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  • Série

    Audiência de The Walking Dead é a pior da série desde 2011

    21 de novembro de 2017 /

    A audiência da 8ª temporada de “The Walking Dead” continua despencando. Após uma breve pausa, o ritmo de queda foi retomado com o mais recente episódio, “The Big Scary U”. Exibido no último domingo (19/11), foi visto por 7,85 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, registrando 3,4 pontos na demo (audiência-alvo dos anunciantes). Os números continuam elevados para uma produção da TV paga americana, mas a audiência evapora de forma impressionante: 10 milhões de telespectadores abandonaram a série de uma temporada para outra nos Estados Unidos. Para quem não lembra, a estreia da 7ª temporada, em 2016, foi assistido por 17 milhões. Essa é a pior audiência que a série obtém desde o começo da 2ª temporada, em 2011, e já está abaixo do final daquela temporada, visto por 8,9 milhões de telespectadores. A partir do terceiro ano e até o final da 7ª temporada, todos os episódios tiveram sintonia de mais de 10 milhões nos Estados Unidos. No Brasil, “The Walking Dead” é exibida aos domingos pelo canal pago Fox e, sem intervalos comerciais, no Fox Premium 2.

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  • Série

    Brasil fica sem Emmy Internacional em premiação que privilegiou produções britânicas

    21 de novembro de 2017 /

    País com mais indicados, o Brasil não venceu nenhum prêmio da Academia Internacional da Televisão durante a entrega do Emmy Internacional na noite de segunda (20/11), em Nova York. Produções brasileiras disputavam 9 troféus entre as 11 categorias da premiação (sendo que uma delas é exclusiva para produções dos Estados Unidos). “Justiça” era o único programa com mais de uma indicação na lista inteira, disputando como Melhor Série de Drama e Melhor Atriz (Adriana Esteves). Mas, no final, o Brasil não venceu nem a disputa de novela, onde concorria com dois títulos (“Totalmente Demais” e “Velho Chico”). A premiação acabou celebrando a TV britânica, premiando os astros mais conhecidos do público mundial nas categorias de atuação: Kenneth Branagh e Anna Friel, respectivamente Melhor Ator e Atriz pelas séries policiais “Wallander” e “Marcella”. A Melhor Comédia também foi uma produção britânica, o especial “Alan Partridge’s Scissored Isle”. Já o prêmio de Melhor Série de Drama ficou com a 2ª temporada do suspense nórdico “Mammon”, da Noruega. Além dos talentos na disputa, o diretor da Televisa, Emilio Azcárraga Jean, recebeu um prêmio especial na cerimônia, que previa homenagear também Kevin Spacey (série “House of Cards”). Mas, após os escândalos sexuais envolvendo o ator, esta homenagem foi cancelada. Confira abaixo a lista completa dos premiados. VENCEDORES DO PRÊMIO EMMY INTERNACIONAL 2017 Melhor Série de Drama “Mammon II” – Noruega Melhor Comédia “Alan Partridge’s Scissored Isle” – Reino Unido Melhor Telefilme ou Minissérie “Ne m’abandonne pas” – França Melhor Ator Kenneth Branagh em “Wallander” – Reino Unido Melhor Atriz Anna Friel em “Marcella” – Reino Unido Melhor Série Curta “Familie Braun” (“The Braun Family”) – Alemanha Melhor Novela “Kara Sevda” (“Endless Love”) – Turquia Melhor Documentário “EXODUS: Our Journey to Europe” – Reino Unido Melhor Programa Artístico “Hip-Hop Evolution – The Foundation” – Canadá Melhor Programa de Variedades/Reality Show “Sorry Voor Alles” (“Sorry About That”) – Bélgica Melhor Programa Americano em Língua Estrangeira “Sr. Ávila” – EUA

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  • Filme

    Lizzy Caplan será protagonista feminina do filme do mutante Gambit

    20 de novembro de 2017 /

    A atriz Lizzy Caplan (“A Entrevista”, série “Masters of Sex”) foi convidada a integrar o elenco do filme solo do mutante Gambit. Segundo a revista Variety, as negociações estão adiantadas para ela viver a protagonista feminista da trama, mas seu papel não foi revelado. Fãs dos quadrinhos dos X-Men sabem que há três opções proeminentes de personagens femininas na história de Gambit. A mais simples é Bella Donna, esposa do personagem em sua história de origem. Há também a ladra Genevieve, morta brutalmente por Dentes de Sabre, e a mutante Vampira, vista nos filmes dos X-Men interpretada por Anna Paquin. O reboot incorporado na trama de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” permitiria a troca de intérprete de Vampira, assim como justificaria a diferença entre o Gambit visto em “X-Men Origens: Wolverine” (interpretado por Taylor Kitsch) e a nova versão do anti-herói. Mas por ser uma história de origem, o filme deve se concentrar no passado de ladrão de Remy LeBeau, o Gambit, o que favoreceria a presença de Bella Donna, com quem ele se casou para cimentar uma aliança entre clãs de ladrões de Nova Orleans, antes de virar um X-Men. Criado por Chris Claremont e Jim Lee, o personagem teve sua primeira aparição numa revista dos X-Men de 1990 e será vivido no cinema por Channing Tatum (“Magic Mike”). A 20th Century Fox definiu a data de lançamento de “Gambit” em 14 de fevereiro de 2019. O roteiro mais recente é de Joshua Zetumer (“RoboCop” e “O Dia do Atentado”) e a direção está a cargo de Gore Verbinski (dos três primeiros “Piratas do Caribe”).

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  • Etc

    Conglomerados da Sony, Universal e Paramount também querem comprar a Fox

    18 de novembro de 2017 /

    O vazamento de que a Disney tinha aberto negociações para comprar a Fox atraiu interesse de outros conglomerados de Hollywood, que também querem discutir a aquisição dos ativos da empresa de TV e cinema. Segundo a revista Variey, as empresas Sony, Comcast (dona da Universal) e Viacom (dona da Paramount) já sondaram a 21st Century Fox para saber se há possibilidade de negócios. O interesse da Comcast é pelos mesmos ativos em discussão com a Disney: o estúdio de cinema 20th Century Fox, o canal pago FX, a empresa de animação Blue Sky Studios, a National Geographic e as participações societárias da Fox no serviço de streaming Hulu e na rede europeia de canais pagos Sky. A Sony visaria um pacote menor e não há notícias sobre o que atrai a Viacom. A Comcast não poderia comprar o canal Fox, já que as leis antitruste impedem que uma mesma empresa tenha mais de uma rede de TV no Estados Unidos. A Comcast é proprietária da rede NBC. Há especulações de que Rupert Murdoch, sócio majoritário da 21st Century Fox, quer vender parte da companhia para remanejar o restante numa nova versão da News Corp., centrada em publicações e canais de notícias. A atual configuração da Fox foi separada da News Corp. em 2013, após o escândalo de espionagem de celebridades que envolveu a divisão de jornais da empresa no Reino Unido. Para evitar contaminação financeira e acompanhando previsões pessimistas sobre o futuro da mídia impressa, Murdoch dividiu a empresa em duas. Agora, estaria interessado em desfazer essa separação, concentrando-se apenas em notícias – TV, streaming e imprensa – , o que inclui também esportes. Se o estúdio de cinema, a produtora de TV, canais de TV paga e participações em serviços de streaming foram adquiridos por um concorrente, haverá uma grande mudança na correlação de forças de Hollywood. A Disney sonhava em juntar os Vingadores aos X-Men, mas a Sony poderia juntar o Homem-Aranha aos heróis mutantes, enquanto a Comcast passaria a ser majoritária no Hulu, somando 60% das ações na joint venture (que ainda inclui Disney e Warner), podendo assumir o controle do serviço para se posicionar na vindoura guerra de streamings que se aproxima. Mais modesta, a Viacom é quem teria o maior salto, já que não possui os mesmos ativos dos rivais.

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  • Série

    Atriz de Scream Queens será mutante telepata na série The Gifted

    18 de novembro de 2017 /

    A atriz Skyler Samuels, estrela da 1ª temporada de “Scream Queens”, entrou no elenco da série “The Gifted”, que se passa no universo dos filmes e quadrinhos dos X-Men. O papel de Samuels será recorrente e importante na trama. O nome da personagem está sendo guardado em sigilo, o que provavelmente significa que se trata de uma heroína conhecida da Marvel. Apesar do segredo, seus poderes foram revelados: trata-se de uma mutante telepata, que possui um passado misterioso. O fato de a atriz ser loira fez muita gente imaginar Emma Frost, vivida por January Jones em “X-Men: Primeira Classe” (2011). Porém, há também as clones da personagem, conhecidas como as irmãs Stepford, em especial Esme Cuckoo, que foi responsável por matar Emma e morreu/ressuscitou várias vezes nos quadrinhos. Criada por Matt Nix (série “Burn Notice”), a atração começou recentemente a incorporar os Farejadores, mutantes que sofreram lavagem cerebral e são usados para caçar outros mutantes, e a nova telepata pode ser um deles. Além da personagem de Samuels, “The Gifted” vai introduzir dois outros mutantes conhecidos dos quadrinhos, os irmãos Andreas (o estreante Paul Cooper) e Andrea von Strucker (da vindoura “The Marvelous Mrs. Maisel”). Vale lembrar que o nome da família central da trama é Strucker. Nos quadrinhos, o Strucker mais famoso é o Barão von Strucker, inimigo do Capitão América, vivido por Thomas Kretschmann em “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Andreas e Andrea são seus filhos gêmeos, que tiveram os genes manipulados para ganhar superpoderes. No próximo capítulo, Reed Strucker (Stephen Moyer, de “True Blood”) conhecerá um segredo de sua família, que provavelmente tem a ver com os gêmeos. Intitulado “threat of eXtinction”, o episódio vai ao ar na noite de segunda (20/11) na Fox, tanto nos EUA quanto no Brasil.

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  • Filme

    James Franco vai viver o Homem-Múltiplo em filme solo do herói dos X-Men

    17 de novembro de 2017 /

    A Fox definiu mais uma produção do universo dos X-Men. Segundo o site Deadline, o estúdio está desenvolvendo um longa do Homem-Múltiplo, que será estrelado por James Franco. Nos quadrinhos, o personagem já integrou tanto os X-Men quanto o grupo X-Force, que tem introdução prevista na trama de “Deadpool 2” e também deverá ganhar um filme próprio. Capaz de gerar duplicatas infinitas de si mesmo, Jamie Madrox, o Homem-Múltiplo foi concebido em 1975 pelo recém-falecido roteirista Len Wein, que também criou Wolverine e o Monstro do Pântano. Curiosamente, ele apareceu pela primeira vez numa história do Quarteto Fantástico, mas logo foi parar no universo mutante da Marvel. O ponto alto de sua trajetória aconteceu no começo do século 21, quando ganhou revista própria e mostrou a extensão de seus poderes, enviando duplicatas para estudar diferentes técnicas, que aprendia instantaneamente ao absorvê-las de volta em seu corpo. Foi também neste período que ele abriu uma agência de detetives e passou a apresentar sintomas de esquizofrenia. O roteiro está sendo escrito por Allan Heinberg, criador da série “The Catch” e roteirista de “Mulher-Maravilha”, e ainda não há diretor definido. O filme solo não será a primeira aparição de Madrox no universo cinematográfico dos X-Men. O personagem já deu as caras em “X-Men: O Confronto Final”, vivido pelo ator Eric Dane (da série “The Last Ship”). Vale lembrar que James Franco tem experiência em interpretar mais de uma versão de si mesmo. Atualmente, ele vive irmãos gêmeos na série “The Deuce”, da HBO.

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  • Filme

    Gal Gadot fala do ultimato pela saída de Brett Ratner da produção de Mulher-Maravilha 2

    15 de novembro de 2017 /

    Em entrevista realizada nesta quarta (15/11) para a TV americana, a atriz Gal Gadot falou de forma clara sobre o boato de que teria dado um ultimato na Warner, ameaçando não filmar “Mulher-Maravilha 2” se a produtora RatPac, do cineasta Brett Ratner, ajudasse a financiar o filme. Ele é um dos diversos profissionais de Hollywood envolvidos na avalanche de denúncias de abusos sexuais que assola a indústria do entretenimento americana. “Muito foi escrito sobre minhas opiniões e sentimentos sobre o assunto. E todos sabem como me sinto, porque não estou escondendo nada”, disse Gadot, em entrevista realizada para divulgar “Liga da Justiça” no programa matinal “Today Show”, da rede NBC. “A verdade é que tem muita gente envolvida na produção desse filme, não só eu, que ecoa este mesmo sentimento. Todo mundo sabe que isso era o correto a se fazer. Mas não havia nada que eu pudesse dizer ou ameaçar, porque a decisão já estava tomada antes dessa notícia surgir”, concluiu, referindo-se à data em que o boato começou a circular. A RatPac tinha uma parceria com a Warner e ajudou a financiar filmes premiados com o Oscar, como “Gravidade” (2013), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015) e “O Regresso” (2015), além das recentes produções de super-heróis da DC Comics, entre eles “Mulher-Maravilha” (2017). Mas assim que as várias alegações de assédio sexual contra Ratner vieram à tona, a Warner anunciou que estava cortando os laços com o produtor. Seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio e o contrato de financiamento não será renovado. Por isso, Gadot diz que “a decisão já estava tomada” antes que ela ou outros integrantes do filme pudessem pensar em dar um ultimato. Além disso, o acordo original de financiamento com a RatPac estende-se apenas até 2018 e já deixaria “Mulher-Maravilha 2” de fora, tendo em vista a data de estreia em novembro de 2019. A maior dificuldade da Warner será tirar as digitais de Ratner de “Tomb Raider”, que já foi filmado. Veja o vídeo da entrevista abaixo. O esclarecimento sobre Ratner é a última pergunta feita pela apresentadora Savannah Guthrie.

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  • Filme

    Primeiro teaser legendado de Deadpool 2 é um telecurso de pintura

    15 de novembro de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro teaser legendado de “Deadpool 2”. A prévia nonsense traz o super-herói politicamente incorreto de peruca e dando aula de pintura. O vídeo tem visual de telecurso antigo, gravado em VHS, mas seu conteúdo não passaria numa TV Educativa devido às menções às drogas e frases de duplo sentido. A longa piada se estende até haver uma breve interrupção com flashes das primeiras cenas do filme inédito. Ao final, Deadpool apresenta ao público o resultado de seus rabiscos: o pôster anteriormente divulgado, em que os personagens do filme se sentam ao redor de uma mesa, esperando o peru servido pelo herói no Dia de Ação de Graças (imagem acima). Além do herói vivido por Ryan Reynolds, a continuação traz de volta os personagens Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni). Já as duas principais novidades são Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets). Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.

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  • Filme

    Criador de Cable compartilha foto do encontro com Josh Brolin, intérprete do personagem em Deadpool 2

    14 de novembro de 2017 /

    O criador do herói Cable, Rob Liefeld, publicou em seu Instagram uma foto que registra seu encontro com Josh Brolin, intérprete de Cable, no set de “Deadpool 2”. Na legenda, ele assume seu momento de fanboy, derretendo-se diante do prospecto de ver sua criação ganhar carne e osso, na interpretação do ator “mais perfeito para o papel”. Embora não esteja diretamente envolvido nos filmes de Deadpool, personagem que ele também criou, Liefeld teria sido consultado por Ryan Reynolds, protagonista e produtor da franquia, sobre diversas decisões. Por exemplo, ele recomendou que o primeiro filme não incluísse Cable, já que a origem de Deadpool seria o suficiente para distrair o público, mas está entusiasmado com a introdução de Cable e Dominó (vivida por Zazie Beetz), mais uma de suas criações, no segundo longa-metragem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018. CABLE!! Say what?? I’m going to actually meet him in the flesh and blood(and steel coils)?? And, oh, by the way, he’s one of your favorite and one of the most talented actors of all space and time! Yeah, I dare you to try and meet one of your own creations and not get umpteen butterflies in your stomach. I don’t remember anything that was said here besides me thinking “I’m meeting CABLE!! HOW AWESOME IS THIS?!?!” Mr. Josh Brolin could not be more perfect in this role. He is amazing and outstanding and you will no doubt be as giddy as I was when watching him portray Cable. His commitment to becoming Cable goes beyond his physical transformation, he found the voice that fans will go crazy about! Ryan as Deadpool and Josh as Cable. Look out World this is going to be nuts! #cable #xforce #deadpool #robliefeld #marvel #20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em Nov 13, 2017 às 2:11 PST

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  • Etc,  Série

    Fox Premium exibe Outlander com legendas eróticas

    13 de novembro de 2017 /

    O canal pago Fox Premium trocou as legendas do nono episódio da 3ª temporada de “Outlander”. Em vez de trazer as falas dos personagens, o texto levado ao ar na noite de domingo (12/11) foi completamente obsceno. A confusão rendeu diversos posts no Twitter, em que os assinantes destacaram alguns dos momentos da série romântica com diálogos de filmes adultos. Muitos acharam divertido, mas houve quem não gostou nada e ameaçou cancelar a assinatura do serviço pago. Em comunicado, a Fox revelou que houve confusão com legendas de outra série – mais picante – , “The Girlfriend Experience”. O problema possivelmente aconteceu pela rapidez com que o canal tenta exibir a produção, no mesmo dia em que passa nos Estados Unidos. “A Fox pede desculpas a todos os fãs de ‘Outlander’ por exibir legendas da série ‘The Girlfriend Experience’ durante a transmissão do 9º episódio da 3ª temporada de ‘Outlander’, ontem, no canal FOX Premium 1. Lembramos que o 9º episódio, ‘The Doldrums’, será transmitido corretamente hoje às 20h30 e amanhã às 22h no canal FOX Premium 1, além de nova reprise no dia 17 de novembro às 23h55 no mesmo canal e em breve nosso aplicativo. Acompanhe nossos redes sociais para saber novidades de nossas séries.”

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  • Etc

    Gal Gadot teria condicionado sua participação em Mulher-Maravilha 2 à saída de Brett Ratner da produção

    12 de novembro de 2017 /

    A estrela da “Mulher Maravilha”, Gal Gadot, estaria condicionando sua participação na continuação do filme à saída de Brett Ratner da produção. Não apenas nominalmente, mas também financeiramente. A afirmação é do site de celebridades Page Six, que pertence ao jornal New York Post. Uma fonte do site afirmou que a atriz não quer que “Mulher-Maravilha” seja associado a “um homem acusado de má conduta sexual”. “Gadot está dizendo que não vai participar da sequência, a menos que a Warner Bros. compre a participação de Brett [de seu acordo de financiamento] e se livre dele”. Gadot já tinha evitado participar de um evento em homenagem a Ratner, na véspera da publicação da denúncia do Los Angeles Times, em que ele foi acusado de abuso sexual. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ela tinha sido escolhida para fazer uma homenagem a Ratner, porque sua empresa de produção, RatPac-Dune Entertainment, ajudou a produzir “Mulher-Maravilha”, como parte de seu acordo de co-financiamento com a Warner Bros. Tanto que, no lugar da atriz, a diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, prestou a homenagem – poucos dias antes do escândalo estourar. Ratner virou sócio da Warner após fundar a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey, em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e ajudou a financiar os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. A fonte acrescentou que Gadot “sabe que a melhor maneira de derrotar pessoas poderosas como Brett Ratner está na carteira. Ela também sabe que a Warner Bros. tem que tomar partido nessa questão. Eles não podem fazer um filme enraizado no empoderamento feminino com financiamento de um homem acusado de má conduta sexual contra as mulheres”. Na verdade, já um movimento nesse sentido. Na semana passada, o estúdio anunciou que estava cortando os laços com Ratner. Após as várias alegações de assédio sexual, seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio coproduzidos pela RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. Para remediar o estrago, o próprio produtor emitiu uma nota dizendo que a iniciativa de se afastar da Warner tinha sido sua. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. No início deste mês, Gadot postou no Instagram: “O assedio e o assédio sexual são inaceitáveis! Estou ao lado de todas as mulheres corajosas que enfrentam seus medos e denunciaram. Estamos todas unidas neste momento de mudança”. O Page Six buscou confirmar a informação junto com Gadot e Ratner, mas eles não comentaram. Já um representante da Warner Bros. disse apenas: “Falso”.

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  • Etc

    Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner

    11 de novembro de 2017 /

    A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017

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  • Etc

    Ellen Page acusa Brett Ratner de homofobia nas filmagens de X-Men: O Confronto Final

    10 de novembro de 2017 /

    A atriz Ellen Page publicou um longo post em sua conta pessoal no Facebook onde reflete sobre as diversas acusações de abuso sexual em Hollywood, revelando momentos conturbados que ela própria passou durante sua carreira. Logo no começo, ela destaca ter sofrido um ataque homofóbico do diretor Brett Ratner, um dos nomes envolvidos em escândalos sexuais. De acordo com a atriz, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho para o encontro com o elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’. Ele era o diretor do filme, Brett Ratner”, ela recordou. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Ratner também foi descrito como misógino pelas mulheres que o acusaram de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro, entre elas as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ellen Page também lembrou outras situações inconvenientes de sua carreira. Sem citar o nome do diretor, ela contou ter sido assediada aos 16 anos de idade. “Quando eu tinha 16 anos, um diretor me levou para jantar (uma obrigação profissional bem comum). Ele acariciou minha perna debaixo da mesa e disse: “Você tem que tomar a iniciativa, eu não posso”. Eu não tomei e tive a sorte de me afastar dessa situação. Mas foi uma percepção dolorosa: minha segurança não estava garantida no trabalho. Uma figura de autoridade adulta para quem eu trabalhava pretendia me explorar fisicamente. Fui assaltada sexualmente meses depois. E um diretor pediu que eu transasse com um homem de 20 e poucos anos e depois lhe contasse. Isto foi o que me aconteceu durante os meus 16 anos, um adolescente na indústria do entretenimento”. Ela comentou que, enquanto vítimas sofrem, os abusadores seguem festejados em Hollywood. E, neste contexto, menciona que o maior erro de sua carreira foi ter trabalhado com Woody Allen, que foi acusado de ter abusado de sua filha. “Fiz um filme do Woody Allen e é o maior arrependimento da minha carreira. Tenho vergonha de ter feito isto. Eu ainda tinha que encontrar a minha voz e não era quem eu sou agora e me senti pressionada, porque “Claro que você tem que dizer sim a este filme Woody Allen”. No final das contas, no entanto, é minha responsabilidade decidir que fazer e fiz a escolha errada. Cometi um erro terrível.” A atriz participou de “Para Roma, com Amor” (2012), de Allen. Desde então, se assumiu lésbica. E voltou a ser convidada a viver a mutante Kitty Pryde em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), logo após sair do armário publicamente. Desta vez, sem traumas.

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