreia da 7ª temporada, em 2016, foi assistido por 17 milhões de telespectadores. O público atual é o menor da série desde 2012, superando apenas a audiência média das duas primeiras temporadas – mas não o final da 2ª temporada, visto por 8,9 milhões. No Brasil, “The Walking Dead” passa aos domingos pelo canal pago Fox, em exibição simultânea aos Estados Unidos, e no Fox Premium sem intervalos comerciais.
Disney estaria negociando a compra da Fox
Uma junção gigantesca de estúdios pode estar prestes a acontecer em Hollywood. A Disney e a Fox, duas das maiores companhias de mídia do mundo, estariam conversando sobre um projeto de aquisição, afirmou o canal americano de notícias CNBC nesta segunda-feira (6/11). Segundo a reportagem, a Disney compraria “a maior parte” da Fox, exceto sua divisão jornalística. Isso significa que a empresa do bilionário Rupert Murdoch manteria canais como Fox News e Fox Sports. Leis anti-truste também podem impedir a aquisição da rede Fox, pois a Disney já possui um canal de TV aberta nos Estados Unidos, ABC. Mas a Disney estaria mais interessada em outras empresas, como o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e até nas participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. Caso a aquisição se consolide, a Marvel recuperaria os X-Men, inclusos no pacote. O negócio é considerado estratégico para a Disney, que pretende lançar um serviço de streaming próprio em 2019. O conteúdo da Fox aumentaria suas ofertas de produções para os assinantes. De acordo com a CNBC, os dois estúdios tem conversado há pelo menos duas semanas. Mesmo sem a garantia de que um acordo final será fechado, parte dos executivos da 21st Century Fox, que administra o conglomerado, começam a crer que a companhia não consegue competir no segmento de streaming e que um investimento elevado no setor não compensaria, quando é mais lucrativo concentrar os negócios onde a empresa já é bem-sucedida: nas notícias e no esporte – justamente os setores que não interessam à Disney. Assim que a notícia foi divulgada, as ações da 21st Century Fox e da Disney dispararam na bolsa de valores americana.
The Orville é primeira série estreante da temporada a garantir sua renovação
A rede Fox anunciou a renovação da série de comédia sci-fi “The Orville” para a 2ª temporada. Com isso, a produção se tornou a primeira série estreante da temporada de outono de 2017 a garantir continuação na TV aberta americana. A relativa rapidez da renovação se deu por dois fatores: “The Orville” foi a primeira série nova a estrear no outono, em 10 de setembro, e também será a primeira a acabar, por ser mais curta que as demais. A produção tem apenas 13 episódios e não recebeu encomenda para capítulos extras – os chamados “back 9”, que completam os 22 episódios tradicionais das temporadas da TV aberta. Séries que tiveram mais sucesso de audiência, como “Young Sheldon” e “The Good Doctor”, asseguram o “back 9” (com a encomenda de mais 9 episódios para a temporada inicial), mas ainda não foram renovados para o segundo ano de produção – o que deve acontecer mais adiante. “The Orville” perdeu mais da metade do público de sua estreia, exibida após uma partida da NFL (a liga de futebol americano). De 8,8 milhões de telespectadores em seu primeiro capítulo, a série foi vista por 3,8 milhões em seu episódio mais recente, exibido na quinta-feira (2/11). Desenvolvida e estrelada por Seth MacFarlane (criador da série animada “Uma Família da Pesada/Family Guy”), a série acompanha a tripulação da Orville, uma nave exploratória da União Planetária, e suas tramas são cheias de referências à “Star Trek”, dos designs das naves espaciais, passando pelos figurinos dos uniformes e até a maquiagem dos alienígenas. MacFarlane interpreta o Capitão Ed, que tem um relacionamento tumultuado com a Primeira Oficial Kelly, pelo simples fato dela ser sua ex-esposa. A personagem é vivida por Adrianne Palicki (série “Agents of SHIELD”) e o elenco ainda inclui Scott Grimes (série “Plantão Médico/E.R.”), Halston Sage (“Cidades de Papel”), Penny Johnson Jerald (série “Castle”) e Peter Macon (série “Shameless”). O piloto foi dirigido pelo cineasta Jon Favreau (“Mogli, o Menino Lobo”), que também é um dos produtores, e a lista de diretores dos episódios seguintes inclui nada menos que Brannon Braga (roteirista de “Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Jonathan Frakes (intérprete de William Riker na série “Star Trek: A Nova Geração”).
Série 24 Horas pode ganhar novo spin-off com protagonista feminina
A série “24 Horas” pode ganhar um novo spin-off protagonizado por uma mulher. Segundo o site Deadline, o projeto, ainda em desenvolvimento pela Fox, recriaria a ideia da “luta contra o relógio” a cada episódio. Entretanto, a personagem principal lutará para desmascarar uma conspiração, em vez de combater uma organização terrorista. A abordagem está sendo escrita por Jeremy Doner (produtor-roteirista de “The Killing”) em parceria com Howard Gordon, produtor da série original. Os detalhes oficiais são escassos, mas o Deadline descreve a trama como sendo focada numa promotora que descobre uma conspiração jurídica, e tem que correr contra o tempo para salvar um condenado à morte que enfrenta execução iminente, justamente alguém que ela ajudou a processar, mas pode ser inocente. A ideia é que a história faça parte de um projeto de antologia, que a cada temporada abordaria uma história nova, com personagens diferentes, ligados apenas pelo formato do tempo real e a corrida contra o relógio. O projeto de uma antologia já tinha sido mencionado pelos executivos da Fox em junho, quando anunciaram o cancelamento do spin-off “24: Legacy”, após apenas uma temporada. Mas há quem defenda uma abordagem diferente. Afinal, “24: Live Another Day”, estrelada por Keifer Sutherland como o agente Jack Bauer, foi um enorme sucesso. O problema é que a audiência não se repetiu com a série derivada, mesmo com grande investimento da emissora, terminando com apenas 3,4 milhões de telespectadores ao vivo em seu último episódio. E a culpa disso seria a falta de personagens conhecidos, já que o spin-off apresentou um elenco muito diferente do que o público estava acostumado. Infelizmente, resgatar Bauer não é uma opção viável no momento, já que Keifer Sutherland está comprometido com outra série (“Designated Survivor”) em outro canal. Mas um projeto de protagonista feminina poderia mostrar aventuras da filha de Jack, Kim Bauer (vivida por Elisha Cuthbert), vista pela última vez há sete anos, na 8ª e última temporada de “24 Horas”, Chloe O’Brian (a expert em computação vivida por Mary Lynn Rajskub), que é a segunda personagem mais importante da franquia, ou até mesmo Kate Morgan (Yvonne Strahovski, que está em alta graças à série vencedora do Emmy, “The Handmaid’s Tale”), a agente da CIA que se destacou na minissérie recente “24: Live Another Day”. Saudada como revolucionária, tanto por sua narrativa em tempo real quanto por capturar o zeitgeist do começo do século, chegando às telas seis meses após a queda das Torres Gêmeas, “24 Horas” acabou ficando datada, após “Homeland” redefinir as séries de combate ao terrorismo. Mas, curiosamente, as duas séries tem um produtor em comum, Howard Gordon. E a Fox está contando com a ajuda dele para repaginar a franquia.
Brett Ratner se afasta das produções da Warner após acusações de abuso sexual
O diretor Brett Ratner, responsável pela franquia “A Hora do Rush” e por “X-Men: O Confronto Final” (2006), anunciou o seu afastamento da Warner Bros. após diversas alegações de abuso. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. Ratner foi acusado de abuso sexual por seis mulheres, entre elas as atrizes Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) e Natasha Henstridge (“A Experiência”). Poucas horas após a publicação da reportagem, a Warner emitiu seu próprio comunicado, afirmando que “estava ciente das alegações” e “ponderando a situação”. A relação de Ratner com a Warner se deve a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. Com a confirmação de seu afastamento, ele não vai poder mais utilizá-lo e seu nome será tirado dos futuros lançamentos da Warner, com produção da RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Apesar de Jared Leto ter sido cogitado como protagonista, após as alegações o projeto foi suspenso e Leto negou seu envolvimento.
Diretor de X-Men: O Confronto Final é acusado de assédio pela intérprete de Psylocke e outras mulheres
O produtor e diretor Brett Ratner, que dirigiu “X-Men: O Confronto Final” (2006) e a trilogia “A Hora do Rush”, foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estão as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências com Ratner ao jornal Los Angeles Times. A história de Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”) já era conhecida, embora mídia e Hollywood não tenham dado a devida atenção. Ela confirmou que o diretor se masturbou em sua frente no set de “Ladrão de Diamantes” (2004), quando ela ainda era uma aspirante a atriz. A experiência foi descrita em seu livro “Suck It, Wonder Woman!: The Misadventures of a Hollywood Geek”, lançado em 2010, sem citar o nome do diretor. Mas Ratner vestiu a carapuça na época, ao dizer que “tinha trepado com ela algumas vezes, mas esquecido”, e que a história era falsa. Um ano depois, ele admitiu que mentiu sobre o relacionamento. “Ele estava sem calças, com sua barriga de fora, com um coquetel de camarões na mão, e na outra ele se masturbava ferozmente”, descreveu a atriz ao Los Angeles Times. “E antes mesmo que eu pudesse pensar em como escapar daquela situação, ele ejaculou.” Olivia disse que começou a gritar e saiu correndo do trailer em que Ratner estava. Quando encontrou o membro da equipe que tinha pedido para ele ir ao local onde estava o produtor para entregar comida, ele disse: “Ah, não estou chocado, nem surpreso. Só me desculpe por isso”. Após o episódio, Olivia entrou em contato com a irmã de Ratner, que a aconselhou a procurar um advogado. Entretanto, o advogado aconselhou a atriz a “não medir forças com um importante diretor” e desistir de processá-lo. “Aquilo causou um grande impacto em mim”, declarou ela. “As pessoas só escutarão as mulheres quando elas estiverem totalmente despedaçadas?”. A atriz engoliu em seco e afirmou que precisou fugir de Ratner em diversos eventos de Hollywood. Mas passagem do diretor pela franquia “X-Men” não a impediu de conseguir o papel de Psylocke em “X-Men: Apocalipse” (de 2016) e ela deve retornar no vindouro “X-Men: Fênix Negra”. Já Natasha Henstridge (“A Experiência”) teve tratamento pior. Ela disse que tinha 19 anos quando participou de um clipe dirigido por Ratner, que a forçou a fazer sexo oral. Ela conta que, na ocasião, estava no apartamento dele, em Nova York, com outras pessoas da equipe. Em dado momento, ela pegou no sono e, quando acordou, percebeu que estava sozinha com o diretor, que a impediu de sair e começou a se masturbar em sua frente. “Ele me segurou de uma maneira muito forte e ficou fazendo força para cima de mim”, explicou ela. “Em certo momento, eu desisti e acabei fazendo o que ele ordenava.” Anos depois, ela tentou entrar numa nova série de TV. Mas o produtor era Ratner, que além de causar desconforto com sua presença no teste, não a aprovou. A série era “Prison Break”. As outras mulheres que acusam o diretor são as atrizes Jaime Ray Newman (que está na vindoura série do “Justiceiro”), Katharine Towne (“A Ameaça”), Jorina King e a modelo Eri Sasaki. As duas últimas eram figurantes em “A Hora do Rush 2” (2001) quando sofreram assédio, e o produtor assistente Kent Richards, que trabalhou no filme, confirma suas histórias, além de acrescentar que mais três figurantes reclamaram do comportamento do diretor durante as filmagens. O advogado de Ratner, Martin Singer, negou todas as acusações feitas pelas seis mulheres. “Trabalho com o Sr. Ratner há duas décadas e, até agora, nenhuma mulher o acusou de má conduta sexual, ou de assédio”, disse Singer por meio de um comunicado. “Além do mais, nenhuma mulher solicitou ou recebeu qualquer apoio financeiro do meu cliente.” De forma significativa, dias antes da reportagem a atriz Gal Gadot cancelou sua participação num evento em entregaria um prêmio ao diretor e produtor pelo conjunto de sua obra. O evento era iniciativa de uma organização judaica (Jewish National Fund), que após o cancelamento procurou evitar polêmica afirmando que tinha acontecido conflito de agenda. Além de diretor, Ratner é produtor como Harvey Weinstein. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016), em que Gal Gadot debutou como Mulher-Maravilha!
Ator de O Sexto Sentido vai participar da série Arquivo X
O ator Haley Joel Osment, até hoje lembrado como o menino de “O Sexto Sentido” (1999), vai participar da 11ª temporada de “Arquivo X”. A informação, adiantada pelo site TV Line, foi confirmada pela Fox, mas o canal não forneceu mais detalhes, além do fato de que sua participação será num episódio focado no personagem de Walter Skinner (Mitch Pileggi), antigo chefe de (David Duchovny) e Scully (Gillian Anderson). A nova temporada deve se aprofundar na “origem” de Skinner, segundo contou o próprio Mitch Pileggi durante a recente Comic-Con de Nova York. “Vocês vão descobrir muito mais sobre seu passado”, disse o ator. “Os fãs descobrirão quem ele é, de onde ele vem e por que ele é como ele é”. Na mesma ocasião, Chris Carter, criador da série, revelou que a série apresentará a uma versão mais nova de Skinner. Seria este o papel de Osment? Ainda jovem, o ator está com 29 anos e retomou a carreira em 2014, após se afastar da atuação no fim da infância. Ele vem participando de diversos filmes indies e séries, como “Silicon Valley” e a vindoura “Future Man”. Além dos protagonistas, “Arquivo X” voltará a contar com a volta do Canceroso (William B. Davis) e dos personagens Miller e Einstein, introduzidos na temporada do revival (passada) e interpretados por Robbie Amell e Lauren Ambrose como “versões jovens” de Mulder e Scully. A principal novidade será a participação de Barbara Hershey (“Sobrenatural”), que viverá a vilã da temporada, chamada Erika Price e descrita como uma “figura poderosa que representa uma organização misteriosa”. A atriz terá papel recorrente nos novos capítulos. Produzida como sempre por Chris Carter, a 11ª temporada ainda não tem previsão de estreia, mas deve ser exibida no começo de 2018 na Fox.
Novo comercial de Arquivo X mostra alienígenas nos anos 1940
A rede Fox divulgou um comercial da 11ª temporada de “Arquivo X”, que traz Mulder (David Duchovny) e Scully (Gillian Anderson) precisando superar sua desconfiança em relação a Skinner (Mitch Pileggi), em meio a cenas de flashbacks envolvendo alienígenas nos anos 1940, numa referência ao “caso Roswell”. Além dos protagonistas, a série voltará a contar com a volta do Canceroso (William B. Davis) e dos personagens Miller e Einstein, introduzidos na temporada do revival original (passada) e interpretados por Robbie Amell e Lauren Ambrose como “versões jovens” de Mulder e Scully. A principal novidade será a participação de Barbara Hershey (“Sobrenatural”), que viverá a vilã da temporada, chamada Erika Price e descrita como uma “figura poderosa que representa uma organização misteriosa”. A atriz terá papel recorrente nos novos capítulos. Produzida como sempre por Chris Carter, a 11ª temporada ainda não tem previsão de estreia, mas deve ser exibida no começo de 2018 na rede Fox.
Atriz de Frequency será nova intérprete de Hera Venenosa na série Gotham
A atriz Peyton List entrou na 4ª temporada de “Gotham” para interpretar uma nova versão da vilã Hera Venenosa. Ela será a terceira intérprete da personagem, que começou criança (vivida por Clare Foley), virou adolescente (Maggie Geha) e será adulta nos próximos episódios, numa reviravolta não explicada, mas que ainda deve ter relação com a substância de aceleração de crescimento com que Ivy Pepper foi infectada na temporada passada. “Na contínua evolução da história de origem da Hera Venenosa, Ivy Pepper se transforma mais uma vez, dando mais um passo para se tornar a Ivy que conhecemos dos quadrinhos”, disseram os produtores da série em comunicado, ao anunciarem Peyton List no papel. Peyton List não tem tido sorte com séries, após estrelar “Frequency” e “The Tomorrow People”, ambas canceladas na temporada inaugural. Atualmente com baixa audiência, “Gotham” também está correndo risco de acabar, embora esteja melhor que nunca, com episódios mais violentos que suas temporadas anteriores.
9-1-1: Série de Ryan Murphy sobre chamadas de emergência ganha primeiro trailer
A Fox divulgou o primeiro trailer de “9-1-1”, nova série do produtor Ryan Murphy (“American Horror Story”, “Glee”, “Feud”), centrada nos profissionais que fazem o atendimento das chamadas de emergência nos Estados Unidos. A série irá explorar as experiências estressantes da polícia, médicos e bombeiros que as ligações de socorro enviam para situações de risco, assustadoras e chocantes. Os episódios também irão mostrar como estes profissionais conciliam a pressão do trabalho com suas vidas pessoais. Um diferencial é que todas as histórias serão baseadas em emergências reais, registradas nas gravações das chamadas para o serviço telefônico 911. O elenco inclui destaca Connie Briton (que saiu recentemente de “Nashville”) como atendente telefônica, Peter Krause (“The Catch”) como bombeiro e Angela Bassett (“American Horror Story”) como policial, além de Kenneth Choi (“The Last Man on Earth”), Oliver Stark (“Into the Badlands”), Aisha Hinds (“Under the Dome”) e Rockmond Dunbar (“Prison Break”). Produzida por Murphy e seu parceiro Brad Falchuk, “9-1-1” estreia em janeiro – com 13 episódios em sua 1ª temporada.
Diretor de Logan diz que está escrevendo um spin-off centrado em X-23
O diretor de “Logan”, James Mangold, informou que já está escrevendo o roteiro do filme de X-23, também conhecida como Laura, a jovem mutante vivida por Dafne Keen no último filme de Wolverine. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, ele afirmou que o sucesso de “Mulher Maravilha” abriu as portas para mais filmes protagonizados por heroínas. “O sucesso de Mulher-Maravilha faz com que os estúdios tenham menos medo de fazer um filme com uma protagonista femina, isso me dá mais espaço para mudar o jogo e explorar essa personagem e dizer ‘o que vamos fazer com ela agora?’. Estamos nessa fase com o roteiro de Laura, sonhando.” Craig Kyle, que criou X-23 em 2003, na série animada “X-Men: Evolution”, está trabalhando com Mangold na história do spín-off. Kyle também é um dos roteiristas de “Thor: Ragnarok”, que estreia nesta quinta (26/10). O filme ainda está em estágio inicial, mas definitivamente está nos planos da 20th Century Fox.
The Walking Dead tem pior estreia de temporada em cinco anos
A estreia da 8ª temporada de “The Walking Dead” foi vista ao vivo por 11,4 milhões de telespectadores nos Estados Unidos. Parece muita gente, e de fato foi o suficiente para liderar a audiência do domingo (22/10) na TV paga americana. Mas os números representam o pior público de uma estreia de temporada da série nos últimos cinco anos. Desde 2013, todas as aberturas de temporada renderam mais audiência. Em 2015, foram 14,6 milhões de pessoas. No ano passado, o número chegou a 17 milhões. A comparação demonstra uma queda brutal. “The Walking Dead” perdeu 5,6 milhões de telespectadores – mais que o público de todas as séries da DC Comics na rede CW juntas. O fato é preocupante porque o episódio de estreia costuma render a maior audiência do ano. E embora muitos se recusem a encarar a realidade, o capítulo também teve a pior história de abertura de temporada de toda a série, marcado por uma narrativa fragmentada com flashforwards, numa imitação de “Lost”, e ações sem lógica dos personagens – a ponto de o diretor do capítulo ter precisado justificá-las em entrevistas para a imprensa norte-americana. Caso em questão: cercado por inimigos, o vilão Negan (Jeffrey Dean Morgan) sai de seu esconderijo, encara os adversários como um pavão e faz um longo discurso sobre o tamanho de partes de sua anatomia sem que ninguém dispare um tiro sequer. Ele tem tempo até para ameaçar a estabilidade dos rivais, à distância de um cuspe, sem se sentir ameaçado. Mas se a dúzia de “soldados” de Rick (Andrew Lincoln) presentes na cena disparasse, o pavão seria depenado. Fim da “guerra total” com o mínimo de mortes, graças à eficiente eliminação do “Hitler” da atração. Porém, o episódio foi escrito pelo showrunner Scott M. Gimple, responsável pelo ritmo de zumbi que a trama adotou. Gimple assumiu “The Walking Dead” justamente em 2013 e, enquanto a audiência aumentava, era cumprimentado por não fazer nada demais. Sua marca como showrunner tem sido basicamente transcrever as histórias dos quadrinhos de Robert Kirkman para as telas. Desde que Glen Mazzara surpreendeu ao matar Andrea (Laurie Holden) em sua despedida, no final da 3ª temporada, nenhum outro personagem da série morreu fora de seu arco nos quadrinhos. Por isso, Glenn (Steven Yeun) e Abraham (Michael Cudlitz) eram mortes certas. E por isso o suspense acabou na produção. A 7ª temporada marcou o ponto “alto” das transcrições, com episódios citando diálogos dos quadrinhos integralmente. Assim, além do suspense, o próprio ritmo da série ficou comprometido, dada a obsessão em retratar uma edição por episódio – 20 e poucas páginas de quadrinhos transformadas em 40 e poucos minutos televisivos… Em contraste com “Game of Thrones”, que melhorou e disparou sua audiência ao se distanciar da trama original – até porque a trama superou a história publicada – , “The Walking Dead” só tem piorado e perdido público ao aderir de forma obsessiva ao material pré-existente. A queda de audiência é um alerta. Ela demostra consolidação de tendência, pois a diferença de 5,6 milhões de telespectadores entre os começos da 7ª e da 8ª temporadas iguala o público que assistiu ao final do arco anterior. De acordo com os dados da Nielsen, o final da temporada passada foi visto por 11,3 milhão de telespectadores, basicamente o mesmo público da estreia da nova fase. E aquele também foi o pior público de final de temporada da série em cinco anos. Isto representa uma queda de 32,9%. Um terço das pessoas que sintonizaram a estreia do ano passado desistiram de continuar acompanhando a história. E não voltaram para retomar a série em 2017. Isto é um fato considerável. Outros sucessos de audiência, quando tiveram quedas brutais, jamais se recuperaram.












